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  • MARCELO FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Feb 2024
    • 97

    #61
    PREFEITURA DE JUINA MT 60 DE 141.
    História
    Juína é uma das cidades planejadas da área de recente ocupação do Estado de Mato Grosso. Nasceu de um programa de colonização gerida pela Companhia de Desenvolvimento do Estado de Mato Grosso e no contexto de um programa federal de ocupação produtiva da Amazônia Brasileira. É pólo regional da RP I – Região de Planejamento I: “Região Noroeste” do Estado.
    Formação Administrativa
    Distrito criado com a denominação de Juína, pela Lei Estadual n.º 4.083, de 10-07-1979, subordinado ao município de Aripuanã.
    Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Juína figura no município Aripuanã.
    Elevado à categoria de município com a denominação de Juína, pela Lei Estadual n.º 4.456, de 09-05-1982, desmembrado município de Aripuanã. Sede no atual distrito de Juína.
    Constituído de 2 distritos: Juína e Fontanillas, ambos desmembrados do município de Aripuanã. Instalado em 01-102-1983.
    Pela Lei Estadual n.º 4.975, de 18-04-1986, é criado o distrito de Castanheira e anexado ao município de Juína.
    Pela Lei Estadual n.º 5.320, de 04-07-1988, é desmembrado do município de Juína o distrito de Castanheira. Elevado à categoria de município.
    Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Juína e Fontanillas.
    Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 4 distritos: Juína, Filadélfia, Fontanillas e Terra Roxa.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
    Fonte
    JUÍNA (MT). Câmara Municipal. Disponível em: https://www.juina.mt.leg.br/instituc...toria-de-juina. Acesso em: 28 set. 2023.


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    • MARCELO FEIJAO
      Fazedor de Chuva
      • Feb 2024
      • 97

      #62
      PREFEITURA DE JUARA MT 61 DE 141.
      História
      Juara
      Mato Grosso - MT

      Histórico

      O primeiro nome da localidade foi Gleba Taquaral, dada pela SIBAL - Sociedade Imobiliária da Bacia Amazônica, em 1971.
      Posteriormente, em 1972, foi elaborada uma lista de nomes por José Pedro Dias: o Zé Paraná, Antonio Pereira Braga Sobrinho, Vilmo Peagudo de Freitas, José Martins de França e José Olavo Girardis Gonçalves, que eram diretores da SIBAL e estavam no escritório da companhia na Rua Joaquim Murtinho, em Cuiabá. Foi escolhida a denominação Juara, dada por José Olavo Girardis Gonçalves. Segundo depoimento de José Pedro Dias, o Zé Paraná, experimentado colonizador mato-grossense, a sugestão foi inspirada num livro sobre índios da região amazônica.
      Com o passar dos tempos a comunidade preocupou-se em saber o significado da palavra Juara. Desta forma, surgiram duas versões para a origem do nome: uma, que o nome se originou da junção dos nomes dos rios Juruena e Arinos, formando a palavra 'Juarinos', posteriormente simplificada para Juara; a outra que Juara é palavra de origem tupi, e termo usado em tribo amazônica, significando 'menina-moça'.
      Em 25 de julho de 1974, Dom Henrique Froehlich, então Bispo de Diamantino, celebrou solenemente uma missa no patrimônio de Juara.

      Formação Administrativa

      Distrito criado com a denominação de Juara, pela lei municipal de 3735, de 04-06-1976, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.
      Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Juara permanece no município de Porto de Gaúchos.
      Elevado à categoria de município com a denominação de Juara, pela lei estadual nº 4349, de 23-09-1981, desmembrado de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Juara (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1981.
      Em divisão territorial datada de 1988.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1997.
      Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 4 distritos: Juara, Águas Clara, Catuaí e Paranorte.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
      Fonte
      Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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      • MARCELO FEIJAO
        Fazedor de Chuva
        • Feb 2024
        • 97

        #63
        PREFEITURA DE PORTO DOS GAUCHO MT 62 DE 141.
        História
        Porto dos Gaúchos
        Mato Grosso - MT

        Histórico

        Porto dos Gaúchos tem origem na empresa CONOMALI - Colonizadora Noroeste Matogrossense S/A, que na década de cinquenta era sediada em Santa Rosa, no Estado do Rio Grande do Sul. A iniciativa da empresa era fruto do esforço colonizador do Estado de Mato Grosso, na década de cinquenta.
        A fundação de Porto dos Gaúchos foi historicamente marcada por uma Ata escrita no próprio local, em 03 de maio de 1955, seis quilômetros acima da barra do ribeirão Mestre Falcão, no rio Arinos. O ato foi presidido pelo gaúcho Guilherme Meyer. A localidade era também conhecida, popularmente, como Gleba Arinos. Era pioneira nesse rio.
        A denominação Porto dos Gaúchos efetivou-se em função de que os formadores do núcleo que originou o atual município provinham do Estado do Rio Grande do Sul - os gaúchos. E, obviamente, pelo porto de chegada ao núcleo, no rio Arinos, único meio de acesso. Só mais tarde se procedeu, lentamente, a abertura da estrada pela margem direita do rio Arinos.

