Bandeirantando

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  • Joverany
    Fazedor de Chuva

    • Apr 2013
    • 224

    #91
    FC Osmar, nao tem como nao comentar suas primeiras fotos relacionadas a BR-101 e a capital Porto Alegre, haja visto que em dois meses estarei realizando meu sonho de menino, ir até Aceguá, local onde inicia a BR-153, e em meu retorno estarei passando por algumas capitais entre elas Porto Alegre e Florianópolis. Fiquei muito inquieto em minha cadeira ao ver suas fotos e seus comentários, parece que o espírito quis largar o corpo e voar até o sul do Brasil.
    Parabéns pelo post e se Deus quiser estarei concretizando o projeto Bandeirante Fazedor de Chuva. Como tenho algumas limitações irei demorar uns anos para comprir o desafio, mas Deus me dando vida e saúde irei concluir.
    Mais uma vez Parabéns.
    O sonho é o combustível das grandes conquistas.

    Comentário

    • Osmar
      Fazedor de Chuva

      • Sep 2011
      • 257

      #92
      Olá Joverany, bom dia!
      Muito grato por tuas simpáticas palavras.
      Quanto ao teu sonho, não espere muito. Na primeira oportunidade, vá em frente. Se ela, a oportunidade, demorar para aparecer, crie-a. E quando vieres para o Sul, aproxegue-se. Estaremos por aqui para te receber.
      Grande e forte abraço,
      Osmar e Terezinha

      Comentário

      • Osmar
        Fazedor de Chuva

        • Sep 2011
        • 257

        #93
        Continuando as postagens neste espaço, referentes às capitais estaduais visitadas na perseguição ao desafio “Bandeirante Fazedor de Chuva”...
        Terça-feira, 15 de janeiro de 2013.
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        Governadoria - Sede do Governo do Mato Grosso do Sul

        Finalmente estamos iniciando mais uma viagem, muito aguardada por nós. A expectativa é grande. Em nosso roteiro: visitar treze, das quatorze capitais estaduais faltantes para completarmos o desafio Bandeirante Fazedor de Chuva; cruzar as três Guianas, os únicos países da América do Sul ainda desconhecidos para nós; alcançar o Amapá, o único Estado brasileiro por onde ainda não andamos; e claro contatar alguns companheiros motociclistas e outros dos tempos de caserna; e de quebra, visitar as cidades de Mancio Lima no Acre, e Uiramutã em Roraima, extremos oeste e norte do Brasil, respectivamente, completando assim, o desafio “Cardeal Fazedor de Chuva”.
        Há muito tempo que estamos colhendo informações para montar o roteiro, pontos a visitar, hotéis, comidas, enfim, as informações básicas a respeito das localidades por onde passaremos. Atenção especial para as Guianas, onde encontraremos barreiras (dificuldade de comunicação) nos diferentes idiomas praticados: inglês, neerlandês e francês. O inglês - na Guiana - a gente arranha: the book is on the table; o francês – na Guiana Francesa - bem o francês lembra os dois primeiros anos do ginásio, quando era uma das línguas obrigatórias do currículo, e que para falar, precisava fazer um biquinho sexy com a boca; e o neerlandês – no Suriname - nem pensar. Ou seja, teremos que nos virar!
        Outra dificuldade foi conseguir mapa da Guiana (a Inglesa) para o GPS Garmin Zumo 660, nosso inseparável companheiro das estradas. Comprei o City Navigator South America, mas este somente contempla o Suriname e a Guiana Francesa. A solução foi apelar para o mercado paralelo, mas tudo o que consegui foi um mapa não roteável da Guiana. Então, como diz o velho ditado, “quem não tem cão, caça como gato”!
        A propósito, na busca por um mapa roteável da Guiana, em certa ocasião, a resposta que obtive foi uma indagação: “Para que mapa da Guiana, se lá só tem duas estradas?” Brincadeiras à parte, o GPS é mais útil nas cidades do que nas estradas. Mais tarde, eu confirmaria a brincadeira das duas estradas. Uma delas vai do Sul para o Norte, e a outra de Oeste para Leste, pelo litoral.
        Afinal, um mapa não roteável num GPS deve se assemelhar em muito, com o que fazíamos nos bons tempos de exército, usando a carta do terreno e uma bússola para chegar a determinados pontos. Espero que funcione.
        Mas a maior dificuldade apareceu às vésperas da partida: precisa de “Visto” para entrar na Guiana Francesa. De se notar que brasileiros são dispensados de visto para irem à França, mas necessitam dele para entrar na Guiana Francesa, que é um Território Ultramarino da França. A explicação para a exigência é devido ao grande número de garimpeiros brasileiros que, clandestinamente exploram os rios da região à cata de ouro.
        Já sabíamos dessa exigência, mas tínhamos informações de que era possível obter o visto na fronteira, no momento da entrada no país. Agora nos aconselham a fazer o visto aqui no Brasil. É complicado, demora em média dez dias, precisa ir a São Paulo, tem que agendar pela internet, é desanimador. Para não atrasar mais a viagem, decidimos fazer o visto na embaixada da França no Suriname, em Paramaribo. Caso não conseguirmos, tomamos um barco e contornamos a Guiana Francesa, ou retornamos pelo mesmo caminho. Essa segunda hipótese me arrepiava só em pensar.
        Tudo arrumadinho, lá fomos nós em nossa BMW GS 1200 Adventure, primeiramente até Curitiba, depois Ponta Grossa, Itararé, e nossa primeira parada em Itaporanga, já no Estado de São Paulo, para rever os amigos Paulo Andrade e Rosileni. Fomos recebidos como reis.
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        No Resort do Tio Paulo, com direito a hidromassagem e outras mordomias mais!

