São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #271
    Seria bom
    Duro é acertar a agenda
    Que na realidade não existe
    Eu e a Sandra resolvemos na quinta e ao na sexta
    Saímos na estrada

    Quanto ao Tietê
    Estamos dando prioridade às prefeituras
    Que é o que minha esposa prefere ela tem
    Receio de ir com esta moto nova para alguns
    Lugares

    Mais tirei algumas que foram fácil de achar
    Do não publiquei Ainda
    Vou colocá-las

    Mais o Nacentes está em um 2º plano
    PHD Vlamir
    Barueri-SP

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    • Formigao SFA
      Fazedor de Chuva

      • Dec 2012
      • 3014

      #272
      Vamos lá valente FC Vlamir, acerte seu rodômetro e continue esse desafio.
      Abraços formiguentos,

      sigpic

      Formigão NRME
      "Levantando Poeira"

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      • Vlamir
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2015
        • 686

        #273
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ID:	210023Estamos na estrada
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ID:	210022
        Em Trabiju recebidos pelo Assistente do Prefeito
        Direito a Cafe e história do Município
        PHD Vlamir
        Barueri-SP

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        • Gilmar Dessaune
          Fazedor de Chuva

          • Oct 2012
          • 6891

          #274
          Boa tarde FC Vlamir,

          Que bom ter voltado ao Valente FC, tava fazendo falta.

          Abração.

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          • Vlamir
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2015
            • 686

            #275
            241 praia grande
            [ATTACH=CONFIG]71860[/ATTACH]

            Gentílico: praia-grandense


            Histórico
            As terras que pertencem a Praia Grande hoje em dia pertenciam antigamente à capitania de São Vicente que, tempos depois, virou capitania de São Paulo e, séculos mais tarde, estado de São Paulo.
            O rei de Portugal entregou a capitania de São Vicente a um nobre chamado Martim Afonso de Souza, que esteve aqui, explorando a terra e fundando vilas, entre os anos de 1532 e 1533. Depois disso, nunca mais voltou. Ficou envolvido com expedições que iam para as Índias buscar riquezas para vender na Europa. Quem administrava a capitania era sua mulher, Ana Pimentel, que enviava para cá outros administradores.
            Toda a capitania era administrada por pessoas que viviam na vila de São Vicente, fundada em 1532. Nesta vila se instalaram os primeiros portugueses que vieram colonizar a região e que investiram aqui nos primeiros engenhos de produzir açúcar.
            Praia Grande, hoje município do estado de São Paulo, pertenceu à cidade de São Vicente até 1967, quando ocorreu sua emancipação política.
            A emancipação política não aconteceu de repente, nem foi vontade de uma pessoa só. As pessoas que aqui moravam não estavam contentes com os problemas que enfrentavam, como a falta de saneamento, escolas, transporte, hospitais, abastecimento de água, luz, vias de acesso. Por isso, os moradores do bairro de Solemar viram a possibilidade de se desmembrar de São Vicente e de Praia Grande ganhar autonomia. Em 1953, Júlio Secco de Carvalho, liderou o movimento juntamente com Nestor Ferreira da Rocha, Heitor Sanchez Toschi, Israel Grimaldi Milani e Dorivaldo Loria Junior, entre outros.
            Houve muita resistência por parte de São Vicente, pois significava a perda de 24 quilômetros de praias. Foi realizado em 1963 um plebiscito, mas isso não garantiu ainda a emancipação da cidade.
            Só em 19 de janeiro de 1967 a emancipação aconteceu. O engenheiro Nicolau Paal foi nomeado interventor federal no município, com instalação provisória da prefeitura no Ocian Praia Clube. A primeira eleição municipal na Praia Grande foi realizada em 15 de novembro de 1968. Tendo como prefeito Dorivaldo Loria Junior.
            O topônimo Praia Grande decorre da extensa praia - cerca de 40 quilômetros - que lhe serve de divisa territorial, e que os primitivos habitantes já chamavam de ?peaçabuçu?, o porto grande.
            Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:40.
            PHD Vlamir
            Barueri-SP

