Livros são belas traduções de nossos sonhos

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  • Dolor
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2011
    • 3250

    #16
    FC Alexandre, li quando tinha alguma coisa como uns 12 anos este livro, como o primeiro da minha vida, claro, sem contar a coleção "Tesouros da Juventude", por "influência" do meu pai e sem dúvida, o reli mais tarde, com uma grande pitada de agradecimento a ele pelo presente.

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    Por falar em primeiro, talvez tenha sido ele o precursor deste filão dos livros intitulados "auto ajuda", com milhões e milhões de exemplares vendidos ao longos das últimas décadas.

    Sempre uma boa sugestão.

    Pena que fala muito em trabalho!

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    • Proftel
      Fazedor de Chuva
      • Apr 2013
      • 343

      #17
      Dolor:

      Na biblioteca lá em casa havia "Enciclopédia Barsa", "Conhecer", "Clássicos da Literatura Juvenil", "Delta Larousse", "Enciclopédia Universo", "Clássicos da Literatura", Coleção "Os Pensadores", a coleção completa de "Almanaque Disney" junto com outras publicações na forma de "Manuais" (não sei se você se lembra do "Manual do Escoteiro Mirim", foram duas publicações, as duas "sumiram" da Biblioteca lá de casa!).
      Livros dei Direito antigos, muita coisa da parte da minha mãe que era Professora, muita coisa em espanhol e alemão.
      Lembro bem d'um livro de poesias, "Martin Hierro" com capa de couro e coisa e talz, muitos exemplares de "Mechanica Popular" em inglês e espanhol.
      Coleção completa da "Seleções" (Reader’s Digest) desde 1940 e lá vai pedra...
      Bom, 12 bons metros quadrados no chão e pé direito de 2 metros de livro nas quatro paredes!
      Nesse ambiente que fomos criados (eu, minha irmã e meu irmão).
      Alguns livros raros como o "Código Philliphino" (não lembro direito, creio que de 1800 e pouco), algumas coisas em grego que só meu pai entendia, algumas publicações em alemão da época da II Guerra Mundial, lá se encontrava de tudo um pouco.

      Dolor, creio que fui inconveniente mas, você me fez recordar com saudade minha infância!

      Alexandre.

      ;-)

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      • Sassa e Cuca
        Fazedor de Chuva

        • Sep 2012
        • 1056

        #18
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        e nesse passeio, "quando tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana"Carl G. Jung

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #19
          Hamlet – Helsingor (Castelo de Elsinore)

          “Ser ou não ser, eis a questão” – mesmo quem nunca leu Hamlet já ouviu falar na clássica frase presente na peça de William Shakespeare. Havia algo de podre no reino da Dinamarca e traição, vingança, corrupção, loucura e dissimulação preenchiam os corredores do Castelo de Elsinore, a residência real em Helsingor. O castelo existe de verdade e, ainda que seu nome oficial seja Kronborg, todo mundo o chama pelo apelido literário mesmo.

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ID:	166507
          Fonte: viajeaqui.abril

          E isso faz sentido: todos querem visitar o palco da tragédia de Hamlet e o local vive basicamente desta memória. Há uma pequena exposição de fotos das produções já realizadas e a peça é apresentada no pátio anualmente (em agosto). E você pode andar pelos corredores tranquilamente – os guias garantem que não tem nenhuma lança envenenada à sua espreita.

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          • karine
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2012
            • 1595

            #20
            O Corcunda de Notre Dame – Paris

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ID:	166671
            Fonte: Viajeaqui.abril

            O livro de Victor Hugo foi publicado no século 19 e, desde então, todos que olham para a Catedral de Notre Dame logo pensam no corcunda Quasimodo. A trama se desenrola dentro da Catedral e seus arredores de Paris, mais precisamente na Île de la Cité, e quase ninguém sabe que originalmente o personagem mais famoso mal aparecia na história. Tudo girava ao redor da cigana Esmeralda, o arquidiácono Claude Frollo e o capitão Phoebus e alguns críticos afirmam que o intuito do romance era conscientizar os leitores sobre a necessidade de se conservar Notre Dame. Ao que tudo indica, Victor Hugo teve sucesso nesta empreitada – construída em 1163 em homenagem a Virgem Maria, a catedral rodeada pelas águas do Rio Sena continua bela e imponente.

            Em tempo: o mesmo vale para Les Miserábles, do mesmo autor, que conseguiu transformar os esgotos da Cidade Luz em um verdadeiro destino turístico. Que feito!

