São Paulo de cabo a rabo.

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
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    #31
    28 Itupeva

    028 ITUPEVA 52.600 HAB

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    O povoamento da região está ligado intimamente ao de Jundiaí, sendo primitivamente acupada por grande fazendas de café, que predominavam no período Imperial e início do Republicano.
    O centro urbano nasceu e cresceu junto à estação da Estrada de Ferro Sorocabana, inaugurada em 1873, quando passou a atrair a população dispersa na zona rural.
    No entanto, suas atividades econômicas continuaram à produção agrícola, constituída pela fruticultura e horticultura, principalmente.
    O núcleo foi durante muitos anos, bairro do Município de Jundiaí, até que em 1953 teve a criação do Distrito de Paz, permanecendo a mesma jurisdição.
    Itupeva, que está situada à margem esquerda do Rio Jundiaí, tem seu nome derivado de um acidente geográfico localizado no mesmo curso fluvial, uma pequena queda d′água, cujo significado do tupi, ″y-tú-peba″, é cachoeira rasa, queda d′água rasteira, segundo Theodoro Sampaio.

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      #32
      29 Louveira

      29 LOVEIRA 42.700 HAB

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      Louveira foi fundada em 1639. A origem de seu nome deve-se ao primeiro povoador e um dos participantes da fundação - Gaspar de Louveira, natural de Iagronã - Espanha, casado com Paschoa Costa, descendente direta de João Ramalho e Bartyra, filha do Cacique Tibiriçá.
      O casal instalou-se no pouso dos Oliveiras, plantando ali as primeiras videiras da região, trazidas de suas plantações no Jaraguá.
      Em 1872 era inaugurada a Estação Ferroviária e a linha férrea da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.
      Em 1908, a Vila Rocinha, posteriormente chamada Vinhedo - na época bairro de Jundiaí - passou à categoria de Distrito. Louveira pertenceu por mais de 300 anos a Jundiaí, até que, em 1948, Vinhedo se desmembrou e Louveira a ele se incorporou como bairro.
      Ao realizar-se a primeira eleição no novo Município de Vinhedo, o bairro de Louveira elegeu cinco Vereadores à Câmara Municipal.
      Em agosto de 1952, os eleitos e outras pessoas ali residentes, reivindicaram sua elevação a Distrito, fato ocorrido no ano seguinte.
      Em 1963, realizou-se uma assembléia pró-emancipação do Distrito e, no final do mesmo ano, o povo, em plebiscito, manifestou-se pela elevação de Louveira a município, o que se efetivou em 1964.

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        #33
        30 Itatiba