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            • Vlamir
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2015
              • 686

              #276
              242 são vicente

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ID:	228547

              De acordo com os registros históricos, Antonio Rodrigues, João Ramalho e Mestre Cosme Fernandes, o "Bacharel" foram os primeiros portugueses a viver em São Vicente.
              Provavelmente eles eram tripulantes da armada de Francisco de Almeida e desembarcaram aqui em 1493.
              João Ramalho era casado com a índia Bartira, filha do poderoso Cacique Tibiriçá. Antonio Rodrigues também casou-se com uma índia, filha do Cacique Piquerobi. Mestre Cosme era dono do Japuí e do Porto das Naus, onde construiu um estaleiro muito conhecido pelos navegadores da época.
              A pequena povoação se organizou e começou a ser reconhecida na Europa como eficiente ponto de parada para reabastecimento e tráfico de escravos índios. Tanto isso é verdade que o porto que aqui existia já constava em um mapa feito em 1501 e trazido por Américo Vespúcio na expedição de Gaspar de Lemos, que aqui chegou em 22 de janeiro de 1502 e batizou o local como São Vicente, em homenagem a São Vicente Mártir.
              Os primeiros moradores viviam em harmonia com os índios e exerciam o livre comércio com os aventureiros que para cá vinham, fornecendo-lhes farinha de mandioca, milho, carne, frutas, água e artefatos de couro, e recebendo em troca roupas, armas e ferramentas.
              Tudo isso acontecia no início da década de 1520, mas alguns fatos ocorridos há alguns quilômetros daqui mudaram a vida dos primeiros moradores de São Vicente. É que em 1526, uma esquadra de seis navios comandada por Cristovão Jaques, designada pela Coroa Portuguesa para reforçar a vigilância na costa brasileira, afundou três navios franceses perto da Bahia.
              Esse fato alarmou a Corte, que decidiu iniciar a colonização oficial das novas terras conquistadas. D. João III, então, mandou que os oficiais militares preparassem uma expedição e mandou chamar seu amigo de infância, Martim Afonso de Sousa. O navegador português recebeu a missão e levou seu irmão, Pero Lopes de Sousa, além de 400 homens, que lotaram as cinco embarcações. A expedição partiu de Lisboa no dia 3 de dezembro de 1530.
              Martim Afonso de Sousa não veio diretamente para São Vicente. Em janeiro de 1531, ele chegou a Pernambuco e, dali, mandou um mensageiro voltar a Portugal levando notícias ao Rei, enquanto seguia para o Sul. Aportou na Bahia, onde se encontrou com o famoso Caramuru. De acordo com os registros, em 30 de abril de 1531 ele chegava à Baía da Guanabara, onde mandou construir uma casa forte e instalar uma pequena ferraria para reparo das naus.
              Em 1º de agosto, a expedição continuou seu caminho, chegando em 12 de agosto à Baía de Cananéia, onde o navegador português encontrou portugueses e espanhóis. Nessa viagem pela costa brasileira, durante quase um ano, Martim Afonso de Sousa enfrentou tempestades, assistiu ao naufrágio da nau capitânia e participou de um combate a navios franceses que faziam contrabando de pau-brasil.
              Em 20 de janeiro de 1532, a esquadra vê surgir a Ilha de São Vicente.
              Porém, o mau tempo impediu a entrada dos navios na barra e a descida à terra firme só aconteceu no dia 22 de janeiro. Coincidentemente, nesse mesmo dia, 30 anos antes, a expedição do também navegador português, Gaspar Lemos, havia chegado aqui e batizado o local como São Vicente, em homenagem a São Vicente Mártir. Martim Afonso de Sousa, católico fervoroso, ratificou o nome.
              Isso porque, logo após a sua chegada, ele adotou as medidas recomendadas pelo Rei de Portugal e organizou um sistema político-administrativo nas novas terras. Assim, após batizar o local oficialmente como Vila de São Vicente, Martim Afonso de Sousa instalou aqui a Câmara, o Pelourinho, a Cadeia e a Igreja, símbolos da colonização e bases da administração portuguesa.
              Para São Vicente, o título de Vila representava mais benefícios para o povo, já que esse era o termo utilizado pelos portugueses para designar uma cidade organizada. É desse fato que deriva o título vicentino de Cellula Mater da Nacionalidade, ou Primeira Cidade do Brasil.
              Pela importância estratégica do local, Martim Afonso de Sousa coordenou, em 22 de agosto de 1532, as primeiras eleições populares das Três Américas, instalando a primeira Câmara de Vereadores do continente. Por esse motivo, São Vicente é considerado como o berço da democracia americana.
              O navegador português também foi o primeiro a implantar a reforma agrária no Brasil, quatro séculos antes desse tema movimentar a classe política e a sociedade. Ao mesmo tempo, plantou a semente da industrialização e do desenvolvimento agrícola que fez com que, por volta do ano de 1600, São Vicente fosse conhecido como "o celeiro" do País.
              PHD Vlamir
              Barueri-SP

