São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #16
    020 ibiuna 75.900 HAB

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    A colonização da região inicio-se com a fazenda de Manoel de Oliveira Carvalho que, em 1711, recebeu uma sesmaria de uma légua em quadra. Seu herdeiro, Manoel de Oliveira Costa,erigiu nesse local, por volta de 1760, uma capela sob invocação de Nossa Senhora das Dores. Única num grande território, esta sediou uma pequena povoação que se fixou ao seu redor, formando um vilarejo muito procurado para descanso dos tropeiros que demandavam às feiras de Sorocaba.
    Mais tarde, a fazenda e a capela foram adquiridas por Matheus de Abrão Pereira que conseguiu a elevação da povoação, em 1811, a freguesia, com o nome de Nossa Senhora das Dores do Una. A tradição simplificou a denominação do povoado para Una, devido à capela localizar-se nas proximidades do rio igual nome. O topônimo atual Ibiúna, adotado somente em 1944, é de origem indígena que significa terra escura ( ? ibi = terra, ? una? = preto, escuro ).
    Nos Primeiros tempos a base socio-econômica do lugar foi a agricultura de subsistência, contudo, a partir da criação do Município, em 1857, novos lavradores afluíram à região dedicando-se ao extrativismo vegetal (produção de carvão e madeira de lei) e mineral (exploração de areia e argila). Mas a fase de maior desenvolvimento deu-se com imigração Japonesa, cujos membros se concentraram em grande parte de Ibiúna. Iniciaram a formação de chácaras voltadas `a produção hortifrutigranjeira, de grande importância no chamado cinturão verde da Grande São Paulo.
    Gentílico: ibiuense

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    Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:26.
    PHD Vlamir
    Barueri-SP

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    • Vlamir
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2015
      • 686

      #17
      021 vargem grande paulista 47.900 HAB

      [ATTACH=CONFIG]50430[/ATTACH]

      Lendas contam que D. Pedro I tinha o hábito de caçar nas matas do Ribeirão Vargem Grande, quando então descansava naquele antigo casarão de estilo colonial, que existia na Estrada da Lagoa.
      De acordo com registros históricos, as terras que hoje compreendem o centro de Vargem Grande Paulista, pertenciam ao Sr. Francisco Vieira; a sede da Associação Cultural e Esportiva de Vargem Grande, ocupa hoje terras que pertenceram, no passado, ao Sr. Joaquim Nunes dos Santos; o Cel. José Nunes dos Santos era proprietário das terras que hoje pertencem à família Rocha; Joaquim de Oliveira possuía as terras da Lagoa e vivia naquele casarão colonial, com senzala e escravos.
      No ano de 1914, com a desapropriação das terras do bairro da Graça, hoje Morro Grande ? Cotia, para a construção de uma represa que abasteceria a Capital do Estado de São Paulo, o Sr. Mathias Maciel de Almeida comprou terras do Sr. Francisco Vieira e nelas se estabeleceu, com seu genro Valêncio Soares Rodrigues e outros, como Leonardo Soares Rodrigues (Nhô Nardo), José Manoel de Oliveira (Nhô Juca), André Vieira de Godoy e Joaquim Soares Rodrigues, alguns dos filhos ilustres do Município.
      As grandes várzeas ali existentes eram propícias ao cultivo de cereais e de hortaliças. Dessa forma, foram se desenvolvendo as atividades agrícolas e pecuárias, que deram sustentação ao progresso e fortalecimento do povoado.
      Em 1963, Vargem Grande, então bairro de Cotia, eleva-se à categoria de Distrito, enquanto que a emancipação político administrativa de Vargem Grande Paulista data de 23 de dezembro de 1981, tendo sido seu território desmembrado de Cotia, após plebiscito popular que deu amplo apoio a essa iniciativa.
      Ressalta-se a presença no município, desde 1929, da laboriosa colônia Japonesa que até o ano de 1994 reuniu-se em torno da Cooperativa Agrícola de Cotia hoje Coopervag.
      O nome de nossa cidade expressa sua topografia: lugar plano ou planície extensa.

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      Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:25.
      PHD Vlamir
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      • Gilmar Dessaune
        Fazedor de Chuva

        • Oct 2012
        • 6891

        #18
        Bom dia FC Vlamir,

        Muito bom ver sua animação pra realizar o Valente FC São Paulo.

        Legal também descobrir que és um "Bode", tenho muitos amigos aqui no ES da turma do Bééé!!!