        030 ITATIBA 111.600 HAB

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        Foi no território de Jundiaí, nos seus limites com antigas Vilas de Atibaia, Bragança e Campinas, que teve início a história da ocupação e posterior fundação da cidade de Itatiba. Até meados do século XVIII (por volta de 1750), esta área não era ainda ocupada pelo homem, mas isso não significa que ela fosse desconhecida. Como exemplo desse fato, sabemos que desde os idos de 1700, o Rio Atibaia já era utilizado para a navegação, servindo como meio de transporte para pessoas e mercadorias entre uma vila e outra. Aos poucos, portanto, o nosso território foi sendo "descoberto", conhecido e reconhecido pelos povos de Atibaia, Bragança e Jundiaí.
        No desenrolar desse processo, logo se revelou que as terras que compõem o município eram fertilíssimas, qualidade esta fundamental para a fixação do homem. E tal fato ocorreu precisamente no ano de 1786, ocasião em que a história registrou, pela primeira vez, a existência de 12 famílias pioneiras residindo na região onde, tempos depois, seria fundada a cidade de Itatiba.
        Para comprovar a veracidade desse fato, foi descoberto, em 2004, o documento mais antigo que trata dessa questão, ou seja, um antigo recenseamento realizado na Vila de Jundiaí e cujo original manuscrito encontra-se hoje no acervo do Arquivo do Estado de São Paulo. Através dessa fonte foi possível constatar que, naquele ano 1786, doze famílias vindas na sua maioria de Atibaia e Bragança começavam a abrir seus sítios na mata e iniciavam o plantio. Esses primeiros moradores estabeleceram-se nas margens do Rio Atibaia e deram início a um núcleo rural que recebeu o primitivo nome de Bairro do Atibaia. Tais bairros, comuns na São Paulo de outrora e origem de várias cidades, eram formados pelo conjunto de sítios e fazendas distantes dos núcleos urbanos e cujos moradores, vizinhos uns dos outros, reuniam certas afinidades econômicas, sociais e religiosas. Vale lembrar que a reunião desses sítios formava uma comunidade reconhecida pelo governo da antiga Capitania paulista e Itatiba, como comprovado, passou a ter essa condição a partir de 1786.
        A partir de então, e em função da qualidade de suas terras, o pequeno bairro foi progredindo. Em 1792, por exemplo, o núcleo já abrigava 42 famílias, num aumento espetacular de quase 200% em relação a 1786. Mas, o ano de 1792 nos revela também uma outra particularidade, pois foi justamente naquela época que Itatiba recebeu um de seus mais célebres moradores: o jundiaiense Antonio Rodrigues da Silva, também conhecido como Sargentão. E este apelido não era gratuito, pois ele possuía mesmo a patente de sargento e servia na 6ª Companhia do 1º Regimento de Infantaria e Milícias de Jundiaí. A importância desse personagem na nossa história é muito grande, pois foi ele o introdutor do culto a Nossa Senhora do Belém, cuja primitiva imagem ele trouxera consigo provavelmente de Minas Gerais.
        Instalado em seu sítio no atual bairro do Cruzeiro, Antonio Rodrigues construiu uma pequena capela que, a partir de então, passou a ser o centro religioso e social da antiga comunidade do Bairro de Atibaia. Tendo em vista terras tão promissoras, formou-se uma forte corrente migratória e, como visto, também de Jundiaí. Como conseqüência, a população aumentou sobremaneira.
        Diante dessa circunstância, os moradores decidiram construir uma outra capela para substituir a primitiva então localizada no bairro do Cruzeiro. Para isso reuniram-se o Sargentão e seu amigo Raimundo Cardoso de Oliveira para adquirir, em 1822, uma grande gleba na colina vizinha, no quadrante leste, muito mais suave e propícia para a constituição do núcleo urbano. Em agosto de 1823 a escritura dessas terras foi registrada no cartório de Jundiaí, sendo, em seguida, doadas como patrimônio da Capela do Belém. Assim, foi possível delimitar a cidade e abrir as primeiras ruas, largos e praças, hoje localizadas no centro da cidade de Itatiba.
        Não restam dúvidas de que a principal intenção dos antigos moradores do Bairro do Atibaia era a de transformar o núcleo em Freguesia. Dispostos a construir uma nova cidade, eles iniciaram a edificação da segunda capela, atual igreja do Rosário. Após muita luta, foi somente a 9 de dezembro de 1830 que a comunidade foi elevada para a categoria de Freguesia com o nome de Belém de Jundiaí.

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          #34
          31 Morungaba

          031 MORUNGABA 12.800 HAB

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          O desbravamento do território onde se encontra o município teve início no começo do século XIX, devido ao espírito aventureiro de um indivíduo de sobrenome Manso, que ali se estabeleceu com sua família, iniciando a cultura de cereais.
          A presença daquela família despertou a curiosidade da vizinhança, aguçada pelo interesse que despertava a plantação, já nesse tempo robusta e viçosa, que não tardou a imigrar para ali, vinda principalmente de Atibaia e começando a construir novos plantios, no local que se tornou conhecido por Mansos ou Barra dos Mansos.
          Com a chegada de novos lavradores, entre eles, Antônio Rodrigues da Silva, Joaquim Pereira Cardoso, João Belarmino de Aguiar e os Lemes, foi introduzido o cultivo do café, transformando pouco a pouco as pequenas propriedades existentes em fazendas, começando também a surgir as primeiras casas de comércio.
          Data ainda dessa época, a edificação de uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, construída com o concurso geral dos habitantes do povoado, e em terras doadas pelo Coronel João Belarmino de Aguiar. O povoado progrediu mais rapidamente com a chegada de imigrantes italianos por volta de 1888, que vieram trabalhar nas lavouras de café.
          O Distrito de Conceição da Barra Mansa foi criado em 29 de junho de 1888 e, em 15 de agosto de 1889, teve lugar a entronização da Padroeira, transportada para a capela que também recebeu a benção no mesmo dia.
          Em 1891, foi o lugar elevado à categoria de Distrito de Paz do município de Itatiba. A elevação à capela curada ocorreu em 1897.
          Por proposta da Câmara, o nome Barra Mansa foi substituído em 1919 pelo de Morungaba que na língua indígena significa "colméia" ou "lugar onde moram as abelhas"