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              • Vlamir
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2015
                • 686

                #277
                243 SANTOS
                Click image for larger version

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                O litoral paulista e a Ilha de São Vicente foram descobertos no início do ano de 1502, com a ilha sendo habitada poucos anos depois por elementos europeus. Desta ocupação espontânea surgiram dois pequenos núcleos urbanos, o primeiro; o Povoado de São Vicente, elevado a Vila, por Martim Afonso de Sousa, em 1532; o segundo: chamado Nova Povoação, fundado, por volta de 1540 por Brás Cubas, quando transferiu o porto que atendia a região, situado na Ponta da Praia, para o outro lado da ilha junto a um pequeno morro que foi chamado, depois, de Outeiro de Santa Catarina.
                Brás Cubas fixou-se no Brasil, dedicando-se a várias atividades na Capitania de São Vicente, criada pelo Rei D. João III, em 1535, que a doou a Martim Afonso de Sousa.
                Na ausência do donatário, eram designadas várias pessoas para governar a Capitania. Brás Cubas foi uma delas, nomeado em 8 de junho de 1545. Interessado em promover a Nova Povoação, Brás Cubas elevou-a à condição de vila, em data não conhecida, exatamente por falta de documentos. Sabe-se que tal fato deu-se entre 19 de junho de 1545 e 3 de janeiro de 1547. Lembre-se que a condição de vila, segundo as leis portuguesas, dava a esta o direito de ter Câmara Municipal, símbolos de autonomia como pelourinho, estandarte, território demarcado e foral. O título de cidade cabia à Capital, Lisboa; a núcleos urbanos importantes, como Porto, ou sedes de bispado, como Braga.
                Recorde-se que a primeira cidade do Brasil foi a sua Capital, Salvador, fundada na Bahia, em 1549, por Tomé de Sousa, governador-geral. São Vicente foi a primeira vila e assim permaneceu até o final do século XIX.
                A vila do Porto de Santos, depois simplesmente Vila de Santos, sendo o principal porto do litoral paulista, teve desenvolvimento acima das outras vilas litorâneas. Em sua história estão registradas a economia açucareira, a dispersão bandeirante e a época do café. Santos ficou famosa por ser pátria de uma plêiade de figuras notáveis: os Gusmões, José Feliciano Fernandes Pinheiro (Visconde de S. Leopoldo) e os irmãos Andradas. Foi por causa de um deles, José Bonifácio, o Patriarca da Independência, que a Assembleia Provincial (equivalente hoje à Assembleia Estadual) resolveu aprovar uma lei que elevava a Vila de Santos à condição de Cidade, assinada pelo presidente da Província de São Paulo, Venâncio José Lisboa, em 26 de janeiro de 1839.
                Como vimos anteriormente à falta de uma data exata da elevação do Povoado de Santos a Vila, os governos municipais decidiram comemorar em 26 de janeiro o Dia da Cidade.
                Muitas pessoas perguntam-se: "Santos, em 1996, festejou 450 anos e agora, em 1998, comemorou 159?". A escolha do ano de 1546 como o da elevação do Povoado a Vila foi, até certo ponto, política. O que não exclui a possibilidade, por um milagroso resgate, de se descobrir um documento com a data certa e que pode, até, ser 1546.
                Em resumo, Santos passou pelas três fases de categorias urbanas. Povoado de Santos de, aproximadamente, 1540 até 1546, quando foi feita Vila, condição na qual permaneceu até 26 de janeiro de 1839. Assim, Santos manteve-se durante quase 300 anos. Em 26 de janeiro de 1998, festeja-se o Dia da Cidade. E os 452 anos? Ora, neles estão incluídos os 159 anos como Cidade.
                Última edição por Vlamir; 04-03-16, 12:44.
                PHD Vlamir
                Barueri-SP

