São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #376
    344 Sud Mennucci

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    Histórico

    Aspectos Históricos:
    A história de Sud Mennucci começa por Bandeirantes D'Oeste(atualmente Distrito de Sud Mennucci) Foi naquele território que por volta de 1942, surgiram as duas primeiras casas a margem da Estrada que ligavam Auriflama a Pereira Barreto. Os primeiros habitantes de Sud Mennucci chegaram a cidade no ano de 1943 na Fazenda Bacuri, que na época pertencia ao Município de Pereira Barreto. A caravana era formada por 10 pessoas, entre elas Cícero Castilho Cunha. Eles construíram as primeiras casas na citada Fazenda e outras famílias da região foram chegando para morar e trabalhar nas terras. As primeiras famílias que chegaram a região transformaram terra bruta em plantações de café, algodão, arroz, milho e feijão. Aos poucos essas culturas foram cedendo espaço para formação de pastagem e criação de gado de corte e leite com a implantação do Laticínio Lalys. Em 1980, com a construção de uma Destilaria no município, parte da terra passou a ser usada para produção de álcool e depois açúcar, hoje também energia. Hoje a cana dividi espaço com a agricultura e com a agropecuária.
    O nome de Sud Mennucci foi uma homenagem política ao Governo do Estado, ao homem que foi o defensor ferrenho dos direitos dos Professores paulistas e da melhoria da qualidade de ensino do país. O nome ?Pioneiros? não poderia mais ser usado, pois a cidade de Guará no interior de São Paulo tinha um distrito com o mesmo nome Pioneiros antes de Sud Mennucci.
    Última edição por Vlamir; 10-03-16, 22:29.
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    • Vlamir
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      • Mar 2015
      • 686

      #377
      345 Suzanópolis

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      SUZANÁPOLIS SÃO PAULO
      ASPECTOS HISTÓRICOS
      O Município de Suzanápolis tem no Coronel Ernesto Schimidt o seu marco.
      Proprietário de grandes extensões de terra, alguns admitem mais de 40.000 alqueires. O Coronel Ernesto Schimidt promoveu o loteamento de parte de suas terras dando condições para o surgimento de um núcleo urbano, então denominado Santo Antônio d?Oeste.
      A denominação de Suzanápolis veio no dia 28 de fevereiro de 1964 através da lei número 8092. Foi uma homenagem a Senhora Herna Schimidt ou simplesmente Suzana, esposa do Coronel Ernesto Schimidt, ocasião em que o povoado foi elevado a distrito.
      De acordo com os mais antigos moradores, a família Schimidt sempre foi defensora da ecologia mantendo na propriedade extensas reservas florestais, que abrigam variadíssima fauna silvestre. Em meados da década de 50, o Coronel Schimidt iniciou o loteamento da fazenda, mas manteve grande reserva florestal.
      A comercialização dos lotes reflete até hoje na estrutura agrária do município, que tem uma parte predominante de pequenas propriedades. A pecuária de corte explorada de forma extensiva sempre foi a principal atividade desenvolvida na região.
      As pastagens eram formadas após as derrubadas e queima do mato nativo. Algumas propriedades se dedicaram a exploração cafeeira aproveitando-se da boa fertilidade inicial dos solos da região. A mão de obra era abundante devido a presença de imigrantes jáponeses e migrantes nordestinos que se fixaram na região.
      Com o declínio da cultura cafeeira, as propriedades passaram a explorar a pecuária extensivas de corte. Iniciou-se de forma acentuada a retirada do homem do campo para cidade.
      Atualmente a pecuária de corte é a principal atividade econômica da região, utilizando-se de baixa tecnologia. A agricultura praticada principalmente por arrendatários, que fazem a renovação das pastagens para os grandes proprietários que exploram a pecuária de corte. As pequenas propriedades rurais praticam principalmente a agricultura de subsistência e pecuária de leite com baixa tecnologia.
      Última edição por Vlamir; 10-03-16, 22:27.
      PHD Vlamir
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        • Mar 2015
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        #378
        346 Aparecida d" Oeste

