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  • MARCELO FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Feb 2024
    • 97

    #31
    PREFEITURA DE PONTES LACERDA MT 30 DE 141.
    História
    A história de Pontes e Lacerda remonta aos anos de 1784. A denominação Pontes e Lacerda é uma homenagem aos astrônomos e cartógrafos Antônio Pires da Silva Pontes Leme (mineiro) e Francisco José de Lacerda e Almeida (paulista) que passaram pela região em 1784, com a missão de elaborar a primeira carta geográfica dos rios da região. Partindo de Vila Bela da Santíssima Trindade, descreveram os rios das bacias Amazônica e do Prata. Ambos eram diplomados pela Universidade de Coimbra, Portugal.
    Os primeiros habitantes da região do município de Pontes e Lacerda foram os índios Nambikwara. Eles eram denominados pelos paulistas de Cabixi ou Cavixi. Depois vieram os paulistas como os primeiros desbravadores da região. Com a chegada deles, ocorreu o processo de dizimação da tribo por problemas de aculturação, doenças, entre outros. Apesar de tudo disso, ainda hoje uma parte desse povo vive na região, mais precisamente na reserva denominada Sararé.
    O mérito da conservação da cultura indígena na região é atribuída ao padre Antônio Iási Júnior, pois ele conquistou a estabilização dessa área indígena. Contribuiu decididamente para superar as crises provocadas pelos fazendeiros da região, luta que provocou a intervenção do Exército para a demarcação de uma reserva, denominada de Sararé.
    Em 1906 a região, onde hoje se localiza a cidade de Pontes e Lacerda, passou a ser objeto de trabalho da Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas, comumente denominada Comissão Rondon. Na cidade estava instalada a estação telegráfica da linha variante entre Cáceres e Vila Bela da Santíssima Trindade (à época era denominada de Mato Grosso). O encarregado geral dessa estação foi o Sr. Antônio Colombo. O seu filho, Emiliano Coleto da Cunha, atuava como atendente de telefonia, e o Sr. Benedito Francisco da Silva, como guarda-linha.
    Nessa época, o local onde se estabeleceu o prédio da Estação de Telégrafo, começou a ser conhecido como “Vila dos Pretos”. Foi a partir dessa vila que se originou a cidade de Pontes e Lacerda.
    Em 19 de julho de 1909, o governo do estado destinou 3.600 hectares de terras para o centro da povoação. No entanto, a ocupação se deu de forma lenta.
    A 22 de julho de 1947, Mariano Pires de Campos chegou a Pontes e Lacerda, acompanhado de 22 índios do povo Pareci, seguindo o Rio Guaporé e ocupando-se com a extração da poaia, planta da família das rubiáceas, nativa do Brasil encontrada na Amazônia, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo e a região Centro-Oeste. Suas raízes apresentam propriedades eméticas, expectorantes e antidisentéricas.
    No dia 02 de setembro de 1955, teve início a medição de terras na região pela Colonizadora Sul Brasil, na localidade denominada Pindaituba, tendo como chefe o Sr. Jorge Lemos.
    No ano de 1960, chegou o Sr. Joaquim Goulart, proveniente de Barretos - SP, trazendo consigo algumas famílias. Abriu uma fazenda às margens do córrego da Onça, plantando os primeiros pastos do futuro município de Pontes e Lacerda. Joaquim Goulart trouxe consigo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida. Logo, as poucas famílias católicas da época entronizaram a imagem numa pequena igreja construída na “Vila dos Pretos”, atual Vila Guaporé.
    Em 1962, chegou a Pontes e Lacerda uma equipe do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem - DNER, a fim de abrir uma estrada em direção a Vila Bela da Santíssima Trindade. Até então este percurso era feito a pé ou a cavalo através das pequenas trilhas que cortavam a densa floresta da região. Segundo depoimento de um dos moradores, senhora Ervelina Francisca Ramos, o trecho entre Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade, ficou foi entregue no dia 23 de dezembro de 1962.
    O desenvolvimento geral do estado de Mato Grosso influenciou no desenvolvimento de Pontes e Lacerda, além das facilidades promovidas pelo estado. Entre elas estava a venda de terras a custo baixo. O Governo Federal desenvolveu planos de arrimo por meio de abertura de estradas e projetos da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM e da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste – SUDECO.
    O afluxo de migrantes à região foi intenso, de modo especial a partir do momento da descoberta de ouro na região, entre os anos de 1970 e 1980, nos garimpos da Serra de Santa Bárbara e do Caldeirão.
    Formação Administrativa
    Distrito criado com a denominação de Pontes e Lacerda, pela Lei Estadual n.º 3.813, de 03-12-1976, subordinado ao município de Mato Grosso.
    Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Pontes e Lacerda figura no município de Mato Grosso.
    Pela Lei Estadual n.º 4.014, de 29-11-1978, o município de Mato Grosso voltou a denominar-se Vila Bela da Santíssima Trindade.
    Elevado à categoria de município com a denominação de Pontes e Lacerda, pela Lei Estadual n.º 4.167, de 21-12-1979, desmembrado do município de Vila Bela da Santíssima Trindade (ex-Mato Grosso). Sede no atual distrito de Pontes e Lacerda. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-02-1981.
    Em divisão territorial datada de 1-VII-1988, o município é constituído é constituído de 2 distritos: Pontes e Lacerda e São Domingos.
    Pela Lei Estadual n.º 7.231, de 28-12-1999, é desmembrado do município de Pontes e Lacerda o distrito de São Domingos. Elevado à categoria de município com a denominação de Vale de São Domingos.
    Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
    Fonte
    PONTES E LACERDA (MT). Prefeitura. Disponível em: https://www.ponteselacerda.mt.gov.br...ntes-e-lacerda. Acesso em: 28 ago. 2023.


