Sonho que se sonha junto é realidade!

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  • karine
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2012
    • 1595

    #31
    Puquio a caminho de Nazca PE

    Até Puquio a estrada é muito boa, as curvas, a paisagem linda e diversificada é um deleite pra qualquer estradeiro: basta ter calma e um bom freio motor!
    Ainda maravilhados avistamos ao longe uma cidade que nos parece grande, toda cinza (parede das casas), inclusive nos telhados de zinco.

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ID:	164278
    Fonte: Gracita-sowen

    Na sua entrada mandam desviar e aí começa um martírio: de perto a cidade é horrível, puro pó, ruas estreitíssimas com mão dupla, sem ninguém orientando o trânsito, culminando com buracos, barrancos (ao longo de tanto rípio) e animais em trânsito resultando numa pequena avaria em nuestra casa rodante.

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ID:	164279
    Fonte: Gracita-sowen

    Puro caos!

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    • karine
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2012
      • 1595

      #32
      Challuanca a caminho de Nazca

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ID:	164440
      Fonte: Gracita-sowen

      Almoçamos num lugar paradisíaco, ao lado de um rio, a 1.857 msnm.

      Dormimos na praça central de Challuanca (uma capital de província), S/. 3 pelo pernoite, rodeados de caminhões carregados com papas (batatas que, aqui, são mais de 32 tipos). Em 8 h de viagem percorremos 281 km, numa média de 35 k/h.

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ID:	164441
      Fonte: Gracita-sowen

      Noite amena, não precisamos ligar o aquecedor e nos cobrimos apenas com uma mantilla. As 6hs (deles) seguimos viagem. Até Caraibamba, tudo bem mas depois: o frio foi apertando de tal maneira que tivemos que nos agasalhar muito bem. Daí em diante só encontramos pequenas aldeias de criadores de alpacas e llamas e um frio (1º dentro do MH) que só se dissipou depois das 10 h. Daí que sugerimos que se programe o pernoite em Challuanca (melhor opção de infra-estrutura e temperatura boa) ou Caraibamba.

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ID:	164442
      Fonte: Gracita-sowen

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      • karine
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2012
        • 1595

        #33
        A Caminho de Nazca (PE)

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ID:	164639
        Fonte: Gracita-sowen

        Dia 11 de setembro. Saímos de Cusco às 08h30min em direção a Nazca sabendo que será um sobe e desce, com altas variações de altitudes. Munidos de mate de coca adentramos na carretera mais incrível deste roteiro, senão de todas as nossas viagens: a paisagem é maravilhosa, quase sempre acompanhada, além dos cerros, com algum rio verde esmeralda, caudaloso e empedrado!

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ID:	164640
        Fonte: Gracita-sowen

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        • karine
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2012
          • 1595

          #34
          Challuanca a caminho de Nazca

          Almoçamos num lugar paradisíaco, ao lado de um rio, a 1.857 msnm.

          Dormimos na praça central de Challuanca (uma capital de província), S/. 3 pelo pernoite, rodeados de caminhões carregados com papas (batatas que, aqui, são mais de 32 tipos). Em 8 h de viagem percorremos 281 km, numa média de 35 k/h.

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ID:	165979
          Fonte: Gracita-sowen

          Noite amena, não precisamos ligar o aquecedor e nos cobrimos apenas com uma mantilla. As 6hs (deles) seguimos viagem. Até Caraibamba, tudo bem mas depois: o frio foi apertando de tal maneira que tivemos que nos agasalhar muito bem. Daí em diante só encontramos pequenas aldeias de criadores de alpacas e llamas e um frio (1º dentro do MH) que só se dissipou depois das 10 h. Daí que sugerimos que se programe o pernoite em Challuanca (melhor opção de infraestrutura e temperatura boa) ou Caraibamba.

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ID:	165980
          Fonte: Gracita-sowen

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          • karine
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2012
            • 1595

            #35
            A Caminho de Nazca (PE)

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ID:	166121
            Fonte: Gracita-sowen

            Dia 11 de setembro. Saímos de Cusco às 08h30 em direção a Nazca sabendo que será um sobe e desce, com altas variações de altitudes. Munidos de mate de coca adentramos na carretera mais incrível deste roteiro, senão de todas as nossas viagens: a paisagem é maravilhosa, quase sempre acompanhada, além dos cerros, com algum rio verde esmeralda, caudaloso e empedrado!

