São Paulo de cabo a rabo.

Collapse
X
 
  • Hora
  • Mostrar
Clear All
new posts
  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #496
    460 Cristais Paulista

    Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	79,9 KB
ID:	230218


    Cristais Paulista São Paulo - SP
    Histórico
    No início do século, Alexandre Vilela doou, para formação da cidade, parte de suas terras. Houve a preocupação de alinhar as ruas e aplainar os terrenos, obtendo-se um traçado regular, onde aos pouco, surgiu a povoação, com capela, estação ferroviária da Estrada de Ferro Mogiana, hoje desativada, casas residenciais e comerciais.
    Em 28-07-1910, pela lei estadual n.º 1202, foi criado o ?distrito de Crystaes?, nome este alterado em 30-11-1944, para Guapuã, por força do decreto estadual n.º 14334. O distrito recebeu os benefícios da energia elétrica em 1913. A construção da atual igreja, em louvor à padroeira, Nossa Senhora da Abadia, foi iniciada em 1920. A elevação de Guapuã a município se deu em 18 de fevereiro de 1959, pela lei estadual n.º 5285 e seu nome foi alterado para Cristais Paulista, pela lei n.º 8092, de 28-02-1964.
    O nome ?Cristais ? originou-se do córrego do mesmo nome, que margeia a cidade, em cujo leito eram encontradas inúmeras pedras cristalizadas de várias cores. O adjetivo ?Paulista? foi dado para diferenciar do município de mesmo nome, do estado de Minas Gerais.
    Gentílico: cristalense
    Última edição por Vlamir; 04-03-16, 11:51.
    PHD Vlamir
    Barueri-SP

    Comentário

    • Vlamir
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2015
      • 686

      #497
      461 Jeriquara

      Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	94,1 KB
ID:	230219

      Jeriquara
      São Paulo - SP

      Histórico

      Elevado a município em 1964, teve sua origem em 1883, quando o Capitão Antônio Joaquim de Souza Costa doou uma gleba de terra, denominada Arraial de São Sebastião da Ponte Nova.
      Através da Lei Estadual nº 2148, de 28 de novembro de 1926, essa denominação foi alterada para Jeriquara, que na língua tupi significa ″refúgio das tartarugas″.
      Hoje essa gleba constitui um patrimônio da cidade.
      Em Jeriquara a economia predominante é a cultura do café e arroz e a produção de leite.
      Última edição por Vlamir; 04-03-16, 11:50.
      PHD Vlamir
      Barueri-SP

      Comentário

      • Vlamir
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2015
        • 686

        #498
        462 Miguelópolis

        Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	50,8 KB
ID:	230220
        Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	43,2 KB
ID:	230620


        MIGUELÓPOLIS SÃO PAULO
        HISTÓRICO
        Na margem do rio Grande, entre o Sapucaí e o Ribeirão do Carmo, o povoamento iniciou-se por volta de 1895, quando alguns desbravadores aí se fixaram, embora precariamente.
        Em torno de 1910, Jacinto Felizardo Barbosa e o Capitão Hilário Alves de Freitas resolveram doar 15 alqueires de terra para formação de um patrimônio e construção de uma capela em louvor a São Miguel Arcanjo.
        A povoação ficou conhecida como patrimônio de São Miguel até outubro de 1927, quando a Lei criou o Distrito de Paz, com o nome de Miguelópolis, no Município de Ituverava.
        Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:46.
        PHD Vlamir
        Barueri-SP

        Comentário

        • Vlamir
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2015
          • 686

          #499
          463 Guaíra

          Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	94,3 KB
ID:	230221. Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	36,5 KB
ID:	230564

          GUAIRA SÃO PAULO
          HISTÓRICO
          Na região situada entre os rios Grande, Pardo e Sapucaí, no município de Nuporanga, Antônio Marques Garcia, João Garcia de Carvalho Leal e José Dias Nogueira fundaram um povoado no localdenominada Carredeira, passagem natural do caminho que levava a Santana dos Olhos d?Água (atual Ipuã).
          À pequena área adquirida em 1901, anexou-se a porção de terras doada pelo casal Joaquim Garcia Franco e Maria Sabério Alves Franco, formando o patrimônio do pequeno núcleo populacional, inicialmente denominado Corredeira de São Sebastião e, mais tarde, Corredeira do Bom Jardim.
          Segundo Aristides Rojas em sua obra ?Estudos Históricos?, o topônimo Guaira é de origem quêchua, do vocábulo ?huayra?, significando vento, brisa, etc. Esta versão não é aceita, no entanto, pelos guairenses, que têm Guaira como origem indígena, significando água brava, corrente ou corredeira.
          Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:46.
          PHD Vlamir
          Barueri-SP