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        Aparecida d´Oeste surgiu de um povoado que se desenvolveu ao redor de uma pequena capela de pau-a-pique. A cidade foi fundada em 1953, com o nome de Ourinhos d´Oeste. Foi elevada a distrito em terras do município de Pereira Barreto, em 18 de fevereiro de 1959 e, apenas cinco anos mais tarde, obteve sua emancipação político-administrativa, em 28 de fevereiro de 1964, tornando-se município.
        Última edição por Vlamir; 10-03-16, 22:26.
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          • Mar 2015
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          #379
          347 Nova Cannã Paulista

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          Histórico

          Nova Canaã foi fundada na década de 50, a 29 de junho de 1954, em terras adquiridas da CAIC, por Inork Conceição da Silva.
          As terras que formaram o perímetro urbano inicial, limítrofes a cidade, foram adquiridas na década de 40, pelo fazendeiro Stalamo, que com a parceria de dois outros fazendeiros adquiriram 6000 alqueires remanescentes das terras da antiga Fazenda Ponte Pensa.
          Fundada a Vila de Nova Canaã, coube a José Francisco da Silva, conhecido como "Zé Chico", a comercialização dos lotes que formaram o traçado planimétrico urbano.
          As terras da área geográfica pertenciam então ao município de Santa Fé do Sul. Elevada a categoria de Distrito no dia 28 de fevereiro de 1964, por força da Lei Estadual 8092, e nesta ocasião delimitou-se a área distrital dentro do município de Três Fronteiras.
          Nova Canaã emancipou-se por força da Lei Estadual 7664, de 30 de dezembro de 1991, e a instalação do Município efetivou-se em 1° de janeiro de 1993. Com a emancipação política ocorreu a alteração do nome da cidade para Nova Canaã Paulista.
          O primeiro Prefeito do município foi o Sr. Carlos Aparecido Martins Alves, tendo como Vice-Prefeito Sr. Israel Lindolfo. A Câmara Municipal foi composta pelos seguintes vereadores: Pedro Feltrin (Presidente da Câmara), Everaldo Faveri (1° secretário), Alcides Paulo Viana (2° secretário), Donizeti dos Santos Lage, Manuel Viera da Silva, Lécio Vasconcelos, Benedita Maria de Jesus Moreira, Luiz Humberto Senedezi e Nilton Giacometti.
          Encravada no extremo noroeste do estado de São paulo, no antigo Sertão de Rio Preto, na rota da centenária estrada boiadeira, que demandava à Cuiabá.
          Encontra-se na bacia hidrográfica do Tietê - Paraná. Clima tropical úmido com inverno seco.

          Padroeiro: São Pedro (homenagem à data de fundação).
          Última edição por Vlamir; 10-03-16, 22:24.
          PHD Vlamir
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            • Mar 2015
            • 686