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    • MARCELO FEIJAO
      Fazedor de Chuva
      • Feb 2024
      • 97

      #32
      PREFEITURA VILA BELA DA SANTISSIMA TRINDADE MT 31 DE 141.


      História
      Primeira capital de Mato Grosso, a pequena Vila Bela da Santíssima Trindade é um dos municípios com maior potencial turístico de Mato Grosso.

      No centro de Vila Bela , estão as ruínas de uma catedral do período colonial. Ela é um símbolo da cidade e constitui o marco de uma história que começa em 1752 . Naquela época, a descoberta de riquezas minerais na região do Rio Guaporé, fez com que Portugal se apressasse em povoá-la, temendo que os vizinhos espanhóis fizessem o mesmo. Foi então criada a Capitania de Mato Grosso e sua capital instalada em 19 de março de 1752, com o nome de Vila Bela da Santíssima Trindade.

      Enquanto foi capital, a cidade obteve um progresso muito grande devido aos investimentos em infra-estrutura e incentivos fiscais para os novos moradores. No entanto, as dificuldades de povoar a região (distância, doenças, falta de rotas comerciais) e o estabelecimento de um importante centro comercial em Cuiabá acabaram forçando a transferência da capital, em 1835. Como uma cidade qualquer, Vila Bela não resistiria. Os moradores abandonaram a região, deixando casas, estabelecimentos comerciais e escravos para trás. Num dos episódios mais fascinantes de toda essa história, são estes escravos abandonados que garantem a sobrevivência da cidade, constituindo no local uma comunidade negra forte, unida e fiel às suas tradições.
      Fonte
      Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM



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      • MARCELO FEIJAO
        Fazedor de Chuva
        • Feb 2024
        • 97

        #33
        PREFEITURA DE JAURU MT 32 DE 141.

        História
        HISTÓRIA

        O nome Jauru é referência ao Rio Jauru, que banha o território do município e deságua no Rio Paraguai. O Rio Jauru tem seu nome inscrito na história da América, registrando-se em seu leito a presença de expedições castelhanas, no século XVI que o denominavam de Jauru. Também serviu de limite entre os reinos de Portugal e Espanha, assim definido pelo Tratado de Madrid em 1750.
        A colonização do território que abriga o município de Jauru começou nos primeiros anos da década de cinquenta. Neste período a Companhia de Terras Sul Brasil adquiriu área de 250 mil hectares, no município de Cáceres, entre os rios Guaporé e Jauru.

