Prefeitura mt 01 desafio em 2017
Marcelo feijao prefeituras de mato grosso 141 prefeituras
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Prefeitura de lucas do rio verde 01 de 141
Não há fotos para este município
História
As obras de abertura da rodovia BR-163, pelo 9º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção), ligando Cuiabá a Santarém (PA), na segunda metade da década de 70, mobilizaram os primeiros colonizadores para esta região.
No entanto, foi somente a partir de 1981, quando o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) começou a implantação do projeto de assentamento de 203 famílias de agricultores sem-terra oriundas de Encruzilhada Natalino, interior do município de Ronda Alta (RS), que se formou a comunidade que deu origem a Lucas do Rio Verde.
Na época, outros 85 posseiros que já habitavam o local e mais 50 colonos provenientes do interior de São Paulo também foram assentados nos lotes que dividiram uma gleba de 197.991 hectares.
O dia 05 de agosto de 1982 passou a ser comemorado como a data de fundação da agrovila, ainda então pertencente ao município de Diamantino.
Em 17 de março de 1986, o núcleo urbano foi elevado à condição de distrito e no dia 04 de julho de 1988, quando conquistou sua emancipação político-administrativa, já contava com 5.500 habitantes.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Lucas do Rio Verde pela Lei Estadual n.º 4.948, de 16-12-1985, subordinado ao município de Diamantino.
Elevado à categoria de município com a denominação de Lucas do Rio Verde pela Lei Estadual n.º 5.318, de 04-07-1988, sendo desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Lucas do Rio Verde. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
Em divisão territorial datada de 1995 o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 2014 o município é constituído de dois distritos: Lucas do Rio Verde e Groslândia.
Fonte
Lucas do Rio Verde (MT). Prefeitura. 2015. Disponível em: http://www.lucasdorioverde.mt.gov.br...teristicas.php. Acesso em: jan. 2016.Última edição por MARCELO FEIJAO; 15-02-24, 12:01.
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Prefeitura de itauba mt 02 de 141
História
Itaúba
Mato Grosso - MT
Histórico
O nome Itaúba foi adotado como típico e expressivo do lugar, devido à essência vegetal dominante nas matas virgens onde a cidade foi projetada, ainda no início da década de setenta, graças à construção da BR-163. O naturalista alemão Karl Friedrich Philipp von Martius (1863), classificou a árvore itaúba como lígnum lapideum, madeira de pedra, dura, resistente como a pedra. A classificação botânica da árvore é mezilaurus itaúba, espécie da família das lauráceas. Apresenta folhas espessas e oblongas, pequenas flores e frutos de bagas negras. É a rainha das madeiras de construção, largamente utilizada nas propriedades rurais como mourões de cerca.
Desta forma, presume-se que, ao dar o nome de Itaúba à localidade, os pioneiros queriam indicar que o povo desta região tinha uma postura decidida, firme, dura na luta como a itaúba nas matas.
Os principais colonizadores do atual município de Itaúba foram os irmãos Bedim, catarinenses de Aberlardo Luz, que, em 1973, adquiriram terras com o fito expresso de explorar madeiras, beneficiá-las e em seguida abrir pastagens. Em seguida vieram Erci Vicente dos Santos, Getúlio Gelioli, Jorge Strapazon, João Pelechatti e outros. Eles lançaram a semente do núcleo de povoamento do que seria a cidade de Itaúba.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Itaúba, pela lei estadual nº 4158, de 18-12-1979, subordinado ao município de Colider.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Itaúba figura no município de Colider.
Elevado à categoria de município com a denominação de Itaúba, pela lei estadual nº 5005, 13-05-1986, desmembrado do município de Colider. Sede no atual distrito de Itaúba (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
Comentário
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Prefeitura de nova santa helena mt 03de 141
História
A denominação original da localidade foi Santa Helena, posteriormente alterada para Nova Santa Helena, para diferenciar do município já existente no estado do Paraná.
O município foi criado através da Lei Estadual n.º 6.982, de 28 de janeiro de 1998, de autoria dos deputados Jorge Abreu e José Riva, tendo Nova Santa Helena seu território desmembrado dos municípios de Itaúba e Cláudia.
Em junho de 1996 a Comissão Pró-Emancipação de Santa Helena enviou uma correspondência ao deputado Jorge Abreu, cujo teor era 'a esse Poder Legislativo Estadual, a competente representação para formação do processo de criação do município de Santa Helena, na forma do artigo 13 e seguintes da Lei Complementar n.º 23 de 1º de novembro de 1992'.
