São Paulo de cabo a rabo.

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #286
    252 PRATANIA

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ID:	228557

    Apesar de ter sido criado em 30 de dezembro de 1993, o município de Pratânia tem sua história atrelada à de Botucatu. Seu núcleo original começou a se formar nas terras da Fazenda da Prata de propriedade de José Gonçalves de Araújo, Aureliano Feliciano Vieira e do coronel Jorge Gomes Pinheiro Machado. Suas terras estavam situadas na confluência dos rios Jacu (também conhecido como rio da Prata) e Claro, e faziam limite com as de Botucatu.
    Quando o pequeno povoado foi elevado a distrito em 29 de julho de 1899, após uma disputa travada com outro povoado vizinho (de São João da Cachoeira) também interessado em adquirir essa condição, passou a fazer parte do município de Botucatu, com a denominação de Prata e sede no bairro Bom Jesus da Prata. Posteriormente, em 30 de novembro de 1938, o distrito de Prata foi transferido para o município de São Manuel, e apenas em 30 de novembro de 1944 recebeu sua atual denominação.
    A autonomia político-administrativa demorou a chegar e seu crescimento foi marcado por fatores diversos, como a presença de tropeiros, a produção cafeeira e a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana.
    Gentílico: pratino
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      • Mar 2015
      • 686

      #287
      253 AREIOPOLIS

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ID:	228558

      AREIÓPOLIS SÃO PAULO
      HISTÓRICO
      O povoado de Areiópolis surgiu de um aglomerado (Vila Areia Branca) na confluência de várias propriedades agrícolas que exploravam a cultura do café, ma região compreendida entre os Municípios de Lençóis Paulista, São Manoel e Igaraçu do Tietê.
      Em 1893, começou a formação da Vila de Areia Branca com a doação à Capela de Santa Cruz, de onze alqueires de terras, à margem esquerda do rio Areia Branca, por Joaquim Ignácio de Oliveira Gois e seu cunhado Antônio Gonçalves da Silva, à Mitra Diocesana de Botucatu para loteamento, por vias de aforamento, à denominada Fábrica de Santa Cruz. Por volta de 1906, a então Vila de Areia Branca passou a denominar-se Areiópolis, topônimo derivado de seu principal rio, Areia Branca.
      Após ter sido elevada a Distrito de Paz, vários melhoramentos foram introduzidos na Vila, tais como, instalação de Cartório de Registro Civil e iluminação elétrica.

      GENTÍLICO:AREIOPOLITANO
      PHD Vlamir
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        • Mar 2015
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        #288
        254 TRABIJU

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        Trabiju São Paulo - SP
        Histórico
        A origem de Trabiju está ligada à chegada da Estrada de Ferro Douradense e os fundadores do povoado foram ferroviários liderados por Ciro de Rezende. Pela sua localização privilegiada, tornou-se entroncamento da Estrada de Ferro Douradense e a colônia ferroviária se expandiu, sendo elevada a distrito em 22 de junho de 1934 em terras do município de Boa Esperança do Sul.
        Ao longo do tempo a ferrovia se modernizou com o desenvolvimento da lavoura cafeeira mas mais tarde foi vendida à Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Em 1966, foi decretada a extinção dos ramais deficitários e Trabiju entrou em crise, com a transferência de parte da população para outros municípios.
        Os moradores que ali permaneceram conseguiram manter outras atividades não ligadas à ferrovia, mas, apenas em 27 de dezembro de 1995, obteve autonomia político-administrativa com a criação do município. Conta-se que Trabiju é uma corruptela da expressão trés bijou, utilizada pelos engenheiros franceses na época de implantação da ferrovia ao se referirem àquela localidade
        Gentílico: Trabijuense
        PHD Vlamir
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          • Mar 2015
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          #289
          255 BOA ESPERANÇA DO SUL

