Nós, de moto Rumo ao Alasca

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  • Carlos Velasco
    Fazedor de Chuva

    • Sep 2014
    • 466

    #1

    Nós, de moto Rumo ao Alasca

    Dia 01 - 22/03/18
    Após dois anos exatos da nossa chegada de Ushuaia começamos nossa tão sonhada viagem na proa Norte, rumo ao Alasca.
    Eu com minha esposa Evelyn, e meu irmão/amigo Gustavo e sua esposa Mirian Cardoso, nossas sempre companheiras de viagem, nas garupas.
    Primeiro dia será de Pontes e Lacerda MT onde moramos, até Porto Velho. 1.100 km
    Arquivos Anexos
  • Gilmar Dessaune
    Fazedor de Chuva

    • Oct 2012
    • 6891

    #2
    Boa tarde FC Carlos,

    Que linda notícia hein!!!! Parabéns pelo início da jornada.

    Procurei seu tópico sobre o Ushuaia mas não encontrei, você chegou a postar aqui no site essa viagem?

    No mais agora é desfrutar dessa giga aventura pelas 3 américas não deixando de fazer as fotos obrigatórias para atender as regras do desafio Grande Cacique Fazedor de Chuva. Se não as leu ainda, estão na aba Passaporte, são simples.

    Abração e cliquem muito para nos contar tudo... estamos na garupa virtual dessa jornada.

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    • Carlos Velasco
      Fazedor de Chuva

      • Sep 2014
      • 466

      #3
      Olá FC Gilmar. Como está?
      Eu não consegui postar a viagem de Ushuaia nos tópicos.
      Postei apenas algumas fotos no álbum.
      Obrigado e forte abraço.

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      • Gilmar Dessaune
        Fazedor de Chuva

        • Oct 2012
        • 6891

        #4
        Então aproveita agora e posta a viagem ao Ushuaia aqui, por favor. Para homologar depois todo o desafio, precisamos das fotos todas.
        Abração e bon voyage.

        Comentário

        • Carlos Velasco
          Fazedor de Chuva

          • Sep 2014
          • 466

          #5
          Farei isso meu amigo.
          Duas outras duvidas:
          - nessa viagem fiz junto com o FC Gustavo e nossas esposas. Eu postando e mencionando eles, contabiliza pra eles tb?
          - no “passaporte” diz para entrarmos em contato com os administradores e passar o nosso cronograma. Não temos nada definido... como fazer?

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          • Gilmar Dessaune
            Fazedor de Chuva

            • Oct 2012
            • 6891

            #6
            Boa noite, para as esposas é preciso que apareçam nas fotos obrigatórias em todo o percurso, juntas com vcs ou separadas com as motos. Não fazemos distinção entre piloto e garupa, ambos tem o mesmo mérito nos desafios, só precisam aparecer nas fotos obrigatórias.

            O planejamento solicitado é só o básico, pode descrever.

            Comentário

            • Carlos Velasco
              Fazedor de Chuva

              • Sep 2014
              • 466

              #7
              Perfeito FC Gilmar.
              Saímos de Pontes e Lacerda. O Gustavo é de São José dos Quatro Marcos, e saiu de lá, encontramos em Lacerda e seguimos rumo Norte.
              Passaremos por Cusco, Lima, Equador e Bogotá. De lá despacharemos as motos até O Panamá via aérea e seguiremos até a casa do nosso amigo FC Zaqueu em Miami.
              Lá deixaremos as motos e aguardaremos a janela de tempo para seguirmos até o Alasca.

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              • Carlos Velasco
                Fazedor de Chuva

                • Sep 2014
                • 466

                #8
                Nós, de moto Rumo Ushuaia

                Relato da nossa viagem a Ushuaia em março de 2016.
                Fizeram essa viagem eu, Carlos Velasco, minha esposa Evelyn,meu amigo/irmão Gustavo Cardoso e sua esposa Mirian.
                À época não conseguimos postar os relatos.
                Escrevíamos a 4 mãos, e agora posto nossa viagem aqui.
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                Comentário

                • Carlos Velasco
                  Fazedor de Chuva

                  • Sep 2014
                  • 466

                  #9
                  Primeiro Dia: 18/02/16 – quinta feira

                  Cuiabá/Campo Grande
                  By Carlos e Evelyn.

