São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #91
    085 cosmópolis

    065 Cosmoplolis 65.700 HAB

    [ATTACH=CONFIG]52093[/ATTACH]

    O plano de colonização da região do Funil ocorreu em 1892, por iniciativa do Coronel José de Sales Leme que conseguiu um empréstimo da Câmara Municipal de Campinas, para construção de uma estrada de ferro denominada Carril Agrícola Funilense, iniciando, assim, a formação de uma colônia Suíça. Em 1898, chegaram as primeiras famílias de imigrantes que se fixaram no núcleo Campos Sales, cujas terras foram doadas ao Estado, pelo seu fundador.
    Inicialmente denominada Funil, passou a região a ser chamada Palmeiras, depois Burgo e, para homenagear seu incentivador, Núcleo Campos Sales. A seguir foi batizada como Barão Geraldo, em homenagem ao diretor-gerente da empresa e proprietário da fazenda Santa Genebra.
    Algumas famílias não se adaptaram e o Governo abriu oportunidade a outras de nacionalidade diferentes, vindo a seguir, Alemães, Austríacas, Russas, Italianas, Portuguesas etc. Esse fato provocou a mudança na denominação para Cosmópolis: cidade universal(do grego ?Kosmo?= universo, ?polis? =cidade ).
    O grande impulso progressista deu-se em 1904, quando a família Nogueira constituiu a Sociedade Anônima Usina Ester, atual Usina Açucareira Ester S/A, que fomentou a lavoura de cana-de-açúcar, principal atividade sócio-econômica, que deu base à elevação do Distrito de Paz, em 1906

    [ATTACH=CONFIG]52094[/ATTACH]
    [ATTACH=CONFIG]52095[/ATTACH]
    [ATTACH=CONFIG]52096[/ATTACH]
    Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:59.
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      • 686

      #92
      086 arthur nogueira

      086 Arthur nogueira 49.400 HAB

      [ATTACH=CONFIG]52097[/ATTACH]

      A efetiva colonização da Região do Funil deu-se com a criação do núcleo colonial Campos Sales, atual município de Cosmópolis, promovido pelo Coronel José de Sales Leme, que também iniciou a implantação da Ferrovia Carril Agrícola Funilense. Muitos povoadores iniciaram fazendas anexas ao núcleo, povoando o vasto território.
      Em 1904, a empresa Artur Nogueira & Cia., proprietária da Usina Ester, produtora de açúcar, doou ao Governo Estadual uma gleba de terras, anexas ao Núcleo Campos Sales, formando a Seção Artur Nogueira.
      A ferrovia atingiu a região em 1907, sendo a estação construída próxima ao armazém de Francisco Cabrino, no local chamado Lagoa Seca. A povoação nasceu em torno desta, sendo impulsionada por José Sanseverino, Júlio Caetano, João Pulz, Henrique Steckelberg e as famílias Andrade e Mauro. O rápido desenvolvimento foi ainda favorecido pelas intensas imigrações italiana ,alemã, e espanhola, que formaram minifúndios dedicados à cafeicultura, produto que predominava no norte paulista, mais tarde substituído em parte por arroz e algodão.
      A construção de capela na Seção Artur Nogueira iniciou-se em 1916, quando a povoação foi elevada à categoria de Distrito de Paz. Sua emancipação ocorreu em 1948, conservando a denominação da empresa que possibilitou seu desenvolvimento.
      Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:58.
      PHD Vlamir
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        • Mar 2015
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        #93
        087 limeira

        087 Limeira 295.000 HAB

        [ATTACH=CONFIG]52098[/ATTACH]

