São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #46
    43 pinhalzinho

    043 PINHAZINHAO 14.300 HAB

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ID:	203903


    Pinhalzinho, cujo nome derivou das matas de pinheiros que cobriam a região, foi fundado, em 1840, pelas famílias João Domingues Siqueira e Generoso de Godoi Bueno. O povoamento do Município deu*se principalmente por imigrantes italianos, entre eles Antônio Fornari e filhos, que fundaram a primeira casa comercial.
    O povoado, em 1900, contava com habitações dispersas em números de vinte. A partir de 1910 o crescimento foi acelerado com a criação de escola particular, mantida por moradores como Eduardo fornari, Henrique Torricelli e outros, e o incremento de população causada pelo anúncio de oferta de terrenos gratuítos, divulgado pelo jornal Cidade de Bragança.
    Em 1922, concluiu-se a igreja, obra realizada pelo construtor Tomás de Camargo e o carpinteiro José, sendo trazida diretamente de Barcelona, a imagem da Padroeira, Nossa Senhora de Copacabana.
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ID:	203906
    Última edição por Vlamir; 09-06-15, 16:04.
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    • Vlamir
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2015
      • 686

      #47
      44 bragança paulista

      44 BRAGANCA PLTA 159.900 HAB

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      Antônio Pires Pimentel e sua esposa Ignácia da Silva Pimentel, moradores no então Distrito de Atibaia, em cumprimento de uma promessa, constróem uma capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição, numa colina, à margem direita do Ribeirão Canivete (hoje, Lavapés, pequeno afluente do Rio Jaguary). Segundo se tem conhecimento, Antônio Pires Pimentel, estava doente e desenganado pêlos médicos.
      Então, sua esposa fez uma promessa a Nossa Senhora da Conceição pela recuperação do marido, alcançando a graça.Em agradecimento, o casal construiu a capela no alto da colina para venerar a santa. E aquele local, a partir de então, começou a servir de passagem e descanso para tropeiros. E começaram a surgir, ao redor da capela, ranchos e barracas. Assim teve inicio o pequeno povoado que recebeu o nome de Conceição do Jaguary e que tem como data de fundação o dia 15 de dezembro de 1763.

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      • Gilmar Dessaune
        Fazedor de Chuva

        • Oct 2012
        • 6891

        #48
        Bom dia FC Vlamir,

        Muito bom hein!!!

        Vejo que essa aventura vai "ser pequena" para você... logo logo vai emendar um Lendário, quem sabe você e o NFC e GCFC Jacob façam algumas cidades juntos por esse maravilhoso São Paulo.

        Abraços e parabéns pela determinação, logo vai estar com 10% atingidos. E isso não é pouco se considerar o tamanho da tarefa a ser feita.

        "Qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..." - Você está fazendo.

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        • Vlamir
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2015
          • 686