        Ficamos hospedados no Resort do Tio Paulo, como carinhosamente é conhecida a casa deles. À noite, para o jantar, uma rodada de pizza, as melhores, nos mais diversos sabores, feitas por eles mesmos. As fotos bem demonstram a hospitalidade, o carinho, a simpatia do casal e dos filhos.
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        Paula e Lucas, filhos do Paulo Andrade e Rosileni

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        De Muçarela, uma das minhas prediletas.

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        Muçarela com rúcula, divina!

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        As máquinas.

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        Terezinha com Rosileni, a grande maestra pizaiola

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        Com o amigo Paulo Andrade, relaxando no Resort

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        Na Abadia de Nossa Senhora de Santa Cruz, em Itaporanga - SP

        Dia seguinte, tocamos até Campo Grande, onde tivemos a oportunidade de conhecer a sede do governo do Estado do Mato Grosso do Sul, localizada no Parque dos Poderes. Estranhamente, a Governadoria, assim é conhecido o prédio sede, não tem um nome de Palácio...
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        A Rodovia Raposo Tavares, em São Paulo. Muito boa!

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        Chegando ao Mato Grosso do Sul...

        O Parque dos Poderes abriga diversos setores da administração estadual. Pilotar dentro do parque exige atenção, principalmente à noite, para não atropelar algum animal (lobinhos, quatis e tatus) que moram na reserva ao lado. E de dia, porque, principalmente nos fins de semana, o parque é tomado pelos adeptos da caminhada e do ciclismo.
        Com a devida autorização da segurança palaciana, fizemos as fotos comprovando a nossa passagem pela capital sulmatogrossense, contabilizando assim, mais uma etapa do desafio a que nos propusemos encarar.
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        Prédio da Governadoria, sede do Governo do Mato Grosso do Sul

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        Mais uma, da Governadoria

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        Mais uma capital estadual visitada

        À noite, encontro com os amigos Geraldo e Fernanda, dos Tobas.
        Ficamos hospedados no Hotel Ibis.

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        • Joverany
          Fazedor de Chuva

          • Apr 2013
          • 224

          #94
          FC Osmar, todo sucesso do mundo pra você na sua empreitada. Tenho curiosidade em conhecer Roraima e Amapá, sempre ouço histórias desses estados e claro que a curiosidade aumenta a cada uma nova que ouço.
          O sonho é o combustível das grandes conquistas.