        Formação Administrativa

        Elevado à categoria de município com a denominação de Porto dos Gaúchos, pela lei estadual nº 1945, de 11-11-1963, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Porto dos Gaúchos (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-05-1965.
        Pela lei estadual nº 3718, de 31-05-1976, é criado o distrito de Novo Horizonte e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
        Pela lei municipal de 3735, de 04-06-1976, é criado o distrito de Juara e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
        Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Porto dos Gaúchos, Juara e Novo Horizonte.
        Pela lei estadual nº 4349, de 23-09-1981, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Juara. Elevado à categoria de município.
        Pela lei estadual nº 5013, de 13-05-1986, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Novo Horizonte. Elevado à categoria de município com a denominação de Novo Horizonte do Norte.
        Pela lei estadual nº 5093, de 16-12-1986, é criado o distrito de Tabaporã e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
        Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Porto dos Gaúchos.
        Pela lei estadual nº 5913, de 20-12-1991, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Tabaporã. Elevado á categoria de município.
        Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
        Fonte
        Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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        • MARCELO FEIJAO
          Fazedor de Chuva
          • Feb 2024
          • 97

          #64
          PREFEITURA DE NOVO HORIZONTE DO NORTE MT 63 DE 141.
          História
          Novo Horizonte do Norte
          Mato Grosso - MT

          Histórico

          A origem do município Novo Horizonte do Norte reside na Imobiliária Mato Grosso Ltda. - Imagrol, de José Kara José. O primeiro cidadão a chegar em Novo Horizonte foi Sebastião Martins, caçador de onças, pouco tempo antes da localidade ser colonizada.
          Em 21 de agosto de 1968, a Imagrol deu início à colonização, instalando um escritório de venda de terras em Maringá, norte do Estado do Paraná. De lá veio grande parte das famílias pioneiras.
          José Kara José se limitou a vender os lotes de terras, destinar uma parte para o patrimônio público, e dar nome ao lugar - Novo Horizonte. Os colonos teriam de progredir por si mesmos. Não havia meios de transporte, comunicação, médico. Para compra de gêneros alimentícios as famílias rumavam a Porto dos Gaúchos, onde se abasteciam. Na época de chuvas o rio Mestre Falcão ficava alagado e a travessia tinha que ser de barco.
          Condoendo-se do sofrimento dos colonos sem respaldo da firma, o pároco de Porto dos Gaúchos, padre. Ghunter mudou-se para Novo Horizonte, ajudado por opanistas da Operação Anchieta. O padre se pôs à disposição dos doentes e ajudava nos trabalhos utilizando o veículo da paróquia. A cooperação entre os moradores do núcleo e colonos foi responsável pelo desenvolvimento da localidade.

          Formação Administrativa

          Distrito criado com a denominação de Novo Horizonte, pela lei estadual nº 3718, de 31-05-1976, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.
          Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Novo Horizonte figura no município de Porto Gaúcho.
          Elevado à categoria de município com a denominação de Novo Horizonte do Norte, pela lei estadual nº 5.013, de 13-05-1986, desmembrado do município de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Novo Horizonte do Norte (ex-Novo Horizonte). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
          Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

          Alteração toponímica distrital
          Novo Horizonte para Novo Horizonte do Norte, alterado pela lei estadual nº 5.013, de 13-05-1986.
          Fonte
          Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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          • MARCELO FEIJAO
            Fazedor de Chuva
            • Feb 2024
            • 97

            #65
            PREFEITURA DE ITANHANGA MT 64 DE 141.
            História
            Itanhangá
            Mato Grosso - MT

            Histórico

            O município foi criado através da lei estadual nº 7.266, de 29 de março de 2000, de autoria do deputado José Riva, com desmembramento do município de Tapurah. Itanhangá não teve eleição municipal em 03 de outubro para escolha de prefeito do município como nos municípios de Ipiranga do Norte e Boa Esperança do Norte.
            É antiga a reivindicação da comunidade em tornar-se município emancipado. Porém nos últimos anos este ideal tornou-se mais forte.
            Em 19 de junho de 1999, reuniram-se no salão comunitário localizado no centro da Agrovila União da Vitória, os principais líderes da localidade com o objetivo de formar uma comissão provisória Pró-Emancipação do Projeto de Assentamento Itanhangá.
            Pronunciaram-se líderes das comunidades de Monte Alto, Simione, Cruzeiro e AnaTerra. A diretoria da Comissão contou com os seguintes nomes: Reinaldo Tirloni, Eliseu Oliveira, Josino Macedo da Luz, Osório Teixeira dos Passos, Onorino Tendelio, Leonir Casoril, Silvestre Kaminski, Erasmo Zufo e tantos outros.
            O ofício nº 057/00, assinado pelo Desembargador Orlando de Almeida Perri, presidente do TRE/MT, ao deputado José Riva, presidente da Assembléia Legislativa, comunicou a homologação do resultado da consulta plebiscitária realizada em Itanhangá no dia 19 de março de 2000, com resultado favorável.
            A denominação Itanhangá, foi avaliada pela comunidade e acatada por aclamação na terceira reunião para escolha da comissão Pró-Emancipação.
            Em documento encaminhado à Assembléia Legislativa de Mato Grosso, a comunidade empresarial de Itanhangá mostrou sua força com uma relação de empresas que investem e acreditam no lugar, dentre as quais a Madeireira São José Tirloni e Cia. Madeireira Agrovila, Cooperativa Desenvolvimento Agro Industrial de Tapurah, Valdir Hennig, Madereira Sandeski, Ind. Com. Madeiras CZV Ltda., Associação dos Produtores Rurais de Itanhangá, Adão de Melo, M.L. Vinancio Madeiras, Silvia A. Mad. Agropecuária, e tantas outras empresas.

