Bandeirante FC - Da teoria à prática, um Brasil a ser conhecido.

Collapse
X
 
  • Hora
  • Mostrar
Clear All
new posts
  • Cezar Riva
    Fazedor de Chuva

    • Sep 2012
    • 229

    #46
    Maravilha FC Josemir,
    Vou precisar ir até o palácio do governo fazer a tradicional foto para o BFC. Me acompanha?
    Grande abraço

    VFC Cezar Riva

    Comentário

    • Josemir Vrijdags
      Fazedor de Chuva
      • Jun 2012
      • 127

      #47
      Será um prazer e uma honra acompanhá-lo, e minha casa é sua casa aqui em São Paulo.
      Quando é que vc chega por aqui?
      Abraço fraterno e vqv.
      FC Josemir

      Comentário

      • Cezar Riva
        Fazedor de Chuva

        • Sep 2012
        • 229

        #48
        Imagino que seja lá pelo dia 8/2.
        Vou atualizando o site para você me acompanhar.
        Abraços e até lá.

        Comentário

        • Cezar Riva
          Fazedor de Chuva

          • Sep 2012
          • 229

          #49
          Amigos FC,
          Chegou a hora.
          Parto neste dia 17/01 para uma grande aventura motociclistica pela América do Sul.
          Serão 32 mil km, 13 países em 90 dias de viagem.
          Na bagagem, o desafio de concluir o Cardeal FC, o Bandeirante FC e a primeira perna do GCFC.
          Vamos rodar.

          Comentário

          • Jacob Bussmann Filho
            Fazedor de Chuva

            • Dec 2011
            • 2788

            #50
            Que maravilha Cezar,estarei na garupa acompanhando e torcendo por você e aprendendo e pegando algumas dicas também,pois também começarei o Bandeirante junto com a ida para o Alasca no mês que vem (27/02/2014)
            Boas estradas irmão e vá com a proteção do Nosso Senhor.

            E aqui um trechinho da famosa Ruta 3....vais passar por aqui....na Patagônia

            Click image for larger version

Name:	DSC00470 - Cópia.jpg
Views:	1
Size:	94,5 KB
ID:	188056
            Abração
            NFC Jacob
            GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

            Comentário

            • Cezar Riva
              Fazedor de Chuva

              • Sep 2012
              • 229

              #51
              Valeu NFC Jacob.
              Antes de sua partida estarei passando em Guaratinguetá para lhe abraçar e desejar boa viagem.
              Grande abraço.

              VFC Cezar Riva

              Comentário

              • Cezar Riva
                Fazedor de Chuva

                • Sep 2012
                • 229

                #52
                Jacob, não foi em Guaratinguetá, mas cumprida a promessa em Taubaté.
                Grande abraço e uma excelente viagem rumo ao Alasca.
                Eu, por enquanto, vou me contentando com a América do Sul rsrs.

                VFC Cezar Riva
                Quase BFC e CFC

                Comentário

                • Jacob Bussmann Filho
                  Fazedor de Chuva

                  • Dec 2011
                  • 2788

                  #53
                  Valeu VFC Cezar Riva,prazer em conhece-lo pessoalmente boa viagem pra voce também,ainda vou um dia à Boa Vista.....srrsrsrs


                  Abração

                  NFC Jacob
                  GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

                  Comentário

                  • Cezar Riva
                    Fazedor de Chuva

                    • Sep 2012
                    • 229

                    #54
                    1º Dia: Dia de partida para superar grandes desafios da nossa vida.
                    Conforme planejado, em 17 de janeiro parti para a Expedição Um abraço na América do Sul onde percorrerei treze países em noventa dias com intenção de rodar 32.000 km.
                    Além disso, vou concluir o desafio BFC pois "só faltam" 20 capitais. O CFC também será cumprido com a visita a Ponta do Seixas e Chui.
                    Click image for larger version

Name:	P1050388.jpg
Views:	1
Size:	93,1 KB
ID:	188971Click image for larger version

Name:	P1050393.jpg
Views:	1
Size:	95,8 KB
ID:	188972
                    Saí de Boa Vista/RR rumo a Guyana (antiga Guiana Inglesa) e alguns amigos do Roraima MC me acompanharam até a cidade de Lethem na fronteira de onde nos despedimos e segui viagem solo.
                    Click image for larger version

Name:	P1050420.jpg
Views:	2
Size:	95,9 KB
ID:	188973Click image for larger version

Name:	P1050411.jpg
Views:	1
Size:	98,5 KB
ID:	188974Click image for larger version

