Marcelo feijao prefeituras de mato grosso 141 prefeituras

Collapse
X
 
  • Hora
  • Mostrar
Clear All
new posts
  • MARCELO FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Feb 2024
    • 97

    #16
    PREFEITURA DE ACORIZAL MT 15 DE 141



    História
    Acorizal
    Mato Grosso - MT

    Histórico

    A povoação do município surgiu à sombra da mineração. Tão logo deram de rarear as catas fáceis, praticamente colhidas a mão, e julgaram-nas as manoplas implacáveis do fisco, verificou-se a deserção em escala perigosa dos habitantes do Arraial do Senhor Bom Jesus do Cuiabá. A maioria em busca de novas minas promissoras, outros, no entanto, menos aventureiros ou de índole agrária, enveredaram-se pelas margens do Rio Cuiabá acima e seus afluentes, na tentativa de real fixação ao solo, através do cultivo de bens de consumo que a vila se mostrava desprovida.
    Estes foram, possivelmente, os primeiros moradores do atual Município de Acorizal. Teve assim o município, ao contrário de outros vizinhos, origem essencialmente agrícola, transplantando para as suas propriedades a cana-de-açúcar, introduzida por Antonio da Silva Lara.

    Formação Administrativa

    Distrito criado com a denominação de Brotas, pelo decreto nº 30, de 26-08-1833, no município de Cuiabá.
    Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Cuiabá o distrito de Brotas.
    Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937 o distrito de Brotas permanece no município de Cuiabá.
    Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o distrito de Brotas passou a denominar-se Acorizal.
    No quadro fixado para vigorar no período de 1949-1953, o distrito de Acorizal permanece no município de Cuiabá.
    Elevado à categoria de município com a denominação de Acorizal, pela lei estadual nº 691, de 12-12-1953, desmembrado de Cuiabá. Sede no antigo distrito de Acorizal. Constituído de 3 distritos: Acorizal, Engenho e Jangada, todos desmembrados do município de Cuiabá. Instalado em 30-06-1954.
    Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Acorizal, Engenho e Jangada.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
    Pela lei estadual nº 5051, de 11-09-1986, desmembra do município de Acorizal o distrito de Jangada. Elevado à categoria de município.
    Pela lei estadual nº 5043, é criado o distrito de Baús e anexado ao município de Acorizal.
    Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído de 3 distritos: Acorizal, Baús e Engenho.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

    Alteração toponímica distrital

    Brotas para Acorizal, alterado pela lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
    Fonte
    IBGE



    Click image for larger version

Name:	IMG_6512.jpg
Views:	1
Size:	63,4 KB
ID:	645962Click image for larger version

Name:	IMG_6510.jpg
Views:	1
Size:	88,1 KB
ID:	645963

    Comentário

    • MARCELO FEIJAO
      Fazedor de Chuva
      • Feb 2024
      • 97

      #17
      PREFEITURA DE NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO MT 16 DE 141.


      História
      Nossa Senhora do Livramento
      Mato Grosso - MT

      Histórico

      Em 1730, paulistas descobriram ouro no Ribeirão Cocais, a seis léguas de Cuiabá e a três quilômetros do local onde mais tarde se formou a primeira povoação, berço da futura cidade. As origens do município são garimpeiras.
      O primeiro nome popular foi Cocais, depois São José dos Cocais, em referência ao rio e ao santo protetor. A lei nº 11, de 26 de agosto de 1835, criou a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, alterando, assim, o nome original de São José dos Cocais.
      A crendice popular livramentense conta que, durante uma viagem, ainda no começo do século XIX, a imagem de Nossa Senhora do Livramento passava pelo povoado de São José dos Cocais, vinda de Portugal, carregada em cima do lombo de um burro. A comitiva parou para descansar e na saída o animal, que carregava a imagem da santa empacou. Não queria mais sair do lugar. Ao ser tirada a imagem de cima do lombo do animal, este se punha a andar. A cada tentativa de colocá-la no lombo do burro observava-se nova empacada. Com isso, os chefes da comitiva decidiram desistir de ir adiante e construíram um pequeno rancho, no qual entronizaram a imagem de Nossa Senhora do Livramento. A partir daí a santa emprestou seu nome à localidade.

      Formação Administrativa

      Distrito criado com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 11, de 26-08-1835, no município de Cuiabá.
      Elevado à categoria de vila com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 593, de 21-05-1883, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no atual distrito de Livramento. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-06-1884.
      Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
      Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
      Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, é criado o distrito de Pirizal e anexado ao município de Livramento.
      Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Livramento passou a denominar-se São José dos Cocais.
      No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.
      No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.
      Pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948, o município de São José dos Cocais voltou a denominar-se Nossa Senhora do Livramento.
      Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de distritos: Nossa Senhora do Livramento e Pirizal.
      Pela lei estadual nº 1214, de 29-12-1958, é criado o distrito de Seco (ex-povoado), e anexado ao município de Nossa Senhora do Livramento.
      Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal e Seco.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
      .
      Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 4 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal, Ribeirão dos Cocais e Seco.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

      Alterações toponímicas municipais
      Livramento para São José dos Cocais, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
      São José dos Cocais para Nossa Senhora do Livramento, alterado pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948.
      Fonte
      Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

      Click image for larger version

Name:	IMG_5457.jpg
Views:	1
Size:	100,0 KB
ID:	645964Click image for larger version

Name:	IMG_5455.jpg
Views:	1
Size:	98,8 KB
ID:	645965

      Comentário

      • MARCELO FEIJAO
        Fazedor de Chuva
        • Feb 2024
        • 97

        #18
        PREFEITURA DE POCONE MT 17 DE 141 .