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            #35
            32 Tuiuti

            032 TUIUTI 6,500 HAB

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            Tuiuti foi fundado em 20 de Janeiro de 1890, por terreno de 120.000m2 doado pelo Sr. Januário Pinto e esposa, para a construção de uma capela dedicada à São Sebastião, o restante da área foi destinada para as pessoas que quisessem construir casas ao redor.Alguns anos depois, nova doação feita pelo Sr. Joaquim de Lima Bueno, o que permitiu a construção da Praça Major Felício.Em 1902, foi construída uma igreja em taipa no centro da Praça Major Felício, existindo já nesta época um pequeno povoado.Neste mesmo ano, seus moradores liderados pelo Major Felício, conseguiram a elevação do povoado a distrito, através da Lei Estadual nº 858, de 5 de Dezembro de 1902,promulgada pelo então Presidente do Estado de São Paulo, Sr, Bernardino de Campos.Na ocasião o povoado denominado Pântano tem seu nome mudado para Tuiuti, em homenagem a batalha ocorrida na Guerra do Paraguai, decisão do nome tomada provavelmente pelo Major Felício, devido a ser militar com patente da Guarda Nacional e por ele ter liderado o movimento para elevação do povoado a distrito.A tradução do toponímio Tuiuti, do Tupi-Guarani, quer dizer Brejo Branco.Em 8 de Junho de 1903 foram eleitos os primeiros juizes de paz, Srs. Basílio V. da Silva, José Paranhos de Almeida e José Antonio de Lima.A 13 de Julho de 1903, efetivou-se a instalação do Distrito de Tuiuti, se tornando o primeiro Distrito de Bragança PaulistaEm 24 de abril de 1990 após movimento liderado pelo Sr. Natal Franco Machado, é dado entrada de requerimento entrada de requerimento ao Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, assinado pelo deputado Milton Baldochi, solicitando a marcação de plebiscito para emancipar Tuiuti.No dia 1º de Abril de 1991 foi marcado pela Resolução 28/91 do T.R.E a data de 19 de Maio de 1991 para realização de plebiscito, visando a emancipação do Distrito.Em 19 de Maio de 1991 é realizado o plebiscito onde votaram 1387 eleitores sendo que 1227 (88,4%) optaram pelo SIM e 166 (11,9%) votaram pelo NÃO

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              #36
              33 Amparo

              033 AMPARO 69.800 HAB

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              A região limite entre São Paulo e Minas no sertão do Retiro do Camanducaia, junto à serra da Mantiqueira, começou a atrair, no início do século XIX, os primeiros povoadores oriundos de Bragança, Atibaia e Nazaré.
              Os pioneiros, Manoel Miranda Antunes e João Bueno, abriram caminho aos demais que, por volta de 1824, construíram às margens do rio Camanducaia, uma capela em louvor à Nossa Senhora do Amparo, elevada a curato em 1829.
              Em 1857, Amparo, já distrito, apresentava suas terras bastante subdivididas, tendo o registro paroquial apontado 321 propriedades de reduzidas proporções, na sua maioria. Seus proprietários dedicavam-se ao plantio de feijão, milho, arroz, algodão e criação de suínos, para abastecimento da cidade de São Paulo.
              Nessa época, a cultura de café teve grande impulso, chegando a produzir quantidade superior a um milhão de arrobas. Em 1875, foi inaugurada a Estrada de Ferro Mogiana que contribuiu para o desenvolvimento da região.
              Com a abolição da escravatura, em 1889, começaram a chegar os imigrantes, que organizaram a colônia agrícola e, através deles a implantação de indústrias, quando o café perdeu sua predominância.
              Em 25 de outubro de 1945 foi decretada a Estância Hidromineral de Amparo.

