Marcelo feijao prefeituras de mato grosso 141 prefeituras

Collapse
X
 
  • Hora
  • Mostrar
Clear All
new posts
  • MARCELO FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Feb 2024
    • 97

    #46
    PREFEITURA DE CACERES MT 45 DE 141.
    História
    Desde sua fundação, a cidade desempenhou importante papel para a definição de fronteiras entre terras lusas e castelhanas. Também foi fundamental para a defesa da fronteira entre terras brasileiras e bolivianas, representando importante documento da história urbana do país. A navegação no rio Paraguai proporcionou a chegada de novos materiais de construção e novas influências o que resultou em uma arquitetura eclética e rebuscada em grande parte dos imóveis do centro histórico de Cáceres.
    O local era estratégico para a defesa e incremento da fronteira sudoeste de Mato Grosso em função da facilidade de comunicação entre Vila Bela da Santíssima Trindade e Cuiabá, e com a capitania de São Paulo pelo rio Paraguai. A Fazenda Jacobina, que ainda mantém sua importância histórica, destacava-se na primeira metade do século XIX por ser a maior da província de Mato Grosso, em área e produção.
    A cidade escapou das duas grandes tragédias mato-grossenses do século XIX: a Guerra do Paraguai e a peste de varíola. Ao fim da guerra com a livre navegação da Bacia do Prata e por consequência do rio Paraguai, Cáceres inicia uma nova fase de desenvolvimento. É elevada à condição de cidade em 3 de maio de 1874 e recebe as grandes fazendas-indústrias para produção de carne enlatada para exportação.
    Formação Administrativa
    Elevado à categoria de vila com a denominação de São Luis do Paraguai, pela Lei Provincial nº 8, de 28-¬06-¬1850.
    Pela Lei Provincial nº 1, de 16-¬06¬-1851, é extinta a vila de São Luis do Paraguai.
    Pela Lei Provincial nº 1, de 28-¬05¬1859, é recriada a vila com a denominação de Vila São Luís de Cáceres. Instalada em16-¬10¬-1859.
    Elevado à condição de cidade e sede do município com a denominação de São Luís de Cáceres, por força da Lei Provincial nº 3, de 30-¬05¬-1874.
    Pela Lei Estadual nº 145, de 08-¬04¬-1896, é criado o distrito de Barra dos Bugres e anexado ao município de São Luiz de Cáceres.
    Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Barra dos Bugres e Barra do Rio dos Bugres.
    Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-¬XII¬-1936 e 31-¬XII¬-1937.
    Pelo Decreto-lei Estadual nº 208, de 26-¬10¬-1938, o município de São Luiz Cáceres tomou a denominação de simplesmente Cáceres e Barra dos Bugres a chamar¬-se Barra do Bugre.
    No quadro fixado para vigorar no período de 1939¬-1943, o município é constituído de 2 distritos: Cáceres (ex-¬São Luiz de Cáceres) e Barra do Bugre (ex-¬Barra dos Bugres).
    Pelo Decreto-lei Estadual nº 545, de 31-¬12¬-1943, é desmembrado do município de Cáceres o distrito de Barra do Bugre. Elevado à categoria de município. O Decreto-¬lei acima citado criou o distrito de Porto Esperidião anexado ao município de Cáceres.
    Em divisão territorial datada de 1-¬VII¬-1950, o município é constituído de 2 distritos: Cáceres e Porto Esperidião.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-¬VII¬-1960.
    Pela Lei Federal nº 5.449, de 04-¬06¬-1968, Cáceres foi incluído entre os municípios declarados de interesse da Segurança Nacional.
    Pela Lei Estadual nº 3.806, de 03-¬11¬-1976, é criado o distrito de Jauru e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.971, de 04¬-04¬-1978, é criado o distrito de Salto do Céu e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.974, de 04-¬04-¬1978, é criado o distrito de Cristinópolis e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.975, de 04¬-04¬-1978, é criado o distrito de Rio Branco e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.982, de 05¬-06¬-1978, é criado o distrito de Reserva do Cabaçal e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.992, de 26-¬06¬-1978, é criado o distrito de Figueirópolis e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.995, de 26-¬06¬-1978, é criado o distrito de Lucialva e anexado ao município de Cáceres.
    Pela Lei Estadual nº 3.971, de 04¬-04-¬1978, é criado o distrito de Salto do Céu e anexado ao município de Cáceres.
    Em divisão territorial datada de 1-¬I¬-1979, o município é constituído de 9 distritos: Cáceres, Cristinópolis, Figueirópolis, Jauru, Lucialva, Porto Esperidião, Reservado Cabaçal, Rio Branco e Salto do Céu.
    Pela Lei Estadual nº 4.151, de 13¬12-¬1979, são desmembrados do município Cáceres os distritos de Rio Branco e Reservado Cabaçal, para constituir o novo município de Rio Branco.
    Pela Lei Estadual nº 4.152, de 13-¬12-¬1979, são desmembrados do município Cáceres os distritos de Salto do Céu e Cristinópolis, para constituir o novo município de Salto do Céu.
    Pela Lei Estadual nº 4.164, de 20-¬12-¬1979, são desmembrados do município de Cáceres os distritos de Jauru e Lucialva, para constituir o novo município de Jauru.
    Em divisão territorial datada de 1¬-VII¬-1983, o município é constituído de 4 distritos: Cáceres, Cristinópolis, Figueirópolis e Porto Esperidião.
    Pela Lei Estadual nº 5.012, de 13¬-05¬-1986, é desmembrado do município de Cáceres o distrito de Porto Esperidião. Elevado à categoria de município.
    Pela Lei Estadual nº 5.015, de 13-¬05¬-1986, é desmembrado do município de Cáceres o distrito de Figueirópolis. Elevado à categoria de município com a denominação de Figueirópolis D`Oeste.
    Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
    Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído de 5 distritos: Cáceres, Bezerro Branco, Caramujo, Horizonte do Oeste e Cuverlância.
    Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 4 distritos: Cáceres, Bezerro Branco, Caramujo, Horizonte do Oeste.
    Em divisão territorial datada de 2011, o município é constituído de 5 distritos: Cáceres, Bezerro Branco, Caramujo, Horizonte do Oeste e Nova Cáceres.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
    Fonte
    Cáceres (MT). IPHAN. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1472/. Acesso em: 25 ago. 2023.

