Bandeirante FC - 6ª/27
07/09/2013 - Rio Branco - Capital de Acre (535 km)
Tendo passado cedo por Porto Velho/RO, segui pela BR 364 para Rio Branco/AC com o intuito de encerrar esta etapa do Bandeirante Fazedor de Chuva em pleno feriado da independência.
Na região estão sendo construidas duas Usinas Hidro Elétricas: Jirau e Santo Antonio e as torres de transmissão proliferam por todas as partes. Caminhões transportam pesados equipamentos para as UHE.

Também é visível a retirada completa da floresta nas áreas que serão alagadas e a própria BR 364 já teve seu traçado mudado em vários trechos, já prevendo o alagamento.

Imensos depósitos a céu aberto armazenam a madeira retirada.
Em Extrema/RO, aproveitei para marcar território em um posto de gasolina.

Futuramente, acredito que percorrer este trecho da BR 364 será interessante pois haverá água nos dois lados da rodovia.
No município de Abunã ainda se vislumbra restos de locomotivas e alguns equipamentos ferroviários espalhados nas marges da BR 364.




São os últimos sinais do que restou da chamada Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construida no século passado para escoar a produção de borracha daquela região.
No caminho, a travessia sobre o Rio Madeira é feita ainda sobre balsa entre os municípios rondonienses de Jaci Paraná e Extrema, muito próximo da Bolívia.




Ao longo da estrada vinha pensando em tirar uma foto no Km 1000 da BR 364 e fiquei decepcionado ao ver que a placa indicativa não estava no local. Então, vamos de 1.002 mesmo!

Não imaginei que antes de chegar ao Acre ainda teria um trecho ruim pela frente. Cerca de três quilometros do pavimento foram retirados para refazer o leito da pista e quando lá cheguei, tinham acabado de molhar a terra com um caminhão pipa. Imaginem o resultado: dificuldade para atravessar e muita lama sobrando para o piloto e sua moto.

Cheguei em Rio Branco com o sol se pondo.



Ainda assim aproveitei para fotografar em frente do Palácio do Governo.
[/ATTACH]





Escolhi o hotel Terra Verde para o pernoite e a recepcionista me disse que "talvez" tivesse um pouco de barulho mais tarde. Não dei importância e depois me arrependi.
Lá pelas 23 h começou o tal barulho que na verdade era um show de uma banda sertaneja. Eram duas da manhã quando liguei para a recepção e me disseram que o show iria até as cinco. Protestei e a recepcionista pediu se eu queria trocar de apto, tendo eu lhe dito que queria mesmo era trocar de hotel, mas de nada adiantou.
Praticamente sem dormir, por ironia, tomei o café junto com os integrantes da banda que, pelo jeito, saíram do show direto para o restaurante.
Questionei a falta de bom senso da direção do hotel e me disseram que o filho do dono tinha uma boate para onde estava programado o show. Como a boate tinha sido interditada, resolveram transferir o evento para o hotel. Ou seja, dane-se o sono dos hóspedes.
Ainda zonzo deixei o hotel para seguir ao próximo destino, desta vez pelo Cardeal FC, rumo a Mâncio Lima, extremo oeste brasileiro. Acompanhem o relato do tópico Cardeal Fazedor de Chuva.

Então, encerro aqui este tópico, sabendo que ainda tenho muito chão pela frente até chegar em Boa Vista/RR, minha morada.

Km acumulada no BFC: 5.116 km
07/09/2013 - Rio Branco - Capital de Acre (535 km)
Tendo passado cedo por Porto Velho/RO, segui pela BR 364 para Rio Branco/AC com o intuito de encerrar esta etapa do Bandeirante Fazedor de Chuva em pleno feriado da independência.
Na região estão sendo construidas duas Usinas Hidro Elétricas: Jirau e Santo Antonio e as torres de transmissão proliferam por todas as partes. Caminhões transportam pesados equipamentos para as UHE.
Também é visível a retirada completa da floresta nas áreas que serão alagadas e a própria BR 364 já teve seu traçado mudado em vários trechos, já prevendo o alagamento.
Imensos depósitos a céu aberto armazenam a madeira retirada.
Em Extrema/RO, aproveitei para marcar território em um posto de gasolina.
Futuramente, acredito que percorrer este trecho da BR 364 será interessante pois haverá água nos dois lados da rodovia.
No município de Abunã ainda se vislumbra restos de locomotivas e alguns equipamentos ferroviários espalhados nas marges da BR 364.
São os últimos sinais do que restou da chamada Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construida no século passado para escoar a produção de borracha daquela região.
No caminho, a travessia sobre o Rio Madeira é feita ainda sobre balsa entre os municípios rondonienses de Jaci Paraná e Extrema, muito próximo da Bolívia.
Ao longo da estrada vinha pensando em tirar uma foto no Km 1000 da BR 364 e fiquei decepcionado ao ver que a placa indicativa não estava no local. Então, vamos de 1.002 mesmo!
Não imaginei que antes de chegar ao Acre ainda teria um trecho ruim pela frente. Cerca de três quilometros do pavimento foram retirados para refazer o leito da pista e quando lá cheguei, tinham acabado de molhar a terra com um caminhão pipa. Imaginem o resultado: dificuldade para atravessar e muita lama sobrando para o piloto e sua moto.
Cheguei em Rio Branco com o sol se pondo.
Ainda assim aproveitei para fotografar em frente do Palácio do Governo.
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Escolhi o hotel Terra Verde para o pernoite e a recepcionista me disse que "talvez" tivesse um pouco de barulho mais tarde. Não dei importância e depois me arrependi.
Lá pelas 23 h começou o tal barulho que na verdade era um show de uma banda sertaneja. Eram duas da manhã quando liguei para a recepção e me disseram que o show iria até as cinco. Protestei e a recepcionista pediu se eu queria trocar de apto, tendo eu lhe dito que queria mesmo era trocar de hotel, mas de nada adiantou.
Praticamente sem dormir, por ironia, tomei o café junto com os integrantes da banda que, pelo jeito, saíram do show direto para o restaurante.
Questionei a falta de bom senso da direção do hotel e me disseram que o filho do dono tinha uma boate para onde estava programado o show. Como a boate tinha sido interditada, resolveram transferir o evento para o hotel. Ou seja, dane-se o sono dos hóspedes.
Ainda zonzo deixei o hotel para seguir ao próximo destino, desta vez pelo Cardeal FC, rumo a Mâncio Lima, extremo oeste brasileiro. Acompanhem o relato do tópico Cardeal Fazedor de Chuva.
Então, encerro aqui este tópico, sabendo que ainda tenho muito chão pela frente até chegar em Boa Vista/RR, minha morada.
Km acumulada no BFC: 5.116 km










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