Name:	P1050415.jpg
Views:	1
Size:	60,6 KB
ID:	188975
                    Voltando um pouco, informo que a documentação necessária para a Guyana se resume ao seguro de terceiros que pode ser adquirido em Boa Vista a um custo de R$ 60,00. Com seguro pago, me dirigi ao Consulado da Guyana em Boa Vista para obter um documento me autorizando a rodar pelo país vizinho. Este documento objetiva dificultar o ingresso de veículos em situação irregular ou roubados no Brasil para serem comercializados na Guyana e Suriname e é expedido no mesmo dia
                    Com estes dois documentos em mãos e o passaporte dei entrada na Guyana onde deixei duas cópias do seguro, do passaporte, da permissão expedida pelo consulado e do documento da moto.
                    Saí tarde de Lethem e por esta razão, após rodar 120 km por uma estrada sem asfalto e na mão inglesa, cheguei à noite na vila de Annai.
                    Click image for larger version

Name:	P1050436.jpg
Views:	1
Size:	100,4 KB
ID:	188976Click image for larger version

Name:	P1050430.jpg
Views:	1
Size:	95,3 KB
ID:	188977
                    Por falta de placas de sinalização, tive dificuldade de localizar o Rock View Lodge do tão falado Mr Collins na mesma vila.
                    Após pedir informações, cheguei ao local e confesso que me decepcionei com o sujeito que demonstrou não ter interesse em me hospedar no seu hotel, tendo sugerido que eu procurasse uma pousada em frente a torre de telefonia celular da vila. Azar dele pois não recomendarei o Lodge a ninguém.
                    Na vila a um custo de cerca de R$ 100,00 consegui um quarto sem ventilador ou ar condicionado. Apenas mosquiteiro na cama. De madrugada, entendi o porque. Não havia eletricidade e o gerador foi desligado por volta das 23h.
                    2º Dia: Acordei cedo com um mau pressentimento que se confirmou quando abri a porta. Uma fina chuva molhava a estrada de terra e torci para que fosse passageira.
                    Que nada. Só piorou e mesmo assim continuei. Próximo do Rio Essequibo, no meio da selva, encontrei o Gotou, japonês que o NFC Jacob encontrou em Roseira/SP e trocamos algumas informações. Segui para logo depois fazer a travessia do rio em uma balsa. Foram praticamente 340 quilometros sem asfalto até Linden com muito buraco e lama no meio da selva, tendo chegado à cidade por volta das 22 horas.
                    Click image for larger version

Name:	P1050489.jpg
Views:	1
Size:	85,7 KB
ID:	188982Click image for larger version

Name:	P1050450.jpg
Views:	1
Size:	98,4 KB
ID:	188983Click image for larger version

Name:	P1050452.jpg
Views:	1
Size:	97,0 KB
ID:	188984Click image for larger version

Name:	P1050455.jpg
Views:	1
Size:	94,8 KB
ID:	188985Click image for larger version

Name:	P1050457.jpg
Views:	1
Size:	97,1 KB
ID:	188986Click image for larger version

Name:	P1050459.jpg
Views:	1
Size:	96,7 KB
ID:	188987Click image for larger version

Name:	P1050462.jpg
Views:	1
Size:	98,6 KB
ID:	188988Click image for larger version

Name:	P1050484.jpg
Views:	1
Size:	97,7 KB
ID:	188990
                    Tão logo começou o asfalto, havia uma blitz da policia guianense e o sujeito que me parou pediu dinheiro para a cachaça na maior cara de pau.
                    Disse-lhe que só tinha cartão e ainda pedi que me indicassem um hotel. Como não entendi patavinas do que me falavam, tive a cara de pau de lhes pedir que me levassem ao hotel, o que foi feito por eles.
                    3º Dia: Na manhã seguinte, domingo, agora com asfalto sai de Linden passando por Georgetown com chuva no horizonte. Decidi não parar e toquei, desviando de animais soltos pelas ruas, até Corriverton na fronteira com o Suriname.
                    Click image for larger version

Name:	P1050520.jpg
Views:	1
Size:	57,5 KB
ID:	188992Click image for larger version

Name:	P1050492.jpg
Views:	1
Size:	95,8 KB
ID:	188993Click image for larger version

Name:	P1050506.jpg
Views:	1
Size:	79,8 KB
ID:	188994Click image for larger version

Name:	P1050511.jpg
Views:	1
Size:	55,3 KB
ID:	188995
                    Para meu azar, a última balsa havia partido meia hora antes e não me restou alternativa a não ser pernoitar na cidade de Corriverton.
                    4º Dia: Acordei cedo e me dirigi para a aduana e imigração dando a saída e aguardei a balsa que estava prevista para sair as 09h mas de fato só saiu as 11h.
                    Ao todo, rodei 820 km na Guyana, sendo 460 de terra e lamaçal.
                    Finalmente a balsa partiu para travessia de cerca de uma hora até o Suriname.
                    Última edição por Cezar Riva; 18-02-14, 17:43.