        As origens de Limeira remontam à abertura do caminho para Goiás que foi aberto pela primeira vez em 1682 por Bartolomeu Bueno da Silva -o Anhangüera- e reaberto em 1.722 por seu filho e que ia de São Paulo às minas de Goiás. Como não haviam estradas e as tropas se locomoviam a pé ou usando burros e mulas, um problema sério era a alimentação que em parte era fornecida pela própria mata, como caça e algumas frutas, mas para sanar essa questão geralmente um pequeno grupo partia antes, levando ramas de mandioca e grãos de milho, alimentos nativos já cultivados há séculos pelos índios, abriam uma clareira na mata em algumas paragens e plantavam uma pequena roça que forneceria o alimento para quando o grupo maior ali chegasse.
        Esses locais de roça, ao longo deste caminho, foram chamados de ranchos ou pousos. Um desses pousos era o ?Rancho do Morro Azul?, no sertão do Tathuiby, junto ao Ribeirão Tatu,que era um local perfeito para isso por possuir terras férteis ao seu redor e água, além de servir também de ponto de referência pois era avistado de grandes distâncias. Essas terras já eram conhecidas de tribos indígenas e de grupos caboclos que a exploravam cultivando pequenas roças, não permanecendo no mesmo local por um período maior que 6 ou 7 anos.
        Essa população cabocla era fruto da mistura de homens que haviam adentrado o sertão e acabaram vivendo junto aos indígenas, tendo filhos e formando pequenos grupos. Alguns deles haviam partido para o interior em busca de riquezas e escravos indígenas sem a permissão da Coroa e acabaram ficando; outros, como em casos registrados em Itu, haviam sido condenados por crimes e sua pena era ?serem soltos na cabeceira do Rio Piracicaba e entrarem na mata?. Provavelmente os juízes acreditavam que esses homens não iriam sobreviver,porém muitos o fizeram.
        Em fins do século 18 e início do século 19, as terras do Tathuiby foram sendo ocupadas por posseiros vindos de povoados da região, que diferentemente dos caboclos e indígenas, tinham a idéia de se fixarem nesse local. Nessa mesma época o governo passa a doar sesmarias e com a vinda dos agora ?donos legais? das terras, muitos desses grupos acabaram sendo empurrados mais para o interior, após Rio Claro , onde era o limite entre o ?civilizado? e o ?selvagem?.
        As sesmarias acabaram sendo divididas e dando origem a várias fazendas e os primeiros fazendeiros, Capitão Luis Manoel da Cunha Bastos, Bento Manoel de Barros, José Ferraz de Campos, Nicolau de Campos Vergueiro e Manoel Rodrigues Jordão, entre outros, começaram já ao redor de 1815 a plantar cana-de-açúcar para comercialização que precisava ser escoada, portanto, em 1.823 o governo provincial autorizou a abertura de uma estrada ligando o Morro Azul a Campinas. Junto à estrada foram sendo construídas estalagens para os tropeiros, casas e vendas e com a construção das pontes, em 1.826 ela foi aberta, o Capitão Luiz Manoel da Cunha Bastos doou 112,5 alqueires para que fosse formado um povoado e que fosse construída alí uma capela para que seus moradores pudessem se reunir, rezar e ouvirem missa. A capela então marca o ano de fundação da cidade.
        Quanto à origem do nome Limeira, não se pode precisar com certeza. Mas nas correspondências da época o que se percebe é que os nomes de Tathuiby e Limeira eram ambos usados para se referir à povoação. As laranjas, limões e limas foram introduzidas em São Paulo pelos portugueses já em 1540, sendo que documentos e livros que retratam o Brasil do início da colonização citam a excelente adaptação climática das árvores cítricas na costa brasileira. Na primeira metade do século XIX o Brasil foi alvo de grande interesse dos pesquisadores europeus, surgindo na época muitos estudos e livros sobre a flora brasileira. Não foram poucos os viajantes que mencionaram a existência de laranjeiras selvagens no interior do Brasil, levando muitos a acreditar que a laranja era uma fruta nativa. Portanto, é possível dizer que na região do Morro Azul haviam árvores cítricas cujas sementes haviam sido transportadas pelo homem ou por pássaros e outros animais e dado origem à um ou mais pés de lima, que por serem frutas conhecidas dos europeus há muitos séculos chamaram a atenção o suficiente a ponto de serem usadas para dar nome ao local.

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        Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:57.
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          #94
          088 engenheiro coelho

          088 Eng coelho 18.150 HAB

          [ATTACH=CONFIG]52103[/ATTACH]

          O atual município de Engenheiro Coelho, antigo povoado de Guaiquica, fazia parte da fazenda do mesmo nome, de propriedade de Júlio Cardoso de Moraes. Os primeiros imigrantes chegaram da Bélgica, em 1891, e instalaram-se no bairro dos Felipes, adquirindo a fazenda São Pedro em 1901. No ano de 1891, também foi instalada a Usina Ester por iniciativa de Artur Nogueira e companhia. Para escoar a produção da usina e dos produtos agrícolas ali gerados, foi implantada a Estrada de Ferro Funilense.
          Em 1912, para ver a produção de sua fazenda ser escoada, Pedro Hereman autorizou a construção de uma estação e a obra foi entregue ao engenheiro José Luiz Coelho, que influenciou a escolha do nome do povoado, Engenheiro Coelho. Seu acelerado desenvolvimento transformou-o em distrito com sede no bairro do mesmo nome, do município de Artur Nogueira e território desmembrado desse município, em 14 de maio de 1980. Após 11 anos, foi elevado à categoria de município, em 30 de dezembro de 1991
          [ATTACH=CONFIG]52100[/ATTACH]