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ID:	166123
            Fonte: Gracita-sowen

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            • karine
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2012
              • 1595

              #36
              Nazca

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ID:	166202
              Fonte: Gracita-sowen

              Nazca, apesar de tanta seca (tem gente que nem conhece chuva por isso também se encontram casas sem telhados), produz muitas frutas e têm poços de água há 40 ms de profundidade e até menos.

              Brenilda, a bela peruana que nos recepcionou, experimentando o chimarrão.

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ID:	166203
              Fonte: Gracita-sowen

              Um pouco ao norte de Nazca também existem as Linhas de Palpa: não visitamos, mas existem vôos para ela também.

              Não nos cobraram a luz em Nazca: não sabemos se foi porque fizemos o vôo com a empresa do hotel ou se foi porque perceberam que não usamos ar condicionado, etc...

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              • karine
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2012
                • 1595

                #37
                Sobrevoando as Linhas de Nazca

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ID:	166234
                Fonte: Gracita-sowen

                Domingo, bem cedo, voamos sobre as linhas (U$60 + S/.20,00 por pessoa/baixa temporada). Tranquilo, lindo e vale à pena. Quem imaginaria anos atrás ao ler “Eram os deuses os astronautas?” que hoje faríamos isso? Incrível/emocionante!

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ID:	166235
                Fonte: Gracita-sowen

                Amiguinhas e amiguinhos contemporâneos de Daniken: lamento informá-los, mas, segundo Maria Reiche, os deuses não eram os astronautas!

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                • karine
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2012
                  • 1595

                  #38
                  Aquedutos de Cantalloc Nazca PE

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ID:	166268
                  Fonte: Gracita-sowen

                  Concluindo, conhecemos os aquedutos de Cantalloc (S/.10 por pessoa) que fica a 4 km da cidade. Construídos entre 300 a.C e 700 d.C ainda hoje irrigam esta região tão seca. Sua lógica construtiva é impressionante.

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ID:	166269
                  Fonte: Gracita-sowen

                  Beneficiamento de algas marinhas para a industria de cosmético, à beira da Rodovia.

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                  Fonte: Gracita-sowen

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                  • karine
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2012
                    • 1595

                    #39
                    Maria Reiche Nasca PE

                    Dali seguimos até a casa onde Maria Reiche viveu e trabalhou por muitos anos (S/.10 por pessoa). A história desta alemã é interessantíssima, mas o que lhe confere um certo grau de heroína local foi seu envolvimento/estudo e defesa das Linhas de Nazca.

                    Impressiona como, com as condições materiais de sua época pode concluir tanta coisa... Maria morreu aos 95 anos com Parkinson e um câncer generalizado e está enterrada junto ao museu (onde morou).

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ID:	166386
                    Fonte: Gracita-sowen

                    O Guia O Viajante fala em uma sucessora austríaca (que teria morado no BR e fala português), mas os locais dizem que é, apenas, alguém que ouvia as palestras da mestra e, após sua morte, dá palestras, mas que não continuou seus estudos e trabalhos, de jeito algum (só mira la plata, dizem)!

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ID:	166387
                    Fonte: Gracita-sowen

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                    • karine
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2012
                      • 1595

                      #40
                      Nazca (PE)

                      Chegando à carreteira Panamericana se pega à esquerda em direção a Arequipa (sul) até o aeroporto: na frente fica o Camping Hotel Suisse (S 14º51.070 W 070º57.494), diária de U$5 (por pessoa) + s/.30 de energia elétrica (tem piscina e wireless que pega no MH).

                      Ao lado, a segunda indicação que tínhamos o Hotel Nido Del Condor e, mais adiante um pouco tem um bom e amplo Grifo para quem não quiser camping.

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ID:	166443
                      Fonte: Gracita-sowen

                      Estamos sob árvores frondosas num lugar florido, com muito verde e irrigado. Daqui ouvimos os pequenos aviões decolarem para as Linhas (de Nazca, é claro).
                      Hoje (das 8 às 13 horas) fomos, a bordo do poderoso Dodge do Francisco (um professor jubilado muito gente boa), conhecer um pouco da cidade.