O documento veio assinado por João Alberto Zanetti e Dorival Lorca. Na relação de nomes da comunidade que apoiavam a consulta plebiscitária constam as seguintes assinaturas: Francisco G. da Silva, Luíz Lorca, José Attílio Dorini, Elizeu Alves Bonfim, Mauri Souza Andrade, Maria do Carmo S. Linhares, João Pinheiro, Anézio Zanetti, João Alberto Zanetti, Augusto Luíz Missasse, Samuel Oscar de Souza e tantos outros.
Nas eleições municipais de 03 de outubro de 2000, foi eleito primeiro prefeito do município o sr. Roque Carrara.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Santa Helena, pela Lei Estadual n.º 6.982, de 28-01-1998, desmembrado do município de Itaúba e Cláudia. Sede no atual distrito de Nova Santa Helena (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-2001.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2015.
Fonte
Nova Santa Helena (MT). Prefeitura. 2016. Disponível em: http://www.novasantahelena.mt.gov.br/Historia/. Acesso em: out. 2016.
Comentário
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PREFEITURA DE NOVA CANAA DO NORTE 04 DE 141
História
Nova Canaã do Norte
Mato Grosso - MT
Histórico
A região teve intensa movimentação na época da ″Terceira Borracha de Mato Grosso″, que cumpriu uma história de penetração e trabalho sazonal e valor. A família Spinelli explorou seringais na região.
As primeiras movimentações com fins de colonização em Nova Canaã do Norte deram-se a partir de 1976. Através do caminho aberto um pouco antes, em 1972, por ocasião da integração da BR-163, pelo 9º BEC, Batalhão de Engenharia e Construção, dirigido pelo coronel José Meireles, notável militar, que mais tarde veio a ser prefeito da capital Mato-grossense.
O primeiro nome do lugar foi Gleba Nova Era, dado pela Imobiliária e Colonizadora Líder, sendo sócio principal o Sr. Raimundo Costa Filho, que é fundador da cidade de Colíder a 50 km de Nova Canaã do Norte.
O primeiro comerciante foi o Sr. Antônio Alves da Silva, conhecido por ″Antônio do Ponto″, e Maria Moreira da Silva a primeira moradora do lugar. Em seguida, vieram os Srs. João Lourenço Máximo e Osvaldo do Amaral, levantando construções onde, atualmente, encontra-se o centro urbano de Nova Canaã do Norte.
O padre Geraldo da Silva celebrou a primeira missa. A professora Maria Creuza dos Santos inaugurou a primeira escola, depois veio a Srª. Eva Dellatesta, que também lecionava na localidade. A escola foi ampliada mais tarde.
O primeiro hotel foi do Sr. José Noivelho, conhecido pelo apelido de ″Zé Novela″. A primeira farmácia foi do Sr. Sinoel e a primeira oficina mecânica foi de Álvaro Guarido. O primeiro dentista prático foi Damião, substituído mais tarde por Joel, também prático. Em 1979, o médico José Wilson iniciou atendimento à população.
A empresa colonizadora promoveu o loteamento dos terrenos na área rural e urbana, no entanto, não teve sucesso na administração da gleba. Não houve estruturação por parte da empresa povoadora na organização da colonização, ocasionando problemas de relacionamento dentro da empresa. Com o assassinato de um dos proprietários da firma colonizadora, Louro Silva Lima, o primeiro arranco povoador da gleba estagnou. Os problemas se avolumaram e a gleba ficou inadministrável, saindo o INCRA em socorro dos primeiros moradores, desapropriando legalmente os colonizadores, e assumindo o ônus da empreitada frustrada. Com a desapropriação legal foi criado o PAC — Projeto de Assentamento Canaã conforme decreto lei nº 109, de 26 de abril de 1982. O objetivo principal era promover a regularização fundiária de aproximadamente 3.540 famílias que residiam no Projeto.
Os primeiros moradores procuraram não se abater com os problemas fundiários e se preocuparam em crescer economicamente. O prêmio veio com a criação do distrito, através da lei nº 4.396, de 23/11/1981. Em 1982, foi criado o Cartório de Paz, sendo nomeado primeiro tabelião o Sr. Jair Borges Monteiro, e o primeiro Juiz de Paz foi o Sr. Nelson Guerreiro, antigo corretor de imóveis.
A descoberta de ouro na região deslocou verdadeira leva de aventureiros para o lugar, muita gente nova foi chegando, trazendo consigo intenso movimento ao comércio local.
A lei estadual nº. 4.997, de 13 de maio de 1986, criou o município.
O nome ″Nova Canaã″ foi sugerido pelo então Bispo de Sinop, D. Henrique Froehlich, que quis com esta iniciativa dar a idéia de que ali era a ″Terra Prometida′ aos que vinham a se instalar na região, trazendo sonhos, coragem e muita esperança no futuro.
