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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #136
    126 descalvado

    126 DESCALVADO
    As terras de Descalvado foram desbravadas por fazendeiros e seus escravos durante as primeiras décadas do século XIX. Entre os pioneiros, estava José Ferreira da Silva, que mandou construir, em 1832, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Belém, e fez uma doação para a constituição do patrimônio, no município de Araraquara. Lentamente, foram sendo construídas diversas habitações ao redor da capela e formou- se uma pequena povoação.

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    • Vlamir
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2015
      • 686

      #137
      127 São CARLOS

      127 SÃO CARLOS

      São Carlos foi fundado na segunda metade da década de 1850, por iniciativas de Antônio Carlos de Arruda Botelho (Conde do Pinhal) e Jesuíno José Soares de Arruda24 . A data histórica de fundação é o dia 4 de novembro de 1857, dia de São Carlos Borromeu, padroeiro da cidade.

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      • Vlamir
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2015
        • 686

        #138
        128 itirapina

        128 ITIRAPINA
        No final do século 19, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro construiu, na sesmaria do Baú, a estação Morro Pelado. Os moradores de Itaqueri de Baixo se mudaram para os arredores dessa estação, de modo que, em 1880, a região em torno da estação adquiriu o título de "Freguesia do Morro Pelado". Em 1900, tanto a estação como a região em torno dela mudaram seu nome para a tradução tupi de "Morro Pelado", "Ityrapina". Itaqueri da Serra passou a ser distrito dessa freguesia. Em 25 de março de 1935, Itirapina adquiriu a condição de município, abrangendo o distrito de Itaqueri

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        • Vlamir
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2015
          • 686

          #139
          129 ANALÂNDIA
          FEITO 20% DO ESTADO DE São PAULO

          O trecho entre Rio Claro e São Carlos que passava pelo Cuzcuzeiro foi aberto pela Cia. Rio-Clarense em 15/10/1884. Comprada pelos ingleses que formaram a Rio Claro Railway em 1888, esta foi vendida para a Cia. Paulista em 1892, que ficou com a linha, que então chegava até Araraquara e foi renomeada como Secção Rio Claro. Dentro dos limites da attual Analândia foram construídas duas estações inicialmente: Anápolis e Oliveiras inauguradas no mesmo 15/10/1984

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          • Gilmar Dessaune
            Fazedor de Chuva

            • Oct 2012
            • 6891

            #140
            Boa noite FC Vlamir,

            Que show de postagens.

            Ilustradas, didáticas e construídas sob qualquer tempo, quer dizer um valente fazendo o Valente FC.

            Parabéns e agora que adoçou nossa boca, ficamos na expectativa dos próximos posts.

            Abração e obrigado por compartilhar conosco suas aventuras pelo Estadão.

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            • Vlamir
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2015
              • 686

              #141
              Gilmar
              estamos a caminho a estrada é longa , porém deliciosa, cada dia queremos mais
              pena é que temos os afazeres do dia a dia.
              mais se o Grande Arquiteto assim o quiser, estaremos um dia lá na 645
              PHD Vlamir
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              • Gilmar Dessaune
                Fazedor de Chuva

                • Oct 2012
                • 6891

                #142
                FC Vlamir,

                Pela sua tocada e disposição esse "um dia" vai ser em breve... muito breve...

                Se cuida NFC e GCFC Jacob... rsssss

                Abração a ambos!!!

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                • Vlamir
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2015
                  • 686

                  #143
                  130 MOGI GUAÇU
                  O município de Mogi Guaçu é cortado pelo rio que originou seu nome, cujo significado na língua dos primeiros habitantes é "Rio Grande das Cobras". Com a chegada dos bandeirantes, que viajavam rumo ao oeste mineiro e a Goiás, em busca do ouro, a população indígena foi diminuindo e, às margens do rio Moji-Guaçu, foi formado um vilarejo para dar pouso aos desbravadores.

                  O desenvolvimento econômico começou com a produção de café e após a instalação do ramal ferroviário da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (1875).


                  Em 9 de abril de 1877 a Freguesia de Conceição do Campo tornou-se Mogi Guaçu. Passou a ser Comarca somente em 30 de Dezembro de 1966.


                  Com a abolição da escravatura, deu-se início à fase industrial através de imigrantes italianos que instalaram as primeiras cerâmicas. O pioneiro foi o Padre José Armani com sua fábrica de telhas. As cerâmicas ainda fazem parte do cenário empresarial do município.Click image for larger version

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                    • 686

                    #144
                    131 ESTIVA GERBI
                    O nome Estiva, um bairro do Município de Mogi-Mirim, na época, surgiu quando foi construída a extensão da estrada de ferro mogiana e os trabalhadores tiveram que superar uma área alagada e foram obrigados a estivar, ou seja, entrar na lama com galhos, capim e folhas, marcando os locais mais adequados para o aterro, a fim de não alterar o percurso da ferrovia. Gerbi é uma homenagem à família de Lourenço Gerbi, responsável por transformar o bairro em um distrito industrial próspero.

