Sonho que se sonha junto é realidade!

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  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #61
    Camping em Antofogasta

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    Fonte: Gracita-sowen

    Em Antofogasta, terra do saudoso e querido professor Nivaldo Silva Triviños (orientador/Mestrado/Graça), novamente o problema de camping: longe do centro (embora com ônibus na porta), sem internet, precárias instalações e caro: R$ 40,00 a diária (o mais caro até agora).

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    Fonte: Gracita-sowen

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    Fonte: Gracita-sowen

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    • karine
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2012
      • 1595

      #62
      Antofogasta

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      Fonte: Gracita-sowen.blogspot

      Portada, símbolo de Antofogasta: Lindo!

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      Fonte: Gracita-sowen.blogspot

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      Fonte: Gracita-sowen.blogspot

      Mais uma cidade construída, literalmente, sobre a areia....

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      • karine
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2012
        • 1595

        #63
        Tocopilla a Antofogasta CH

        Passando em Tocopilla achamos tudo muito feio e decadente com muitas casinhas de emergência, inclusive dentro de um estádio de futebol. Depois soubemos que ela foi seriamente atingida por um terremoto com 9,1 na escala Richter! Lá, fizeram uma praia artificial (Playa Covadonga) bem interessante (que não foi afetada pelo sinistro).

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ID:	170596
        Fonte: Gracita-sowen

        Dormimos em Caleta Buena ao lado da praia e de casas de veraneio vazias. Nós e o mundo: ouvindo lindos boleros e bebendo um bom vinho nacional (chileno), perfeito! No outro dia, uma família que recolhia algas (o que mais se encontra na região) que exportam para a Ásia, perguntou se não sentimos o tremor lá pelas 21 horas de ontem (ainda bem que não sentimos nada)!

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ID:	170597
        Fonte: Gracita-sowen

        La Portada: "hermoso arco de origen geológico declarado Monumento Natural en 1980. Su base es andesita, una roca volcánica de color negro formada en el período jurásico (hace 100 años)".

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #64
          Covadeiras no Pacífico Chileno

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          Fonte: gracita-sowen

          Nestas pedras muitas vezes tem COVADERAS, ou seja, os depósitos “milenarios de guano (estrume) de aves marinas (uma delas o pelicano), explotados para abono agrícola” (difícil é escolher as fotos para esta postagem)!

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          Fonte: gracita-sowen

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          • karine
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2012
            • 1595

            #65
            Chile: da aduana até Antoofogasta

            Chegamos à temida aduana chilena (Chacalluta) dentro das normas (cozinhamos ovos, papas amarillas, torramos os pães. etc) conforme o folder recebido em San Pedro de Atacama (com exceção de um gengibre, devidamente à mostra).

            Surpresa: fomos SUPERBEMTRATADOS! Parecia um encontro entre amigos: papos na sala do MH, nem a geladeira abriram! (Talvez tenham percebido que concordamos com o controle das doenças: se SC não tem aftosa sem vacinar, temos que fiscalizar pra não retroceder; assim, eles fazem porque não têm doenças nas frutas, nas carnes, etc).

            Almoçamos no Copec em Arica (onde pernoitamos na ida). Voltamos à Panamericana (mesmo percurso que fizemos há uns 20 dias) só que o colorido mudou porque o sol está nas nossas costas: lindo, igual! Ficamos no “Cabañas y Camping Las Lomas de Tres Islas” na Ruta Costera no caminho Iquique/aeroporto, 2 km depois do controle de carabineros ($4.000 por pessoa: só pela segurança, água e luz!).

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ID:	172628
            Fonte: gracita-sowen

            Fica há uns 12 km do centro da cidade, a seis de um supermercado, sem condução pública (ônibus) fora da temporada o que exige que se use rádio táxi ($4.800 até o centro e $5.000/R$20,00 até a Zona Franca). Como nesta parte da Costanera/CH1 (que é super movimentada, pois é usada para o aeroporto e para o sul do país) não tem acostamento nem dá para ir a pé nos dois quilômetros até o ponto de ônibus mais próximo.

            Às 18 chegamos a Iquique: é muito louco! A gente vem num deserto, começa a descer em curvas fechadas, contornando morros de pura areia e, de repente, bem lá embaixo, vê-se uma Cidade ladeada por um mar verde esmeralda: é surreal! Não deu pra fotografar esta entrada porque a estrada não tem acostamento e estávamos contra o sol: pena!