          #49
          45 franco da rocha

          045/645 Franco da Rocha 143.900 HAB

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          A cidade de Franco da Rocha tem sua primeira documentação histórica datada em 1627, época em que o rei de Portugal oferecia sesmarias (que eram doações de terras com a obrigação de cultivo dentro de três anos, sob a pena de revogação) aos interessados em cultivar a área. Na época, o benefício foi concedido ao senhor Amador Bueno da Ribeira, para que cuidasse dos Campos do Juquery.
          Franco até o século XIX, era uma região que servia de caminho para os bandeirantes ou todos aqueles que se dirigiam ao Estado de Minas Gerais. Nessa época, tratava-se de um lugarejo, que era conhecido pelos tropeiros, como Parada do Feijão, onde a topa que transportavam gados e mercadorias faziam suas refeições.
          Onde hoje se encontra o município, nada mais eram que grandes fazendas. No ano de 1807, surgem as primeiras escrituras, como do sítio Borda da Mata, que em 1866 foi vendido para a Estrada de Ferro São Paulo Railway, juntamente a fazenda Belém e Cachoeira, onde anos depois a cidade começaria a mudar de ares, com a inauguração da estação de trens.
          A estação do Juquery foi fundada em 1º de fevereiro de 1888. E nesse mesmo ano, chegou na cidade o italiano Filoteo Beneducci que tinha a intenção de descobrir ouro em grande escala no lugar, conhecido na época como Pedreira, atualmente a Quarta Colônia. Como no local não existia a quantidade esperada pelo imigrante que resolveu se dedicar à extração de pedras enviadas para a cidade de São Paulo pela Estrada de Ferro recém-inaugurada. Essa extração é tida como a primeira atividade industrial de Franco da Rocha.
          O desenvolvimento da cidade prosseguiu com um fato marcante, que mudaria para sempre a vida no município com a instalação do Hospital Psiquiátrico no Juquery. Sua construção, em uma área de 150 hectares começa em 1985, com o projeto do arquiteto Ramos de Azevedo, denominada Colônia Agrícola do Juquery, para suprir a demanda de pacientes mentais, já que os locais que atendiam os doentes mentais de todo Estado de São Paulo ? Hospital de Alienados, na capital e em Sorocaba e a Chácara Ladeira do Tabatinguera não tinham mais condições de receber pacientes e o número aumentava a cada dia. Inaugurado com capacidade inicial de 800 leitos, o Hospital ocupava um terreno à margem da linha férrea, próximo à estação Juquery. Com o passar dos anos as terras da Quarta Colônia, as fazendas Cresciúma e Velha foram incorporadas ao patrimônio do Hospital. Na Quarta Colônia, aliás, foi instalada a usina elétrica do hospital, que durante anos forneceu energia também para a estação Juquery e todo o povoado.
          Com o falecimento do sr. Frederico Alvarenga, em 1896, o Doutor Francisco Franco da Rocha, a serviço do Governo do Estado, foi designado para administrar o maior Hospital Psiquiátrico da Brasil e da América Latina.
          A religiosidade também esteve sempre presente na cidade. No ano de 1908, foi iniciada a construção da Igreja Matriz, em louvor a Nossa Senhora da Conceição, que se tornou a Padroeira do Município.

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          Última edição por Vlamir; 09-06-15, 16:02.
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          • Vlamir
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            • Mar 2015
            • 686

            #50
            46 francisco morato

            046/645 francisco morato 166.500 HAB

            [ATTACH=CONFIG]51578[/ATTACH]

            Um pequeno lugarejo denominado Vila Bethlém era sede da Companhia Fazenda Belém, empresa associada da The São Paulo Railwai CO., que lideravam um empreendimento formado em 1858 por capitais britânicos e brasileiros com o objetivo de construir uma ferrovia entre as cidades de Santos e Jundiaí para escoar a produção cafeeira do interior do Estado até o porto paulista.
            Uma parte da Fazenda Belém, denominada Campos do Juqueri, foi comprada por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, na época, por 8.888 contos de réis. A Vila Bethlém servia de acampamento aos operários que construíram o túnel que transpunha a Serra do Botujuru.
            Após a conclusão do túnel, a São Paulo Railway, conhecida popularmente como "Inglesa", havia comprado do Barão de Mauá os 45 km2 que hoje formam a cidade de Francisco Morato. Com a inauguração do túnel de Botujuru, a área em torno da vila transformou-se numa fazenda de eucaliptos que fornecia lenha para ser usada na estrada de ferro. Surgiram também, às margens da ferrovia, várias olarias e cerâmicas que produziam tijolos e telhas utilizadas pela companhia que construía a ferrovia.
            O nome do local foi simplificado para Belém em 1900, quando a São Paulo Railway duplicou as linhas férreas e construiu uma pequena estação de abastecimento onde hoje é a estação ferroviária.
            A Vila Bethlém tornou-se temporariamente entreposto de produtos agrícolas vindos de Bragança Paulista, Atibaia e cidades do sul de Minas Gerais. Pois antes da conclusão do túnel, o ponto final da ferrovia era aqui.
            Em 1946, com a emancipação da São Paulo Railway CO. pelo governo brasileiro, as terras da Companhia Fazenda Belém foram loteadas em vários sítios e a vila tornou-se distrito do recém emancipado município de Franco da Rocha.
            Como as leis brasileiras não permitiam que houvesse no país duas cidades com o mesmo nome (Belém do Pará e Vila Bethlém, ou simplesmente Belém), a cidade paraense conservou seu nome, por ser mais antiga e ser capital de um estado e, em 1954, foi sugerida que a antiga Vila Bethlém recebesse o nome de Francisco Morato.
            A sugestão foi dada pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, onde o professor Francisco Morato havia lecionado. Acolhida pela Câmara Municipal de Franco da Rocha, o distrito de Francisco Morato emancipou-se político-economicamente no dia 21 de março de 1965. Depois de um plebiscito realizado no distrito e aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado.
            Nascia, portanto, há exatos 40 anos, a cidade de Francisco Morato. Com aspecto de típica cidade do interior, com casas simples; ruas de terra, freqüentadas por charretes e carroças; com sua geografia acidentada, cheia de morros e desníveis e com uma pequena população (cerca de 5.000 pessoas, segundo pesquisas da época), que ainda dependia de Franco da Rocha para se desenvolver.

