Sonho que se sonha junto é realidade!
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Arequipa
Abaixo, fotos do Molino: um lugar lindo!
Fonte: gracita-sowen
Findo o passeio, almoçamos num restaurante ótimo: como vem muita comida o que sobrou levamos pra casa, é claro! Depois da soneca, compras no super.
Fonte: gracita-sowen
Na quarta-feira, ás 08h30min (10h30min, no nosso horário) nos pegaram no camping com um microônibus e seguimos em direção ao Vale e ao Cânion de Colca (próxima postagem).
Fonte: gracita-sowen
Chegamos super cansados. Dormimos cedo. No outro dia voltamos ao centro e visitamos o Monastério de Santa Catalina (precinho salgado: S/. 30): “uma ciudad, dentro de la ciudad”, construído em sillar (pedra branca) é considerada o expoente da arquitetura colonial arequipenha.
Fonte: gracita-sowen
Este monastério foi construído para as filhas das família ricas com vocação religiosa, daí que se explica cada uma ter seu 'apartamento' (inclusive elas levavam empregadas).
Ele é tão grande! Tem capela para as ricas e outra, para o bajo clero (está escrito numa placa)!
Fonte: gracita-sowen
Tentamos ver a Juanita (múmia congelada de uma jovem inka encontrada no vulcão Ampato em 1950, mas teríamos que esperar muito tempo para a palestra/vídeo em espanhol além de que não se pode fotografar nada do museu e desistimos.
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Arredores de Arequipa (Bustur)
Fonte: Gracita-sowen
No outro dia fomos a pé para a praça que é muito bonita. A bordo do Bustur fomos conhecer, além do centro, os arredores da cidade. Achamos que o centro é bem mais interessante e que as atrações destacadas não são tão interessantes assim. Assim, basta fazer o percurso mais curto de 2 h (S/. 25).
Fonte: Gracita-sowen
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Fonte: Gracita-sowen
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Camping e Bustur em Arequipa (PE)
Estamos no Camping Hostal Mercedes, com diária de U$ 10, (https://www.arequipa-tourism.com/hos...mercedes.shtml e e-mail: hlasmercedes@star.com.pe), outra indicação de Walter e Christa, na Av. La Marina, 1001 (S 16° 24.047 – W 071°32.545). Tem wireless. Fica pertíssimo de um grande e bom supermercado e a cinco (pequenas) quadras da Pr. de Armas, o coração da cidade.
Estacionamos em diagonal, conforme as instruções do German porque, embora o espaço não seja tão grande, aqui param muitas excursões.
Fonte: Gracita-sowen
Agendamos um City&country de 4horas de duração (S/. 35) para amanhã e, para depois, um passeio para o Valle Del Colca (2 dias e uma noite, U$ 35 + U$ 10/boleto turístico por pessoa, incluindo hotel com café da manhã).
Fonte: Gracita-sowen
No outro dia fomos a pé para a praça que é muito bonita. A bordo do Bustur fomos conhecer, além do centro, os arredores da cidade. Achamos que o centro é bem mais interessante e que as atrações destacadas não são tão interessantes assim. Assim, basta fazer o percurso mais curto de 2 h (S/. 25)
Fonte: Gracita-sowen
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Tour em Arequipa (continuação)
Fonte: Gracita-sowen
Além disso, encontramos a Maria Eugênia e o Rudimar, casal gaúcho radicado em Macaé/RJ, que conhecemos no dia anterior. Entrosamo-nos tanto que, embora estivessem noutro grupo, sempre nos encontrávamos: nas paradas, na piscina, no restaurante, etc. Foram tantas as despedidas que até perdemos as contas.
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Cânion del Colca PE
Fonte: Gracita-sowen
Nosso querido e inspirado guia: Cesar!
Fonte: Gracita-sowen
Mais uma pequena caminhada com nosso guia e mais belezas para admirar. Cânion del Colca.
Fonte: Gracita-sowen
Encontramos esta moto alemã estacionada: olhem a sujeira (o pó acumulado). São uns doidos!
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Além de todas as belezas o que mais curtimos foi o clima que se formou entre os brasileiros e alguns peruanos da excursão: o guia Cesar e suas investidas hilárias na paulista Alessandra, Sandra e sua mãe (amáveis limenhas) e nós.
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Cruz del Condor/Vale de Colca PE
Na estradas, estes montes de pedras que as pessoas colocam fazendo pedidos: fiz um pra todos nós, é claro!
Fonte: Gracita-sowen
Cruz Del Condor onde vimos a majestosa ave andina voar.