          Comentário

          • Vlamir
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2015
            • 686

            #500
            464 Barretos

            Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	64,1 KB
ID:	230222. Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	64,9 KB
ID:	230563

            Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	53,7 KB
ID:	230561. Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	83,8 KB
ID:	230562

            A origem de Barretos remete à história dos bandeirantes. Os primeiros chegaram pelos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, e pelo Triângulo Mineiro, seguindo os mananciais dos rios Grande, Tietê e Paranapanema. Os mineiros na primeira metade do século XIX, desgostosos com a lida na mineração do ouro e das pedras preciosas, abandonaram a batéia e o carumbé, e seguindo as quebradas do Rio Grande, acompanhados da família, de criados e de agregados, desceram pelos vales do Rio Grande e seus afluentes, até o Sertão da Farinha Podre (Uberaba), Arraial Bonito do Capim Mimoso (Franca) e Campos de Batataes.
            Os intrépidos exploradores deste sertão até então desconhecido foram, dentre outros, os companheiros de Bartholomeu Bueno da Silva, o célebre Anhanguéra, e alguns outros aventureiros, procedentes do Sul do estado de Minas Gerais, que por muito tempo permaneceram a margem direita do Rio Grande e do Rio Pardo. Mais tarde, à procura das terras devolutas, vieram criadores de gado em busca de melhores condições para o desenvolvimento de seus rebanhos. Transpondo as barreiras do Rio Pardo, nas alturas do Bom Sucesso, do Cajuru e do Pontal, exploradores mineiros chegaram buscando encontrar parentes que, adentrando por entre os sertões, haviam alcançado as regiões de Campinas, Rio Claro e Araraquara, grandes estações de povoamento do Noroeste Paulista.
            Dentre inúmeros nomes, vamos encontrar o do alferes João José de Carvalho, o maior latifundiário da região, que possuía mais de 100.000 alqueires em ambas as margens do Rio Pardo, na ?Santo Ignácio? e nas ?Palmeiras?; o tenente Francisco Antonio Diniz Junqueira, proprietário da ?Invernada? e da ?Pitangueiras?, terras entrecortadas pelo mesmo rio; o tenente José Antônio de Souza e Silva, dono da ?Bagagem?, Francisco Dias de Mesquita, Jesuíno Guimarães e Muniz Camacho, senhores da fazenda ?Perdizes?; Gabriel Correa de Moraes e Antonio José Botelho, proprietários do ?Rio Velho?; Hygino Martins do Amorim e Manoel Gonçalves de Souza, descobridores da famosa ?Cachoeira do Marimbondo? e primeiros donos da fazenda do mesmo nome. Finalmente, destaca-se a figura de Francisco José Barreto, fundador de Barretos e doador de seu patrimônio.
            Segundo os registros, Francisco José Barreto tinha sido capataz da comitiva que levou o tenente Francisco Antonio até o Sul de Minas para tomar posse das terras da Barra do Pitangueiras. Após a expedição, o tenente orientou Barreto que seguisse em direção às cabeceiras daquele ribeirão e, após uma certa distância, tomasse posse para si das terras.
            A origem de Francisco José Barreto, no entanto, é historicamente incerta. Uns dizem que era de Carmo dos Tocos (atual Paraguaçu), outros que era natural de São José da Campanha e outros que ele teria nascido em Caldas Velha (hoje Caldas). O certo é que era de origem mineira, de onde saiu com toda família em 1831.
            Francisco Barreto e sua esposa Ana Rosa, acompanhados pelos filhos, genros e noras, além de seu irmão Antônio, Simão Antonio Marques, o ?Librina?, e sua esposa Joana Maria de Azevedo, filhos, um irmão, e ajudantes andaram por dias a fio, percorrendo longos caminhos e abrindo picadas à força do braço e do facão.
            Antes de chegar a Barretos, passaram por São Bento de Aracoara, Arraial Bonito do Capim Mimoso (atual Franca), Mato Grosso de Batatais e Morro do Chapéu (atual cidade de Morro Agudo). Atingiram a barranca do Rio Pardo, alcançando o córrego Cachoeirinha, improvisando canoas para realizarem a travessia do caudal.
            Finalmente assentaram-se à beira do Ribeirão das Pitangueiras, num local denominado por ?Fazendinha?. Com o passar do tempo, a sede da então Fazenda Fortaleza foi transferida para as proximidades do antigo sanatório Mariano Dias, local onde hoje existe o ?Marco Histórico?.
            Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:42.
            PHD Vlamir
            Barueri-SP