        História
        Poconé
        Mato Grosso — MT

        Histórico

        A origem de Poconé foi em 1777, com a descoberta de ouro. O primeiro nome do lugar foi Beripoconé, em referência à tribo indígena que habitava a região.
        A 21 de janeiro de 1781, o mestre de campo Antonio José Pinto de Figueiredo, a mando do Governador da Capitania, capitão-general Luíz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, lavrou a ata de fundação do Arraial de São Pedro D′El Rey, ″... e não Arraial de Beripoconé, por ser este nome gentílico e bárbaro, e derivar-se do gentio, que habitou nesta paragem'.
        O decreto geral do governo regencial, de 25 de outubro de 1831, criou o município com a denominação de Villa de Poconé, voltando o nome antigo, pouco modificado. Neste decreto, ocorreu pela primeira vez a designação de limites em ato de criação de município em Mato Grosso.
        A 01 de junho de 1863, através de lei provincial, o município de Poconé recebeu foro de cidade.

        Formação Administrativa

        Distrito criado com a denominação de Poconé, por resolução régia de 09-08-1811, no município de Cuiabá.
        Elevado à categoria de vila com a denominação de Poconé, pelo decreto geral de 25-10-1831, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no Arraial de São Pedro Del Rei. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1833.
        Elevado à categoria de cidade, com a denominação de Poconé, pela lei provincial nº 1, de 01-06-1863.
        Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
        Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
        Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, é criado o distrito de Rio Alegre e anexado ao município de Poconé.
        No quadro territorial para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Poconé e Rio Alegre.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
        Pela lei estadual nº 662, de 10-10-1953, é criado o distrito de Cangas e anexado ao município de Poconé.
        Pela lei estadual nº 668, de 11-12-1953, o distrito de Rio Alegre é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Poconé.
        Pela lei estadual nº 711, de 18-12-1953, é criado o distrito de Fazenda de Cima e anexado ao município de Poconé.
        Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Poconé, Cangas e Fazenda de Cima.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
        Fonte
        Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
        Click image for larger version

Name:	IMG_5495 (1).jpg
Views:	1
Size:	99,8 KB
ID:	645969Click image for larger version

Name:	IMG_5481 (1).jpg
Views:	1
Size:	75,0 KB
ID:	645970

        Comentário

        • MARCELO FEIJAO
          Fazedor de Chuva
          • Feb 2024
          • 97

          #19
          PREFEITURA DE SAO JOSE DO RIO CLARO MT 18 DE 141.

          istória
          São José do Rio Claro
          Mato Grosso - MT

          Histórico

          Os habitantes que primeiro ocuparam o antigo território do município de São José do Rio Claro foram quatro povos indígenas: Paresi, Arino, Beiço-de-pau e Rikbakta. Tudo indica que os habitantes mais antigos da região foram o povo autodenominado Haliti, encontrado, esse povo recebeu a denominação de os Paracizes. Outras grafias sucederam para o nome Pareci, Paresi.
          O território ocupado por esse povo, os Parecises, no dizer dos paulistas, eram os extensos chapadões bordados por suaves declives para os rios, denominados Chapada ou Planalto dos Parecis. Aparece também a denominação incorreta de ″Serra dos Parecis″. Incorreto, porque se trata de terreno plano contínuo, apenas o mais elevado da região.
          O povo Pareci põe a origem mítica da tribo na região de Ponte de Pedra (hoje município de Nova Maringá). Diz o povo Paresi que de dentro de uma grande pedra, onde moravam seres humanos saíram os grupos paresí, pois o pica-pau-anão e a arara abriram a pedra e assim saiu Wazare chefiando os grupos de povo Paresi. O povo Paresi falava uma língua Arwak-nu-arwák.
          Não restaram memórias maiores do povo Arino, sabendo-se apenas que esse povo deu origem à denominação do rio Arinos, pois os Paulistas diziam que o rio Arinos era dos Arinos. Tudo indica que o povo denominado Beiço-de-Pau tenha chegado à região de São José do Rio Claro no século passado. O que também pode ter acontecido com povo autodenominado Rikbakta, ocupando a parte norte do antigo território de São José do Rio Claro. Este povo, também denominado Canoeiros de Mato Grosso, pelos seringueiros do século passado, poderia ter sido os Apanauria, que constam em mapas com esta denominação, ocupando a mesma região.
          Pelos anos de 1739, esta região teve movimentação de garimpo nas margens do rio Arinos que apareceu na história, a partir de 1746, com a descida de João de Souza Azevedo que, seguindo adiante, navegou até o Pará. E um século depois foi novamente utilizado como via de penetração pelos seringueiros e posteriormente os colonizadores.
          O rio Arinos passou a ser um dos rios mais históricos de Mato Grosso.
          Em 1953, houve a primeira tentativa de colonização da região partindo a iniciativa do deputado Anízio José Moreira e do Sr. Tarley Rossi Vilela proprietários de uma área territorial (hoje Fazenda Rio Parecis).
          Em 1954, com lotes adquiridos do Estado, os Srs. Jacintos Borges e Anísio Castilho instalaram a Gleba Massapé. Pouco depois, a mesmo passou a se denominar São José do Rio Claro em virtude da devoção que ambas as famílias tinham por São José e pelo rio Claro que passa próximo a cidade. Quatro anos mais tarde (1958), iniciou-se o desmatamento da região, surgindo as primeiras construções locais. No ano seguinte, foi celebrada a primeira missa pelo Padre Jacob Teodoro Weber.
          Em 1966, os desbravadores paranaenses Domingos Briante e Pedro Coelho Portilho, incentivados pelo vigor da floresta Amazônica e a ocorrência de palmitais, foram procurar os donos da gleba e a adquiriram, onde delinearam e lotearam a área urbana. Com a comercialização desses lotes houve um sensível aumento populacional.
          Em 17 de junho de 1972, foi criado e implantado na região o PROBOR — Programa de Incentivo à Produção de Borracha Natural, com larga aceitação pelos agricultores locais. Os vastos seringais que se formavam, acrescidos às árvores nativas, deram à cidade o título de ″Capital da Borracha″.
          Em 04 de junho de 1976, através da lei nº 3.734, São José do Rio Claro passou a distrito de Diamantino e três anos depois, em 20/12/79, pela lei nº 4.161 na gestão governamental do Dr. Frederico Campos, todavia, desagradou a população, ocasionando, em 19/11/86, a criação do decreto-lei nº 4.294, através do qual a cidade voltou a se chamar São José do Rio Claro.
          A criação do município, contudo, não implicou em sua instalação, continuando sob jurisdição político-administrativa da Prefeitura Municipal de Diamantino. Em 31/01/81, o então Governador Frederico Campos nomeou o primeiro administrador da cidade, Sr. José Garcez Munhon, tomando posse em 02/02/81 e administrou até 31/01/83.
          A prefeitura de São José do Rio Claro foi instalada em 02/05/81 e, já nas eleições nacionais de 15/11/82, São José do Rio Claro elegeu seu primeiro prefeito, Dr. Lourival Rezende Monteiro, que tomou posse em 15/03/83 e governou até 31 de dezembro de 1988.