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          • Osmar
            Fazedor de Chuva

            • Sep 2011
            • 257

            #95
            Olá Joverany, boa noite!
            Efetivamente, Roraima e Amapá são dois Estados Brasileiros pouco divulgados, acho porque estão muito isolados de nós, pela floresta amazônica e pelo próprio rio Amazonas. Cabe a nós, brasileiros de todos os rincões, empreendermos um pequeno esforço para vencer essas barreiras naturais e conhecer as belezas naturais que lá se encontram, a conhecer a gente honesta, trabalhadora e alegre que por lá vive. Verdadeiras maravilhas nos aguardam por lá.

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            • Dolor
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2011
              • 3250

              #96
              GCFC BFC CFC Osmar e Terezinha, vocês são os únicos dentro do território dos FC que conquistaram três desafios de uma coroa de seis incríveis provas de coragem, pois cruzar a América dentro dos seus extremos, visitar todas as capitais do país, mais o DF e por fim, fazer a cruz do Brasil, ligando os seus pontos cardeais extremados, não é façanha para qualquer um... é para aqueles poucos que se dispõem a colocar os seus limites a prova.

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              Mas que limites seriam estes?

              Para os FC testar limites significa sair fora da rotina, romper com o cotidiano e perseguir um sonho. Talvez o aspecto financeiro, apesar da sua importância, não seja o prioritário, pois muitas pessoas com os seus corações devidamente tomados pelo espírito da aventura e devidamente equacionados sob o ponto de vista pecuniário, não conseguem sair por um final de semana até a cidade da esquina, enquanto vocês além de nos inspirarem, arrastam milhares de pessoas, como estas cinco mil visualizações atingidas no tópico tão bem batizado de Bandeirantando, contando a saga vivida por dezenas de centos de quilômetros pelas vinte e seis unidades da federação, palmilhando todos os quadrantes do nosso país, por vezes tão maltratado consoante observações sempre pontuais e em outras tão instigante segundo as mesmas postagens.

              Gostaríamos de agradecer a oportunidade concedida em nos permitir conhecer o nosso torrão natal pela perspectiva tão aguçada e por olhares tão apaixonados pelas nossas coisas, oriundas do teu tempo da Escola de Sargentos, impresso definitivamente na tua alma...para sempre.

              Um orgulho!

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              • Osmar
                Fazedor de Chuva

                • Sep 2011
                • 257

                #97
                Grande Cacique, mais uma vez, muito grato pelas suas bondosas palavras, que nos enchem de orgulho e nos incentivam a continuarmos, cada vez mais, rodando por este Brasil afora, conhecendo e divulgando as belezas de nossa terra. Nesta narrativa, estamos nos aproximando da Amazônia, que sempre nos atraiu por esconder usos e costumes bastante diversos daqueles a que estamos acostumados aqui no sul. Esperamos poder continuar contando com o acompanhamento dos amigos, nesta viagem que foi uma das melhores que já fizemos.
                Grande e forte abraço,
                GGCCFFCC, CCFFCC e BBFFCC Osmar e Terezinha
                Última edição por Osmar; 22-04-13, 07:47.

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                • Osmar
                  Fazedor de Chuva

                  • Sep 2011
                  • 257

                  #98
                  Continuando as postagens neste espaço, referentes às capitais estaduais visitadas na perseguição ao desafio “Bandeirante Fazedor de Chuva”, chegamos a Cuiabá, a capital do Mato Grosso.

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                  Palácio Paiaguás, sede do Governo do Mato Grosso

                  Quinta-feira, 17 de janeiro de 2013.
                  De Campo Grande rumamos para o Mato Grosso. Retas intermináveis, muito movimento. Calor intenso. A moto enfrenta com valentia as longas distâncias que separam as cidades.

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                  Plantações de milho, a perder de vista

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                  Retas sem fim...

                  A partir de Rondonópolis, o trânsito se complica. A rodovia fica tomada por caminhões, todos os caminhões do mundo, alguns andando lentamente, outros, a maioria, parados, num protesto pelo descaso com que o governo trata as rodovias na região, que são importantes para o escoamento da produção de grãos do cerrado.