Em 1993, a lei estadual nº. 6.386, de 28/12/93, introduziu alterações e redefiniu os limites territoriais do município de Nova Canaã do Norte, reduzindo em aproximadamente 50% sua área territorial, que atualmente é de 4.950,64 km2.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Nova Canaã (ex-povoado), pela lei estadual nº 4396, de 23-11-1981, subordinado ao município de Colíder.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Nova Canaã figura no município de Colíder.
Elevado à categoria de município com a denominação Nova Canaã do Norte, pela lei estadual nº 4997, de 13-05-1986, desmembrado dos municípios de Colíder e Diamantino. Sede no atual distrito de Nova Canaã do Norte (ex-Nova Canaã). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Nova Canaã do Norte e Colorado do Norte.
Em divisão territorial datada de 2003, o município é constituído de 3 distritos: Nova Canaã do Norte, Colorado do Norte e Ouro Branco.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Alteração toponímica distrital
Nova Canaã para Nova Canaã do Norte, alterado pela lei estadual nº 4997, de 13-05-1986.
Fonte
Prefeitura Municipal de Nova Canaã do Norte <www.novacanaadonorte.mt.gov.br>
Comentário
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PREFEITURA DE CARLINDA 05 DE 141
História
Carlinda
Mato Grosso - MT
Histórico
É termo de origem geográfica, em referência ao rio Carlinda, que corta a rodovia que liga a BR-163 à cidade de Alta Floresta.
A denominação do rio Carlinda é homenagem à Sra. Carlinda Lourenço Teles Pires, esposa do capitão Antônio Lourenço Teles Pires, militar que procedeu levantamento do rio Paranatinga ou São Manoel, o qual, a partir de 1882, tomou o nome de rio Teles Pires em sua lembrança. O capitão Teles Pires faleceu, em desastre, cinco quilômetros antes de sua embarcação chegar à barra do rio Paranaíta.
A localidade de Carlinda por muitos anos ficou conhecida pelo nome de Quatro Pontes. Ocorre que ao tempo da colonização de Alta Floresta, a INDECO, companhia povoadora, construiu uma ponte sobre o rio Carlinda, que foi destruída no período das chuvas, isto em 1976. Posteriormente, foram construídas mais duas pontes, que tiveram o mesmo destino. No período das cheias as pontes iam embora, pois o ribeirão transbordava e ficava irreconhecível, dado o desmesurado volume d′água. A última e quarta ponte edificada permaneceu firme e forte às margens do rio Carlinda.
O nome de Quatro Pontes não evoluiu, permanecendo o de Carlinda. O efetivo povoamento do lugar deu-se a partir de 1981, por conta de um assentamento de reforma agrária do INCRA, em área de 89 mil hectares, denominado Parque Carlinda.
Papel importante teve Ariosto da Riva, o fundador de Alta Floresta, que respeitou a área reservada para que o INCRA pudesse executar o assentamento daquelas famílias impossibilitadas de comprar uma área de terra. Foi designado para implantar o assentamento o Sr. Manoel do Vale, sendo que, em 1981, foram estabelecidas 54 famílias.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Carlinda, pela lei estadual nº 5111, de 09-04-1987, subordinado ao município de Alta Floresta.
Em divisão territorial datada de 1988, o distrito de Carlinda figura no município de Alta Floresta.
Elevado à categoria de município com a denominação de Carlinda, pela lei estadual nº 6594, de 19-12-1994, desmembrado do município de Alta Floresta. Sede no atual distrito de Carlinda (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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Comentário
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PREFEITURA DE COLIDER 06 DE 141
História
Colíder
Mato Grosso - MT
Histórico
A ocupação das terras da região ocorreu no tempo dos incentivos fiscais e projetos do Governo Federal da década de setenta. Quando os soldados do 9º BEC ainda rasgavam a BR 163, Raimundo Costa Filho decidiu colonizar a região, nela entrando no sentido leste-oeste.
Raimundo Costa Filho já tinha experiência em colonização no Estado do Paraná, e, em 1973, chegou a Mato Grosso. Sobrevoou a região e adquiriu extensa área de terras. Seguiu o picadão do 9º BEC, acompanhado de topógrafos e iniciou a medição da área. Luiz Marques da Silva mudou-se então para o lugar da futura cidade de Colíder, que inicialmente foi denominada de Cafezal.
A criação oficial do patrimônio de Cafezal se deu a 07 de Maio de 1973, considerando o dia do aniversário de Colíder, com o erguimento de um ranchão, que passou a servir de dormitório, armazém, enfermaria e pensão.