          Formação Administrativa

          Distrito criado com a denominação de São José do Rio Claro, pela lei estadual nº 3784, de 04-06-1976, subordinado ao município de Diamantino.
          Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de São José do Rio Claro figura no município de Diamantino.
          Elevado à categoria de município com a denominação de São José do Rio Claro, pela lei estadual nº 4161, de 20-12-1979, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de São José do Rio Claro (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 02-05-1981.
          Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
          Fonte
          Prefeitura Municipal de São José do Rio Claro <www.saojosedorioclaro.mt.gov.br>


          Click image for larger version

Name:	IMG_6193.jpg
Views:	1
Size:	67,1 KB
ID:	645971Click image for larger version

Name:	IMG_6190.jpg
Views:	1
Size:	65,1 KB
ID:	645972

          Comentário

          • MARCELO FEIJAO
            Fazedor de Chuva
            • Feb 2024
            • 97

            #20
            PREFEITURA DE POXOREU MT 19 DE 141.
            História
            As origens de Poxoréu são garimpeiras. No fim do século XIX, garimpeiros procuravam infrutiferamente diamantes nas cabeceiras do Rio São Lourenço. Mas a 24 de junho de 1924, João Arenas Teixeira dirigiu-se à Fazenda Firmeza, de Antonio Barcelos, a fim de formar uma expedição ao Rio São Lourenço. Com Pedro José, José Pacífico, Antonio Diamantino, Rueda, Francisco Louzada, Félix Abadie e mais um companheiro foram examinando os cascalhos indicadores de diamante, as formas no jargão garimpeiro.
            A região, já bem conhecida, apresentava rios ainda sem nomes. O primeiro diamante foi encontrado no dia 29 de junho e por isso deram o nome de São Pedro ao córrego. A notícia do diamante se espalhou e a região dos córregos São Paulo, Pombas, Sete, São Pedro sentiu a corrida garimpeira. A corrutela maior foi a de São Pedro.
            Em 1927 ocorreu incêndio desolador em São Pedro e os garimpeiros mudaram-se para o sopé do Morro da Mesa, a 30 quilômetros da região explorada até então, às margens do Rio Poxoréu. Assentaram-se os começos de Poxoréu.
            A primeira denominação do lugar foi Morro da Mesa, em referência ao exuberante morro que tem a forma de mesa talhada em arenito triássico. Posteriormente o nome foi alterado para Poxoréu. A denominação, de certa forma, foi uma homenagem ao povo boróro.
            Formação Administrativa
            Distrito criado com a denominação de Poxoréo, pelo Decreto Estadual n.º 131, de 16-02-1932, subordinado ao município Cuiabá.
            Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Poxoréo figura no município de Cuiabá.
            Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1837.
            Elevado à categoria de município com a denominação de Poxoréo, pelo Decreto-lei Estadual n.º 208, de 26-10-1938, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no atual distrito de Poxoréo (ex-localidade). Constituído de 4 distritos: Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra, Rondonópolis e Ponte de Pedra (ex-Serra da Jibóia ), alterado pelo Decreto-Lei acima citado. Todos desmembrados do município de Cuiabá. Instalado em 01-01-1939.
            No quadro para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra e Rondonópolis.
            Pela Lei Estadual n.º 185, de 16-11-1948 é criado o distrito de Alto Coité (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
            Pela Lei Estadual n.º 142, de 30-09-1948 é criado o distrito de Toriparu (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 6 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Coronel Ponce, Ponte de Pedra, Rondonópolis e Toriparu.
            Pela Lei Estadual n.º 681, de 11-12-1953, é criado o distrito de Paraíso do Leste (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
            Pela Lei Estadual n.º 666, de 10-12-1953 é desmembrado do município de Poxoréo os distritos de Rondonópolis e Ponte de Pedra, para formar o novo município de Rondonópolis.
            Pela Lei Estadual n.º 1.738, de 30-12-1953, o distrito de Toriparu foi transferido de Poxoréo para o Guiratinga.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Coronel Ponce e Paraíso do Leste.