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          Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:56.
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            #95
            89 conchal

            089 Conchal 26.900 HAB

            [ATTACH=CONFIG]52105[/ATTACH]

            Em terras do Governo do Estado de São Paulo, ocupadas pelas fazendas Nova Zelândia, Ferraz e Leme, compreendidas entre o rio Moji Guaçu e os ribeirões do Ferraz e do Leme, foram criados dois núcleos de colonização: Visconde de Indaiatuba e o de Conde de Parnaiba, em 28 de março de 1911.
            Foram os primeiros moradores dos núcleos: Basílio Guidoti, Luiz Felipini, Misael de Lima, Basílio Pires, Eduardo Pulz, Teófilo Barbosa e Batista Paes.
            O governo cuidou do saneamento da região e concedeu a abertura para instalação de estação de parada da Estrada de Ferro Funilense mais tarde, Estrada de Ferro Sorocabana.
            A implantação dos núcleos de colonização constituiu uma tentativa de reforma agrária, visto que as fazendas eram divididas em lotes, vendidos a Brasileiros e imigrantes estrangeiros com condições de se dedicarem à lavoura.
            O empreendimento era apoiado pela navegação do rio Moji Guaçu, praticada desde os fins do século XIX, concedida à Cia. Paulista de Estrada de Ferro, que permitia o escoamento da produção agrícola da região.
            Os núcleos de povoamento foram agrupados em um só local onde, em 1910, Antônio Benedito de Oliveira Ferraz já havia fundado Conchal. À margem esquerda do ribeirão do mesmo nome.
            O Distrito Paz foi criado nove anos após porém com a denominação de Engenheiro Coelho, em Moji Mirim e em dezembro de 1948, elevado a Município, então, com nome de Conchal.

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            [ATTACH=CONFIG]52107[/ATTACH]
            Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:55.
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              #96
              090 araras

              090 Araras 127.600 HAB

              [ATTACH=CONFIG]52108[/ATTACH]

              O primeiro registro do povoado foi em 1818, através de uma sesmaria de légua e meia, formada pelas bacias hidrográficas do rio Mogi, ribeirão Itapura e ribeirão das Araras, em terras pertencentes ao município de Limeira. Em 1862, o proprietário da sesmaria erguia a primeira capela de Nossa Senhora do Patrocínio das Araras, rodeada de algumas casas. A inauguração foi em 15 de agosto de 1862, Dia da Padroeira.
              Em maio de 1865, os então proprietários da sesmaria, Bento de Lacerda Guimarães (futuro Barão de Araras), e José de Lacerda Guimarães (Barão de Arary), doaram o terreno para o patrimônio da respectiva igreja dedicada a Nossa Senhora do Patrocínio.
              As grandes fazendas de lavoura de café predominavam na cidade e eram responsáveis pelo progresso que surgia na região. Em abril de 1877, os trilhos da Companhia Paulista de Estrada de Ferro eram a principal forma de escoamento da produção agrícola da região, o que acelerou o progresso da cidade.
              A imigração foi grande influenciadora na formação da população de Araras. Com o ciclo do café, italianos, portugueses, suíços e alemães se incorporaram à vida econômica que vinha sofrendo prejuízo com a falta de mão de obra na lavoura devido à abolição da escravatura.

