Livros são belas traduções de nossos sonhos

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  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #1

    Livros são belas traduções de nossos sonhos

    Fazedor de Chuva, você já parou para pensar sobre a importância dos livros?

    Hoje, dia 29 de outubro, é comemorado o Dia Nacional do Livro. Os livros podem ser o caminho para aqueles que não podem viajar. Eles são a porta de entrada para a liberdade.

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    Foto de Yana Lima

    As linhas são como as curvas da estrada. As páginas são comparáveis aos quilômetros percorridos. E sempre que chegamos à última palavra temos a mesma sensação de quando chegamos ao nosso destino final.

    Os livros também podem aquietar a alma e transportá-la para outro lugar, outra época, com outras pessoas e sob outra perspectiva. Como afirmou Fernando Pessoa, “ler é sonhar pela mão de outrem”. Os livros podem ser a tradução dos sonhos que nem ao menos conhecemos. Eles podem ser o ponto de partida para o que iremos conquistar.

    Como diria Stephan Zweig, “os livros são pequenos pedaços do incomensurável”. E realmente não há medidas para nossos sonhos...ou livros!

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    Foto da Internet
  • Dolor
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2011
    • 3250

    #2
    Ah!!! Fazedores, como é bom se ler coisas lindas assim!

    Literalmente viajei e com uma evolução, tenho trocado as folhas impressas dos livros, pelas eletrônicas, mais fáceis de levar na moto!

    Ou seja, para rodar uso a moto carburada e para fazer este tipo de viagem, a do Fernando Pessoa, digamos...que a injetada, porém o prazer é o mesmo!

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    • karine
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2012
      • 1595

      #3
      Fazedores de Chuva, vamos fazer deste espaço uma estante dos FC?

      Sim, aqui você pode sugerir livros, indicar os seus, contar alguma viagem que renderia um livro...Enfim, aprochegue-se e ajude a escrever essa bela história!

      Vamos começar com uma lista divulgada pelo site Viaje Aqui, da Abril, dos principais livros de viagem. Confira, opine, leia, suba na garupa e sonhe através das linhas e páginas impressas...

      "E quando esta viagem vale mais do que uma simples lembrança, o que fazer? Para muitos escritores esta é uma oportunidade única de registrar e imortalizar as experiências da aventura, fazendo dela livros que até hoje inspiram novos viajantes a cair no mundo.

      Confira uma seleção de livros que narram grandes aventuras de viagem. Quem sabe uma destas obras inspire sua próxima jornada.

      On the Road, de Jack Kerouac – Viagem pela Rota 66 – Estados Unidos

      Com pouco mais de 30 anos e sem perspectivas de um bom futuro, o até então fracassado Jack Kerouac embarcou em uma viagem de mais de sete anos pelos Estados Unidos, percorrendo toda a chamada Rota 66, que cruza o país de lesta a oeste. Em um ritmo alucinante, motivado por café e benzedrina, o escritor, acompanhado de seu melhor amigo, Neal Cassady, escreveu o que viria a ser a sua obra-prima, tida por muitos como a “Bíblia” do movimento hippie.

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ID:	164273
      Fonte: Viaje.aqui

      Bebida, sexo e liberdade permeiam as mais de 400 páginas do livro que continua a inspirar jovens aventureiros pelo mundo. Convivendo com tipos típicos da sociedade americana dos anos 50, como poetas, músicos, trabalhadores e fazendeiros, Kerouac e Cassady retratam a essência de uma verdadeira viagem, provando que o que importa não é a chegada, mas sim o caminho.

      De carona com Buda, Will Ferguson - Japão

      Um misto de diário de bordo e guia de viagem, De carona com Buda é um relato bem humorado de uma travessia pelas ilhas e ilhotas do arquipélago japonês. Com o auxílio de estranhos, literalmente de carona, o até então professor de inglês parte das ilhas Amakuza e cruza o país decidido a seguir a Frente de Flores de Cerejeira.

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      Foto da Internet

      A chegada da primavera é o pano de fundo perfeito e ponto de partida para uma aventura pelos templos e metrópoles, festas populares e até mesmo encontros com mafiosos do país. Mergulhando na cultura japonesa com um olhar por vezes satírico, Ferguson vai além dos clichês e mostra qual a cara contemporânea do Japão, sempre regado a muito saquê.