Era tal a procura de terras que, em 1974, quase toda a Gleba Cafezal já havia sido ocupada. Programou-se, então, a cidade.
A povoação cresceu, passando à denominação de Colíder, utilizou-se das iniciais da palavra Colonizadora Líder (Co + líder), cujo significado descrevia que ali nascia uma unidade social de grande importância ao lado de outra, pois na época, Ênio Pipino já desenvolvia uma colonização de vulto naquela região, estabelecendo Sinop como sede dos empreendimentos. Colíder vinha a ser, então, uma outra Sinop. Os colonizadores tencionavam criar uma estrutura tal que justificasse o seu nome de liderança.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Colíder, pela lei estadual nº 3746, de 18-06-1976, subordinado ao município de Chapada dos Guimarães.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Colíder figura no município de Chapada dos Guimarães.
Elevado à categoria de município com a denominação de Colíder, pela lei estadual nº 4158, de 18-12-1979, desmembrado do município de Chapada dos Guimarães. Sede no atual distrito de Colíder (ex-localidade). Constituído de 2 distritos: Colíder e Itaúba, criado pela lei do município acima citada. Instalado em 02-07-1981.
Pela lei nº 4378, de 16-11-1981, é criado o distrito de Guarantã e anexado ao município de Colíder.
Pela lei estadual nº 4396, de 23-11-1981, é criado o distrito de Nova Canaã (ex-povoado), e anexado ao município de Colíder.
Pela lei nº 4378, de 16-11-1981, é criado o distrito de Guarantã e anexado ao município de Colíder.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 4 distritos: Colíder, Guarantã, Itaúba e Nova Canaã.
Pela lei estadual nº 4937, de 11-12-1985, é criado o distrito de Matupá e anexado ao município de Colíder.
Pela lei estadual nº 4997, de 13-05-1986, desmembra do município de Colíder o distrito de Nova Canaã. Elevado á categoria de município com a denominação de Nova Canaã do Norte.
Pela lei estadual nº 5005, 13-05-1986, desmembra do município de Colíder o distrito de Itaúba. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5008, 13-05-1986, desmembra do município de Colíder o distrito de Guarantã. Elevado à categoria de município com a denominação de Guarantã do Norte.
Pela lei estadual nº 5317, de 04-07-1988, desmembra do município de Colíder o distrito de Matupá. Elevado á categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Última edição por MARCELO FEIJAO; 21-02-24, 15:17.
Comentário
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PREFEITURA DE NOVA OLIMPIA 07 DE 141
História
HISTÓRICO DE NOVA OLÍMPIA
Nova Olímpia foi fundada pelo Sr. Belizário de Almeida, no dia 19 de março de 1954.
Sr. Belizário de Almeida, nasceu em Barretos - SP, no dia 24 de fevereiro de 1903, vindo portanto para essa região com 51 anos de idade com sua mulher e filhos.
Comprou grande extensão de terras dessa Gleba que denominou Nova Olímpia, por ter vindo de Olímpia - SP e de onde muitas famílias daquela localidade o acompanharam e comprara fazendas nessas Gleba.
No início da Colonização era muito difícil a vida por aqui as terras digo as estradas eram péssimas.
Do povoado do Assari para Nova Olímpia não havia estrada, apenas um picadão dentres as matas, dizem que pessoas que se aventuravam a vir para cá foram ajudados por muitos índios que por aqui pararam.
Essas famílias que foram os pioneiros, sofreram muito com os mosquitos, as chuvas torrenciais, as doenças, a falta de assistência médica, se uma pessoa ficasse doente tinha de ser levada para Cuiabá em caminhão ou jipe, demorava-se até uma semana para chegar lá, os tratamentos de saúde erma feitos por remédios caseiros, benzimentos e promessas.
Por volta de 1961, se instalou na Vila o Sr. José Castanhola, uma pessoa simples, mas que entendia muito de doenças e remédios farmacêuticos, montou -se aqui uma farmácia e tratava a todos como médico. Sabe-se pelos antigos que muitas vidas foram salvas pelas suas mãos, nessa época mudaram de São Paulo para cá muitas famílias com as do Sr. Ângelo Masson, Antonio Teodoro Correa, Pedro Quita, Clemente de Souza, e muitos outros.
Em meados de 1963 iniciou-se um movimento para elevação de Nova Olímpia a Distrito, pelo jovem Wilson de Almeida, Ângelo Masson e outros.
Em 15 de maio de 1964, de acordo com a Lei 2.153, Nova Olímpia, elevou-se a Distrito de Barra do Bugres, tendo sua Sede Localizadora às margens da Rodovia 358, eqüidistante 40 km de Barra do Bugres. Sua Economia na época baseava-se na extração da poaia, pecuária de corte, arroz, milho.