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            • karine
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2012
              • 1595

              #21
              O tempo e o vento – Rio Grande do Sul

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ID:	166771
              Foto da Internet

              Se tem algum livro nacional que descreve muito bem a história de um povo, este livro é O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. A obra composta por 3 partes – o Continente, O Retrato e O Arquipélago – narra a formação do estado do Rio Grande do Sul com uma mistura de ficção e dados históricos através das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral. São 200 anos da história gaúcha colocados no papel.

              Ainda que tudo se passe na cidade fictícia de Santa Fé, as guerras, revoluções e outros acontecimentos que contam a história rio-grandense fazem qualquer um ter mais vontade ainda de conhecer as suas terras.

              Fonte: Viajeaqui.abril

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              • karine
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2012
                • 1595

                #22
                Guerra e Paz – Rússia

                Não vamos mentir: é preciso ter coragem para começar a ler Guerra e Paz. O clássico de Leo Tolstói é dividido em quatro livros de mais ou menos 400 páginas e são tantos personagens e descrições detalhistas que fica difícil resumir a obra de uma forma concisa. Ela se passa durante a campanha de Napoleão na Áustria e descreve a invasão da Rússia pelo exército francês e a sua retirada, além de analisar a aristocracia da época.

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ID:	166857
                Fonte: Viajeaqui.abril

                Os entusiastas do autor não perdem a chance de passar em Moscou e nas cidades vizinhas menores para visitar locais como a Colina Poklonnaya, o Kremlin (foto), a Academia Militar e o Museu da Batalha de Borodino. Uma vez em São Petersburgo, também dá para visitar o Cemitério Piskaryovskoye, a Fortaleza de Pedro e Paulo e o Museu Hermitage, por exemplo. Inesquecível.

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                • Proftel
                  Fazedor de Chuva
                  • Apr 2013
                  • 343

                  #23
                  Karine:

                  Esse velho chato aqui lhe dará algumas dicas sobre livros:

                  1- Em primeiro lugar, leia até a "página 30" ou até o primeiro capítulo, se não gostar, troque por outro;

                  2- Se gostar do livro, leia até o fim (principalmente se ele lhe acrescentar algo na Alma);

                  3- Se o livro precisar ser lido "por obrigação" (tipo trabalho de Faculdade), deixe no banheiro, entre uma cagada e outra você vai lendo a bagaça.

                  Bom, é isso.

                  Alexandre.

                  :-)

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                  • Proftel
                    Fazedor de Chuva
                    • Apr 2013
                    • 343

                    #24
                    Karine, outra coisa:

                    "Livros são traduções dos sonhos "DOS OUTROS"", não das nossas!

                    Você assimila na cachola só o que quer, vai por mim.

                    :-)

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                    • karine
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2012
                      • 1595

                      #25
                      Crepúsculo – Volterra

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ID:	167011
                      Fonte: viajeaqui.abril

                      Volterra sempre foi um lugar bonito, mas praticamente esquecido pelos turistas que visitavam a Itália. Professores alemães e apreciadores de vinho eram basicamente o público-alvo do local, até que, de uma hora para outra, a região localizada na Toscana se viu invadida por adolescentes histéricas – as fãs da saga de Crepúsculo, best-seller teen escrito por Stephenie Meyer. É no livro Lua Nova que Volterra aparece, ela é o lar dos temidos Volturi, algo como uma “família real” de vampiros muito poderosos.

                      Desde então, o turismo aumentou bastante. Não há muito o que fazer por lá, mas de fato o lugar impressiona pelos seus túmulos etruscos e palácios da Renascença. E ainda dá para conhecer cidades vizinhas parecidas: Volterra fica pertinho de Casole d'Elsa, Castelnuovo di Val di Cecina, Colle di Val d'Elsa e San Gimignano, por exemplo, então é só escolher.

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                      • karine
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2012
                        • 1595

                        #26
                        Memórias de uma Gueixa – Kyoto

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ID:	167145
                        Fonte: Viajeaqui.abril

                        Ainda que a maioria das pessoas ignore que o filme Memórias de uma Gueixa foi baseado no livro de Arthur Golden, é desde a sua publicação, em 1997, que fãs da história visitam Kyoto para conhecer todo o passado e a cultura do Japão. O destaque vai para o distrito de Gion (foto) e suas casas de chás localizadas na rua Hanamikoji – ainda que a casa mais famosa, Ichiriki-tei, seja só para clientes privilegiados. Precisa de mais motivos para visitar a cidade? Ela tem1600 templos budistas, 400 santuários, 17 monumentos classificados Patrimônio da Humanidade e um templo (o Sanjusangendo) que tem 1001 estátuas da deusa Kannon, além das belíssimas flores de cerejeira que cobrem Arashiyama, distrito de Kyoto.