Fonte: Gracita-sowen
Cruz del Cóndor: onde ficamos esperando o vôo do Cóndor (parente do urubu, só se alimenta de animais mortos).
Fonte: Gracita-sowen
Quando abertas as asas de um condor adulto, a distância entre as pontas vai de 3,5 a 4,5 ms.
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Crocs no Vale de Colca
Nossas poderosas e guerreiras Crocs (Ana Maria uma simpática peruana limenha) e a escada que quase acaba conosco!
Fonte: Gracita-sowen
E dá-lhe monte de pedras......
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A segunda etapa do passeio foi a mais bonita; o Valle Del Colca com suas belas terrazas com plantação, o Cañon Del Colca: maior do mundo com 3.400 ms de profundidade (o Grand Canyon/USA tem 1.610 ms).
Fonte: Gracita-sowen
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Yaretas, Maca/Vale de Colca
Fonte: gracita-sowen
Yaretas só dá nestas altitudes. são super resistentes, crescem lentamente e já foram usadas nos fogões dos nativos.
Fonte: gracita-sowen
No pueblo de Maca, que quase foi extinto no último terremoto, (pagamos para nos fotografar com uma águia achando que era Cóndor (é ruim, hem!) Que mico, hem!!!!!!!!!
Fonte: gracita-sowen
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Chivay/Valle del Colca
Nosso bus e um pouco do que encontramos no caminho...
A segunda etapa do passeio foi a mais bonita; o Valle Del Colca com suas belas terrazas com plantação, o Cañon Del Colca: maior do mundo com 3.400 ms de profundidade (o Grand Canyon/USA tem 1.610 ms).
Fonte: Gracita-sowen
Almoçamos em Chivay (bufet bom onde finalmente experimentei o rocoto relleno: um pimentão vermelho, nem tão picante assim, recheado com carne picada, queijo e outras cositas mas) e, em seguida, nosso querido guia/Cesar nos seduziu para uma caminhada de uma hora em terreno plano. Legal: será bom para a digestão!
O terreno não era tão plano assim, alguns tiveram dificuldades no percurso, mas a beleza compensou: atravessamos a Puente Inca Chivay e vimos as famosas colcas onde os quéchuas/cabanas, os collawas armazenavam seus mantimentos (a região é propícia pelos ventos que refrescavam as colcas, os buracos, digamos assim, feitos nos barrancos às margens do rio). Estes produtos podiam ser conservados assim por até três anos, se fosse o caso.
Fonte: Gracita-sowen
Empoeirados e exaustos seguimos para los baños termales em La Calera com várias piscinas (inclusive uma coberta), serviço de bar/lanchonete e o melhor: água bem quente X clima frio (lembramos de Piratuba e de Itá), amigos pra conversar e um pisco pra nos aquecer, perfeito!
Fonte: Gracita-sowen
À noite jantamos num restaurante bem típico pra turistas: comida muito boa e barata e música boa. Pena que os grupos comiam e logo iam embora... Tocaram um samba (ao menos tentaram) e instigaram os brasileiros a bailar. Não tive dúvidas e fui: só dava gringo fotografando (lembrei do tempo do sambão em Itapirubá).
No hotel, ao subirmos para os quartos, deram pra cada um dos hóspedes uma bolsa de água quente que, somando à quantidade de cobertas (um cobertor grosso e pesado, um edredom com plástico, outra manta de lã pesada e mais um cobertor sobressalente), sugeria o maior frio de nossas vidas. Na verdade o frio foi a zero grau só quando tomamos o café.
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Valle del Colca (PE)
Na quarta-feira, ás 08h30min (10h30min, no nosso horário) nos pegaram no camping com um microônibus e seguimos em direção ao Vale e ao Cânion de Colca.
Fonte: Gracita-sowen
O trajeto na ida não nos trouxe nada de novo. O pessoal, em geral, muito animado com as vicunhas e alpacas do caminho (poucas), mas nós, que já vimos muitas, não nos empolgamos. Além disso, o esquema de excursão não é o que mais gostamos, mas, enfim, vamos lá!
Re tomando um básico cha de coca...
Fonte: Gracita-sowen
Los castillos...
Fonte: Gracita-sowen
Sempre acompanhados pelo majestoso vulcão Misti e pelo nevado Chachani percorremos estradas de curvas e altitudes cada vez maiores (Patapampa com 4.910 msnm) até chegarmos a Chivay (3.651msnm) onde pernoitaremos. No caminho avistamos o vulcão Mismi onde começa o rio Amazonas (descoberta recente).
Fonte: Gracita-sowen
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PISCO SOUR
Fonte: Gracita-sowen
Renato se especializou e já faz melhor que muitos locais daqui...
