São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #436
    402 guaimbê

    [ATTACH=CONFIG]72383[/ATTACH]

    Entre os rios Feio e Tibiriça, iniciou-se em 1923, a colonização das terras de propriedade de João Sampaio.
    Os trabalhos de derrubada das matas, abertura de estradas e divisão das glebas foram atribuídos a Shuhei Uetsuka, Yamane Kaniti e ao engenheiro Kasuo Nakashima, com a colaboração da Associação da Colônia Japonesa.
    A primeira denominação da localidade foi de ?Segundo Núcleo Colonial Uetsuka?, passando depois a Vila Sampaio, em homenagem ao proprietário das terras.
    Situado às margens do córrego Guaimbê, a povoação adotou este nome que no tupi significa ?cipó de amarrar?, ou ?cipó imbê?.
    Em novembro de 1944 passou a Distrito de Paz, do município de Getulina.
    Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:32.
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      • Mar 2015
      • 686

      #437
      403 getulina

      [ATTACH=CONFIG]72384[/ATTACH]

      No território compreendido entre o rio feio e o Ribeirão Tibiriçá, às margens dos córregos Gavanheri e Lambari, em 1917 Florindo Beneduci, os engenheiros Aristides Mercês, Pompeu de Souza Queiroz e Luiz Antônio de Souza Queiroz, fundaram um povoado denominado Getulina, com a finalidade de dar apoio à construção de estrada para o vizinho Município de Garça.
      Em 1920 os referidos engenheiros cuidaram de melhor a estrada e ampliaram também a ligação com Lins, construindo-se a primeira casa de tijolos de Natal Biondo Mengato.
      Doado terreno pela família Carvalho, em 1927 foi inaugurada a capela de São João Batista.
      Em agosto de 1926 foi criado o Distrito de Paz de Getulina.
      O topônimo "Getulina", foi uma homenagem prestada pelo engenheiro Aristides Mercês à Getulina, sua companheira de desbravamento das matas da região do Noroeste do Brasil.
      Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:31.
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        #438
        404 queiroz

        [ATTACH=CONFIG]72385[/ATTACH]

        No espigão entre o rio Tibiriçá e o ribeirão Caingangue, limitados ao norte pelo rio Aguapeí ou Feio, as terras da Fazenda Paiquerê foram desmembradas por iniciativa de Joaquim Ferreira Gandra, num total de 58 alqueires para futura venda em pequenas propriedades, em maio de 1938. A Fazenda Paiquerê antes fazia parte da Fazenda Guataporanga de propriedade da família Pizza, de Pompeia.
        Da referida gleba, 10 alqueires foram loteados para venda a prazo, a fim de constituir um patrimônio onde seria instalado um pequeno centro comercial, a serviço dos proprietários rurais.
        Um dos proprietários da Fazenda Paiquerê era a firma Queiroz Ferreira e Cia. Ltda. E daí decorreu a denominação de Vila Queiroz, que passaria a distrito de paz em novembro de 1944 e município em fevereiro de 1964, sempre com o nome de Queiroz.
        Foi o incentivo proporcionado pelo fundador, Joaquim Ferreira Gandra, aos pequenos proprietários rurais, que contribuiu para e desenvolvimento urbano.
        Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:30.
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          #439
          405 luiziania

          [ATTACH=CONFIG]72386[/ATTACH]

          O povoamento de Luiziânia, iniciou-se em 1941, à margem direita do rio Feio, entre este e a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em terras da empresa Coimbra Bueno. Foram seus primeiros habitantes José Augusto Afonso, Zacarias Gonçalves dos Santos, Antônio Duarte Azadinho, Francisco Thomas Garcia, Theodoro Arriero, Issa Fugioka, Joaquim Carvalhal Subires, Agenor Cardoso Franco, Henrique, João, Luiz e José Girotto.
          O topônimo decorre do seu Padroeiro, São Luís Gonzaga, em nome do qual foi erguida a capela, em 1941, e mais tarde construído o novo templo, mediante campanha popular iniciada em 1945.
          Primeiramente, a povoação esteve ligada ao Município de Glicério, onde passou à condição de Distrito de Paz, em 1944, com instalação em 1945.
          Com a elevação a Município da vizinha Braúna, em 1953, Luiziânia a esta passou a subordinar-se até 1959, quando ganhou sua própria autonomia.
          Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:29.
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            #440
            406 santopolis do aguapeí

            [ATTACH=CONFIG]72674[/ATTACH]