            Iquique é grande, bonita, com lindas costaneras repletas de parques, jardins e coqueiros (diz um taxista que o alcaide copiou do Brasil), mas carece de campings.

            Fomos ao Centro para, além de conhecer, comprar os guias da Turistel: na Senatur um Sr., um moço e uma faxineira (assistindo TV com o pano de pó na mão) embora atenciosos, não tinham material nem sabiam onde obtê-lo. O interessante é que no site deles tem muito material!

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            Fonte: Gracita-sowen

            Batemos perna até a Telefônica onde uma funcionária nos regaló com os quatro exemplares dos guias (2004). O de camping não parece muito bom, vamos testar...

            Depois fomos até a ZOFRI (Zona Franca): com 240 hectares é a maior da América do Sul. Possui 670 mil m² de galpões e um Centro Comercial com mais de 400 lojas, praça de alimentação, casas de câmbio, etc., mas não é o bicho: no chamado lado antigo só tem produtos chinos (dos quais nem precisamos comentar) e, no mais novo, até tem umas coisas interessantes, entre elas, os produtos da Tramontina (mais baratos do que no RS/Brasil, pode?). Pneus para MH só de marcas desconhecidas (asiáticas): Michellin só nas revendas da cidade (nem fomos ver)!

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            • karine
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2012
              • 1595

              #66
              Mercado em Caldera no Chile

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              Fonte: Gracita-sowen

              As almejas e mytilidos (“grupo de mariscos de conchas”). Os mais conhecidos são: choro zapato (maior, com carne amarela), a cholga (média) e chorito (menor e gosto mais forte). Não gostamos: nossos mariscos são melhores!

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              Fonte: Gracita-sowen

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              • karine
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2012
                • 1595

                #67
                Caldera, no Chile

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                Fonte: Gracita-sowen

                Uma infinidade de pelicanos vêm bem perto das pessoas, comendo os restos dos peixes que os pescadores limpam.

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                Fonte: Gracita-sowen

                Com certeza as fotos abaixo serão especiais para o Bruno (pai da Graça, o melhor pescador da família): direto do pescador compramos um côngrio (R$ 10 o quilo dele sujo, que achamos caro).

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                • karine
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2012
                  • 1595

                  #68
                  Camping na Bahia Inglesa

                  No Camping Bahia Inglesa, à beira da praia e quase na Carretera 5, (S 27° 06.334 W 070° 51.055). Queriam nos cobrar $9.000, mas com o choro do Renato, sairá por $7.200 (R$ 28,80). Estamos rodeados de barracas com estudantes e temos como vizinhos um casal alemão que há 4 anos percorre as Américas: já estiveram no Brasil mas criticam o visto de apenas 90 dias para um país tão grande (reclamação que ouvimos em Salta, também).

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                  Fonte: Gracita-sowen

                  No sábado pegamos um táxis coletivo (mais caro do que o bus e um pouco mais barato do que o táxis tal qual conhecemos, uma opção interessante!) e fomos em Caldera comprar pescado porque, contrariando a informação do guia, não vendem em Bahia Inglesa (produzem ostras e ostins mas não vendem aqui).

                  A praia é ótima para caminhar e, além disso, paralelo a rodovia asfaltada há uma ciclovia unindo os dois balneários que utilizamos no domingo quando, finalmente, fizemos uma boa caminhada! O único senão é que, do meio dia até umas 19 horas bate um vento muito frio.

                  Por-do-sol visto da janela do MH...

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                  Fonte: Gracita-sowen

                  No mercado de peixes encontramos novamente dois leões marinhos

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                  • karine
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2012
                    • 1595

                    #69
                    Bahia Inglesa (linda!) Chile

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                    Fonte: Gracita-sowen

                    Bahia Inglesa há 5 km é um lindo balneário com areias brancas. Pela primeira vez, nesta viagem, o Guia Turistel correspondeu à realidade: a praia é tudo o que falam e o camping é muito bom. No verão, como em Floripa, a população aumenta muito e o trânsito também, mas agora está calmo e praticamente vazio.