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          Boa Esperança do Sul São Paulo - SP
          Histórico
          Localizado entre os rios Jacaré-Guaçu e Jacaré-Pipira, em terras de Araraquara a pedido de Manoel Jorge de Marins, foi formado em 1887, o Patrimônio da Capela de São Sebastião, às margens do ribeirão Boa Esperança, onde já existia uma pequena capela.
          As terras para a povoação foram doadas por Marcella Martha de Jesus, Joaquim da Costa Sobrinho, Amanicho de Oliveira Sardinha, Antônio José da Motta, Lourenço José de Faria, Maria Rita de Camargo e Joaquim Francisco da Cruz que, entre 1850 e 1904, foram sendo agregadas ao Patrimônio, totalizando 209 alqueires.
          Nessa ocasião, o lugar ficou conhecido como capela de São Sebastião de Boa Esperança. Sua elevação a distrito de Paz deu-se em julho de 1895, com o nome de Boa Esperança, em região do ribeirão que banha a localidade. Em 1944, passou a chamar-se Boa Esperança do Sul.
          Gentílico: boa-esperancense
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            • Mar 2015
            • 686

            #290
            256 GAVIÃO PEIXOTO

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            Gavião Peixoto tem origem no início do século. O governador do Estado implantou uma política de interiorização habitacional e foi criado o projeto de Nova Europa, Nova Paulicéia e Gavião Peixoto. O decreto de criação da cidade foi assinado em 12 de janeiro de 1907. As terras pertenciam a Sesmaria de Cambuhy, cujo proprietário era o Conselheiro Bernardo Avelino Gavião Peixoto. Em sua homenagem, o núcleo formado às margens do Rio Jacaré-Guaçu, recebeu seu nome. Depois veio a ferrovia, por meio da estrada de ferro Douradense, útil para o escoamento da produção e para o transporte de pessoas e cargas. A usina hidrelétrica, construída pela Companhia de Força e Luz de Jaú, começou a ser formada em 1908.
            Os operários ficavam alojados no local onde é hoje a praça da cidade. Com a usina, interesses econômicos trouxeram novos habitantes para Gavião Peixoto. Hoje, pertencendo a CPFL, a usina ainda fornece energia, por meio de seus geradores originais importados da Inglaterra. Muitos russos vieram para a cidade na época da Revolução Russa. Com a febre amarela, essa colônia russa foi praticamente dizimada. Hoje, resta apenas um cemitério no bairro rural de Nova Paulicéia. A ferrovia foi desativada em 1969 e a cidade só volta a ter acesso fácil às cidades da região por meio das rodovias (SP-331 e Rodovia Nelson Barbieri, que liga Gavião Peixoto a Araraquara. O fim da estrada de ferro provocou um declínio na economia do local, agravado com a quebra na lavoura do algodão. A cultura de laranja responde por 53% da economia e a cana-de-açúcar por mais 38%. No caso da laranja quatro empresas dominam o setor: Fischer, Cutrale, Marchesan e Maruiama. Uma nova fase na economia de Gavião Peixoto está para começar, o município foi escolhido para ser sede da segunda fábrica da Embraer.
            Arquivos Anexos
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              • Mar 2015
              • 686

              #291
              257 NOVA EUROPA

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ID:	228564

              As origens do povoamento do Cambuty remontam ao século XIX, quando em 1815, foi concedida uma sesmaria, nos sertões de Araraquara, ao Coronel Joaquim José Pinto de Moraes Leme. A colonização, no entanto, iniciou somente em 1906, quando o Governo do Estado adquiriu do Desembargador Bernardo Avelino Gavião Peixoto, herdeiro do antigo sesmeiro, parte das terras para instalação dos núcleos coloniais de Nova Europa, Nova Paulicéia e Gavião Peixoto.
              Nesses núcleos foram criados vários incentivos para atrair imigrantes, residentes ou não no País: isenção de pagamento antecipado para aquisição de lotes, longos prazos de pagamento, campo de demonstração. A Estrada de Ferro de Dourado, com ponto inicial em Ribeirão Bonito, onde fazia conexão com a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, uniu os núcleos, em 1908, possibilitando o rápido escoamento da produção agrícola local.
              O núcleo de Nova Europa - assim denominado em homenagem aos imigrantes europeus, destacou*se dos demais, devido à alta produção de café, arroz, algodão, milho e outros cereais
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                • 686

