São Paulo de cabo a rabo.

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
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    #451
    415 Salmorão

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ID:	230075

    nome decorre de um tipo de solo próprio para cultura de cereais, o ″salmourão″.
    O povoamento da região iniciou-se após 1940, com o desbravamento da mata,
    organizado pela família de Max Wirth, estando entre os primeiros colonizadores, Joaquim Costa, Joaquim Pereira, Adriano Desuani, Manoel José do Nascimento e Fidelis Franco Maioli.
    A primitiva sede do Distrito de Salmourão foi localizada no povoado de Massapé, com terras desmembradas do Município de Osvaldo Cruz. Em 1959, Salmourão conquistou sua autonomia.
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      • Mar 2015
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      #452
      416 Adamantina

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ID:	230076

      Em 1937 a Companhia de Agricultura, Imigração e Colonização - CAIC, iniciou a colonização das terras de propriedade da companhia canadense Boston Cattle Company, compreendidas no espigão do Feio-Aguapeí, ao longo do prolongamento da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
      Foram abertas várias estradas de penetração e, dois anos depois, a CAIC procedeu à derrubada de 40 alqueires de matas, para formação do patrimônio. Coube ao superintendente da colonizadora, Mário F. Olivero, a construção do primeiro prédio.
      O Topônimo Adamantina seguiu critério adotado pela Ferrovia, de nomear suas estações em ordem alfabética, iniciando na localidade, uma nova seqüência.
      Até 1946, todavia, o progresso do povoado foi reduzido, de certa forma, prejudicado pela criação do Município de Lucélia, a 8 quilômetros de Adamantina, para onde afluiu maior número de povoadores e negócios. Entretanto, um novo surto cafeeiro e a penetração da ferrovia que atingiu a povoação, fizeram convergir para Adamantina, a produção agrícola da região.
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        #453
        417 Mariapolis

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ID:	230077

        Em 1911, o coronel Delfino Cerqueira vendeu suas terras à Cia. De Viação São Paulo- Mato Grosso que pretendia colonizá-las. No entanto, a efetivação do programa somente foi possível anos mais tarde, a partir do avanço da Cia. Paulista de Estrada de Ferro, rumo ao rio Paraná. Igual direção seguia a Estrada de Ferro Sorocabana, contudo, do outro lado do rio do Peixe. Na larga faixa entre estas ferrovias começaram a ser implantadas culturas diversas.
        Dr. Juan A.Bata, presidente da Cia Industrial, Mercantil e Colonizadora- CIMA, concessionária da Cia. De Viação São Paulo-Mato Grosso, construiu em 1940, uma ponte sobre o rio, ligando as duas de expansão agrícola e possibilitando o rápido acesso às ferrovias. Essa medida propiciou uma maior concentração de povoadores na região, onde exploravam a madeira. Três anos depois, a CIMA determinou a localização para implantação de uma cidade, estabelecendo estradas e plano de urbanização. A este núcleo deu o nome de Mariápolis, em homenagem à mulher de seu presidente, Maria J.Bata.
        O loteamento realizado atraiu muitas famílias que passaram a cultivar arroz, milho e algodão e, mais tarde, café, introduzido por José Mourão. Dois anos depois, Mariápolis já contava com uma grande produção agrícola que atraiu diversos estabelecimentos comerciais e agroindustriais.
        Nessa época, o vigário Bernardes levantou o primeiro cruzeiro e capela em louvor a Sagrada Família, em cujo redor foram construidas as primeiras casas tendo sido a primeira aquisição de lote urbano feita por Antônio Jacomeli.
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          #454
          418 Lucélia

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          A colonização da região iniciou-se por volta de 1920, com a vinda de imigrantes russos e eslavos, atraídos pelo prolongamento da Companhia Paulista de Estradas de Ferro. João de Arruda abriu uma clareira e, em 1929, construiu o primeiro rancho, dando início a um pequeno povoado que norteou o desbravamento da zona.
          Em 1939, o Dr. Luiz Ferraz de Mesquita, em missão técnica de divisão judiciária, fundou no território de Martinópolis, uma povoação que recebeu o nome de Lucélia (do latim ?lux coelis?, que significa luz celestial formado de sílabas dos nomes do fundador e de sua mulher, Cecília Mendes de Mesquita.
          Foi construída uma capela onde, a 24 de maio de 1939, o Padre Gaspar Cortez celebrou a primeira missa. Mais tarde, fez-se o traçado da cidade de Lucélia que se desenvolveu rapidamente, sendo elevada, em 1944, à categoria de Distrito e Município
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            #455
            419 Pracinha