                    A cidade deve seu desenvolvimento à indústria Cerâmica Gerbi S.A., primeira do povoado, que fabricava cerca de 220 manilhas diárias. Em 1952, utilizando a famosa argila taguá, inaugura-se a fábrica de ladrilhos cerâmicos.

                    Com a paralização das atividades da Cerâmica Gerbi S.A., instala-se na cidade a Cerâmica Gyotoku, dando continuidade à tradição do município, reconhecido pela qualidade de sua produção. Em consequência do fechamento da fábrica, ampliam-se os setores econômicos, para recolocar os desempregados. Surgem bares, mercearias e outros tipos de comércio pequenos, que substituem a indústria na geração de renda da cidade, e, aos poucos, estabelecimentos maiores, que aportam mais recursos financeiros, como restaurantes e supermercados.

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                      • 686

                      #145
                      132 ESPIRITO SANTO DO PINHAL

                      Espírito Santo do Pinhal surgiu na primeira metade do século XIX, quando Romualdo de Souza Brito, vindo de Mogi das Cruzes, estabeleceu-se nestas terras dedicando-se à agricultura juntamente com outros membros de sua família. No entanto, houve uma demanda sobre a posse de parte de suas terras, feita por outros agricultores que chegaram em seguida. Romualdo de Souza Brito e sua esposa, dona Tereza Maria de Jesus, resolveram solucionar o problema doando as terras disputadas para a formação do patrimônio do Divino Espírito Santo. A partir desta doação, que compreendia 40 alqueires de terras retiradas da Fazenda do Pinhal, pertencente à freguesia de Mogi Guaçu, surgiu o povoado que recebeu o nome de Espírito Santo do Pinhal. O pequeno povoado floresceu e se transformou em um município próspero, de uma beleza natural ímpar, com um povo alegre e hospitaleiro, que a cada dia cresce e vem atraindo mais e mais pessoas para essa terra, que tem projetado sua cultura, sua arte e sua gente para todos os cantos do mundo. Aqui vamos conhecer seu passado para interagirmos na construção de seu futuro.

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                        • 686

                        #146
                        133 SANTO ANTONIO DO JARDIM

                        Em março de 1881, Rita Maria de Jesus doou à Igreja, dez alqueires de terras para formação do patrimônio e construção da capela dedicada ao Padroeiro Santo Antônio.
                        Nessa época, o café começou a ser cultivado em grande escala na região, atraindo numerosas famílias que, em torno da capela, formaram um núcleo urbano.
                        Os altos rendimentos proporcionados pela cafeicultura possibilitaram a implantação de melhoramentos públicos e assim, um maior desenvolvimento da povoação elevada a Distrito de Paz, em 1915. Contudo, as sucessivas crises do café, nos anos seguintes, provocaram uma retração econômica da localidade, que aos poucos voltou a se dedicar a outras atividades. A emancipação político-administrativa somente ocorreu na década de 1950, após a estabilidade econômica verificada com o café, ainda cultivado, e a pecuária.
                        Devido ao padroeiro e ás flores campestres das pradarias da região, a região, a povoação chamou-se desde os primeiros anos, Santo Antônio do Jardim. Em 1938, o nome foi reduzido para Jardim e, mais tarde, substituído por Artemísia, graças à grande quantidade dessa flor nas redondezas. Contudo, a comunidade local, descontente com essas alterações, reivindicou a restauração do antigo nome, sendo atendida em novembro de 1944.


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                          134 São JOAO DA BOA VISTA
                          Entre 1822 e 1823, estabeleceram-se nas terras banhadas pelo Ribeirão São João (que recebeu esta denominação por ter sido atingido na véspera do dia dedicado a este Santo) e pelo rio Jaguari-Mirim, os mineiros de Itajubá, Antônio Machado de Oliveira e seus cunhados Inácio Cândido e Francisco Cândido.
                          Justamente na confluência dos dois cursos fluviais, em 1824 Antônio Machado doou uma gleba para formação de patrimônio.
                          Gostando do local, o padre João José Vieira Carvalho, morador da fazenda Boa Vista, tornou-se o patrono e incentivador da construção de uma capela, benta pelo mesmo em 1º de agosto de 1832, recebendo o nome de capela de São João da Boa Vista e mais tarde, São João do Jaguari.
                          Atraídos novos moradores, que foram se fixando nas terras entre os Ribeirões da Prata e São João e ainda cortados pelo rio Jaguari-Mirim, em fevereiro de 1838 a capela é elevada a Freguesia sob a denominação de São João da Boa Vista, lembrando ao mesmo tempo o Santo festejado na sua fundação, bem como a bela paisagem descortinada pelo lado leste, representada pelo contorno azulado das serras da Fartura, do Mirante, da Cachoeira e do Gavião, primeiros contrafortes da Mantiqueira.
                          Em 1859, São João da Boa Vista foi elevada à Vila, separando-se de Moji-Mirim, ganhando foros de cidade, em 1880.