            Em fins de 1940, o fundador do povoado, Antônio Francisco dos Santos júnior, adquiriu 2600 alqueires de terras, junto ao Rio Aguapeí, próximo à foz do Ribeirão Lontra. Nessa região encontravam-se estabelecidas algumas famílias de descendência Japonesa, que cultivavam pequenas áreas.
            A montagem de uma serraria para explorar as madeiras possibilitou a construção das primeiras casas. Outras famílias aí se estabeleceram formando um pequeno povoado, onde instalaram um armazém.
            A vila ficou conhecida nessa época, por ″Mil Alqueires″ cujo nome foi alterado para Santópolis do Aguapeí, em homenagem ao seu fundador ″ polis″= cidade, daí, ″cidade de Santos″, acrescido de Aguapeí pela localização às margens deste Rio.
            Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:29.
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              #441
              407 clementina

              [ATTACH=CONFIG]72675[/ATTACH]


              Nas proximidades do rio Aguapeí e de seu afluente, ribeirão
              dos Lontras, por volta de 1926, Adão Astolfi fez a derrubada da mata, iniciando o povoamento da região ao sul do municipio de coroados.
              Em maio de 1928, João Francisco Vasques, adquirindo terras, doou uma área para formação do patrinomio de Nova Era.
              Colonos Japoneses e Espanhois foram se estabelecendo nos lotes vendidos em Nova Era, que, em 1932, passou a se chamar Patrimonio dos Vasques, em homenagem ao seu fundador.
              Com a criação do Distrito de Paz, em 1944, o nome foi alterado para Clementina, homenagem à filha do fundador, João Francisco Vasques.
              Gentilico: Clementinense
              Formação Administrativa:
              Distrito criado com a denominação de Clementina, por Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, o Distrito de Clementina com territorio do extinto Distrito de Lauro Penteado do Municipio de Coroados.
              No quadro fixado, pelo referido Decreto-lei, para vigorar em 1945-1948, o distrito de Clementina figura no Municipio de Coroados.
              Assim aparece na divisão territorial fixada para 1949-1953 pela Lei n° 233, de 24-XII-1948
              Elevado à categoria de municipio com a denominação de Clementina, por Lei Estadual n° 2456, de 30 de dezembro de 1953, desmembrado de Birigui. Constituido de 3 Distritos: Clementina, Lauro Penteado, Santópolis do Aguapeí. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1955.
              Pela Lei Estdual n° 5285, de 18 de fevereiro de 1959, desmembra do Municipio de Clementina o Distrito de Santopolis do Aguapeí.
              Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:27.
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                #442
                408 bilac

                [ATTACH=CONFIG]72676[/ATTACH]

                Distrito criado com a denominação de Nipolândia, por Decreto Estadual nº 6043, de 18 de agosto de 1933, no Município de Biriqui.
                Segundo a divisão administrativa referente ao ano de 1933 e as territoriais datadas de 31-XII*1936 e 31-XII-1937, assim como o quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Distrito de Nipolândia figura no Município de Birigui.
                Pelo Decreto Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, que fixou o quadro para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o referido Distrito permanece no Município de Birigui, mas passou a denominar-se Bilac.
                Elevado à categoria de município com a denominação de Bilac, por Decreto-lei Estadual nº 14334, 30 de novembro de 1944, Desmembrado de Birigui, Sede no antigo Distrito de Bilac. Constituído de 2 Distritos: Bilac e Piacutu. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1945.
                Fixado o quadro da divisão territorial administrativo judiciário do Estado de São Paulo, vigente para vigorar em 1945-1948, o Município de Bilac é composto de 2 Distritos: Bilac e Piacatu.
                Por força do citado decreto, o novo Município perdeu parte do território do Distrito de Bilac para o de Araçatuba, do Município de nome idêntico, e adquiriu do Distrito de Birigui, do Município deste nome, para os Distritos de Bilac e Piacatu. Nesse quadro, o Município de Bilac ficou formado pelos Distritos de Bilac e Piacatu.
                Lei Estadual 233, de 24 de dezembro de 1948 Cria o Distrito de Gabriel Monteiro e incorpora ao Municipio de Bilac.
                Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:27.
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                  • 686

                  #443
                  409 Gabriel Monteiro


                  [ATTACH=CONFIG]72677[/ATTACH]