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            Seu núcleo inicial, o povoado de Maripá, situava-se na bacia do Ribeirão dos Macacos e foi fundado em 1941 pelo engenheiro Mário Felippo Olivero. Desde o princípio, seu principal fator de atração foi a atividade agrícola e seu contingente populacional foi formado, basicamente, por agricultores que passaram a cultivar naquelas terras produtos como algodão, milho, café e cana-de-açúcar. Conheceu na década de 50 um período de maior desenvolvimento, mas, aos poucos, retrocedeu devido ao êxodo rural e à falta de autonomia administrativa.
            Em 24 de dezembro de 1948, passou a distrito com sede no povoado de Maripá, município de Lucélia e território desmembrado desse município. Nessa ocasião, seu nome foi mudado para Pracinha, em homenagem aos pracinhas combatentes da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial. Em 30 de dezembro de 1993, tornou-se município. Essa emancipação, embora tardia, contou com o apoio da população e a liderança de Antônio Correia Lima.
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              #456
              420 Inúbia Paulista


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              A colonização onde se encontra o atual Município de Inúbia Paulista, iniciou-se com o desbravamento de uma zona fisiográfica do rio Paraná, tendo como primeiros proprietários, a família Kana Uejo, em agosto de 1940.
              Conforme escritura lavrada em 1942, as terras foram adquiridas de Keissu Tanabe, procurador geral do proprietário, pelos fundadores: Assau Tanabe, Sedo Otoni e Kenji Muramatsu.
              Entre outros, ao derrubar a mata virgem, encontravam-se Japoneses, Italianos, operários da Max Wirth, Portugueses e Espanhois.
              Passou à categoria de Distrito, em 1948, com a denominação de Distrito de Paz Ibirapuera, formado pelo desmembramento do Distrito sede do Município de Lucélia.
              Em 1959, foi elevado à categoria de Município, na comarca de Lucélia, com o nome de Inúbia Paulista. A origem do nome surgiu em virtude dos primeiros moradores terem encontrado trombetas indígenas, de som agradável, que os nativos chamavam por ″ya nu biá″ (inúbia). Como a região onde está situado é conhecida por Alta Paulista, o Município ficou Denominado Inúbia Paulista.
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                #457
                421 Martinópolis

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                Em meados do século XIX, sertanistas mineiros de Ouro Fino, liderados por José Teodoro de Souza, adentraram nas terras dos índios coroados, na Alta Sorocabana, dando início à formação de um povoado, conhecido na época como Patrimônio José Teodoro.
                Com a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana, hoje FEPASA, outros sertanistas começaram a chegar à região, concentrando-se junto às residências dos trabalhadores da Estrada de Ferro.
                Dentre os novos moradores estava o Coronel João Gomes Martins, que por volta de 1924, dividiu para loteamento, as terras junto ao pequeno núcleo, agrupando, assim, o povoado.
                O progresso levou seus moradores a pleitearem a elevação à categoria de Distrito de Paz, o que foi conseguido em 1929, com o nome de José Teodoro.
                As lavouras de algodão e amendoim deram ao Distrito nova amplitude econômica, resultando na criação do Município, em 1938, com o nome de Martinópolis, em homenagem a seu maior benemérito.
                Gentílico: martinopolense
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                  #458
                  422 Rancharia

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                  No início de 1961, a Estrada de Ferro Sorocabana, atual FEPASA, que rumava às barrancas do rio Paraná, construiu um acampamento de ranchos para seus operários. Os feitores dos serviços de desmatamento, diferenciavam este acampamento, o maior dentre os vários implantados, pela designação de Rancharia. O uso freqüente formalizou o nome da localidade.
                  Logo mais, muitos sertanejos, dentre eles José Silva de Oliveira, Francisco Izidoro, José Custódio Dias de Araújo, Antônio Figueiredo, Antônio Palaccio e Júlio Lucart, construíram as primeiras casas e dividiram as terras, marcando efetivamente o início da povoação.
                  Passados alguns anos, foi criado o Distrito Policial e, no ano seguinte, foi elevado à categoria de Município.
                  PHD Vlamir
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                    #459
                    423 Bastos