            #380
            348 Santana da Ponte Pensa

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            A antiga Fazenda Ponte Pensa, com seus trinta mil alqueires de terra inexplorada tinha um grande claro: sete mil, duzentos e sessenta hectares de propriedade de José Karan, cultivada desde 1920. Era, como se dizia na época, uma fazenda de criação, o gado era tangido para a terra que se pretendia cultivar e lá solto, para a criação natural, sem cercas ou limites.
            Por volta de 1950, quando já se desbravara toda a região, através do retalhamento das terras que a CAIC procedera, a companhia Schimidt e herdeiros de José Karan, fundam a cidade em 12 de outubro de 1951. Foi levantado o primeiro cruzeiro e rezada a primeira missa. A invocação de Santana, mãe de Maria, é uma demonstração de fé católica de Cecílio Karan, proprietário de grande parte das terras, homem culto que numa revivência do Franciscano renunciou as belezas do mundo pelo amor a sua crença e fervor a sua fé. A cidade recebeu o nome de Santana da Ponte Pensa devido à grande área de terras que formava a antiga fazenda Ponte Pensa. Os primeiros colonos que aqui chegaram, considerados os fundadores por serem os pioneiros, foram: Coliandro Alcamim, Antonio Penha Carrilho, Egídio Antonioli, João Fernandes de Souza, Romão Vieira, Antenor Batista de Souza e Amarias Batista.
            Com a passagem dos trilhos da estrada de ferro, no ano de 1952, houve o progresso da região, e conseqüentemente, os núcleos foram sendo povoados por imigrantes vindos das diversas regiões, devido às ricas terras propícias para a agricultura.
            A vila teve uma povoação rápida em razão da distância que a separava de Santa Fé do Sul e de Jales. Na época era ponto de parada obrigatória de todos os que embrenhavam nos sertões do rio Paraná.
            O distrito de Santana da Ponte Pensa, então chamado de Santana do Sul, surgiu graças ao trabalho do Dr. Hélio de Oliveira. Foi ele quem percebeu a necessidade dessa providência. Foi ele quem por ela lutou. E usando de seu prestígio junto ao então Secretário da Justiça, Deputado Salles Filho, seu amigo incondicional, conseguiu com que a Assembléia Legislativa incluísse a Lei qüinqüenal de 1953 a pretensão dos poucos moradores da nova povoação, sendo que o Cartório do Registro Civil foi instalado no ano seguinte.
            Em virtude de estar situada ao lado de grandes propriedades agrícolas, Santana da Ponte Pensa sofreu um atrofiamento atrós, que somente a criação do município, em 1964, e a eleição de seus primeiros dirigentes, em 1965, puderam afastar.
            A criação do município deu-se pela Lei qüinqüenal de n° 8092, de 28 de fevereiro de 1964.
            A posse de Cecílio Karan no cargo de prefeito, para o qual foi conduzido pela unanimidade do eleitorado local, foi como que uma injeção de otimismo para o sofrido distrito. E que Karan pelo conhecimento adquirido através de uma longa vida de jornalista, pode fazer com que as altas esferas da administração do Estado voltassem suas vistas para o recém criado município de Santana da Ponte Pensa. Num trabalho incansável, permanente nas cidades da região, na capital do estado e mesmo na capital federal, Karan foi angariando os benefícios e carreando melhoramentos.
            A posse dos primeiros mandatários do município deu-se a 21 de março de 1964 e ficou assim constituída: Prefeito-Cecílio Karan, Vice-Prefeito-João Ortega Alcoléa e vereadores ? Bento Penha Carrilho, José Francisco de Souza, Francisco Moreti, Julio Cardoso Sobrinho, Kingi Kumagai, Eleutério Ricardo Camargo, Narcizo Zana, Humberto Maria Geraldo Massa e Jovino Joaquim de Souza.
            Última edição por Vlamir; 10-03-16, 22:23.
            PHD Vlamir
            Barueri-SP

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            • Vlamir
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              • Mar 2015
              • 686

              #381
              349 Santa Salete

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              Gentílico: saletense


              Histórico
              Santa Salete
              São Paulo - SP

              Histórico

              Localizada no interior do Estado de São Paulo, entre os anos de 1830 a 1850, era uma grande faixa de terra coberta por mata fechada, intocável, entre os rios Grande, Paraná e São José dos Dourados.
              Aproximadamente em 1830 esta terra, antes contemplada apenas pelos índios Caiápos, tornou-se a quarta fazenda do desbravador Patrício Lopes de Souza. Este mineiro possuía alguns latifúndios ao Sul de Minas Gerais e outro na região da atual Três Lagoas, MS.
              Tal propriedade, denominada Fazenda São João da Ponte Pensa, era formada por terras devolutas pertencentes à União e que não despertavam o interesse político em sua exploração, tendo sido dado o direito de posse das mesmas simplesmente pelo reconhecimento e o usufruto executados por Patrício Lopes de Souza, que não possuía nenhum documento referente à propriedade das terras.
              Com a morte de Patrício Lopes (1915), foi iniciado, na capital paulista, um processo judicial onde dois cidadãos de nome Glória e Furquin, grileiros, requereram a posse da Fazenda Ponte Pensa. Em razão dos herdeiros de Patrício Lopes não possuírem documentação adequada para comprovarem a posse das terras, os grileiros Glória e Furquin ganharam a causa.
              Estas terras permaneceram intactas, pois seus proprietários, residentes na capital, nunca vinham conferir suas posses, apenas contratavam jagunços que ali ficavam vigiando as fazendas.
              Nesta época, por volta de 1930, o jovem engenheiro Euphly Jalles, formado pela Escola Politécnica, foi nomeado pelos grileiros, e até intermediado pelo governador, para fazer as medições e divisões do patrimônio da Fazenda São João da Ponte Pensa, no sertão de Rio Preto. Por este serviço, recebeu como pagamento parte das terras que veio dividir, só tomando posse das mesmas, contudo, quase dez anos depois.
              As primeiras famílias começaram a chegar nestas terras entre os anos de 1946 e 1948. Os motivos que os traziam migrando de outros lugares do estado e do país eram diversos, mas, geralmente, acreditavam que naquela localidade nascente poderiam construir um futuro melhor.
              As atividades econômicas eram todas voltadas para a agricultura predominando o cultivo do café.
              O nome Santa Salete, segundo consta, não se deve apenas ao fato da Companhia de Agricultura Imigração e Colonização - CAIC, costumeiramente usar nomes de "santos" para designar seus loteamentos. Pela palavra de antigos moradores, o suposto "fundador" da localidade, Frederico Nogueira, corretor da CAIC, por herança cultural adotou o nome de Santa Salete, original da cultura hispano-catolicista.
              Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:37.
              PHD Vlamir
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                • Mar 2015
                • 686