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                #37
                34 pedreira

                034 PEDREIRA 45.100 HAB

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                Em 1885 o Coronel João Pedro de Godoy Moreira, proprietário de grandes terras às margens do Rio Jaguari, promoveu arruamento e loteamento de parte de suas terras para formação do povoado.
                Tendo o fundador vários filhos com nome de Pedro, ficou conhecido por Pedreira.
                A construção do ramal de Amparo, da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, passando pelo Patrimônio, propiciou rápido povoamento, sendo aí instalado em 1890, um Distrito Policial e, no mesmo ano, o Distrito de Paz.

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                  #38
                  35 jaguariuna

                  035 JAGUARIUNA 50.700 HAB

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                  Jaguariúna iniciou-se às margens do rio Jaguari, no local onde existia uma parada da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro denominada "Estação de Jaguari", próxima a um povoado conhecido como "Vila Bueno".
                  Situava-se em propriedade do Coronel Amancio Bueno, que desejando trazer mais progresso, resolveu construir uma igreja em 1889. Com a igreja constituindo a Paróquia de Santa Maria, Amancio Bueno contratou Guilherme Giesbrecht para projetar o núcleo urbano, elevado a Distrito de Paz em agosto de 1896, no município de Mogi-Mirim. Em 1944 o Distrito de Jaguari alterou seu nome para "Jaguariúna", em tupi "Yaguar-Y-Unai", que significa "rio da onça preta", segundo Theodoro Sampaio.
                  GENTÍLICO: JAGUARIUNENSE

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                    #39
                    36 holambra

                    036 HOLAMBRA 13.200 HAB

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                    O atual município de Holambra começou com a chegada dos primeiros imigrantes holandeses em 5 de junho de 1948. A Associação dos Lavradores e Horticultores Católicos da Holanda promovia a imigração dos agricultores e enviou ao Brasil uma comissão para idealizar um projeto de fundação de um núcleo de imigração coletiva. Foi firmado, então, um acordo entre a Holanda e o Brasil e a parte brasileira se comprometia em conceder empréstimos para a aquisição da terra onde seria instalada a colônia.
                    A Fazenda Ribeirão, que pertencia ao Frigorífico Armour foi comprada e o nome Holambra foi escolhido pelos imigrantes, representando a filosofia da união entre brasileiros e holandeses, Holanda "América" Brasil, e objetivando as integrações econômicas, culturais e sociais do homem do campo.
                    A Holanda, por sua vez, enviou ao núcleo do Brasil gado, máquinas e outros materiais necessários para o empreendimento. Iniciou-se um trabalho árduo com a construção de casas de pau-a-pique, abertura da mata e preparação da terra para os pastos.
                    Nesse início, as primeiras fontes econômicas advinham do gado leiteiro, mas em pouco tempo vieram as doenças e o gado foi dizimado. As atenções voltaram-se, então, para a agricultura, mas houve problemas porque os holandeses desconheciam as técnicas de plantio locais, as condições do clima e do solo e, por conta da compra do adubo importado a preços elevados, a situação financeira da colônia tornou-se crítica. Nesse período, vários colonos se desligaram da colônia e migraram para o sul do país.
                    Para melhorar a situação, os agricultores que ficaram, elaboraram o Plano dos Vinte Hectares, no qual se propunha a divisão da Fazenda Ribeirão em sítios com exploração diversificada. Com essa diversificação a colônia foi se estabilizando, uma vez que a produção era processada e comercializada pela Cooperativa Agropecuária Holambra, como a fabricação de toneladas de queijos, o abate de aves, a fabricação de ração, de café e outros, e o aprimoramento das técnicas.
                    As sementes de gladíolos chegaram entre 1958 e 1965 e, com elas, muitos imigrantes holandeses com mais recursos que seus precursores.
                    Todas as culturas em Holambra tiveram seu período de glória, principalmente as culturas de flores e de plantas ornamentais, que proporcionaram à comunidade um grande crescimento econômico nesse segmento, principalmente entre 1966 e 1980.
                    Com esse desenvolvimento, Holambra finalmente tornou-se município, em 30 de dezembro de 1991, com território desmembrado dos municípios de Jaguariúna, Cosmópolis, Artur Nogueira e Santo Antonio de Posse.
                    Gentílico: Holambrense

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                      #40
                      37 santo antônio da posse

                      037 SANTO ANTONIO DA POSSE 22.200 HAB

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                      O atual município de Santo Antônio de Posse fazia parte de uma sesmaria no território de Moji Mirim e surgiu como povoado no final do século XIX, com o nome de Sítio da Posse.