                #292
                258 tabatinga

                258 TABATINGA

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ID:	228565


                Em fins do século XIX existiam na região, dois grandes núcleos, a Fazenda Santana e Fazenda São João das Três Barras, cujos domínios vieram a constituir o atual Município. A fazenda São João das Três Barras era assim denominada por fazerem nela, convergência de três córregos: São João, o córrego do meio e o córrego do Cavalo.
                Joaquim Pinto Ramalho doou ao Bispado de São Carlos vinte alqueires de terras, à margem esquerda do Córrego do Cavalo, em louvor a Nossa Senhora do Bom Conselho. Nesta gleba começou a surgir uma pequena povoação, quando João Satyro instalou uma pequena taberna, em casa alugada de João Lopes Martins.
                Nessa época Dª. Mariana Antonia de Jesus, uma das herdeiras da fazenda São João das Três Barras, doou uma segunda gleba - dez alqueires - ao Bispado de São Carlos, à margem direita do Córrego do Cavalo. O progresso acentuou-se e a lavoura tomou incremento.
                Isso levou Ibitinga, a quem pertencia a povoação, a instalar um Distrito Policial, com o nome de Jacaré.
                Logo depois a denominação foi substituída para tabatinga, por ser o Patrimônio formado por um grupamento de casas brancas, cuja alvura a todos chamava a atenção. Tabatinga em tupi-guarani significa aldeia branca (taba= aldeia, tinga = branca).
                Em 1911 Tabatinga foi elevada à categoria de Distrito de Paz, continuando a pertencer ao Município de Ibitinga.
                Seguiu-se uma fase de progresso com a construção das primeiras escolas e, em 1925 foi elevado a Município, cuja instalação deu-se no ano seguinte.
                GENTÍLICO: TABATINGUENSE
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                  • 686

                  #293
                  259 SANTA ADELIA


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ID:	228566

                  A povoação de Santa Adélia nasceu dentro do município de Taquaritinga, na fazenda Dumont, pertencente a Companhia Agrícola Santa Sofia. Esta tinha como um dos diretores Luiz Dumont que, já possuindo fazenda em Ribeirão Preto, levou para a nova propriedade, em fase de colonização, elementos de suas lavouras de café. A nova fazenda organizada a poucos anos, abrigava em 1906 uma população necessária para o trato de 1 milhão de cafeeiros. Em 1907, Luiz Dumont fez doação de terra destinada a localização do patrimônio que se situava no traçado da futura estrada de ferro Araraquara. Em 1909 quando o primeiro trem chegou a Santa Adélia já encontrou a povoação com uma centena de casas, havendo sido elevado a Distrito Policial esse ano e a Distrito de Paz no ano seguinte, a 23 de dezembro de 1910, pela Lei nº 1240, pertencente ao município de Taquaritinga.
                  A povoação continuou seu desenvolvimento que se acentuou a partir de 1911, havendo sido elevado a Município pela Lei nº 1499, de 22 de março de 1916 e instalado a 7 de setembro do mesmo ano. Foi constituído do Distrito de Paz de Santa Adélia.
                  A história de Santa Adélia tem um registro interessante, relacionado com a história do Brasil. Para enfatizar os marcos históricos e promover a cultura, o prefeito Darcy Simões recebeu, durante as comemorações do aniversário do município o príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que foi homenageado e prestou honras a Maria Francisca de Jesus, ama de leite de D. Pedro II. Ela recebeu como presente de D. Pedro I, terras que deram origem ao Distrito de Ururai.
                  PHD Vlamir
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                    • 686