            Comentário

            • Vlamir
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2015
              • 686

              #501
              465 Colômbia

              Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	53,6 KB
ID:	230547

              Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	49,4 KB
ID:	230558

              divisa
              Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	38,8 KB
ID:	230559

              Gentílico: colombiense
              Histórico

              O local onde hoje está situado a sede do município de Colômbia era utilizado, desde o início do século, como ponto de travessia do gado proveniente de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, primeiramente efetuado a nado e depois em balsas a vapor, que atracavam no Porto Cemitério. Era um lugar violento, muitas brigas causadas pelos viajantes, sempre acabavam em mortes, logo o povoado foi denominado de Porto Cemitério.
              Nesse local, entre os rios Grande, Pardo e Velho, João Aureliano de Araújo e sua mulher, Alice Fontoura de Araújo, instalaram a fazenda Bernarda.
              Por volta de 1925, conhecendo a pretensão da Companhia Paulista de Estrada de Ferro de estender seus trilhos até o Porto Cemitério, João Aureliano e sua mulher resolveram lotear parte de sua fazenda, na margem do rio Grande, doando uma gleba para construção de capela em louvor a Nossa Senhora do Rosário.
              Para aí convergiram vários colonizadores, entre eles Bruno Antônio do Prado, que construiu a primeira casa do povoado, sua mulher Angelina Alves Prado, Francisco Segundo e João Gonçalves Macedo, criando-se a povoação de Porto Cemitério.
              Em 1928, a companhia Paulista inaugurou a estação de parada, atribuindo-lhe o nome Colômbia.
              Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:34.
              PHD Vlamir
              Barueri-SP

              Comentário

              • Vlamir
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2015
                • 686

                #502
                466 Guaraci

                Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	54,5 KB
ID:	230548


                Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	39,5 KB
ID:	230560
                GUARACI SÃO PAULO
                HISTÓRICO
                O povoamento do atual território de Guaraci com o desbravamento das matas do vale do rio Grande, no início desde século.
                Entre os primeiros colonizadores encontravam-se Francisco Gomes de Oliveira, Carlos Batista de Carvalho, José Luiz Garcia, João Batista de Moraes e Wenceslau Braz, vindos de outras regiões de São Paulo e de Minas Gerais.
                Francisco Gomes de Oliveira, em 1910, doou uma gleba de terras ao Município de Barretos para que se constituísse um patrimônio.
                Construída a capela em lauvor do Senhor Bom Jesus, formou-se o povoado de Cresciúma que logo progrediu em decorrência da lavoura e por ser ponto de passagem das boiadas que se dirigiam a Barretos.
                Em 1921 foi criado o Distrito de paz no Município de Olímpia, com o nome de Guaraci.
                Segundo Theodoro Sampaio, no tupi "coaracy", significa "o sol", daí decorrendo a antonomásia "Cidade Brilhante".
                GENTÍLICO: GUARACIENSE
                Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:38.
                PHD Vlamir
                Barueri-SP

                Comentário

                • Vlamir
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2015
                  • 686