                  Em 1909, o imigrante japonês Pedro Massakishi Kassawara chegou ao Brasil, com sua família, dirigindo-se para Olímpia, no norte do Estado, para trabalhar na agricultura.
                  Anos mais tarde, deslocou-se para a Alta Noroeste do Estado, adquirindo uma gleba de terras para plantio de café. Desbravou matas e fundou uma produtiva propriedade agrícola que atraiu outras famílias para o local.
                  Com o desenvolvimento do núcleo, Antônio Kassawara Katutok destinou dez alqueires de sua gleba para loteamento destinado a uma futura cidade. Em 1938, foi lavrada a escritura e nasceu, assim, a Vila Nova Olímpia, cujo nome foi uma homenagem à cidade de origem, Olímpia.
                  A prosperidade continuou e já no ano de 1947, 60% dos lotes foram ocupados por construções de alvenaria sendo que, para tanto foi instalada uma olaria na periferia da Vila.
                  Com o crescimento da Vila de Nova Olímpia, em 1948, foi elevada a Distrito, com o nome de Gabriel Monteiro. O Distrito passou a denominar-se assim em homenagem a Gabriel Monteiro da Silva, Chefe do Departamento das Municipalidades do Estado de São Paulo (hoje Secretaria do Interior).
                  Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:25.
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                    • 686

                    #444
                    410 piacatu

                    [ATTACH=CONFIG]72678[/ATTACH]


                    A colonização da região, deu-se no início do século XX, a partir do loteamento de grandes fazendas, quando as Ferrovias Paulista e Noroeste, prolongaram seus trilhos em direção às barrancas do rio Paraná. Esse momento possibilitou a fundação de Bilac, município próximo, cujas terras foram loteadas pela ?Companhia Brazil Plantation Sindical?, em 1917.
                    O desenvolvimento das atividades agrícolas em Bilac, atraiu para a região, muitas famílias que, aos poucos, fundaram vários povoados. Um destes núcleos, de nome Bela Vista, foi fundado entre 1920 e1930, por Antônio e Afonso Vendrame, Luiz Stevanelli, João Gobbi, Antônio Marchi, Ângelo Fulini e Vicente Rodrigues Goulart, em área adquirida da Companhia de Terras Norte do Paraná.
                    O café e outras culturas possibilitaram o desenvolvimento da povoação que, em 1944, foi elevada a Distrito de Paz, com o nome de origem indígena, Piacatu, que significa ?vista boa?.
                    Mais tarde, a pecuária tornou-se uma forte base sócio-econômica que, ao lado do algodão e café, foi fator de desenvolvimento do município de Piacatu, criado em 1953.
                    Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:24.
                    PHD Vlamir
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                      • 686

                      #445
                      411 rinopolis

                      [ATTACH=CONFIG]72679[/ATTACH]

                      O desbravamento do território de Rinópolis foi marcado por grandes dificuldades, em virtude das barreiras
                      oferecidas pela exuberância daa mata virgem que dominava a região.
                      Em 1927, a empresa proprietária da extensa gleba de terras na margem esquerda do rio Aguapeí ou Feio,
                      Hélio Piza e irmão, colocou à venda 126.000 alqueires, despertando o interesse de Eugênio Rino que, de Pirajuí,
                      mandou seus filhos Domingos e Eugênio Rino Filho, seu genro, Francisco Nascimento Silva e o representante de
                      Hélio Piza, Orozimbo Durval, a fim de examinarem a fertilidade do solo.
                      Após a informação, Eugênio Rino, adquiriu 2745 alqueires, contratando o Engenheiro Marcondes Filho para a
                      demarcação das mesmas.
                      Em virtude de doença, outro profissional prosseguiu os trabalhos, desaparecendo contudo na mata.
                      Mandou então Eugênio Rino, novamente e seus filhos e genro à procura do engenheiro, encontrando-o
                      quatro dias após, atravessarem o rio Feio e descerem o Ribeirão Itaúna, onde este recebe as águas do Córrego Bri.
                      Neste local iniciaram um povoado, atraindo outros interessados, como Luiz Wolff e Antônio Rodrigues da Cunha,
                      que com os Rino e uma turma de trabalhadores abriram, em 1928, uma estrada para Piacatu, facilitando a
                      penetração de inúmeras famílias.
                      Em 1932, o Coronel Eugênio Rino, loteou o espigão divisor de águas entre os córregos da Andorinha, Itaqui e o
                      Ribeirão Itaúna, do qual são afluentes, estabelecendo-se aí o patrimônio batizado de Rinópolis, em homenagem
                      ao proprietário e fundador.
                      A ligação de Rinópolis com a Cia. Paulista de Estrada de Ferro e interligação com a Sorocabana e mesmo com
                      outras povoações vizinhas se fez graças à cooperacão de seus habitantes que, em todas as oportunidades,
                      atenderam aos apelos dos fundadores.
                      Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:23.
                      PHD Vlamir
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                        • 686

                        #446
                        412 parapua

                        [ATTACH=CONFIG]72680[/ATTACH]
                        Em janeiro de 1934, Luiz de Souza Leão, adquiriu de Joaquim Abarca uma gleba de 706 alqueires de terra,
                        no divisor de águas entre os rios Aguapeí ou Feio e o do Peixe, no município de Rinópolis, loteando uma
                        parte para constituição de um patrimônio ao qual deu o nome de Canaã, como um símbolo de terra prometida bíblica.
                        O empreendimento passou a atrair interessados e em 1937 foi construído o primeiro hotel, incrementando o
                        comércio e a agricultura.