            Pela Lei Estadual n.º 1.120, de 17-10-1958, é criado o distrito de Pombas e anexado ao município de Poxoréo.
            Pela Lei Estadual n.º 1.191, de 20-12-1958, é criado o distrito de Jarudore (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
            Pela Lei Estadual n.º 1.196, de 22-12-1958 são desmembrados do município de Poxoréo os distritos de Coronel Ponce e Pombas, para constituir o novo município de Mutum.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Jurudore e Paraíso do Leste.
            Pela Lei Estadual n.º 2.869, de 12/12/1968, o nome do município de Poxoréo passou a ser grafado Poxoréu.
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
            Pela Lei Estadual n.º 4.351, de 25-09-1981, é criado o distrito de Primavera e anexado ao município de Poxoréu.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 5 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore, Paraíso do Leste e Primavera do Leste.
            Pela Lei Estadual n.º 5.014, de 13-05-1986 é desmembrado do município de Poxoréu o distrito de Primavera. Elevado à categoria de município com a denominação de Primavera do Leste.
            Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore e Paraíso do Leste.
            Em divisão territorial datada de 2015, o município é constituído de 5 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore, Paraíso do Leste e Nova Poxoréu.
            Fonte
            Poxoréu (MT). Câmara Municipal. 2015. Disponível em: http://www.camarapoxoreu.mt.gov.br/conheca-a-cidade. Acesso em: mar. 2015.

            Click image for larger version

Name:	IMG_6505.jpg
Views:	1
Size:	80,0 KB
ID:	645973Click image for larger version

Name:	IMG_6506.jpg
Views:	1
Size:	72,0 KB
ID:	645974

            Comentário

            • MARCELO FEIJAO
              Fazedor de Chuva
              • Feb 2024
              • 97

              #21
              PREFEITURA DE JANGADA MT 20 DE 141.

              História
              Jangada
              Mato Grosso - MT

              Histórico

              A denominação do município é de origem geográfica, em referência ao ribeirão Jangada, que passa junto à sede municipal. No início da povoação de Jangada, seus moradores valeram-se muito da riqueza de transporte do rio Cuiabá. O histórico rio das entradas e bandeiras banha o município. Desta forma, o pioneiro jangadense pôde contar com sua parceria em inúmeras oportunidades, desde os tempos em que Jangada ainda era chamada de ″Passa Três″ - denominação dada pelos antigos moradores do lugar.
              O povoado em formação passou a ser chamado de Jangada em função do riacho que leva este nome, corta a sede municipal e despeja suas águas no Cuiabá.
              A abertura da BR-29, em 1940, deu novo alento ao lugar, criando expectativas de progresso em sua gente. Posteriormente, esta rodovia passou a se chamar BR-364, acesso para a BR-163 e para a MT-358, que dá entrada para Barra do Bugres e Tangará da Serra. O desenvolvimento propriamente dito deveu-se ao fato da região ser entroncamento rodoviário, com acesso a diferentes regiões do Estado, facilitando o fluxo migratório daqueles que vinham em busca de novos rumos.
              Os primeiros colonizadores de Passa Três foram Félix José de Trindade, Ricardo Firmo da Cunha, Joaquim Marques da Silva, Antonio de Almeida e Fidêncio Ribeiro. Estas famílias foram a mola propulsora da colonização local.
              O pioneiro Félix José de Trindade atribuía sua longevidade à tranquila e pacata vida levada naquelas paragens de Passa Três. Trindade morreu em 1955, aos 110 anos de idade.
              Os primeiros cidadãos que se aventuraram nas lidas com o comércio local foram: Inocêncio Vieira de Almeida, Antonio Borges de Figueiredo e Sebastião Corrêa de Moraes, que traziam mercadorias para revenda da antiga vila da Passagem da Conceição, hoje distrito de Várzea Grande.
              O caminho desenhado às margens do rio Cuiabá era percorrido por comerciantes que traziam mercadorias em lombo de burros, e às vezes em carros de boi. O percurso durava 10 dias, em viagem de ida e volta. O primeiro professor do povoado de Passa Três foi Arlindo de Souza Bruno - pioneiro da educação. Depois veio o professor Alcendino Montezuma de Carvalho Montezuma, fez história em Jangada.