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                • Vlamir
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2015
                  • 686

                  #278
                  244 cubatao

                  244 CUBATAO

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                  Localizada no sopé da Serra do Mar, de onde jesuítas, comerciantes, tropeiros, autoridades do reino tomavam fôlego para atingir o Planalto, Cubatão tornou-se essencialmente um lugar de passagem, obtendo assim um papel de destaque no cenário da Baixada Santista, do Estado de São Paulo e do Brasil.
                  Tudo começou pelo caminho das águas, partindo do Porto das Naus, em São Vicente, seguindo pelo Mar Pequeno, Canal dos Barreiros, Largo do Pompeba, Rio Casqueiro, Largo do Caneú, Rio Cubatão, Rio Mogi e Rio Perequê.
                  Para alcançar o Planalto, seguia-se no início a trilha dos índios Tupiniquins. Depois, através do Vale do Rio Perequê, o chamado Caminho do Padre José. Mais tarde, a Calçada do Lorena, mais à esquerda, a partir do Rio Cubatão, tornou-se o principal caminho entre o litoral e o planalto.
                  O Porto Geral de Cubatão teve a sua origem na primeira metade do século XVIII. Ao seu lado, desenvolveu-se um povoado, por muito tempo conhecido por essa denominação. Era ali que as cargas e mercadorias trocavam as balsas que vinham do porto pelo lombo das mulas que formavam as tropas que subiam a Serra do Mar.
                  Por pouco tempo (1833-1841) o povoado esteve elevado à categoria de município, período após o qual foi anexado a Santos, mantendo-se praticamente estagnado até a década de 1920, quando surgiram as obras da Usina da Light e da Companhia Santista de Papel. Após 1940, houve um novo surto com a construção da Via Anchieta, culminando com a implantação da Refinaria Presidente Bernardes, inaugurada em 1955, e da Companhia Siderúrgica Paulista, a Cosipa (autal Usiminas), em 1959.
                  O crescimento de Cubatão levou a que em 1º de janeiro de 1949 a cidade obtivessa a emancipação político-administrativa em relação a Santos. O primeiro prefeito da cidade assume em 9 de abril, tornando-se esta data o dia em que se comemora o aniversário da Cidade.
                  Com a Via Anchieta, o transporte rodoviário foi dinamizado entre São Paulo e a Baixada Santista, tornando Cubatão um grande centro de tráfego de veículos de passeio e de carga, fortalecendo ainda mais sua vocação de caminho do desenvolvimento de São Paulo e do Btrasil.
                  Com o passar dos anos, a Cubatão foi se transformando, ganhando indústrias, fruto do desenvolvimento industrial paulistano e paulista, bem como dos investimentos federais. Nenhum plano orientou a instalação do parque industrial cubatense, porém. As fábricas foram se localizando ao sabor das vantagens imobiliárias ou pré-requisitos necessários às suas operações (perto ou longe de um núcleo urbano, a favor ou contra as correntes de vento, perto ou longe de cursos d'água, etc) e, no decorrer dos anos, começaram a surgir sérios problemas ambientais, com a poluição do ar, água e solo do Município.
                  Dezoito das atuais 24 indústrias que formam o Pólo de Cubatão foram implantadas no período de 1955 a 1975. Duas dessas indústrias, Ultrafértil e Cosipa, possuem terminais portuários, onde recebem matérias-primas e embarcam seus produtos acabados.
                  Além da geração de empregos, a concentração industrial de Cubatão trouxe resultados importantes do ponto de vista financeiro e do fortalecimento da capacidade tributária municipal. A base de sustentação do Município é, portanto, a arrecadação do ICMS, ficando o IPTU, o ISS e outros tributos diretos em segundo plano, se comparado com o quadro dos demais municípios da Baixada Santista.
                  PHD Vlamir
                  Barueri-SP