                    Comentário

                    • Cezar Riva
                      Fazedor de Chuva

                      • Sep 2012
                      • 229

                      #55
                      Como eu havia adquirido o seguro de terceiros do Suriname no Bank of Guyana em Lethem, onde custou cerca de R$ 60,00, bastou apresentar o passaporte, o documento da moto e o seguro e rapidamente fui liberado para seguir viagem agora pelo Suriname.
                      Continuei rodando pela mão inglesa e fiquei admirado com a quantidade de canais de água existentes no trajeto que irrigavam imensas plantações de arroz.
                      Ao chegar em Paramaribo, contatei o Dennis Lo, amigo que conheci em Roraima há poucos meses, que prontamente foi ao meu encontro e hospedei-me durante três dias em sua casa.
                      4º Dia: Logo cedo fui até a Embaixada Brasileira em Paramaribo para um primeiro contato visando obter com mais agilidade o visto para a Guyana Francesa uma vez que decidi não tirar o visto no Brasil, pois teria que viajar de Roraima para Brasília ou Macapá para obter o mesmo.
                      À noite fomos conhecer a cidade, onde cerca de 10% da população é brasileira e tem um bairro de nome Belenzinho. Impressionante como por aqui até os produtos são brasileiros.
                      5º Dia: Pela manhã fui até a Embaixada Francesa e expliquei a eles a razão da minha viagem, mostrei adesivos, recortes de jornais falando da minha viagem. Apesar de bem recebido, me solicitaram uma declaração na nossa embaixada para juntar aos papéis.
                      Retornei à Embaixada Brasileira e depois de quase três horas, conversei com a Vice-Consul que me entregou o documento. Rapidamente voltei à Embaixada Francesa, onde entreguei a declaração e o passaporte, pagando 60 euros pelo visto que me foi prometido para o dia seguinte as 13h.
                      Observação: nesta andança por embaixada e consulados aprendi uma coisa que, confesso, desconhecia. No consulado, a forma correta de se dirigir ao representante é sempre Cônsul, independentemente se o títular for homem ou mulher (O Cônsul, A Cônsul). Consulesa é a esposa do Cônsul e, portanto, não deve ser confundida.
                      6º Dia: Por volta do meio dia a embaixada comunicou que o visto fôra concedido e rapidamente fui em busca do meu passaporte, saindo de lá rumo à fronteira, após agradecer o imenso apoio do Dennis Lo, motociclista que tem recebido e apoiado dezenas de moto viajantes que passam pelo Suriname.
                      Cerca de duas horas depois já estava na fronteira onde dei saída do país e aguardei a última balsa do dia.
                      Arquivos Anexos
                      Última edição por Cezar Riva; 18-02-14, 17:45.

                      Comentário

                      • Gilmar Dessaune
                        Fazedor de Chuva

                        • Oct 2012
                        • 6891

                        #56
                        VFC Cezar Riva,

                        Que maravilha!!!

                        Delícia de aventura e sua narrativa nos faz "viajar" contigo.

                        Siga nos contando tudo, não esconda nada.

                        Aqui a torcida é imensa para seu sucesso, desfrute!!!

                        Já passou pelo Espírito Santo?

                        Abraços.

                        Comentário

                        • Cezar Riva
                          Fazedor de Chuva

                          • Sep 2012
                          • 229

                          #57
                          NFC Gilmar
                          Passei rapidamente por Vitória na semana passada pois estava com dois dias de atraso no meu planejamento.
                          Grande abraço

                          VFC Cezar Riva

                          Comentário

                          • Cezar Riva
                            Fazedor de Chuva

                            • Sep 2012
                            • 229

                            #58
                            Não estou conseguindo inserir fotos na publicação. Só eu ou alguém mais está com problemas?