              Formação Administrativa

              Distrito criado com a denominação de Jangada (ex-povoado), pela lei estadual nº 209, de 02-12-1948, com território desmembrado do distrito de Engenho, subordinado ao município de Cuiabá.
              Pela lei estadual nº 691, de 12-12-1953, transfere o distrito de Jangada de Cuiabá para o constituir novo município de Acorizal.
              Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o distrito de Jangada figura no município Acorizal.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
              Elevado à categoria de município com a denominação de Jangada, pela lei estadual nº 5051, de 11-09-1986, desmembrado do município de Acorizal. Sede no antigo distrito de Jangada. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
              Em divisão territorial datada de 1993, o município é constituído do distrito sede.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

              Transferência distrital
              Pela lei estadual nº 691, de 12-12-1953, transfere o distrito de Jangada de Cuiabá para o novo município de Acorizal.
              Fonte
              Prefeitura Municipal de Jangada <www.jangadamt.com.br>
              © 2023 IBGE -



              Click image for larger version

Name:	IMG_6516 (1).jpg
Views:	1
Size:	56,5 KB
ID:	645985Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 15.12.11.jpg
Views:	1
Size:	65,1 KB
ID:	645986

              Comentário

              • MARCELO FEIJAO
                Fazedor de Chuva
                • Feb 2024
                • 97

                #22
                PREFEITURA DE VERA MT 21 DE 141 .

                História
                Vera
                Mato Grosso - MT

                Histórico

                A denominação Vera surgiu como forma de homenagear o primeiro topônimo pátrio, dado por Pedro Álvares Cabral, Terra de Vera Cruz, ″... o Capitam pos nome o monte Pascoal, e a tera de Vera Cruz', na forma original da carta de Pero Vaz de Caminha.
                Na verdade, pretenderam também, os colonizadores da região, tendo à frente o Sr. Ênio Pipino, homenagear com nomes de mulheres as cidades que fundaram Santa Carmem e Cláudia, excluindo-se Sinop, que é a sigla da empresa povoadora - Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná e Vera.
                Coincidentemente, dois diretores da colonizadora tinham sobrinhas com o nome de Vera, segundo o Sr. Ascânio, antigo funcionário da companhia, não se tratou de homenagem familiar. A empresa não pretendeu seguir a tradição toponímica brasileira, que, mormente, dá nomes dos santos do dia, de origem indígena, de acidentes geográficos ou de vegetais aos sítios urbanos.
                Em Vera, também nos bairros rurais os nomes foram dados homenageando mulheres; Nair, Rosa e Marta.
                A colonização da cidade Vera deu-se oficialmente a partir 27 de julho de 1972.

                Formação Administrativa

                Elevado à categoria de município com a denominação de Vera, pela lei estadual nº 5003, de 13-05-1986, desmembrado do município de Sinop, Paranatinga e Nobres. Sede no antigo distrito de Vera. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
                Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 4 distritos: Vera, Feliz Natal, Novo Mato Grosso e Santo Antônio do Rio Bonito.
                Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído de 3 distritos: Vera, Novo Mato Grosso e Santo Antônio do Rio Bonito.
                Pela lei estadual nº 6684, de 17-11-1995, desmembra do município Vera o distrito de Feliz Natal. Elevado à categoria de município.
                Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído do distrito sede.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                Fonte
                Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

                Click image for larger version

Name:	IMG_7022.jpg
Views:	1
Size:	62,6 KB
ID:	645987Click image for larger version

Name:	IMG_7016.jpg
Views:	1
Size:	65,4 KB
ID:	645988

                Comentário

                • MARCELO FEIJAO
                  Fazedor de Chuva
                  • Feb 2024
                  • 97

                  #23
                  PREFEITURA DE FELIZ NATAL MT 22 DE 141.
                  História
                  Feliz Natal
                  Mato Grosso - MT

                  Histórico

                  A denominação do município é referência ao rio Feliz Natal, pequeno curso d′água que corta o território municipal. Feliz Natal surgiu a partir da penetração de famílias sulistas na floresta amazônica ainda intocada, à procura de madeiras e terras férteis.
                  Em 1978 as estradas eram precaríssimas, pareciam carreadores. Era o início do período das águas. Chuvas torrenciais e intermináveis de final de ano pegaram de surpresa alguns funcionários da Agropecuária Consul que pretendiam voltar a Sinop, a fim de participarem dos festejos natalinos com seus familiares.
                  Depois de alguns dias na estrada, quase intransitável, com poucos víveres, se depararam com um riacho transbordando. Instransponível. No entardecer do dia 24 de dezembro e no decorrer da noite choveu muito mais, fato que não permitiu o prosseguimento da viagem.
                  Conformados com a situação e saudosos dos familiares, por ser véspera de Natal, saudaram-se mutuamente. E um dos integrantes da comitiva sugeriu que o nome do riacho fosse Feliz Natal, o que foi prontamente aceito pelos demais.
                  Alguns anos depois, surgiu uma pequena comunidade nas proximidades do rio Feliz Natal. O povoado homenageando o infortúnio de uma noite natalina, em plena floresta tropical, foi batizado de Feliz Natal. O termo agradou os moradores.

