Nós, de moto Rumo ao Alasca

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  • Carlos Velasco
    Fazedor de Chuva

    • Sep 2014
    • 466

    #16
    Sétimo Dia: 24/02/16 – Quarta-Feira - San Pedro - Turismo!
    São Pedro do Atacama – Turismo
    Após termos descansado bastante, sem hora para acordar, tiramos o dia para desvendar San Pedro.

    De manhã pegamos as motos e fomos para a Termas de Puritama, aproximadamente 30 km da cidade, por estrada de terra, mas estava fechada em virtude da tormenta do dia anterior.

    Fizemos um lanche lá, contemplando a paisagem deslumbrante. Aproveitamos para tirar fotos da paisagem e da nossa incursão por estradas de terra nesta viagem.


    Fomos então para a Laguna Cejar, uma lagoa natura com alta concentração de sal e por isso nossos corpos flutuavam sobre a água.

    Pura brincadeira de criança, nos divertimos muito, mas pegamos bastante sol do deserto que não estávamos acostumados, mas valeu a pena!

    A tarde fomos em um Tour para o Valle de La Luna, onde vimos paisagens lindíssimas e tiramos muitas fotos, mas no final do passeio a chuva caiu novamente, incrível chuva no Deserto do Atacama dois dias consecutivos

    A noite jantamos no restante Del Carmen, comida rápida e cerveja gelada...muito bom!
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    • Carlos Velasco
      Fazedor de Chuva

      • Sep 2014
      • 466

      #17
      Oitavo Dia: 25/02/16 – Quinta-Feira San Pedro de Atacama - Chañaral
      São Pedro de Atacama - Chañaral

      Saímos as 8h15min do hotel após um delicioso café. Acreditávamos que teríamos um dia tranquilo pois eram aproximadamente 700 km sem grandes altitudes, porém sem poder andar muito por conta das informações do grande controle de velocidade que existe no Chile.
      Mas tínhamos uma grande expectativa de chegar em um lugar especial que era a "La mano del deserto", onde era impossível não passar e fazer a clássica foto na frente da escultura.

      Enfim chegamos e realmente foi um momento mágico, onde mais uma vez sentimos a grandeza do Deserto.

      Chegamos em Chañaral as 16h40min, com tempo ótimo, nos hospedamos no Hotel Casa Blanca.

      Tomamos um banho rápido e fomos curtir o visual, acompanhados da cerveja mais gelada da viagem.
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      • Carlos Velasco
        Fazedor de Chuva

        • Sep 2014
        • 466

        #18
        Nono Dia: 26/02/16 – Sexta-Feira - Chañaral a La Serena


        Como bem dito no tópico anterior, a cerveja estava tão gelada, mas tão gelada, que avançamos bastante no horário e na quantidade, de maneira que combinamos sair um pouco mais tarde neste dia.

        E assim fizemos.

        Releva registrar que Chanaral nos acolheu muito bem, e um dos garçons que nos atenderam, relatou a tragédia ocorrida no ano passado na cidade, por conta das torrenciais chuvas que caíram. O povo do Chile é diferente mesmo. Muito acolhedor

        Não sabemos bem se foi por conta do relato da tragédia, ou por precaução dos viajantes, mas no meio da noite tocou uma sirene ensurdecedora, e Chañaral é uma cidade onde existe uma plaquinhas dizendo "Área de evacuação de Tsunamis".

        Pensem em um desespero!

        Carlão foi parar na recepção do hotel, com receio do que poderia ser aquele barulho tao desesperador e ficou sabendo que era um incêndio, e assim pode dormir tranquilo.

        Bom, depois do nosso café da manha, começamos a deslocar sentido a La Serena, coisa de aproximadamente 550Km.

        Esta parte da viagem foi interessante, pois pela primeira vez costeamos o Pacifico, vezes por pistas retas e duplas, outras por caminhos sinuosos e de pista simples.

        Logo no inicio pegamos uma temperatura amena, o que emprestava maior conforto a viagem e seguimos ate a cidade de Copiapó, cidade que houve o acidente com os Mineiros no ano de 2010, mas que no pouco temos que lá permanecemos, se mostrou aprazível e acolhedora.

        Abastecemos e fizemos um lanche reforçado para continuarmos a estrada.

        Alias, as estradas do Chile são impressionantes. Impecáveis. Perfeitas.

        Em alguns trechos aproveitávamos alguns Chilenos mais apressados e íamos atrás para tentar melhorar o rendimento do deslocamento, pois andar a 100 ou 110km/h, além de não render, da um sono danado.

        Andamos muitos quilômetros em uma espécie de altiplano, deixando a costa por um grande tempo.

        Após a cidade de Vallemar andamos em um ritmo forte, haja vista que a pista se mostrava perfeita para uma tocada mais quente. Curvas e mais curvas de alta.

