Alguns sonhadores...

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  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #31
    Manual para jovens sonhadores

    "A vida é assim". Quantas vezes já ouvimos essa resposta? Enquanto somos jovens, indecisos, pensamos em todo o longo futuro que temos pela frente e nas inúmeras possibilidades que se vislumbram. Os adultos, nos seus papéis de orientadores, muitas vezes tratam de colocar-nos "com os pés no chão", julgando-se cautelosos e com a melhor das intenções. E, assim, aprendemos a mentir para nós mesmos e a sufocar nossos sonhos.

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    Nathalie Trutmann é uma pessoa que tem muitas histórias para contar, e resolveu compartilhá-las em seu MANUAL PARA JOVENS SONHADORES. Nesta obra, de leitura agradável e repleta de casos interessantes e envolventes, seu objetivo maior é mostrar que não devemos ter medo de perseguir nossas próprias verdades. Afinal, para quem se permite realmente sonhar, "a vida não é assim".

    "Esse livro te mostrará como aproveitar ao máximo uma aventura especial: a sua vida", Bel Pesce, escritora do livro A Menina do Vale e Fundadora da Fazinova.

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    Sobre a autora

    Nathalie Trutmann se autointitula uma sonhadora, mas seu trabalho tem tudo a ver com colocar as coisas em prática. É Chief Magic Officer da FIAP e está comprometida com a missão de motivar cada vez mais o empreendedorismo, a coragem e o protagonismo pessoal na educação, assim como implementar iniciativas que transformem a experiência educacional dos jovens. Na FIAP, lidera a parceria com a Singularity University, e é embaixadora da Singularity University no Brasil.

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    • karine
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2012
      • 1595

      #32
      Já que nesta semana, faz 20 anos da morte do grande ídolo do automobilismo e grande ícone do esporte nacional, Ayrton Sennna, nao poderíamos deixar de falar dele, um grande sonhador. Para conhecer um pouco mais de Senna, vale citar o relato do comentarista e amigo dele, Galvao Bueno, divulgado pelo Jornal Zero Hora:

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      Foto da Internet

      "Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil

      “Meu nome é Ayrton Senna da Silva, vou chegar na Fórmula-1 e o senhor vai narrar muita corrida minha”. O ano era 1982, estávamos na sala de imprensa do circuito de Zolder, na Bélgica, e na minha frente se apresentava um rapaz magrinho, orelhudo, 10 anos mais jovem que eu e me chamando de “seu” Galvão. Foi nosso primeiro encontro.

      Dois anos depois, o menino começava a virar adulto, em memoráveis batalhas contra os melhores da sua geração. Nos anos seguintes, tornou-se nosso grande campeão, o herói brasileiro das pistas internacionais, o garoto que levantava uma bandeira do Brasil em todos os pódios onde estourava garrafas de champanhe.

      No começo, nosso relacionamento era profissional apenas. Eu era o jornalista e narrador da Rede Globo e ele, uma privilegiada fonte de informação sobre o circo da F-1. Ao longo dos anos nos tornamos amigos. Ayrton Senna era uma pessoa incrível, fantástica. Um profissional intenso, detalhista, que passava horas e horas analisando dados técnicos que transformavam décimos de segundo em vantagens estratégicas que ele fazia valer nos momentos decisivos de uma corrida. Implacável com seus adversários, era exigente consigo mesmo, a ponto de se cobrar resultados mesmo já sendo tricampeão. Como muitos de sua profissão, Ayrton amadureceu cedo e eu, que era 10 anos mais velho, acabei tendo nele um conselheiro sempre pronto e atento.

      Me considero um privilegiado por ter sido o narrador de praticamente toda a carreira dele. Eu me sentia genuinamente emocionado com aquelas vitórias, que alegravam os domingos brasileiros. Foram 41 vitórias, 41 vezes chamando o Tema da Vitória. "Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil".

      Sempre tive a certeza de que ele era um grande ídolo. Hoje, 20 anos depois de sua partida, tenho consciência de que ele é mais do que isso. Parece que ele pertence à outra dimensão. As pessoas conheciam muito o Senna como piloto determinado, corajoso, dedicado, valente... Mas poucos conheceram o Ayrton ser humano, de coração grande e alma de menino. Ayrton gostava de brincar, vivia pregando peças em amigos e colegas de trabalho, eu mesmo fui “vítima” de algumas de suas malandragens. Tinha um humor fino, sofisticado. Um ser humano especial, educado por uma família que sempre pregou o respeito ao próximo."