    Click image for larger version

Name:	1c5fb9a9-0afd-4c67-93c9-f38fb2373fc0.jpg
Views:	2
Size:	60,7 KB
ID:	646046Click image for larger version

Name:	2a1f3e7f-9c79-4806-8783-be58bed21aa9.jpg
Views:	2
Size:	74,7 KB
ID:	646047Click image for larger version

Name:	40f077b1-dd9d-4b2d-9418-ca100e11ef24.jpg
Views:	2
Size:	69,7 KB
ID:	646048

    Comentário

    • MARCELO FEIJAO
      Fazedor de Chuva
      • Feb 2024
      • 97

      #47
      PREFEITURA DE BARAO DE MELGAÇO MT 46 DE 141.
      História
      Barão de Melgaço
      Mato Grosso — MT

      Histórico

      O primeiro nome da localidade foi Melgaço. A denominação Barão de Melgaço deve-se ao título honorífico dado ao almirante Augusto João Manoel Leverger - o Barão de Melgaço, por seus atos heróicos e suas qualidades como homem, militar e Presidente da Província de Mato Grosso.
      O almirante Leverger notabilizou-se ao mandar erigir uma trincheira fortificada nas colinas de Melgaço, no período da Guerra do Paraguai, à margem do rio Cuiabá, para conter tropas paraguaias que estariam para invadir a capital mato-grossense. Não ocorreu a invasão, mas houve a movimentação militar levergeriana de resistência.
      Quando o almirante Augusto Leverger foi receber o título de barão, pairavam dúvidas sobre o significado do termo Melgaço. Solicitou ao francês Boulanger, seu patrício e hábil projetista, a execução de um brasão e um diploma que lhe honrasse o título recebido. Em trecho da carta enviada com esse propósito, nos diz o Barão de próprio punho ″... peço a V. Exa. o obséquio de tratar da obtenção do diploma, brasão, etc., pois não tenho tempo nem facilidade de imaginar coisa alguma a este respeito. Ministrar-lhe-ei as seguintes verídicas informações. Não sei a significação nem a etimologia de Melgaço. É o nome de uma série de colinas que bordam o Rio Cuiabá, distante vinte léguas...' - Trecho do livro Leverger - o Bretão Cuiabanizado, de Virgílio Corrêa Filho.

      Formação Administrativa

      Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Santo Antônio do Rio Abaixo o distrito de Melgaço.
      Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se Santo Antônio.
      Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Santo Antônio passou a denominar-se Leverger o distrito de Melgaço a chamar-se Chacoré.
      No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Chacoré (ex-Melgaço) figura no município de Leverger (ex-Santo Antônio)
      Pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948, o distrito de Chacoré passou a denominar-se Barão de Melgaço o município de Leverger tomou o nome de Santo Antônio do Leverger.
      Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito Barão de Melgaço figura no município de Santo Antônio de Leverger.
      Elevado à categoria de município com a denominação de Barão de Melgaço, pela lei estadual nº 690, de 12-12-1953, desmembrado do município de Santo Antônio de Leverger. Sede no antigo distrito no atual distrito de Barão de Melgaço (ex-Chacoré). Constituído de 2 distritos: Barão de Melgaço e Joselândia, ambos desmembrados do município de Santo Antônio de Leverger.Instalado em 13-03-1954.
      Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Barão de Melgaço e Joselândia.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

      Alterações toponímicas distritais
      Melgaço para Chacoré alterado, pelo decreto-lei estadual nº 545, de 13-12-1943.
      Chacoré para Barão de Melgaço, alterado pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948.
      Fonte
      Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
      Click image for larger version

Name:	94952240-5cf9-4da9-8ce3-bd33ce901a59.jpg
Views:	2
Size:	78,5 KB
ID:	646049Click image for larger version

Name:	cc1dd5ce-0676-47d3-86b8-123a2c2526dd.jpg
Views:	2
Size:	69,4 KB
ID:	646050Click image for larger version

Name:	41665cd1-3383-4d96-84af-a4abe4828ad7.jpg
Views:	2
Size:	98,5 KB
ID:	646051

      Comentário

      • MARCELO FEIJAO
        Fazedor de Chuva
        • Feb 2024
        • 97

        #48
        PREFEITURA DE VARZEA GRANDE MT 47 DE 141.
        História
        A cidade de Várzea Grande nasceu da doação de uma sesmaria aos índios Guanás - hábeis canoeiros e pescadores - em 1832 por parte do Governo Imperial. Foi caminho obrigatório das boiadas que vinham de Rosário do Rio Acima (hoje Rosário Oeste) em busca de Cuiabá.
        Contudo, segundo a história tradicional, sua fundação está intimamente ligada ao acampamento militar construído durante a guerra com o Paraguai, supostamente nas imediações do atual centro da cidade - o Acampamento Couto Magalhães. No entanto, este acampamento militar que dava suporte à capital do estado durante a guerra, e que foi estabelecido a 15 de Maio de 1867, pelo General José Vieira Couto de Magalhães, se localizava na margem esquerda do Rio Cuiabá, ou seja, do lado da cidade de Cuiabá, próximo da barra do rio Coxipó.
        Formação Administrativa
        Distrito criado com a denominação de Várzea Grande, pela Lei Estadual n.º 145, de 08-04-1896, subordinado ao município de Cuiabá.
        Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Várzea Grande figura no município de Cuiabá.
        Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o distrito de Várzea Grande permanece no município de Cuiabá.
        Assim permanecendo no quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943.
        Elevado à categoria de município com a denominação de Várzea Grande, pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, desmembrado do município de Cuiabá e Nossa Senhora do Livramento. Sede no antigo distrito de Várzea Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 27-07-1949.
        Pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, é criado o distrito de Bom Sucesso (ex-povoado) e anexado ao município de Várzea Grande.
        Pela Lei Estadual n.º 370, de 31-07-1954, o distrito de Passagem Conceição foi transferido do município de Cuiabá para o de Várzea Grande.
        Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Várzea Grande, Bom Sucesso e Passagem da Conceição.
        Pela Lei Estadual n.º 2.131, de 21-01-1964, é criado o distrito de Porto Velho e anexado ao município de Várzea Grande.
        Pela Lei Estadual n.º 3.701, de 14-05-1976, é criado o distrito de Capão Grande e anexado ao município de Várzea Grande.
        Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 5 distritos: Várzea Grande, Bom Sucesso, Capão Grande, Passagem da Conceição e Porto Velho.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
        Fonte
        Várzea Grande (MT). Prefeitura. 2013. Disponível em: http://www.varzeagrande.mt.gov.br. Acesso em: maio 2013.
        Click image for larger version

Name:	b8417b3c-9d5d-4a2f-b17f-290befa72dfc.jpg
Views:	2
Size:	80,3 KB
ID:	646052Click image for larger version