                #382
                350 Aspásia

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                Aspásia
                São Paulo - SP

                O povoado de Aspásia, originou-se da Fazenda Córrego Cascavel, Município de Urânia, Estado de São Paulo, pertencente aos proprietários Leobino Tavares e Melchides José de Matos.
                Em 1946, começaram a chegar as primeiras famílias de colonos e os principais pioneiros foram Mário Scapin e Rino Scapin. Logo após, no ano de 1950, vieram com suas famílias, novos colonos que se juntaram aos pioneiros, Ângelo Scapin, Joanicio Gomes Junior, Abílio Marçal de Carvalho e Belmiro Gabaldi.
                Com a colaboração e o apoio de todos os moradores do povoado, foi construída a primeira escola rural na Fazenda Scapin.
                No dia 18 de agosto de 1951, chegaram ao povoado os familiares de Arlindo Camilo. Em 1955, os familiares de Valdemar Gonçalves de Aguiar, que no ano de 1958, construiu o primeiro estabelecimento comercial no povoado, e fornecia alimentos aos moradores. Foi também Valdemar Gonçalves de Aguiar, que adquiriu o primeiro veículo e, com este, socorria e atendia a todos que o procurasse.
                No final do ano de 1959, chegaram os familiares de José dos Santos, que adquiriram uma área de terra com 8 alqueires, onde se iniciou imediatamente um loteamento no local onde hoje está o Distrito Industrial de Aspásia. Nesse ano, chegaram também para fixar residência no povoado os familiares de Mário Alves Guimarães, que construiu um prédio onde instalou o primeiro açougue e que fornecia carne aos moradores. Em 1960, chegaram os familiares de João Alves Viana e João Pigari. No loteamento foi construída a primeira Escola, pelo fundador de Aspásia, o Sr. José dos Santos.

                Gentílico:

                Formação Administrativa
                Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:34.
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                  • Mar 2015
                  • 686