                  Formação Administrativa

                  Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Feliz Natal, lei estadual nº 6684, de 17-11-1995, desmembrado do município de Vera. Sede no atual distrito de Feliz Natal (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1987.
                  Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                  Fonte
                  Confederação Nacional de Municípios <www.

                  Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 15.21.31.jpg
Views:	1
Size:	64,9 KB
ID:	645989Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 14.55.39.jpg
Views:	1
Size:	70,4 KB
ID:	645990

                  Comentário

                  • MARCELO FEIJAO
                    Fazedor de Chuva
                    • Feb 2024
                    • 97

                    #24
                    PREFEITURA DE SANTA CARMEN MT 23 DE 141.


                    História
                    Santa Carmem
                    Mato Grosso - MT

                    Histórico

                    O colonizador Ênio Pepino foi um plantador de cidades, permitindo, ao longo dos anos, que suas ações ajudassem milhares de pessoas a concretizarem seus sonhos de posse de terra, quer seja um lote urbano ou rural.
                    Fecunda foi sua trajetória de ″semear″ povoações, muitas das quais grandes cidades tanto no Estado de Mato Grosso, quanto no Paraná, onde atuou antes de vir à região centro-oeste brasileira.
                    Ao longo de seu caminho colonizou em terras mato-grossenses, o Comendador Enio Pepino ″brindou″ algumas pessoas que lhe eram muitas caras, de forma especial - deu às cidades em formação seus nomes. Assim fez com Vera, Claudia e finalmente Santa Carmem, a quem homenageou com o nome de sua tia.
                    O movimento colonizador de Santa Carmem é contemporâneo ao de Sinop, metrópole norte mato-grossense, que recebeu forte fluxo migratório, a partir do início de 1972.
                    Os primeiros povoadores do lugar tiveram imensas dificuldades de adaptação de clima e cultura regional.
                    A floresta Amazônica representava uma barreira enorme a transpor. As primeiras estradas foram abertas na raça, e os pioneiros velaram-se de todos os recursos possíveis, desde o enxadão e machado até o uso de motosserras, não muito comum na época.
                    Grande parte dos colonos que aqui chegaram vinha do Estado do Paraná.
                    Ocorre que a empresa povoadora tinha sede em Maringá, onde era feita ostensiva publicidade da fertilidade do solo e das favoráveis condições da se adquirir lotes rurais e urbanos. Isso foi o suficiente para que levas de interessados vendessem seus pequenos sítios ou chácaras no interior daquele estado sulista, e para cá se deslocassem com suas famílias, esperançosos de adquirirem área substancial.
                    Para muita gente este sonho transformou-se em realidade.
                    No inicio da povoação, em que os primeiros colonos começaram a proceder ao desmatamento para deitarem na terra sementes para sua própria subsistência, preocuparam-se também com a necessidade de infraestrutura social, religiosa e de serviços gerais.
                    Uniram-se os colonos em sistema de mutirão e construíram as primeiras escolas, a primeira igreja e as moradias do lugar. Os pioneiros ajudavam-se mutuamente, pois tinham somente uns aos outros. O povoamento foi se desenvolvendo, o comercio aumentado e a força política acompanhou o desenvolvimento do lugar.

                    Formação Administrativa

                    Distrito criado com a denominação de Santa Carmem, pela lei estadual nº 4415, de 09-12-1981, subordinado ao município de Sinop.
                    Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Santa Carmem figura no município de Sinop.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                    Elevado à categoria de município com a denominação de Santa Carmem, pela lei estadual nº 5897, de 19-12-1991, desmembrado do município de Sinop e Claudia. Sede no atual distrito de Santa Carmem. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                    Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                    Fonte
                    CityBrazil <www.citybrazil.com.br>


                    Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 14.55.41.jpg
Views:	1
Size:	84,9 KB
ID:	645991Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 14.55.42.jpg
Views:	1
Size:	84,2 KB
ID:	645992

                    Comentário

                    • MARCELO FEIJAO
                      Fazedor de Chuva
                      • Feb 2024
                      • 97

                      #25
                      PREFEITURA DE CAMPO NOVO DOS PARECIS 24 DE 141.

                      istória
                      O Município de Campo Novo do Parecis tem em seus aspectos históricos relações diretas com a história do Mal. Cândido Rondon. Em 1907, Cândido Rondon passou pela região em busca do Rio Juruena, atingiu o Rio Verde e seguiu para o norte em busca do Salto Utiariti, fronteando o sítio onde nasceria o futuro município.
                      O território de Campo Novo do Parecis foi trabalhado em duas direções pelos serviços de linha telegráfica: uma para oeste rumando para Utiariti e Juruena e outra para leste, em busca de Capanema e Ponte de Pedra.
                      Em fins de janeiro de 1914, o ex-presidente dos Estados Unidos da América, Theodore Roosevelt, passou defronte ao sítio de Campo Novo do Parecis, em viagem pela Amazônia, em Companhia de Rondon.
                      A ocupação efetiva da região deu-se na década de setenta, com abertura de fazendas e a instalação de famílias de migrantes vindos de estados sulistas. No lugar da futura cidade, à beira da estrada entre Diamantino e Utiariti, assentaram-se diversas famílias. O local formava um cotovelo no ponto de encontro das retas conhecidas pelas denominações de Caitetu e Taquarinha.
                      Primeiramente a localidade foi chamada de Campos Novos, denominação que se confundia com a estação telegráfica de Rondon, na região de Vilhena. Aos poucos, o nome foi mudado para Campo Novo e em 1981, foi feita doação de 293 hectares de terras para formação de um patrimônio, com essa denominação.
                      Formação Administrativa
                      Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Campo Novo do Parecis, pela Lei Estadual n.º 5.315, de 04-07-1988, com área do extinto distrito de Utiariti do município de Diamantino, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Campo Novo do Parecis (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
                      Em divisão territorial datada de datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001.
                      Em divisão territorial datada de datada de 1995, o município é constituído de 3 distritos: Campo Novo do Parecis, Itanorte e Marechal Rondon.
                      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2022.
                      Fonte
                      CAMPO NOVO DO PARECIS (MT). Prefeitura. Disponível em: https://www.camponovodoparecis.mt.go...da-Cidade.html. Acesso em: 28 set. 2023.
                      Click image for larger version