                  #503
                  467 Altair

                  Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	50,1 KB
ID:	230549

                  Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	72,5 KB
ID:	230557

                  Gentílico: altairense
                  Histórico

                  ALTAIR SÃO PAULO
                  HISTÓRICO
                  A Companhia Ferroviária de São Paulo-Goiás, empresa presidida pelo Barão Homem de Mello, tinha como objetivo a ligação entre os Estados de São Paulo e Goiás, a partir de Bebedouro.
                  Em 1920, os engenheiros Faria Lobato e Hans Klotz, por determinação da Diretoria da Empresa, promoveram os estudos para o prolongamento dos trilhos de Olímpia em demanda a São José do Rio Preto. Na demarcação, fixaram a segunda estação, em terras de Joaquim Carlos Garcia, do patrimônio.
                  A estação foi dado o nome de Altair, e por extensão, ao povoado estrela branca da constelação deÁguia, que foi elevado à categoria de Vila e sede do Distrito de Paz, em 1933, com o cognome Cidade Estrela.
                  As condições financeiras da Ferrovia, que havia paralisado seus trilhos em Nova Granada, levou à sua encampação pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, tendo sido a São Paulo-Goiás considerada apenas um ramal, extinto em vista do fraco movimento.
                  Altair é atualmente servido pela Rodovia Armando de Sales Oliveira, que substituiu a antiga ferrovia.
                  Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:30.
                  PHD Vlamir
                  Barueri-SP

                  Comentário

                  • Vlamir
                    Fazedor de Chuva

                    • Mar 2015
                    • 686

                    #504
                    468 Olimpia

                    Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	70,4 KB
ID:	230550

                    Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	56,4 KB
ID:	230556


                    Gentílico: olimpiense
                    Histórico

                    Em meados do século passado, entre os aventureiros da exploração e conquista das terras virgens, estava o mineiro Antônio Joaquim Miguel dos Santos, que perpetrou o devassamento pioneiro da terra que hoje habitamos.
                    O desbravador Antônio Joaquim dos Santos batizou-as de Sertão dos Olhos-d´Água devido ao grande número de nascentes aqui encontradas. O local era cortado pelo Rio Turvo, pelo Rio da Cachoeirinha e por ampla rede de pequenos tributários.
                    Há sessenta córregos no município e uma parte deles paga seus tributos ao Córrego dos Olhos-d´Água que corta a cidade de Olímpia e corre plácido entre suas margens, ornadas por amena vegetação.
                    Em 1903 era feita a doação de 100 alqueires de terras para a constituição do Patrimônio de São João Batista d
                    Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:25.
                    PHD Vlamir
                    Barueri-SP

                    Comentário

                    • Vlamir
                      Fazedor de Chuva

                      • Mar 2015
                      • 686

                      #505
                      469 Guapiaçu

                      Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	64,8 KB
ID:	230551


                      Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	52,1 KB
ID:	230554

                      Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	54,5 KB
ID:	230555
                      Consta que o povoamento iniciou-se no fim do século XIX, nas proximidades do Ribeirão Claro, motivo pelo qual ao erguerem as primeiras casas, um cruzeiro de madeira e mais tarde uma pequena capela, os moradores deram o nome à localidade de São Sebastião do Rio Claro. Consta também na tradição local, que seu fundador foi o Cel. José Batista de Lima, proprietário das terras da região.
                      Mas foi o agrimensor, residente na vizinha São José do Rio Preto, Álvaro Pereira Guedes, quem conseguiu carta de adjudicação de uma gleba encravada na Fazenda Ribeirão Claro, de propriedade de Venturosa Maria de Jesus, para fazer um loteamento, doando uma área correspondente ao largo da igreja para constituir o patrimônio de São Sebastião do Rio Claro, e que correspondente hoje à Praça São Sebastião, onde foi erguida a Igreja Matriz. O título de doação constou de registro em 10 de outubro de 1919.
                      Em 1928 foi instalado o Distrito de Paz, alterando seu nome para Guapiaçu.
                      Segundo Theodoro Sampaio em Ö Tupi- Geografia Nacional″, Guapiaçu decorre do tupi″guape-açú″, que significa cabeceira ou nascente grande.
                      Última edição por Vlamir; 07-03-16, 00:16.
                      PHD Vlamir
                      Barueri-SP