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                    • Mar 2015
                    • 686

                    #279
                    245 GUARUJA

                    Click image for larger version

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                    A cidade de Guarujá, situada na Ilha de Santo Amaro, foi visitada pela primeira vez no dia 22 de Janeiro de 1502 pelos exploradores portugueses André Gonçalves, Américo Vespúcio e suas armadas. Mais precisamente, essa visita ocorreu na parte ocidental da ilha, conhecida atualmente como Praia Santa Cruz dos Navegantes.
                    Contudo, devido à topografia, hostilidade indígena e áreas pantanosas a cidade ficou por mais de 300 anos abandonada. Tendo apenas a extração de óleo de baleia, pesca e poucos engenhos de açúcar como atividade econômica.
                    Com o passar do tempo as pessoas que viviam dessa economia foram formando um pequeno povoado, sendo assim, por um decreto imperial de 1832, Guarujá passou a condição de Vila.
                    Em 1893, Guarujá foi promovida a Vila Balneária de Guarujá. Para isso foram encomendados dos Estados Unidos um hotel, uma igreja, um cassino e 46 chalés residenciais desmontáveis. Além de receber serviços de água, esgoto e luz elétrica.
                    PHD Vlamir
                    Barueri-SP

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                      • Mar 2015
                      • 686

                      #280
                      246 bertioga

                      246 BERTIOGA

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                      Em Bertioga está o Forte São João. Construído em 1547, é considerada a primeira fortaleza erguida no Brasil. Atualmente, é um local destinado para o aprendizado de história.
                      A Vila de Itatinga é outro patrimônio de Bertioga e que faz parte da história do Brasil. Autêntica vila inglesa, construída em 1910, abriga a primeira usina hidrelétrica do País e que até hoje ajuda a fornecer energia para o Porto de Santos, o maior da América Latina.
                      PHD Vlamir
                      Barueri-SP

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                        • Mar 2015
                        • 686

                        #281
                        247 BIRITIBA MIRIM

                        Click image for larger version

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                        Biritiba-Mirim São Paulo - SP
                        Histórico
                        A capela de São Benedito, fundada no dia 05?05-1873 por Benedito Antônio do Espírito Santo, conhecido por Benedito Pedro , foi o primeiro sinal de vida na localidade. Depois, em 1902, foi construída a Igreja do Padroeiro, orientada pelo Padre Chico e por Frei Silvério.
                        A capela de São Benedito, como ficou conhecida a pequena vila, passou a distrido de Paz no ano de 1924, através da lei nº 1985, de 13-11, quando recebeu o nome de Biritiba-Mirim, que em tupi-guarani significa ?muitos biris pequenos?.
                        A primeira estrada estadual ligando o município de Mogi das Cruzes e Casa Grande e passando por Biritiba-Mirim, foi aberta ao tráfego em 1929.
                        Biritiba-Mirim ganhou o seu primeiro grupo escolar no ano de 1950, construído pelo então prefeito de Mogi das Cruzes, Epaminondas Freire. O doador do terreno foi Caetano Leme da Cunha e, neste prédio, funciona hoje a prefeitura municipal de Biritiba-Mirim.
                        No dia 29-02-1964, através da lei nº 8092, ocorreu a emancipação de Biritiba-Mirim e seu primeiro prefeito foi José Oliva Melo Júnior.
                        Gentílico: biritibano
                        PHD Vlamir
                        Barueri-SP

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                          • Mar 2015
                          • 686