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                  Congestionamento de caminhões

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                  Mais caminhões, congestionamento, calor, paciência

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                  Chapada dos Guimarães. Estamos chegando

                  Anoitecia quando chegamos a Cuiabá. O trânsito pela cidade está difícil por conta de obras para a Copa do Mundo de 2014, cujo estádio local sediará alguns jogos. São tantos desvios, buracos, poeira, congestionamentos. O GPS a recalcular a rota. A Raquel, a moça do GPS, cuja bela voz nos orienta – dobre aqui, siga por ali, recalculando... – está prestes a perder a paciência, quando finalmente chegamos ao hotel Golden Tulip Pantanal, gentilmente reservado para nós pelo companheiro Juarez.
                  Jantar e cama.
                  Na sexta-feira, levamos a moto para revisão dos setenta mil, na Concessionária Autorizada Munique Motors. E fomos almoçar com os amigos Juarez Vargas e Adelaide, nossos simpáticos anfitriões na cidade. O local escolhido não poderia ser melhor: a Peixaria da Vovó, onde degustamos deliciosas iguarias feitas com peixes dos rios locais.

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                  Com os amigos Adelaide e Juarez Vargas, na Peixaria da Vovó

                  À tarde visitamos a JV Garagem, oficina especializada em motos de grande cilindrada, de propriedade do nosso amigo Juarez, onde tive a oportunidade de sentar-me em uma Honda Gold Wing, e numa BMW GTL 1600, que lá estavam expostas para venda. Balanceei. Indecisão...
                  Terminando nosso dia, visitamos a sede do Governo do Estado do Mato Grosso, para cumprir mais uma etapa do desafio Bandeirante Fazedor de Chuva. É o Palácio Paiaguás.

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                  O Palácio Paiaguás (foto da Internet)

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                  O Palácio Paiaguás (foto da Internet)

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                  Cumprida mais uma etapa do desafio

                  Parte da história do Poder Executivo matogrossense, o Centro Político Administrativo (CPA) e mais precisamente, o Palácio do Governo, foi na década de 70 a saída encontrada para reunir em um mesmo espaço a administração estadual. Completando 30 anos de inauguração, o Palácio Paiaguás, construído entre os anos de 1973 e 1975 no CPA, é a sede do governo estadual.
                  Localizado a três quilômetros do centro da Capital, em uma área de 2.200 hectares, em um terreno doado pela Prefeitura, o CPA foi idealizado para suprir a exiguidade dos espaços ocupados pela administração do Estado em casas ou escritórios alugados, impróprios ao funcionamento e atendimento, alguns em mau estado, e ainda, sujeitos à especulação imobiliária.
                  A mudança da sede do Executivo do então Palácio Alencastro, no centro da cidade e atual sede do poder Executivo municipal trouxe, com o passar dos anos, desenvolvimento para a região do CPA, formando-se aí núcleos habitacionais construídos e destinados aos servidores públicos estaduais. A avenida Historiador Rubens de Mendonça (popularmente conhecida como Avenida do CPA) era, à época, totalmente sem pavimentação e terminava no Palácio.
                  Desde a inauguração, o Palácio abrigou, como continua até a atualidade, os órgãos de apoio à governadoria e vice-governadoria, como Secretarias de Comunicação Social (Secom), de Planejamento, de Administração, Casa Civil e Casa Militar, além do Corpo de Guarda, atual Companhia Independente de Policiamento Institucional. No Palácio funcionam também a Coordenadoria de Defesa Civil do Estado e na atual gestão, a Secretaria Extraordinária de Projetos Estratégicos. Depois, foram sendo construídos dentro do CPA os demais prédios para abrigar as secretarias, reunindo em um mesmo espaço a maioria dos órgãos públicos estaduais.
                  Após a inauguração, o Palácio Paiaguás abrigou doze governadores.
                  O Palácio passou recentemente por reformas físicas, com instalação de grades e alambrados em seu entorno. A medida foi adotada para controlar o acesso de pedestres e veículos à sede do Executivo Estadual e garantir a proteção ao bem público e a segurança dos funcionários e visitantes. Além das cercas, duas guaritas foram construídas para controle de acesso de veículos, além da instalação de câmeras móveis (Fonte: Ditudoweb.com.br).
                  O nome do palácio é uma homenagem aos paiaguás, um grupo indígena, atualmente considerado extinto, que habitava nos limites do atual Estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Também eram chamados de canoeiros. Sua decadência veio durante a Guerra do Paraguai, quando serviram como lanceiros contra o Exército Brasileiro. Tinham um código de honra que impedia que um guerreiro recuasse em batalha e se orgulhavam de não ter piedade do inimigo, sendo hábeis no manejo de cavalgaduras e peritos em navegação (Fonte: Wilkipedia).
                  Destaca-se no palácio, o mural externo em pintura, granito e mármore, criado em 1974 por Humberto Augusto Miranda Espíndola, retratando a bovinocultura no estado.
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                  O Palácio Paiaguás (foto da Internet)
                  Última edição por Osmar; 21-04-13, 21:18.