Name:	5b151f78-384e-4dd9-a708-f32effdb44d9.jpg
Views:	2
Size:	74,3 KB
ID:	646053

        Comentário

        • MARCELO FEIJAO
          Fazedor de Chuva
          • Feb 2024
          • 97

          #49
          PREFEITURA DE CUIABA MT 48 DE 141.
          História
          A cidade de Cuiabá foi fundada oficialmente no dia 08 de Abril de 1719.
          A história registra que os primeiros indícios de Bandeirantes paulistas na região, onde hoje fica a cidade, datam de 1673 e 1682, quando da passagem do bandeirante Manoel de Campos Bicudo pela região. Ele fundou o primeiro povoado da região, no ponto onde o rio Coxipó deságua no rio Cuiabá, localidade batizada de São Gonçalo.
          Em 1718, chega ao local, já abandonado, a bandeira do paulista de Sorocaba, Pascoal Moreira Cabral, que depois de uma batalha perdida para os índios coxiponés, viu-se compensado pela descoberta de ouro, passando a se dedicar ao garimpo.
          Em 08 de Abril de 1719, Pascoal Moreira Cabral assina a ata da fundação de Cuiabá, no local conhecido como Forquilha, às margens do rio Coxipó. Foi a forma encontrada para garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. Em 1726, chega à região o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Reino de Portugal. No dia 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.
          Rapidamente, contudo, as lavras de ouro se mostraram menores que o esperado, o que acarretou o abandono do local por parte da população. Mas, um século depois de sua fundação, Cuiabá foi alçada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, e tornou-se a capital da então província de Mato Grosso no dia 28 de agosto de 1835 (antes a capital da província era Vila Bela da Santíssima Trindade).
          Há várias versões para a origem do nome Cuiabá. Uma delas é de que o nome tem origem na palavra bororo Ikuiapá que significa “lugar da Ikuia” (ikuia: flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava; pá: lugar), o nome designa uma localidade onde os índios bororos costumavam caçar e pescar, no córrego da Prainha (que corta a área central de Cuiabá). Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de Kyyaverá (que em guarani significa ‘rio de lontra brilhante’). Uma terceira hipótese conta que a origem da palavra está no fato de existirem árvores produtoras de cuia à beira do rio e que Cuiabá significaria “rio criador de vasilha”. Há ainda outras versões menos embasadas historicamente, que mais se aproximam de lenda do que de fatos.
          Formação Administrativa
          Distrito criado com a denominação de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, por Provisão Régia de 1722.
          Elevado à categoria de município com a denominação de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, em 1726. Sede na antiga vila de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Instalado em 01-01-1727.
          Por Alvará de 28-09-1814, é criado o distrito de Chapada e anexado ao município de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.
          Elevado à condição de cidade com a denominação de Cuiabá, Carta de Lei de 17-09-1818.
          Pelo Decreto n.º 30, de 26-08-1833, é criado o distrito de Brotas e anexado ao município de Cuiabá.
          Pela Lei Provincial n.º 07-08-1835, é criado o distrito de São Gonçalo e anexado ao município de Cuiabá.
          Por Alvará de 1820, e pela Lei Provisional n.° 19, de 28-08-1835, foi declarada Capital da Província de Mato Grosso.
          Pela Lei Estadual n.º 145, de 08-04-1896, é criado o distrito de Várzea Grande e anexado ao município de Cuiabá.
          Pelas Leis n.ºs 211, de 10-05-1899 e 387, de 12-04-1904, é criado o distrito de Registro do Araguaia e anexado ao município de Cuiabá.
          Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 8 distritos: Cuibá, Brotas, Chapada, Guia, Registro do Araguaia, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
          Pela Lei Estadual n.º 636, de 08-07-1913, é desmembrado do município de Cuibá, o distrito de Registro do Araguaia. Elevado à categoria de município.
          Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município é constituído de 7 distritos: Cuiabá, Brotas, Chapada, Guia, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
          Pela Resolução Estadual n.º 814, de 08-10-1920, foram criados os distritos de Coronel Ponce (ex-povoado de Capim Branco), e Rondonópolis e anexados ao município de Cuiabá.
          Pela Lei Estadual n.º 892, de 13-07-1923, é criado o distrito de Passagem da Conceição e anexado ao município de Cuiabá.
          Pela Lei Estadual n.º 1.064, de 30-06-1930, é criado o distrito de Aldeia e anexado ao município de Cuiabá.
          Pelo Decreto Estadual n.º 131, de 16-02-1932, é criado o distrito de Poxoréo e anexado ao município de Cuiabá.
          Em divisão administrativa de 1933, o município é constituído de 12 distritos: Cuiabá, Aldeia, Brotas, Chapada, Coronel Ponce, Guia, Passagem da Conceição, Poxoréo, Rondonópolis, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
          Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 13 distritos: Cuiabá, Aldeia, Brotas, Chapada, Coronel Ponce, Coxipó da Ponte, Guia, Passagem da Conceição, Poxoréu, Rondonópolis, São Gonçalo, Serra da Jibóia e Várzea Grande. Não figurando o distrito de Sé.
          Pelo Decreto-lei Estadual n.º 145, de 29-03-1938, é criado o distrito de Coxipó do Ouro e anexado ao município de Cuiabá.
          Pelo Decreto-lei Estadual n.º 208, de 26-10-1938, são desmembrados do município de Cuiabá os distritos de Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra (ex-Serra da Jibóia) e Rondonópolis, para constituir o novo município de Poxoréo. O Decreto-lei acima citado altera a denominação dos distritos de Aldeia e Serra da Jibóia, respectivamente, para Alegrete e Ponte de Pedra.
          Pela Lei Estadual n.º 209, de 02-12-1948, é criado o distrito de Jangada (ex-povoado), com território desmembrado do distrito de Engenho e anexado ao município de Cuiabá.
          No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 9 distritos: Cuiabá, Alegrete (ex-Aldeia), Brotas, Chapada, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Guia, Passagem da Conceição e Várzea Grande. Não figurando o distrito de São Gonaçalo.
          Pelo Decreto-lei Estadual n.º 545, de 31-12-1943, os distritos de Brotas, Chapada e Alegrete tomaram a denominação, respectivamente, de Acorizal, Chapada dos Guimarães e Engenho.
          Pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, é desmembrado do município de Cuiabá o distrito de Várzea Grande. Elevado à categoria de município.
          Pela Lei Estadual n.º 209, de 02-12-1948, é criado o distrito de Jangada (ex-povoado), com território desmembrado do distrito de Engenho e anexado ao município de Cuiabá.
          Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 9 distritos: Cuiabá, Acorizal (ex-Brotas), Chapada dos Guimarães (ex-Chapada), Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Engenho (ex-Alegrete) Guia, Jangada e Passagem da Conceição.
          Pela Lei Estadual n.º 691, de 12-12-1953, é desmembrado do município de Cuiabá os distritos Acorizal, Engenho e Jangada, para constituir o novo município de Acorizal.
          Pela Lei Estadual n.º 694, de 12-12-1953, é criado o distrito de São José da Serra (ex-povoado) e anexado ao município de Cuiabá.
          Pela Lei Estadual n.º 701, de 15-12-1953, é desmembrado do município de Cuiabá o distrito de Chapada do Guimarães. Elevado à categoria de município.
          Pela Lei Estadual n.º 370, de 31-07-1954, é transferido o distrito de Passagem da Conceição do município de Cuiabá para o de Várzea Grande.
          Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Cuiabá, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Guia e São José da Serra.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
          Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 4 distritos: Cuiabá, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro e Guia.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
          Fonte
          Cuiabá (MT). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.cuiaba.mt.gov.br. Acesso em: jan. 2014.

