Povos nômades são aqueles que não têm uma habitação fixa. Aqueles que mudam constantemente de lugar. Com a criação da agricultura, esses povos se transformaram em sedentários e, atualmente, são praticamente inexistentes, sendo encontrados em poucos locais da África e da Ásia.
Porém, o que presenciamos hoje é o retorno dos nômades. Não são mais como os de antigamente, que se movimentavam em busca de alimento. Os novos nômades buscam muito mais que isso. Eles querem oxigênio para a vida poluída das grandes cidades. Querem contato humano para o isolamento da modernidade. Querem conhecimento para a futilidade que nos cerca.
Os novos nômades podem se mover, assim como os antigos, a pé. Mas também há outros meios. Sobre duas rodas a sensação de liberdade é ainda maior. A chuva, o sol e o vento são sentidos na pele e marcam a existência daqueles que os provam e os desafiam.

Alguns podem julgar uma missão impossível andar em busca de novos horizontes, muitas vezes em locais inóspitos. Mas não é. Prova disso, são os Fazedores de Chuva. Em seus corações aventureiros e em suas almas inquietantes, percebe-se um anseio pelo novo, belo e sublime, que pode estar na cidade ao lado ou em outro continente.
Os eternos viajantes não veem o mundo lá fora. Eles o vivenciam.
Porém, o que presenciamos hoje é o retorno dos nômades. Não são mais como os de antigamente, que se movimentavam em busca de alimento. Os novos nômades buscam muito mais que isso. Eles querem oxigênio para a vida poluída das grandes cidades. Querem contato humano para o isolamento da modernidade. Querem conhecimento para a futilidade que nos cerca.
Os novos nômades podem se mover, assim como os antigos, a pé. Mas também há outros meios. Sobre duas rodas a sensação de liberdade é ainda maior. A chuva, o sol e o vento são sentidos na pele e marcam a existência daqueles que os provam e os desafiam.
Alguns podem julgar uma missão impossível andar em busca de novos horizontes, muitas vezes em locais inóspitos. Mas não é. Prova disso, são os Fazedores de Chuva. Em seus corações aventureiros e em suas almas inquietantes, percebe-se um anseio pelo novo, belo e sublime, que pode estar na cidade ao lado ou em outro continente.
Os eternos viajantes não veem o mundo lá fora. Eles o vivenciam.



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