        Em 1953, Francisco Ângelo Montalar e outros membros da família adquiriram terras e instalaram-se na região. Estas terras foram divididas e numerada em quatro glebas de 1 a 4. Uma das partes formou a área urbana de Jauru, que primeiro foi nomeada de Gleba Paulista, posteriormente alterada para Cidade de Deus. Por fim, lhe deram a denominação de Jauru.

        Sua População é composta basicamente por mineiros, com uma pequena participação de paulistas, e com base economica voltada para a agropecuária. Possui ainda estabelecimentos de ensino tanto da rede municipal e estadual, sendo 07 da rede municipal e 03 da rede estadual, tendo também extensão da UNEMAT (Universidade de Mato Grosso). Possui também várias usinas hidrelétricas localizadas no seu rio principal, o Rio Jauru.

        O município foi criado a 20 de setembro de 1979, pela Lei nº 4.164.
        Fonte
        Prefeitura Municipal de Jauru
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        • MARCELO FEIJAO
          Fazedor de Chuva
          • Feb 2024
          • 97

          #34
          PREFEITURA DE FIGUEIROPOLIS D OESTE MT 33 DE 141.
          História
          HISTÓRIA

          A partir da década de sessenta, se tornou um promissor negócio a colonização em Mato Grosso. Apoiadas por incentivos federais e pela facilidade de obtenção de grandes áreas próprias para a colonização, grande número de empresas, principalmente do sul do país, e já com experiência comprovada, lançaram-se ao novo negócio. Essa atuação empresarial foi decisiva para a mudança do contexto econômico e social de Mato Grosso.

          A família Figueiredo ocupou-se da colonização da região de Figueirópolis, tendo a frente o bravo desbravador e pioneiro paulista, José Joaquim de Azevedo Figueiredo.

          A história do município se confunde com a da família Figueiredo, haja visto que o próprio nome da cidade, Figueirópolis, é referência ao seu sobrenome. Trata-se de homenagem ao ato de pioneirismo demonstrado por valorosos homens e mulheres que criaram uma cidade numa região até então inóspita e indevassável.

          Em 1978, foi instituído o distrito de Figueirópolis. O município foi criado em 13 de maio de 1986, através da Lei Estadual nº 5.015. Foi acrescentado o termo 'd?Oeste' para localizá-lo geograficamente em relação ao Estado de Mato Grosso e diferenciá-lo de município homônimo no Estado de São Paulo.
          Fonte
          Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM


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          • MARCELO FEIJAO
            Fazedor de Chuva
            • Feb 2024
            • 97

            #35
            PREFEITURA DE INDIAVAI MT 34 DE 141.
            stória
            HISTÓRIA

            A cidade de Indiavaí, situa-se às margens do Ribeirão Água Suja, a 700 mts do Rio Jauru. Nas proximidades do sítio urbano existe um lugar que representa um pontal, uma espécie de cotovelo, entremeado pelos dois rios. Este ponto, hoje uma pequena propriedade rural, abrigou, há muitos anos, uma comunidade indígena, certamente índios Boróros Cabaçais.

            Em junho de 1961, Antenor Modesto, paulista de Jales, chegou pela primeira vez à região. Adquiriu considerável área de terras do gaúcho Francisco Orisvaldo, na região que compreende o Rio Jauru e o Ribeirão Água Suja. Na época avizinhava-se das fazendas Turiba e Alto Jauru, ambas de alemães que cultivavam café.
            O dia 15 de fevereiro de 1962 é considerado o da abertura do núcleo de colonização. Antenor Modesto contratou o engenheiro Selacier das Virgens, um baiano que trabalhava em Cáceres, para demarcar os lotes, tanto rurais quanto urbanos.