        Abração e manda mais cidades pra gente curtir esse estadão maravilhoso.

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        • Vlamir
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2015
          • 686

          #19
          Gilmar
          Facçção Alphaville
          sempre Fazendo Poeira pelo Brasil

          mande abraços Fraternos aos Bodes do ES
          PHD Vlamir
          Barueri-SP

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          • Vlamir
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2015
            • 686

            #20
            022 taboao da serra 219.200 hab

            O início da colonização está ligado à chegada dos jesuítas para catequizar os índios, destacando, o Padre Belchior de Pontes, cujo nome está ligado à região.
            Atribui-se o nome de Taboão da Serra aos tropeiros que, no século XIX, geralmente paravam na chamada Baixada do Gomes, quando viajavam do Sul à Capital.
            Havia, no local um artesão que trabalhava com o vegetal taboa e mantinha uma pousada para viajantes. Devido ao seu porte avantajado era conhecido como "Taboão", passando os tropeiros passaram a chamar a pousada de "Casa do Taboão".
            Em 1953, a Vila Taboão foi elevada a Distrito, no Município de Itapecerica da Serra, sendo agregado "da Serra" ao nome, devido à situação geográfica do povoado.
            [attach =config 50682[/attach]

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            Arquivos Anexos
            Última edição por Vlamir; 08-06-15, 20:54.
            PHD Vlamir
            Barueri-SP

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            • Vlamir
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2015
              • 686

              #21
              023 itapecerica da serra 148.000 hab

              O povoamento iniciou-se com um aldeamento indígena, sob proteção de Nossa Senhora dos Prazeres, fundado pelos Jesuítas, em 1562, com o objetivo de defender o Colégio de São Paulo de Piratininga e para facilitar a catequese. Essa aldeia teve sua população aumentada com a vinda dos indígenas de Carapicuíba, trazido por Afonso Sardinha e doutrinado pelo Padre Belchior de Pontes.
              A capela de Itapecerica, cujo o nome de origem indígena significa " pedra lisa e escorregadia", assim denominada por estar construída sobre pedras, contava em 1689, com 900 pessoas dirigidas pelo Padre Diogo Machado.
              Por longo tempo, a colonização ficou reduzida ao aldeamento.Somente em 1827, suas atividades agrícolas foram incentivadas com a criação pelo Governo Imperial de uma colônia, onde radicaram-se imigrantes Alemães. Nessa época foi Implantado pela Estrada de Ferro Sorocabana o ramal Mairinque-Santos, atravessando a região e possibilitando o escoamento da produção local.
              O sucesso da colônia Alemã, das lavouras e a facilidade de acesso atraíram outros povoadores, assim, foi criado em 1841, a freguesia do Imbu, em 1877, elevada a Município com o nome Itapecerica.
              Em 1944 foi acrescentado em seu topônimo, a partícula "da Serra", em alusão `a sua topografia e também para distinguir-se do Município mineiro de igual nome.

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              Última edição por Vlamir; 08-06-15, 20:52.
              PHD Vlamir
              Barueri-SP

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              • Vlamir
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2015
                • 686

                #22
                024/645 Embu Guaçu

                No fim do século XIX o sertanista José Pires de Albuquerque chegou à região entre os rios das Lavras, Embu-Guaçu e o córrego do Borges, onde impressionado pelas belezas naturais, construiu sua casa em taipa, mantida até hoje como patrimônio municipal por indústria aí localizada.
                Outras famílias como os Roschel, Schunck, Cremm, Domingues e outros, foram também se fixando, no local conhecido primeiramente como "Ilha de Itararé", mais tarde M'Boi Guaçu e finalmente Embu-Guaçu.
                O topônimo deriva do tupi "m-boy-guaçu", que significa "cobra grande". O crescimento do núcleo foi lento a princípio, tendo como ligação principalmente o rio Embu-Guaçu, que hoje desemboca na represa de Guarapiranga, o principal manancial que abastece São Paulo de água potável.
                A construção da ferrovia (antiga Estrada de Ferro Sorocabana) em 1932, trouxe melhores condições de comunicação e progresso com a diversificação de sua economia, principalmente agrícola e industrial.