                      Comentário

                      • Vlamir
                        Fazedor de Chuva

                        • Mar 2015
                        • 686

                        #506
                        470 Novais

                        Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	68,5 KB
ID:	230552

                        Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	81,1 KB
ID:	230553

                        Por volta de 1923 onde contava com 3 a 4 casas, com um patrimônio de 11 alqueires, doado por um dos fazendeiros vizinhos, o Sr. Miguel Ruiz, determinou logo a venda de grande quantidade de datas e lotes de terreno, começando ali uma verdadeira febre de construções.
                        O Distrito de Paz de Novais foi criado em fevereiro de 1925, quando ainda pertencia ao município de Catanduva, este nome foi dado em homenagem a um prestigioso chefe político de Jaboticabal, Major João Baptista Novaes.
                        Novais posteriormente passou a distrito de Tabapuã, onde adquiriu sua emancipação político administrativa, no dia 30/12/1991, através da lei 7664.
                        Desde o seu surgimento até os dias de hoje, Novais dependeu basicamente de sua agricultura, que sempre foi bem sucedida, garantindo a riqueza e a prosperidade da cidade.
                        A agricultura do município passou por transformações drásticas, passando de uma grande tradição em cafeicultura para citricultura e mais recentemente partindo para a cana-de-açúcar, o município de Novais ainda preserva uma pecuária de leite e de corte, porém com menor expressão do que foi no passado. A cultura do milho está se destacando com altos índices de produtividade.
                        Atualmente, possui em torno de 3300 habitantes, sendo 80 % urbana e 20 % rural. A população rural é caracterizada em parte pela presença de pequenos e médios produtores que ainda preservam a tradição de morar no campo. A população urbana predominante é pobre, pois em torno de 70 %, vivem do corte da cana de açúcar e da colheita de laranja.
                        Esta faixa menos favorecida é formada por migrantes e uma população flutuante, formada por pessoas de outros estados que vem trabalhar no período de safra.
                        O Bairro do Córrego Seco é representativo na conjuntura do município, pois apresenta um aglomerado de pequenos produtores que moram em suas propriedades, possuindo um nível econômico e tecnológico bom, no bairro temos uma escola rural desativada, uma igreja com salão de festa, com capacidade para 400 pessoas e um campo de bocha.
                        Hoje, Novais tem uma exploração agropecuária baseada em citros, cana de açúcar, seringueira, café, arroz, milho, feijão, plasticultura, piscicultura, avicultura, bovinocultura, suinocultura, entre outras atividades de menor importância.
                        Novais localiza-se a noroeste do estado de São Paulo, ficando a 21 graus de latitude sul e 48 graus e 55 minutos de longitude oeste de Greenwich. O município possui uma altitude de 597 m, distanciando-se à 400 Km da capital do estado, 70 Km de São José do Rio Preto e 14 Km de Catanduva.
                        O município é ligado a Tabapuã, Catanduva e Embaúba através de estradas vicinais pavimentadas, ao Bairro do Córrego Seco e Bairro da Serrinha através de estradas de terra comum. Quanto às ferrovias e aeroportos dependemos basicamente de Catanduva e São José do Rio Preto, respectivamente. O município possui uma área de 124.30 Km2 de área rural e 0.70 Km2 de área urbana, sendo seus confrontantes os municípios de Catanduva, Tabapuã e Embaúba.
                        O relevo é muito bom, sendo que o município possui praticamente 100 % das terras mecanizáveis, o tipo de solo predominante é o Podizolizado de Lins e Marília, variação Marília.
                        O clima é bem favorável para agricultura, caracterizado por uma estação chuvosa de outubro a março, com 1080 mm de pluviosidade e temperaturas médias entre 22 e 25 º C, e uma estação mais seca, de abril a setembro, com 267 mm e temperatura média entre 19 e 23 º C. A média pluviométrica anual é de 1347 mm e a temperatura média de 22,7 .º C, ou seja, o município possui um potencial agropecuário imensurável.
                        As terras do município pertencem à bacia hidrográfica do Turvo Grande, o ribeirão mais importante é o Córrego do Matão, que juntamente com seu afluente, Córrego das Perobas, recebem todo esgoto não tratado da cidade, que banham grande parte do município, fornecendo água para o rebanho da bacia, e onde a população carente também pesca.
                        Em torno de 90 % da população novaense vivem direta e indiretamente da agricultura.
                        Última edição por Vlamir; 07-03-16, 11:20.
                        PHD Vlamir
                        Barueri-SP