                  #383
                  351 Urânia

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ID:	228763

                  Histórico

                  A criação de Urânia deu-se no ano de 1943, quando no dia 05 de junho, o corretor de imóveis, Benedito Pinto Ferreira Braga, residente em Catanduva, comprou do Sr. Bernardino de Almeida e sua mulher, uma gleba de terra de 1.000 alqueires, localizada na Fazenda Palmital, também conhecida por Ponte Pensa.
                  Esta gleba, comprada pelo Sr. Zico Braga, era uma pequena gleba da referida fazenda, tendo em vista que esta abrangia um torrão situado em sua quase totalidade no Município de Pereira Barreto (Comarca de Araçatuba) e uma pequena parte na Comarca de Votuporanga, de onde saiu o patrimônio que deu origem ao município.
                  Segundo uma certidão expedida pela Comarca de Tanabi, datada de 17 de setembro de 1949, o Sr. Zico Braga e sua mulher não fizeram nenhuma alienação ou oneração de terras na Fazenda Palmital, além da que está referida na escritura original, destacando-se a hipótese muito usada de grilagem de terra.
                  O mais provável, segundo alguns relatos, é que tenha ocorrido algumas desavenças entre o proprietário e alguns posseiros residentes nestas terras, pelo fato dos posseiros estarem morando na região por longos anos e não possuírem documentos que os legitimassem como donos das terras por eles ocupadas; e, em contrapartida, o Sr. Zico Braga, enquanto corretor de terras, teria comprado o título ? documento que dá ao seu portador a posse legal das terras ? sem antes ter visitado a propriedade.
                  Quando do contrato entre as duas partes, pode ter havido problemas de aceitação, mas, nada há que comprove a existência de conflitos armados entre os antigos moradores e o proprietário.
                  Quando foram compradas as terras, já havia o interesse em fundar uma cidade, pois além da preocupação em investir em imóveis, já havia a possibilidade destas terras serem cortadas pela Estrada de Ferro Araraquarense - EFA. Houve um interesse muito grande do proprietário em instalar nas mesmas uma estação de embarque e desembarque, pois assim estaria garantida a valorização de seu patrimônio.
                  A partir daí o proprietário entrou em contato com os responsáveis pela ferrovia para expor suas idéias. Depois de muita insistência, o diretor da EFA, engenheiro Oswaldo Sant'Ana, comunicou ao Sr. Zico que a estação seguinte a de Jales, seria construída no marco 8.500.
                  O Sr. Zico Braga fez a medição e descobriu que este marco encontrava-se dentro de suas terras, e, conhecedor dos benefícios trazidos por esta obra, imediatamente resolveu assumir a responsabilidade de construir uma cidade.
                  Foi em 13 de junho de 1950 que nasceu Urânia.

                  Gentilico: uraniense
                  Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:33.
                  PHD Vlamir
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                    #384
                    352 São Francisco

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                    Gentílico: são-francisquense


                    Histórico
                    Histórico
                    Localizada no interior do Estado de São Paulo, entre os anos de 1830 a 1850, era uma grande faixa de terra coberta por mata fechada, intocável, entre os rios Grande, Paraná e São José dos Dourados.
                    Aproximadamente em 1830 esta terra, que antes era contemplada apenas pelos índios Caiapós, tornou-se a quarta fazenda do desbravador Patrício Lopes de Souza. Este mineiro possuía alguns latifúndios ao Sul de Minas Gerais e outro na região da atual Três Lagoas - MS.
                    Tal propriedade, denominada Fazenda São João da Ponte Pensa, eram terras devolutas, pertencentes à união, não havendo interesse político em explorar estas terras, o direito de posse se deu simplesmente pelo reconhecimento e usufruto executado por Patrício Lopes de Souza, este não possuía nenhum documento referente à propriedade das terras.
                    Com a morte de Patrício Lopes (1915), é iniciado na Capital Paulista um processo Judicial, onde dois cidadãos de nome Glória e Furquin, grileiros, tentam requerer a posse da Fazenda Ponte Pensa. Em razão dos herdeiros de Patrício Lopes não possuírem a documentação adequada para comprovarem a posse das terras, somados com a hábil manipulação por parte dos advogados dos grileiros, Glória e Furquin ganharam a causa.
                    Estas terras permaneceram intactas, pois seus proprietários, residentes na Capital, nunca vinham aqui conferir suas posses, apenas contratavam jagunços que aqui ficavam vigiando as fazendas.
                    Nesta época, por volta de 1930 o jovem engenheiro Euphly Jalles, formado pela Escola Politécnica, é nomeado pelos grileiros e até intermediado pelo Governador, para fazer as medições e divisões do patrimônio da fazenda São João da Ponte Pensa no sertão de Rio Preto e por este serviço recebeu como pagamento parte das terras que veio dividir, mas só tomou posse delas quase dez anos depois de ganhá-las.
                    As primeiras famílias começaram a chegar nestas terras entre os anos de 1946 e 1948. Os motivos que os traziam migrando de outros lugares do estado e do país eram diversos, mas geralmente porque criam que naquela nascente localidade poderiam construir um futuro melhor.
                    As atividades econômicas eram todas voltadas para a agricultura predominando o cultivo do café.
                    No dia 03 de maio de 1958 foi fundado o patrimônio de São Francisco, pelo senhor Dr. Euphly Jalles, cujo nome foi dado em homenagem a seu pai Francisco Jalles.
                    No ano de 1959 o patrimônio de São Francisco foi elevado a categoria de distrito pertencente ao Município de Jales.
                    Pela Lei Estadual nº 8.050 de 30 de dezembro de 1963 Dirce Reis foi elevada a categoria de Distrito e pela Lei Estadual nº 8.092 de 28 de fevereiro de 1964 São Francisco foi elevado a categoria de Município, contando então com dois distritos o distrito sede e o distrito de Dirce Reis.
                    Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:31.
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                      • 686