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                Última edição por Vlamir; 08-06-15, 20:49.
                PHD Vlamir
                Barueri-SP

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                • Vlamir
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2015
                  • 686

                  #23
                  025 embu das artes
                  Em 1624, Fernão Dias e sua mulher Catarina Camacho, grandes proprietários da região, doaram à igreja uma quadra de terras para construção da Capela de Nossa Senhora do Rosário, iniciada em 1628, pelo Padre Belchior de Pontes que transferiu, para suas proximidades, a aldeia de M'Boy.
                  M'boy que tupi significa cobra, originou a corruptela Embú, assim denominado a aldeia que, segundo versão popular, surgiu quantidade de cobras existentes.
                  A construção do convento, anexo à capela foi iniciada em 1740 pelo Padre Domingos Machado. Na época, foram reunidos no aldeamento vários padres artistas que elaboraram os trabalhos de decoração da mesma. As verbas necessárias às douraduras dos entalhes das paredes de madeiras e grande número de imagens, foram possibilitadas pela venda do algodão que cultivavam em grande escala.
                  A dificuldade de comunicação não permitiu o rápido desenvolvimento do povoado. Somente no final do século XIX, a Cúria Diocesana de São Paulo contratou o engenheiro Henrique Bocolini para demarcação do patrimônio; o qual, reconhecendo os valores artísticos da capela e do convento, realizou as primeiras obras de apoio à conservação das construções.
                  Suas terras, no entanto, eram impróprias para a cafeicultura, principal atividade econômica da época. Assim, Embú entrou noutro período de retração que durou até meados do século XX, quando a capela e convento foram tombados pelo Estado que procedeu às devidas restaurações. A partir disso, a comunidade local, liderada por Annis Neme Bassith, começou a desenvolver as atividades artísticas, explorando o turismo como fonte de renda do Município, criado em 1959.

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                  Última edição por Vlamir; 08-06-15, 20:46.
                  PHD Vlamir
                  Barueri-SP

                  Comentário

                  • Jacob Bussmann Filho
                    Fazedor de Chuva

                    • Dec 2011
                    • 2788

                    #24
                    Boa FC Vlamir , muito legal te-lo no desáfio do Valente desse grande estado, com certeza nos encontraremos por aí ....rsrsrsrsr

                    abaixo uma foto de uma cachoeira lá na cidade de Lagoinha, vale do Paraiba, minha região.Qualquer dica que precisares estarei aqui a disposição.

                    Click image for larger version

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                    grande abraço e boas estradas
                    GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

                    Comentário

                    • Vlamir
                      Fazedor de Chuva

                      • Mar 2015
                      • 686

                      #25
                      Mestre FC Jacob Grande Lider ...

                      obrigado pela força e gostaria sim de ajudas futuras,
                      uma delas seria a relação das cidades da Nascente do Tiete, creio ser 69 cidades e suas dificuldade

                      Fraternos abraços

                      FC Vlamir
                      PHD Vlamir
                      Barueri-SP

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                      • Gilmar Dessaune
                        Fazedor de Chuva

                        • Oct 2012
                        • 6891

                        #26
                        Bom dia FC Vlamir,

                        Que legal sua empolgação, que continue assim, já está em excelente cia do NFC e GCFC Jacob, melhor do que ele não há, pois já está indo pro final do mesmo desafio.

                        Dado o seu recado para um dos meus amigos Bé, o Milton Moulin que é da facção Cariacica - ES, que respondeu dizendo que estão de portas e braços abertos para recebê-lo cá em nossas terras, faço minhas as palavres dele.

                        Abração.

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                        • Vlamir
                          Fazedor de Chuva

                          • Mar 2015
                          • 686

                          #27
                          Gilmar, Obrigado pela força
                          e diga aos manos que logo logo apareceremos na Região

                          Fraternalmente

                          Vlamir
                          PHD Vlamir
                          Barueri-SP

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                          • Gilmar Dessaune
                            Fazedor de Chuva

                            • Oct 2012
                            • 6891

                            #28
                            Boa tarde FC Vlamir,

                            Na verdade agora o Nascente FC é composto de 70 cidades, vide lista abaixo.