            Formação Administrativa

            Elevado à categoria de município com a denominação Itanhangá, pela lei estadual nº 7266, de 29-03-2000, desmembrado do município de Tapurah. Sede no atual distrito de Itanhangá (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-2005.
            Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído do distrito sede.
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
            Fonte
            Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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            • MARCELO FEIJAO
              Fazedor de Chuva
              • Feb 2024
              • 97

              #66
              PREFEITURA DE NOVA MUTUN MT 65 DE 141.
              História
              Antes de ser colonizada a região era conhecida como 'Irmandade' e pertencia a Jorge Rachid Jaudy. Em 1966 um grupo de empresários paulistas capitaneados por José Aparecido Ribeiro, adquiriu uma extensa área de terras, de aproximadamente 169 mil hectares no município de Diamantino, constituindo a Mutum Agropecuária S/A. Conseguiram a aprovação junto a SUDAM do projeto de pecuária em área de 120 mil hectares, sendo 54 mil hectares de pastagens e 60 mil hectares para reservas florestais, restando 56 mil hectares para futuras ampliações. O projeto de pecuária consistia em cria, recria e engorda de bovinos, divididos em dois grandes núcleos: Arinos e Mutum. O projeto foi implantado definitivamente em 1981. Como a área era muito grande houve a ideia de gerar oportunidades para novos pioneiros, sendo desenvolvidos experimentos com arroz, milho e soja em 1974.
              A empresa destacou então 100 mil hectares para a colonização, implantando as duas primeiras etapas (hoje constituídas pelas comunidades de Santo Antônio, São Carlos e Nova Esperança). Foi o colonizador Alaor Zancanaro que alertou o Dr. Ribeiro para a necessidade de colonizar uma área de suas terras, pois diversas colonizadoras estavam iniciando a comercialização de terras em várias regiões do Estado. As fazendas Ranchão e Uirapuru já tinham sido iniciadas por Alcindo Uggeri e José Maria Nogueira respectivamente, já no início da década de 70. Vicente Paulino Barreiros foi o primeiro gerente da Fazenda Uirapuru, tendo chega na região em 1971. Era o início da febre da conquista do Centro-Oeste e da última fronteira agrícola do país. Praticamente na mesma época da colonização de Mutum estavam sendo colonizadas para pequenos e médios agricultores outras regiões, tais como, São Manuel, Pacoval, Trivelato, Lucas do Rio Verde, Tapurah, Ranchão etc. Os tamanhos dos lotes vendidos variavam conforme a disponibilidade financeira dos compradores, em geral ficando entre 150 e 400 hectares.
              A firma Eldorado de Porto Alegre ficou responsável em dimensionar a parte prática do projeto. O agrônomo gaúcho Luiz Carlos Ferreira Bernardes foi o responsável pela elaboração do projeto que criou a colonização de Nova Mutum em 1977 a convite do Dr. Ribeiro. Luiz Carlos era diretor da empresa Esplanid LTDA - Escritório de Planejamento de Irrigação e Drenagem. A colonizadora construiu logo no início 10 casas e a matriz da colonizadora numa vila aberta provisoriamente por trator de esteira. Em seguida uma escola e um centro comunitário, posto de saúde, um alojamento para abrigar os compradores de terra e uma hidroelétrica para a energia inicial. Foi construído uma infraestrutura básica para que o essencial pudesse funcionar. Para o centro urbano foram reservados 551 hectares.
              Quem adquirisse um lote rural, recebia de bonificação dois terrenos urbanos. Como a infraestrutura de construção não funcionava por si só, foram contratadas assim as pessoas para administrar essa infraestrutura básica. Assim veio o primeiro médico, Dr. Kazan e a primeira enfermeira, Doroti Chagas. Primitivo Cury colocou o primeiro mercado, posteriormente vendido ao Sr. Francisco Saito, no mesmo local do atual Supermercado Saito. A primeira rodoviária funcionava no centro comunitário alugado por Reinaldo Baldissera, local este onde hoje encontra-se a Biblioteca Pública Municipal. A primeira Mercearia ficou por conta de Roberto Faccio.
              Como não havia energia, as poucas máquinas eram tocadas com um motorzinho. O mesmo Roberto, alguns anos mais tarde, colocou uma vidraçaria e uma livraria, comércio que ainda hoje a família toca, no centro da cidade. Valdemar Filipe instalou o primeiro pica-pau (serraria) na região, cerrando madeira para as construções que iam surgindo no povoado e fazendas. A primeira criança nascida em Nova Mutum recebeu o nome de Darci Melha. Essa criança faleceu logo após o nascimento. Abriram uma clareira no cerrado no local destinado para ser o futuro cemitério com o trator de Ovídio Girardello. Abriram uma cova rasa e ali foi enterrado Darci.
              A primeira pessoa adulta a falecer e ser enterrada no mesmo 'futuro cemitério' foi Carolina Machado Tararão Costa, esposa de Egídio Tararão, no dia 14 de fevereiro de 1982.Os primeiros cinco agricultores a assinaram o contrato de compra de terra foram os seguintes: Almiro Kogler, no dia 06 de junho de 1978; Anselmo Sand, no dia 06 de junho de 1978; Alcides Cerrati, no dia 09 de junho de 1978; Reinaldo Baldissera, no dia 13 de junho de 1978 e Antônio Darold, no dia 19 de junho de 1978. Os primeiros agricultores a ocuparem suas terras foram Antônio Darold e filhos e Alfredo Horn, em Santo Antônio. Seus lotes estavam situados em frente à fazenda Mata Azul, onde até hoje moram.Em seguida, outros imigrantes foram chegando, todos se estabelecendo em Santo Antônio e Nova Esperança (1ª etapa). Entre eles, citam-se os irmãos Class, Valter Becker, Valdemar Casagrande, Pirajá, Backes, Francisco Pinardi de Moraes, Vilmar Capelari. Num segundo momento vieram os irmãos Bonini, Aroldo Belló, Zilmar Tecchio, a família Comin, Inácio Faccio, Zelito Faccio, Pedro Faccio, Roberto Faccio, Aldo Oro, Egídio Beckenkamp, Lauro Dalla Costa etc. Nem todos os compradores de lotes os ocupavam imediatamente. Ia chegando de acordo com suas possibilidades e acerto na venda de suas posses no sul do país. Todos os primeiros moradores da região vieram do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, tendo sido praticamente todos pequenos mini-fundiários no oeste dos dois Estados.
              Formação Administrativa
              Distrito criado com a denominação de Nova Mutum (ex-povoado), pela Lei Estadual n.º 4.408, de 26-11-1981, subordinado ao município de Diamantino.
              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Nova Mutum figura no município de Diamantino.
              Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Mutum, pela Lei Estadual n.º 5.321, de 04-07-1988, desmembrado do município de Diamantino. Sede no antigo distrito de Nova Mutum. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
              Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
              Em divisão territorial datada de 2015, o município é constituído de 2 distritos: Nova Mutum e Ranchão.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
              Fonte
              NOVA MUTUM (MT). Prefeitura. Disponível em: https://www.novamutum.mt.gov.br/municipio/historia. Acesso em: 28 ago. 2022.