        Mais uma vez as GSs mostraram ser tanques de guerra, com pneus slick.

        Ritmo firme ate chegarmos novamente no litoral. Visual incrível. Descíamos a 10 metros do nível do mar e subíamos a 170 metros em poucos quilômetros. Indescritível!

        Chegamos em La Serena e buscamos informações sobre o Passo Água Negra, que é a aventura de amanha, pois acaso estivesse fechado mudaríamos a rota.

        Obtivemos informação que estaria aberto, e assim fomos atrás de mantimentos e acomodações. Conseguimos alugar uma cabana, com dois quartos para passarmos a noite.

        Fizemos um lanche e depois fomos jantar no "Pica Mar Adentro" (tem base?). Espetacular, apesar do nome.


        Compramos uma cervejinha para tirarmos a apreensão do dia seguinte. Vários quilômetros de rípio

        e o passo mais alto que passaríamos. Mas amanhã e outro dia.
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        • Carlos Velasco
          Fazedor de Chuva

          • Sep 2014
          • 466

          #19
          Decimo dia – 27-02-2016 – La Serena – Mendoza

          Neste dia enfrentaríamos o nosso primeiro grande desafio da viagem. Atravessar o Paso Água Negra, sendo que a complicadora eram os 170 quilômetros de rípio, um tipo de cascalho.

          Acordamos bem cedo, com as motos já abastecidas e saímos rumo a Vicuna. Temperatura entre 12 e 16 graus nas primeiras horas da manha.

          Quanto mais nos afastávamos de La Serena mais a paisagem ficava deslumbrante. Enormes montanhas dos dois lados, e sempre a nos acompanhar um pequeno riacho de água verde cristalina.

          Assim andamos por quilômetros e a mãe natureza cada vez mais se mostrava majestosa em sua plenitude, deixando-nos conscientes da nossa insignificância.

          Paramos para tirar algumas fotos perto dos paredões que se formavam, tentando registrar um pouco da beleza do lugar, para que num futuro próximo possamos relembrar estes dias.


          Chegamos enfim na Aduana e Migracion, sendo que após os devidos tramites o rípio se abriu a nossa frente.

          No inicio mais tranquilo, com alguns trechos de asfalto e desvios, mas depois começamos efetivamente a subir a Cordilheira. Importante ressaltarmos que saímos do nível do mar neste dia, ou seja, coisa de 5 metros, e neste momento já estávamos a mais de 2400 metros.

          O Rípio nos deixava tensos, afinal, acaso acontecesse uma queda ou uma pane em uma das motos a possibilidade de resgate ali era próxima de zero.

          Alguns carros fizeram a aduana junto conosco, e por terem saído na nossa frente pegamos um pouco de poeira antes de ultrapassa-los.

          A tensão era grande, mas as paisagens, as cores, a mudança da geografia, tudo isso nos animava a subir mais e mais.

          Com mais de 3.000 metros de altitude chegamos em uma lago maravilhoso, de um verde hipnotizante, e tivemos que parar rapidamente para registrar este momento.

          Varias surpresas nos aguardavam. Cada paredão com uma cor, com uma matiz, com uma personalidade diferente. Ao lado sempre um despenhadeiro a testemunhar a nossa ousadia de querer subir os Andes, com garupa e muita carga.

          O frio era intenso. Coisa de 4,5 a 11 graus, dependendo do trecho e da corrente de vento.

          Chegamos a pegar 3,5 graus em determinados trechos, e o impressionante era que quando estávamos em deslocamento não sentíamos tanto o frio, mas nas paradas para foto ele se mostrava em toda a sua intensidade. Em alguns lugares ainda encontramos o gelo nas encostas, o que foi devidamente registrado pelas nossas competentes fotografas e companheiras de viagem, Evelyn e Mirian.

          Após algumas horas chegamos enfim no Paso Agua Negra, com 4779 metros de altitude. Descemos das motos para fazer o registro, mas o frio estava insuportável. O vento era intenso, ao ponto de querer derrubar as motos. Sem contar com os efeitos do ar rarefeito, que no peru chamam de soroche.

          Tínhamos que andar devagar, não fazer esforço, pois nesta situação, acaso não sigamos estas regras, ficamos com um mal estar intenso e falta de ar. Pressão da cabeça e zonzeira. Acredito que estamos ficando habituados, por assim dizer, em situações que tais, pois não sentimos em nenhum momento estes males.

          Após os registros fotográficos começamos a descer a Cordilheira. Situação que a moto fica ainda mais instável acrescentando uma dificuldade a mais na tocada.

          Descemos, descemos e descemos... muito tempo. Ate passarmos pela Gendarmeria Argentina. Indagamos a ele se poderíamos usar o espaço para comermos os mantimentos que havíamos trazido. O simpático oficial nos informou então que logo a frente existia uma área de camping onde poderíamos fazer a nossa refeição.