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                        • karine
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2012
                          • 1595

                          #27
                          Birmingham – O Senhor dos Anéis

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                          Fonte: Viajeaqui.abril

                          Ok, a saga de O Senhor dos Anéis se passa na Terra Média, uma região fictícia localizada num período imaginário, mas J.R.R. Tolkien descreveu a paisagem de maneira tão detalhista que estudiosos do livro e do autor acreditam que ele se inspirou em Birmingham, Inglaterra – onde ele passou a infância.

                          Por exemplo: a Floresta Velha, residência do imortal Tom Bombadil, muito provavelmente surgiu por causa do sinistro Pântano Moseley. O Grande Moinho é parecido com o Moinho Sarehole e os 32m de altura do Perrot’s Folly lembram muito a fortaleza de Isengard, moradia do mago Saruman. E, se pensarmos que o livro foi escrito entre 1937 e 1949, faz mais sentido ainda, pois a cidade era basicamente um campo. Incorpore o Aragorn (o Frodo é meio chatinho) e saia nesta viagem!

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                          • karine
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2012
                            • 1595

                            #28
                            A arte de viajar de Alain de Botton

                            Este livro pretende explicar o porquê sentimos tanto a necessidade de viajar.

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                            Foto da internet

                            Confira a sinopse:

                            "Poucas atividades estão tão associadas à busca da felicidade quanto o desejo de viajar para algum lugar distante, com clima diferente, paisagens e costumes mais interessantes. Embora não faltem publicações que recomendem variados destinos, o viajante dificilmente encontra na literatura uma reflexão sobre as motivações que o levam a abandonar o conforto do lar e a enfrentar o desconhecido. Tampouco se encontram conselhos para que tal jornada se transforme em uma experiência enriquecedora para o indivíduo.

                            Muito bem acompanhado por uma seleção de literatos, artistas e pensadores como Flaubert, Edward Hopper, Wordsworth e Van Gogh, o escritor Alain de Botton passeia pelo universo das viagens, deslocando-se por Barbados, Amsterdã, Madri, Provence e o deserto do Sinai. Seu olhar aguçado esmiúça as múltiplas facetas do processo, da peregrinação às atrações turísticas aos altos e baixos de uma relação amorosa em cenário tropical, sem relegar ao segundo plano aspectos mais negligenciados como a intrigante paisagem de aeroportos estrangeiros, o mobiliário de quartos de hotéis e o discreto charme dos postos de gasolina de beira de estrada.

                            Ao contrário dos guias turísticos que determinam e hierarquizam o que há para se ver durante uma visita, A arte de viajar nos encoraja a expandir nossos horizontes e examinar o que nos leva a fazer as malas. Nesse volume fartamente ilustrado, Alain de Botton fornece a bagagem imprescindível para o pensamento, oferecendo sua contribuição para que nossas jornadas sejam, acima de tudo, mais felizes".

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                            • Proftel
                              Fazedor de Chuva
                              • Apr 2013
                              • 343

                              #29
                              Karine:

                              Bons livros mas, nada da Bíblia?

                              O mais lido e o mais vendido no mundo?

                              De boa, estou só brincando Kkkkkkkkkkkkkkk!

                              Se me desculpe.

                              :-)

                              Comentário

                              • karine
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2012
                                • 1595

                                #30
                                O livro Tocando o Vazio, de Joe Simpson, é uma boa leitura sobre aventura, desafios e perdas. A história acontece nos Andes peruanos, porém ultrapassa as fronteiras de um país, afinal provoca reflexões sobre a vida de um modo geral.

                                Click image for larger version

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ID:	168000
                                Foto da Internet

                                Sinopse: Em junho de 1985, Joe Simpson e seu parceiro de escaladas, Simon Yates, chegam ao cume do Siula Grande, a 6300 metros de altura, nos Andes peruanos. A face oeste da montanha nunca havia sido conquistada. Logo depois da façanha, porém, os dois se assustam ao ver que a rota da volta é muito mais perigosa e traiçoeira do que haviam imaginado. Já no começo da descida, um desastre de conseqüências muito graves: Joe escorrega ao tentar desescalar uma parede de gelo e quebra a perna. Nas horas seguintes, cai a noite e uma tempestade de neve se fecha sobre eles enquanto Simon tenta desesperadamente descer o amigo com o auxílio de cordas. Numa das descidas mais aceleradas, castigadas pela neve e por rajadas de vento, Joe fica suspenso no vazio, sobre uma imensa greta, sem conseguir tocar a parede de gelo e impossibilitado de tentar alguma manobra de salvamento. Para não ser arrastado para o abismo, Simon é obrigado a cortar a corda que os une.

                                Fonte: Livrosrelatosdeviagem.blogspot

                                O livro virou filme. Confira o trailler:

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