            O município de Indiavaí foi criado a 13 de maio de 1986, pela Lei Estadual nº 4.998, com território desmembrado do município de Araputanga. Indiavaí é resultado de árduo pioneirismo.
            Fonte
            Prefeitura Municipal de Indiavaí.


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            • MARCELO FEIJAO
              Fazedor de Chuva
              • Feb 2024
              • 97

              #36
              PREFEITURA DE RESERVA DO CABAÇAL MT 35 DE 141.

              istória
              HISTÓRIA

              O município de Reserva do Cabaçal localiza-se a sudoeste do Estado de Mato Grosso com uma área de aproximadamente 450 Km².

              Foi fundada no ano de 1969 com influência dos colonos, oriundos dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e outros estados. Tornou-se distrito em 1978 e emancipou-se em 1986.

              No início da colonização, a empresa responsável pelo assentamento, deixou uma área de 108 hectares reservada para fins de interesse da colonizadora formar um núcleo urbano- então surgiu o nome Reserva. A origem de Cabaçal deu-se devido à Tribo Indígena Cabaçais, que habitava às margens do rio que então finalmente recebeu o nome de Reserva do Cabaçal.

              A principal atividade econômica no município é a pecuária de leite e corte, além de um enorme potencial para o turismo. A riqueza natural de cachoeiras, rios com corredeiras e poços profundos de águas transparentes, fazem de Reserva do Cabaçal um local de rara beleza.
              Fonte
              Prefeitura Municipal de Reserva do Cabaçal.

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              • MARCELO FEIJAO
                Fazedor de Chuva
                • Feb 2024
                • 97

                #37
                PREFEITURA DE ARAPUTANGA MT 36 DE 141.
                istória
                HISTÓRIA

                O território do município de Araputanga foi habitado por povos indígenas Bororó desde tempos imemoriais, que eram denominados pelos paulistas de índios Cabaçais. Hoje, dos Bororó não se encontram descendentes no município, sendo que os remanescentes foram transferidos para a área indígena denominada Umutína, em Barra do Bugres.

                O povoamento originou-se em função do movimento de colonização programada do governo estadual iniciado na década de quarenta. O governo criou o Departamento de Terras e a Comissão de Planejamento e Produção - CPP.

                O Estado vendia terras a preços irrisórios, por sua vez os compradores se comprometiam a abrir estradas e assentar infra-estrutura para a colonização. O próprio Estado participava dos trabalhos de colonização em alguns sítios, favorecendo a ocupação de vastas áreas ao redor. Um desses pontos de atuação da CPP foi Rio Branco.

                A primeira escola começou a funcionar a 23 de março de 1.961. Foi construída com tabuinhas de mamica, nas proximidades da atual propriedade da família Chamava-se Escola Mista Rural da Gleba Paixão.

                A vida desenvolvia-se em ritmo lento, pois tudo dependia do extrativismo vegetal e da agricultura. Também a localidade era servida apenas por uma única estrada, que ligava o lugar à região de Tabuleta com trecho de 42 quilômetros. Tabuleta ainda distanciava 60 quilômetros de Cáceres.

                O primeiro Cruzeiro foi levantado em 1.962, a pedido do Frei Ênio Granja. Logo depois construída a primeira capela, um rancho sem paredes, com cobertura, de tabuinhas.

                A 23 de maio de 1.963, foi vendido o primeiro lote urbano. Ao povoado deu-se o nome de Gleba Paixão que perdurou durante anos. Esta denominação se devia ao fato dos pioneiros se apaixonarem pela riqueza natural do lugar. Era, assim, o segundo nome dado ao lugar, substituindo o de Ituinópolis.

                A atual denominação faz referência a grande quantidade de mogno (também chamada de Araputanga) existente na região. Botanicamente, Araputanga é árvore classificada por King como swietenia macrophaylla.

                Pelos anos de 1.965, foi instalado um distrito policial.

                Em 29 de maio de 1.970 foi inaugurada a estrada ligando Araputanga à Cáceres. Na festa de inauguração o povo comemorou com um churrasco.