                            Comentário

                            • Cezar Riva
                              Fazedor de Chuva

                              • Sep 2012
                              • 229

                              #59
                              Tendo recebido o visto na Embaixada Francesa de Paramaribo por volta das 13 horas, deixei a capital surinamesa em seguida com destino a Albina, distante cerca de 200km e fronteira com a Guiana Francesa.
                              Notem que até agora não falei no seguro para a moto e também para o viajante que a França exige para quer adentrar à Guiana Francesa.
                              Chegando na Aduana e Imigração do Suriname, o trâmite foi rápido e fiquei uma hora esperando pela partida da última balsa do dia que faz a travessia sobre o Rio Maroni.
                              Após navegar 20 minutos cheguei do outro lado e me dirigi até a Imigração, me preparando para o pior (cadê o seguro??). Mostrei meu passaporte e o policial simplesmente carimbou e mandou-me seguir viagem. Estranhei o fato e perguntei pela Aduana. Disse-me que não precisava, mas ainda assim fui até o escritório onde outra policial me atendeu e confirmou que estava tudo ok e que eu poderia seguir. Orientou-me a tomar cuidado se fosse pernoitar ali na fronteira em Saint Laurent du Maroni pois havia muitos assaltos.
                              Ainda encucado e restando um pouco de sol, decidi rodar 200 km até Kourou onde cheguei as 19h30.
                              Rodei pela cidade buscando um hotel e por fim encontrei o Atlantis, que imaginei ser um condomínio quando passei por ele.
                              O portão estava fechado e pelo interfone, em inglês, falei com uma atendente que me orientou a ir pelos fundos do hotel uma vez que o estacionamento estava em obras e por esta razão o portão principal estava fechado.
                              Dei a volta no quarteirão e fui recebido pela senhora com quem havia falado. Ela me informou que a diária custava 100 euros mais 15 euros pelo café da manhã.
                              Tentei pechinchar em inglês e espanhol enquanto ela me respondia em francês e inglês. Imaginem a cena....
                              Depois de alguns minutos, ela falou duas ou três palavras em português misturado a outros idiomas e eu brinquei, dizendo-lhe que se ela falava português, poderíamos conversar neste idioma pois eu era brasileiro. Qual não foi a surpresa quando ela disse que também era!!
                              Depois de algumas risadas, Otávia me disse que era de Londrina/PR e que o marido, militar brasileiro, havia sido transferido primeiramente para a França e agora estavam na Guiana Francesa.
                              Mais tranquilo, fui dormir e acordei cedo para tentar chegar até o Oiapoque naquele dia.
                              7º Dia: Otávia lembrou-me que depois de Cayenne havia um posto policial na estrada que costumavam pedir documentos. Como é de praxe, caso seja multado no país, a cobrança do valor é salgada e imediata.
                              Deixei o hotel e fui até o Centro Aeroespacial de Kourou para fotos e desisti no museu que só abriria duas horas depois.
                              Meia hora depois entrei em Cayenne mas confesso que não vi nada atraente e segui para a fronteira.
                              A estrada com suas curvas estava tão boa para rodar que acabei esquecendo do posto policial até que, numa curva, a quase 120 km, dei de cara com os homens.
                              Só consegui parar a moto depois de passar uma placa que claramente mandava eu esperar até ser chamado (eles atendem um veículo por vez e naquele momento havia um automóvel sendo inspecionado por dois policiais). Na prática eu deveria esperar antes da placa até o veículo sair, para só então entrar no corredor.
                              Parei junto à guarita de onde saiu um terceiro policial possesso, apontando a placa e falando um monte de palavras que confesso, não entendi nenhuma, apesar de saber que tinha feito besteira.
                              Pensei, "lá se vão meus últimos 100 euros" e resolvi dar uma de leso, ou ignorante, como preferirem.
                              Enquanto ele falava em francês, espumando pela boca, eu respondia em inglês que não estava entendendo nada.
                              Vendo que eu não era nativo, pediu minha ID e entreguei o passaporte que após conferido por ele, foi devolvido com a ordem de seguir viagem. Continuo encucado. Tem alguma coisa errada. Tá muito fácil.
                              Enrolei o cabo e chegando em Saint George, várias placas indicavam a fronteira. Lá chegando, vi a ponte linda e maravilhosa sobre o Rio Oiapoque. Porém apesar de toda estrutura, inclusive aduana e imigranção, prontas, o local estava interditado.
                              Apresentei o passaporte a um dos policiais que me orientou a voltar até a cidade para carimbar, inclusive, alertando que faltava dez minutos para fechar para o almoço e que só reabriria as 14h.
                              Ainda tive tempo de perguntar se depois do carimbo, poderia voltar e passar para o Brasil usando a ponte. A resposta foi não e eu nem discuti. Voei para Saint George a tempo de encontrar a policial com a chave na mão para fechar a porta.
                              Depois de conseguir o carimbo sem maiores questionamentos, continuo encucado. Será que graças a muita conversa na Embaixada Francesa, distribuição de adesivos, etc... não colocaram um código no meu visto tipo, "deixem o cara seguir pois é gente boa"? Ou quem sabem, " se livrem logo do sujeito"?
                              Ouvi tanta reclamação de viajantes que passaram por este país que temi enfrentar a Guiana Francesa. Mas para mim foi tão fácil. Continuo sem entender nada.
                              Bom, agora a briga seria arrumar uma "voadeira" para atravessar o rio até Oiapoque, do lado brasileiro.
                              Depois de muita pechincha que começou em 80 euros, consegui fechar a 45 euros mais 15 para um carregador.
                              Encostei a moto em uma rampa quase dentro da água e, em três, carregamos a Amériquinha para dentro da lancha.
                              Com o carregador em cima da moto para equilibrá-la, navegamos durante vinte minutos rio acima até chegarmos ao Brasil.
                              Durante o percurso, por ironia, passamos por baixo da ponte estaiada que une os dois países que, por enquanto, está lá só de enfeite.
                              O pequeno porto estava abarrotado de embarcações e o piloto enfiou sua lancha numa fresta. Ai foi outra novela. Descarregar a moto pela lateral do barco, significava tirar de um barco e botar no outro. O jeito foi chamar dois homens "menos bêbados" de um bar em frente e pagar dez contos para cada um. Assim levantamos a moto e descarregamos pela proa.
                              E a ponte lá, prontinha, só esperando o Governo brasileiro concluir o asfaltamento da BR 156 e montar a estrutura aduaneira do seu lado.
                              Reprogramei o GPS, abasteci a moto e almocei rapidamente pois vinha chuva no horizonte e eu sabia que ia enfrentar um trecho de terra pela frente novamente.
                              Até aqui, as informações eram desencontradas. Uns dizem que é 110 km, outros 130, outros 190 km sem asfalto.
                              Sai em busca da BR 156 e depois de mais ou menos 40 quilometros de asfalto, eis que surge o barro pois já tinha chovido no local. Zerei o odômetro disposto a marcar a quilometragem do trecho sem asfalto, que ao final se revelou ser exatos 113 km.
                              Apesar da baixa velocidade, cheguei sem problemas ao asfalto do outro lado com uma fina chuva que me acompanhou durante quase quatro horas.
                              Segui viagem, aliviado pois sabia que o pior trecho da viagem tinha sido superado: os 460 km de lama da Guiana Inglesa, a documentação da Guiana Francesa e a lama da BR 156.
                              Cansado, por volta das 20h, resolvi dormir em Tartarugalzinho, município amapaense.
                              Click image for larger version