                  Enfim começamos a nossa tão sonhada, planejadas e aguardada viagem!

                  Nosso primeiro dia, na realidade foi dividido em dois dias. Fomos um dia antes do programado para Cuiabá para trocar o pneu dianteiro da moto e realizar alguns ajustes e também atualizar os GPS na BMW.

                  O Reinaldo que trabalha na BMW se desdobrou em 3 (ligou na Garmin, entrou em contato com colegas, rezou...), mas não conseguiu atualiza-los.

                  O Gustavo havia mandado o dele pela van e junto com o dele deixei o meu para pega-lo no dia seguinte, mas mesmo assim não deu certo.

                  No outro dia cedo aguardamos o Gustavo e a Miriam no sinuelo, junto também vieram o Alysson e sua esposa Mírian que iriam conosco até Ponta Porã.

                  Saímos de Cuiabá já passado das 11h00min e seguimos rumo ao nosso primeiro destino, Campo Grande-MS.

                  O trecho Cuiabá/Rondonópolis (velho conhecido nosso) é desanimador!

                  São pouco mais de 200 km totalmente travados e além de um calor insuportável. Após pararmos novamente para um lanche no Sinuelo de Rondonópolis seguimos viagem agora com o trânsito mais fluido.

                  A noite caiu uns 100 km antes de Campo Grande e como se não bastasse começou a chover.

                  Chegamos às 21:00h direto ao hotel, tomamos banho e saímos para comer juntamente com uns amigos de lá.

                  Os dois Lucianos. O Luciano Chulita e o Luciano Da lua, que são amigos da TAC - Transamazonia Chalenge e o Marcos Camponez, amigo antigo do Gustavo, desde a época de Presidente Prudente.

                  Fomos ao Outback, tomamos alguns chopps, jantamos e fomos direto para o Hotel. Cansados pelo trajeto maçante. Amanha a proa é Ponta Porã!

                  Comentário

                  • Carlos Velasco
                    Fazedor de Chuva

                    • Sep 2014
                    • 466

                    #10
                    Segundo Dia: 19/02/16 – Sexta-feira - Campo Grande - Ponta Porã
                    Campo Grande/Ponta Porã
                    By Carlos e Evelyn

                    Acordamos por volta das 08h00min e seguimos viagem.


                    Este trecho também é bastante conhecido nosso e foi tranquilo de ser feito, apesar do calor intenso que fazia.

                    Chegamos e fomos direto na "migraciones" do Paraguai fazer a nossa entrada e após fomos ao Hotel Barcelona nos acomodar.

                    Como não somos de ferro demos um pulo no shopping China, mas com o dólar à R $4,15, foi bem desanimador! Mesmo assim saímos de lá com algumas sacolinhas. Carlos, Gustavo e Alysson aproveitaram para tomar alguns chopp's.




                    Depois aproveitamos para jantar no Paraguai, em um restaurante bastante acolhedor chamado "Lo de Pepe". Comida farta e saborosa!

                    Ao chegar no hotel o Carlos ainda encontrou um amigo de Jauru que esta estudando na região.

                    Aproveitamos para tomar a saideira, mesmo porque a nossa viagem, pelo menos a parte internacional, começaria pela manha e a ansiedade era grande.