                    #294
                    260 ARIRANHA

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                    A povoação que deu origem ao município foi fundada por Januário D´Antônio, em 1892. Doaram terras para a formação de seu patrimônio, segundo escritura lavrada no 1º Tabelião de Notas de Jaboticabal as seguintes pessoas: Vicente Alves, Dona Bárbara Siqueira, Dona Máxima Beralda de Jesus, João Lopes de Abreu, Luis Ricardo da Fonseca e Januário D´Antônio. Constituído o patrimônio, deu-se à freguesia a denominação de São João do Ariranha.
                    O nome Ariranha, atribuído ao município prende-se à existência de um córrego nas imediações do antigo povoado, onde os fundadores diziam haver muitos animais denominados Ariranha (designação indígena de um bicho semelhante à lontra).
                    O povoamento do lugar, conforme a tradição histórica, deveu-se ao fato de haver um pequeno rio, com o nome de Três Marias, onde os cavaleiros ou tropeiros costumavam acampar durante a noite, a fim de ali pernoitarem, por ser o centro das grandes caminhadas que faziam. Assim sendo, surgiu a idéia de construírem um abrigo e, posteriormente uma capela. Esta última foi feita de barro, erguendo-se ao lado da mesma, uma grande cruz de madeira. Logo após, começaram a surgir os primeiros casebres ao redor da capela, nascendo ai a povoação.
                    A lei estadual nº 1104 de 30 de novembro de 1907, criou o distrito de Ariranha, no município de Monte Alto. Por força dessa mesma lei, a sede distrital foi elevada à categoria de vila. A lei nº 1623 de 30 de dezembro de 1918, criou o município de Ariranha, constituído com território desmembrado do de Monte Alto e concedeu à vila foros de cidade. Verificou-se a instalação do município no dia 10 de abril de 1919.
                    Até 1944, Ariranha permaneceu na divisão administrativa do estado com um só distrito, o da sede. De acordo com o decreto lei estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro da divisão territorial administrativa judiciária do estado de São Paulo vigente em 1945 - 1948, Ariranha passou a ter 2 distritos: _ Ariranha e Jaguateí (ex-Palmares).
                    Ariranha pertenceu inicialmente à comarca de Catanduva, passando em 1939 para a comarca de Santa Adélia (decreto estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938) e permanecendo nessa situação até o presente.
                    GENTÍLICO : ARIRANHENSE
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                      #295
                      261 PALMARES PAULISTA

                      Click image for larger version

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                      Antônio Theodoro de Carvalho, residente e proprietário da Fazenda Boa Vista do Generoso, fez, no final do século XIX, a doação de quarenta alqueires de terras, tendo construído, nesse patrimônio uma rústica capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição do Cordão Escuro.
                      Não havendo nas redondezas nenhuma povoação, o fundador, juntamente com outros moradores locais, promoveram a concentração de casas ao redor da capela, dando origem à Vila de Cordão Escuro.
                      Ainda no final do século passado, começou a ser construído a estrada do Taboado, ligando Jaboticabal a São José do Rio Preto, até as barrancas do rio Paraná. Muitas vilas foram surgindo ao longo da mesma, e cordão Escuro, que ocupava essa posição, passou a constituir um ponto de escoadouro para a produção de café, então cultivado.
                      Com o desenvolvimento verificado, a Vila, que passou a denominar-se Palmares, foi elevada a Distrito do município de Catanduva, no ano de 1907.
                      O prolongamento da Estrada de Ferro Araraquara, de roteiro diferente da estrada do Taboado levou as povoações a mudarem-se para as margens da ferrovia.
                      Contudo, Palmares que passara a ser conhecida como Jaguateí em 1944, o Distrito transferido para o município de Ariranha.
                      Sua emancipação Político-Administrativa, com o nome de Palmares Paulista, ocorreu no ano de 1964.
                      GENTÍLICO: PALMARENSE
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                        • 686

                        #296
                        262 Catanduva

                        Click image for larger version

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                          #297
                          263 pindorama

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                          Última edição por Vlamir; 12-02-16, 14:07.
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                            • 686

                            #298
                            264 itajobi

                            264 itajobi

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                            Última edição por Vlamir; 12-02-16, 14:12.
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                              #299
                              265 novo horizonte

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ID:	228596
                              Última edição por Vlamir; 12-02-16, 14:12.
                              PHD Vlamir
                              Barueri-SP

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                              • Vlamir
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2015
                                • 686

                                #300
                                266 guarantã


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ID:	228595
                                Última edição por Vlamir; 12-02-16, 14:11.
                                PHD Vlamir
                                Barueri-SP

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