                      #385
                      353 Palmeira D Oeste

                      Click image for larger version

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                      PALMEIRA d?OESTE SÃO PAULO
                      HISTÓRICO
                      Entre os rios São José dos Dourados, da Ponte Pensa e o ribeirão dos Coqueiros, em terras da fazenda Palmital, de propriedade do Coronel Joaquim de Lima Moreira, iniciou-se o povoamento por volta de 1930, nas cabeceiras do córrego do Cervo, com a chegada de Manoel Francisco de Almeida, posseiro do Coronel Lima Moreira.
                      Em 1938, os herdeiros do antigo proprietário, constituídos de seu filho, Joaquim de Lima Moreira Filho, netos e cunhado, auxiliados pelo agrimensor Orestes Ferreira de Toledo, procederam ao levantamento das divisas da fazenda e da área de 12.070 alqueires de terra.
                      No ano seguinte, venderam ao espanhol Tomaz Vicente Vicente 550 alqueires, que por sua vez destinou100 alqueires ao seu filho José Vicente Vicente e vendeu 50 alqueires a Ângelo Scarpin.
                      Por sugestão de Orestes Ferreira de Toledo, em 1944, Tomaz Vicente Vicente e seu filho José doaram 20 alqueires de suas terras para formação de um patrimônio que, pela exuberância e abundância de palmeiras, foi denominado desde o início ?Palmeira d?Oeste.
                      Em 13 de dezembro de 1944, dia consagrado a Santa Luzia, de devoção de José Vicente Vicente, foi erguido o cruzeiro de madeira e rezado o ?terço?por Maria Tiburtina de Jesus, numa cerimônia que reuniu os habitantes da região.
                      Foi criado o Distrito de Paz em 1948 e em 1958 quando elevado a Município, manteve o original topônimo de Palmeira d?Oeste.

                      GENTÍLICO: PALMEIRENSE
                      Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:31.
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                        • 686

                        #386
                        354 Marinópolis

                        Click image for larger version

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                        Gentílico: marinopolense


                        Histórico
                        O município de Marinópolis, foi criado por força da Lei Estadual nº 8.092, de 28 de fevereiro de 1964, desmembrado do Município de Pereira Barreto do qual era parte integrante, figurando até então como Distrito.
                        Por eleição realizada no dia 7 de março de 1965, recebeu Marinópolis como seu primeiro Prefeito Municipal o Senhor José Maria Toledo e como Vice-Prefeito o Senhor João Rosa Bianchini, amigos apoiados pela legenda do PSP. Para a composição da primeira Câmara de Vereadores, ao número de nove legisladores, foram eleitos os seguintes cidadãos: Pela legenda do PSP os Senhores Gevaldo Posseti, Nelson Marin Lopes, Makoto Ieiri e Aparecido Marchesini; pela legenda do MTR os Senhores Ortêncio Giron, José Ramos Aguilar e Nivaldo Roma, e, pela legenda do PR os Senhores Joaquim Gonçalves Pereira e Nelson Alves da Silva.
                        A posse dos componentes do Executivo e do Legislativo foi dada pelo MM. Juíz de Direito da Comarca de Jales, Doutor Joaquim Ribeiro de Paula, no dia 22 de março de 1965, sendo que essa composição governativa foi válida para o período compreendido entre 22 de março de 1965 a 22 de março de 1969.
                        A Mesa da Câmara Municipal eleita no dia 22 de março de 1965 e válida para o período legislativo de 1965, ficou assim constituída: Presidente: Osvaldo Rosseti, Vice Presidente: Ortêncio Giron, 1º Secretário: José Ramos Aguilar e para 2º Secretário Nelson Marin Lopes.
                        Localização: O município está localizado no extremo noroeste do estado de São Paulo na mesorregião de São José do Rio Preto , microrregião de Jales. Sua sede situa-se a 20°26'26" de latitude sul e 50º49'23" de longitude W.Gr e sua altitude é de aproximadamente 409 metros. Limita-se ao Norte e Leste com Palmeira D'oeste, ao Sul com Sud Mennucci, e a Oeste com Aparecida D'oeste. A área do município é de 78,1 Km². Seu clima é tropical com inverno seco.
                        Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:30.
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                          • 686