                    Comentário

                    • Abílio Mangueira
                      Fazedor de Chuva

                      • Feb 2015
                      • 1393

                      #11
                      Postado originalmente por Carlos Velasco Ver Post
                      Dia 01 - 22/03/18
                      Após dois anos exatos da nossa chegada de Ushuaia começamos nossa tão sonhada viagem na proa Norte, rumo ao Alasca.
                      Eu com minha esposa Evelyn, e meu irmão/amigo Gustavo e sua esposa Mirian Cardoso, nossas sempre companheiras de viagem, nas garupas.
                      Primeiro dia será de Pontes e Lacerda MT onde moramos, até Porto Velho. 1.100 km
                      Com "inveja", na garupa, na torcida, e rezando por vocês.
                      Boa viagem.
                      Abraço.

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                      • Carlos Velasco
                        Fazedor de Chuva

                        • Sep 2014
                        • 466

                        #12
                        Click image for larger version

Name:	BFE476DE-50F8-4F80-BAEB-EA2DD572B13B.jpeg
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ID:	291063Terceiro Dia: 20/02/16 – Sábado Ponta Porã/Resistência
                        Ponta Porã/Resistência

                        By Carlos e Evelyn
                        Levantamos de madrugadinha, pois nosso dia seria longo, pois tínhamos 760km para rodar e ainda teríamos que fazer a imigração na Argentina.

                        O Paraguai nos surpreendeu, tudo bem organizado, terras boas e uma paisagem digna de Europa.

                        Haviam muitas "trancas" da polícia, o que no início nos deixou um pouco apreensivos, mas foi só a impressão mesmo.

                        Neste trajeto fomos abordados pela primeira vez pela polícia paraguaia, os policiais nos solicitaram os documentos pessoais e os da moto, também nos perguntaram se tínhamos o "seguro de Mercosul" (Carta Verde), mas não pediram para ver.

                        Paramos a 240km de Ponta Porã, na churrascaria Boi na Brasa, que é de um gaúcho, onde fomos muito bem atendidos e comemos algumas empanadas, abastecemos e seguimos viagem em direção a Assunción.

                        Passamos também no chamado "Chaco Paraguayo", um imenso alagado cortado pela estrada. Muito calor, mas uma paisagem fascinante!





                        Próximo a Assunción dobramos a direita rumo a Clorinda e cruzamos o nosso velho conhecido e magnífico Rio Paraguai.




                        Velho conhecido, porque moramos próximo a sua nascente no MT e é nosso velho conhecido de pesca.


                        Quase a uns 10km da fronteira, fomos parados pela polícia do Paraguai, solicitaram todos os documentos como da primeira vez, mas desta vez pediram para ver a carta verde, onde checaram todos os dados, inclusive o número do chassis da moto (deu impressão de estarem procurando algo...sei lá, às vezes foi só impressão).

                        Na fronteira a saída do Paraguai e entrada para Argentina foi bem ágil, pois os guichês são lado a lado!

                        Quando estávamos passando pela Aduana Argentina, que também é em frente, fomos "eleitos" para uma inspeção.

                        O calor estava insuportável e o agente fez questão de abrir mala por mala.

                        Ele também solicitou o seguro carta verde para conferência e após olhá-lo levou para seu chefe para verificar de fato se estava tudo correto. Logo retornou nos entregando o seguro e nos liberando para seguirmos viagem.

                        Iríamos comer na fronteira, mas acabamos parando em Clorinda em uma conveniência, pois não encontramos restaurante para comer.

                        O atum com biscoito cream cracker foi um banquete pra gente, devido o adiantado da hora estávamos todos famintos!




                        Seguimos viagem, pois resistência ainda estava a 300km.

                        Havíamos reservado o Hotel Gala e seguimos direto para ele.






                        Chegamos ao fim do dia, corremos para um banho relaxante na piscina do hotel, que alias era maravilhoso.

                        Pesquisamos e decidimos ir jantar no restaurante Coco's, onde tomamos uma cervejinha e colocamos o papo em dia. A comida nos agradou bastante e ajudou a aumentar a nossa animação com a viagem que estava apenas começando.
                        Última edição por Carlos Velasco; 26-03-18, 17:59.