                        Comentário

                        • Vlamir
                          Fazedor de Chuva

                          • Mar 2015
                          • 686

                          #507
                          471 Embaúba

                          Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	69,0 KB
ID:	230584

                          Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	45,1 KB
ID:	230585

                          Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	62,1 KB
ID:	230586

                          Gentílico: embaubense
                          Histórico

                          Embaúba - São Paulo - SP
                          Histórico
                          O núcleo original do atual município de Embaúba foi fundado no início do século XX por Balbino Rodrigues Coelho, recebendo nessa época a denominação de Vila Coelho. Esse nome, entretanto, foi logo alterado para o de Vila Albuquerque em homenagem ao então prefeito de Jaboticabal, Bento Vieira de Albuquerque. Nesse período, a economia do povoado estava voltada para a pecuária e a agricultura, com as culturas de arroz, feijão, algodão e café. Embora a região tivesse apresentado maior desenvolvimento com a lavoura cafeeira no início da década de 20, não conseguiu superar a crise provocada pela queda dos preços do café em 1929, e sua economia voltou a se restringir à agricultura e à pecuária de subsistência por um período que se estenderia até 1970.
                          A criação do município, bastante recente, data de 9 de janeiro de 1990. Em 16 de agosto de 1934, foi elevado à condição de distrito do município de Jaboticabal com o nome de Vila Albuquerque. No ano seguinte, em 7 de março, foi transferido para o município de Pirangi. Em 30 de novembro de 1938, foi novamente transferido para o município de Cajobi e sua denominação reduzida para Albuquerque. O nome Embaúba, vocábulo que em tupi significa árvore dotada internamente de câmaras ou vazios, foi adotado em 30 de novembro de 1944.
                          A formação de Embaúba esteve ligada a uma série de desmembramentos de municípios que tiveram, por sua vez, origem nas terras de Jaboticabal, cidade que faz parte, na divisão estadual, da região administrativa de Ribeirão Preto. Esse reordenamento foi, em grande parte, balizado por questões políticas responsáveis pela criação da maioria dos municípios recentes.
                          Gentílico: embaubense

                          Formação Administrativa
                          Distrito criado com a denominação de Vila Albuquerque, por decreto no 6607, de 16-08*1934, subordinado ao município de Jaboticabal. Pela lei no 6997, de 07-03-1935, transfere o distrito de Vila Albuquerque do município de Jaboticabal para o de Pirangi. Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o distrito Vila Albuquerque figura no município de Pirangi.
                          Pelo decreto no 9775, de 30-11-1938, altera a denominação de Vila Albuquerque para Albuquerque o mesmo decreto acima citado transfere o distrito de Albuquerque do município de Pirangi para o de Cajobi.
                          No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Albuquerque figura no município de Cajobi. Pelo decreto-lei estadual nº 14334, de 30-11-1944, o distrito de Albuquerque passou a denominar-se Embaúba. No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito já denominado Embaúba figura no município de Cajobi. Em divisão territorial datada de 1-07-1955, o distrito de Embaúba permanece no município de Cajobi.
                          Assim permanecendo em divisão territorial de 01-07-1960.
                          Elevado à categoria de município com a denominação de Embaúba, por lei estadual no 6645, de 09-01-1990, desmembrado de Cajobi. Sede no antigo distrito de Embaúba. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                          Em divisão datada de 01-VI-1995, o município é constituído do distrito sede.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-V-2001.

                          Alterações toponímicas distritais
                          Vila Albuquerque par Albuquerque alterado, por força do decreto nº 9775, de 30-11*1938. Albuquerque para Embaúba alterado, por força do decreto-lei estadual nº 14334, de 30*11-1944.

                          Transferência distritais
                          Pela lei nº 6997, de 07-03-1935, transfere o distrito de Vila Albuquerque do município de Jaboticabal para o de Pirangi.
                          Pelo decreto nº 9775, de 30-11-1938, transfere o distrito já denominado Albuquerque do município de Pirangi para o de Cajobi
                          Fonte

                          IBGE
                          PHD Vlamir
                          Barueri-SP

                          Comentário

                          • Vlamir
                            Fazedor de Chuva

                            • Mar 2015
                            • 686

                            #508
                            472

                            Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	64,8 KB
ID:	230587. Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	86,5 KB
ID:	230588