                  Comentário

                  • Osmar
                    Fazedor de Chuva

                    • Sep 2011
                    • 257

                    #99
                    Continuando as postagens neste espaço, referentes às capitais estaduais visitadas na perseguição ao desafio “Bandeirante Fazedor de Chuva”, chegamos a Porto Velho, a capital do Estado de Rondônia.

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                    Palácio Getúlio Vargas, sede do Governo do Estado de Rondônia

                    Sábado, 19 de janeiro.
                    Hoje pretendemos chegar a Vilhena, já em Rondônia. São aproximadamente 700 quilômetros. Procuramos acordar mais cedo, para aproveitar o frescor da manhã. Mas não deu certo. O trânsito em Cuiabá está caótico, por conta de obras no centro, preparando a cidade para sediar jogos da copa do mundo de futebol, em 2014. Demoramos mais de uma hora para chegar à rodovia. E fazia um calor de rachar.

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                    Saindo cedo para mais um dia de jornada

                    Enquanto rodávamos, não pude deixar de lembrar a forma cordial e amiga com que fomos tratados em Cuiabá. Tanto pelos nossos anfitriões, o Juarez e sua esposa Adelaide, que foram muito gentis nos acompanhando, digo, nos levando para almoçar na Peixaria da Vovó. Que belo almoço!
                    Como também, pelo pessoal da revenda BMW, a Munique Motors, especialmente pelo Natanael, que nos recepcionou e encaminhou a revisão da moto. Muito bom!

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                    Cruzando o Mato Grosso: retas e mais retas

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                    E belas paisagens!

                    Saindo de Cuiabá, seguimos pela BR 070 até Cáceres e daí pela BR 364 até Vilhena. Estrada boa, pouco movimento, nada de chuva. Um dia especial para viajar de moto.

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                    Chegando a Cáceres

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                    Rio Paraguai, em Cáceres

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                    A rodovia segue muito próximo da fronteira com a Bolívia

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                    "Roendo" um pequi. Delícia do cerrado!

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                    Oba, temos companhia!

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                    Cidade com nome muito sugestivo!

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                    Chegando a Rondônia

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                    Finalmente chegamos. Vamos descansar.

                    Chegamos a Vilhena por volta das cinco da tarde. Rondônia tem duas horas de diferença para Brasília. Ficamos no hotel Portinari. Muito bom.

                    Domingo, 20 de janeiro.

                    Amanheceu nublado, anunciando chuva. Isto significa que a viagem vai demorar mais. E para complicar, neste trecho a estrada é ruim. Muitos buracos e, apesar do domingo, grande movimento de caminhões.

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                    Cacoal, a capital do café. Não deveria ser do cacau?

                    E uma estranha constatação: a rodovia passa por várias cidades, pequenas cidades do interior, onde existem ruas laterais auxiliares, para o trânsito local. Ocorre que é melhor transitar por estas ruas laterais, onde o trânsito flui melhor, do que pela pista central, cheia de lombadas e caminhões lentos.