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            Arquivos Anexos
            Última edição por Vlamir; 09-06-15, 16:01.
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              • 686

              #51
              47 campo limpo plta

              047/645 campo limpo paulista 79.900 HAB

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              A cidade surgiu com a construção do leito da Estrada de Ferro São Paulo Raiway (atual Santos-Jundiaí) para o transporte de café dos fazendeiros da zona bragantina. Em 1880 o sítio integrava o bairro de Ivoturucaia, que, de acordo com o livro histórico de Manoel Tavares da Silva, possuía posto de telégrafo, de propriedade de João Antônio da Silva e de sua mulher, ambos pioneiros de Campo Limpo.
              O povoamento teve início na rua Joaquim Pereira Pinto, onde foram construídas casas de sapé para os funcionários da Estrada.
              Através de plebiscito foi garantido a emancipação, efetivada em 1964.
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              Última edição por Vlamir; 09-06-15, 16:00.
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                • 686

                #52
                48 jarinu

                048/645 jarinu 29.000 HAB

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                O antigo Distrito de Campo Largo do Atibaia, mais tarde Jarinu, tem duas correntes de opinião quanto aos fundadores: uma, de tradição popular, atribui a José Inácio da Silveira (ou da Silva) e outros. Uma segunda corrente atribui ao Capitão Lourenço Franco da Rocha e sua mulher Rita de Cássia Moraes que, em 1807,constituiram um patrimônio sob a invocação de Nossa Senhora do Carmo, doando parte de suas terras no local onde hoje se ergue a cidade.
                Em 12 de outubro de 1830, a capela de Nossa Senhora do Carmo foi elevada a Curato.
                A povoação em torno da capela elevada à categoria de Freguesia (Distrito), em 1842, cuja instalação ocorreu no ano seguinte.
                Em 1895, houve uma tentativa de emancipação, porém, quando a Câmara de Atibaia foi consultada sobre a conveniência de se constituir o novo município, essa Casa não reconheceu a utilidade da medida por não ter sido reclamada pelo povo do Distrito, que passou a denominar-se Jarinu, que corresponde, na língua Tupi, à anterior denominação portuguesa de Campo Largo.

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                Última edição por Vlamir; 09-06-15, 16:00.
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                  • 686

                  #53
                  49 várzea paulista

                  049/645 várzea paulista 116.000 HAB
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                  A história de Várzea Paulista começa em 1867, quando os ingleses construíram a estrada de ferro que liga Santos a Jundiaí. A estrada passava por uma várzea campesina, com um saliente acidente geográfico e as águas cristalinas do rio Jundiaí.
                  O local começou a ser povoado dezenove anos depois da inauguração desse trecho ferroviário, no final do século XIX, mais precisamente em 1886.
                  O primeiro morador varzino foi Isaac de Souza Galvão, que montou a primeira olaria do local.
                  Consta que a cidade também participou do ciclo do café, que acabou com a intensa geada de 1878.
                  A empresa franco-ítalo-suíça Societé des Distilheiries Brasiliennes instalou uma destilaria de álcool em terras varzinas e viveu tempos prósperos até 1888, quando finalmente foi abolida a escravidão. Em 1891 foi inaugurada a Estação Ferroviária, com arquitetura e materiais ingleses.
                  Em agosto de 1956, o Cartório Civil teve seus livros liberados para assentamentos. O nome do distrito era Secundino Veiga, em homenagem ao jornalista que morreu na época.
                  O cartório substituiu a denominação de Secundino Veiga para Distrito de Várzea, em alusão ao terreno ribeirinho, baixo e plano, situado às margens de um rio.
                  No dia 21 de março de 1965 o bairro foi elevado a município de Várzea Paulista. O Paulista no nome da cidade surgiu como identificador de mais uma conquista dos bandeirantes.