                Em 1.975, foi inaugurada a primeira escola estadual de 1º grau, denominada João Sato. No ano seguinte foi inaugurado o primeiro Jardim da infância, na casa das irmãs de Nossa Senhora do Monte Calvário.

                Em 1.975 foi fundada a Coopnoroeste, que iniciou suas atividades com compra, venda e beneficiamento de arroz com uma máquina de beneficiamento doada por uma sociedade beneficente da Bélgica. Em 1981 a cooperativa passou a coletar leite de toda a região e industrializá-lo, tornando-se mais tarde conhecida nacionalmente pelos produtos (LACBOM) que fabrica e que são comercializados em todo o País. O objetivo da criação da cooperativa foi o unir e promover o pequeno e médio agricultor.

                Araputanga passou a desenvolver-se rapidamente e tornou-se distrito, através da Lei nº 3.922, de 04 de outubro de 1.977, com território jurisdicionado ao município de Mirassol D Oeste.

                A Lei Estadual nº 4.153, de 14 de dezembro de 1.979 criou o município de Araputanga.

                No município se nomeiam as localidades de Cachoeirinha, Farinópolis, Monterlândia e Nova Floresta. Povoados menores são: Cantão, Santa Maria, Batuleba, José Bueno, Rio Vermelho, Córrego Rico, Arapongas, Harmonia, Mata Preta, Santa Rosa e Jaime Pedrosa.
                Fonte
                Prefeitura Municipal de Araputanga
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                • MARCELO FEIJAO
                  Fazedor de Chuva
                  • Feb 2024
                  • 97

                  #38
                  PREFEITURA DE PORTO ESPERIDIAO MT 37 DE 141.


                  istória
                  HISTÓRIA

                  As origens históricas de Porto Esperidião se ligam às de Vila Bela da Santíssima Trindade. Mas os primeiros acontecimentos não levaram à formação de um povoado pelo menos estável.

                  A Comissão Rondon instalou um posto telegráfico às margens do Rio Jauru, dando início ao povoado de Porto Salitre.

                  A denominação fazia referência à região de salinas, onde o ancoradouro se encontrava. Era um barreiro procurado pelos animais, que o lambiam. As célebres salinas são conhecidas desde as primeiras penetrações pela região, ainda no século XVIII.

                  A 25 de agosto de 1898, o engenheiro Manoel Esperidião da Costa Marques deu início, em São Luíz de Cáceres, a estudos da navegabilidade do Rio Jauru, desde a barra com o Rio Paraguai até o Porto do Registro. Depois se propôs a construir estradas de ferro.

                  O dr. Esperidião nasceu em Poconé e foi destacado político, tendo participado da redação da Lei Áurea, que aboliu a escravatura no Brasil. Faleceu, prematuramente, de malária, após uma expedição para medição e demarcação de seringais na região do Rio Guaporé.

                  Em homenagem ao dr. Manoel Esperidião da Costa Marques, em 1920, foi alterado o nome de Porto Salitre para Porto Esperidião.

                  Em meados de 1950 foi desativada a rede de telégrafo. Em 1956, foi construída a segunda e última ponte de madeira sobre o Rio Jauru, sendo que a atual ponte de concreto foi aberta ao tráfego em 1982.

                  A Lei Estadual nº 5.012, de 13 de maio de 1986, criou o município.
                  Fonte
                  Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM




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                  • MARCELO FEIJAO
                    Fazedor de Chuva
                    • Feb 2024
                    • 97

                    #39
                    PREFEITURA DE G GLORIA D OESTE MT 38 DE 141.
                    História
                    HISTÓRIA

                    O município de Glória d?Oeste tem sua origem na ocupação ordenada da região por colonos paulistas, que adquiriam os seus lotes das mãos de proprietários maiores. Estes faziam as vezes de colonizadores, mas em proporções bem modestas.

                    A primeira denominação da localidade foi Cruzeiro d?Oeste. Era uma referência meramente alusiva ao encontro de duas estradas, formando uma cruz. Nesse entroncamento, nessa encruzilhada formou-se o povoado. Este nome foi sugerido por alguns padres que, vindos de Cáceres, frequentavam a corrutela pioneira. O termo 'd?Oeste' servia para designar a posição geográfica do lugar em relação ao Estado de Mato Grosso.