              [ATTACH=CONFIG]52109[/ATTACH]
              [ATTACH=CONFIG]52110[/ATTACH]
              Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:52.
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                #97
                091 leme

                091 Leme 98.500 HAB

                [ATTACH=CONFIG]52111[/ATTACH]

                A povoação teve início à casa e estabelecimento comercial do português Manoel Gomes neto, em terras do fazendeiro Manuel Leme, entre os rios Corumbataí e Mogi-Guaçu.
                Em 1877, a companhia Paulista de Estradas de Ferro inaugurou sua estação de Manuel Leme, ainda da madeira, no trecho entre Cordeirópolis e Pirrassununga.
                Com chegada da ferrovia novos moradores foram se agregando ao núcleo e construíram uma capela em louvor a São Lázaro.
                Com a morte de Manuel Leme, um movimento liderado por Rafael de Barros e Joaquim de Goes Morais, obteve a doação de dois alqueires de terras, de seus herdeiros, para constituição do patrimônio.
                Nesse local foi erigida nova igreja, São Manuel de Leme, passando o Padroeiro a São Manuel, em homenagem ao antigo fazendeiro.
                No dia 26 de dezembro de 1889, logo após o advento do regime republicano, um ato do Governador do Estado, Prudente de Morais, criava o Distrito Policial da Estação de Leme, no município de Pirassununga.

                [ATTACH=CONFIG]52112[/ATTACH]
                [ATTACH=CONFIG]52114[/ATTACH]
                Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:51.
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                  #98
                  092 rio claro

                  092 RIO CLARO 198.500 HAB

                  Rio claro com almoço no phd espanhol nota 10

                  [ATTACH=CONFIG]52115[/ATTACH]

                  No século XVIII, em conseqüência da descoberta do ouro em Cuiabá, Mato Grosso, desde 1719, os paulistas já cruzavam os campos ou sertões de Araraquara, que compreendiam, além de Rio Claro, os atuais territórios dos municípios de Araraquara, São Carlos e Descalvado, para evitar as febres do roteiro do rio Anhembi (Tiete). Bandeirantes e aventureiros ali se fixaram, construindo as primeiras casas em suas propriedades, as margens do Ribeirão Claro. Tornou-se esse rincão o pouso dos viajantes dos sertões.
                  Os informes exatos a respeito do Morro Azul começaram a aparecer, entretanto, no primeiro vintenio do século XIX, quando a Vila de Moji-Mirim para lá enviou os primeiros povoadores. Em 1817, Manoel De Barros Ferraz e a família Galvão, procedente de Itu, representada por Joaquim Galvão de França requerem a primeira sesmaria nos sertões do Morro Azul, logo depois vendida; grande parte dessa gleba transformou-se mais tarde, na fazenda Ibicaba, e o senhor Nicolau Vergueiro, associado ao Brigadeiro Luiz Antonio, fundou aí o Engenho de Ibicaba, dedicada ao fabrico de açúcar e criação de animais, realizando um grande trabalho de colonização.
                  No ano seguinte foi concedida a segunda sesmaria à família Góes Maciel e, três anos depois, uma outra concessão aos irmãos Pereira, no lugar denominado Ribeirão Claro, onde formaram uma grande fazenda de criação - o "Curral dos Pereiras", onde, em 1822, com a criação da Vila da Constituição, hoje Piracicaba, começou a formar-se um povoado, que se denominou São João Batista do Ribeirão Claro. Outra sesmaria importante foi concedida às margens do rio Corumbataí: a do capitão Francisco da Costa Alves, em cuja fazenda erigiu uma capela, sob a invocação de São João Batista.
                  A partir das concessões de sesmaria, começaram a chegar fazendeiros abastados, trazendo escravos, agregados, força e dinheiro. Dentre os primeiros colonizadores destacaram-se os Costa Neves, Os Góes, Paes de Arruda, Senador Vergueiro, Paes de Barros, Cardoso de Negreiros e outros. Mais tarde, imigrantes suíços e alemães foram introduzidos pelo Senador Vergueiro, através de sua colônia Agrícola de Ibicaba que, não se ajustando fixaram-se na área urbana.
                  O Padre Delfino (Delfin da Silva Barbosa), quando celebrou missa na sesmaria do Corumbataí, de seu amigo Francisco da Costa Alves, trouxe consigo a imagem de São João, que passou a ser o padroeiro da região.
                  Os habitantes do local, pleiteando a vinda do Padre para perto de seus lares, construíram uma casa paroquial e uma igrejinha, improvisada nas terras de Manoel Paes Arruda, em torno da qual surgiram novas construções, casas residenciais e de comércio.
                  A vista dessas iniciativas, Paes Arruda e Manoel Afonso Taborda doaram como Patrimônio de São João Batista, a área para edificação da futura cidade e de igreja definitiva. Em 1926, quando se cogitou a transformação do lugarejo em capela curada, houve divergência quanto à fixação da localidade, visto que tanto os que possuíam propriedades ao sul do Curral do Pereiras como os que a possuíam ao norte da Fazenda Costa Alves se avocavam esse direito. Antonio Paes de Barros, mais tarde Barão de Piracicaba, a quem foram delegados poderes para escolha do local, deliberou que fossem comprados os terrenos do chapadão, confinantes com o Curral dos Perreiras e pertencentes a Manoel Paes de Arruda e Manoel Afonso de Taborda. Nesse sentido, alguns moradores dirigiram petição ao vigário capitular, em São Paulo, em que se mostrava a conveniência de ser criada a capela curada em São João Batista do Ribeirão Claro, sendo a pretensão atendida em 1827, quando ainda continuava o Padre Delfino na capelinha improvisada quando. Somente no ano seguinte ele se transferiu para a nova matriz ainda inacabada e, em 1830, foi elevada a Freguesia com o nome de Capela Curada de São João do Rio Claro.
                  Foi concedida a Companhia Paulista de Estrada de Ferro a ligação entre Campinas e Rio Claro, inaugurada em 1876. Uma nova Ferrovia, ligando Rio Claro a São Carlos e Araraquara, foi construída entre 1881 e 1885, pela Companhia de Estradas de Ferro do Rio Claro, mais tarde adquirida pela Companhia Paulista, atual FEPASA.