          Click image for larger version

Name:	cdd046b2-e202-4600-a3ba-76a6c0b5c903.jpg
Views:	2
Size:	101,1 KB
ID:	646054Click image for larger version

Name:	b88ff3b6-36b5-4d60-84fc-7950c6d5f9af.jpg
Views:	2
Size:	98,5 KB
ID:	646055

          Comentário

          • MARCELO FEIJAO
            Fazedor de Chuva
            • Feb 2024
            • 97

            #50
            PREFEITURA DE SANTA RITA DO TRIVELATO MT 49 DE 141.
            História
            Santa Rita do Trivelato
            Mato Grosso - MT

            Histórico

            O município de Santa Rita do Trivelato foi criado através da lei estadual nº 7.234, de 28 de dezembro de 1999, de autoria do deputado estadual Nico Baracat, com território desmembrado de Nova Mutum.
            Em 25 de setembro de 1999, reuniram-se nas dependências do Clube Magester, moradores da localidade então denominada Santa Rita, e também da região leste do município de Rosário Oeste a fim de formar uma Comissão Pró-Criação do município de Santa Rita do Trivelato.
            O presidente da reunião foi o Sr. Wilson Martinelli, sendo secretariado por Sra. Jaqueline Batistella Dürks e após ampla discussão ficou acertado que o presidente seria o Sr. Ilson Matschinske, tendo como colaboradores o próprio Martinelli e mais João Pedro Engelman, Egon Hoepers, Helga Ferreira, Luís Pedroso Soares, todos em prol de um ideal - a emancipação política de Santa Rita do Trivelato.
            A condução do trabalho legislativo foi do deputado Nico Baracat, que em sua justificativa mostrou o porquê da necessidade de emancipação ″... dispondo dos requisitos exigidos e de um potencial sócio-econômico-financeiro capaz para garantir e assegurar a sobrevivência e a expansão de seu crescimento e desenvolvimento, com base numa pecuária de leite e de corte moderna; num comércio pleno, numa indústria de semi-transformação, com aproveitamento calcado no extrativismo vegetal, além de outras potencialidades capazes de gerar riquezas e impostos'. O discurso convenceu os parlamentares, que passaram a conhecer melhor a realidade do lugar.
            O nome da cidade foi sugerido por Petrônio Sobrinho, chefe de gabinete do deputado Nico Baracat, em outubro de 1999. Segundo Petrônio, a primeira denominação era Santa Rita e, ao ser criado o município, o desejo da comunidade era que fosse Santa Rita do Teles Pires, sugestão rejeitada por força de lei federal. O nome da cidade é homenagem à Colonizadora Trivelato, empresa que ajudou a povoar o local, a partir de meados da década de setenta, emprestando seu nome à localidade.

            Formação Administrativa

            Elevado à categoria de município com a denominação de Santa Rita do Trivelato, pela lei Estadual nº 7234, de 28-12-1999, desmembrado de Nova Mutum. Sede no atual distrito de Santa Rita do Trivelato (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-2001.
            Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
            Fonte
            Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
            Click image for larger version

Name:	4a5679b6-5c54-47b7-ad85-4fdda0e300d9.jpg
Views:	2
Size:	81,6 KB
ID:	646056Click image for larger version

Name:	aaa0d950-1072-4ade-b058-1ea55fd568bd.jpg
Views:	2
Size:	89,6 KB
ID:	646057

            Comentário

            • MARCELO FEIJAO
              Fazedor de Chuva
              • Feb 2024
              • 97

              #51
              PREFEITURA DE TAPURAH MT 50 DE 141.
              História
              Tapurah
              Mato Grosso - MT

              Histórico

              As origens do povoamento vêm da colonização de Benedito M.Tenuta, Sérgio Leão Monteiro e Filinto Corrêa da Costa, que fundaram a Colonizadora Tapurah.
              O nome Tapurah se deve a José Tapurá, chefe da tribo indígena Iránxe. Este cacique participou ativamente do primeiro encontro do povo Iránxe do rio Cravari com o povo Iránxe do Escondido.
              Tenuta pretendeu adquirir terras do povo Iránxe do Escondido, à margem do córrego do Escondido, afluente do rio Papagaio. No entanto, Tenuta perdeu a questão. Mas a família ficou conhecendo o cacique José Tapurá. O chefe indígena deixou a região do Cravari e passou a viver com o povo do Escondido.
              Tapurá morava na região oeste do rio Sangue e a colonização de Tenuta encontrava- se na região da margem direita. A amizade indígena desse chefe representava o reconhecimento ao valor dos povos indígenas.
              A família Tenuta prezava o cacique, assim, deu o nome dele à nascente colonização. Os primeiros trabalhos de colonização ficaram por conta de Libertino Lourenço da Silva e José Roberto, em 1969. As primeiras famílias estabelecidas na localidade foram as de Silvino Barella e Silvino Sette.

              Formação Administrativa

              Distrito criado com a denominação de Tapurah, pela lei estadual nº 4407, de 30-11-1981, subordinado ao município de Diamantino.
              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Tapurah figura no município de Diamantino.
              Elevado à categoria de município com a denominação de Tapurah, pela lei estadual nº 5316, de 04-07-1988, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Tabapurah (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
              Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 2 distritos: Tabapurah e Novo Eldorado
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
              Fonte
              Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
              Click image for larger version

Name:	3ff072b4-6cd0-4314-9c51-d903989fd089.jpg
Views:	2
Size:	92,1 KB
ID:	646058Click image for larger version

Name:	e35e6956-f03d-4894-a222-62898e651890.jpg
Views:	2
Size:	85,9 KB
ID:	646059

              Comentário

              • MARCELO FEIJAO
                Fazedor de Chuva
                • Feb 2024
                • 97

                #52
                PREVEITURA MUNICIPAL DE NOVA XAVANTINA MT 51 DE 141.
                istória
                Nova Xavantina
                Mato Grosso - MT

