157/295 - Major Vieira - 13/10/2012
Não tem moleza em termos de hotelaria.
Dormimos no Hotel Santa Catarina, em Canoinhas, por R$175, que acabou valendo todos os reais pagos, especialmente pela localização central, bom quarto e saboroso café da manhã.

Partimos rumo ao novo dia que prometia ser longo e pelo que anunciava, com aquela temperatura na casa dos 20º, nublado, para nós, ideal para andar de moto.
Chegamos em Major Vieira, muito prazer, após 28 km sem nenhuma novidade, nem movimento, cujo nome foi uma homenagem ao primeiro intendente de Canoinhas.

Dentre os 7.500 major-vieirenses, fica o destaque para os estudantes universitários que tem as suas passagens para as respectivas faculdades pagas pela prefeitura assim como 50% das mensalidades das mesmas.
Não sei quais os critérios mas fico pensando com os meus botões se esta informação é totalmente procedente, aí já começa o assistencialismo, não porque seja contra somente pelo fato de ser contra, mas seria interessante saber qual a contrapartida que os estudantes dão aos contribuintes depois de formados.
Cobrarão mais caro pelos serviços prestados?
158/295 - Papanduva
Ponto de parada para descanso dos tropeiros gaúchos que subiam para São Paulo, recebeu, diz a história, este nome em função de um tipo de pastagem chamado de papuã, que facilmente derivou para Papanduva, onde vivem 18.000 papanduvenses, distante somente 23 km da nossa parada anterior.
Não entendi muito, mas se é assim...

Um dos destaques é a pista de terra para corrida de motos, considerada a melhor do estado. Segundo os especialistas, é uma pista de velocidade e curvas acentuadas, segura, devido o baixo número de acidentes e um ponto alto, o público consegue assistir 100% da prova independente do ponto em que estiver.
Está aí um bom começo para firmar a cidade dentro do calendário nacional deste tipo de corrida.
159/295 - Itaiópolis
Agora o tiro já foi de 42 km com a temperatura maravilhosa para rodar e chegar até esta cidade onde vivem ao redor de 20.300 itaiopolenses.

A cultura local também é extrativista pois foram até o esgotamento, como em toda a região, das florestas de araucária, embuia e canela entre outras madeiras nobres, observando-se agora extensas áreas reflorestadas com pinus e eucaliptos, o que continua confirmando a vocação local para esta atividade primária.

Muitos sobrenomes poloneses, alemães, ucranianos e russos entre os seus moradores que continuam tendo na agricultura a fonte de subsistência que pegaram o polis do grego e juntaram com o "I" que em tupi significa água, mais "taió", que vem de "ita", pedra, ou seja, depois dessa lambança toda traduziríamos como a cidade do rio de pedra.
Será?
Sinto que o meu tupi-guarani está muito fraco!
160/295 - Monte Castelo
Incrível, mas é outra cidade que nunca tínhamos ouvido falar, que precisou de um tiro de 61 km para alcança-la, onde vivem em torno de 8.400 monte-castelenses que homenagearam os brasileiros que conquistaram Monte Castelo, na Itália, durante a II Guerra Mundial.

Tomada de Monte Castelo pelos FC
Interessante a grande estátua na praça principal da cidade, em homenagem ao o monge João Maria, que profetizava e realizava curas com ervas medicinais. Além de tudo o dito cujo plantava uma cruz por onde passava e aqui não foi diferente, sendo celebrada a Festa da Santa Cruz, pelos seus devotos.

Fé é fé e não temos o direito de discuti-la a não ser quando existe dinheiro no meio proporcionando fé de mais para uns e fé de menos para outros.
161/295 - Timbó Grande
O Grande no nome do município teve como objetivo a diferenciação da homônima que já existia na região de Blumenau, que era o nome de um tipo de cipó que os índios utilizavam nas suas atividades.

E grande também foi o tiro de 86 km para chegarmos até onde vivem os 7.200 timbograndenses que convivem numa área com a presença quase extinta das araucárias ou pinheiro do Paraná.
Seguimos em frente após os registros de lei.