                            Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	61,2 KB
ID:	230589


                            CAJOBI - SÃO PAULO
                            HISTÓRICO
                            Em 1901, José da Silva Ramos doou 17 alqueires de suas terras para a formação do patrimônio de Nossa Senhora da Abadia do Bebedouro do Turvo, ao qual foram anexados em 1904 mais 15 alqueires doados pelo mesmo José da Silva Ramos, por Manoel Justino Pereira e José Antônio Martins (5 alqueires de cada), sob a condição de ser mudado o nome do patrimônio para Monte Verde. Porém as honras de fundador cabe ao mineiro Misael Anacleto de Souza, que nestas terras, construiu sua casa de pau a pique e uma pequena capela.
                            A pequena povoação foi elevada à categoria de distrito de paz em 1908, graças a lei 1139, de 31 de outubro.
                            Pela lei 1404, de 23 de setembro de 1913, o distrito passou a chamar-se Cajobi, palavra tupi que traduz exatamente a anterior denominação portuguesa de Monte Verde.
                            Finalmente, no processo da evolução político administrativa de Cajobi a data de 30/12/1926 relaciona-se com sua emancipação obtida pela lei 2189.
                            GENTÍLICO: CAJOBIENSE.
                            PHD Vlamir
                            Barueri-SP

                            Comentário

                            • Vlamir
                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2015
                              • 686

                              #509
                              473 Severínia

                              Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	71,0 KB
ID:	230590
                              .Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	71,4 KB
ID:	230592
                              Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	62,7 KB
ID:	230591

                              SEVERÍNIA SÃO PAULO
                              HISTÓRICO
                              Severínia foi fundada a partir da doação de 50 alqueires de terras a São José de Severínia, por José Severino de Almeida e seus filhos, proprietários da fazenda Bagagem, de cafeicultura e pecuária, no Município de Olímpia.
                              Em 1913, a Companhia de Estrada de Ferro São Paulo-Goiás, atual FEPASA, que fazia o percurso Bebedouro a Olímpia, inaugurou a Estação de Monte Verde, distante 9 km da fazenda Bagagem, onde fazia apenas uma breve parada. Em vista da necessidade de uma Estação em São José de Severínia, os fazendeiros vizinhos formaram uma comissão para reivindicar junto à ferrovia, no que foram atendidos, sendo a Estação, no entanto, construída às expensas dos próprios fazendeiros.
                              À Estação foi dado o nome de Luís Barreto, em homenagem ao médico Luís Pereira Barreto, contrariando as expectativas dos moradores da região, que desejavam a denominação de Severínia, em homenagem ao seu fundador. A alteração do nome, somente ocorreu em 1916, quando a povoação foi elevada a Distrito de Paz.
                              GENTÍLICO: SEVERINENSE
                              PHD Vlamir
                              Barueri-SP

                              Comentário

                              • Vlamir
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2015
                                • 686

                                #510
                                COLINA SÃO PAULO


                                Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	66,7 KB
ID:	230593......Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	66,4 KB
ID:	230594

                                Click image for larger version

Name:	image.jpg
Views:	1
Size:	82,2 KB
ID:	230595
                                Em meados do século XIX, os mineiros Alferes João José de Carvalho e o tenente Antônio Francisco Diniz Junqueira tomaram posse da fazenda Palmares, iniciando a colonização do chamado baixo Sertão de Araraquara. Passados alguns anos, os povoadores locais fundaram a cidade de Barretos, que constituiu um ponto de convergência das atividades comerciais da região, onde novas famílias radicaram-se, iniciando vários povoados.
                                Um destes núcleos, Colina, foi fundado pelo coronel José Venâncio Dias, que doou terras de sua propriedade - fazenda Colina, para formação do patrimônio. O imigrante Italiano José Fabri construiu a primeira casa, onde estabeleceu uma pousada de tropeiros e madeireiros. Logo foram construídas novas habitações, destacando-se entre seus moradores, Osório Leite, Benjamim Palomico, Augusto Costa e Joaquim Alves Teixeira.
                                No início do século XX, em função da expansão da cafeicultura no norte do Estado, a Companhia Paulista de Estrada de Ferro construiu uma estação no povoado. O café, cultivado em larga escala, possibilitou o desenvolvimento de Colina, onde, em 1917, foi criado o Distrito de Paz e elevado a Município, em 1925.
                                As sucessivas crises do café e os sucessos obtidos pela pecuária em Barretos, motivaram a transformação de muitas fazendas, em campos de pastagens. Anos mais tarde, o Governo Estadual Adquiriu a fazenda Colina para pesquisas agropecuárias e as técnicas desenvolvidas incentivaram a policultura, destacando-se, atualmente, a citricultura, algodão e milho.

                                GENTÍLICO: COLINENSE
                                FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
                                PHD Vlamir
                                Barueri-SP

                                Comentário

                                Working...