Ola Visitante,
notamos que você nunca postou em nosso fórum.
Por favor iniciem postagens ou enviem comentários para postagens já feitas, para evitar que o sistema automaticamente restrinja o seu nível de acesso.
A ideia do fórum público e justamente termos postagens variadas dos usuários. Agora com o novo formato de classificação de usuários, postagens aumentam a sua "reputacao" para melhor
ITÁPOLIS SÃO PAULO
HISTÓRICO
Em 1842 os mineiros de Santo Antônio do Machado, Miguel Pereira Landim e Pedro Alves Oliveira o ?Velho Amaro?, e suas famílias, fixaram-se as margens do Ribeirão dos Porcos, região conhecida como ? Boa Vista?.
Em 1856, quando Pedro Alves de Oliveira adquiriu a propriedade Boa Vista, começaram a surgir as primeiras divergências entre os Landins e os Amaros, cuja separação foi determinada pela escritura lavrada na aquisição da mesma.
Os Landins dirigiram-se para um lado, onde fundaram um novo povoado, denominando-o Vila do Senhor Bom Jesus do Ibitinga (atual Ibitinga), e os Amaros, para as margens do Córrego das Pedras, onde Pedro Alves de Oliveira doou em 1862, 112a.e ¾ de terras ao Divino Espírito Santo, surgindo, desse modo, a capela de Espírito Santo do Córrego das Pedras.
Com a morte do fundador, em 1885, seus herdeiros passaram a vender seus quinhões inventariados, dividindo, assim, a grande propriedade, multiplicando o povoamento. No ano seguinte foi criado no povoado, a freguesia de Espírito Santo do Córrego das Pedras ( categoria equivalente a Distrito) e, cinco anos depois, foi elevado a vila, com prerrogativas de Município, com o nome de Boa Vista das Pedras.
Em 1906 o nome Boa Vista das Pedras foi reduzido para Pedras e, em 1910, mudou para Itápolis, topônimo hídrico formado por ? ita?, do tupi-guarani, que significa ?pedra? e por ? polis?, do grego, que significa ? cidade?, donde: cidade das pedras.
Anterior a essa época, em 1892, um Decreto criou a comarca de Boa Vista das Pedras, com sede em Ibitinga. Os Pedrenses, inconformados com a situação, entraram em luta política com os Ibitinguenses e Ibitinga teve melhor êxito: uma nova Lei mudou a denominação da comarca de Boa Vista das Pedras para Ibitinga.
Uma Lei posterior transferiu a sede e o nome da comarca para Boa Vista das Pedras. No entanto, retornou a sede Ibitinga restabelecida a situação, definitivamente, somente em 1910.
BORBOREMA SÃO PAULO
HISTÓRICO
Por iniciativa de Nicolau Pizzolante, José Claudino do Nascimento, Marcelino Braga, José Rosa da Silva, Pedro Passos e outros foi fundado, em 1902, o povoado de Fugidos e, após definir os limites da Fazenda Fugidos, o casal José Claudino do Nascimento doou, 1903, vinte alqueires de terras ao Patrimônio de São Sebastião dos Fugidos, padroeiro do povoado, onde ergueu-se uma capela.
O nome Fugidos foi adotado em extensão ao Ribeirão que corta a região, em cujas margens foram encontrados por antigos posseiros, três escravos fugidos do cativeiro.
Em 1909, com a criação do Distrito de Paz, o povoado passou a chamar-se Borborema, denominação essa dada por Nicolau Pizzolante, inspirada na informação de que essa palavra em indígena significava ?serra alta?, apesar de não haver nas imediações nenhuma serra.
Criado o Distrito, a vila foi-se desenvolvendo e, em 1925, Borborema foi elevado à categoria de município, com território desmembrado de Itápolis.
Nessa época instalaram-se no município, as usinas de Beneficiamento Anderson Clayton & Ltda. e Usina Beatriz, dando grande impulso ao desenvolvimento de Borborema que, em 1938 recebeu os trilhos da Estrada de Ferro Dourado, posterior Companhia Paulista de Estrada de Ferro, hoje FEPASA.
A partir de 1941, com o declínio do algodão, as indústrias de beneficiamento retiraram-se do município, passando Borborema por grande decadência e êxodo de sua população. Somente voltou ao ritmo econômico normal a partir de 1948, quando foi incentivada a cultura cafeeira, hoje sua principal atividade econômica.