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                  Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:50.
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                    #99
                    093 americana

                    093 Americana 227.000 HAB
                    [ATTACH=CONFIG]52130[/ATTACH]

                    Os primeiros registros sobre a ocupação do território de Americana datam do final do século XVIII e fazem menção a Antônio Machado de Campos, Antonio de Sampaio Ferraz, Francisco de São Paulo e André de Campos Furquim, que se estabeleceram nas terras de Salto Grande, distribuídas ao longo das margens dos rios Atibaia e Jaguari, afluentes do Rio Piracicaba. Cultivavam a cultura de cana de açúcar e aguardente.
                    Em meados do século passado, crescia o plantio de café e em seguida o de algodão, juntamente com as famosas melancias do tipo "Cascavel da Georgia".
                    A construção da Companhia Paulista de Estrada de Ferro, iniciativa dos fazendeiros de café da região, facilitava o escoamento desses produtos regionais. Nesse período, com o loteamento de terras ao redor da estação, pelo Capitão Ignácio Correa Pacheco, formou-se o 1º Núcleo Urbano.
                    A estação de Santa Bárbara, como se chamava no início, teve sua inauguração em 27 de agosto de 1875, com a presença de D.Pedro II.
                    A imigração norte americana, a partir de 1865, marca um período de desenvolvimento no campo da agricultura, com o aprimoramento do cultivo do algodão, da educação e em atividades médicas e odontológicas.
                    Os imigrantes italianos (1887) muito colaboraram nos serviços da lavoura, e posteriormente na indústria têxtil. Construíram a 1ª Igreja de Americana em meados de 1896.
                    Destacam-se também os imigrantes alemães, com sua Mão de obra especializada, principalmente a família Müller, que com sua visão social democrata, idealizou a vila operária Carioba nas primeiras décadas do século e impulsionou a industrialização do nosso município e da região.

                    [ATTACH=CONFIG]52132[/ATTACH]
                    [ATTACH=CONFIG]52134[/ATTACH]
                    Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:48.
                    PHD Vlamir
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                      #100
                      094 nova odessa