                      Em 1892, habitantes do povoado, depois de muito trabalho, conseguiram erguer uma pequena igreja, e, com isso, o local se desenvolveu, vários prédios foram construídos e foi elevado à categoria de distrito, em 16 de agosto de 1893, do município de Moji Mirim.

                      Em 30 de novembro de 1938, sua denominação foi alterada para Posse de Ressaca, mas recebeu o nome de Santo Antônio de Posse quando passou à categoria de município, em 30 de dezembro de 1953.

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                        #41
                        38 mogi mirim

                        038 MOGI MIRIM 91.200 HAB

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                        Mogi Mirim foi fundada por bandeirantes que buscavam pedras preciosas em Minas Gerais e Goiás. O nome vem do tupi e significa Pequeno Rio das Cobras.
                        O arraial de Mogi Mirim já possuía bom número de habitantes em 29 de julho de 1747, quando começaram a ser cavados os alicerces da primitiva Igreja Matriz de São José. A elevação da Freguesia de São José de Mogi Mirim a Vila se deu em 22 de outubro de 1769.
                        A Vila de São José de Mogi Mirim passou a abranger um enorme território, com limites no rio Atibaia e no rio Grande, este na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. Com o passar do tempo, foram se formando arraiais e povoados como Franca, Casa Branca, Rio Claro, Mogi Guaçu, Itapira, São João da Boa Vista, Serra Negra, Pinhal e inúmeros outros.
                        Em 1886, os fazendeiros de Mogi Mirim começaram a angariar o trabalho de imigrantes estrangeiros para suas lavouras de café e algodão. Eram italianos, portugueses, espanhóis e, posteriormente, sírio-libaneses e japoneses.

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                          • 686

                          #42
                          39 Itapira com encontro

                          039 ITAPIRA 72.500HAB

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                          Embora a colonização tenha se iniciado no século XVII, a formação do núcleo urbano deu-se em 1820, quando João Gonçalves de Morões doou as terras para formação do patrimônio e, com Manoel Pereira da Silva, derrubou as matas e construiu uma capela, onde foi colocada a imagem de Nossa Senhora da Penha, até então venerada no oratório particular de João Gonçalves de Morões.
                          Em março do ano seguinte foi celebrada a primeira missa e, por ser a única igreja em vasto território, muitos colonos começaram a se concentrar em torno dela, formando sítios e fazendas. Dentre os primeiros povoadores destacou-se João Batista de Araújo Cintra, que ciou a primeira lavoura de café e construiu a primeira casa de taipa.
                          A primitiva capela de pau-a-pique foi demolida em 1840, e em seu lugar foi construída uma nova, mais ampla e resistente, cujas despesas correram a expensas de Araújo Cintra.
                          A cafeicultura que propiciou o período de progresso, foi a responsável pela implantação do ramal férreo ligando a povoação à cidade vizinha de Moji Mirim, em 1880. Nessa época, a cidade era conhecida por Penha do Rio do Peixe, por localizar-se próximo ao rio desse nome. Anteriormente teve os nomes Nossa Senhora da Penha, oficializado quando foi criada a freguesia e vila em 1847, simplificado para Penha e, mais tarde, Penha de Moji Mirim por haver pertencido, originalmente, ao território de Moji Mirim. O topônimo Itapira foi adotado somente em 1890 e, segundo Theodoro Sampaio, na obra ? O tupi - Geografia Nacional?, significa ?pedra levantada? ( ita- apira), dando idéia de Penha Penhasco.


