20º Dia: Acordei cedo em Goiânia. Tomei café e programei o GPS para o endereço que tinha obtido no Google.
Depois de meia hora, vi que o endereço estava errado pois me afastava cada vez mais do centro da cidade.
Retornei e indaguei para um frentista onde ficava o prédio. Disse que tinha que ir pela T9 depois T7 até chegar na T82.....
tanto número quase deu um nó no cérebro.

Perguntei se não tinha um jeito mais fácil e ele disse: é só seguir esta avenida até o final onde tem uma praça com um violão. Lá dobre a esquerda que a rua acaba na praça onde está o palácio.


Aí sim, nem precisei do GPS rsrsrs. Meia hora depois já estava na frente do Palácio Pedro Ludovico Teixeira tirando as fotos e conversando com um grupo de concursados da polícia que acamparam na frente do prédio, reivindicando a contratação pelo governo estadual.



Agora sim vamos para Brasília.


Tinha combinado com o FC Celso Ferreira de nos encontrarmos na estrada para fazermos juntos um trecho.
Fui recebido por ele na entrada da capital federal e rodamos por toda a cidade, fotografando os pontos turísticos.




Cumprindo o BFC, fotografamos também em frente ao Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal.


Logo depois fomos ao Kalabara, bar que reúne motociclistas e onde foi possível lavar a motocicleta.
No local também encontrei o Paulo Dana, amigo motociclista de Roraima, recentemente transferido para Brasília. Pernoitei na casa do mesmo.
21º Dia: Domingão com trânsito tranquilo, saí de Brasília por volta das 08 horas. Confesso que nunca vi tanto radar fotográfico em uma só cidade.

Próximo de Cristalina, Goiás, encontrei o Cunha, 82 anos de idade, rodando por Goiás em uma pequena Scooter.

Segui destino rumo a Belzonte onde cheguei cedo e fui até a Cidade Administrativa, modernissima sede do governo mineiro. Lá, tudo fechado e fui barrado pela PM. Depois de alguma conversa me autorizaram a entrar no imenso estacionamento pago de onde pude fazer as fotos que queria.




Não perdi tempo e decidi descer a serra rumo ao Espírito Santo.
Depois de uns 130 km de curvas e descidas, já noitinha, resolvi dormir em uma pousada, onde comi o famoso pão com linguiça.
22º Dia: Acordei cedo com o friozinho da Serra do Caparaó. Continuei a viagem e confesso que nunca vi uma descida tão grande. Foram quase 500 km de serra abaixo até próximo de Vitória, onde cheguei ao meio dia.





Rápidas fotos do Palácio Domingos Martins e segui viagem para o Rio de Janeiro, ainda pensando em ganhar tempo pois tinha que chegar em Foz do Iguaçu no dia 14/02.



Logo que adentrei ao Estado do Rio de Janeiro, percebi que a corrente estava "patinando". Diminui a velocidade e entrei em um posto de gasolina para avaliar a situação.
Tão logo saí do asfalto, a corrente soltou-se da coroa e travou a roda. Por sorte eu estava quase parando, senão.....
Arrastei a moto até uma sombra e tive que tirar a roda traseira para reposicionar a corrente que estava empenada com o travamento.

Depois de montada e reapertada, dei umas voltas pelo pátio e percebi que dava para seguir viagem.
Ainda desconfiado com meu serviço, rodei alguns quilometros em baixa velocidade até adquirir a confiança necessária para voltar ao rítmo normal da viagem.
Cheguei ao Rio de Janeiro já noite e toquei para a Ilha do Governador, onde fui gentilmente recebido e hospedado pelo CFC Formigão Sfa em sua casa.
Depois de meia hora, vi que o endereço estava errado pois me afastava cada vez mais do centro da cidade.
Retornei e indaguei para um frentista onde ficava o prédio. Disse que tinha que ir pela T9 depois T7 até chegar na T82.....
tanto número quase deu um nó no cérebro.
Perguntei se não tinha um jeito mais fácil e ele disse: é só seguir esta avenida até o final onde tem uma praça com um violão. Lá dobre a esquerda que a rua acaba na praça onde está o palácio.
Aí sim, nem precisei do GPS rsrsrs. Meia hora depois já estava na frente do Palácio Pedro Ludovico Teixeira tirando as fotos e conversando com um grupo de concursados da polícia que acamparam na frente do prédio, reivindicando a contratação pelo governo estadual.
Agora sim vamos para Brasília.
Tinha combinado com o FC Celso Ferreira de nos encontrarmos na estrada para fazermos juntos um trecho.
Fui recebido por ele na entrada da capital federal e rodamos por toda a cidade, fotografando os pontos turísticos.
Cumprindo o BFC, fotografamos também em frente ao Palácio do Buriti, sede do Governo do Distrito Federal.
Logo depois fomos ao Kalabara, bar que reúne motociclistas e onde foi possível lavar a motocicleta.
No local também encontrei o Paulo Dana, amigo motociclista de Roraima, recentemente transferido para Brasília. Pernoitei na casa do mesmo.
21º Dia: Domingão com trânsito tranquilo, saí de Brasília por volta das 08 horas. Confesso que nunca vi tanto radar fotográfico em uma só cidade.
Próximo de Cristalina, Goiás, encontrei o Cunha, 82 anos de idade, rodando por Goiás em uma pequena Scooter.
Segui destino rumo a Belzonte onde cheguei cedo e fui até a Cidade Administrativa, modernissima sede do governo mineiro. Lá, tudo fechado e fui barrado pela PM. Depois de alguma conversa me autorizaram a entrar no imenso estacionamento pago de onde pude fazer as fotos que queria.
Não perdi tempo e decidi descer a serra rumo ao Espírito Santo.
Depois de uns 130 km de curvas e descidas, já noitinha, resolvi dormir em uma pousada, onde comi o famoso pão com linguiça.
22º Dia: Acordei cedo com o friozinho da Serra do Caparaó. Continuei a viagem e confesso que nunca vi uma descida tão grande. Foram quase 500 km de serra abaixo até próximo de Vitória, onde cheguei ao meio dia.
Rápidas fotos do Palácio Domingos Martins e segui viagem para o Rio de Janeiro, ainda pensando em ganhar tempo pois tinha que chegar em Foz do Iguaçu no dia 14/02.
Logo que adentrei ao Estado do Rio de Janeiro, percebi que a corrente estava "patinando". Diminui a velocidade e entrei em um posto de gasolina para avaliar a situação.
Tão logo saí do asfalto, a corrente soltou-se da coroa e travou a roda. Por sorte eu estava quase parando, senão.....
Arrastei a moto até uma sombra e tive que tirar a roda traseira para reposicionar a corrente que estava empenada com o travamento.
Depois de montada e reapertada, dei umas voltas pelo pátio e percebi que dava para seguir viagem.
Ainda desconfiado com meu serviço, rodei alguns quilometros em baixa velocidade até adquirir a confiança necessária para voltar ao rítmo normal da viagem.
Cheguei ao Rio de Janeiro já noite e toquei para a Ilha do Governador, onde fui gentilmente recebido e hospedado pelo CFC Formigão Sfa em sua casa.










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