Valente FC - ES - Renato Lopes
Iniciando novo tópico para o Valente FC - Espirito Santo.
Boa noite caros amigos Fazedores de Chuva, saudações.
Voltamos aqui no TFC para relatar brevemente mais um desafio. Dessa vez, o Valente ES.
As vezes é preciso aproveitar as oportunidades que se apresentam. E foi assim, ao concluir o desafio Rodoviário BR 230, em Cabedelo, PB, comecei a voltar para Itajaí, SC, já com um roteiro pronto para o ES, pois se o tempo me permitisse, eu estaria em condições de realizar mais esse desafio, que foi muito recomendado pelo FC Júlio Santos, da PB e pelo FC Gilmar Dessaune.
Fui descendo em direção ao Sul e registrando os municípios para a 2ª Conta, ao longo da BR 101, até chegar no ES, na cidade de Pedro Canário, no dia 23/07/2025, onde pernoitei.
Nesse dia, final de tarde, já instalado no hotel, recebo um telefonema com prefixo de SP. Acabei atendendo e a pessoa se identificou como Mauro, motociclista que havia chegado a pouco no hotel, com uma moto Sahara 300 e estava indo fazer a BR 230.
Perguntou se eu também estava indo, pois tinha um adesivo no bauleto da minha moto. Comentou que pediu meu número do telefone a atendente, comentei que estava entrando no banho, mas que depois poderíamos conversar, tendo em vista que eu estava retornando da BR 230.
E assim foi, por volta das 19 h e 30 min formos até o hall do hotel e começamos a trocar umas ideias. Ele comentou que havia visto alguns vídeos sobre a travessia da BR 230 e tal. Então passei todas as informações possíveis e ainda falei sobre os Fazedores de Chuva e seus desafios, que ele não conhecia.
Quando ele me comentou no primeiro momento ao telefone que estava indo percorrer a BR 230, eu brinquei com ele: hoje é um dia de sorte para você. Hehehe
Depois na nossa conversa ele entendeu a brincadeira. Continuo acompanhando a viagem do Mauro, que está espetacular, capturando lindas imagens e sempre que possível praticando canoagem, esporte que ele pratica há muitos anos.
No dia seguinte, após tomarmos o café da manhã juntos, nos despedimos e seguimos nossos roteiros. Eu fui em direção ao Município de Montanha, para fazer a região Norte.
Aquela manhã acordou com um nevoeiro, ou, cerração, como queiram, que logo nos primeiros quilômetros tive de realizar uma parada técnica para colocar a capa de chuva, pois estava frio e começava a molhar minha roupa.
A paisagem começou a ficar muito bonita, a rodovia com bom asfalto e sinalização adequada, me permitia realizar as infindáveis curvas, com segurança. Na região de Ecoporanga não teve jeito, fiz um pit stop para alguns registros, pois queria deixar materializado todo aquele cenário e belezas que eu estava vivendo, para que não ficasse apenas na minha memória e lembranças.
Minha estratégia para realizar o roteiro do ES foi começando do Norte, seguir tipo um zigue-zague, de modo a não deixar nenhum município para trás. Naquele dia encerrei o roteiro, já na boca da noite, em São Mateus, com 526 km rodados e 13 municípios visitados.
Dia seguinte segui em direção Sul, passando pela Reserva Biológica de Sooretema, passando por Linhares mais ao Sul, para depois seguir em direção a Oeste, onde as curvas continuavam sem dar trégua, serpenteando o relevo montanhoso de pura pedra, onde destaca a extração do mármore por toda parte. A cultura do café igualmente é intensa e dá o tom da paisagem em meio a tantas montanhas.
Terminei o dia no final da tarde no Município de Pancas, bem a Noroeste, quase divisa com MG. Foram 460 quilômetros e 12 municípios visitados.
Município pequeno, situado num vale entre duas cadeias de montanhas de pedra, com vários atrativos turísticos, entre eles a Pedra Camelo, um carão postal da cidade, Pontões Capixabas, além de trilhas ecológicas, Mega Tirolesa, voo de balão e parapente.
Na minha chegada a cidade eu avistava o vale com a cidade e ao fundo a Pedra Camelo, espetacular. Mas a estrada apesar de bom asfalto, não dispunha de acostamento e com o intenso movimento, não me permitiu uma parada para fotografar.
Na manhã seguinte, ao passar por uma loja de acessórios de motocicleta, observei que tinham pneus do tipo misto, e parei. Acabei trocando os pneus, pois já estavam chegando ao limite.
Saindo da cidade pelo mesmo acesso que entrei, consegui parar rapidamente, bem no alto, em uma pequena entrada de uma casa que ficava no topo de um morro. Quando eu já estava retornando para a moto, o proprietário Norberto Duarte estava saindo com sua camioneta. Ele parou, perguntou de onde eu era e disse ser motociclista. Insistiu para que eu subisse até a sua casa para fazer boas fotos, ao mesmo tempo manobrava a camioneta em marcha ré.
Me ofereceu café completo, falou de suas viagens e tal, onde acabou chamando outro amigo motociclista, que chegou rapidamente para entrar no bate papo.
Consegui fazer boas fotos, sem a presença de fios e postes da rede elétrica. Queria muito que eu ficasse ao menos até ao meio-dia, que ele convidaria alguns motociclistas para um churrasco. Agradeci a gentileza, pois eu pretendia chegar em Vitória até dia 27, pois já tinha passagem aérea comprada para Itajaí, face um compromisso dia 29.
Assim, me despedi e segui o roteiro em direção a Baixo Gandu. Acabei atravessando a divisa com MG para registrar o Município de Aimorés, retornando para seguir a Marilândia, passando por Colatina, uma cidade polo da região.
A montanhas, serras e curvas continuavam sendo o cardápio do dia, com belas paisagens.
Mas a surpresa do dia foi conhecer um pouquinho da cidade serrana, aconchegante e charmosa Santa Teresa, que já na entrada da cidade ostenta o título de primeira colônia italiana do Brasil. Fato que eu desconhecia. Cidade muito acolhedora, com várias opções de turismo, e mais variada e farta culinária italiana. Cidade encantadora, que foi para a lista daquelas que merecem ser revista, com mais tempo.
Acabei no final da tarde em Aracruz, próximo ao litoral. Após fazer o registro na prefeitura, fui fazer uma visita ao Fazedor de Chuva e Brother Hugo José, também dos Bodes do Asfalto.
Depois de colocarmos o papo em dia, acabamos indo jantar juntos em um ótimo restaurante no Shopping, que fica próximo à prefeitura.
O café da manhã preparado pela cunhada Maria das Graças, foi tipo hotel cinco estrelas. Depois de mais uma boa rodada de conversa, me despedi, agradecendo a gentileza de me receberem em sua casa, e segui rumo ao Município de Fundão, onde cheguei por volta das 9 h, depois Serra. Logo a seguir tomei a direção do Oeste novamente, quando cheguei a Itarana pouco antes do meio-dia.
Continua ...
Cidades visitadas no primeiro dia, 24-07-2025 - 526 Km
Pedro Canário - Montanha - Mucuri - Ponto Belo - Ecoporanga - Água Doce do Norte - Barra do São Francisco - Vila Pavão - Nova Venécia - Boa Esperança - Pinheiros - Conceição da Barra - São Mateus
01/78 - Pedro Canário