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      Foto da Internet

      Para saber mais sobre a trajetória de Ayrton, acesse aqui.

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      • karine
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2012
        • 1595

        #33
        Annie Smith Peck, 1850-1935

        Annie tem um currículo invejável. Foi uma das primeiras professoras da América do Norte e a primeira a escalar o monte Huascarán. Confira a história dessa sonhadora:

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ID:	192307
        Fonte: Hypescience

        Peck alcançou sucesso acadêmico na casa dos vinte anos, conforme se graduou em filologia e mostrou uma aptidão especial para o grego antigo. Isto a levou a tornar-se uma das primeiras professoras da América do Norte.

        Peck passou um tempo estudando arqueologia na Grécia, a primeira mulher a fazer isso. Ela parecia feliz com sua carreira acadêmica, no entanto, quando tinha 44 anos, começou a praticar alpinismo na Europa, tornando-se a terceira mulher a escalar o Matterhorn.

        Retornando para a América, ela passou um tempo escalando na América do Sul, procurando especificamente a montanha mais alta do Novo Mundo. Peck equivocadamente pensou que tinha a encontrado quando se tornou a primeira pessoa a escalar o monte Huascarán. O pico mais tarde foi renomeado em sua honra. Ela escreveu e dissertou longamente sobre suas aventuras e continuou a escalar até a velhice. Em 1909, quando escalou o Monte Coropuna no Peru, plantou uma bandeira no cume onde se lê “Votos para mulheres”.

        Fonte: Hypescience

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #34
          Harriet Chalmers Adams, 1875-1937

          Harriet Adams herdou seu amor pela vida ao ar livre de seu pai que, sem filhos, a levava para andar de cavalo e caminhar em montanhas.

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ID:	192912
          Fonte: Hypescience

          Aos 14 anos, ela acompanhou seu pai em uma viagem de um ano a cavalo através da fronteira mexicana. Quando se casou com Frank Adams, o casal decidiu não viajar em lua de mel até que pudessem se dar ao luxo de viajar para algum lugar excitante.

          Frank, um engenheiro, aceitou um trabalho no México e os dois transformaram isso em uma lua de mel prolongada. Harriet visitou todas as ruínas dos Astecas e Maias, muitas só recentemente descobertas nas florestas.

          Harriet ficou encantada com a América Latina e encorajou Franklin a assumir um cargo em uma empresa de mineração, o que permitiria que eles viajassem pela América do Sul.

          Querendo documentar suas viagens, Harriet aprendeu a tirar fotografias. Suas fotos maravilhosas e sua capacidade de encantar o público a tornou uma das exploradoras mais importantes de sua época.

          Ela escrevia muitos artigos para revistas e dava uma série de palestras. Ela é mais conhecida por suas explorações na América do Sul, mas também visitou a Ásia e, na eclosão da Primeira Guerra Mundial, tornou-se uma correspondente de guerra. Como a Sociedade de Geografia não permitia que mulheres fossem membros de pleno direito, ela ajudou a fundar e serviu como primeira presidente da Sociedade de Geógrafas.

          Fonte: Hypescience

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          • karine
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2012
            • 1595

            #35
            Freya Stark, 1893-1993

            Em seu obituário, Freya Stark foi chamada de “a última das viajantes românticas”. Esta reputação tem cimentado sua posição como uma das melhores escritoras de viagens em inglês, e revelado sua longa vida de muita aventura.

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ID:	193499
            Fonte: Hypescience

            Sua infância foi vivida na Itália, embora confinada por doenças por longos períodos. Após um acidente onde seu cabelo ficou preso em máquinas, ela precisou de meses de enxertos de pele, que a mantiveram no hospital. Stark passou seu tempo lendo e ensinando-se latim.

            Sua vida de viajante começou no final de 1920. Seu segundo livro, Os Vales dos Assassinos, conta como Freya Stark se tornou a primeira mulher europeia a entrar no Irã. Nas montanhas, ela mapeou a área para os ocidentais pela primeira vez, e viu castelos em ruínas dos Assassinos. Retornando desta aventura, ela publicou o primeiro de quase trinta livros sobre viagens que ainda são lidos até hoje.