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                    • karine
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2012
                      • 1595

                      #70
                      De Antofogasta a Bahía Inglesa (CH)

                      Na Panamericana (CH5), de Antofogasta a Chañaral, a estrada se distancia da costa, é plana, com poucas curvas e uma paisagem cansativa. Nela tem uma escultura de 1.100 msnm feita com uma base de ferro e cimento por Mario Irárrazabal para “saludar desde la carretera a los viajeros que transitan desde hacia Antofogasta”.

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                      Fonte: gracita-sowen

                      Paramos para almoçar num estacionamento em Ex Oficina Alemania, no meio do nada, com um vento tão assustador que não ousei sair para fotografar!

                      Em Chañaral a carretera volta a costear o mar: novamente um Pacífico verde esmeralda, lindo! Em cada pequena praia se encontra campings selvagens, ou seja, lugar bom para estacionar, mas sem infra-estrutura e/ou segurança. Fora de temporada há muitos lugares nos balneários onde se pode parar pra fazer um almoço e, pela receptividade, até pernoitar.

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                      Fonte: gracita-sowen

                      Caldera é uma linda e limpa cidade, a mais importante praia de veraneio da região e importante porto de pescado e minérios. Sua igreja (construída em 1862) com piso de pedra e uma torre gótica é uma obra atribuída a Gustavo Eiffel (muitos contestam essa informação).

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ID:	187835
                      Fonte: gracita-sowen

                      Também possui a primeira estação de trem do Chile (construída em 1850) hoje transformada em museu e o primeiro cemitério laico do país (inaugurado em 1876).

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                      • karine
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2012
                        • 1595

                        #71
                        Saindo do Atacama

                        29 de setembro de 2008. Hoje fizemos 379 dos 8.088 km (segundo o GPS são 9.019) percorridos desde o dia 08 de agosto.

                        Saímos de Bahía Inglesa já na metade da manhã e, na Carretera 5, além das dunas, pedras e areias um tapete de pequenas flores magentas nos esperava: bom começo de viagem...

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                        Fonte: Gracita-sowen

                        Na divisa entre Atacama (III Region) e Coquimbo (IV Region) uma forte e baixa neblina como que anunciando a mudança de paisagem que viria em seguida: flores quase rasteiras de todas as cores e matizes num colorido estupendo, complementado pelas curvas descendentes da estrada contornando, novamente, um pacífico esmeralda.

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                        Fonte: Gracita-sowen

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                        • karine
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2012
                          • 1595

                          #72
                          Neruda, Isla Negra: pura emoção!
                          (pequeno intervalo na cronologia da viagem)....

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                          Fonte: Gracita-sowen

                          PABLO NERUDA... (Nosso nobel chileno nasceu em 12.07.1904 e morreu em 23.09.1973):

                          Morre lentamente quem não viaja,
                          quem não lê,
                          quem não ouve música,
                          quem não encontra graça em si mesmo.
                          Morre lentamente quem destrói o seu amor próprio,
                          quem não se deixa ajudar.
                          Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
                          repetindo todos os dias o mesmo trajeto,
                          quem não muda de marca,
                          não se arrisca a vestir uma nova cor,
                          ou não conversa com quem não conhece.
                          Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
                          Morre lentamente quem evita uma paixão,
                          quem prefere o negro sobre o branco,
                          e os pontos sobre os iss em detrimento de um redemoinho de emoções,
                          justamente as que resgatam o brilho nos olhos,
                          sorrisos dos bocejos,corações aos tropeços e sentimentos.
                          Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
                          quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
                          quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
                          Morre lentamente,
                          quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva que cai incessantemente.
                          Morre lentamente quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
                          não pergunta sobre um assunto que desconhece
                          ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.

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ID:	188916
                          Fonte: Gracita-sowen

                          Gostaste? Pois é na viagem anterior, acho que em 1994, não deu pra ir até Isla Negra (litoral, ao sul de Valparaíso) conhecer uma das três casas de Pablo Neruda (a mais famosa e dizem, a mais importante porque a construiu pouco a pouco, deu palpites e onde escreveu suas principais obras). Na viagem da nossa vida, não deu outra, fomos visitar.

                          Aqui ele e sua Matilde se amavam ao som (e visual) de um pacífico multitons em função dos rochedos... Só vendo pra entender....