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                    • 686

                    #54
                    50/645 porto feliz

                    50 Porto Feliz 52.000 HAB

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                    O povoamento iniciou-se à margem esquerda do rio Tietê, no sítio da antiga aldeia dos índios guaianazes, denominado ?Araritaguaba?(no tupi, ?pedra onde as araras bicam ou se alimentam?), uma escarpa rochosa sobre histórico rio de penetração.
                    No fim do século XVII, Antonio Cardoso Pimentel, paulista de Taubaté, aí chegou para estabelecer uma fazenda. Auxiliado por Antonio Aranha Sardinha e outros moradores, em 1721, Cardoso Pimentel edificou uma capela sob invocação de Nossa Senhora da Penha, em torno da qual desenvolveu-se uim povoado, elevado a Freguesia em 1728, com o nome de Nossa Senhora da Penha de Araritaguaba.
                    O local, segundo historiadores, porto ou ponto de partida de exploradores dos sertões, via Tietê, desde meados do século XVI, tendo-se assinalado aí a passagem do Padre José de Anchieta, em 1561.
                    Seu papel de ponto de saída para as incursões acentuou-se, a partir de 1719, com a descoberta do ouro de Cuiabá, pois, deste local, partiram as ?Monções?, expedições comerciais ou militares, particulares ou oficiais, com destino às colônias do Mato Grosso, descendo os rios Tietê e Paraná e subindo os rios Pardo e Paraguai, desde o século XVII até a segunda metade do século XVIII.
                    Com o desenvolvimento do núcleo urbano, por provisão da diocese, foi construída nova igreja passando a aldeia a se chamar Nossa Senhora Mãe dos Homens de Araritaguaba.
                    Em 1797 foi elevada a Freguesia com o nome de Porto Feliz, por lembrar a alegria daqueles que se aventuraram nas perigosas explorações e jornadas pelos sertões e lograram retornar às suas casas.
                    Porto Feliz foi elevada à categoria de Cidade em 1858.
                    O progresso do Município no entanto, durante sua evolução política, ficou mais condicionado ao ciclo das ?Monções? e mais tarde, ao da cana-de-açúcar, não conhecendo praicamente o impulso da lavoura cafeeira experimentado por outros municípios na época.
                    A inauguração da ferrovia, em 26 de abril de 1920, veio recompor as condições favoráveis de sua evolução.

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                      • 686

                      #55
                      51/645 tietê

                      51 Tietê 40.000 HAB

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                      A História de Tietê teve suas origens com os bandeirantes e portugueses que desbravavam o Sertão Paulista navegando pelo Rio Tietê.
                      A fertilidade do solo atraiu grande número de aventureiros e pessoas afeitas à lavoura. Quase na embocadura do Ribeirão do Pito Aceso (Ribeirão da Serra), estava localizado no ancoradouro das canoas que, formando as ?monções? demandavam de Cuiabá carregados de ouro e pedras preciosas. Assim, na margem do rio, moradores construíram as primeiras habitações formando o vilarejo Pirapora do Curuçá que recebeu esse nome devido a uma pedra localizada à margem esquerda do rio a qual os índios a chamavam curuçú-guaçu ? que em tupi guarani significa cruz ? pois nela havia uma cruz entalhada.
                      Em 1570, como relatam as crônicas do Padre José Anchieta, ocorreu entre Porto Feliz e Tietê um naufrágio. Este relato indica a presença de colonizadores desde o início do descobrimento. Durante as monções, no final de século XVIII, Pirapora do Curuçá foi o primeiro e mais importante proto de reabastecimento e descanso para os bandeirantes que saiam de Araritaguaba (Porto Feliz).
                      Em 1747, o Vigário Francisco Campos fazendo um breve levantamento que pode ser considerado o primeiro censo de Tietê, constatou que na região que descia o rio numa distância de quatro léguas da Matriz existiam cerca de cento e quarenta casas.
                      O Rio Tietê era conhecido como Rio Anhembi, que em tupi guarani significava Rio das Anhumas (ave típica da região do Tietê), só mais tarde os bandeirantes o denominaram Tietê, assim chamado pelos índios habitantes dessa região. É um topônimo de origem indígena e significa ti ? rio e ete ? grande, fundo, verdadeiro que corre pra baixo.