Name:	file666.jpg
Views:	2
Size:	48,8 KB
ID:	235473
                              Pela manhã, saí chateado do local pois durante a noite alguém afanou a palheta de descanso da mão que estava na manopla do acelerador.
                              Chegando em Macapá, voltou a chover forte e a quarenta quilometros da capital vi um veículo capotado uns cinquenta metros fora da estrada. Como a PRF estava no local, segui, e cheguei ensopado em Macapá, onde meus cunhados me esperavam. Mais tarde soube que o veículo capotado era dirigido por alguém alcoolizado que invadiu a pista contrária da BR e bateu de frente com uma moto, vitimando fatalmente um casal de motociclista.
                              Ainda deu tempo para uma entrevista à rádio local feita do pier em frente da cidade de Macapá.

                              8º Dia: Com o tempo cabuloso, fui com a cunhada tirar as fotos do Palácio do Governo onde constatei que minha câmera engripou com a chuva e umidade. O jeito foi apelar para o celular.




                              Depois aproveitei para lavar a moto pela segunda vez e passei o resto do dia de molho.
                              9º Dia: No dia seguinte, pela manhã fomos para o Porto de Santana, a quinze quilometros de Macapá, passando pelo Marco Zero do Equador que divide a capital amapaense e, de onde tiramos outras fotos.
                              No porto, consegui o Navio Anne Karolline ao custo de R$ 500, para uma viagem de 26 horas até Belém. Eu fiquei em uma "suíte" que nada mais era do que um quarto de dois por dois metros com um beliche e central de ar. Ainda assim, bem melhor que a "classe econômica" ou redário como dizem por aqui.
                              Com duas horas de atraso, me despedi do cunhado Carlos e zarpamos. Aproveitei para dormir bastante e atualizei meus registros da viagem.
                              10º Dia: Por volta do meio dia avistamos Belém e atracamos nas Docas para que os passageiros desembarcassem. Como a maré estava baixa, o capitão decidiu navegar para outro porto durante meia hora para descarregar a moto e um veículo que estavam a bordo.
                              Infelizmente não foi possível descarregar e tivemos que aguardar até as 18h30 a subida da maré para só então retirar a motocicleta do navio.
                              Como já havia contatado amigos de Belém, fui recebido pelo Breno e me hospedei na casa do Alex, ambos motociclistas. À noite, jantamos com integrantes do Pará MC.
                              11º Dia: Pela manhã o Alex me levou até o Palácio dos Despachos, sede do governo paraense para as fotos do BFC e de lá segui viagem para Cabuji, próximo de Alcantara, no Maranhão, onde faria a travessia de um braço do mar com um ferry boat até São Luiz.

                              Cheguei ao local quinze minutos após a partida do ferry e comprei o ticket a R$ 25,00 para o próximo ferry que partiria as 19h20min. Com uma fome de lascar, ataquei algumas espigas de milho cozido e assado vendido nas próximidades.
                              Depois de uma hora navegando, finalmente cheguei em São Luiz, onde já me esperavam no porto, os motociclistas Bbzão e Alciram do Temidos MC e Garotos do Asfalto MC.
                              Dalí partimos para o jantar em companhia de integrantes de outros MCs e pernoitei na casa do Junior.
                              Última edição por Cezar Riva; 09-07-16, 23:47.