                            Percorrer as 70 cidades banhadas pelo Tietê:

                            Salesópolis – Biritiba Mirim – Mogi das Cruzes – Suzano – Poá - Itaquaquecetuba – Guarulhos – São Paulo – Osasco – Carapicuiba - Barueri – Santana de Parnaíba – Pirapora do Bom Jesus – Araçariguama - Cabreúva – Salto – Itu – Elias Fausto - Porto Feliz - Piracicaba – Tietê – Jumirim - Laranjal Paulista – Conchas – Anhembi – Botucatu - São Manuel - Dois Córregos - Mineiros do Tietê – Macatuba – Igaraçu do Tietê – Barra Bonita – Jaú – Pederneiras – Itapuí – Boracéia – Bariri – Itaju – Arealva – Ibitinga – Iacanga – Reginópolis – Uru - Pirajuí - Pongaí – Borborema – Cafelândia – Novo Horizonte – Sabino – Guaiçara - Sales – Guaiçara - Promissão – Adolfo – José Bonifácio - Ubarana – Barbosa – Penápolis - Glicério – Brejo Alegre - Zacarias – Buritama – Birigüi – Araçatuba – Santo Antônio do Aracanguá – Sud Menucci - Ilha Solteira - Pereira Barreto – Andradina – Castilho – Itapura

                            É um desafio maravilhoso, pois a obrigatoriedade de clicar as margens do Tietê em todos os municípios dão um charme todo especial ao Nascente, pois proporciona a ida a locais incríveis e também assistir o nascimento - a morte - e a ressurreição do nosso herói.

                            Abração.

                            Comentário

                            • Vlamir
                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2015
                              • 686

                              #29
                              026 Pirapora do Bom Jesus

                              026 Pirapora do Bom Jesus 17.300 HAB

                              [ATTACH=CONFIG]51219[/ATTACH]
                              O Capitão-Mor e Ouvidor Álvaro Luiz do Valle em visita a Parnaíba, atualmente Santana de Parnaíba, concedeu sesmarias a Jacome Nunes, Manoel de Alvarenga e Matheus Luiz. O local escolhido foi Pirapora, que em tupi significa Pira = peixe, pora = pula (salto de peixe), onde até hoje se encontra a Fazenda Salto de Pirapora. Mais tarde, essas terras foram vendidas a José de Almeida Naves, considerado o fundador da Cidade e que, com seus escravos, encontrou em meio a uma corredeira do rio Tietê, a imagem do Senhor Bom Jesus, em tamanho natural, representando o ?ECCE HOMO?.
                              Por alvará da Sé do Rio de Janeiro, a 6 de agosto de 1725, na capela que José de Almeida Neves mandou construir para abrirgar a imagem, foi rezada a primeira missa pelo Padre Izidoro Pinto de Godoy, Vigário de parnaíba. Em 25 de março de 1730, José de Almeida Naves e sua mulher, doaram 50 braças de terra e Cr$ 200.00 para, com os juros, serem custeadas as despesas e provisões da Capela, dandfo origem, nessa ocasião, à fundação da Vila de Pirapora. Em 1944, a denominação passou a ser Pirapora do Bom Jesus.
                              [ATTACH=CONFIG]51220[/ATTACH]

                              [ATTACH=CONFIG]51221[/ATTACH]

                              [ATTACH=CONFIG]51222[/ATTACH]
                              Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:34.
                              PHD Vlamir
                              Barueri-SP

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                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2015
                                • 686

                                #30
                                27 cabreuva

                                027 CABREUVA 45.800 HAB

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                                Entre as serras de Itaguaí e do Guaxatuba, no Ribeirão das Pedras, fazendeiros das famílias Ramos e Martins se fixaram no começo do século XVIII; formando com braço escravo, extensos canaviais e construindo vários engenhos.
                                A notícia da prosperidade da região trouxe outros colonizadores de Itú, que aí ergueram capela em louvor a São Benedito, segundo contam, em local onde existia uma grande ?cabreúva?, árvore também chamada de ?pau-bálsamo?, nome que corresponde á corruptela de ?caburé-yba?, do tupi, significando ?árvore da coruja?.
                                Por volta de 1856 a capela de São Benedito, construída em terreno doado por generoso José de Araújo, foi demolida e erguida nova igreja em louvor a Nossa Senhora da Piedade, que emprestou o nome ao patrimônio que aí se formou, elevado á freguesia desde dezembro de 1830, pertencendo à Vila Itú.
                                Em março de 1859, Cabreúva foi alçada à categoria de vila, mas que a abolição da escravatura em 1888, legou à decadência no fim do século XIX e começo do XX, visto que toda a sua economia açucareira estava fundada no trabalho escravo.
                                O progresso de Cabreúva retomou a sua marcha somente com a construção da via Marechal Rondon, ligando-a a Jundiaí e à capital, facilitando o transporte de suas riquezas

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                                Última edição por Vlamir; 09-06-15, 14:33.
                                PHD Vlamir
                                Barueri-SP

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