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      • Alessandra
        Fazedor de Chuva
        • Nov 2012
        • 9

        #4
        Olá Karine,

        Adorei esse seu post, e apesar da data só hoje eu o li.
        Sim, os livros são veículos maravilhosos que nos levam a lugares distantes e as vezes inimagináveis (aos olhos dos outros). E embora nada melhor do que verificar em locu, as vezes não podemos ou não é chegado o momento de realizar a viajem. Assim, viajamos pelas linhas dos livros, pelas suas páginas, pelas suas fotos e ilustrações.
        E o quão bom é podermos ir criando nossas paisagens, nossas estradas.
        Quem nunca se pegou ao ler um livro, imaginando e criando o lugar, a situação, “desenhando” em sua mente a aparência física, as roupas dos personagens. Cada um criando a sua segundo a descrição e palavras do autor. Criando lugares que só existem na ficção ou nos imaginando naquelas estradas, naqueles lugares que estão lá nas páginas e ainda, um dia poderemos ter o prazer de visitar pessoalmente. Muitas viagens, aventuras, surgem assim, e mais gostoso quando um grupo de amigos se reúne em torno de uma “loucura” que um leu e resolveu fazer e ai o grupo realiza juntos. O sonho de um se tornando a realidade de vários.
        É a capacidade que a leitura tem de despertar os sentimentos, de nos fazer querer algo, querer realizar aquela viajem tbm, como no livro e talvez é o “empurrão” que faltava pra gente criar coragem..................
        Livros abrem a mente, a leitura soma conhecimento, faz crescer o vocabulário, faz o ser humano descobrir que sua capacidade de viajar é infinita.
        Fica pelo seu post o incentivo a que postem aqui sugestões de títulos e que os que gostam de ler leiam mais ainda, e os que não gostam comecem a experimentar essa “aventura”.
        Uma coisa que me entristece é perceber que a cada dia os jovens tem se desinteressado por essa maravilhosa “viajem” que é ler; E observo que a sua capacidade de imaginar, “sonhar pela mão de outrem”, de ter a gratificante sensação que temos quando chegamos ao fim da leitura (ou triste pq estava tão boa a estrada que não queríamos que terminasse) não existe mais como existia há tempos atrás. Eles não sabem o quanto estão perdendo....
        Eu sou uma das que mais viaja pela leitura do que por outros meios de transporte. Mas já tenho alguns destinos aondequero chegar e caminhos que quero e irei percorrer para conhece-los, ai ao vivo e a cores.....
        Vamos ler mais, ou melhor, “viajar” mais e também estimular nossos pequenos a ter gosto por essas que podem ser suas “primeiras viagens”.

        Alessandra

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #5
          A Ilha, Fernando Morais – Cuba

          Em meio a uma ditadura que restringia qualquer relação com Cuba, agravada ainda mais pela Guerra Fria, o jornalista Fernando Morais viajou por três meses para as “linhas inimigas” da nação e retratou um país muito diferente do que se tinha notícia do lado de cá da América.

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          Foto da Internet

          O jornalista traçou um perfil não só social e humano, mas também ideológico de um país que era o inimigo preferido de boa parte do mundo. Dedicado a assuntos como educação, segurança, saúde, habitação, justiça, economia e cultura, o livro foi um dos maiores sucessos editoriais da história do Brasil, influenciando boa parte dos jovens esquerdistas da época.

          The Road to Oxiana, Robert Byron – Afeganistão

          Interessado nas riquezas arquitetônicas de Palestina, Pérsia e Afeganistão, o inglês Robert Byron embarcou em uma das jornadas mais lembradas em listas de melhores obras da literatura de viagem de todos os tempos. Saindo de navio da Veneza de Mussolini, ele percorre ruínas históricas, monumentos e prédios milenares de uma terra desolada, passando por Teerã, Isfahan, Herat, Cabul e Gumbad-i-Khabus.

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          Foto da Internet

          Em sua viagem, Byron passou calor, frio, fome, sede e sofreu com outros contratempos, como pulgas, piolhos e doenças, sempre a cavalo, de jumento ou em algum tipo de veículo motorizado. Em seu caminho à torre de Qabus, no antigo país de Oxus, região fronteiriça entre Afeganistão e a ex-União Soviética, ele conviveu com os tipos peculiares que por lá andavam no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial.

          Bem humorado e leve, é um livro essencial para quem planeja uma viagem aos confins do Oriente Médio.