                              Comentário

                              • Cezar Riva
                                Fazedor de Chuva

                                • Sep 2012
                                • 229

                                #60
                                12º Dia: Logo cedo, ciceroneado pelo Bbzão fui ao Centro Histórico e Palácio dos Leões para as fotos da nona capital no desafio BFC.

                                Click image for larger version

Name:	file1023.jpg
Views:	1
Size:	77,0 KB
ID:	189108
                                Click image for larger version

Name:	file991.jpg
Views:	1
Size:	72,4 KB
ID:	189109
                                Click image for larger version

Name:	file995.jpg
Views:	1
Size:	95,8 KB
ID:	189111
                                Click image for larger version

Name:	file1030.jpg
Views:	1
Size:	91,2 KB
ID:	189125
                                Click image for larger version

Name:	file1033.jpg
Views:	1
Size:	93,8 KB
ID:	189127
                                Em seguida para uma oficina para troca das pastilhas de freio traseiras que estavam "no osso".
                                Click image for larger version

Name:	file961.jpg
Views:	1
Size:	92,8 KB
ID:	189126
                                Descobri que as pastilhas traseiras da XT 660 são as mesmas da CB 500 e consequentemente da BMW G650GS. Muito mais barato, claro.
                                Me despedi da galera e pequei a estrada rumo a Teresina.
                                Achei que seria um dia tranquilo mas, chegando em Caxias, ainda no Maranhão, desabou o mundo. Confesso que nunca tomei uma chuva tão forte na estrada. Cheguei em Teresina com as botas cheias de água.
                                Liguei para o Edimar, motociclista que conheci no Face, que prontamente me hospedou em sua casa.
                                13º Dia: Logo cedo, Edimar me acompanhou até o Palácio Karnak, onde fotografei mais uma capital para o BFC e segui viagem para Fortaleza.
                                Click image for larger version

Name:	file1067.jpg
Views:	1
Size:	92,5 KB
ID:	189119
                                Click image for larger version

Name:	file1065.jpg
Views:	1
Size:	94,3 KB
ID:	189121
                                Click image for larger version

Name:	file1077.jpg
Views:	1
Size:	99,1 KB
ID:	189122
                                Click image for larger version

Name:	file1091.jpg
Views:	1
Size:	96,5 KB
ID:	189123
                                Click image for larger version

Name:	file1095.jpg
Views:	1
Size:	87,1 KB
ID:	189124

                                Durante a viagem, triste e constante imagem de jegues e bodes soltos.
                                Click image for larger version

Name:	file1231.jpg
Views:	1
Size:	94,7 KB
ID:	189136
                                Alguns atropelados à beira da rodovia, mostravam a necessidade de constante atenção para não sofre um acidente.
                                Click image for larger version

Name:	file1114.jpg
Views:	1
Size:	97,3 KB
ID:	189114
                                Click image for larger version

Name:	file1122.jpg
Views:	1
Size:	98,6 KB
ID:	189115
                                Cheguei em Fortaleza à noite e me hospedei no Praia Forte Hotel em Iracema.
                                Click image for larger version

Name:	file1124.jpg
Views:	1
Size:	93,8 KB
ID:	189129
                                14º Dia: Logo cedo fiz contato com o motociclista escritor Luiz Almeida que foi meu cicerone na capital cearense.
                                Click image for larger version

Name:	file1131.jpg
Views:	1
Size:	78,1 KB
ID:	189128
                                Click image for larger version

Name:	file1143.jpg
Views:	1
Size:	86,5 KB
ID:	189130
                                Click image for larger version

Name:	file1149.jpg
Views:	1
Size:	91,0 KB
ID:	189131
                                Depois das fotos no Palácio da Abolição e no túmulo do Presidente Castelo Branco, fomos trocar o óleo da motoca e à noite participei de um encontro bimestral de motoclubes da cidade, quando fui presenteado com livros autografados do Paulo Guedes e do Luiz Almeida. Obrigado amigos.
                                Click image for larger version

Name:	file1167.jpg
Views:	2
Size:	88,0 KB
ID:	189132
                                Click image for larger version

Name:	file1191.jpg
Views:	1
Size:	83,5 KB
ID:	189133
                                15º Dia: Visando recuperar parte do atraso sofrido nas Guianas, saí cedo de Fortaleza para Natal.
                                Click image for larger version

Name:	file1203.jpg
Views:	1
Size:	91,3 KB
ID:	189138
                                Click image for larger version

Name:	file1212.jpg
Views:	1
Size:	90,6 KB
ID:	189139
                                A viagem transcorreu tranquila e cheguei por volta das 14h.
                                Click image for larger version