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                    Rodovia com trechos ruins

                    Logo depois de Ji-Paraná, quando já passava do meio dia, a fome começa a apertar. E na hora exata, aparece o restaurante ideal: a Fazendinha. Comida caseira, feita no fogão a lenha, ao melhor estilo matogrossense, por peso. Ideal para quem está pilotando. No cardápio feijão tropeiro, arroz com pequi, galinha caipira, leitão assado, carne de porco frita e conservada na banha, dobradinha com feijão branco... Uma delícia!

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                    Porto Velho ainda está longe!

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                    Ji-Paraná

                    Em Ariquemes, numa parada para abastecimento, encontramos dois viajantes em suas motos, duas Teneréé 660. Eram o Chaddad, Delegado de Policia Civil de Rondônia, e o Sargento Cordeiro, da Polícia Militar de Rondônia. Depois de muita conversa, seguimos juntos até Porto Velho, num dos melhores trechos da viagem.

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                    Parada em Ariquemes. Momento de descontração com os novos amigos: Sgt. Cordeiro, Del. Chaddad, e Sgt. J. Alex

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                    Chegando em Porto Velho. Sgt. Cordeiro é nosso guia

                    Em Porto Velho, o Cordeiro nos acompanha até o Palácio Getúlio Vargas, sede do Governo de Roraima, para fazermos a foto para o desafio do Bandeirante Fazedor de Chuva, e mais, nos coloca em contato com Marcelo, a pessoa que amanhã trataremos sobre a nossa ida de barco, de Humaitá até Manaus, depois que voltarmos do Acre.
                    O Palácio Getúlio Vargas teve sua obra iniciada no ano de 1948 e concluída em 1954 pelo governador Enio dos Santos Pinheiro. Construído no estilo denominado Neo-Marajoara, sendo inaugurado pelo então Presidente Getúlio Vargas (Fonte: Wikmapia).

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                    O Palácio Getúlio Vargas, em Porto Velho, Rondônia

                    O projeto foi idealizado pelo engenheiro civil, José Otino de Freitas, que projetou o prédio em estilo neo-colonial.
                    Tinha na época como Governador do então Território do Guaporé o também engenheiro Joaquim de Araújo Lima que ficou no comando do Território até o ano de 1951, sem ter concluído a impo-nente obra.
                    Assume o Governo em 1951, Petrônio Barcelos que dá continuidade à obra procurando corrigir algumas falhas técnicas descobertas pela nova equipe que assumia a responsabilidade da construção.
                    Em 7 de fevereiro de 1952, Petrônio Barcelos é exonerado do cargo, assumindo o então Território, Jesus Burlamarque Hosanah e as obras do Palácio Presidente Vargas continuavam inacabadas.
                    Burlamarque Hosanah dá continuidade não somente à construção do Palácio, mas, também a outras obras, porém sua gestão ocorreu em um período muito curto e, mais uma vez, não se chega ao término da obra.
                    Ano de 1953. Ênio dos Santos Pinheiro é o novo Governador e já, em 1954 consegue inaugurar solenemente com a presença do staf governamental e autoridades locais a grande obra do Palácio Presidente Vargas e também o busto do então Presidente Getúlio Vargas, em uma justa homenagem ao criador do Território Federal do Guaporé, fato ocorrido em 13 de setembro de 1943. O busto foi colocado num pedestal, na entrada principal do primeiro lance de escadas da sede do Governo.
                    A sede do Governo está situada no centro da cidade, tendo sua entrada principal pela Rua José do Patrocínio, na Praça Getúlio Vargas, constando de sub-solo e mais dois andares. É uma obra na qual se pode observar a dimensão do espaço ocupado em uma área que na época de sua construção era bastante acidentada devido o declive do terreno.
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                    O Palácio Getúlio Vargas

                    Através da Lei Complementar n. 41, de 22 de dezembro de 1981, o então Presidente João Batista de Figueiredo criou o Estado de Rondônia, e, por este ato, o Presidente criador do Estado foi homenageado com um busto que também está colocado na entrada principal do prédio.
                    De sua inauguração aos dias de hoje são quase 60 anos abrigando a sede do governo estadual. Com a construção do Complexo Rio Madeira, que abrigará secretarias e outros órgãos estatais, o palácio será transformado em Fundação Cultural, com todos os requisitos necessários para receber visitantes. Fonte: IVO FEITOSA
                    Em Porto Velho, estamos hospedados no Hotel Oscar Executive. Muito bom!