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          • Dolor
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2011
            • 3250

            #6
            La Traicion de Darwin - Gerardo Bartolemé

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            Fazedores, concordo com a FC Alessandra, pois a FC Karine foi muito feliz na escolha desse tópico e dentro desta mesma vasta planície que a leitura nos permite viajar, literalmente na acepção da palavra, através da imaginação e das páginas escritas por estes iluminados que tem esta maravilhosa capacidade de nos encantar a cada capítulo iniciado, tomo a liberdade de apresentar um livro, chamado "La traicion de Darwin", do argentino Gerardo Bartolomé, guindado à condição de mestre quando conseguiu mesclar a realidade com a ficção, ao contar como foi tratado pela Argentina a questão dos seus marcos fronteiriços na Patagônia, com o Chile, no final do século XIX, trazendo à tona como artistas principais, aventureiros do porte de Charles Darwin, o grande capitão Fitz Roy, comandante do Beagle, John Lort Stokes, entre outros Fazedores de Chuva, misturando Tierra del Fuego, Patagônia, Ilha Galápagos, Perito Moreno e o dilúvio universal, quando o pai da teoria da evolução chega a conclusão que tudo o que via não poderia ter sido feito nos tais quarenta dias, enquanto admirava aquele maravilhoso vale serpenteado pelo irrequieto Rio Santa Cruz, quando o calendário marcava o ano de 1.835.

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            Lembrando ainda que esses aventureiros, se fosse hoje, ou se os FC existissem lá pelo início dos anos 1.800, eles seriam guindados à condição de Grandes Caciques Fazedores de Chuva.

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            Uma bela leitura, sem dúvida!

            Pelo sim e pelo não, aproveitamos para eleva-los como Grandes Caciques Fazedores de Chuva, na condição post mortem!

            Sejam bem vindos FC!

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            • karine
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2012
              • 1595

              #7
              As viagens de Marco Polo – Europa e Ásia

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              Fonte: Viajeaqui.abril

              Como falar de relatos heroicos e inspiradores e deixar de fora o clássico As Viagens de Marco Polo? Envolto em lendas e histórias mal contadas, quando o Oriente ainda era uma incógnita para os europeus, o jovem italiano, então com apenas 17 anos, partiu para uma viagem que duraria 24 anos por terras até então desconhecidas.

              Escritas entre 1271 e 1275, as primeiras anotações da viagem revelam um pouco mais do império de Kublai Khan, filho do temido conquistador Gengis Khan, localizado na região de Catai, atual China. Após conquistar a confiança do imperador, passaram mais de 15 anos em sua corte e puderam atravessar regiões como a Pérsia (Irã), Bukhara e Samarcanda, o planalto de Pamir, Kashgar, Yarkand e Khotan, na Ásia Central. Além disso, Índia e Sumatra também fazem parte dos lugares visitados pelo explorador.

              Ao voltar para a sua terra natal, Veneza, na Itália, Marco Polo é preso e dita toda a sua incrível história a um colega que a publica com o singelo título de As Viagens. E, desde então, a saga do jovem explorador italiano se tornou a maior e mais famosa viagem de todos os tempos, inspirando novos exploradores nos quatro cantos do mundo.

              O Grande Bazar Ferroviário, Paul Theroux – Europa e Ásia

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ID:	164305
              Fonte: Viajeaqui.abril

              Fascinado por trens desde pequeno, o americano Paul Theroux conta nas páginas de O Grande Bazar Ferroviário a façanha de cruzar a Europa e a Ásia, saindo da Inglaterra e chegando ao Japão, com o Expresso do Oriente. Como se não bastasse o feito, o escritor retornou ao Velho Continente a bordo do Expresso Transiberiano.

              Registrando suas impressões sobre os países pelos quais passou e sobre os tipos com os quais cruzou durante a viagem, Theroux revela, acima de tudo, a sua paixão pelos grandes caminhos de ferro. Dos trens-bala japoneses às velhas e até insalubres locomotivas russas, a viagem, embora sensacional, é só um detalhe na redescoberta de um imenso e funcional caminho que vai caindo em desuso por conta dos aviões e carros de passeio.

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              • karine
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2012
                • 1595

                #8
                De moto pela América do Sul, Ernesto “Che” Guevara - América do Sul

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                Fonte: Viajeaqui.abril

                Com apenas 23 anos e cheio de vontade de conhecer as “veias abertas da América latina”, como diria Eduardo Galeano, o jovem Ernesto Guevara e seu amigo Alberto Granado subiram em uma motocicleta e percorreram a América do Sul, da Argentina à Venezuela, em 1952 – estudantes de medicina, passaram um largo período no Peru, onde cuidaram de pacientes com lepra.

                Antes de se tornar o lendário “Che”, o jovem aspirante a médico não andou só de moto, mas também de barco e de carona, já que a motocicleta quebrou no meio do caminho. O livro traz retratos de uma América Latina até então escondida e em 2004 serviu como base para Diários de Motocicleta, filme de Walter Salles.