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                        • 686

                        #56
                        52/645 cerquilho

                        52 Cerquilho 44.500 HAB

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                        O povoamento do atual Município de Cerquilho iniciou-se no local, onde havia um arcado de ?pau-a-pique?, destinado ao pouso de animais dos tropeiros que se dirigiam `a feira de Sorocaba, chamando de ?cerquinho? ou ?cerquilho?.
                        Nos primeiros anos do século XIX, na proximidades do ?cerquilho? foram-se formando pequenas fazendas, mas que tinham como centro de interesse a Vila de Pirapora, mais tarde Tietê.
                        Com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1882, foi construída uma estação de parada nas terras da fazenda Santa Maria, de propriedade de Oligário Alberto de Camargo Penteado e sua mulher Maria Luiza de Camargo ( Nhá Moça ).
                        Nas proximidades dessa estação os sitiantes José Rodrigues Serrão, Joaquim Poolner, Francisco, Antônio e Ricardo de Arruda Machado e alguns negros alforriados, foram os primeiros moradores do povoado que se formava a alguns quilômetros apenas, do antigo ?cerquilho? e que adotou o mesmo nome.
                        Até o fim do século passado, com a expansão da ferrovia para os lados de Botucatu e a utilização das férteis terras do vale do rio Sorocaba, o desenvolvimento econômico se acentuou com a chegada dos primeiros imigrantes Portugueses, Espanhois e Italianos, principalmente após a libertação dos escravos.

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                        Última edição por Vlamir; 09-06-15, 15:56.
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                          • 686

                          #57
                          53/645 cesario lange

                          53 cesario lange 17.300 HAB

                          [ATTACH=CONFIG]51651[/ATTACH]

                          Por volta de 1872, chegaram à região algumas famílias que adquiriram terras de José Inocêncio e iniciaram um pequeno aglomerado de casas, primeiro núcleo de povoamento.
                          O núcleo recebeu o nome de ?Passa Três?, em virtude de os primeiros povoadores terem atravessado, para ali chegar, ribeirões, o das Pedras, Guarapé e Aleluia.
                          Em 1880, aproximadamente, José Mendes de Almeida, com o auxílio dos moradores, edificou uma capela em homenagem à Santa Cruz.
                          Com o aumento de população de Passa Três, em fins de 1908, Aristides Vasconcelos Leite, José Rodrigues Fernandes e outros, com a colaboração de Cornélio Vieira de Camargo, político de Tatuí, conseguiram a elevação do povoado a Distrito de Paz.
                          O Distrito recebeu o nome de Cesário Lange, em homenagem ao primeiro professor da capela de Passa Três, Cesário Lange Adriem.

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                          Última edição por Vlamir; 09-06-15, 15:55.
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                            • 686

                            #58
                            54/645 pereiras

                            54 Pereiras 8.200 HAB
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                            O povoamento da região iniciou-se no século XVIII, decorrente primeiramente de pouso de tropeiros e de criação e comércio do gado, ao longo do Ribeirão das Conchas.
                            No pouso dos tropeiros, famílias provindas de Bragança Paulista fixaram-se nas terras devolutas, como ?posseiros?. Com esses ?braganceiros?, como eram conhecidos, chegaram Inácio de Goes Leme, Rafael de Oliveira Pinto, Desidério da Silva Pinto e Rafael Bueno de Oliveira, por volta de 1831-1832.
                            Outras famílias foram se agregando, e formando um povoado que, por ocasião de sua elevação à freguesia em 1876, já contava com cerca de duzentas casas.
                            Em 08 de dezembro de 1839, Bento Pereira Barbosa e outros membros da famílias Pereira de Araújo, construíram uma capela para abrigar a imagem de Nossa Senhora da Conceição, trazida de Bragança Paulista. Essa Capela, que ficou conhecida como a ?Capela dos Pereiras?, ficava na parte baixa, na saída para Avaré e Botucatu, enquanto que na parte alta, saída para Tatuí, os Goes Leme construíram outra capela.
                            Em virtude da rivalidade, os Pereira erigiram nova capela, em terreno doado por Hermenegildo Alves de Morais, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição do Ribeirão das Conchas.
                            Com a elevação à freguesia, passou a chamar-se Freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Pereiras.
                            Finalmente, em abril de 1889 é elevada a Vila (Município) denominada simplesmente Pereiras, desligando-se de Tatuí.