                      094 Nova odessa

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                      As origens do povoamento da região do Quilombo remontam ao século XVIII, na concessão pelo Governo Colonial de sesmarias a vários desbravadores, principalmente a Joaquim José Teixeira Nogueira (1798), cujos descendentes continuaram a colonização das terras, hoje ocupadas pelo Município de Nova Odessa.
                      A colonização, no entanto, está mais ligada aos movimentos imigratórios, principalmente de Portugueses e mais tarde de Russos, letos e mesmo Americanos, estes últimos mais intensamente fixados no vizinho Município de Americana.
                      O Governo do Estado foi quem estimulou a corrente imigratória originária da Letônia e Rússia, com a aquisição da antiga fazenda Pombal, em março de 1905 e sua transformação em núcleo colonial, mediante entrega financiada de lotes de terras, implementos agrícolas, construção de casas, etc.
                      O núcleo Colonial de Nova Odessa pode ser considerado como o marco inicial do Município, sabendo-se como seu fundador, o então Secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Carlos José Arruda Botelho. O próprio nome da localidade - Nova Odessa - é estribado a Odessa, cidade da Ucrânia (Rússia), que impressionou Carlos Botelho pelo seu traçado urbano.
                      A primeira leva de imigrantes Russos não se fixou no núcleo, em virtude das especializações profissionais do contingente, não afeito às práticas agrícolas rurais. Acabaram por abandonar a colônia e mudar para cidades maiores.
                      O malogro da colonização Russa foi razão para reformulação do programa Governamental para a vinda de imigrantes letos, em 1906, sejam oriundos de outras colônias de Santa Catarina (Jacu-Açu), ou diretamente da Europa, pelo esforço de dois intermediários: Júlio Malves e Janis Gutman.
                      Em 1908 esses movimentos já eram praticamente coroados de êxito, pela adaptação dos povoadores, nos lotes distribuídos pelo governo.
                      A construção da estação ferroviária, inaugurada em 1907, trouxe ao núcleo melhores condições de assistência a essas populações e provocou o desenvolvimento agrícola, primeiro com cultura de cereais e frutas e depois com algodão, a avicultura e laticínios. A partir da década de 40 veio o surto industrial, completando a prosperidade econômica da antiga colônia.
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                      Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:13.
                      PHD Vlamir
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                        • 686

                        #101
                        095 sumare

                        Sumare numero 95

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                        Em meados do século XVIII, surge nesta região a Vila de São Carlos das Campinas. Ao seu redor vão surgindo as sesmarias, grandes porções de terras incultas e devolutas que o governo imperial concedia a pessoas que gozavam de prestígio pelo império português no Brasil. Sumaré tem a sua origem vinculada as sesmarias. As mais antigas referências à região do Quilombo, há mais de 200 anos, são encontrados em documentos de doação das sesmarias.
                        Com o desmembramento das sesmarias, a região passa a ser formada por fazendas. Em suas culturas, destaque para o café. Com fazendas e povoado formados, no dia 26 de julho de 1868 foi construída uma capela dedicada à Nossa Senhora de Sant?Ana, marco da fundação de Sumaré.
                        Em 1875, com a inauguração da estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, o povoado progrediu rapidamente. A Estação recebeu o nome de um dos maiores engenheiros brasileiros, Antonio Pereira Rebouças Filho.
                        Em 1920, em franco desenvolvimento, o povoado já contava com energia elétrica, posto policial, iluminação pública, cartório, escola, serviço telefônico, igreja matriz, subprefeitura e pronto socorro. O serviço de abastecimento de água foi inaugurado em 1934.
                        Sumaré, em seus primórdios era conhecida como Quilombo. Com a passagem da estrada de ferro, Quilombo passou a ser chamado Rebouças. A denominação Sumaré, nome de uma orquídea originária desta região, se deu em 1945, por meio de um plebiscito. A escolha do nome se deu em face que a legislação brasileira impedia dois povoados ter o mesmo nome. Na época, existia uma cidade, com nome de Rebouças, no Paraná. O nome da orquídea Sumaré foi escolhida dez anos antes da emancipação político administrativa do município, que conquistaria a sua independência de Campinas no 1° de janeiro de 1953. Sumaré é elevado à condição de Comarca no ano de 1964.
                        Em relação ao crescimento populacional, a história de Sumaré se divide nitidamente em duas partes: até 1950 sua população era basicamente formada por imigrantes italianos e portugueses; depois de 1950, pela presença de migrantes de todos os estados do Brasil. Os imigrantes vieram quando o café chegou a Campinas na segunda metade do século XIX. A produção cafeeira avançava para o oeste paulista deixando para trás as terras cansadas e as antigas fazendas retalhadas em pequenos sítios, agora ocupadas pelos imigrantes. Eles compravam terras, praticavam a agricultura nas imediações de Sumaré ou abriram comércio na zona urbana. O vilarejo crescia ao redor da Estação de Rebouças, impulsionado pelo comércio, pela incipiente indústria de sabão, de tijolos, de bebidas e pela atividade extrativa da madeira. Em 1907 o povoado tinha perto de 300 habitantes, em 1912 pouco mais de 400, em 1940 o distrito tinha perto de 5.000 e em 1950 chegava a 6.000. Coincidido com a industrialização do Sudeste, as indústrias alcançaram Sumaré nos anos 50 e a partir de então o município vivenciou um crescimento vertiginoso a cada década.
                        Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:11.
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                          • 686