Name:	6be695ca-eb45-45d4-b9fd-d0585c447989.jpg
Views:	1
Size:	85,8 KB
ID:	645993Click image for larger version

Name:	WhatsApp Image 2024-02-27 at 15.33.50.jpg
Views:	1
Size:	66,0 KB
ID:	645994

                      Comentário

                      • MARCELO FEIJAO
                        Fazedor de Chuva
                        • Feb 2024
                        • 97

                        #26
                        PREFEITURA DE SAPEZAL MT 25 DE 141.
                        História
                        A formação do núcleo urbano de Sapezal está ancorada numa proposta de colonização do Sr° André Antonio Maggi, que foi desbravador do municipio e deu esta denominação à cidade em referência ao rio Sapezal.


                        O rio Sapezal deságua no rio Papagaio, pela margem esquerda, que por sua vez joga suas águas no Juruena. O sapé, que dá nome ao rio, é planta da família das gramíneas, conhecida por sua propriedade de servir de cobertura de ranchos.

                        Histórico: O território de Sapezal foi amplamente cortado por viajantes e aventureiros a partir do séc. XVIII.Passou pela região a expedição de Mal. Rondon que instalou a linha telegráfica cortanto o Brasil. Mas, a Colonização só veio a partir da abertura da fronteira agrícola Mato-grossense. As distâncias entre as fazendas variavam de 40 a até 100 Km. As estradas que ligavam as fazendas umas às outras eram, na verdade, picadas abertas no cerrado pelos próprios colonos, o que dificultava a formação de um centro de maior povoamento. Os pioneiros foram colonos sulistas, a maior parte vinda do Norte do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e oeste do Paraná que chegaram nas décadas de 70 e 80. Citamos alguns: Paulino Abatti, Ricardo Roberto, Arno Schneider, Ademar Rauber, Eriberto Dal?Maso, Elenor Dal?Maso, Írio Dal?Maso, Mauro Paludo, familia Scariote e outros. A formação do núcleo urbano de Sapezal está ancorada em uma proposta de colonização do Sr° André Antonio Maggi, que deu esta denominação à cidade em referência ao Rio Sapezal. A atual zona urbana começou a ser povoada com a abertura da estrada MT ? 235 (Estrada Nova Fronteira) e do Loteamento da Cidezal Agrícola, de propriedade de André Antônio Maggi, em meados de 1987.

                        O município de Sapezal foi criado pela Lei Estadual nº 6.534, de 19 de setembro de 1994, sendo primeiro prefeito André Antonio Maggi.

                        Dependência Genealógica: O Município de Cuiabá deu origem ao Município de Nossa Senhora da Conceição do Alto Araguaia Diamantino (Diamantino), que deu origem ao Município de Campo Novo do Parecis, do qual originou-se o Município de Sapezal.
                        Fonte
                        Prefeitura Municipal de Sapezal
                        © 2023 IBGE - Instituto BrasileiClick image for larger version

Name:	05bbc0fa-c228-4d14-aa61-ff0b12f2df4e.jpg
Views:	1
Size:	78,2 KB
ID:	645995Click image for larger version

Name:	90e3148c-e0c8-449e-97ca-9070dd006bdc.jpg
Views:	1
Size:	67,2 KB
ID:	645996

                        Comentário

                        • MARCELO FEIJAO
                          Fazedor de Chuva
                          • Feb 2024
                          • 97

                          #27
                          PREFEITURA DE CAMPOS DE JULIO MT 26 DE 141.
                          História
                          HISTÓRIA

                          Esta àrea, antes de ser colonizada, foi povoada pelos índios Nambikwára e pelos Ená-wenê-nawê, embora, atualmente, não haja área indigena nos limites do município.
                          O início da colonização deu-se através da atuação de Valdir Massuti, que trouxe à região, na década de 80, dezenas de famílias sulistas. Formou-se um povoado, tendo a sua volta milhares de hectares de plantações de soja, a economia que sustenta a região.
                          A Lei Estadual nº 5.000, de 13 de maio de 1986, criou o distrito de Campos de Júlio, sancionada pelo governador Júlio José de Campos. A Lei Estadual nº 6.561, de 28 de novembro de 1994, criou o município de Campos de Júlio, o desmembrando do município de Comodoro.
                          Fonte
                          Prefeitura Municipal de Campos de Júlio.
                          Click image for larger version