                    O município foi criado em 20 de dezembro de 1991. Porém, o município não pode adotar oficialmente o nome Cruzeiro d?Oeste, já tradicional, por existir um outro município, no Estado do Paraná, com o mesmo nome.

                    Foi realizado, então, um plebiscito na cidade para a escolha de um novo nome. A sugestão de Glória d?Oeste foi a de maior receptividade, pois continuava com o termo 'd?Oeste', e o nome Glória caiu nas graças da comunidade que se sente orgulhosa dele.

                    A Lei Estadual nº 5.911, de 20 de dezembro de 1991, criou o município.
                    Fonte
                    Prefeitura Municipal de Glória d' Oeste

                    Click image for larger version

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                      • 97

                      #40
                      PREFEITRA DE SAO JOSE DOS QUATRO MARCOS MT 39 DE 141
                      História
                      HISTÓRIA

                      As origens do município vêm dos projetos de colonização implantados por particulares. Em 1962, Zeferino José de Matos adquiriu extensa área de terras da Imobiliária Mirassol, tornando-se o grande pioneiro do lugar.

                      Devido aos quatro marcos no centro do loteamento, o lugar tomou o nome de Quatro Marcos, sendo acrescentado, posteriormente, o nome de São José, o santo da devoção da comunidade.

                      A Lei nº 3.934, de 4 de outubro de 1977, criou o distrito de São José dos Quatro Marcos. A Lei Estadual nº 4.154, de 14 de dezembro de 1979, criou o município, com a denominação simplificada para Quatro Marcos. A população, incentivada pelo padre Jorge, interviu e exigiu o nome completo, São José dos Quatro Marcos, conseguindo o objetivo através da Lei nº 4.637, de 10 de janeiro de 1984.
                      Fonte
                      Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                        • 97

                        #41
                        PREFEITURA DE MIRASSOL DOESTE MT 40 DE 141.
                        istória
                        Foi Antonio Lopes Molon que fundou o núcleo que deu origem ao atual município de Mirassol D’Oeste. Por volta de 1958, Molon começou a interessar-se por terras em Mato Grosso e investiu todo o seu capital nesta região, requerendo terras devolutas através do Departamento de Terras do Estado. A seguir decidiu dividir a gleba em lotes rurais e urbanos.
                        Molon montou um escritório de venda de terras, no local da futura Mirassol de Mato Grosso. Para melhor gerir os negócios associou-se a Mário Mendes, José Lopes Garcia, Nírcia Lopes D’Áuria e Paulo Mendonça.
                        A cidade ganhou esta denominação em homenagem aos familiares de Molon, que residiam na cidade de Mirassol, no estado de São Paulo.
                        O termo d’Oeste foi acrescentado para que não fosse confundido com o município de Mirassol, no estado de São Paulo.
                        Formação Administrativa
                        Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Mirassol d’Oeste, pela Lei Estadual n.º 3.698, de 14-05-1976, desmembrado do município de Caceres. Sede no atual distrito de Mirassol d’Oeste. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1977.
                        Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído do distrito sede.
                        Pela Lei Estadual n.º 3.932, de 04-10-1977, é criado o distrito de Araputanga e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
                        Pela Lei Estadual n.º 3.934, de 04-10-1977, é criado o distrito de São José dos Quatro Marcos e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
                        Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Mirassol d’Oeste, Araputanga e São José dos Quatro Marcos.
                        Pela Lei Estadual n.º 4.153, de 14-12-1979, desmembra do município de Mirassol d’Oeste o distrito de Araputanga.
                        Pela Lei Estadual n.º 4.154, de 14-12-1979, desmembra do município de Mirassol d’Oeste o distrito de São José dos Quatro Marcos. Elevado à categoria de município com a denominação simplificada para Quatro Marcos.
                        Pela Lei Estadual n.º 4.350, de 23-09-1981, é criado o distrito de Cruzeiro do Oeste e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
                        Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 2 distritos: Mirassol d’Oeste e Cruzeiro do Oeste.
                        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                        Pela Lei Estadual n.º 5.911, de 20-12-1991, desmembra do município Mirassol d’Oeste o distrito de Cruzeiro do Oeste. Elevado à categoria de município com a denominação de Glória D’Oeste.
                        Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Mirassol d’Oeste e Sonho Azul.
                        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                        Fonte
                        Confederação Nacional de Municípios. 2011. Disponível em: http://www.cnm.org.br. Acesso em: out. 2011.