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                    Em terras da Fazenda Bastos, na vertente direita do rio do Peixe, entre o ribeirão Copaiba, córrego da Fartura ou da Sede e seus afluentes, córregos da Colônia e da Cascata, numa gleba de
                    12.000 alqueires, em 1928, foi implantado um loteamento sob a administração da Sociedade Colonizadora do Brasil Ltda. Nessa ocasião eram seus responsáveis, Senjiro Hatanaka, Carlos Kato Kunito Miyasaka, Elpídio Alves, Henrique Ronget Pelegrini e Aníbal Viana, considerados os fundadores de Bastos.
                    A maior parte dos pequenos lotes foi vendida a imigrantes japoneses, que se dedicaram à agricultura e à criação do bicho da seda, chegando a constituir-se no maior centro brasileiro da sericultura.
                    Se por um lado essa última atividade foi responsável pelo rápido progresso da localidade, por outro lado provocou, com a introdução da seda artificial no mercado, a evasão da população na década de 50.
                    Mas a diversificação na produção agrícola, como de amendoim, laranja, melancia, etc., trouxe nova fase de desenvolvimento, apoiada ainda pelas numerosas e produtivas granjas de criação de galinhas.
                    Bastos, que foi subordinado à Marília e depois Tupã, teve sua autonomia como município em novembro de 1944, permanecendo com a sua denominação inicial, decorrente de homenagem ao antigo proprietário da fazenda, Henrique Bastos.
                    PHD Vlamir
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                      #460
                      424 Iacri

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                      Nas primeiras décadas do século XX, uma firma imobiliária, Lélio Pizza & irmãos, era proprietário de terras à margem esquerda do rio Aguapeí, tendo essa grande extensão territorial recebido o nome de fazenda Guataporanga.
                      Silvio de Giuli, nascido em Rovigo, Itália, residente naquela época em Olinda, na Paulista Velha, comprou 1500 alqueires de terras no espigão e divisor Aguapeí, no traçado da Cia. Paulista de Estrada de Ferro e, entusiasmado com o progresso do povoado vizinho, Tupã, fundou um povoado chamado Juliana Planificado pelo engenheiro Caruzzo, de birigui, e aberto pelo agrimensor Sebastião de Brito.
                      Amedrontados pelos contínuos avanço dos bandeirantes, os índios caingangs que ali habitavam,concentraram-se na região denominada Ribeirão dos Índios, abandonado-a, mais tarde, por interferência da firma imobiliária.
                      Silvio de Giuli trocou o nome do povoado, que se desenvolvia, por Jacri, em homenagem ao cacique dos aborígenas locais
                      Pelo Decreto n.º 9775, de 30 de novembro de 1938, foi alterada sua denominação para Iacri , o verdadeiro nome do cacique.
                      PHD Vlamir
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                        #461
                        425 Tupã

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                        Tupã, foi fundada em 12 de outubro de 1929, por Luiz de Souza Leão numa região de floresta virgem, localizada no espigão dos rios do Peixe e Feio (ou Aguapeí), traçado da Ferrovia.
                        O nome escolhido ? TUPÃ, o Deus do Trovão ou Espírito Bom - evoca uma homenagem aos primitivos habitantes do local, os índios. O crescimento e o desenvolvimento da cidade teve a participação direta dos imigrantes que também ajudaram a ocupar o interior do Estado de São Paulo. São as colônias de Letos, Japoneses, Portugueses, Italianos, Espanhóis, Sírios, etc., que com seus usos e costumes, sua força de vontade e principalmente o seu trabalho deram uma contribuição muito grande para Tupã.
                        PHD Vlamir
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                          • 686

                          #462
                          426 Arco Íris

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                          Arco-Íris
                          São Paulo - SP

                          Histórico

                          O distrito de Arco-Íris foi criado em 24 de dezembro de 1948, com sede no povoado de Santa Helena, em terras do município de Tupã e território desmembrado do distrito-sede desse município. A origem da cidade de Tupã, surgida na década de 20, está ligada aos movimentos de exploração e colonização da região localizada no espigão divisor de águas dos rios do Peixe e Feio, ou Aguapeí, então ainda coberta de matas e habitada pelos índios caingangues.
                          Em 1928, atraído pela fertilidade das terras e pela quantidade de madeira de lei, João Lourenço deixou a cidade de Glicério para se estabelecer no local, iniciando o plantio de cereais. Da cidade de Braúna, chegou Aurélio Moreno Zamorra, que construiu a primeira casa em alvenaria de tijolos do povoado de Santa Helena. Logo em seguida, foi aberto um armazém e inaugurada uma serraria.