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                        • Carlos Velasco
                          Fazedor de Chuva

                          • Sep 2014
                          • 466

                          #13
                          Quarto Dia: 21/02/16 – Domingo Resistência - Salta

                          Resistência/Salta

                          HavÃ*amos combinado de levantar de madrugada para sairmos as 6h00min, pois nos alertaram muito sobre o calor que fazia neste trecho.

                          Assim sendo, as 6h30min partimos do hotel ainda no escuro, e logo adiante fomos presenteados com um lindo amanhecer do sol.








                          De resistência Ã* Salta é uma reta só, muito monótono, pois não existe nada de turÃ*stico além do chaco propriamente dito.

                          Para nossa sorte, felizmente o dia não foi dos mais quentes e não sofremos tanto quanto haviam dito que irÃ*amos sofrer (se bem que para quem mora em MT.....)

                          Encontramos dois grupos de motociclistas brasileiros em um posto na cidadezinha de Pampa del Infierno, os dois eram de SC! Um do pessoal de HD que estavam retornando de Antofagasta e outro de 3 amigos em Big Trail que estavam no mesmo sentido que a gente.









                          Após uma breve confraternização e pausa para foto, seguimos viagem. Chegamos a salta na metade da tarde e nos hospedamos no Hotel Ayres de Salta.






                          Fomos para a Praça Central num barzinho comer Salteña e tomamos Cerveja Salta, muito boa, mais bem quente para o padrão do Brasil.




                          A noite fomos ao Restaurante Posada de Caseros, onde comemos uma deliciosa Parrilhada Argentina.

                          Logo após o jantar andamos a noite pela parte central da cidade, conhecida como Salta, la linda! E de fato é....,
                          Arquivos Anexos
                          Última edição por Gilmar Dessaune; 26-03-18, 19:21.

                          Comentário

                          • Carlos Velasco
                            Fazedor de Chuva

                            • Sep 2014
                            • 466

                            #14
                            Quinto Dia: 22/02/16 – Segunda-feira Salta-Turismo
                            Salta-Turismo
                            Neste dia aproveitamos para descansar.

                            Acordamos mais tarde e fomos fazer uma caminhada para conhecer a cidade, andamos até a praça para fazer um passeio de teleférico que iria até o alto do moro São Bernardo, mas estava fechado por falta de energia.

                            Andamos mais um pouco e paramos em um aprazível barzinho chamado Charleston, como era uma segunda-feira aproveitamos para tomar uma cervejinha.

                            Salta é realmente impressionante. Cidade gostosa, acolhedora. Bares com mesas na calçada e culinária muito boa.

                            Paramos para almoçar no El Charrua, onde comemos uma ótima parrilhada.


                            De volta ao Hotel fomos a um City Tour em que visitamos vários pontos turísticos da cidade, inclusive o Monte São Bernardo e também a cidade de São Lorenzo, onde vimos várias mansões antigas e ouvimos a história local.




                            A noite fomos ao Restaurante do Hotel Almeria, onde comemos pratos refinados e com saborosos.


                            Salta, além de linda, é saborosa! Queremos voltar!
                            Arquivos Anexos

                            Comentário

                            • Carlos Velasco
                              Fazedor de Chuva

                              • Sep 2014
                              • 466

                              #15
                              Sexto Dia: 23/02/16 – Terça Feira Salta - San Pedro de Atacama
                              Salta/São Pedro do Atacama
                              Neste dia seria a primeira travessia que faríamos dos Andes. Pra quem não sabe nesta situações não se fala em quilometragem, mas sim em tempo. E não adianta teimar. Se alguem falar que você vai gastar três horas para percorrer 60km é melhor acreditar. Com os Andes não se brinca.

                              Pois bem.

                              Saímos do Hotel as 06h30min logo após tomar um café reforçado. Combinamos de sair cedo, pois tínhamos receio do trajeto, já que iriamos cruzar a Cordilheira dos Andes passando pelo Deserto do Atacama até chegar a cidade de São Pedro do Atacama.