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ID:	166444
                      Fonte: Gracita-sowen

                      No Cemitério de Chauchilla (S/.5 por pessoa) observamos as múmias, testigos da avançada técnica de mumificação dos nazcas que, com este clima seco, se mantiveram intocadas até serem profanadas por saqueadores no início deste século. Como todos os ignorantes, desprezavam o valor histórico/científico destes sítios, roubando e vendendo as cerâmicas e outros objetos de valor (como os nazcas, a exemplo dos inkas, acreditavam numa outra vida eram enterrados com seus pertences e, até, com algum animal de estimação) enterrados com as múmias.

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ID:	166445
                      Fonte: Gracita-sowen

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                      • karine
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2012
                        • 1595

                        #41
                        Nazca PE 2

                        Depois conhecemos o processo de elaboração de cerâmicas nazcas típicas e do beneficiamento do ouro: aqui eles podem subir um dos cerros recolherem o minério e beneficiá-lo produzindo o ouro de forma artesanal elaborando, depois, suas jóias tudo sem atravessadores.

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ID:	166508
                        Fonte: Gracita-sowen

                        Voltando a Transamericana chegamos ao primeiro mirador das Linhas de Nazca: um morro! Ali, com a explicação do nosso competente e prestativo guia, tomamos o primeiro contato com mais uma das maravilhas da humanidade. Depois, subimos outro mirador, de 20 ms de altura, (S/. 1 por pessoa) enquanto os aviões passavam sobre as linhas e nossas cabeças.

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ID:	166509
                        Fonte: Gracita-sowen

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                        • karine
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2012
                          • 1595

                          #42
                          Domingo, 14 de setembro: começamos a voltar!

                          Saímos de Nazca depois da habitual soneca, pra nós às 16h30min, em direção a Arequipa pela Panamericana Sur.

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ID:	166554
                          Fonte: Gracita-sowen


                          Seguindo adiante tendo como companheiras nossas as já amigas curvas a paisagem se transforma constituindo-se, talvez, na maior característica deste trecho: a variação paisagística!

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ID:	166555
                          Fonte: Gracita-sowen

                          Antes de Tanaka, já no Pacífico, parte da rodovia está coberta com areia e uma espécie de neblina envolve toda a paisagem.

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ID:	166556
                          Fonte: Gracita-sowen

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ID:	166557
                          Fonte: Gracita-sowen

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                          • karine
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2012
                            • 1595

                            #43
                            Chala PE

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ID:	166672
                            Fonte: Gracita-sowen

                            Em 02h30min (das 14h30min as 17h00min, deles) percorremos 149 km, pernoitando em Chala, ao lado do Hotel do Turista (que não cedeu luz), de frente para o Pacífico. Fomos presenteados com um belíssimo e inspirador por do sol!

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ID:	166673
                            Fonte: Gracita-sowen

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Name:	graca2.jpg
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ID:	166674
                            Fonte: Gracita-sowen

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ID:	166675
                            Fonte: Gracita-sowen

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                            • karine
                              Fazedor de Chuva
                              • Jul 2012
                              • 1595

                              #44
                              E o Pacífico, cada vez mais verde esmeralda, nos acompanhando...

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ID:	166727
                              Fonte: gracita-sowen

                              Em Ocoña encontramos um vale fértil e uma huelga (com passeata) dos pescadores contra a farinha de pescado, que segundo eles, causa mais pobreza e contaminação. Estacionamos e fizemos o almoço na Estacion de Servicios Virgen del Buen Paso que possui um amplo estacionamento. Neste ínterin a estrada foi fechada e uma pequena fila se formou: aproveitamos a estrada vazia e seguimos em frente.

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Name:	Ocoña 1.jpg
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ID:	166728
                              Fonte: gracita-sowen

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Name:	ocoña greve.jpg
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ID:	166729
                              Fonte: gracita-sowen

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                              • karine
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2012
                                • 1595

                                #45
                                De Camana a Arequipa PE

                                Em Camana, despedindo-nos temporariamente do mar e já com outro visual, fizemos um lanche.

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                                Fonte: Gracita-sowen

                                As 17 h (do Peru) chegamos, finalmente, em Arequipa!

                                Obs.: No noticiário da TV o destaque é o índice de desaprovação nacional ao presidente Na Garcia: 79%!

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