02/78 - Montanha

03/78 - Mucuri

04/78 - Ponto Belo

05/78 - Ecoporanga

06/78 - Água Doce do Norte
Iniciando novo tópico para o Valente FC - Espirito Santo.
Boa noite caros amigos Fazedores de Chuva, saudações.
Voltamos aqui no TFC para relatar brevemente mais um desafio. Dessa vez, o Valente ES.
As vezes é preciso aproveitar as oportunidades que se apresentam. E foi assim, ao concluir o desafio Rodoviário BR 230, em Cabedelo, PB, comecei a voltar para Itajaí, SC, já com um roteiro pronto para o ES, pois se o tempo me permitisse, eu estaria em condições de realizar mais esse desafio, que foi muito recomendado pelo FC Júlio Santos, da PB e pelo FC Gilmar Dessaune.
Fui descendo em direção ao Sul e registrando os municípios para a 2ª Conta, ao longo da BR 101, até chegar no ES, na cidade de Pedro Canário, no dia 23/07/2025, onde pernoitei.
Nesse dia, final de tarde, já instalado no hotel, recebo um telefonema com prefixo de SP. Acabei atendendo e a pessoa se identificou como Mauro, motociclista que havia chegado a pouco no hotel, com uma moto Sahara 300 e estava indo fazer a BR 230.
Perguntou se eu também estava indo, pois tinha um adesivo no bauleto da minha moto. Comentou que pediu meu número do telefone a atendente, comentei que estava entrando no banho, mas que depois poderíamos conversar, tendo em vista que eu estava retornando da BR 230.
E assim foi, por volta das 19 h e 30 min formos até o hall do hotel e começamos a trocar umas ideias. Ele comentou que havia visto alguns vídeos sobre a travessia da BR 230 e tal. Então passei todas as informações possíveis e ainda falei sobre os Fazedores de Chuva e seus desafios, que ele não conhecia.
Quando ele me comentou no primeiro momento ao telefone que estava indo percorrer a BR 230, eu brinquei com ele: hoje é um dia de sorte para você. Hehehe
Depois na nossa conversa ele entendeu a brincadeira. Continuo acompanhando a viagem do Mauro, que está espetacular, capturando lindas imagens e sempre que possível praticando canoagem, esporte que ele pratica há muitos anos.
No dia seguinte, após tomarmos o café da manhã juntos, nos despedimos e seguimos nossos roteiros. Eu fui em direção ao Município de Montanha, para fazer a região Norte.
Aquela manhã acordou com um nevoeiro, ou, cerração, como queiram, que logo nos primeiros quilômetros tive de realizar uma parada técnica para colocar a capa de chuva, pois estava frio e começava a molhar minha roupa.
A paisagem começou a ficar muito bonita, a rodovia com bom asfalto e sinalização adequada, me permitia realizar as infindáveis curvas, com segurança. Na região de Ecoporanga não teve jeito, fiz um pit stop para alguns registros, pois queria deixar materializado todo aquele cenário e belezas que eu estava vivendo, para que não ficasse apenas na minha memória e lembranças.
Minha estratégia para realizar o roteiro do ES foi começando do Norte, seguir tipo um zigue-zague, de modo a não deixar nenhum município para trás. Naquele dia encerrei o roteiro, já na boca da noite, em São Mateus, com 526 km rodados e 13 municípios visitados.
Dia seguinte segui em direção Sul, passando pela Reserva Biológica de Sooretema, passando por Linhares mais ao Sul, para depois seguir em direção a Oeste, onde as curvas continuavam sem dar trégua, serpenteando o relevo montanhoso de pura pedra, onde destaca a extração do mármore por toda parte. A cultura do café igualmente é intensa e dá o tom da paisagem em meio a tantas montanhas.
Terminei o dia no final da tarde no Município de Pancas, bem a Noroeste, quase divisa com MG. Foram 460 quilômetros e 12 municípios visitados.