IACANGA SÃO PAULO
HISTÓRICO
Iacanga, cujo o topônimo de origem tupi significa, segundo Teodoro Sampaio, ? nascente de água ?, tem seu início com posse das terras pela família Rodrigues de Campos, por volta de 1804, quando Antônio Rodrigues de Campos construiu uma casa, cultivando em seu redor. Naquele tempo, a tribo Iacangues, que ocupava a região, obrigou a família Rodrigues de Campos a abandonar suas terras.
A região somente voltou a ser colonizada em 1879, quando José Pedro Morães, que adquiriu as terras dos Rodrigues de Campos, passou a residir com a família no local. Outras famílias juntaram-se à de Pedro Morães, destacando-se entre estas a de Rodolfo Pereira Lima.
Com o desenvolvimento do povoado, Joaquim Pedro de Oliveira promoveu em 1905, a primeira festa religiosa quando angariou fundos para a construção da capela de São João Batista, sob cuja invocação foi fundado o Patrimônio de Ribeirão Claro.
O Distrito de Paz, formado com terras do Município de Pederneiras ao qual pertencia, foi criado em 1909, com sede no povoado de Rio Claro, adotando o nome de Iacanga.
REGINÓPOLIS SÃO PAULO
HISTÓRICO
Iniciado o século XX, o padre Geremias, o fundador, acompanhado de José Pinto Nogueira e um grupo de índios catequizados, procedents de Descalvado, desbravaram os sertões do Aguapeí, onde fundaram vários patrimônios, até fixarem-se junto à margem direito do rio Batalha.
Uma tribo indígena, detentora de vasto território, foi catequizado pelo padre Geremias, tendo auxiliado na derrubada das matas e construção de uma capela.
A intensidade da influência branca à região provocou invasões no território indígena, levando a váarios incidentes. O Governo Estadual designou o Dr. Antônio Cintra para efetuar a divisão das terras.
Em fins de 1922 o padre Geremias fez doação de 100 alqueires de terras para formar o patrimônio de Rainha dos Anjos do Batalha. No mesmo ano foi criado o Distrito de Batalha, que teve seu nome alterado para Reginópolis.
Reginópolis é topônimo híbrido, formado pelos termos latino, ?regina? = rainha, e grego. ?plois? = Cidade, significado Cidade rainha.
O patrimônio de Uru, justamente com os de Novo Destino, de Palmital, de Córrego da lagoa, de Cantagalo e de Laranjal, passaram a constituir o Distrito de Paz de Santo Antônio do Uru, em 19334, sob a jurisdição do Município e comarca de Pirajuí.
Localizado no médio curso do rio Tietê, o núcleo teve o nome simplificado para Uru, em 1939, toponímia que decorre da língua tupio, significado ave da família das ″odontofóridas″, também conhecidas como ″corcovado″.
No mesmo ano, Uru passou a abranger o território da própria Sede e o de João de Castro Prado, no antigo patrimônio de Novo Destino.
PONGAÍ SÃO PAULO
HISTÓRICO
As tribos dos caingangues, caiapós e guaranis dominavam toda a região, junto às vertentes do Ribeirão Sucuri e dos Córregos da Onça e Ponte Alta (afluentes esquerdos do rio Tietê). Hostis que eram, repeliam com violência os invasores de seus domínios, apesar de alguns terem sido semi pacificados pelo ? Capitão Honório?, representante da nação guarani.
Por volta de 1868, José Cândido Carneiro e José Lopes de Morais se fixaram na região, estabelecendo suas fazendas. Dedicavam-se à derrubada das matas mediando questões entre brancos e índios. Isso possibilitou a penetração de outros pioneiros, que aos poucos formaram um povoado.
Por existir nas redondezas um córrego com pequena queda d?água, o povoado nascente tomou o nome de Saltinho.
O patrimônio de Saltinho foi criado em 1913, com 29,75 alqueires de terras doadas por José Cândido Carneiro, o qual abriu a primeira picada. Na ocasião, foi rezada a primeira missa em capela construída pelo mesmo Cândido Carneiro.
Saltinho foi elevado à categoria de distrito, em 1927, com a denominação de Pongaí. O topônimo Pongaí, de origem tupi-guarani (?ponga = salto, + í = pequeno), significa saltinho.
