020 ibiuna 75.900 HAB
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A colonização da região inicio-se com a fazenda de Manoel de Oliveira Carvalho que, em 1711, recebeu uma sesmaria de uma légua em quadra. Seu herdeiro, Manoel de Oliveira Costa,erigiu nesse local, por volta de 1760, uma capela sob invocação de Nossa Senhora das Dores. Única num grande território, esta sediou uma pequena povoação que se fixou ao seu redor, formando um vilarejo muito procurado para descanso dos tropeiros que demandavam às feiras de Sorocaba.
Mais tarde, a fazenda e a capela foram adquiridas por Matheus de Abrão Pereira que conseguiu a elevação da povoação, em 1811, a freguesia, com o nome de Nossa Senhora das Dores do Una. A tradição simplificou a denominação do povoado para Una, devido à capela localizar-se nas proximidades do rio igual nome. O topônimo atual Ibiúna, adotado somente em 1944, é de origem indígena que significa terra escura ( ? ibi = terra, ? una? = preto, escuro ).
Nos Primeiros tempos a base socio-econômica do lugar foi a agricultura de subsistência, contudo, a partir da criação do Município, em 1857, novos lavradores afluíram à região dedicando-se ao extrativismo vegetal (produção de carvão e madeira de lei) e mineral (exploração de areia e argila). Mas a fase de maior desenvolvimento deu-se com imigração Japonesa, cujos membros se concentraram em grande parte de Ibiúna. Iniciaram a formação de chácaras voltadas `a produção hortifrutigranjeira, de grande importância no chamado cinturão verde da Grande São Paulo.
Gentílico: ibiuense
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A colonização da região inicio-se com a fazenda de Manoel de Oliveira Carvalho que, em 1711, recebeu uma sesmaria de uma légua em quadra. Seu herdeiro, Manoel de Oliveira Costa,erigiu nesse local, por volta de 1760, uma capela sob invocação de Nossa Senhora das Dores. Única num grande território, esta sediou uma pequena povoação que se fixou ao seu redor, formando um vilarejo muito procurado para descanso dos tropeiros que demandavam às feiras de Sorocaba.
Mais tarde, a fazenda e a capela foram adquiridas por Matheus de Abrão Pereira que conseguiu a elevação da povoação, em 1811, a freguesia, com o nome de Nossa Senhora das Dores do Una. A tradição simplificou a denominação do povoado para Una, devido à capela localizar-se nas proximidades do rio igual nome. O topônimo atual Ibiúna, adotado somente em 1944, é de origem indígena que significa terra escura ( ? ibi = terra, ? una? = preto, escuro ).
Nos Primeiros tempos a base socio-econômica do lugar foi a agricultura de subsistência, contudo, a partir da criação do Município, em 1857, novos lavradores afluíram à região dedicando-se ao extrativismo vegetal (produção de carvão e madeira de lei) e mineral (exploração de areia e argila). Mas a fase de maior desenvolvimento deu-se com imigração Japonesa, cujos membros se concentraram em grande parte de Ibiúna. Iniciaram a formação de chácaras voltadas `a produção hortifrutigranjeira, de grande importância no chamado cinturão verde da Grande São Paulo.
Gentílico: ibiuense
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