                              Saímos de Salta com um clima muito agradável, em torno de 20 graus, com paisagens deslumbrantes, com a lua de um lado e o nascer do sol de outro.


                              Após alguns quilômetros a cordilheira começava a se mostrar. Meio preguiçosa é verdade, com curvas abertas, mas já dava pra sentir que as enfadonhas retas intermináveis eram coisa do passado.

                              Curvas, curvas e mais curvas. Sempre aumentando. Nossas motos bailavam naquela vastidão, já acostumadas com a tocada nervosa das retas, agora aprendiam as reduções e tomadas de curva. Uma delícia.

                              Paramos na cidade de Purmamarca para conhecermos, no entanto acreditamos que estávamos muito "temprano" para o ritmo da cidade. Nada aberto.

                              Tiramos uma foto da rodovia e seguimos, "para o alto e avante".

                              Ao longo do percurso a temperatura baixou muito, pois estávamos subindo em direção ao Paso de Jama.

                              Passamos neste trecho pelas "Salinas Grandes" em Jujuy (rurrui) na Argentina, lugar impressionante pelo porte e paisagem.


                              Chegamos a Aduana Argentina-Chile e todo o procedimento foi relativamente rápido, mas quando o agente da Aduana foi vistoriar nossas Motos a chuva começou a cair, e o frio aumentou ainda mais.

                              Esperamos um pouco, e quando a chuva deu uma trégua pegamos a estrada para passar no chamado Paso de Jama.


                              Logo que saímos da Aduana pegamos gelo na pista. Uns 20 centímetros de gelo recém caído. Uma paisagem diferente, que nos deixou apreensivos com as condições climáticas que viriam doravante.

                              A chuva passou, mas o frio aumentou muito, chegando a 4 graus, em uma altitude de quase 5000 mil metros.

                              No Chile começamos uma tocada diferente, bem tranquila. Mas o frio e o sono estavam realmente pegando.

                              Começamos a imprimir um ritmo mais forte, mesmo porque já estávamos bastante cansados. Novamente os Andes falavam: Quem manda aqui é a Cordilheira!

                              Impressionante que com mais de 4.000 metros de altitude existam tantas retas. Asfalto impecável e alguma curvas. Paisagens diferentes a cada curva. A chamada "Neve Eterna" a nos contemplar, algumas fotos foram necessárias para registrar este momento.


                              Começamos a descer e o frio diminuiu, mas quase chegando a São Pedro a chuva caiu novamente, e dos dois lados das estrada numa distancia próxima caiam muitos raios e trovões, com algo parecido com uma tempestade de areia.

                              E assim chegamos a São Pedro do Atacama com chuva e muito barro. Detalhe: fazia mais de um ano que não chovia em San Pedro!

                              Nos hospedamos no Hotel Don Raul, onde a princípio tivemos uma péssima impressão em virtude da sujeira causada pela chuva, mas apesar da simplicidade das acomodações o serviço de hotel e restaurante foram muito bons. Pratos refinados e saborosos. Curtimos aquele final de tarde saboreando a nossa primeira "cruzada de Andes"!


                              Após um banho quente e uns minutos de descanso fomos procurar um lugar para comer, e descobrimos que o Restaurante do hotel era muito bom, com pratos bem elaborados, conforme se vê acima.

                              Após algumas cervejas e alguns aperitivos fomos comer no restaurante Adobe por indicação de um amigo. Passamos na porta e gostamos, principalmente por conta da fogueira que tinha no meio do lugar.


                              Gostamos muito do Restaurante e da refeição, ambiente jovem e descontraído, com música típica, mas a fogueira nos deixou com um cheiro de queimado danado!

                              San Pedro de Atacama se mostrava diferente. Um lugar encantador, com suas peculiaridades. Todo mundo parecia ser "cool", mas pagavam altos preços para ter esse desprendimento.
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