Em 1970 Nova Olímpia já possuía um bom número de casas comerciais, serrarias, máquina de beneficiar arroz, farmácias, bares etc. Houve também uma maior expansão das áreas agrícolas e melhorou substancialmente as rodovias o que super valorizou as propriedades rurais.
Em 1980, o Grupo Itamarati iniciou os trabalhos para instalação da Destilaria Itamarati no Município.
Em 1982, iniciaram as obras de montagem de Usina Itamarati e o comércio sentiu melhora com a chegada de Empresas que vieram para montagem da Usina, a população começou a acreditar que o progresso de Município estava ali começando.
Em 1982 foi instalado no Estado o Programa POLONOROESTE, um programa do Banco Mundial que visava contribuir para fixação do homem à terra. Várias construções foram feitas na cidade com recursos do Polonoroeste, como construção do escritório da Emater-MT, construção do Centro Comunitário, Posto de Saúde, Posto Telefônico, Posto de Correios.
A Emater-MT iniciou seus trabalhos de Assistência Técnica e Extensão Rural no dia 24 de fevereiro de 1982 e sua sede própria foi inaugurada no dia 25 de janeiro de 1983.
Em 1983, a Comunidade se reuniu e construiu um Hospital no Município, mais tarde esse Hospital seria doado a um médico que instalasse sua residência por aqui, foi o que aconteceu. O Dr. Francisco Soares de Medeiros instalou a sua residência no Município e o Hospital foi doado a ele para que atendesse a população.
Em meados de 1984, pela degradação das pastagens e a falta de recursos financeiros, falta de técnicas corretas na condução das propriedades, houve uma evasão de pequenos produtores rurais para o Estado de Rondônia, vários venderam suas propriedades para aventurarem naquele Estado.
Em 1986, houve a Emancipação política administrativa de Nova Olímpia, no dia 13 de maio de 1986, pela Lei nº 4.996. Houve eleição para Prefeito em um mandato de 2 anos.
Primeiro Prefeito de Nova Olímpia foi Sr. João Gregório da Silva e Vice Devanil Maria Luiz. Nessa época houve uma expansão da área urbana, com condições de lotes área de 50 alqueires doadas pelo Governador Carlos Bezerra, hoje denominado Bairro Jardim Ouro Verde.
Em 1.989, houve a segunda eleição para prefeito sendo eleito o Sr. Derivan Monteiro e vice o Sr Jair do Nascimento. Nesse ano foi construído um prédio para funcionamento do posta avançado do Banco do Brasil e instalada a agência do Banco Bamerindus do Brasil, um centro telefônico com linhas DDD e
DDI.
Em 1.992 houve a terceira eleição no Município sendo novamente eleito o Sr. João Gregório da Silva para prefeito e Heleno Bibiano para vice.
No mesmo ano foi inaugurada a agência do Banco do Brasil com Prédio Próprio.
Em l.993, foi comprada pela Prefeitura uma área de terras, a qual foi dividida em lotes urbanos mais ou menos 220 lotes e distribuído as famílias carentes do Município, hoje denominado Bairro Boa Esperança.
Em l.994, foi iniciado um novo loteamento no município de propriedade particular denominado Jardim São João, iniciado as vendas em l.995.
Em l.995, aproveitando a área do antigo aeroporto de Nova Olímpia o Prefeito João Gregório da Silva, loteou 330 e fez doações para famílias carentes, hoje denominado Bairro Aeroporto.
Em l.996 houve a quarta eleição no Município sendo eleito o Sr. José Elpídio de M. Cavalcante para prefeito e o Sr, Derivan Monteiro para Vice. No seu início de mandato, já trouxe para o município o CIRETRAN, FÓRUM de pequenas causas, inaugurou o Centro Recreativo Ângelo Masson onde o mesmo efetuou varias reformas, após a posse o Prefeito entregou precisamente 523
para pessoas carentes do município o qual foi denominado Jardim Santa Rosa, foi iniciado um novo loteamento de propriedade particular denominada Loteamento Castanheira, Construção de mais 01 Posto de Saúde e reforma dos demais, efetuou também reforma e ampliações nas seguintes escolas municipais Sagrado Coração de Jesus, Escola l3 de Maio e reforma nas demais escolas da Zona Rural.
Situação geográfica - Região Sudoeste do Estado de Mato Grosso.
Centros urbanos mais próximos - Município de Barra do Bugres, distante 40 km, Município de Tangará da Serra, dista 38 km.
Dotação de Recurso naturais - Aspectos físicos.
Clima - Quente e úmido com temperatura média variando em torno de 25ºC.