Em 1842 aconteceu em Minas Gerais a Revolução Liberal, rebelião que foi controlada pelas forças Imperiais e que forçou muitas famílias a procurarem novas terras. Esta é uma das teorias para explicar a migração para o interior paulista, embora alguns historiadores acreditam que a decadência da mineração do ouro tenha sido o motivo.
Foi no final deste ano que as famílias mineiras de Landim e de Pedro Alves de Oliveira (Velho Amaro), chegaram à região de Campos de Araraquara, de onde os Amaro partiram para o norte e fundaram a cidade de Boa Vista das Pedras, mais tarde conhecida como Itápolis.
Os Landim rumaram para o sul e se estabeleceram na cachoeira de Wamicanga, povoado que foi quase dizimado pela febre palustre e por ataques indígenas. Partiram, então, em direção ao nordeste até chegarem na confluência dos córregos Saltinho e São Joaquim, terra que foi dividida entre o clã, para que fosse mais bem cultivada.
A Miguel Landim coube a região entre o Córrego São Joaquim e o Córrego Água Quente, onde foi formado o povoado da Capela da Água Quente, no ano provável de 1860.
Em 1870, Miguel Landim e sua esposa Ana Custódio de Jesus doaram à Mitra Diocesana o patrimônio onde se formou a Vila de Ibitinga.
Em 1885, Ibitinga foi elevada à categoria de distrito de paz e em 1890, Ibitinga teve a sua emancipação político-administrativa.
Em 1987, o município tornou-se Área de Proteção Ambiental.
Em 1992, de acordo com a Lei nº 8.199, o município foi elevado à estância turística.
As terras existentes na região da confluência do rio Jacaré-Pipira com Tiête, eram grande parte da fazenda Boa Vista dos Buenos, quando outros proprietários fizeram doação de quatro alqueires de área para constituir um patrimônio, em1898.
Foi construída uma capela em louvor a São Sebastião, em torno da qual se formou um pequeno povoado, ao qual foi dado o nome de Buenópolis, por influência da família do ″Buenos″.
Por instância de seus habitantes, foi criado em Buenópolis o Distrito de Paz, em agosto de 1913, tendo o seu nome alterado para ″Itaju″, em 1921. ″Itá-ju″, segundo Theodoro Sampaio em ″O tupi na Geografia Nacional″, significa ″pedra pontuda″.
BARIRI SÃO PAULO
HISTÓRICO
As terras entre os rios Tietê e Jacaré-Pipira, quase na sua confluência, como parte dos Campos de Araraquara, desde o século XVIII eram freqüentadas pelos bandeirantes por constituir ponto de passagem nas penetrações nos sertões de Goiás e Mato Grosso.
Em 1833, José Antônio de Lima e seu cunhado, Álvaro Corrêa Arnau, tomaram posse desse território.
José Antônio de Lima ficou com a área banhada pelos ribeirões Sapé e Palmital até o rio Tietê, onde instalou a sua sede , a qual chamou de ?Sítio do Tietê?, que passou a ser o núcleo do Bairro do Tietê.
Com a chegada de João Leme da Rosa em 1858, que tomando posse de gleba no Bairro do Tietê, fez doação de 30 alqueires de terras para construção de uma capela em louvor a Nossa Senhora das Dores.
Novos moradores foram se fixando em torno da capela, nos lotes vendidos por Leme da Rosa, provocando o desenvolvimento do núcleo que passou a se chamar?Nossa Senhora das Dores do Sapé?, mais tarde ?Sapé do Jair
Em 1877 com a eleição de Antônio José de Carvalho como representante de Sapé na Câmara de Jair, tornou-se possível a elevação a Distrito de Paz, e em junho de 1890, à Freguesia, com o nome de Bariri.
Bariri, no tupi, é corruptela de ?mboê-riri?, que significa ö que corre e se agita?, ou ?corredeira?(Theodoro Sampaio).
Fico aqui com meus botões imaginando você e o NFC e GCFC Jacob rodando juntos... com um incentivando o outro acho que iriam rodar 24 horas direto... rsss
Uma dúvida: parou de fazer o Nascente ou deixou pra tirar/postar as fotos do Tietê em outro momento/tópico?
Comentário