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                          Fonte: Gracita-sowen

                          Hoje os dois estão enterrados juntos e de frente para o mar...

                          A casa é estreita e comprida como o Chile e foi construída durante muitos anos. Quando entramos no corredor de acesso a sua área de trabalho, enquanto o guia explicava, chorei e me arrepiei: parecia que já estivera ali! Jamais saberei se a emoção resulta de tudo o que li e o que ele significa na resistência latino-americana ou se, em outros tempos, estive ali... Ver a foto de seus amigos (entre eles a de Gabriela Mistral), os presentes de Zélia Gatai e Jorge Amado.... ui, éra só arrepio. Novamente, gracias a la vida que me ha dado tanto e ao companherismo do Re, é claro!

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ID:	188918
                          Fonte: Gracita-sowen

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                          • karine
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2012
                            • 1595

                            #73
                            Trem do Vinho Chile

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ID:	189617
                            Fonte: Gracita-sowen

                            A paisagem vista do trem não é lá estas coisas: com certeza o Vale dos Vinhedos na serra gaúcha é muito mais bonito e as visitas são menos comerciais, digamos assim! Na autopista sim, vê-se o capricho e a beleza dos vinhedos!

                            O dia só não foi pior porque conseguimos luz, água e internet no Copec de Maule (S 35° 31.918’ W 071°41.283).

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ID:	189619
                            Fonte: Gracita-sowen

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                            • karine
                              Fazedor de Chuva
                              • Jul 2012
                              • 1595

                              #74
                              San Fernando, Trem do Vinho, Chile

                              Em San Fernando estacionamos na frente de um super e compramos o que nos faltava, principalmente vinho, é claro. Há uma quadra estava a estação de trem onde gentilmente nos deixaram ficar num lugar que, embora reservado, tinha muitos transeuntes.

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ID:	190564
                              Fonte: Gracita-sowen

                              Os Carabineros, que mais uma vez foram super atenciosos, sugeriram que pernoitássemos na praça onde fica a corporação. Depois das 20 h (sem parquímetro) estacionamos e conseguimos luz de um quiosque da praça. Antes das 7h deles, já estávamos no estacionamento da estação ferroviária (que é perto dali). O tratamento de todos, do guarda aos chefes que são muitos, foi maravilhoso.

                              Agora sobre o Trem do Vinho...

                              O passeio só é realizado nos sábados e para o nosso esquema de não se ter um cronograma fixo (horário e dia de vôo, por exemplo) não serve. Na estação, ninguém sabe dar informação a não ser o número de um telefone (que só mandava deixar mensagem).

                              Só quando o trem chega é que ficamos sabendo se tem lugar (fora do esquema das agências). Oferecem três programas: o mais simples é simplesmente viajar no trem e participar da degustação, por $ 22.000 (R$ 88,00) por pessoa, e deve-se voltar de ônibus de Sta Cruz a San Fernando ($ 800 por pessoa); o segundo, inclui o primeiro, acrescentado do almoço, visita a um vinhedo e ao museu, este por $ 62.000 (R$ 248,00) por pessoa; e terceiro, chamado de Premium, se viaja num vagão com mesas, uma certa mordomia a mais e inclui o segundo, este por $ 80.000 (R$ 320,00) por pessoa. Íamos fazer o segundo, mas já no trem nos informaram não haver mais vaga. Resultado: ficamos com a primeira opção.

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ID:	190565
                              Fonte: Gracita-sowen

                              Enfim, pagamos um mico/quebramos a cara: pagamos muito caro pra degustar uns quatro vinhos e comer, numa pequena tábua, uma fatia de kiwi, 4 gomos de bergamota, 2 palitos de queijo, quatro minúsculos pedaços de queijos diversos, uma ameixa preta, umas passas pretas e alguns amendoins pequenos.

                              Concluída a recepção com três músicas e danças típicas, pegamos um bus e voltamos até nossa casa, seguindo direto para a estrada.

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                              • karine
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2012
                                • 1595

                                #75
                                COPEC e Chimbarongo CH

                                Almoçamos num Copec em Chimbarongo com vista para os nevados, com sobra, no maior estacionamento que encontramos até agora (S34° 44.059’ W071°02.392).

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ID:	191057
                                Fonte: Gracita-sowen

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