Regime pluviométrico - As precipitações giram em torno de 1750 a 1800 mm anuais com grandes intensidade nos meses de dezembro a março.
Altitude média - 232 metros longitude: 53º05?19? Latitude: 23º28?19?
Área do Município - 1.672.83 km2.
Topografia - Plana em média de 60%, ondulada chegando a 35% a montanhosa 0,5%.
Solos -
Tipo predominante - Latossolo vermelho-amarelo.
Textura - Arenosa em quase a totalidade da área.
Fertilidade natural - Média/baixa
Possibilidade de mecanização - Total, sendo que às margens de alguns cursos d?agua a mecanização deve ser precedida de drenagem.
Aptidão agrícola - Na região os poucos estudos de solos desenvolvidos não identificaram fatores prejudiciais, impeditivos à quaisquer cultivo corretamente conduzido.
A predominância de culturas pouco exigentes é conseqüência direta da baixa incorporação de tecnologia.
Fonte
Comentário
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PREFEITURA DE BARRA DOS BUGRES 08 DE 141
História
HISTÓRICO DE BARRA DO BUGRES
ESTADO DE MATO GROSSO
BARRA DO BUGRES MT
Antigo distrito de Cáceres , a história do povoamento de Barra do Bugres está intimamente ligado à aquele município , que teve inicio com as penetrações levadas a efeito no rio Paraguai pelas primeiras bandeiras que subiram o grande rio até suas cabeceiras e posteriormente ,a fundação de Vila Maria , que iniciou efetivamente o povoado da extensa zona que compreendia aquela parte da capitania de Mato Grosso e Cuiabá.
Se Caceres evoluiu freneticamente , graças aos cuidados que lhe dispensou o Capitão General Luiz de Albuquerque de Melo Pereira e Caceres 4º Governador da Capitania de Mato Grosso e Cuiabá , o mesmo não aconteceu com a região que hoje compreende o município de Barra do Bugres, que ficou isolada , sem mesmo ter as vantagens que decorriam da estrada pioneira Vila Bela da Santíssima Trindade .
Somente em 1.878 , chegaram os primeiros povoadores da zona onde se plantariam os fundamentos da atual cidade de Barra do Bugres . Naquele ano chegou ali PEDRO TORQUATO LEITE ROCHA procedente de Cuiabá acompanhado de familiares . Ergueu rancho , iniciou o cultivo de produtos de subsistência , e cuidou de explorar as cercanias do local em busca da preciosa poaia com resultados satisfatórios. Um ano depois precisamente em 1.879 , chegavam ali PACOAL DE OLIVEIRA CABRAL, que como seu predecessor trazia consigo, camaradas e poaieiros .E assim continuou o povoamento de Barra do Bugres , engrossando ainda mais com a chegada de : NICOLAU GOMES DA CRUZ , MAJOR JOSÉ CASSIANO CORREA , CAPITÃO TIBURCIO VALERIANO DE FIGUEIREDO ( EX ? Comandante da Guerra do Paraguai, terminada em 1.870 ) , MANOEL DE CAMPOS BORGES e vários outros . Apoiaram-se na Barra onde há o cruzamento da águas do Rio do s Bugres com a correnteza turvosa do Rio Paraguai, cuja forma (V) da vitória reflete a beleza da natureza num reboliço de cores de águas se misturando , da relva verde dos montes escuros e do céu azul. Nesse lugar acamparam ?se protegendo-se das intempéries e dificuldades e dos possíveis ataques das tribos da região pertencentes aos UMUTINAS OU BARBADOS . Mais tarde outros exploradores adentraram a região e descobriram outras potencialidades que aqui existiam além da ipecacuanha , como madeiras de lei , borracha nativa , diamante e ouro.
Em 8 de abril de 1.896 , é criada a Paroquia de Santa Cruz de Barra do Bugres , sob a Lei n º 145, o nome foi escolhido pelos povoadores , com jurisdição em São Luiz de Cáceres , fortalecendo então o já existente núcleo populacional.
Grandes eram as festas de Espirito Santo e de Santa Cruz. Uma cavalaria passava de casa em casa com o programa da festa . O pessoal da cavalaria iam mascarados , menos um , José de Campos Borges que lia os programas da festa . Os cavalos também iam fantasiados . Nestas festas bem organizadas haviam leilões , quermesses e quadrilhas .
Em 1.910 o Governo do Estado através da Assembléia Legislativa , desapropriou das terras de Manoel de Campos Borges 2.000 hectares de terra para a formação do patrimônio e povoamento de Barra do Bugres (Lei n.º 541)
A intensa procura da poaia transformou em pouco tempo o vilarejo em adensado urbano sempre acrescido por novos forasteiros que ali vinham buscar fixação .com a desvalorização dos preços da ipeca ,e borracha , decai a produção e segue um novo ciclo caracterizado na extração de madeiras .