Total percorrido : 240 km - Total geral : 8.356 km
Não tem moleza em termos de hotelaria.
Dormimos no Hotel Santa Catarina, em Canoinhas, por R$175, que acabou valendo todos os reais pagos, especialmente pela localização central, bom quarto e saboroso café da manhã.
Partimos rumo ao novo dia que prometia ser longo e pelo que anunciava, com aquela temperatura na casa dos 20º, nublado, para nós, ideal para andar de moto.
Chegamos em Major Vieira, muito prazer, após 28 km sem nenhuma novidade, nem movimento, cujo nome foi uma homenagem ao primeiro intendente de Canoinhas.
Dentre os 7.500 major-vieirenses, fica o destaque para os estudantes universitários que tem as suas passagens para as respectivas faculdades pagas pela prefeitura assim como 50% das mensalidades das mesmas.
Não sei quais os critérios mas fico pensando com os meus botões se esta informação é totalmente procedente, aí já começa o assistencialismo, não porque seja contra somente pelo fato de ser contra, mas seria interessante saber qual a contrapartida que os estudantes dão aos contribuintes depois de formados.
Cobrarão mais caro pelos serviços prestados?
158/295 - Papanduva
Ponto de parada para descanso dos tropeiros gaúchos que subiam para São Paulo, recebeu, diz a história, este nome em função de um tipo de pastagem chamado de papuã, que facilmente derivou para Papanduva, onde vivem 18.000 papanduvenses, distante somente 23 km da nossa parada anterior.
Não entendi muito, mas se é assim...
Um dos destaques é a pista de terra para corrida de motos, considerada a melhor do estado. Segundo os especialistas, é uma pista de velocidade e curvas acentuadas, segura, devido o baixo número de acidentes e um ponto alto, o público consegue assistir 100% da prova independente do ponto em que estiver.
Está aí um bom começo para firmar a cidade dentro do calendário nacional deste tipo de corrida.
159/295 - Itaiópolis
Agora o tiro já foi de 42 km com a temperatura maravilhosa para rodar e chegar até esta cidade onde vivem ao redor de 20.300 itaiopolenses.
A cultura local também é extrativista pois foram até o esgotamento, como em toda a região, das florestas de araucária, embuia e canela entre outras madeiras nobres, observando-se agora extensas áreas reflorestadas com pinus e eucaliptos, o que continua confirmando a vocação local para esta atividade primária.
Muitos sobrenomes poloneses, alemães, ucranianos e russos entre os seus moradores que continuam tendo na agricultura a fonte de subsistência que pegaram o polis do grego e juntaram com o "I" que em tupi significa água, mais "taió", que vem de "ita", pedra, ou seja, depois dessa lambança toda traduziríamos como a cidade do rio de pedra.
Será?
Sinto que o meu tupi-guarani está muito fraco!
160/295 - Monte Castelo
Incrível, mas é outra cidade que nunca tínhamos ouvido falar, que precisou de um tiro de 61 km para alcança-la, onde vivem em torno de 8.400 monte-castelenses que homenagearam os brasileiros que conquistaram Monte Castelo, na Itália, durante a II Guerra Mundial.
Tomada de Monte Castelo pelos FC
Interessante a grande estátua na praça principal da cidade, em homenagem ao o monge João Maria, que profetizava e realizava curas com ervas medicinais. Além de tudo o dito cujo plantava uma cruz por onde passava e aqui não foi diferente, sendo celebrada a Festa da Santa Cruz, pelos seus devotos.
Fé é fé e não temos o direito de discuti-la a não ser quando existe dinheiro no meio proporcionando fé de mais para uns e fé de menos para outros.
161/295 - Timbó Grande
O Grande no nome do município teve como objetivo a diferenciação da homônima que já existia na região de Blumenau, que era o nome de um tipo de cipó que os índios utilizavam nas suas atividades.
E grande também foi o tiro de 86 km para chegarmos até onde vivem os 7.200 timbograndenses que convivem numa área com a presença quase extinta das araucárias ou pinheiro do Paraná.
Seguimos em frente após os registros de lei.
Total percorrido : 240 km - Total geral : 8.356 km



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