Name:	file1223.jpg
Views:	1
Size:	66,8 KB
ID:	189140
                                Click image for larger version

Name:	file1198.jpg
Views:	1
Size:	81,6 KB
ID:	189135
                                Na entrada da cidade o FC Augusto Medeiros me esperava e de lá seguimos para as tradicionais fotos em frente do Palácio do Governo.
                                Click image for larger version

Name:	file1261.jpg
Views:	1
Size:	97,0 KB
ID:	189137
                                Click image for larger version

Name:	file1252.jpg
Views:	1
Size:	92,7 KB
ID:	189141
                                Click image for larger version

Name:	file1254.jpg
Views:	2
Size:	93,8 KB
ID:	189142
                                Na saída da cidade me despedi do Augusto, lamentando pela rápida passagem por sua terra.
                                Click image for larger version

Name:	file1268.jpg
Views:	1
Size:	52,3 KB
ID:	189144
                                Logo depois atravessei a divisa do RN com PB e cheguei à capital paraíbana onde já me aguardava o Emerson Cruz, outro amigo motociclista.
                                Pernoitei na Pousada Mar deTambaú e na manhã seguinte fomos até Ponta do Seixas para as fotos junto aos monumentos do extremo leste brasileiro, cumprindo debaixo de muita chuva, a terceira parte do Cardeal FC.
                                Click image for larger version

Name:	file1272.jpg
Views:	1
Size:	91,0 KB
ID:	189145
                                Click image for larger version

Name:	file1273.jpg
Views:	1
Size:	92,1 KB
ID:	189146
                                Click image for larger version

Name:	file1311.jpg
Views:	1
Size:	93,0 KB
ID:	189147
                                Logo depois fomos até o Palácio da Redenção para mais fotografias, concluindo assim a 14ª capital do BFC.
                                Click image for larger version

Name:	file1315.jpg
Views:	1
Size:	85,0 KB
ID:	189149
                                Ainda chovendo deixei João Pessoa rumando para Recife onde cheguei por volta do meio dia e tratei de tirar logo as fotos em frente do belo palácio do governo que passava por reformas.
                                Click image for larger version

Name:	file1334.jpg
Views:	1
Size:	80,4 KB
ID:	189369
                                Click image for larger version

Name:	file1345.jpg
Views:	1
Size:	47,2 KB
ID:	189370
                                Click image for larger version

Name:	file1351.jpg
Views:	1
Size:	55,2 KB
ID:	189371
                                Click image for larger version

Name:	file1368.jpg
Views:	1
Size:	92,7 KB
ID:	189372
                                Click image for larger version

Name:	file1383.jpg
Views:	1
Size:	96,3 KB
ID:	189373
                                Logo depois fiz contato com o Jefferson Luna e a Dul ci para almoçarmos juntos.
                                Click image for larger version

Name:	file1397.jpg
Views:	2
Size:	77,3 KB
ID:	189374
                                Click image for larger version

Name:	file1405.jpg
Views:	1
Size:	93,1 KB
ID:	189375
                                Click image for larger version

Name:	file1391.jpg
Views:	1
Size:	90,3 KB
ID:	189376
                                Click image for larger version

Name:	file1415.jpg
Views:	1
Size:	81,9 KB
ID:	189377
                                Já morei alguns meses em Recife e decidi não pernoitar, tocando para Maceió, onde fui recebido pelo irmão de estrada Aberaldo e pernoitei na casa do Heberte.
                                Click image for larger version

Name:	file1421.jpg
Views:	1
Size:	68,4 KB
ID:	189379
                                Click image for larger version

Name:	file1431.jpg
Views:	1
Size:	88,7 KB
ID:	189378
                                16º Dia: Pela manhã o Heberte me acompanhou até a sede do governo estadual e fotografei os dois locais pois, o governador despacha em um prédio próximo do palácio.
                                Click image for larger version

Name:	file1442.jpg
Views:	1
Size:	94,4 KB
ID:	189380
                                Click image for larger version

Name:	file1449.jpg
Views:	1
Size:	93,9 KB
ID:	189381
                                Click image for larger version

Name:	file1450.jpg
Views:	1
Size:	97,9 KB
ID:	189382
                                Click image for larger version

Name:	file1464.jpg
Views:	1
Size:	83,3 KB
ID:	189383
                                Click image for larger version

Name:	file1474.jpg
Views:	1
Size:	90,2 KB
ID:	189384
                                Umas voltinhas pelo centro da cidade e novamente segui viagem para outro Estado.
                                Click image for larger version

Name:	file1480.jpg
Views:	1
Size:	72,6 KB
ID:	189385
                                Cheguei em Aracaju, Sergipe,por volta das 14h e fiz contado com a Mônica e depois com o Indio Pajé, motociclistas super gente boa.
                                Click image for larger version