                          #282
                          248 SALESOPOLIS

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                          Salesópolis teve início no antigo povoado de São José do Paraitinga, fundado em princípios do século XIX por Aleixo de Miranda, e os alferes José Luís de Carvalho e Francisco Gonçalves de Souza Melo.
                          Situado no percurso entre Taubaté e Mogi das Cruzes, na subida do Rio Tietê, o povoado foi resultado de um deslocamento feito por Aleixo de Miranda de outro núcleo, denominado Nossa Senhora da Ajuda, que havia sido estabelecido por esse mesmo grupo no Alto Tietê.
                          Com o crescimento do núcleo de São José do Paraitinga, seus fundadores entraram em negociação com as autoridades da província de São Paulo para elevá-lo à categoria de freguesia da vila de Santana de Mogi das Cruzes, o que aconteceria em 28 de fevereiro de 1838. Em 24 de março de 1857, elevou-se a freguesia a vila graças ao esforço de seus administradores, mas sua atual denominação só seria adotada muito mais tarde, em 16 de novembro de 1905, em homenagem ao presidente Campos Sales.
                          As possibilidades de desenvolvimento da vila na época de sua criação eram, no entanto, muito limitadas, principalmente pela precariedade das vias de transporte e de comunicação com outras localidades. Até final do século XIX, o intercâmbio comercial com Guararema era feito por meio de tração animal. Mais tarde, a situação foi alterada com a aquisição de uma ligação rodoviária com Mogi das Cruzes, o que facilitou o transporte dos produtos locais para outros mercados.
                          Sua economia girou, inicialmente, em torno das lavouras de fumo, café, milho e feijão. A plantação de fumo assumiu tamanha importância que, em 1909, tornou-se objeto de exportação em larga escala para mercados como os de Mogi e São Paulo. A partir de 1912, com a construção de uma usina pela Companhia de Força e Luz Norte de São Paulo, o município, que ficava na nascente do Rio Tietê, passou a produzir energia elétrica própria.
                          Posteriormente, no início da década de 40, sua economia teve um breve crescimento com a industrialização do carvão vegetal, que provocou a devastação de suas matas circundantes. Por volta de 1945, foi inaugurada outra atividade industrial, a manufatura de tábuas para a produção de artigos de proteção para garrafas e frutas exportadas, que, contrariamente à anterior, viria a se estabelecer de forma mais sólida na economia da cidade.
                          Com a chegada, em 1956, de imigrantes japoneses que se estabeleceram na região em uma colônia própria, Salesópolis passou também a se dedicar ao cultivo de diversos produtos agrícolas e hortaliças.
                          Última edição por Vlamir; 11-02-16, 13:58.
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                            • 686

                            #283
                            249 paraibuna

                            249 PARAIBUNA

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                            Em 13 de junho de 1666, data em que se celebra a festa de Santo Antônio de Lisboa, alguns sertanistas de Taubaté, descendo o Rio Paraitinga e afastando-se aproximadamente 2 quilômetros de barra de confluência desse rio com o rio Paraibuna, em regozijo pelo êxito da viagem, fizeram promessa de lançar nesse lugar os primeiros lineamentos de uma povoação.
                            Em pouco tempo surgiu uma Capela e, em sua volta, toscas cabanas de madeira, cobertas de sapé e pequenas roças. Moradores de outros centros mais antigos foram chegando e formaram um pequeno povoado que passou a ser chamado Santo Antônio do Paraibuna, o topônimo Paraibuna, segundo Theodoro Sampaio, significa: parahyb=água,una=preta,água preta.
                            Informado da prosperidade desse trecho da Capitania, o Capitão General de São Paulo,em documento de 23 de junho de 1773, designou Manoel Antônio de Carvalho,para Fundador, Administrador e Diretor da nova povoação.
                            O mesmo documento ordenava que fossem remetidos para o local todos os forros, vadios e vagabundos, para ali estabelecerem residência, em condições de igualdade com os primitivos moradores. Tal notícia causou alarme entre os habitantes do local, que organizaram comissões com o fim de se entenderem com as autoridades.
                            Somente um ano mais tarde, em 14 de abril de 1774, conseguiram do Capitão General a revogação de tal ordem, com a Carta de Sesmaria, que os tranqüilizava tornando-os proprietários das terras.
                            Pelo Alvará de 7 de dezembro de 1812, concedido pelo Príncipe Regente, foi criada a Vila de Santo Antônio de Paraibuna, com a construção de uma capela e nomeação do pároco. Em 13 de junho de 1815, foi celebrada a primeira missa, pelo Padre Modesto Antônio Coelho Neto.
                            Em 1832, a freguesia foi elevada à categoria de cidade, desmembrando seu território do Município de Jacareí. Em 29 de junho de 1833, houve a primeira eleição para a Câmara Municipal.
                            Com a revolução de 1842 que dominou São Paulo realizaram-se, em Paraibuna, manifestações de simpatia à nova causa, através de discursos do Tenente Rodrigo Freire de Andrade Melo que provocaram ovação da população em favor da República. Esse gesto dos cidadãos de Paraibuna desgostou o Governador da Província de São Paulo que retardou, muito tempo, as aspirações de elevá-la à categoria de Comarca, somente ocorrendo em 30 de abril de 1857, graças aos esforços do Padre Francisco de Paula Toledo.
                            PHD Vlamir
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                              #284
                              250 JAMBEIRO