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              • MARCELO FEIJAO
                Fazedor de Chuva
                • Feb 2024
                • 97

                #67
                PREFEITURA DE NOBRES MT 66 DE 141.
                História
                Nobres
                Mato Grosso - MT

                Histórico

                O município de Nobres se formou à sombra de três sesmarias: Bananal, Francisco Nobre e Pontezinha. O termo Nobres, usado no plural, designa as pessoas da família Nobre: os Nobres. É, portanto, homenagem à família do Sr. Francisco Nobre, dono de uma das sesmarias que deu origem à localidade.
                A movimentação na região é bastante antiga, por ser rota de passagem entre Cuiabá, Rosário Oeste e Diamantino.
                No ponto onde se situa a sede municipal, principiou-se uma povoação chamada de Seis Marias. Este nome é corruptela de sesmaria, termo designativo do título de terras concedido pelo poder público colonial.
                Com o passar dos anos o vilarejo teve denominação alterada, passando a chamar-se Bananal, graças aos extensos bananais que se plantavam nas propriedades da região.
                Na divisão territorial do Estado de Mato Grosso, de 31 de dezembro de 1936, a localidade aparece com o nome de Nobres. Em 1943, foi criado o distrito de Paz de Nobres, jurisdicionado a Rosário Oeste.
                O decreto legislativo nº 475, de 09 de maio de 1962, desapropriou área para formação do patrimônio.

                Formação Administrativa

                Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Rosário Oeste.
                Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 1-VII-1960.
                Elevado à categoria de município com a denominação de Nobres, pela lei estadual nº 1943, de 11-11-1963, desmembrado do município de Rosário Oeste e Chapada dos Guimarães. Sede no antigo distrito de Nobres. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-05-1965.
                Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do distrito sede.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-979.
                Pela lei estadual nº 4265, de 12-12-1980, é criado o distrito de Santa Rita e anexado ao município de Nobres.
                Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Nobres e Santa Rita.
                Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 3 distritos: Nobres, Bom Jardim e Coqueiral.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                Fonte
                Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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                • MARCELO FEIJAO
                  Fazedor de Chuva
                  • Feb 2024
                  • 97

                  #68
                  PREFEITURA DE ROSARIO DO OESTE MT 67 DE 141.
                  História
                  Rosário Oeste
                  Mato Grosso - MT

                  Histórico

                  A história da fundação de Rosário Oeste está ligada à descoberta do ouro. Rosário nasceu no bairro Monjolo. De acordo com informações históricas, por volta de 1750, chegaram à região os primeiros moradores. Encontraram ali povos da nação Bakari. Aos poucos, com a chegada da imagem de Nossa Senhora, o povoado foi se formando.
                  As pessoas que ali moravam faziam roças e vendiam mantimentos para as minas de Cuiabá. No século XIX, o povoado é mudado para o lugar atual. Em 1861, foi elevado a município e em homenagem à santa padroeira, passou a chamar-se Nossa Senhora do Rio Acima, devido à interação com o rio Cuiabá.

                  Formação Administrativa

                  Distrito criado com a denominação de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima, pelo decreto nº 30, de 26-08-1833, no município de Cuiabá.
                  Elevado à categoria de vila com a denominação de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima, pela lei provincial nº 8, de 25-06-1861, desmembrado do município de Cuiabá. Sede na antiga povoação de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima. Constituído do distrito sede. Instalada em 07-01-1865.
                  Em divisão administrativa referente ao no de 1911, a vila é constituída do distrito sede.
                  Pela lei estadual nº 694, de 11-06-1915, a vila de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima tomou a denominação de Rosário Oeste.
                  Elevado á condição de cidade com a denominação de Rosário Oeste, pela lei estadual 772, de 16-07-1918.
                  Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
                  Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 3 distritos: Rosário Oeste, Araras e Nobres.
                  Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o distrito de Araras passou a denominar-se Bauxi.
                  Pela lei estadual nº 166, de 25-10-1948, é criado o distrito de Arruda (ex-povoado), e anexado ao município de Rosário Oeste.
                  Pela lei estadual nº 166, de 25-10-1948, é criado o distrito de Praia Rica (ex-povoado), e anexado ao município de Rosário Oeste.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 5 distritos: Rosário Oeste, Arruda, Bauxi (ex-Araras), Nobres e Praia Rica.
                  Pela lei estadual nº 701, de 15-12-1953, o distrito de Praia Rica foi transferido do município de Rosário Oeste para Chapada dos Guimarães.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Rosário Oeste, Arruda, Bauxi e Nobres.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
                  Pela lei estadual nº 1943, de 11-11-1963, desmembra do município de Rosário Oeste o distrito de Nobres. Elevado á categoria de município.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1971.
                  Pela lei estadual nº 4011, de 06-11-1978, é criado o distrito de Mazargão e anexado ao município de Rosário Oeste.
                  Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 4 distritos: Rosário Oeste, Arruda, Bauxi e Marzagão.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                  Alteração toponímica municipal
                  Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima para Rosário Oeste, alterado pela lei estadual nº 694, de 11-06-1915.
                  Fonte
                  Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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                  • MARCELO FEIJAO
                    Fazedor de Chuva
                    • Feb 2024
                    • 97

