A partir de agora acompanharemos a aventura de mais duas almas inquietas, Renato e Graça. Esses novos Fazedores de Chuva já rodaram grande parte do Brasil, América do Sul e Europa com seu motorhome.
Começamos agora o relato da viagem que começou em agosto de 2008, saindo de Florianópolis rumo a Machu Picchu, no Peru.
Este primeiro relato conta sobre a chegada na Argentina e o início dessa surpreendente viagem:

Gracita-sowen
Argentina: Misiones, Corrientes y Chaco – 13 de agosto de 2008
Em Porto Xavier (RS) estacionamos e almoçamos na praça central da cidade e depois fomos para a aduana. Pegamos a balsa e fizemos os trâmites na aduana Argentina. Vistoria tranquila, sem stress e com educação.
Adentramos a Argentina pelo Litoral através da província de Misiones (cuja capital é Posadas, que se interliga com a cidade de Encarnacion/Paraguai através da ponte internacional San Roque Gonzáles de Santa Cruz). De San Javier seguimos para a RN12, por San José (assim não fomos a Posadas), dormindo no estacionamento da Feria Franca Municipal, ao lado rio Paraná, na cidade de Ituzaingó. Até luz e internet no MH conseguimos. A intendência nos atendeu muito bem.
Encontramos um nome para a portuguesa que nos indica o caminho no GPS: Luna Móvel, para os íntimos: LUNA! Assim a que ficou em casa, de alguma maneira estará conosco.
Acordamos muy temprano com o barulho de garis que pegavam seus materiais de trabalho ao lado de onde estávamos. Depois de um bom café, agradecemos a hospitalidade e, tomando um mate, seguimos viagem. Na Villa Olivari, uma barreira fito-sanitária (o certificado custou $4,50, com validade de 24 h), desinfetou o MH com Cipermetrina 20%.
Numa boa estrada, com longas retas, ouvindo Vagabundear - Joan M. Serrat - com o argentino/brasileiro (que cantou nos meus 50 anos) Dante Ramon Ledesma, em nossa casa rodante cheia de amor pra dar = perfeição/plenitude!
“(...) no me siento extranjero in ningún lugar, donde hay sudor y vino hago mi hogar. Y para no olvidarme de lo que fue, mi patria y mi guitarra las llevo en mí”.
Chegamos à cidade de Corrientes, capital da Província de Corrientes (corresponde aos nossos Estados), que através da ponte General Manuel Belgrano se une a Resistencia, a capital do Chaco. Ambas, às margens do caudaloso rio Paraná. Nestas cidades já se percebe o uso abusivo de buzinas e a ausência de capacetes em motoqueiros/motociclistas.
Em Resistencia almoçamos, compramos mapas e treinamos mais recursos no GPS. Interessante o sistema popular de caixa d’água deles...

Gracita-sowen
Mas como quase tudo o que é bom dura pouco, levamos o primeiro golpe da viagem: na saída, ainda na cidade, um guarda nos ameaçou com uma multa (de $500: dobrar à esquerda numa sinaleira de dois tempos quando só se poderia numa 3) acompanhado daquele papo que todos viajantes conhecem. Não sacava la boleta e não entregava os documentos... Re deu $50 pra não se incomodar (pela 1ª vez deu propina: sempre temos uma virgindade a perder, não tem jeito!). Este episódio embotou nossa imagem do Chaco!
Para compensar, pernoitamos num YPF em Presidencia de La Plaza. O gerente, Sr. Cardoso, nos forneceu energia elétrica e também nos regaló com um vasinho de cactos, como símbolo de uma boa viagem: agradecemos com chocolate garoto, é claro!
Desta vez a SKY não funcionou e, com, isso, assistimos a um belo musical no canal 9 (o único que pegou). O noticiário alerta para a falta d’água na região e a um problema de distribuição de combustível (como no Brasil, uma pressão para aumento de preços...).
Começamos agora o relato da viagem que começou em agosto de 2008, saindo de Florianópolis rumo a Machu Picchu, no Peru.
Este primeiro relato conta sobre a chegada na Argentina e o início dessa surpreendente viagem:
Gracita-sowen
Argentina: Misiones, Corrientes y Chaco – 13 de agosto de 2008
Em Porto Xavier (RS) estacionamos e almoçamos na praça central da cidade e depois fomos para a aduana. Pegamos a balsa e fizemos os trâmites na aduana Argentina. Vistoria tranquila, sem stress e com educação.
Adentramos a Argentina pelo Litoral através da província de Misiones (cuja capital é Posadas, que se interliga com a cidade de Encarnacion/Paraguai através da ponte internacional San Roque Gonzáles de Santa Cruz). De San Javier seguimos para a RN12, por San José (assim não fomos a Posadas), dormindo no estacionamento da Feria Franca Municipal, ao lado rio Paraná, na cidade de Ituzaingó. Até luz e internet no MH conseguimos. A intendência nos atendeu muito bem.
Encontramos um nome para a portuguesa que nos indica o caminho no GPS: Luna Móvel, para os íntimos: LUNA! Assim a que ficou em casa, de alguma maneira estará conosco.
Acordamos muy temprano com o barulho de garis que pegavam seus materiais de trabalho ao lado de onde estávamos. Depois de um bom café, agradecemos a hospitalidade e, tomando um mate, seguimos viagem. Na Villa Olivari, uma barreira fito-sanitária (o certificado custou $4,50, com validade de 24 h), desinfetou o MH com Cipermetrina 20%.
Numa boa estrada, com longas retas, ouvindo Vagabundear - Joan M. Serrat - com o argentino/brasileiro (que cantou nos meus 50 anos) Dante Ramon Ledesma, em nossa casa rodante cheia de amor pra dar = perfeição/plenitude!
“(...) no me siento extranjero in ningún lugar, donde hay sudor y vino hago mi hogar. Y para no olvidarme de lo que fue, mi patria y mi guitarra las llevo en mí”.
Chegamos à cidade de Corrientes, capital da Província de Corrientes (corresponde aos nossos Estados), que através da ponte General Manuel Belgrano se une a Resistencia, a capital do Chaco. Ambas, às margens do caudaloso rio Paraná. Nestas cidades já se percebe o uso abusivo de buzinas e a ausência de capacetes em motoqueiros/motociclistas.
Em Resistencia almoçamos, compramos mapas e treinamos mais recursos no GPS. Interessante o sistema popular de caixa d’água deles...
Gracita-sowen
Mas como quase tudo o que é bom dura pouco, levamos o primeiro golpe da viagem: na saída, ainda na cidade, um guarda nos ameaçou com uma multa (de $500: dobrar à esquerda numa sinaleira de dois tempos quando só se poderia numa 3) acompanhado daquele papo que todos viajantes conhecem. Não sacava la boleta e não entregava os documentos... Re deu $50 pra não se incomodar (pela 1ª vez deu propina: sempre temos uma virgindade a perder, não tem jeito!). Este episódio embotou nossa imagem do Chaco!
Para compensar, pernoitamos num YPF em Presidencia de La Plaza. O gerente, Sr. Cardoso, nos forneceu energia elétrica e também nos regaló com um vasinho de cactos, como símbolo de uma boa viagem: agradecemos com chocolate garoto, é claro!
Desta vez a SKY não funcionou e, com, isso, assistimos a um belo musical no canal 9 (o único que pegou). O noticiário alerta para a falta d’água na região e a um problema de distribuição de combustível (como no Brasil, uma pressão para aumento de preços...).
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