                Histórico

                Em 1943, ocorreu a penetração da expedição Roncador-Xingu. A expedição comandada pelo coronel Flaviano de Matos Vanique, alardeava a Marcha para o oeste, de Getúlio Vargas, mas escondia o projeto de trasladar a capital do Brasil do Rio de Janeiro para um quadrilátero na bacia fluvial do Xingu, se assim fosse necessário.
                A Capital Federal, com o afundamento de navios brasileiros durante a II Grande Guerra, mostrava-se exposta demais a um ataque inimigo. Sem muitas defesas eficientes.
                No dia 14 de abril de 1944, o coronel Vanique lançou a pedra fundamental de Xavantina, na margem direita do rio das Mortes. O nome homenageava ao povo indígena xavante. E no dia 25 de maio o próprio Presidente Getúlio Vargas visitou Xavantina com seleta comitiva, destacando-se o Ministro do Exército, o cuiabano general Eurico Gaspar Dutra.
                A par desta investida, pretendeu a Fundação Brasil Central fazer assentamento agrário na região. O projeto não evoluiu. Os colonos insatisfeitos debandaram, tornando-se posseiros pelo leste e norte mato-grossense. Novo incremento só se verificou após 1950.
                A lei nº 2.059, de 14 de dezembro de 1963, criou o distrito com sede no sítio de Xavantina, mas com a denominação de Ministro João Alberto.
                Através da lei nº 3.759, de 29 de junho de 1976, se criou o distrito de Nova Brasília, com sede na margem esquerda do rio das Mortes, em frente ao distrito Ministro João Alberto, formando-se, na prática, uma só comunidade dividida pelo rio.
                Quando a região progrediu e chegou o momento da criação do município, as duas sedes distritais lutaram pelo nome. Apaziguaram-se os ânimos com a escolha de nome conciliador. De Nova Brasília se tomou o termo Nova, e se lhe agregou o de Xavantina. O município foi nomeado de Nova Xavantina, criado dia 3 de março de 1980, pela lei estadual nº 4.176.

                Formação Administrativa

                Elevado á categoria de município e distrito com a denominação de Nova Xavantina, pela lei estadual nº 4176, de 03-03-1980, desmembrado do município de Barra do Garças. Sede no atual distrito de Nova Xavantina. Constituído do distrito sede Instalado em 14-01-1981.
                Pela lei estadual nº 4353, de 01-10-1981, é criado o distrito de Campinápolis (ex-povoado), e anexado ao município de Nova Xavantina.
                Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 2 distritos: Nova Xavantina e Campinápolis.
                Pela lei estadual nº 4994, de 13-03-1986, desmembra do município de Nova Xavantina o distrito de Campinápolis. Elevado à categoria de município.
                Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.
                Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 2 distritos: Nova Xavantina e União do Leste.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                Fonte
                Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
                Click image for larger version

Name:	14e22331-fffe-4842-b12e-7a916a54ddad.jpg
Views:	2
Size:	79,9 KB
ID:	646060Click image for larger version

Name:	f9a6041b-1872-4863-b015-56e0877c942b.jpg
Views:	2
Size:	81,3 KB
ID:	646061

                Comentário

                • MARCELO FEIJAO
                  Fazedor de Chuva
                  • Feb 2024
                  • 97

                  #53
                  PREFEITURA DE AGUA BOA MT 52 DE 141.
                  História
                  Água Boa
                  Mato Grosso - MT

                  Histórico

                  Água Boa recebeu este nome no período da abertura da BR-158, que corta a região. Ao canalizar um córrego, fazendo a água passar pela frente de seu rancho, às margens da estrada em construção. Sr. Manoel utilizava-se do recurso de canalização de água para uso doméstico e para a criação de galinhas, porcos e gado.
                  Com o tempo, o Sr. Manoel passou a oferecer sua residência aos viajantes que por ali demandavam, mais por ser a única opção de hospedagem do que pela vocação comercial do bom homem.
                  O local passou a ser conhecido como Pousada dos Viajantes, e o dono do lugar passou a ser conhecido como Mané da Água Boa, em referência à excelente qualidade da água oferecida aos hospedes.
                  A estalagem foi sendo ampliada e melhorada, tornando-se um bom comércio, inclusive, com posto de combustíveis. Todas as pessoas que demandavam a essa região conheciam a pousada e comércio do Mané da Água Boa.
                  Desta forma, o lugar passou a ser conhecido regionalmente, sendo referência obrigatória aos que viajavam pelas bandas dos atuais municípios de Água Boa e Canarana.
                  Na década de setenta um grande fluxo migratório atingiu a região, ocupando e preenchendo grandes vazios demográficos, dando importância econômica e geográfica ao lugar, permitindo, inclusive, a inclusão de seu nome em mapas cartográficos de Mato Grosso.
                  A fundação oficial do núcleo deu-se em 9 de julho de 1976. O município foi criado a 26 de dezembro de 1979, pela Lei Estadual

                  Formação Administrativa

                  Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Água Boa, pela lei estadual 4166, de 26-12-1979, desmembrado do município de Barra do Graças. Sede no atual distrito de Água Boa. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-01-1981.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 3 distritos: Água Boa, Jangada e Serrinha.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                  Fonte
                  Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
                  Click image for larger version

Name:	9ea5d458-0081-4712-95c9-c258fa1976c9.jpg
Views:	2
Size:	90,7 KB
ID:	646062Click image for larger version

Name:	2df3638c-de01-49fb-b515-f4b1ead955fa.jpg
Views:	2
Size:	76,1 KB
ID:	646063

                  Comentário

                  • MARCELO FEIJAO
                    Fazedor de Chuva
                    • Feb 2024
                    • 97

                    #54
                    PREFITURA DE CANARANA MT 53 DE 141.
                    História
                    Canarana
                    Mato Grosso - MT

                    Histórico

                    O nome de Canarana foi escolhido por Norberto Schwantes, um pastor luterano, gaúcho de Carazinho, por ocasião da elaboração do anteprojeto que criaria o núcleo de colonização, em 1972. Schwantes foi um idealizador e muito se deve ao seu trabalho pioneiro.
                    A melhor forma de traduzir o significado do nome de Canarana é transcrever um trecho do livro Uma Cruz em Terranova, escrito pelo próprio Schwantes, em seus últimos dias de vida ″... Voltei ao Rio, onde Bertoni e Orlando trabalhavam na elaboração do anteprojeto, que já estava quase pronto. Aí, Orlando me perguntou: Como vamos chamá-lo? Só então me dei conta de que o projeto precisava de um nome. Pensei em nomes de grandes homens, mas eu não conhecia muito bem nossos heróis nacionais. Nome de santo é que não seria. Então, pensei na flora amazônica e pedi que me fizesse imediatamente uma relação dos nomes de plantas típicas da região... gostei de nomes como buriti, açai, etc. Mas, de repente, um me chamou atenção: Canarana. Que é isso? - É um famoso capim da Amazônia, aliás o mais famoso. Gostei do nome, pois lembrava Canaã, a Terra Prometida. Toda aquela aventura já tinha um nome: Projeto Canarana...'.