                          #102
                          096 hortolandia

                          96 Hortolandia

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                          Os primeiros capítulos da história de Hortolândia têm início entre os séculos XVIII e XIX, com o cultivo de café e algodão nas terras que, à época, eram conhecidas como bairro Jacuba.
                          O nome, que em tupi-guarani significa ?água quente? (y-acub), baseia-se em um pirão feito com farinha de mandioca, cachaça, açúcar e mel, muito apreciado por viajantes que passavam pela região.
                          Em 1872, com a inauguração da estação ferroviária de Campinas, o local passa a integrar o caminho dos trens. A Estação Jacuba só vem depois, sendo instalada em 1917, exatamente onde funcionava, desde 1896, o ponto telegráfico.
                          Em 1947, surge o primeiro loteamento, o Parque Ortolândia, pertencente a João Ortolan. O empreendimento começa a trazer urbanização para o que viria a ser a cidade.
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                          Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:11.
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                            • 686

                            #103
                            097 monte mor

                            97 Monte mor

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                            Escavações do sítio arqueológico local, levaram a teorias de que a região foi aldeia tupi entre os anos 1000 a 1500, quando entrou em decadência.
                            Por volta de 1820, era constatada a presença de mamelucos, primeiros moradores, quando José Ferreira Alves, Capitão João Aguirra Camargo e Manoel Bicudo de Aguirra, doaram terras ao patrimônio. Nessas terras foram construídas uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Patrocínio de Capivari de Cima e alguns casebres para residência dos povoadores.
                            Benjamim Gomes, ferreiro local, produzia freio para montaria. O modelo que fabricava, Água Choca, levou muitos cavaleiros a procurarem o povoado para a compra. A popularidade do freio fez comque o povoado ficasse conhecido por Água Choca, assim reconhecido quando, em 1832, foi criada aFreguesia de Nossa Senhora do Patrocínio de Água Choca.
                            Nessa época, a Freguesia vivia da pecuária de leite, cultura de feijão e milho e avicultura.
                            Em 1871, desmembrou-se de Itú, quando foi elevado a Município, com o nome de Monte Mor. Não há referências sobre a origem do nome que, segundo alguns moradores, provém do Barão de Monte Mor, rico imigrante português, proprietário da Fazenda Monte Mor (depois pertencente ao Capitão Augusto Steffen).
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                            Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:09.
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                              • 686

                              #104
                              098 campinas

                              098 Campinas

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                              A área em que hoje se acha instalada a cidade de Campinas, conta com pouco mais de 260 anos de história colonial/imperial/republicana e com milhares de anos de história indígena.
                              Nos marcos de sua formação colonial, a cidade de Campinas surgiu na primeira metade do século XVIII como um bairro rural da Vila de Jundiaí. Localizado nas margens de uma trilha aberta por paulistas do Planalto de Piratininga entre 1721 e 1730 (trilha que seguia em direção às recém descobertas minas dos Goiases), o povoamento do "Bairro Rural do Mato Grosso" teve início com a instalação de um pouso de tropeiros nas proximidades da "Estrada dos Goiases". O pouso das "Campinas do Mato Grosso" (erguido em meio a pequenos descampados ou "campinhos", em uma região de mata fechada) impulsionou o desenvolvimento de várias atividades de abastecimento e promoveu uma maior concentração populacional, reunindo-se neste bairro rural em 1767, 185 pessoas.
                              No mesmo período (segunda metade do século XVIII), ganhava forma também uma outra dinâmica econômica, política e social na região, associada à chegada de fazendeiros procedentes de Itú, Porto Feliz, Taubaté, entre outras. Estes fazendeiros buscavam terras para instalar lavouras de cana e engenhos de açúcar, utilizando-se para tanto de mão de obra escrava. De fato, foi por força e interesse destes fazendeiros, ou ainda, por interesse do Governo da Capitania de São Paulo, que o bairro rural do Mato Grosso se fez transformado em Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso (1774); depois, em Vila de São Carlos (1797), e em Cidade de Campinas (1842); período no qual as plantações de café já suplantavam as lavouras de cana e dominavam a paisagem da região.
                              Os cafezais, por sua vez, nasceram do interior das fazendas de cana, impulsionando em pouco tempo um novo ciclo de desenvolvimento da cidade. A partir da economia cafeeira, Campinas passou a concentrar um grande contingente de trabalhadores escravos e livres (de diferentes procedências), empregados em plantações e em atividades produtivas rurais e urbanas. No mesmo período (segunda metade do século XVIII), a cidade começava a experimentar um intenso percurso de "modernização" dos seus meios de transporte, de produção e de vida, permanecendo vivo até hoje na memória da cidade, aspectos diversos destas transformações.
                              Com a crise da economia cafeeira, a partir da década de 1930, a cidade "agrária" de Campinas assumiu uma fisionomia mais industrial e de serviços. No plano urbanístico, por exemplo, Campinas recebeu do "Plano Prestes Maia" (1938), um amplo conjunto de ações voltado a reordenar suas vocações urbanas, sempre na perspectivas de impulsionar velhos e novos talentos, como o de pólo tecnológico do interior do Estado de São Paulo.
                              No mesmo percurso, a cidade passou a concentrar uma população mais significativa, constituída de migrantes e imigrantes procedentes das mais diversas regiões do estado, do País e do mundo, e que chegavam à Campinas atraídos pela instalação de um novo parque produtivo (composto de fábricas, agro-indústrias e estabelecimentos diversos). Entre as décadas de 1930 e 1940, portanto, a cidade de Campinas passou a vivenciar um novo momento histórico, marcado pela migração e pela multiplicação de bairros nas proximidades das fábricas, dos estabelecimentos e das grandes rodovias em implantação - Via Anhanguera, (1948), Rodovia Bandeirantes (1979) e Rodovia Santos Dumont, (década de 1980).
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                              Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:08.
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                                • Mar 2015
                                • 686