                    #69
                    PREFEITURA DE CHAPADA DOS GUIMARAES MT 68 DE 141.
                    stória
                    Chapada dos Guimarães
                    Mato Grosso - MT

                    Histórico

                    A fundação oficial do núcleo que originou o atual município de Chapada dos Guimarães deu-se no ano de 1751.
                    O primeiro homem branco a instalar-se em Chapada dos Guimarães foi o paulista Antônio de Almeida Lara que, por volta de 1722, abrindo a sua fazenda, depois engenho do Buriti. Lara chegou a Cuiabá em 1720 numa das levas de bandeirantes pioneiros. Em 1721, como fazia pesquisas auríferas rio Coxipó acima, tudo leva a crer tenha sido ele um dos fundadores do Arraial da Forquilha.
                    A primeira denominação foi Sant′Ana da Chapada, nome da célebre missão dos jesuítas comandada pelo padre Estevão de Castro. Mais tarde, o nome foi alterado para Chapada de Cuiabá. Não demorou muito e o nome foi novamente modificado, desta feita para Sant′Ana da Chapada de Guimarães.Nesta ocasião, governava a Capitania de Mato Grosso o Capitão General Luíz Pinto de Souza Coutinho - Visconde de Balsemão, que, acatando sugestão de portugueses naturais da cidade de Guimarães, acrescentou à denominação de Sant′Ana da Chapada o termo 'de Guimarães'. Outra fonte dá o termo como homenagem ao Duque de Guimarães, por imposição do mesmo Visconde de Balsemão.

                    Formação Administrativa

                    Distrito criado com a denominação de Chapada, por alvará de 28-09-1814, no município de Cuiabá.
                    Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Chapada figura no município de Cuiabá.
                    Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
                    Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o distrito de Chapada passou a denominar-se Chapada dos Guimarães.
                    Elevado à categoria de município com a denominação de Chapada dos Guimarães, pela lei estadual nº 701, de 15-12-1953, desmembrado de Cuiabá. Constituído de 2 distritos: Chapada dos Guimarães e Praia Rica, desmembrado do município de Rosário Oeste. Sede no antigo distrito de Chapada dos Guimarães. Instalado em 22-08-1954.
                    Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Chapada dos Guimarães e Praia Rica.
                    Pela lei estadual nº 1116, de 17-11-1958, é criado o distrito de Água Fria e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Praia Rica e Água Fria.
                    Pela lei estadual nº 2066, de 14-12-1963, é criado o distrito de Simões Lopes e incorporado do município de Chapada dos Guimarães.
                    Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Praia Rica e Simões Lopes.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1968.
                    Pela lei estadual nº 2908, de 06-01-1969, o distrito de Simões Lopes tomou o nome de Paranatinga.
                    Pela lei estadual nº 3140, de 14-12-1971, o distrito Paranatinga (ex-Simões Lopes), passou a denominar-se Alto Paranatinga.
                    Em divisão territorial datada de 31-XII-1971, o município é constituído de 4 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Alto Paranatinga (ex-Paranatinga) e Praia Rica.
                    Pela lei estadual nº 3746, de 18-06-1976, o distrito de Colider é criado e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Pela lei estadual nº 3760, de 29-06-1976, é criado o distrito de Brasilândia e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Pela lei estadual nº 2134, de 21-01-1964, é criado o distrito de Rancharia e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Pela lei estadual nº 3754, de 29-06-1976, é criado o distrito de Sinop e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Pela lei estadual nº 3755, de 29-06-1976, é criado o distrito de Vera e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                    Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 9 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Colider, Brasilândia, Praia Rica, Rancharia, Simões Lopes, Sinop e Vera.
                    Pela lei estadual nº 4095, de 15-09-1979, o distrito de Alto Paranatinga voltou a chamar-se simplesmente Paranatinga.
                    Pela lei estadual nº 4158, de 18-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Colider. Elevado à categoria de município.
                    Pela lei estadual nº 4149, de 10-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães os distritos de Brasilândia e o extinto distrito Rancharia passando sua área a constituir o novo município com a denominação de Nova Brasilândia.
                    Pela lei estadual nº 4155, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Paranatinga (ex-Alto Paranatinga). Elevado à categoria de município.
                    Pela lei estadual nº 4256, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Sinop. Elevado à categoria de município.
                    Pela lei estadual nº 4155, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Paranatinga. Elevado à categoria de município.
                    Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria e Praia Rica.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.
                    Em divisão territorial datada de 14-V-2001, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria e Rio da Casca.