          Paramos então nesta área, ao lado de um regato, com sombra e algumas pedras que usamos como mesa e para sentar. Já era aproximadamente 14hs, e o presunto, atum, patês, pão e biscoitos que levamos tinham um sabor de banquete, pois só havíamos tomado café da manha.

          Relaxamos um pouco e seguimos para a Aduana e Migración. Na Argentina o asfalto ficou ruim e já na Aduana a temperatura foi para 27 graus.

          Após termos dado entrada na Argentina paramos em Iglesia no primeiro, e único, posto que encontramos. Abastecemos, tomamos agua, café e relaxamos um pouco para então seguirmos viagem.

          A ideia era chegar em San Juan, aproximadamente 184 km de distancia, mas pensamos que seria melhor tocarmos ate Mendoza, pois assim teríamos no domingo um day-off de descanso.

          Decidimos tentar chegar.

          Pegamos trechos de asfalto horríveis, com buracos e depressões na pista. Retas intermináveis e temperatura subindo, e subindo muito.

          Enfim chegamos a San Juan, passamos pela perimetral da cidade e seguimos rumo a Mendoza. Mais retas e mais calor. Acima de 30 graus.

          De moto e complicado. Pegamos uma amplitude térmica de 30 graus, pois saímos de 3,5 na cordilheira para 33,5 chegando em Mendoza. E já eram mais de 19hs!

          Neste trecho algumas crianças dentro de uma caminhonete acenaram pra gente. Pode parecer bobeira, mas nos sentimos felizes com essa receptividade pueril. Motociclismo é isso!

          Chegamos em Mendoza as 20hs e ajustamos o GPS para o hotel Mendoza.

          Após estarmos devidamente instalados saímos para jantar, na Sarmiento, uma espécie de Calçadão (peatonal).

          Pedimos uma cerveja e conseguimos tomar apenas duas, devido ao sono e cansaço.

          Estávamos cansados sim, mas creio que a ficha ainda não havia caído, pois a adrenalina do dia inteiro ainda não havia se dissipado.

          Não fizemos nada de mais é verdade. Fizemos uma travessia que qualquer pessoa poderia fazer, mas como dizem os Fazedores de Chuva: Poucos fazem!
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          • Gilmar Dessaune
            Fazedor de Chuva

            • Oct 2012
            • 6891

            #20
            Espetacular a narrativa, só temos a agradecer, estamos fazendo a viagem virtual certinha... igual vocês fizeram. Muito obrigado.

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            • Carlos Velasco
              Fazedor de Chuva

              • Sep 2014
              • 466

              #21
              Decimo Primeiro dia – 28-02-2016 – Mendoza - Day Off

              Domingo em Mendoza. Quase nada para se fazer.

              Aproveitamos para descansar pela manha e pegamos algumas dicas do Trip Advisor para o nosso almoço.

              Escolhemos o La Marchigiana. Tomamos um malbec e comemos boa comida.


              Descansamos a tarde e depois fomos dar uma volta de moto, mesmo porque precisamos abastecê-las.


              Fomos no café Havana e tomamos um lanche a tarde, depois nos reunimos no Restaurante do Hotel para atualizarmos as informações, assim como a ida para Santiago amanha.

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              • Carlos Velasco
                Fazedor de Chuva

                • Sep 2014
                • 466

                #22
                Décimo Segundo dia - Mendoza - Santiago

                Saímos ao amanhecer e de imediato fomos ao encontro da onipotente cordilheira dos Andes, estava bem fresquinho e logo paramos para vestir mais roupas de frio!

                Seguimos em direção ao Chile por paisagens espetaculares! Seguimos por horas em um vale, margeando um riacho, onde o pessoal pratica rafting!

                Também ao nosso lado, íamos acompanhando a velha estrada de ferro que atravessava por túneis e pontes, deixando a paisagem ainda mais bucólica!

                Antes de seguir até a fronteira paramos no parque do Cerro Aconcágua e fizemos uma caminhada de 1km para ter acesso ao mirante! A vista é espetacular! Vale a pena a parada!

                Seguimos e pouco mais à frente adentramos no famoso túnel Internacional Cristo Redentor, que divide Argentina do Chile e possui mais de 3 km!

                Fizemos os trâmites imigratórios e paramos para almoçar em um restaurante à beira da estrada, onde tivemos uma saborosa refeição.