                    Formação Administrativa

                    Distrito criado com a denominação de Canarana, pela lei estadual nº 3759, de 29-06-1978, subordinado ao município de Barra do Garças.
                    Em divisão territorial datada de 1-I-979, o distrito de Canarana figura no município de Barra do Garças.
                    Elevado à categoria de município com a denominação de Canarana, pela lei estadual nº 4165, de 26-12-1979, desmembrado do município de Barra do Garças. Sede no atual distrito de Canarana. (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-01-1981.
                    Em divisão territorial datada 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede.
                    Pela lei estadual nº 4774, de 09-10-1984, é criado o distrito de Ribeirão Bonito e anexado ao município de Canarana.
                    Pela lei estadual nº 5267, 03-05-1988, desmembra do município Canarana o distrito de Ribeirão Bonito. Elevado à categoria de município com a denominação de Ribeirão Cascalheira.
                    Em divisão territorial datada 1993, o município é constituído do distrito sede.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                    Fonte
                    Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
                    Click image for larger version

Name:	4e67cb8b-6a87-44eb-8755-66113cc5dcf9.jpg
Views:	2
Size:	65,4 KB
ID:	646064Click image for larger version

Name:	009f6798-6363-4810-a589-8bc348ec2137.jpg
Views:	2
Size:	72,2 KB
ID:	646065Click image for larger version

Name:	251ee332-0a0e-411e-a907-6b5e3998e2cb.jpg
Views:	2
Size:	79,3 KB
ID:	646066

                    Comentário

                    • MARCELO FEIJAO
                      Fazedor de Chuva
                      • Feb 2024
                      • 97

                      #55
                      PREFEITURA DE GENERAL CARNEIRO MT 54 DE 141.
                      História
                      General Carneiro
                      Mato Grosso - MT

                      Histórico

                      A primeira pessoa a se estabelecer na região foi o major Catarino. Inicialmente o lugar foi Barreiro Grande, devido a um verdadeiro barreirão nas proximidades de onde surgiu o núcleo urbano. Em 1892, no governo do presidente Floriano Peixoto, chegava a Barreiro Grande uma expedição com a finalidade de levantar uma linha telegráfica ligando Mato Grosso a Goiás. Dirigida pelo tenente-coronel Antonio Ernesto Gomes Carneiro, mais tarde general Gomes Carneiro, trazia como subcomandante o tenente Cândido Mariano da Silva Rondon.
                      Barreiro Grande tornou-se posto avançado e sede temporária das tropas. Ali Gomes Carneiro iniciou um grande prédio. No entanto, o comandante teve que retirar-se para frente de batalha, por determinação do Governo Federal. Foi combater os federalistas na cidade paranaense da Lapa, onde veio a falecer.
                      Com o passar dos anos foi criado o distrito que incorporou e simplificou o nome da estação telegráfica para General Carneiro.

                      Formação Administrativa

                      Distrito criado com a denominação de General Carneiro, pela lei nº 1158, de 18-11-1958, subordinado ao município de Tesouro.
                      Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de General Carneiro, figura no município de Tesouro.
                      Elevado à categoria de município com a denominação General Carneiro, pela lei estadual nº 2051, de 03-12-1963, desmembrados dos municípios de Tesouro e Barra do Garças. Constituído do distrito sede. Instalado em 27-02-1964.
                      Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do distrito sede.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1999.
                      Pela lei municipal nº 482, de 26-06-2001, é criado o distrito de Paredão Grande (ex-povoado de Vila Paredão) e anexado ao município de General Carneiro.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.
                      Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 2 distritos: General Carneiro e Paredão Grande.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                      Fonte
                      Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
                      Click image for larger version

Name:	299f4458-b5ec-4033-ab7c-5fd376177185.jpg
Views:	2
Size:	70,0 KB
ID:	646067Click image for larger version

Name:	3884c76b-4e9f-4425-912f-71e92d9f4119.jpg
Views:	2
Size:	54,9 KB
ID:	646068

                      Comentário

                      • MARCELO FEIJAO
                        Fazedor de Chuva
                        • Feb 2024
                        • 97

                        #56
                        PREFEITURA DE TABAPORA MT 55 DE 141.
                        História
                        Tabaporã
                        Mato Grosso - MT

                        Histórico

                        O território do município foi inicialmente habitado por nações indígenas. A denominação do município é de origem Tupi, sendo homenagem aos antigos moradores desta vasta área, hoje habitada pelo homem branco. E foi um ilustre cidadão, um poeta da mais alta linhagem que sugeriu o nome da cidade — Carlos Drummond de Andrade, o mineiro que ficou imortalizado pelos versos que compôs ″no meio do caminho existia uma pedra, existia uma pedra no meio do caminho″.
                        Tabaporã significa taba: aldeia, povoação e porã: bonito, belo, formoso. ″Cidade Bonita″.
                        Com certeza seus povoadores preveem um futuro brilhante para esta cidade encravada no seio da floresta amazônica. Para a formação da Bacia Amazônica contribuem os rios São Francisco e Apiacás, além de inúmeros afluentes, constituindo-se numa região de considerável índice de concentração hidrográfica, portanto, de excelente drenagem fluvial. Outro fator extremamente importante é a topografia do terreno, a maioria é plana, sem limites para a mecanização agrícola.
                        Certamente com a expansão da fronteira agrícola e a construção de boas estradas vicinais, rodovias e boas condições de trabalho o progresso fincará pé na ″Cidade Bonita″.
                        A comunidade surgiu a partir de 1984, em função do projeto de colonização da Gleba Tabaporã, cuja área era de quase quarenta mil quilômetros quadrados. Deu-se a partir de um contrato firmado entre Apolinário Empreendimentos Imobiliários Ltda., pertencente ao Grupo Comercial Isaías Apolinário e Zé-Paraná Empreendimentos Ltda., pertencente ao colonizador e comendador José Pedro Dias, popularmente conhecido como Zé Paraná, pioneiro na região e fundador do município de Juara — MT.
                        A efetiva ocupação do núcleo de colonização ocorreu com a venda dos primeiros lotes. Foi pioneiro nesta área o agricultor Ademir Jesuíno Costa, que veio com sua família da cidade paulista de Monte Castelo, fixando residência em Tabaporã.
                        Grande fluxo migratório registrou-se em 1985. Centenas de famílias chegavam ao lugar à procura do sonho da terra própria, a maioria desses pioneiros provinha dos Estados de São Paulo e Paraná.
                        A propaganda de terra boa e baixo custo atraíram muita gente, permanecendo em efervescência até 1986. A partir do ano seguinte, observou-se uma estabilização na vinda de famílias migrantes, em função do quadro de venda nas áreas agricultáveis por problemas conjunturais de influência nacional.
                        O povoado em crescimento tomava forma de cidade, e seus moradores se organizaram politicamente e reivindicaram maior poder de decisão.