                          #387
                          355 Dirce Reis (cidade do Dia de Reis)

                          Click image for larger version

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                          Gentílico: dircense


                          Histórico
                          A história do Município de Dirce Reis inicia-se no século passado, entre os anos de 1816 e 1822, com a descoberta dos índios caigangues pelo naturalista August de Saint-Helaire.
                          A luta para a ?pacificação? dos caigangues se arrastou até 1912, com a expulsão dos índios que, após lutarem bravamente, foram vencidos. De 1830 a 1840 a expedição de Patrício
                          Lopes de Souza com seu escravo Geremias, tomou para si a posse de 208 mil alqueires que abrangia o território das hoje Comarcas de Santa Fé do Sul, Jales e parte de Palmeira D Oeste.
                          Na imensidão da fazenda, as terras ficaram praticamente incultas, os meeiros de Patrício que ali viviam, criavam um pouco de gado e plantavam apenas o necessário para a sobrevivência,
                          o que propiciou que em 1912, iniciasse o processo de grilagem de toda a área. Em 1946, a Cooperativa Agrícola de Imigração e Colonização (CAIC) e uma subsidiária da CIA Paulista de
                          Estrada de Ferro comprou parte da fazenda e, posteriormente, dividiu em glebas, sendo uma delas o hoje município de Dirce Reis. No ano de 1950, havia um morador nessa redondeza,
                          que atendia pelo nome de Paschoal Bernardes, que possuía 3.500 alqueires de terra. Não tendo o proprietário o conhecimento necessário para a formação de plantio de terra, o mesmo
                          resolveu vender em lotes, pequenas quantidades de terra, para formação dos termos em terras produtivas. O Sr. Paschoal Bernardes resolveu vender esses lotes e concluir toda essa venda,
                          na qual deu a fundação de um povoado. O maior proprietário destas terras foi o Sr. Raphael Cavalin, o pioneiro que iniciou a plantação. Com o tempo, ficou estabelecido um pequeno povoado,
                          onde foram gradualmente vendidas mais terras à pessoas interessadas em cultivá-las.
                          O nome de Dirce Reis deu-se em homenagem à filha do Sr. Raphael Cavalin, a Sra. Dirce Cavalin, e Reis em razão da data de fundação no dia de Santos Reis, 06 de janeiro.
                          Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:29.
                          PHD Vlamir
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                            • 686

                            #388
                            356 Guzolandia

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ID:	228768

                            Histórico
                            Aspectos Históricos:
                            Do espírito de pioneirismo dos bravos idealistas, Senhor Américo Guzzo, proprietário de terras na gleba do atual município, que contou com a colaboração dos Senhores Feliciano Sales Cunha e Arlindo Alves, entre outros, foi fundada Guzolândia, em 1946. Nasceu na parte sudoeste do atual Município, encravada na Fazenda barreiro, atualmente dividida em várias propriedades.
                            A denominação da cidade com o nome de Guzolândia foi em homenagem ao seu desbravador Américo Guzzo.