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                              Quando o café era cultura dominante no Vale do Paraiba, uma povoação começou a se formar às margens do rio Capivari, em torno de uma capela, sob a invocação de Nossa Senhora das Dores, construída em 1871, em terrenos doados pelo Capitão Jesuino Antônio Batista.
                              A povoação que se tornou freguesia em 1872, logo ocupou toda área doada pelo seu fundador. Para permitir a expansão do perímetro urbano, Luiz Bernardes de Almeida Gil doou seus terrenos, vizinhos ao povoado, aos novos moradores que aí construíram suas casas.
                              As altas produções cafeeiras alcançadas pelos fazendeiros locais promoveram o desenvolvimento da Freguesia que foi elevada, em 1876, à categoria de vila, com prerrogativas de município.
                              No ano seguinte sua denominação foi alterada de Vila de Nossa Senhora do Capivari para Jambeiro, devido à abundância desta árvore frutífera.
                              As crises do café, nas primeiras décadas do século XX, alteraram a economia de Jambeiro que passou a se basear na pecuária leiteira.
                              PHD Vlamir
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                                #285
                                251 JUMIRIM

                                Click image for larger version

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                                Hístorico F. Seade
                                O município de Jumirim, criado recentemente, em 27 de dezembro de 1995, foi distrito do município de Tietê, com sede no povoado de Jumirim e território desmembrado do distrito-sede daquele município, condição assumida a partir de 30 de novembro de 1944.
                                Suas referências mais antigas ligam-no à vila de Jumirim, cujo nome provém do topônimo tupi jurumirim que significa ?embocadura pequena?. A formação do povoado teve como marco inicial a Estrada de Ferro Sorocabana ou, mais especificamente, a construção em 1886 de uma estação ferroviária alocada em parte das terras da fazenda Barreiro, pertencente ao português Manoel Novaes, considerado o fundador da cidade. Contou também com a influência da imigração italiana, uma vez que inúmeras famílias foram chegando à região em busca de melhores possibilidades.

                                Histórico (Prefeitura)
                                Jumirim teve sua origem com a inauguração da Estação Férrea em 24/06 de 1886 em terras do Português Manoel Novaes, fundador da cidade. Jumirim vem do Tupi-Guarani, Jurumirim, que significa salto pequeno,existente no Rio Sorocaba. Teve seu impulso na era do café e foi colonizada por imigrantes predominantemente de origem Italiana, cujos costumes, alimentos e o próprio linguajar sofreu grande influência. Era Distrito de Tietê até 1995 e tornou-se cidade tendo sua instalação em Janeiro de 1997. Jumirim hoje, é mais conhecido pela sua pesca, tanto na represa do "Guedes" como na Ponte da Amizade, ambas no Rio Sorocaba.
                                Gentílico: Jumirense
                                PHD Vlamir
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