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                            Última edição por Vlamir; 09-06-15, 15:54.
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                              • 686

                              #59
                              55/645 laranjal paulista

                              55 Laranjal Plta 27.200 HAB

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                              Em fins do século XVII, às margens do ribeirão Laranjal, assim denominado pela grande quantidades de laranja azeda na região, foi formado um pouso de tropeiros de muares. Anos mais tarde, o pouso do Ribeirão do Laranjal, pela facilidade de água e riqueza das pastagens, tornou-se ponto obrigatório de parada e reunião dos comerciantes, quase sempre empregado o sistema de trocas.
                              Isso constituiu um atrativo para a fixação de moradores, sendo a primeira casa construída por Delfino de Mello, em 1884. A seguir, vieram Nicolau Yurati, Antônio Rosa, Antônio José dos Reis e outros que, como o primeiro, deram início ao povoado que se tornou Distrito policial, com a denominação de Laranjal, no Município de Tietê. Aos poucos novos moradores estabeleceram-se, constituindo moradias a partir da madeira abundante, desdobrada nas serrarias a vapor que foram instaladas.
                              Em 1885 foi construída a primeira escola primário e, no ano seguinte, inaugurada a estação da Estrada de ferro Sorocabana, atual FEPASA.
                              O Distrito de paz foi criado em 1896 e Laranjal foi sendo dotado, sucessivamente, de melhoramento urbanos, tais como agência postal, cartório de registro civil, telefone e iluminação elétrica. Laranjal passou a denominar-se Laranjal Paulista.

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                              Última edição por Vlamir; 09-06-15, 15:53.
                              PHD Vlamir
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                                • Mar 2015
                                • 686

                                #60
                                56/645 saltinho

                                56 Saltinho 7.800 HAB
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                                O atual município de Saltinho passou a distrito em 8 de dezembro de 1922, em terras do município de Piracicaba. Em 13 de dezembro de 1929, foi transferido para o município de Rio das Pedras.
                                Em 1938, no dia 30 de novembro, o mesmo distrito voltou a pertencer ao município de Piracicaba, permanecendo nessa condição até 30 de dezembro de 1991, quando finalmente obteve sua autonomia político-administrativa, tornando-se município.
                                Histórico (prefeitura)
                                Por volta da segunda metade do século XVIII, o Governo da Província fez diversas doações de terras devolutas, dentre as quais, em Piracicaba, as que recebeu o Major Fernandes, tronco da família Ferraz de Arruda Pinto. Para habitar e usar suas terras, o Major contratou serviços que foram pagos com lotes de terras. Núcleos familiares surgiram e com o crescimento destas famílias, as terras foram divididas, tendo início a Vila de Saltinho.
                                Por volta de 1880, com o fenômeno da imigração, famílias italianas vieram trabalhar nas lavouras cafeeiras de Piracicaba, onde mais tarde, compraram terras, diversificando as lavouras e iniciando o comércio e indústria.
                                Saltinho foi elevado à categoria de Distrito pela Lei n 1886 de 08 de Dezembro de 1922, instalando em 05 de Abril de 1923. Por motivos políticos, em 13 de Dezembro de 1929 o Distrito foi anexado ao Município de Rio das Pedras, gerando revolta do povo, que lutou para sua volta a Piracicaba, o que aconteceu através do decreto Lei nº 9765 de 31/03/1948.
                                Era costume festejar-se a Santa Cruz (2 a 3 de Maio), festa Profana na qual, certa vez, foi morto um membro da tradicional família Custódio, erguendo-se no local onde acharam seu corpo uma capela de Santa Cruz. Em 1938, o Vigário recém empossado proibiu a Festa na Praça Matriz da Cidade.
                                Os imigrantes, unidos aos antigos moradores, resolveram dotar a Vila de uma Igreja mais condizente com o desenvolvimento, sendo criada em 07 de Março de 1937 a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, instalada em 28 de Janeiro de 1938.
                                Saltinho, que foi Distrito de Piracicaba, tornou-se Município através de plebiscito realizado no dia 19/05/1991 e promulgado pela Lei nº 7.664 de 30/12/1991.
                                Origem do nome: o nome Saltinho foi dado graças à uma pequena queda d`àgua que o Córrego do Saltinho apresenta logo após a sua cabeceira.
                                Origem da Cidade: originou-se de uma pequena queda d? àgua que hoje é um córrego.

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                                Última edição por Vlamir; 09-06-15, 15:52.
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