                        Foi inaugurada a igreja em 8 de dezembro de 1941, mandada construir pelo fundador Luiz de Souza Leão.
                        A criação do Distrito de Paz de Canaã, deu-se em julho de 1943, no território de Tupã, passando a município
                        em novembro de 1944, alterando o nome para Parapuã.
                        Segundo Theodoro Sampaio, no tupi ″pará-poan″significa união de rios ou alto rio, e que seria também o
                        nome do rio Feio.
                        Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:22.
                        PHD Vlamir
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                          • 686

                          #447
                          413 sagres

                          [ATTACH=CONFIG]72681[/ATTACH]
                          O topônimo constitui uma lembrança à Escola de Navegação de Sagres, em Portugal.
                          Distrito de Osvaldo Cruz, criado em 1948, com sede no povoado de Drumond (patrimônio de Drumond).
                          Suas origens relacionaram-se com o loteamento empreendido pela ″Companhia Agrícola Imobiliária e
                          Colonizadora CAIC″ em terras adquiridas da ″Boston Cattle Company″, Companhia Canadense proprietária
                          das glebas de matas, com 242 hectares, demarcadas em ″ datas ″ e ″ chácaras″, ao início de 1943.
                          Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:21.
                          PHD Vlamir
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                            • Mar 2015
                            • 686

                            #448
                            414 osvaldo cruz (pernoite hotel angatu) 32500 hab

                            [ATTACH=CONFIG]72682[/ATTACH]Osvaldo Cruz foi fundada em 6 de junho de 1941. Foi neste dia que o padre Gaspar Aguillã Cortez realizou a primeira missa ao ar livre. Naquela data a cidade ainda era chamada de vila Califórnia.
                            As primeiras ações para a formação de Califórnia ocorreram um pouco antes, em novembro de 1940. Estanislau Pereira, um empreiteiro de Lucélia, reuniu um grupo de 50 homens para a derrubada da mata em uma área de dois alqueires a fim da instalação de um novo acampamento, sob ordem do engenheiro Hans Klotz. Entretanto, oficialmente, o fundador da cidade é o suíço Max Wirth.
                            Osvaldo Cruz foi fundada dentro de um contexto de exploração fundiária liderada por Max Wirth. As terras que hoje compõem o município pertenciam a duas glebas denominadas Fazenda Guataporanga (com 5.000 alqueires) e Fazenda Monte Alegre (com 13.940 alqueires) localizadas ao norte e ao sul do espigão das bacias hidrográficas dos rios do Peixe e Aguapeí, totalizando 18.940 alqueires (45.456 hectares). Depois as terras foram divididas e deram origem aos municípios de Osvaldo Cruz, Salmourão e Inúbia Paulista.
                            A ideia de Wirth foi deixar seu país de origem, Suíça, onde era um empresário no segmento têxtil, para tornar-se latifundiário no Brasil. Assim, no final dos anos 1920, Max Wirth vendeu sua indústria na Suíça e comprou 60.000 alqueires (144.000 ha.) no oeste paulista (terras localizadas no Noroeste e Alta Paulista), além de outras glebas no norte do Paraná. Uma vez no Brasil e com o dinheiro obtido na Europa, Wirth tornou-se industrial - um dos maiores acionistas da Leite Vigor e proprietário de uma fábrica de óleo no estado do Paraná, fábricas de amido no sul do Brasil, produtor de café, algodão e cereais e especialmente um latifundiário dedicado à especulação de terras para valorização no território de Osvaldo Cruz.
                            Em 1940, Max Wirth constituiu a Colonização Alta Paulista para o trabalho da venda de lotes nas glebas Guataporanga e Monte Alegre. Vendedores conseguiram comercializar áreas junto a proprietários rurais das regiões Noroeste, Alta Araraquarense e na própria Alta Paulista. A maioria dos compradores era de origem italiana, portuguesa, espanhola e japonesa, ex-colonos de café e nordestino
                            Última edição por Vlamir; 18-02-16, 18:19.
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