                    Alteração toponímica distrital
                    Chapada para Chapada dos Guimarães, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
                    Fonte
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                    Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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                    • MARCELO FEIJAO
                      Fazedor de Chuva
                      • Feb 2024
                      • 97

                      #70
                      PREFEITURA DE CAMPO VERDE MT 69 DE 141.
                      História
                      A região onde está localizado o município de Campo Verde começou a ser povoada a partir do século XVIII, com a chegada dos primeiros colonizadores vindos de Minas Gerais. Em 1886, as famílias Borges e Fernandes, lideradas por Diogo Borges e José Camilo Fernandes, se instalaram na fazenda que ficou conhecida como Buriti dos Borges.
                      Em 1896, sob o comando do major Gomes Carneiro, que tinha como seu ajudante de ordens o futuro marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, foi inaugurada na comunidade de Capim Branco a estação telegráfica Coronel Ponce que, desativada na década de 1950, acabou destruída pela ação do tempo e do homem. Em 2009 foi inaugurada uma réplica do prédio, construída para abrigar o Museu da História de Campo Verde, e que conta com um acervo formado por utensílios e fotos do período da colonização.
                      Os sulistas – Por praticamente um século a região viveu um período de estagnação, sem nenhuma atividade econômica importante. A agricultura e a pecuária eram praticadas apenas para a subsistência dos moradores. Esse cenário só começou a mudar a partir da metade da década de 1960, quando migrantes vindos do Sul do Brasil se instalaram nas proximidades do entroncamento das rodovias BR-070 com a MT-140, onde um goiano conhecido por “Duca”, tinha um pequeno comércio.
                      A chegada dos colonizadores gaúchos deu um novo impulso ao cerrado, até então inóspito e improdutivo. Determinados a realizarem o sonho de uma vida melhor nas novas terras, os novos moradores deram início ao cultivo do arroz de sequeiro.
                      Em 1974, Otávio Eckert instalou um posto de combustível na junção da BR-070 com a MT-140 e, em 1984, lançou o loteamento Campo Real. Anos antes, mais precisamente em 1979, Júlio Pavlak havia criado o Loteamento Jupiara com o objetivo de implantar no local uma nova cidade. O projeto não alcançou o sucesso esperado e foi abandonado.
                      Formação Administrativa
                      Distrito criado com a denominação de Campo Verde, pela Lei Estadual n.º 4.898, de 02-10-1985, subordinado ao município de Dom Aquino.
                      Elevado à categoria de município com a denominação de Campo Verde, pela Lei Estadual n.º 5.314, de 04-07-1988, desmembrado dos municípios de Cuiabá e Dom Aquino. Sede no atual distrito de Campo Verde (ex-localidade). Constituído de 2 distritos: Campo Verde e Coronel Ponce, ambos desmembrados do município de Dom Aquino. Instalado em 01-01-1989.
                      Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Campo Verde e Coronel Ponce.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
                      Fonte
                      CAMPO VERDE (MT). Prefeitura. Disponível em: https://novo.campoverde.mt.gov.br/historia/. Acesso em: 26 out. 2023.

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                      • MARCELO FEIJAO
                        Fazedor de Chuva
                        • Feb 2024
                        • 97

                        #71
                        PREFEITURA DE PRIMAVERA DO LESTE MT 70 DE 141.
                        História
                        Conhecida na década de 1960 por diversos nomes, Bela Vista das Placas, Cabeceira da Velha Joana e BR 070, a história do município remonta ao tempo dos Bandeirantes, que ingressaram em terras mato-grossenses em busca de riquezas minerais. Conta-se que em 1673, por ali chegou um bandeirante vindo do Mato Grosso do Sul, subindo o Morro de São Jerônimo, chegando a Cuiabá e passou pelo Rio das Mortes.
                        Em 1906, o Presidente Afonso Pena decidiu construir a Estrada de Cuiabá a Porto Velho. Apenas em 1912 surgiu o primeiro traçado, resultado da demarcação da primeira rede telegráfica na região, realizada pelo Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, ligando Vilhena a Cuiabá. Desse trabalho resultou também a linha telegráfica, ligando Cuiabá à Barra do Garças, passando pela cidade de Primavera do Leste.
                        Com a criação da SUDAM, no Governo do Presidente Castelo Branco, começa a se definir a ocupação produtiva da Amazônia. Atraídos pelo incentivo do Governo Federal ao desenvolvimento do Cerrado, através de programas como o Pró-Terra, Polo Centro, chegam os migrantes do sul do país.
                        Uma das pessoas mais antigas que se tem notícias que morou por ali foi a senhora Joana, conhecida como Velha Joana, e que por muitos anos habitou as margens do córrego que leva seu nome, mais precisamente onde hoje é a chácara n.º 75 do Parque Eldorado.
                        Um outro nome ligado aos migrantes foi o Dr. Sabino Arias, médico de formação e pioneiro nas atividades de exploração econômica, da agricultura e da pecuária de Primavera do Leste. É atribuída ao Dr. Sabino a abertura dos primeiros 30 km da atual rodovia MT 130. Em 1965, o município de Poxoréo construiu uma ponte sobre o rio das Mortes, entre os rios Várzea Grande e Sapé, sob o comando do vereador Tarquínio, transformando os 30 km de estrada particular de acesso à fazenda, em estrada municipal, ficando a mesma distante 600 metros da sede da fazenda.
                        Em 1971, um grupo de empresários paulistas chega a BR 070 dando início a um projeto agropecuário apoiado pela SUDAM. Com um corpo técnico incorporando tecnologia moderna, assenta-se o Projeto da Fazenda Primavera, surgindo assim a empresa Primavera D’Oeste S.A., formada pelos sócios Dr. André Beer, Dr. Luiz Eulálio Bueno Vidigal Filho, Dr. Edgard Cosentino, Pedro Botelho, Mário Cordeiro de Menezes, o norte-americano James Watus Júnior e o proprietário da fazenda, Sr. Frederico José Thimóteo.
                        Em 1976, o Sr. Adevino Castelli construiu um barracão metálico e alugou para a CASEMAT receber as colheitas de arroz da região. Neste mesmo ano, o Sr. Adivino Castelli doa ao prefeito de Poxoréo um local e iniciam-se as atividades da Escola Municipal Monteiro Lobato próximo ao Mercado do Takaschi, escola esta localizada onde mais tarde funcionou o primeiro Posto da Polícia Militar.
                        Formação Administrativa
                        Distrito criado com a denominação de Primavera pela Lei Estadual n.º 4.351, de 25-09-1981, subordinado ao município de Poxoréo.
                        Em divisão territorial datada de 1-VII-1983 o distrito de Primavera figura no município Poxoréo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                        Elevado à categoria de município com a denominação de Primavera o Leste pela Lei Estadual n.º 5.014, de 13-05-1986, sendo desmembrado do município de Poxoréo. Sede no atual distrito de Primavera do Leste. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
                        Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.
                        Fonte
                        Primavera do Leste (MT). Prefeitura. 2016.
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                        • MARCELO FEIJAO
                          Fazedor de Chuva
                          • Feb 2024
                          • 97

                          #72
                          PREFEITURA DE NOVA MARILANDIA MT 71 DE 141.