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                    Uma Crystal para comemorar!
                    Última edição por Osmar; 24-04-13, 00:10.

                    Comentário

                    • Dolor
                      Fazedor de Chuva

                      • Mar 2011
                      • 3250

                      #100
                      GCFC BFC CFC Osmar e Terezinha, o normal para aventureiros graduados como vocês é se depararem com trovoadas dignas da estirpe que o casal representa.

                      Deixa o sertão do nordeste tomar conhecimento de vocês para verem as solicitações de visita chegando. O FC Augusto, do RN, já começou a fazer chover no seu estado.

                      Aprocheguem-se FC!

                      Comentário

                      • Osmar
                        Fazedor de Chuva

                        • Sep 2011
                        • 257

                        #101
                        Continuando as postagens neste espaço, referentes às capitais estaduais visitadas na perseguição ao desafio “Bandeirante Fazedor de Chuva”, chegamos a Rio Branco, a capital do Estado do Acre.

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                        Palácio Rio Branco, sede do Governo do Estado do Acre

                        Segunda-feira, 21 de janeiro.
                        A viagem até Rio Branco teve a tranquilidade quebrada por forte chuva, que nos alcançou onde não havia abrigo para nos proteger. Então, a solução foi seguir em frente para sair da região castigada. A estrada está com asfalto razoável, porém com buracos traiçoeiros depois que entra no Estado do Acre. Há que se pilotar com redobrada precaução.
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                        Preparado para a chuva...

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ID:	166377
                        Desmatamento às margens da rodovia

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                        Embarcando na balsa sobre o Rio Madeira

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                        Navegando no rio Madeira

                        São quinhentos e poucos quilômetros, com algumas pequenas cidades ao longo, mas com poucos recursos, principalmente em termos de alimentação e abastecimento.

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                        Nuvens e retas

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ID:	166382
                        Chegamos na divisa de Estados

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                        Palmeira solitária, sobrevivente do que outrora foi uma rica floresta

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                        As boas vindas ao Estado

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                        Chegando à Capital Acreana

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                        A Via Chico Mendes, entrada da cidade de Rio Branco

                        Em Rio Branco, estamos hospedados no Hotel João Paulo. Excelente relação custo/benefício.

                        Terça-feira, 22 de janeiro.

                        Dia de folga para recuperar as energias, e aproveitar para por em dia a correspondência, as obrigações financeiras, e ainda, obter informações sobre o próximo trecho da viagem, totalmente desconhecido para nós: De Rio Branco a Cruzeiro do Sul, no extremo oeste do Acre.
                        Na Star Motos, a revenda Honda para Rio Branco e Cruzeiro do Sul, fomos atendidos pelo Reginaldo, que foi muito gentil em nos receber, e passar preciosas informações sobre a BR 364, a estrada que nos levará a Mancio Lima, no extremo oeste do Acre, e do Brasil, e ainda, nos apresentar todas as instalações da revenda, na via Chico Mendes. Ficamos impressionados com a organização da empresa, o estoque de motos para pronta entrega, a cordialidade dos funcionários e, sobretudo o que muito nos chamou a atenção, foram os mecânicos: todos vestidos de branco, e limpos.
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                        Com Reginaldo, da Star Motos