                        Gentílico: tabaporaense

                        Formação Administrativa

                        Distrito criado com a denominação de Tabaporã, pela lei estadual nº 5093, de 16-12-1986, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.
                        Em divisão territorial datada de 1988, o distrito de Tabaporã figura no município de Porto dos Gaúchos.
                        Elevado à categoria de município com a denominação de Taboporã, pela lei estadual nº 5913, de 20-12-1991, desmembrado do município de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Tabaporã (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                        Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                        Fonte
                        CityBrazil <http://www.citybrazil.com.br>
                        Click image for larger version

Name:	110addee-c533-42d9-aab8-789152e161c6.jpg
Views:	2
Size:	91,6 KB
ID:	646069Click image for larger version

Name:	0f4f384c-e647-479c-9ffd-fe0948be3176.jpg
Views:	2
Size:	85,4 KB
ID:	646070

                        Comentário

                        • MARCELO FEIJAO
                          Fazedor de Chuva
                          • Feb 2024
                          • 97

                          #57
                          PREFEITURA DE CLAUDIA MT 56 DE 141.
                          História
                          Cláudia
                          Mato Grosso - MT

                          Histórico

                          Os primeiros habitantes da região onde está assentado o município de Cláudia, foram os índios Kayabi, de língua tupi. A chegada dos brancos, principalmente os seringueiros, ocasionou o afastamento dos índios para outras regiões, como para a área do Xingu e na área indígena Kayabi.
                          A colonização de Cláudia se deu em meados de 1978, após a aprovação do Projeto de Colonização designado ″Gleba Celeste-5ª Parte″, constituído por 715 lotes rurais e 1.014 chácaras, com uma área de 113.146.8470 hectares. Emancipado pela portaria INCRA/Nº 15 de 19 de maio de 1981, e portaria MIRAD/SEASC/Nº 20, de 12 de julho de 1988, sendo aprovado também o loteamento denominado Cidade Cláudia em conformidade com o decreto - lei nº 58, de 10 de dezembro de 1977, regulamentado pelo Decreto nº 333097 de 15 de setembro de 1978 e pela lei nº 6.766 de 19 de dezembro de 1979, registrado sob o nº 01 da matrícula nº 17.636, do livro nº 2-BC de Registro Geral em 3 de abril de 1984, no cartório de 6° Ofício, 3ª Circunscrição Imobiliária da Comarca de Cuiabá, Estado de Mato Grosso, ainda município de Sinop.
                          Até alcançar a sua emancipação político-administrativa, o município de Cláudia era administrado por uma subprefeitura vinculada ao município mãe (Sinop). Todo loteamento Gleba Celeste, as cidades, estradas, córregos, ribeirões e bairros receberam nomes de mulheres.
                          A literatura existente conta que foram denominadas assim pelo colonizador Enio Pepino, proprietário da Colonizadora Sinop S.A, empresa responsável pela colonização desta região, na intenção de homenagear as mulheres.
                          ″As mulheres dentro da pureza de sua criação, são fontes de vitalidade na organização do bem familiar, contribuem, dão significado e tornam possível a visão de um futuro de paz e progresso. Foi dessa inspiração que nasceu o nome de Cláudia.″ Existe ainda muito folclore quanto à denominação do nome de Cláudia, alguns dizem que os nomes de mulheres seriam para homenagear amigas do colonizador Enio Pepino, porém isso nunca foi confirmado.
                          A cidade Cláudia foi projetada para receber 25.000 habitantes, servindo de apoio aos bairros rurais dos municípios de: Fátima, Lenita, Beatriz, Ireni, Veruska, e os bairros e chácaras Brasília e Cuiabá. O povoado de Cláudia passou a ser distrito no ano de 1983, através de uma indicação do então vereador Wilson Baggestoss, aprovada pela Câmara de Sinop sob o nº 001/83, transformando posteriormente no projeto de lei nº 080/85, o qual definia a área e os limites do município.
                          Em 25 de maio de 1985, o Diário Oficial de Mato Grosso publicava o projeto de lei nº 48/85, que criava o distrito de Cláudia, mas por motivos vários somente foi transformado na lei 5045, em 1º de setembro de 1986, sancionada pelo ex-governador Vilmar Peres.
                          Cláudia continuou se desenvolvendo de forma expressiva, o que motivou as lideranças políticas locais a lutarem para que o distrito viesse a ser município, para que isso acontecesse foi encaminhado um ofício ao deputado José Lacerda para que este defendesse junto à Câmara Legislativa Estadual o projeto de lei que transformaria Cláudia em município.


                          Formação Administrativa

                          Distrito criado com a denominação de Claudia, pela lei estadual nº 5045, de 01-09-1986, subordinado ao município de Sinop.
                          Elevado à categoria de município com a denominação de Claudia, pela lei estadual nº 5319, de 04-07-1988, desmembrado dos municípios de Sinop, Itaúba e Marcelândia. Sede no atual distrito de Claudia (município de Sinop). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
                          Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                          Fonte
                          Prefeitura Municipal de Cláudia <www.claudia.mt.gov.br>
                          Click image for larger version

Name:	8a567286-2415-4716-9472-dcdb7773f8be.jpg
Views:	2
Size:	88,3 KB
ID:	646071Click image for larger version

Name:	bb259e45-4914-4023-98ce-5ad6e13a9b19.jpg
Views:	2
Size:	83,5 KB
ID:	646072

                          Comentário

                          • MARCELO FEIJAO
                            Fazedor de Chuva
                            • Feb 2024
                            • 97

                            #58
                            PREFEITURA DE UNIAO DO SUL MT 57 DE 141.
                            História
                            União do Sul
                            Mato Grosso - MT

                            Histórico

                            Em 1982, a Colonizadora Paralelo 16 lançou projeto de colonização na região onde está assentado o município de União do Sul. Trouxe colonos dos estados do sul.
                            No dia 18 de julho de 1982, estabeleceram-se na localidade as famílias de Jacondo Bedin, Jorge Zampieron, Ari Altennofen, Aquiles Bedin e Cristiano Zampieron e lançaram as primeiras sementes no lugar. E, em 1984, chegaram José Palhares e Gabriel Simão à região. Tencionavam explorar a mata com o cultivo de seringais. Formou-se, então, um núcleo convergente na região, aparecendo os primeiros comerciantes e agricultores.
                            O primeiro nome dado ao lugar foi Vila União, povoada por famílias vindas dos Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Uma característica marcante do lugar é a união que reina na comunidade. Esta aliança comunitária ficou patente quando foram abertas as estradas da região, pelos moradores do lugar, assim como a primeira escola e a primeira igreja, tudo construído em forma de mutirão, com a força da união da população.
                            A denominação de União do Sul foi sugerida por Adelmo Ragnini, e ocorreu numa tarde do ano de 1986. Na ocasião, um grupo de moradores postados à sombra de uma árvore tomava cerveja, comia churrasco e discutia a viabilidade da alteração do nome da localidade.
                            Muitos nomes foram lembrados, inclusive o de Nova Concórdia, numa referência à cidade catarinense de Concórdia, da qual muitos pioneiros se originavam. No entanto, dentre todas as sugestões a escolhida foi União do Sul. Trata-se de referência ao primeiro nome do lugar, Vila União, em homenagem ao espírito agregador da comunidade, e em referência à região de onde veio a maioria dos migrantes, o sul do Brasil.