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                          • 97

                          #42
                          PREFEITURA DE CURVELANDIA MT 41 DE 141.
                          História
                          HISTÓRIA

                          A primitiva denominação do lugar foi 'Curva do Boi', posteriormente alterada para Curvelândia.
                          Segundo depoimento do deputado José Lacerda, o nome Curva do Boi surgiu na década de setenta: '...vinha uma comitiva de bois da região de Rio Branco, eu era um dos boiadeiros, quando de repente, na curva surgiu um ônibus, atropelando nove bois, a partir deste fato o ponto passou a ser conhecido como Curva do Boi'.
                          A história do lugar está intimamente ligada a duas personalidades da política mato-grossense, que não militavam na política na época do acidente, o então açougueiro e mais tarde brilhante advogado e deputado, José Lacerda, e ao ainda empresário do ramo de transporte rodoviário e também deputado Amador Tut.
                          O município de Curvelândia foi criado pela Lei Estadual nº 6.981, de 28 de janeiro de 1998, de autoria do deputado com território desmembrado dos municípios de Cáceres, Mirassol d`Oeste e Lambari d`Oeste.
                          Por ocasião da consulta plebiscitária inúmeros moradores do lugar manifestaram-se favoravelmente em documento enviado à Assembléia, dentre os quais os 15 primeiros nomes foram os seguintes: Airton Correia de Araújo, Edivan Gonçalves Ferreira, Valdemar Franco, Romildo Santana, Aparecido Pereira da Silva, Maria Pereira Lima Leal, Cleonisce Farias, Manoel Moura, Henrique Bissoli, José R. Pereira, Elias Mendes Leal, Elias Mendes Leal Filho, Vicente Rodrigues de Moura, José de Araújo e José Pedro da Silva.
                          Em 19 de junho de 1995, em documento assinado pelos vereadores de Lambari d`Oeste, srs. José Siviero, José Guilherme de Sene e Izaías Domingos, a Câmara Municipal daquele município aprovou moção de repúdio sobre a criação do município de Curvelândia, alegando que o município havia investido maciçamente nas áreas de saúde, educação, telefonia e malha viária, não havendo, portanto, necessidade da emancipação.
                          Fonte
                          Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
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                            • 97

                            #43
                            PREFEITURA DE LAMBARI D OESTE MT 42 DE 141.
                            História
                            O local onde está situado o município de Lambari D’Oeste já foi conhecido por Gleba Cerejeira, tendo sido adquirido e loteado pela família Fidelis.
                            A denominação Lambari surgiu a partir de 1956, através de Luíz Vitorazzi, um dos fundadores da localidade. Este utilizou-se de todos os recursos para dar conforto e alimento aos seus familiares e, em certa ocasião, ao derrubar uma árvore sobre um riacho encontrou enorme quantidade de peixes (lambaris), municiou-se da melhor maneira possível, e pescou o que pode. A partir dessa época o sr. Luíz Vitorazzi denominou o curso d’água de Ribeirão Lambari.
                            Algum tempo depois, a Colonizadora Rio Branco oficializou a denominação do córrego Lambari, incluindo-o nos mapas cartográficos que caracterizam esta porção territorial oestina. Por muitos anos o lugar ficou conhecido por Vilarejo do Lambari.
                            O termo D’Oeste, foi acrescentado para diferenciá-lo de outro município existente no Estado de São Paulo.
                            Formação Administrativa
                            Distrito criado com a denominação de Lambari (ex-povoado), pela Lei Estadual n.º 4.379, de 06-11-1981, subordinado ao município de Rio Branco.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Lambari figura no município de Rio Branco.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                            Elevado à categoria de município com a denominação de Lambari D’Oeste, pela Lei Estadual n.º 5.914, de 20-12-1991, desmembrado do município de Rio Branco Cáceres. Sede no atual distrito de Lambari D’Oeste (ex-Lambari). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                            Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                            Fonte
                            Confederação Nacional de Municípios. 2011. Disponível em: http://www.cnm.org.br. Acesso em: out. 2011.Click image for larger version