Fonte: Gracita-sowen
Receita para duas pessoas
3 doses de pisco
2 doses jarabe de goma
1 dose de suco de limão
1 colher (sobremesa) de açúcar
1/2 de clara de ovo
Gelo picado à vontade
Bater no liquidificador em rotação lenta (ou na coqueteleira)
Ao servir o copo deve ter 1/4 de espuma.
Hum.............
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Saindo do Peru
Almoçamos na estrada num Grifo PETROPERU, chegando a Tacna às 18h45min, (nossa). Pernoitamos em la Cochera (estacionamento) Samiza (S/. 10, com luz), no Cruzamento da avenida Belguia com Av. Unanue.
No outro dia abastecemos num grifo onde a frentista ‘se passou’ e o alemão deve ter gostado....
Llegamos na aduana do Peru: embora simpáticos, a mesma burocracia... (mas sem problemas).
Fonte: Gracita-sowen
O Peru nos foi uma grata surpresa. Vimos, sentimos e recebemos muito mais do que pensávamos e, por isso, destacamos:
1. A simpatia, receptividade, gentileza e presteza dos peruanos.
2. Suas lindas e desafiadoras paisagens.
3. Sua história e cultura bastante preservadas e enaltecidas.
4. Sua gastronomia (em especial o Pisco Souer e suas salsas picantes).
5. Seus preços interessantes.
6. A esperança sentida entre o cidadão comum de que a transoceânica Brasil/Peru incremente as relações entre ambos.
7. Dos países visitados nesta viagem é o que tem as margens das rodovias mais limpas.
8. De maneira geral cumprem o lema que está escrito em vários lugares: turista feliz, progresso para meu país.
Fonte: Gracita-sowen
Também percebemos a pobreza existente fora dos pontos turísticos, provavelmente devido à centralização e pouca distribuição dos impostos, segundo depoimento dos próprios peruanos, nada tão diferente do encontramos em algumas regiões do Brasil.
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Saindo do Peru: Arequipa/Aduana com o Chile
No sábado à noite fomos ao centro. Tirei o ‘uniforme’ da viagem, não levei a grande bolsa preta (troquei por outra preta mais delicada, digamos assim), nem a câmera fotográfica; passei um rímel e um gloss (bem urbana) e fomos conhecer “O Patio Del Ekeko”, ver a cidade à noite, jantar...
A rua estava em reformas e empoeirada, mas Ekeko “El único centro comercial de Arequipa diseñado exclusivamente para el turismo. Cinco niveles donde encontrará lo mejor em compras, deliciosa comida, cultura, entretenimiento y todos los servicios que pueda necesitar um turista” nos surpreendeu pelo bom gosto da decoração e pela qualidade dos produtos. Foi ótimo porque as feiras com os mesmos produtos já não nos interessavam mais...
Fonte: Gracita-sowen
Escolhemos umas três coisas e, quando fomos pagar, uma senhora (depois sabemos que era a dona do Ekeko) percebendo que somos brasileiros nos invitó para um café no restaurante anexo a uma das lojas (na que estávamos).
Resumindo: Ela (Sra. Chela) tem 81 anos (super bem conservados, bonita, arrumada, elegante, fina) e, com exceção de seu marido e filhos, todos os parentes moram no Brasil (São Paulo). Está fragilizada porque há três anos seus pais, que viviam no BR, morreram. Nós que já estávamos encantados com o Peru, com tanto carinho, nos derretemos, é claro! Na saída ainda me regaló com um Ekeko (quando se ganha traz prosperidade, felicidade). Saímos dali muito ‘tocados’.
A cidade, à noite, fica mais bonita ainda, principalmente a Plaza de Armas que, com certeza, é a mais bonita que vimos no Peru!
Jantamos no restaurante indicado por Maria Eugênia e Rudimar (super atenção do garçom), pegamos um taxi até o camping: após termos pago, o taxista esperou até abrirem o portão (fechou com chave de ouro)!
Fonte: Gracita-sowen
Domingo, 21 se setembro. Saímos às 10h (nossa) com engrase num posto na saída da cidade (S/. 30 = R$ 18) até 12 h.
Despedimo-nos do ‘nevado’, do vulcão Misti sempre curtindo uma colorida paisagem, curvas, subidas e descidas.
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relato maravilhoso de viagem, estamos curtindo cada foto, cada informação, cada buraco da estrada, e até as sensações da alma transmitidas nas suas postagens. Expressamos nossa gratidão por compartilhar esse tesouro. Vamos entrar muitas e muitas vezes para curtir bem curtido todas as postagens.
FC Josemir e FC Vânia
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