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                            • 686

                            #43
                            40 lindóia

                            040 LINDOIA 7.400 HAB

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                            Com meu amigo Nivaldo de Jacutinga

                            Em 09 de setembro 1728, Manoel de Castro, residente em Santos, recebeu uma "Sesmaria", como doação, concedida por Antônio da Silva Caldeira Pimentel, alto Membro do Conselho de sua Majestade, Governador Capitão General da Capitania de São Paulo, Minas do Paranapanema, Cuibá e Guianazes.
                            A 10 de março de 1898, foi criado a Paróquia de Nossa Senhora das Brotas, cuja instalação se processou no dia 12 do mesmo mês e ano.
                            Em 29 de julho de 1899 foi criado, no Município e Comarca de Serra Negra, o Distrito de Paz de Lindóia, que em tupi*-guarani, significa "rio que não se extravasa", obedecendo à mesma divisão da paróquia.
                            O Decreto nº 9731 de 1938 eleva o Distrito de Lindóia à categoria de Município e Estância Hidromineral.
                            Em 1954 a sede do Município foi transferida para "Termas de Lindóia", passando a denominar-se Município de Águas de Lindóia, o que ocasionou a volta de Lindóia a Distrito de Paz.
                            No ano de 1964, ocorreu a emancipação político-administrativa, voltando Lindóia à condição de Município.
                            A 29 de maio de 1970 através das Secretarias Estaduais de Cultura, Esportes e Turismo e da FUMEST
                            - Fomento de Urbanização e Melhoria das Estâncias, Lindóia foi elevada à categoria de Estância


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                              #44
                              41 águas de lindóia

                              041 AGUAS DE LINDOIA 18.300 HAB

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                              Como sesmaria, as terras de Àguas de Lindóia foram doadas a Manoel de Castro em 1790. Anteriormente a essa data era um ponto situado nas serras, conhecido apenas por aventureiros que cruzavam as matas em busca do ouro das Minas de Goiás e que, tendo contraído doença nas suas incursões, encontraram a cura nas águas mornas que brotavam das montanhas. A notícia se espalhou e a localidade passou a ser chamada Àguas Santas.
                              Somente por volta de 1909, o médico italiano Francisco Tozzi, através do Padre Henrique Tozzi, soube das propriedades medicinais das águas quentes. Os argumentos do padre Henrique o convenceram e o Dr. Tozzi, que residia em Serra Negra, acabou comprando a região leiloada pelo governo, tornando a propriedade patrimônio público.
                              Em meados de 1930, chegou a Águas de Lindóia o Dr. Vicente Rizzo, que, casando-se com a filha do Dr. Tozzi, juntou-se a ele na campanha de emancipação político-administrativa de Estância, o que não tardou.
                              Em 1946, o Governo do Estado procedeu à desapropriação das fontes medicinais, dando início a um plano de obras e melhoramentos. Águas de Lindóia foi dotada, então, de um dos mais belos e completos balneários do País.

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                                #45
                                42 socorro

                                42 SOCOARRO 39.500 HAB

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                                O povoamento de Socorro está intimamente ligado ao segundo ciclo de estradas e bandeirantes e por habitantes de Atibaia e regiões vizinhas que ali se fixaram no início do século XIX.
                                Embora tenha sido colonizada a partir de 1738, com o estabelecimento de fazenda de criação, foi no início do século XIX que se formou a povoação, quando habitantes da região edificaram uma capela, sob a proteção de Nossa Senhora do Socorro, ao lado da qual começavam a construir algumas casas, destacando-se o Capitão Roque de Oliveira Dorta, como um dos principais fundadores.
                                Motivada pela distância da capela à sede paroquial, a população do bairro do Rio Peixe, como era conhecida, requereu o provisionamento em capela curada, sendo atendida em 1829.
                                A então povoação de Nossa Senhora do Socorro do Rio do Peixe, primeiramente em território do Município de Atibaia, passou para o de Bragança quando este foi criado.
                                A localidade foi elevada à Freguesia (Distrito) em 1838 e, por Lei Provincial de 1871, à categoria de Município, simplificando o seu nome para Socorro.
                                Recentemente, Socorro passou a ser considerada como Estância Turística, pelo Governo do Estado.

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