            Seu conhecimento do Oriente Médio e de línguas foi bem utilizado no combate ao fascismo na Segunda Guerra Mundial. No Egito, ela fundou um grupo pró-democracia para combater a propaganda fascista, disseminada por agentes alemães. Após a guerra, ela continuou suas viagens e escritos até o final de sua vida.

            Fonte: Hypescience

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            • karine
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2012
              • 1595

              #36
              Nellie Bly, 1864-1922

              Nellie Bly nasceu Elizabeth Cochran. Suas aventuras surgiram devido a seu trabalho para o jornal New York World.

              O primeiro artigo de Bly foi sobre um asilo de mulheres lunáticas. Fingindo ser demente, Bly foi admitida e conviveu com pacientes confinados numa ilha. A comida era rançosa e as enfermeiras brutais. O artigo que ela escreveu foi um avanço no jornalismo investigativo e levou a reforma de hospitais psiquiátricos.

              Sua próxima aventura foi uma das que lhe trouxeram fama mundial. Bly empreendeu-se em um desafio de fazer uma viagem ao redor do mundo em um tempo mais rápido do que os 80 dias de Phileas Fogg.

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ID:	194118
              Fonte: Hypescience

              Ela saiu com um passaporte especial assinado pelo Secretário de Estado em 14 de novembro de 1889. Sua viagem começou com enjoo, mas terminou em triunfo. Na França, ela conheceu Jules Verne, que achava que ela poderia gerenciar a viagem em 79 dias, mas nunca em 75, que era o que ela esperava. Através dos mares, ela atravessou o Canal de Suez, visitou uma colônia de leprosos chineses e comprou um macaco, conseguindo voltar a Nova York em um tempo de 72 dias, 6 horas e 11 minutos.

              Fonte: Hypescience

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              • Proftel
                Fazedor de Chuva
                • Apr 2013
                • 343

                #37
                Interessante!

                Só que agora, com 52 (cinquenta e dois anos) - dois anos depois do último comentário, tenho algumas coisas a dizer:

                Minha bisavó morreu de picada de mosca Tsé-tsé adquirida na África (morreu em Viena).

                O filho dela (meu avô) lutou na primeira guerra mundial, meus avós paternos na Polônia quando Napoleão entrou.

                Muita História na família que foi confirmada quando uma irmã do meu pai virou Mormon.

                Foi a única, graças a Deus, nada contra religiões da CIA, minha mulher é Testemunha de Jeová.

                hehe.

                Estamos em dias estranhos e conturbados.

                Sugiro sempre ter tanques cheios e gasolina em casa para viajar ao menos 600 quilômetros longe de centros urbanos.

                :-)

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                • karine
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2012
                  • 1595

                  #38
                  Louise Boyd, 1887-1972: primeira mulher a chegar ao Polo Norte

                  Nascida em uma família rica, Louise Boyd usou sua grande herança para explorar as regiões árticas que ela tanto amava.

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ID:	195110
                  Fonte: Hypescience

                  Boyd seria a primeira mulher a chegar ao Polo Norte, no conforto relativo de um avião, em 1955. Viajando pela Europa depois da morte de seus pais em 1920, ela passou algum tempo em Spitsbergen, onde achou o gelo sedutor. Sua primeira exploração do Ártico foi em 1926, quando ela passou um tempo filmando e fotografando o ambiente.

                  Foi a sua caça de ursos polares nessa viagem que lhe valeu a alcunha de “Diana do Ártico”. Sua exploração mais famosa foi ajudar na caçada ao reconhecido explorador Roald Amundsen, que tinha desaparecido. Seu avião cobriu mais de 16 mil quilômetros na busca, mas Amundsen nunca foi encontrado.

                  Por seus esforços, Boyd tornou-se a primeira mulher não norueguesa a ser condecorada com a Cruz de Cavaleiro da Ordem de Santo Olavo pelo rei Haakon VII. Ela voltou para os EUA e liderou cinco expedições a Groelândia pelas quais foi homenageada pela Sociedade de Geografia. Uma área da Groelândia foi nomeada terra de Louise Boyd em sua homenagem.

                  Fonte: Hypescience

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