Name:	814dbac7-ad23-43c6-ae75-3d44ef3351ff.jpg
Views:	1
Size:	59,2 KB
ID:	645997

                          Comentário

                          • MARCELO FEIJAO
                            Fazedor de Chuva
                            • Feb 2024
                            • 97

                            #28
                            PREFEITURA DE COMODORO MT 27 DE 141.
                            História
                            HISTÓRIA

                            Esta àrea, antes de ser colonizada, foi povoada pelos índios Nambikwára e pelos Ená-wenê-nawê, embora, atualmente, não haja área indigena nos limites do município.
                            O início da colonização deu-se através da atuação de Valdir Massuti, que trouxe à região, na década de 80, dezenas de famílias sulistas. Formou-se um povoado, tendo a sua volta milhares de hectares de plantações de soja, a economia que sustenta a região.
                            A Lei Estadual nº 5.000, de 13 de maio de 1986, criou o distrito de Campos de Júlio, sancionada pelo governador Júlio José de Campos. A Lei Estadual nº 6.561, de 28 de novembro de 1994, criou o município de Campos de Júlio, o desmembrando do município de Comodoro.
                            Fonte
                            Prefeitura Municipal de Campos de Júlio.
                            Click image for larger version

Name:	5bc57ecc-4a41-4c7a-a3d5-8f910fcb1fe1.jpg
Views:	1
Size:	73,1 KB
ID:	645998Click image for larger version

Name:	a2df82be-8fc5-4606-b3e1-eec5b6a9a0c8.jpg
Views:	1
Size:	82,7 KB
ID:	645999

                            Comentário

                            • MARCELO FEIJAO
                              Fazedor de Chuva
                              • Feb 2024
                              • 97

                              #29
                              PREFEITURA DE NOVA LACERDA MT 28 DE 141.
                              tória
                              HISTÓRIA

                              O topônimo Nova Lacerda é homenagem ao advogado e político José Lacerda, natural de tradicional família de Cáceres, em Mato Grosso. A denominação da cidade foi dada pelo paraguaio Rafael Villalva, pioneiro da localidade.

                              O termo 'Nova' foi acrescentado para diferenciá-lo do topônimo Pontes e Lacerda, município vizinho, comumente chamado de Lacerda pelos viajantes e pelos moradores do lugar, e não pelo nome completo Pontes e Lacerda.

                              O município de Nova Lacerda foi criado através da Lei Estadual nº 6.722, de 26 de dezembro de 1995, com território desmembrado dos municípios de Comodoro e Vila Bela da Santíssima Trindade.
                              Fonte
                              Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

                              ATTACH=CONFIG]336060[/ATTACH]Click image for larger version

Name:	6713f5e2-ae13-431d-a285-bd25e94b5e84.jpg
Views:	1
Size:	72,4 KB
ID:	646001Click image for larger version

Name:	b56405bf-1858-4a25-a646-aa6ef99aa5f3.jpg
Views:	1
Size:	80,3 KB
ID:	646002
                              Arquivos Anexos

                              Comentário

                              • MARCELO FEIJAO
                                Fazedor de Chuva
                                • Feb 2024
                                • 97

                                #30
                                PREFEITURA DE CONQUISTA D OESTE MT 29 DE 141.

                                História
                                O núcleo que deu origem ao atual município desenvolveu-se numa região distante 100 kms do município-mãe, Pontes e Lacerda, daí a dificuldade dos moradores da localidade e também, da própria prefeitura em manter em dia as necessidades essenciais de um povoado, tais como conservação de estradas e destinação de verbas para os setores de saúde e educação.
                                No período da emancipação política e administrativa a própria prefeitura de Pontes e Lacerda se empenhou no desmembramento do seu antigo distrito, já que em documento de 13 de outubro de 1999, o prefeito da cidade demonstrou seu apoio a importância da realização de uma consulta plebiscitária.
                                O mesmo procedimento veio do vereador e presidente da Câmara municipal de Pontes e Lacerda, Francisco Martins de Souza Filho. Nesta mesma época o empresário Walmir Guse doou terreno ao futuro município (para construção dos prédios da Câmara e da Prefeitura Municipal).
                                O nome da cidade, Conquista D'Oeste, representa o ideal de um povo que conquistou o espaço que ocupa, com muito esforço e dedicação ao futuro do lugar. O termo D'Oeste localiza geograficamente o ponto em que está assentado o território municipal.
                                Formação Administrativa
                                Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Conquista D’Oeste, pela Lei Estadual n.º 7.233, de 28-12-1999, desmembrado do município de Pontes e Lacerda. Sede no atual distrito de Conquista D’Oeste (ex-povoado de Conquista). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-2001.
                                Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                                Fonte
                                Confederação Nacional de Municípios. 2011. Disponível em: http://www.cnm.org.br. Acesso em: out. 2011.


                                Click image for larger version

Name:	5b86d3ed-74c0-4458-b4e3-7b2da63ec71c.jpg
Views:	1
Size:	71,6 KB
ID:	646003Click image for larger version

Name:	1b152809-c697-44ee-b8aa-6719aa543f8b.jpg
Views:	1
Size:	76,1 KB
ID:	646004
                                Última edição por MARCELO FEIJAO; 27-02-24, 16:59.

                                Comentário

                                Working...