                                #105
                                099 santa barbara d`oeste

                                99/645 Santa barbara d`oeste

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                                Surgido no município de Constituição, hoje Piracicaba, a meio caminho de Campinas, Santa Bárbara deve sua fundação a D. Margarida da Graça Martins, filha do Sargento-mor Domingos José da Graça e esposa do Sargento-mor Francisco de Paula Martins. D. Margarida residia em Santos, onde estava fixada toda a família.
                                Em região coberta de matas onde abundavam as melhores madeiras de lei, e atravessada por uma estrada de tropas, de acesso fácil à vila de Constituição o esposo de Dona Margarida arrematou em hasta pública uma sesmaria, delimitada ao norte com o rio Piracicaba e a nordeste com o ribeirão Quilombo.
                                Ao enviuvar, em 1816, D. Margarida encarregou seu filho, Capitão Manoel Francisco da Graça Martins, de administrar as terras, nas quais o mesmo iria radicar-se por volta de 1818, cuidando desde logo de iniciar a formação de um povoado e de erguer uma capela, sob a invocação de Santa Bárbara. Para constituir o patrimônio do novo núcleo, efetuou a doação de uma área de, aproximadamente, 30 alqueires paulistas.
                                Desde então grande número de famílias afluiu à região, atraídas pela fertilidade da terra. Iniciou-se 0 corte de madeira, exportada em carretões puxados a bois; fundou-se uma serraria a vapor e com o crescimento das atividades madeireiras, cresceu também o povoado. Ao fazer-se-necessário instalar aí serviços de administração pública, decidiu o Barão de Mont'Alegre, presidente da Província, a criação da freguesia, anexa ao Município de Constituição.
                                A partir de 1867, acorreram a Santa Bárbara d'Oeste sobreviventes da Guerra de Secessão que, em suas fazendas, com emprego de novos métodos agrários, muito contribuíram para o progresso da agricultura.
                                Outros colonos, de origem européia, também em Santa Bárbara iniciaram vida nova. Além do grupo mais numeroso de agricultores, alguns artesões se fixaram na sede do Município, fundando oficinas, contribuindo para aprimorar as atividades artesanais na região.
                                O Município expandiu-se economicamente, com a intensificação das atividades agropecuárias e a instalação de usinas de açúcar, conservando-se, entretanto, estacionária a Cidade.
                                No alvorecer do segundo quartel deste século, novas e importantes indústrias fabris estabeleceram-se na sede, criando outras condições de vida e progresso, levando-a a emparelhar com os maiores núcleos de desenvolvimento do País.
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                                Última edição por Vlamir; 08-06-15, 16:07.
                                PHD Vlamir
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