                            Formação Administrativa

                            Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de União do Sul, pela lei estadual nº 6701, de 21-12-1995, desmembrado dos municípios de Cláudia, Marcelândia e Santa Carmem. Sede no atual distrito de União do Sul (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em01-01-1997.
                            Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                            Fonte
                            Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
                            b2b87fbc-4fb1-461b-9198-9c4b6b1e6437.jpg (68,7 KB)
                            Arquivos Anexos

                            Comentário

                            • MARCELO FEIJAO
                              Fazedor de Chuva
                              • Feb 2024
                              • 97

                              #59
                              PREFEITURA DE NOVA GUARITA MT 58 DE 141.
                              Nova Guarita
                              Mato Grosso - MT

                              Histórico

                              Nova Guarita surgiu com a vinda de famílias de agricultores do Rio Grande do Sul, arrendatários de áreas indígenas, que foram expulsos, no ano de 1978, das reservas indígenas de Nonoai, Tenente Portela e Miraguai, pelos índios Kaigangues.
                              A área do município, como do resto da grande parte dos municípios limítrofes, pertencia à União e fora escolhida principalmente por existir a BR-163 e MT-J1, que ofereciam uma infraestrutura que facilitava o acesso, além, é claro, da fertilidade das terras.
                              A transferência dos agricultores do Sul foi pela Coopercana, que elaborava um projeto emergencial com a construção de agrovilas, com chácaras e casas, além de um lote rural com aproximadamente 200 hectares, sendo uma área 50 (cinquenta por cento) destinada à agricultura, e o restante à formação de uma reserva em condomínio, cuja localização era descontinua às terras agricultáveis.
                              Cada agrovila foi projetada para receber aproximadamente 100 (cem) famílias, totalizando o projeto inicial 10 (dez) agrovilas, das quais 3 (três) se situam no município de Nova Guarita, que são as agrovilas Planalto, Nonoai e Guarita, que dado o seu crescimento tornou-se a sede do município e passou a chamar-se de Nova Guarita.
                              O projeto de colonização e assentamento foi subsidiado pelo Governo Federal através do Ministério do Interior.
                              As áreas remanescentes do projeto de colonização, devolutas, porque pertenciam à União, foram rapidamente ocupadas por posseiros que vieram de todas as partes do país. Foram divididas em pequenos lotes de 20 e 40 hectares e hoje estão em fase de regularização fundiária pelo INCRA.
                              Na década de 1980, surge na região e em nosso município uma forte corrente migratória, consequência do garimpo de ouro. As áreas auríferas, rios e margens foram praticamente dizimados com prejuízos ao meio ambiente que até hoje trazem sequelas irreparáveis. A fase do garimpo paralisou quase por completo a agricultura e desestruturou social e economicamente a grande maioria das famílias. Trouxe, porém, um desenvolvimento econômico, mas que fez surgir um comércio rapidamente, destinado a atender a demanda que a produção de ouro exigia.
                              Passada esta década de enganosa euforia econômica, surgiu a indústria madeireira, que absorveu parte da mão de obra ociosa que era ocupada pelo garimpo, começando novamente a agricultura e criação de gado de leite, cuja produção é assumida pela Coopernova e Laticínio de Colíder, e gado de corte cuja produção é assumida por frigoríficos existentes na região.

                              Formação Administrativa

                              Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Nova Guarita, pela lei estadual nº 5899, de 19-12-1991, desmembrado do município de Colíder. Sede no atual distrito de Nova Guarita. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                              Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                              Fonte
                              Prefeitura Municipal de Nova Guarita <www.prefeituradenovaguarita.com.br>


                              Click image for larger version

Name:	ef2df64c-b85b-44cc-a547-b91cc3d8bb38.jpg
Views:	2
Size:	81,2 KB
ID:	646076Click image for larger version

Name:	ca6f5f75-40a6-4eda-8e05-a686cc9be9a5.jpg
Views:	2
Size:	83,7 KB
ID:	646077

                              Comentário

                              • MARCELO FEIJAO
                                Fazedor de Chuva
                                • Feb 2024
                                • 97

                                #60
                                PREFEITURA DE CASTANHEIRA MT 59 DE 141
                                História
                                História de Castanheira

                                O nome 'Castanheira' foi sugerido pelo dr. Hilton Campos, engenheiro civil responsável pelo Projeto Juína, que
                                A denominação do município teve origem no nome comum e popular do castanheiro ou
                                castanha-do-pará, árvore de grande porte desta porção territorial amazônica e classificada como Bertholletia Excelsa, da família das lecitidáceas. É a mais alta das árvores da região e seu fruto, é bastante apreciado.
                                Pode-se dizer que a castanheira é a rainha das árvores da Amazônia, nativa e típica da região. Apesar de ser madeira protegida por lei está em franco processo de extinção.
                                colonizou vasta área na região noroeste mato-grossense, incluindo-se o próprio município de Castanheira. Segundo ele, o nome foi dado porque haviam muitos castanheiros no local onde está situada a cidade e também em toda a região.
                                O núcleo Castanheira era rota de passagem para Juína, Aripuanã, Juruena e Cotriguaçu. Mais tarde foi cortada pela rodovia AR-1, implantada pela Codemat, sendo esta a principal artéria regional. Esta via foi aberta sob o comando do engenheiro Hilton Campos.
                                O município de Castanheira foi criado em 04 de julho de 1988, pela Lei Estadual nº 5.320.
                                Fonte
                                Prefeitura Municipal de Castanheira
                                Click image for larger version

Name:	db9c5a8c-0d15-4e13-bc4e-664440809414.jpg
Views:	2
Size:	73,9 KB
ID:	646078Click image for larger version

Name:	eb03effa-adc8-490d-bc5b-2eb9cdbe3240.jpg
Views:	2
Size:	73,3 KB
ID:	646079Click image for larger version

Name:	504a8815-784f-480d-bcb7-a8dd7350c935.jpg
Views:	2
Size:	84,0 KB
ID:	646080

                                Comentário

                                Working...