                Não demoramos muito, pois precisávamos chegar a Santiago a tempo de trocar os pneus traseiros na loja Moto Aventura e deixar as motos na BMW, pois as mesmas passariam por revisões de 20.000 km no dia seguinte!
                Havíamos feito reserva no Park Plaza Apart Hotel, onde ficamos muito bem acomodados!
                De noite fomos comer uma "Centolha" em um restaurante chamado "A Su Merced". Fica na rua Merced e segundo as informações colhidas o Chef era do Galeón, do mercado municipal. Bom Jantar! O Garçom Hans é um show a parte. Conquista os clientes. Valeu a pena.
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                • Carlos Velasco
                  Fazedor de Chuva

                  • Sep 2014
                  • 466

                  #23
                  Nossos relatos a partir de Santiago serão mais pobres, com poucos detalhes. Perdemos as anotações. Então, será o pouco q lembramos de cabeça.

                  Revisão feita e pneus trocados pegamos sentido sul, pra cidade de Osorno, mas escureceu e resolvemos dormir em uns simples mas charmosos chalés à beira da estrada.

                  Foram quase 900 km nesse dia....
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                  Última edição por Carlos Velasco; 30-03-18, 22:26.

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                  • Carlos Velasco
                    Fazedor de Chuva

                    • Sep 2014
                    • 466

                    #24
                    Dia seguinte seguimos até Bariloche, onde havíamos programado pernoitar e passar o dia seguinte turistando.

                    Abortamos pois era verão e não tinha lá muitas coisas para se ver. Bariloche deve ser muito gostoso de passar uns dias, mas no inverno, com neve....

                    A fronteira do Chile com a Argentina é espetacular.
                    Vale o caminho...
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                    Última edição por Carlos Velasco; 31-03-18, 22:20.

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                    • Carlos Velasco
                      Fazedor de Chuva

                      • Sep 2014
                      • 466

                      #25
                      Nosso destino turístico seria a cidade de El Calafate, para conhecer o imponente glaciar Perito Moreno.
                      Descemos pela famosa Ruta 40, dormimos na cidadezinha de Perito Moreno, e no dia seguinte chegamos na cidade de El Valafate, onde está o imponente glaciar Perito Moreno.

                      Para nós foi o melhor destino da viagem, inclusive superando Ushuaia.
                      Por lá tb fomos a um bar gelado muito legal e interessante. Vc usa uma roupa especial e pode ficar por no máximo 30 minutos.
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                      • Carlos Velasco
                        Fazedor de Chuva

                        • Sep 2014
                        • 466

                        #26
                        Passamos uns dias por El Calafate e seguimos para outro lugar muito legal, a cidade de Puerto Natales, onde está o parque das torres del paine. Lugar muito bonito tb.
                        Passamos dois dias por la.
                        Eu já havia programado de pedir a Evelyn em casamento durante a viagem. A data iria coincidir com a dia do aniversário dela 08/03 e a cidade seria Puerto Natales.
                        Pra não chamar a atenção o Gustavo e a Mirian levaram as alianças para mim, e no dia fizemos um verdadeiro malabarismo pra ela não perceber o q estava rolando.
                        Deu certo, ela não percebeu e foi pega de surpresa.... ainda bem q eu não fui pego de surpresa e ela aceitou. Rsrs
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                        • Gilmar Dessaune
                          Fazedor de Chuva

                          • Oct 2012
                          • 6891

                          #27
                          Que lindo!!!! Parabéns ao casal... e vamos comer boloooooo....

                          Comentário

                          • Carlos Velasco
                            Fazedor de Chuva

                            • Sep 2014
                            • 466

                            #28
                            Kkkkk
                            Agora só nas bodas FC Gilmar.
                            Abraço.

                            Comentário

                            • Carlos Velasco
                              Fazedor de Chuva

                              • Sep 2014
                              • 466

                              #29
                              De Puerto Natales seguimos para Punta Arenas, onde pretendíamos cruzar o estreito de Magalhães para Porvenir, e de lá chegar a Ushuaia.
                              Nao havia ferry então seguimos mais ao norte e cruzamos por Punta Delgada.
                              Dia 10/03/16 chegamos ao nosso destino final, Ushuaia.
                              Foi uma sensação muito gostosa e indescritível.
                              Arquivos Anexos

                              Comentário

                              • Carlos Velasco
                                Fazedor de Chuva

                                • Sep 2014
                                • 466

                                #30
                                Ushuaia é um destino turístico muito procurado. Há varias atrações.
                                Fomos até o último farol do mundo (esse na maioria das camisetas dos FC’s), museu, Bahia Lapataia e batemos carimbo nos passaportes nos correios do fim do mundo.
                                Um restaurante q gostamos muito, foi o Viejo Marino. O proprietário dele pesca as centollas durante o dia e serve a noite. A melhor q existe.
                                Gostamos tanto q fomos duas vezes, e nele fundamos o Nós, de moto. Rsrs
                                Motoclube de 4 integrantes q são apaixonados por viagens de motos e q gostam de viajar turistando, conhecendo e curtindo os bons momentos da viagem.


                                Passamos 3 dias por lá turistando e pegamos proa Norte retornando para casa.
                                Arquivos Anexos

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