Name:	file1486.jpg
Views:	2
Size:	87,9 KB
ID:	189386
                                Click image for larger version

Name:	file1497.jpg
Views:	1
Size:	89,8 KB
ID:	189387
                                Click image for larger version

Name:	file1500.jpg
Views:	1
Size:	69,8 KB
ID:	189388
                                Mônica me mostrou a capital e tiramos as fotos do Palácio Augusto Franco.
                                Click image for larger version

Name:	file1504.jpg
Views:	1
Size:	91,4 KB
ID:	189389
                                Click image for larger version

Name:	file1534.jpg
Views:	1
Size:	73,6 KB
ID:	189390
                                Click image for larger version

Name:	file1514.jpg
Views:	1
Size:	92,2 KB
ID:	189391
                                Click image for larger version

Name:	file1517.jpg
Views:	1
Size:	94,2 KB
ID:	189392
                                Pernoitem na capital sergipana.
                                Click image for larger version

Name:	file1544.jpg
Views:	1
Size:	91,5 KB
ID:	189393

                                17º Dia: Deixei cedinho a capital pois queria chegar em Salvador o mais rápido possível.

                                Tomei a Linha Verde e segui rumo à capital baiana.
                                Click image for larger version

Name:	file1548.jpg
Views:	1
Size:	92,1 KB
ID:	189081
                                Cheguei com chuva na entrada da cidade. Fui até o Pelourinho na praça onde estão o Elevador Lacerda, a Prefeitura de Salvador, o Palácio do Governo, dentre outros e tirei as fotos que queria, sempre cercado por dezenas de vendedores de quinquilharias, dentre outros.
                                Click image for larger version

Name:	file1577.jpg
Views:	1
Size:	92,3 KB
ID:	189084


                                Infelizmente não guardo boa lembrança de Salvador desde que tive um problema há alguns anos na cidade.


                                Resumindo, decidi seguir viagem e assim o fiz até Itaberaba, Portal da Chapada Diamantina, pois agora meu próximo destino seria Palmas, capital do Tocantins.
                                Cheguei em Itaberada e decidi pernoitar ali mesmo, apesar de ainda restar duas horas de sol.
                                18º Dia: Horas de sono agradável me despertaram cedo. Decidi que chegaria a Palmas ainda hoje, apesar dos mais de mil quilometros de distância.
                                Click image for larger version

Name:	file1630.jpg
Views:	1
Size:	58,9 KB
ID:	189091
                                Click image for larger version

Name:	file1657.jpg
Views:	1
Size:	47,4 KB
ID:	189092
                                Click image for larger version

Name:	file1666.jpg
Views:	1
Size:	84,2 KB
ID:	189093
                                A paisagem linda da Chapada Diamantina amenizava o cansaço e cheguei em Palmas à noite, mas a tempo de comer um churrasquinho na barraca do Gaúcho, na praça da matriz.
                                Click image for larger version

Name:	file1569.jpg
Views:	1
Size:	65,7 KB
ID:	189094
                                Click image for larger version

Name:	file1573.jpg
Views:	1
Size:	93,6 KB
ID:	189096
                                Mais uma vez pernoitei na casa de motociclista, fruto da convivência e interação com a AME-BR (Apoio ao Motociclista Estradeiro - Brasil), grupo criado com o objetivo de dar suporte aos motociclistas em viagens pelo Brasil e exterior.
                                Já estou devendo um monte. Quando essa turma for à Roraima, vou ter que alugar um hotel eheheh.
                                Click image for larger version

Name:	file1739.jpg
Views:	1
Size:	92,1 KB
ID:	189098
                                19º Dia: Logo cedo, fotos em frente do Palácio Araguaia, sede do governo estadual localizado numa imensa rotatória da capital.
                                Click image for larger version

Name:	file1745.jpg
Views:	1
Size:	98,3 KB
ID:	189099
                                Click image for larger version

Name:	file1755.jpg
Views:	1
Size:	94,8 KB
ID:	189100
                                Depois rumo a uma oficina para reaperto da corrente que vem apresentando desgaste excessivo, apesar das frequentes lubrificações.
                                Click image for larger version

Name:	file1759.jpg
Views:	1
Size:	73,5 KB
ID:	189101
                                Click image for larger version

Name:	file1779.jpg
Views:	2
Size:	42,2 KB
ID:	189102
                                Hora de partir para Brasília, atravessando um pontilhão de oito quilometros sobre um lago ainda na capital do Tocantins.
                                Depois de algumas horas, decidi mudar o itinerário.
                                Goiânia estava uns cem quilometros mais perto e alterei a rota para lá. Cheguei à noite e pernoitei no primeiro hotel que vi.
                                Arquivos Anexos
                                Última edição por Cezar Riva; 21-02-14, 16:57.

                                Comentário

                                Working...