Em 1.926 , os revoltosos da coluna Prestes escreveu aquela que seria uma triste página na história do município . Pelo menos quinze homens perderam a vida em Batalha as margens do Rio Paraguai , tentando defender a cidade ; não conseguiram e a vila foi saqueada e incendiada .
O povoamento passa ser um centro comercial e industrial com base na exploração e processamento de madeiras , principalmente o cedro e a peroba , o crescente resultado na exploração das riquezas vegetais do Distrito ficou efetivada através de decreto em dezembro de 1.940com a criação de uma Coletoria de Rendas Estaduais , comprovando o volume de bens ali gerados .
Em 31/12 /43 a Lei 545 criava o município de Barra do Bugres . O novo município foi instalado a 19 e abril de 1.944 coroado a êxito os esforços barrabugrenses, tendo sido nomeado para ocupar a Prefeitura Municipal, o professor Alfredo José da silva.
Em 1.948 foram empossados os primeiros vereadores no município, eleitos por sufrágios (votos). Sendo eles:
Claret Otaviana Dias
Pedro de Campos Borges
Tito José Parada
Aureliano Maximiniano de Jesus
Almicar Josseti,
João Arantes de Souzxa
Antonio Liria Passos
E neste mesmo dia toma posse o primeiro prefeito eleito JOAQUIM MARIANO DE MIRANDA, aos habitantes do município dá-se a denominação de ?BARRENSES? ou ?BARRABUGRENSES?
A vida econômica foi transformada com a vinda de colonos de Minas Gerais, São Paulo e Ceará, trazendo alterações no plano agrícola, sendo que a pecuária ocupa lugar de destaque neste período mais recente da economia .
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PREFEITURA DE DENISE 09 DE 141
História
HISTÓRICO DE DENISE
As primeiras pessoas que se tem registros que andaram por essas terras foram os seringueiros e o Senhor Adolpho Joseti, isso em 1924, explorando o látex das seringueiras aqui existentes. O produto extrativista recolhido era armazenado no Barracão de Zinco (hoje, Fazenda Machado), e depois transportado até Barra do Bugres e embarcado em uma lancha de nome Santana, que levava o produto até Corumbá ? MT, sendo depois exportado.
José Gratidiano Dorileo foi o pioneiro na região na década de 1940. Dedicou-se à exploração de Ipecacuanha (poaia) e Borracha, depois investiu em atividades garimpeiras. Após a constatação da queda de cotação comercial, tanto da poaia, como da borracha, abandonou o lugar, indo morar em Cuiabá.
Júlio Costa Marques, sobrinho do ex-presidente da província do Estado de Mato Grosso Doutor Joaquim Augusto da Costa Marques, e genro de José Gratidiano Dorileo conseguiram (não sabemos ao certo em que ano por falta de informações específicas nas bibliografias pesquisadas), um empréstimo favorável no Banco do Brasil S/A e contratou dois experientes corretores de imóveis e loteou o terreno onde seria a futura cidade. No projeto, Júlio da Costa Marques deu o nome de sua filha, ao futuro centro da Gleba, mais tarde a cidade de Denise.
O primeiro morador a chegar ao loteamento foi o Senhor José Fernandes, trazendo uma serra pica-pau que pôs a funcionar e serrar as primeiras tábuas, vigas, caibros, para a construção das primeiras casas.
No ano de 1968, surgiu um grande empreendimento através da ?SUDAM? que foi a construção de 02 (duas) serrarias na Fazenda ?Rio dos Bugres?, sendo seu proprietário o doutor Antonio Gonzáles de Ruiz, que residia em São Paulo - SP.
Em 20 de setembro de 1968, chegaram as famílias de Vicente Jacinto Franco. Em 27 do mesmo mês e ano, o padre Edgar Muller, então pároco de Tangará da Serra, celebrou a primeira missa solene em Denise. E no ano de 1969 chegaram as famílias dos Dias Mendes.
Em 1976 foi criado o Distrito de Denise, pela Lei N.º 3.757 de 29 de Junho, com território jurisdicionado ao município de Barra do Bugres.
No ano de 1981, o núcleo vivia em torno da agricultura de subsistência e pecuária extensiva. Nesse mesmo ano deu-se a instalação da Usina de álcool (Usinas Itamarati S/A), embora situado em áreas não abrangidas pelo distrito de Denise, teve influência decisiva para a prosperidade e, sobretudo com o apoio decisivo do Senhor Raimundo Nonato de Abreu Sobrinho, Prefeito Municipal de Barra do Bugres. E assim Denise passou por várias obras de infra-estrutura, como: posto de saúde, correio, centro comunitário, posto telefônico, energia com gerador a diesel e logo após energia elétrica (rede permanente), construção da praça central, hoje denominada ?Praça Brasília?.