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                            Última edição por MARCELO FEIJAO; 28-02-24, 16:48.

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                              • 97

                              #44
                              PREFEITURA DE RIO BRANCO MT 43 DE 141.
                              História
                              A denominação do município de Rio Branco é homenagem ao Rio Branco, curso d’água que banha a cidade e também referência à Colônia Rio Branco, implantada pelo governo do Estado numa área de 200 mil hectares, através do Decreto Lei n.º 1.598, de 22 de maio de 1953.
                              A colônia começou a partir de ações desenvolvidas por João Augusto Capilé, da Comissão de Planejamento da Produção, que buscava assentar colonos que tiveram problemas em Dourados e Jaciara.
                              Formação Administrativa
                              Distrito criado com a denominação de Rio Branco, pela Lei Estadual n.º 3.975, de 04-04-1978, subordinado ao município de Cáceres.
                              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Rio Branco figura no município de Cáceres.
                              Elevado à categoria de município com a denominação de Rio Branco, pela Lei Estadual n.º 4.151, de 13-12-1979, desmembrado do município Cáceres. Sede no atual distrito de Rio Branco (ex-localidade). Constituído de 3 distritos: Rio Branco, Panorama e Reserva do Cabaçal, todos desmembrados do município de Cáceres. Instalado em 18-02-1981.
                              Pela Lei Estadual n.º 4.379, de 06-11-1981, é criado o distrito de Lambari (ex-povoado) e anexado ao município de Rio Branco.
                              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 3 distritos: Rio Branco, Lambari e Reserva do Cabaçal.
                              Pela Lei Estadual n.º 5.011, de 13-05-1986, é desmembrado do município de Rio Branco o distrito de Reserva Cabaçal. Elevado à categoria de município.
                              Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Rio Branco e Lambari.
                              Pela Lei Estadual n.º 5.914, de 20-12-1991, é desmembrado do município de Rio Branco o distrito Lambari. Elevado à categoria de município com a denominação de Lambari d’Oeste.
                              Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                              Fonte
                              Rio Branco (MT). Prefeitura. 2010.
                              Arquivos Anexos

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                                • 97

                                #45
                                PREFEITURA DE SALTO DO CEU MT 44 DE 141.
                                História
                                HISTÓRIA

                                As origens do município estão no desdobramento dos assentamentos de colonos da Colônia Rio Branco, a partir de 1960.
                                Dando prosseguimento à procura de glebas aptas para produção de cereais, João Augusto Capilé Filho, chefe da Comissão de Planejamento da Produção, penetrou em terreno de mata fechada acima do Rio Branco, tendo a impressão que entrava em região virgem, intocada, tal a imponência que apresentava a floresta. Subindo o Rio Branco, Capilé escutou o rumor de um salto. Procurou conhecê-lo e se deparou com uma enorme queda d?água. Impressionado pela altura denominou-o Salto do Céu.
                                Em homenagem à queda d?água, o lugar de assentamento dos colonos adotou o nome de Salto do Céu.
                                A chegada de João Carreiro de Sá e de Cipriano Ribeiro Sobrinho assinalou o início da ocupação da terra em Salto do Céu. Os dias de abertura foram todos árduos, pois o trabalho era feito com foice, facão e machado.
                                O município foi criado em 13 de dezembro de 1979, pela Lei nº 4.152.
                                Fonte
                                Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
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