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                            135 AGUAS DA PRATA
                            A descoberta da fonte de água mineral, na margem do Ribeirão da Prata, em 1876 por Rufino Luiz de Castro Gavião, que aí fazia caçadas, proveniente de São João da Boa Vista, é atribuída ao acaso.
                            O caçador percorria as terras do Alegre, quando percebeu a preferência dos animais silvestres pela água da nascente, resolvendo prova-la, surpreendeu-se com suas qualidades. O fato foi relatado e comprovado por outras pessoas.
                            Com a inauguração do ramal da Estrada de Ferro Mogiana, ligando Cascavel (hoje Aguaí ) a Poços de Caldas, em 1886, despertou o interesse dos cafeicultores da região para a estação de embarque da ferrovia no vale banhado pelo Ribeirão das Prata e o Córrego da Platina, que passaram a construir suas residências junto à estação, nascendo então um povoado.
                            Em 1916 fez-se o primeiro hotel e, por iniciativa particular de seus moradores, foi efetuada a análise química da água das fontes, constatando-se suas propriedades alcalinas, semelhantes às das fontes de "Vichy"na frança, ficando a Prata conhecida com o cognome de a "Vichy Brasileira".
                            A vocação para Estância Hidromineral consolidou-se quando químicos do Departamento Geográfico e Geológico do Estado, pesquisando a região, fizeram prospecção das fontes, comprovando a viabilidade da exploração econômica de sua mineração.Criou-se em 1913, uma empresa para o fim em questão, fazendo com que surgissem hotéis e toda infra-estrutura necessária.
                            Em 1925, foi criado o Distrito de Paz de Águas da Prata, no Município de São João da Boa Vista.

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                              136 VARGEM GRANDE DO SUL
                              O povoamento das terras entre o rio Verde e seu afluente córrego de Santana começou na sesmaria do guarda-mor é Garcia Leal, conhecida como Vargem Grande, onde se localizava a fazenda do mesmo nome, no começo do século XIX.
                              Era inicialmente constituída de 1300 alqueires, mas após a morte do proprietário, Idelfonso Garcia Leal, seu filho fez a partilha judicial; em 1841 e continuou sofrendo novas subdivisões.
                              Nesse processo, em 1874, os herdeiros Antonio Rodrigues do Prado, José Moreira e Maria Antonia, fizeram doação de terras para constituição de um patrimônio, no local conhecido como Bairro da Porteira, onde cruzavam-se os caminhos para Casa Branca, São João da Boa Vista e fazenda Lagoa Formosa.
                              Em 1874, foi aí rezada a primeira missa, diante de um simples cruzeiro, substituído por uma capela erigida no mesmo ano pelo coronel Francisco Mariano Parreira. Logo a seguir, o mesmo coronel obteve licença para construção do cemitério e em 02 de agosto de 1888, conseguiu o distrito policial para o então povoado de Sant'Ana de Vargem Grande, no Município de São João da Boa Vista.
                              Na última década do século XIX, o casario do arraial já havia tomada a parte mais alta da colina entre os dois cursos d'água, conseguindo o coronel Parreira a elevação a Distrito de Paz em janeiro de 1891, com o nome de Vargem Grande, que já contava nessa época com 50 casas e cêrca de 350 habitantes.
                              Em 1894 a primitiva capela de Santana foi substituída pela atual Igreja Matriz.
                              O Município de Vargem Grande foi constituído em 1921, alterando-se-lhe o topônimo para Vargem Grande do Sul na divisão territorial de 1945.

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                                137 São SEBASTIAO DA GRAMA

                                137 São SEBASTIAO DA GRAMA
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                                Em 1871, as famílias Manoel Camilo e José Camilo chegaram à região e, notando a fertilidade do solo, clima e nascente de águas cristalinas, construíram um rancho e, ali se estabeleceram, transferindo-o de local, mais tarde, pouco mais baixo, à margem esquerda do riacho que denominaram de Córregos das Anhumas devido à grande quantidade desses pássaros existente na região.
                                Poucos anos depois o trânsito de tropeiros tornou-se constante e como a pastagem era formada apenas por gramíneas, denominaram-no Pouso da Grama.
                                Por provisão do Bispo de São Paulo, foi erigida uma capela sob a invocação de São Sebastião, em 1877, passando a povoação a chamar-se São Sebastião da Grama.
                                Cerca de vinte anos depois, foi elevada à categoria de Distrito com o nome de Grama, mantendo este, mesmo quando tornou-se Município, em 1925. O nome primitivo, São Sebastião da Grama, somente foi restaurado em 1948.
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