                            Formação Administrativa:
                            Fundado em junho de 1946.
                            Em 1958, pela Lei nº. 8.050, foi elevada à categoria de Distrito; pertencente ao Município de Auriflama, em 1964, pela Lei nº. 8.092, foi elevada à categoria de município.
                            Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:26.
                            PHD Vlamir
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                              #389
                              357 Santo Antônio do Aracangua


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                              Até os anos de 1905, reinava nesta região apenas as matas virgens, tendo como seus senhores os indígenas e como caminho apenas as águas do Rio Tietê, via fluvial.
                              Com a abertura da Estrada de Ferro que ligava Baurú a Corumbá, chegariam os primeiros elos de ligação. Por volta de 1908, começava a abertura da Estrada de Lussanvira, no trecho entre Araçatuba e Itapura. Após romper os obstáculos e os conflitos com os índios que habitavam a esta região, finalmente em 1910, o primeiro vagão atinge as margens do rio Tietê, na altura do Salto das Cruzes.
                              Com a passagem da Estrada de Ferro, construíram-se as estações, destacando especialmente a construída à margem esquerda do Rio Tietê, na confluência com o Ribeirão do Aracanguá, recebendo portanto a denominação de Estação Aracanguá.
                              Aracanguá é um nome indígena que era dado a uma variedade de papagaio existente em grande número nesta região à época. E é exatamente nesta época que chegaram os pioneiros desta região, que foram as famílias de Manoel Joaquim Calássio, João Eugênio, Porfírio Venâncio Pires e Severino e Pedrinho de Souza Ferreira, mais conhecido por Ferreirinha.
                              Por volta de 1915 na Capital Paulista, o Governo do Estado entrega grande glebas de terras a um grupo de pessoas, a fim de que elas vendessem, demarcassem e escriturassem as novas propriedades, ficando com esta região, o Desembargador Thomaz Sebastião de Mendonça e sua mulher Amélia Felícia de Mendonça.
                              Nesta época, é fundada a Vila Dulce, enquanto que paralelamente Abraão Chibene fundava a Vila Macauba, hoje denominada de Vicentinópolis.
                              Com o início da venda das terras, outras pessoas tentaram apossar da gleba de terra do Sr. Thomaz Sebastião de Mendonça, vindo com isso a travarem ferrenha demanda na justiça. Dona Amélia Felícia de Mendonça, que era devota de Santo Antônio e Nossa Senhora do Carmo, faz uma promessa aos seus santos protetores, que, se seu esposo saísse vitorioso, doaria uma área de 10(dez) alqueires para a construção de um povoado em suas homenagens.
                              Nesta época, toda essa região pertencia a Monte Aprazível, enquanto que Araçatuba pertencia ao Município de Penápolis.
                              Em 17 de favereiro de 1919, com a vitória de seu marido, ela faz a prometida doação, desmembrando a área da fazenda Macaúbas e pede que ali fosse formado um povoado e construída uma capela em homenagem a Santo Antônio e Nossa Senhora do Carmo. Doação esta que foi feita ao Bispado de São Carlos.
                              Por ser Santo Antônio o homenageado e a Estação Aracanguá, a principal via de acesso do futuro povoado, inclusive através da qual chegaram as imagens dos santos, é que ele foi denominado de Santo Antônio do Aracanguá, tendo esse nome registrado na escritura de doação.
                              O promissor povoado de Santo Antônio do Aracanguá teve sua primeira capela construída em 1920, e em sua volta foi construída uma praça pública, denominada de Nossa Senhora do Carmo, também em homenagem.
                              Última edição por Vlamir; 18-02-16, 19:03.
                              PHD Vlamir
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                                • 686

                                #390
                                358 Aracatuba (encontrei o Amigo Penino e Luiz )

                                Click image for larger version

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                                pernoite no Ibis

                                A história de Araçatuba está ligada à construção da estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB). Esta estrada, que no início do século fez parte de uma política que visava a interiorizarão do país e sua ligação com outros países da América do Sul, teve seus trabalhos iniciados no dia 15 de novembro de 1904, com a construção do trecho que ligava Bauru à cidade de Itapura, localizada nas barrancas do rio Paraná.
                                No dia 2 de dezembro de 1908, os trilhos chegaram até o km 280, onde foi montado um acampamento. Um vagão deixado neste local serviu provisoriamente como estação. Deste acampamento nasceu a cidade de Araçatuba.
                                Pela boa qualidade das terras desta região, muitas famílias de agricultores aqui se instalaram, eram elas as famílias: Viol, Pavan, Cela, Bertoli, Saran, Geraldi, Caputi e outras.
                                Última edição por Vlamir; 18-02-16, 19:03.
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