Município pequeno, situado num vale entre duas cadeias de montanhas de pedra, com vários atrativos turísticos, entre eles a Pedra Camelo, um carão postal da cidade, Pontões Capixabas, além de trilhas ecológicas, Mega Tirolesa, voo de balão e parapente.
Na minha chegada a cidade eu avistava o vale com a cidade e ao fundo a Pedra Camelo, espetacular. Mas a estrada apesar de bom asfalto, não dispunha de acostamento e com o intenso movimento, não me permitiu uma parada para fotografar.
Na manhã seguinte, ao passar por uma loja de acessórios de motocicleta, observei que tinham pneus do tipo misto, e parei. Acabei trocando os pneus, pois já estavam chegando ao limite.
Saindo da cidade pelo mesmo acesso que entrei, consegui parar rapidamente, bem no alto, em uma pequena entrada de uma casa que ficava no topo de um morro. Quando eu já estava retornando para a moto, o proprietário Norberto Duarte estava saindo com sua camioneta. Ele parou, perguntou de onde eu era e disse ser motociclista. Insistiu para que eu subisse até a sua casa para fazer boas fotos, ao mesmo tempo manobrava a camioneta em marcha ré.
Me ofereceu café completo, falou de suas viagens e tal, onde acabou chamando outro amigo motociclista, que chegou rapidamente para entrar no bate papo.
Consegui fazer boas fotos, sem a presença de fios e postes da rede elétrica. Queria muito que eu ficasse ao menos até ao meio-dia, que ele convidaria alguns motociclistas para um churrasco. Agradeci a gentileza, pois eu pretendia chegar em Vitória até dia 27, pois já tinha passagem aérea comprada para Itajaí, face um compromisso dia 29.
Assim, me despedi e segui o roteiro em direção a Baixo Gandu. Acabei atravessando a divisa com MG para registrar o Município de Aimorés, retornando para seguir a Marilândia, passando por Colatina, uma cidade polo da região.
A montanhas, serras e curvas continuavam sendo o cardápio do dia, com belas paisagens.
Mas a surpresa do dia foi conhecer um pouquinho da cidade serrana, aconchegante e charmosa Santa Teresa, que já na entrada da cidade ostenta o título de primeira colônia italiana do Brasil. Fato que eu desconhecia. Cidade muito acolhedora, com várias opções de turismo, e mais variada e farta culinária italiana. Cidade encantadora, que foi para a lista daquelas que merecem ser revista, com mais tempo.
Acabei no final da tarde em Aracruz, próximo ao litoral. Após fazer o registro na prefeitura, fui fazer uma visita ao Fazedor de Chuva e Brother Hugo José, também dos Bodes do Asfalto.
Depois de colocarmos o papo em dia, acabamos indo jantar juntos em um ótimo restaurante no Shopping, que fica próximo à prefeitura.
O café da manhã preparado pela cunhada Maria das Graças, foi tipo hotel cinco estrelas. Depois de mais uma boa rodada de conversa, me despedi, agradecendo a gentileza de me receberem em sua casa, e segui rumo ao Município de Fundão, onde cheguei por volta das 9 h, depois Serra. Logo a seguir tomei a direção do Oeste novamente, quando cheguei a Itarana pouco antes do meio-dia.
Continua ...
Cidades visitadas no primeiro dia, 24-07-2025 - 526 Km
Pedro Canário - Montanha - Mucuri - Ponto Belo - Ecoporanga - Água Doce do Norte - Barra do São Francisco - Vila Pavão - Nova Venécia - Boa Esperança - Pinheiros - Conceição da Barra - São Mateus
01/78 - Pedro Canário
02/78 - Montanha
03/78 - Mucuri
04/78 - Ponto Belo
05/78 - Ecoporanga
06/78 - Água Doce do Norte











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