                Um Adivinho me Disse, de Tiziano Terzani – Ásia

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                Fonte: Viajeaqui.abril

                O que fazer se for advertido por um vidente a não viajar de avião? Muita gente não daria ouvidos ao presságio, mas o jornalista italiano Tiziano Terzani, correspondente da revista alemã Der Spiege, resolveu aceitar o desafio e passou o ano de 1993 sem tirar os pés do chão. Um pequeno detalhe, ele estava na Ásia.

                Experimentando os mais diversos meios de transporte, como trens, automóveis, navios, riquixás e até mesmo o lombo de uma mula, Terzani redescobriu um continente até então secreto, mesmo para ele que morava lá havia anos. Saindo de sua casa em Bangcoc, capital tailandesa, o jornalista experimenta o tradicionalismo da Malásia, as ilhas perdidas da Indonésia e o regime populista da China.

                Em meio a tristes e alegres momentos, Um Adivinho me Disse não ilustra somente os personagens da nova Ásia, mas também faz reflexões das transformações culturais e sociais do continente.

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                • Dolor
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2011
                  • 3250

                  #9
                  O Aventureiro - José Ferreira da Silva

                  Fazedores, há algum tempo tive a oportunidade de escrever aqui no nosso território sobre José Ferreira da Silva, autor do livro, melhor, da façanha O Aventureiro, vivida pelo autor ao longo de mais de 85.000 km, por 59 países e 2.136 cidades, localizadas na América do Sul, Central, do Norte, Europa, Ásia e África.

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                  Uma aventura deste porte nos dias de hoje elevaria o aventureiro à condição de ídolo, agora imaginemos tudo isto, sem dinheiro, telefone ou cartão de crédito e além de tudo, em cima de uma Lambreta LI, 68, quando saiu rumo a um mundo que se encontrava em plena efervescência, naquele longínquo e marcante ano.

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                  Vamos concordar que o FC José Ferreira da Silva cumpriu a risca o slogan dos FC quando dizemos: "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

                  A leitura das quase 600 páginas do livro é muito agradável, autêntica e não nos permite interrupções dada a dinâmica da narrativa, repleta de detalhes sobre o "modus vivendi" das várias culturas com as quais conviveu, da precisa informação sobre as dificuldades vividas e dos registros primorosos sobre a manutenção da sua heróica Lambretta.

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                  Uma grande pedida esta leitura, cujo exemplar pode ser adquirido:

                  O Aventureiro
                  Autor: José Ferreira da Silva
                  JFS Editora Jornalística Ltda. ME
                  049 3222 3689

                  Para minha alegria, a Lambreta com a qual o nosso herói percorreu estas dezenas de países, pelos vários continentes está, assim como alguns dos seus pertences no:

                  Museu Júlio de Castilhos
                  Rua Duque de Caxias, 1205
                  Centro de Porto Alegre - RS

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                  • karine
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2012
                    • 1595

                    #10
                    Na pior em Paris e Londres , George Orwell – Europa

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                    Fonte: Viajeaqui.abril

                    Decidido a se tornar um escritor, Eric Arthur Blair, pseudônimo de George Orwell, fez de tudo na vida: foi policial na Birmânia, acompanhou a Guerra Civil Espanhola in loco e viu de perto as mazelas dos operários em uma mina de carvão. Nenhuma dessas experiências, contudo, foi tão marcante para ele como viver a miséria face a face em Na pior em Paris e Londres.

                    Sozinho e sem um centavo no bolso, Orwell se vê em uma Paris totalmente hostil no início dos anos 1920, em que teve que penhorar roupas e trabalhou em restaurantes imundos. Depois de conseguir algum dinheiro, voltou para Londres e penou de albergue em albergue, convivendo com mendigos enquanto tentava encontrar um emprego de verdade. Com um humor mordaz e indignado, Na pior em Paris e Londres é uma espécie de relato de viagem às avessas, já que não há belezas e benesses, mas sim a miséria e o underground europeu.

                    A pior viagem do mundo, Apsley Cherry-Garrard – Antártica

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                    Fonte: Viajeaqui.abril

                    Aventuras memoráveis, situações cinematográficas e experiências agradáveis para uma vida inteira. Muitos relatos de viagem têm pelo menos um desses três elementos em alta dosagem, o que torna a viagem em si um motivo para que a sua narrativa seja lembrada para a eternidade. Mas e quando tudo dá errado e todos morrem?

                    Isso é o que torna A pior viagem do mundo, de Apsley Cherry-Garrard, um dos melhores relatos já feitos de uma jornada em que, literalmente, nada deu certo. A saga frustrada do capitão Robert Falcon Scott rumo à Antártica começa com o intuito de chegar primeiro que a expedição de Roald Amundsen ao Polo Sul.