                          História
                          Nova Marilândia
                          Mato Grosso - MT

                          Histórico

                          A ocupação efetiva iniciou-se a partir da construção da linha telegráfica na região. O desenvolvimento propriamente dito foi retardado, somente a partir da década de cinquenta ocorreria a fundação do núcleo original de povoação. O forte fluxo migratório forçou esta iniciativa. O lugar escolhido pelos povoadores, na verdade garimpeiros, foi a confluência do rio São Francisco com ribeirão Maria Joana.
                          Em 14 de Dezembro de 1963, o povoado foi elevado à categoria de distrito através da lei nº 2.069, com território pertencente ao município de Diamantino.
                          Sua identificação como centro urbano deve-se ao fluxo migratório de pessoas vindas dos Estados de Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, tendo seu impulso desenvolvimentista entre os anos de 1962 a 1965.
                          Nova Marilândia teve movimentação acentuada na lida garimpeira. Vários ″manchões″ diamantíferos foram trabalhados ao longo dos anos, gerando riquezas, e por muito tempo foi a principal fonte de economia. Após sua exaustão, só restaram áreas degradadas e córregos assoreados. Com isso, houve um alto índice de desemprego, causado pela decadência do garimpo.

                          Formação Administrativa

                          Distrito criado com a denominação de Marilândia, pela lei estadual nº 2069, de 14-12-1963, subordinado ao município Arenápolis.
                          Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o distrito de Marilândia figura no município de Arenápolis.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                          Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Marilândia, pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991, desmembrado dos municípios de Arenápolis e Diamantino. Sede no atual distrito de Nova Marilândia (ex-Marilândia). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                          Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                          Alteração toponímica distrital
                          Marilândia para Nova Marilândia, alterado pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991.
                          Fonte
                          Prefeitura Municipal de Nova Marilândia <www.novamarilandia.mt.gov.br>
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                          • MARCELO FEIJAO
                            Fazedor de Chuva
                            • Feb 2024
                            • 97

                            #73
                            PREFEITURA DE NOVO MUNDO MT 72 DE 141 .

                            História
                            Novo Mundo
                            Mato Grosso - MT

                            Histórico

                            O território do atual município de Novo Mundo foi habitado imemorialmente por nações indígenas, especialmente povos xinguanos. No tempo da entrada dos brancos, para estabelecimento de colonização moderna, foi encontrado o povo Kreen-aka-rorê. Os projetos de colonização, com incentivos do governo estadual e federal, entravam em fase de execução e a pressa empurrava os trabalhadores a executarem uma penetração em ritmo acelerado. Fator determinante para o povoamento desta região foi a abertura da BR-163, rodovia Cuiabá-Santarém, em cujas margens proliferaram inúmeros núcleos de colonização, dos quais alguns tomaram-se grandes cidades.
                            A região onde está assentado o município de Novo Mundo é muito rica em minérios. A exemplo do que ocorreu nas circunvizinhanças, o ouro foi encontrado abundantemente em seu solo.
                            O começo da povoação foi a partir de uma currutela garimpeira. Houve acentuada procura pelo minério a partir de 1979-1980, com a vinda de muitas famílias na região.
                            Posteriormente, visto que eram na verdade, imensos vazios demográficos, onde o elemento humano nativo já havia sido expulso, optou-se pela vinda de famílias de colonos agricultores, mormente vindas do sul do país. Grande parte provinha de terras paraguaias. Eram os brasiguaios. O assentamento foi executado pelo INCRA.
                            O garimpo tomava conta de tudo. Era de rio e de sequeiro. No início muitos agricultores debandaram-se para esta atividade, por vezes era mais rendosa. Pelo menos a esperança era maior. Achar uma pepita descomunal era o sonho dos garimpeiros, mesmo para aqueles ainda inexperientes.
                            Com o tempo a atividade garimpeira tornou-se cara, pouca gente se aventurava a investir ″tudo que tinha″. Muita gente quebrou. Passou então, a ser um mau negócio para muitos. O colono voltou a suas origens, mas nem todos.
                            A denominação do novo município, segundo o Sr. Cláudio da Cunha Barbosa, ex-prefeito municipal, é referência à mineradora Ouro Novo. Mais tarde, em roda de amigos, um grupo de ″homens bons″ da localidade sugeriu a denominação Novo Mundo, que designava um novo Eldorado, um mundo novo.
                            Pode haver, no entanto, uma ligação com a cidade de Mundo Novo, em Mato Grosso do Sul, visto que muitos colonos do Projeto de Assentamento Braço Sul, vieram daquele município.
                            Em maio de 1983, chegou o restante dos colonos que haviam ficado no Paraguai e em Mundo Novo — MS, aguardando decisão do INCRA para ocuparem seus lotes e completarem o número de 500 famílias a serem assentadas neste projeto.
                            A maioria dos habitantes do Novo Mundo é originária de estados do sul do Brasil.
                            Nominam-se famílias pioneiras as de Cláudio Barbosa, Leônidas Alves, Cláudio da Cunha Barbosa, Antonio Alves da Silva, popular Cacheado, e tantas outras.