                        Aproveitando o nosso dia de folga, rodamos pela cidade, e fomos conhecer o Palácio Rio Branco, que é a sede do Governo do Estado. Foi inaugurado em 1930 e teve o seu desenho inspirado na arquitetura grega. Foi recentemente restaurado e parte do parte do prédio ambientado com exposições que contam a história da formação do Acre e de seu patrimônio cultural e arqueológico. Vale destaque a área que fala sobre os geoglifos (*), as formas geométricas milenares do Vale do Acre, e os depoimentos gravados em áudio da população acreana, contando suas histórias e descendências.
                        *Geoglifo é uma grande figura feita no chão (geralmente com mais de quatro metros de extensão), em morros ou regiões planas. Sua construção pode se dar pela disposição organizada de sedimentos (como pedras, cascalho ou terra), criando um desenho em relevo positivo, ou pela retirada de sedimentos superficiais de modo a expor uma rocha subjacente, criando um relevo negativo. Em ambos os casos a formação da imagem se dá pelo fato de que a região trabalhada se destacará do solo natural do local, formando o desenho. Entre os mais famosos geoglifos negativos estão as Linhas de Nazca, no Peru.
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ID:	166391
                        Geoglifo na Fazenda Colorada, Acre (foto da internet).

                        Feita a foto em frente ao Palácio Rio Branco, contabilizamos mais uma etapa cumprida dentro do desafio Bandeirante Fazedor de Chuva.
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ID:	166390
                        Palácio Rio Branco, sede do Governo do Estado do Acre
                        Última edição por Osmar; 05-05-13, 20:10.

                        Comentário

                        • Osmar
                          Fazedor de Chuva

                          • Sep 2011
                          • 257

                          #102
                          Enquanto pratico a edição de textos com o aplicativo Forum Runner, aproveito a oportunidade para inserir mais algumas fotos de Rio Branco, a bela capital do Estado do Acre.
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ID:	166416
                          Biblioteca Pública, na Avenida Brasil, Praça da Biblioteca.

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ID:	166417
                          Central de Serviço Público - OCA Rio Branco é um espaço da cidadania, que visa à facilidade de acesso do cidadão aos serviços públicos

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ID:	166418
                          Catedral de Rio Branco
                          Última edição por Osmar; 06-05-13, 10:56.

                          Comentário

                          • Jacob Bussmann Filho
                            Fazedor de Chuva

                            • Dec 2011
                            • 2788

                            #103
                            Valeu Osmar,voce vai ficar craque nisso , igual andas de moto, parabéns e continuo aqui na garupa, visitando esse grande Brasil
                            pela lente da tua camera e agora também do Ipad....rsrsrsr

                            Abração a voce e a Terezinha , e que o Senhor , nosso Deus, a que tudo conhece continue abençoando voces

                            FC Jacob
                            GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

                            Comentário

                            • Osmar
                              Fazedor de Chuva

                              • Sep 2011
                              • 257

                              #104
                              Continuando o meu aprendizado na arte de colocar textos e fotos no site, através do IPad, com o uso do aplicativo Forum Runner, vamos à tarefa da aula de hoje.
                              Estou anexando fotos do jantar em Rio Branco, no restaurante Big Mania, situado bem pertinho do hotel João Paulo, onde estávamos hospedados. Bem prá falar a verdade, o Big não chega a ser um restaurante. Trata-se de uma simpática lanchonete, cujo garçon, digo, atendente, é motociclista e nos recebeu e nos atendeu como as pessoas mais importantes do mundo. Depois vi que ele tratava assim todos os fregueses. Não é à toa que o lugar é bastante concorrido. Gostamos do lugar.

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ID:	166419
                              Suco de cupuaçu batido com leite, acompanhado de poderoso X-Salada.

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                              Suculento bife de picanha mal passado, acompanhado de uma "geladinha".

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                              E de sobremesa, açaí cremoso, para compartir.

                              Comentário

                              • Osmar
                                Fazedor de Chuva

                                • Sep 2011
                                • 257

                                #105
                                Neste ponto, interrompo as postagens dos relatos desta viagem neste tópico, para fazê-las noutro, que trata do desafio Cardeal Fazedor de Chuva: Uiramutã, uma Cidade Longe Demais, já que estamos muito próximos do extremo oeste do Brasil, e resolvemos dar um "pulinho" até lá. Em breve, retornaremos.
                                Última edição por Osmar; 09-05-13, 16:59.

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