                    Sob um frio de - 40º C e muitas desventuras depois, Scott chegou uma semana após os noruegueses e acabou morrendo na volta. Mesmo trágica, A pior viagem do mundo é considerada uma das melhores histórias de viagem.

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                    • karine
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2012
                      • 1595

                      #11
                      Dom Quixote – Espanha; regiões La Mancha, de Aragão e de Catalunha

                      Click image for larger version

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                      Fonte: Viajeaqui.abril

                      Poucos são os que leram o livro inteiro, mas todo mundo conhece o básico da história de Dom Quixote de la Mancha, um clássico escrito por Miguel de Cervantes. Enquanto o protagonista perde o juízo lendo romances de cavalaria e decide fazer andanças com Sancho Pança, o leitor acompanha várias aventuras entre as terras espanholas de La Mancha, Aragão e Catalunha.

                      Não há admirador da história que não queira visitar a região – e vale a pena! Em Castela La Mancha, terra natal do personagem, começa uma rota chamada Rota Do Quixote, que atravessa os mesmos cenários do texto. São 144 municípios que totalizam 2.500 km a pé, de bicicleta ou a cavalo. Mas é preciso ter coragem: passando pelo Campo de Criptana (foto), na Ciudad Real, encontram-se alguns gigantes violentos com braços enormes. Ou seriam apenas moinhos de vento?

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                      • karine
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2012
                        • 1595

                        #12
                        Trilogia Millenium – Estocolmo

                        Quando a trilogia Millenium foi lançada, milhões de leitores ficaram impressionados com a narrativa de Stieg Larsson e muitos ficaram com vontade de conhecer a Suécia. Quando o filme Os Homens Que Não Amavam As Mulheres saiu, aí nem se fala – o turismo para lá cresceu a olhos vistos, especialmente em Estocolmo. Fã que é fã tem vontade de conhecer os locais por onde Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander passaram e a economia agradece.

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                        Fonte: Viajeaqui.abril

                        É claro que já existe o Millenium Tour, oferecido pelo Museu da Cidade de Estocolmo. Calcula-se que mais de 10 mil turistas pedem o pacote por ano e adoram o passeio de 90 minutos que começa na Bellmansgatan 1, onde mora o jornalista, e passa pela sede do jornal, pelo apartamento da hacker, pelo lago Riddarfjärden, pelo bar Kvarnen e muito mais.

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                        • karine
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2012
                          • 1595

                          #13
                          Insustentável leveza do ser – Praga

                          O livro de Milan Kundera é quase uma ode à cidade de Praga, República Tcheca. Ao acompanharmos os personagens Tomas e Tereza, conhecemos mais sobre o local bem no contexto político da invasão russa na Tchecoslováquia de 1968 – período conhecido como a 'Primavera de Praga'.

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                          Foto da Internet

                          E ainda assim tudo é encantador e vibrante. O Old Town Hall, a Ponte Carlos, a Igreja de Nossa Senhora de Týn e o Monte Petrin são paradas obrigatórias para o turista e já avisamos: é impossível caminhar em suas ruas estreitas e não sentir nada. Praga exala charme e romantismo, agito e cultura. E isto vale para todas as estações.

                          Fonte: Viajeaqui.abril

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                          • karine
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2012
                            • 1595

                            #14
                            Código Da Vinci – Paris, Londres e Escócia

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                            Fonte: Viajeaqui.abril

                            O Código Da Vinci é um daqueles best-sellers “ame ou odeie”, mas uma coisa ninguém pode negar: a aventura de Dan Brown mostra tantos lugares incríveis da Europa que fica difícil não sentir nem uma pontinha de vontade de visitar as cidades. Várias empresas de turismo aproveitaram o sucesso para criar roteiros inspirados no livro e vale a pena seguir os passos de Robert Langdon.

                            Tudo começa em Paris, com Museu do Louvre, Igreja de Saint-Sulpice, Champs-Élysées. De lá, o protagonista parte para Londres – Rua Fleet, Temple Church, St. James's Park, Abadia de Westminster. Por fim, Escócia, encerrando a correria na Rosslyn Chapel. Você encara?

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                            • Proftel
                              Fazedor de Chuva
                              • Apr 2013
                              • 343

                              #15
                              Olhe, quanto a Livros, creio que "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" do Dalie Carnegie (link da Wiki está aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Como_Fa...enciar_Pessoas) é muito interessante na Rede.

                              :-)

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