                            Formação Administrativa

                            Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Novo Mundo, pela lei estadual nº 6685, de 17-11-1995, desmembrado do município de Guarantã do Norte. Sede no atual distrito de Novo Mundo (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.
                            Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                            Fonte
                            Prefeitura Municipal de Novo Mundo <www.novomundo.mt.gov.br>

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                            • MARCELO FEIJAO
                              Fazedor de Chuva
                              • Feb 2024
                              • 97

                              #74
                              PREFEITURA DE GUARATA DO NORTE MT 73 DE 141.

                              História
                              Guarantã do Norte
                              Mato Grosso — MT

                              Histórico

                              No ano de 1970, a abertura da BR-163 proporcionou a penetração e abertura de todo o norte mato-grossense.
                              Em 1980, teve início o Projeto de Assentamento de Colonos - PAC Peixoto de Azevedo. Tratava-se de assentamento de agricultores desapropriados de terras no Rio Grande do Sul, no local da barragem do Rio Jacuí. O INCRA e a Cotrel - Cooperativa Tritícola Erechim Ltda. uniram- se para trasladar os gaúchos sem-terra para o norte de Mato Grosso.
                              Ao mesmo tempo o INCRA de Mato Grosso se preparava para socorrer famílias brasileiras migradas para o Paraguai, os brasiguaios, que haviam perdido arrendamento de terras e não tinham para onde ir.
                              Em 1981, formou-se o PAC - Braço Sul para assentar os migrantes brasiguaios e sem-terras do Vale do Jacuí. O INCRA procedeu ao registro das terras dos gaúchos e dos brasiguaios, resolvendo o problema fundiário.
                              Fundou-se então o povoado de Cotrel, cuja denominação não permaneceu. A Lei nº 4.378, de 16 de novembro de 1981, criou o distrito já com o nome de Guarantã. A nova denominação surgiu por consenso entre a diretoria da Cotrel e do INCRA.
                              O nome Guarantã tem origem numa árvore típica da região, com o nome científico de Esenbeckia leiocarpa, da família das rutáceas. É madeira conhecida por sua resistência, a melhor para cabo de machado. A árvore apresenta protuberâncias de alto a baixo, formando um interessante trançado. Dá a entender que o povo da região é resistente, rijo, nobre.

                              Formação Administrativa

                              Distrito criado com a denominação de Guarantã do Norte, pela lei nº 4378, de 16-11-1981, subordinado ao município de Colider.
                              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Guarantã figura no município de Colider.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
                              Elevado à categoria de município com a denominação de Guarantã do Norte, pela lei estadual nº 5008, 13-05-1986, desmembrado do município de Colider. Sede no atual distrito Guarantã o Norte ex-Guarantã. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
                              Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                              Alteração toponímica distrital
                              Guarantã para Guarantã do Norte, alterado pela lei estadual nº 5008, 13-05-1986.
                              Fonte
                              Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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                              Última edição por MARCELO FEIJAO; 18-03-24, 10:48.

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                              • MARCELO FEIJAO
                                Fazedor de Chuva
                                • Feb 2024
                                • 97

                                #75
                                PREFEITURA DE MATUPA MT 74 DE 141.

                                História
                                Matupá
                                Mato Grosso - MT

                                Histórico

                                Criada a partir da visão empreendedora dos acionistas da Colonizadora Agropecuária do Cachimbo, onde propunha uma destinação nobre a área excedente ao projeto de pecuária de corte (Fazenda São José), contribuindo de um lado para a ocupação de vazios característicos da região amazônica, foi protocolado junto ao INCRA o Projeto Urbanístico da cidade de Matupá, em março de 1984.
                                Localizada a 700 km de distância da capital do estado, no entroncamento das BR-163 e MT-322 (Antiga BR-080). Considera-se como data de fundação de Matupá o dia 19 de setembro de 1984. A fundação é creditada à família Ometto, através da Agropecuária do Cachimbo S/A.
                                O nome dado pelos empreendedores Matupá advém da língua Tupi uma palavra de origem amazônica que, em resumo, tem dois significados. Um cientifico, ″Mato denso à beira dos rios e dos lagos″ e outro humanizado, ″Mato Abençoado por Deus″, exprimiu o padrão urbanístico a se adotar: uma cidade que respondesse as condições de ecologia, que se integrasse natural em que floresta e o rio fossem valorizados e ao mesmo tempo respondesse as nossas tradições de viver na cidade.
                                Cidade floresta não apenas cidade jardim, capaz de ser também o polo do processo de ocupação da região. Assim sendo, a paisagem regional e sua maciça cobertura vegetal de florestas vêm sendo penetradas por área de colonização aberta à agricultura e à pecuária, núcleos urbanos e vias de penetração, a partir de setores constituídos rodovias.
                                Matupá é um programa de colonização muito especial implantada a partir da necessidade de criação de um centro regional, possui uma área urbana com infraestrutura básica totalmente pronta e uma rede rural com infraestrutura suficientemente desenvolvida para o início de atividades produtivas.
                                Matupá foi criada para atender a necessidade de apoio em uma grande região com rápido processo de desenvolvimento, e foi planejada para permitir industrialização de produtos na própria região.

                                Formação Administrativa

                                Distrito criado com a denominação de Matupá, pela lei estadual nº 4937, de 11-12-1985, subordinado ao município de Colider.
                                Elevado à categoria de município com a denominação de Matupá, pela lei estadual nº 5317, de 04-07-1988, desmembrado do município de Colider. Sede no atual distrito de Matupá (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
                                Em divisão territorial datada de 1993, o município é constituído do distrito sede.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                                Fonte
                                Prefeitura Municipal de Matupá <www.matupa.mt.gov.br>

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