                          Gentílico: arcoirense
                          Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:24.
                          PHD Vlamir
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                            • 686

                            #463
                            427 Herculandia

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                            Herculândia São Paulo - SP
                            Histórico
                            No espigão entre os rios do peixe e Aguapeí, próximo à margem esquerda do ribeirão Iacri, em 1927 aí chegaram os Português José Pereira da Silva e o Coronel João do Val , onde fixaram*se com a família, iniciando o povoado de Santana.
                            José Pereira da Silva veio de Marília, da qual era também fundador, escolhendo o divisor de águas entre os córregos de quilômetro, água do Joá, água Boa e do Caneto, ponto de passagem da ferrovia, a ex-Companhia Paulista de Estradas de Ferro, aproveitando com outros colonizadores a mata existente, que foi derrubada para implantação da lavoura.
                            O povoado de Santana foi elevado a Distrito de Paz em 1930, primeiramente com denominação de ?Herculania?, como homenagem ao professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Herculano de Freitas, passando depois ao nome atual de Herculândia, quando de sua Constituição em Município, em 1944.
                            Gentílico: herculandense
                            Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:23.
                            PHD Vlamir
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                              • 686

                              #464
                              428 Pompeia

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ID:	230092

                              POMPÉIA SÃO PAULO
                              HISTÓRICO
                              A posse primária das terras entre as bacias do Rio do Peixe e Feio, foi concedida em 1852, a João Antônio de Moraes, Francisco de Paula Morais e Francisco Rodrigues de Campos e transferidas, mais tarde, a outros proprietários.
                              Júlio da Costa Barros e outros, de cravinhos na Alta Mogiana, dirigiram-se à região onde os irmãos, Lélio e Marcelo Pizza, adquiriram terras destinadas a agricultura. Aí iniciaram a primeira plantação de café e fundaram o povoado de Novo Cravinhos.
                              O local era dividido, praticamente, em duas propriedades: a vertente do Rio Peixe a Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda e a vertente do Rio Peixe aos irmãos Pizza.
                              Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda e Luis Miranda planejaram, em 1928, a formação de uma segunda vila promovendo loteamento de 250 alqueires de terras. Denominaram-no Patrimônio de Otomânia, logo substituído por Pompéia, que ainda em 1928, foi elevado a Distrito de Paz.
                              A alteração do nome deveu-se à Companhia Paulista de Estrada de Ferro que, atingindo a região na época, costumava dar nomes às suas estações, a partir de Piratininga, em ordem alfabética. Cabia ao povoado a letra ? P ?. Assim escolheu-se Pompéia em homenagem à mulher do fundador, Aretuza Pompéia da Rocha Miranda.

                              GENTÍLICOS: POMPEIANO
                              Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:21.
                              PHD Vlamir
                              Barueri-SP

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                                • Mar 2015
                                • 686

                                #465
                                428 Quintana

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ID:	230122

                                QUINTANASÃO PAULO
                                HISTÓRICO
                                Em 1916, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro elaborou um projeto para prolongamento de seus trilhos, (implantados cinco anos depois), a partir de Piratininga, em direção ao rio Paraná. Nessa época, em virtude das facilidades proporcionadas pela Ferrovia, muitas famílias adquiriram terras ao longo da faixa entre os rios do Peixe e Feio, tendo um grupo de povoadores aí adquirido em 1918, uma gleba, onde fixaram-se por volta de 1923, estabelecendo lavouras cafeeiras e a criação de gado vacum e suíno.
                                Destacaram-se entre os primeiros povoadores, João Villadangos, Francisco Moreira Sobrinho, Sebastião Leme Soares, José Duarte Moreira, Fortunato da Cruz Campante, Daniel Ragazzi, entre outros que fundaram uma pequena povoação de rápido crescimento, principalmente após a migração nordestina que adquiriu pequenas áreas das que foram loteadas.
                                A capela erguida em louvor a São João foi inaugurada em 1936, e em 04 de janeiro de 1940 foi instalada a estação da Companhia Paulista, que seguindo sua tradição de nomear as localidades em ordem alfabética (Alba, Bauru, etc.), a denominou Quintana, devido ter-se iniciado em uma pequena propriedade, que os antigos denominavam de ?quintal? ou ?pequena quinta? (fazenda), evoluindo depois para o topônimo ?quintana?.
                                Como loteamento, que deu origem a Vila Santa Amélia, criado pela Sociedade Agrícola Resende ltda, grande número de casas foram construídas a fim de alojar os trabalhadores rurais que iam se empregar na fazenda de café da companhia.

                                GENTÍLICOS: QUINTANENSE
                                Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:20.
                                PHD Vlamir
                                Barueri-SP

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