O prefeito de Barra do Bugres, Raimundo Nonato Sobrinho, foi até a capital do Estado de São Paulo ter uma audiência com o empresário Olacyr Francisco de Moraes para auxiliar Denise na complementação de arrecadação de ICMS, para que fosse aprovado a Lei na Assembléia Legislativa para a sua emancipação político-administrativa. E, em 06 de Maio de 1982, Denise foi elevada a categoria de Município através da Lei n º 4453.
A pavimentação da Rodovia MT-343, em 1982, possibilitou um melhor acesso do município de Denise a capital do Estado e as cidades circuvizinhas.
Fonte
Secretaria de Ação Social
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PREFEITURA DE ARENAPOLIS MT 10 DE 141
História
Arenápolis
Mato Grosso - MT
Histórico
A movimentação garimpeira na região do ribeirão Areias, que deu nome ao município, é tão antiga quanto o desenvolvimento histórico de Diamantino. Remonta ao século XVIII.
A formação da cidade propriamente dita iniciou-se a partir de ações desencadeadas em 1936, quando garimpeiros devassaram a área da margem direita do rio Santana, abaixo da confluência com o ribeirão Areias, descobrindo formações favoráveis à cata do diamante. primeiras gemas às margens do Areias. Propagada a descoberta, afluíram à região novos garimpeiros.
Em face dos primeiros contingentes humanos se transferirem em massa para o local, logo se formou um arranchamento pioneiro, uma corrutela garimpeira a que se deu o nome de Areias, em referência ao ribeirão Areias.
Os primeiros ranchos foram construídos ao sabor dos acidentes naturais. Com o surgimento das primeiras casas comerciais, com novas construções não tão provisórias, houve uma sensível melhoria no arruamento urbano do povoado.
A lei estadual nº 704, de 15 de dezembro de 1953, criou o município. A denominação foi alterada para Arenápolis, por entenderem ser mais adequado. No entanto, não tiraram o sentido maior da origem do nome do município que é referência ao rio Areias.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Arenápolis, pela lei estadual nº 704, de 15-12-1953, desmembrado de Barra dos Bugres. Sede no atual distrito de Arenápolis (ex-povoado de Areias). Constituído do distrito sede. Instalado em 05-02-1954.
No quadro fixado para vigorar no período de 1954/1958, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1960.
Pela lei estadual nº 2069, de 14-12-1963, é criado o distrito de Marilândia e anexado ao município de Arenápolis.
Pela lei estadual nº 3785, de 30-09-1976, é criado o distrito de Santo Afonso e anexado ao município de Arenápolis.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Arenápolis, Marilândia e Santo Afonso.
Pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991, desmembra do município de Arenápolis o distrito de Nova Marilândia (ex-Marilândia). Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5909, de 20-12-1991, desmembra do município de Arenápolis o distrito de Santo Afonso. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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PREFEITURA SANTO AFONSO MT 11 DE 141.
História
Santo Afonso
Mato Grosso - MT
Histórico
As origens históricas do município prendem-se aos garimpos antigos de Diamantino, acompanhando as suas vicissitudes nos ciclos de produção e abandono.
No começo do século o lugar era explorado pelos seringueiros. A denominação Santo Afonso tem origem na referência que se faz a um cidadão chamado Afonso, que, segundo fonte oral, era funcionário da Companhia de Telégrafos. Por muitos anos, o local ficou conhecido por Afonso, mais tarde adicionou-se o termo 'Santo', ficando Santo Afonso.
Por volta de 1912, a localidade recebeu uma estação telegráfica, intermediária entre Parecis e Barra do Rio Bugres, instalada pela Comissão Rondon. Em 1940, José Gratidiano Dorileo possuía um barracão de zinco, destinado a depósito de látex. O lugar servia como ponto de referência para orientação regional da Serra de Tapirapuã. Por Santo Afonso passou a Coluna Prestes em 1927, a caminho da Bolívia.
O desenvolvimento teve maior impulso a partir de 1959. Questões fundiárias irromperam na região, tendo a Prelazia de Diamantino entrado com ação judicial em favor dos posseiros legais. Novo impulso migratório, em 1975, deu configuração a Santo Afonso.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Santo Afonso, pela lei estadual nº 3785, de 30-09-1976, subordinado ao município de Arenápolis.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Santo Afonso figura no município de Arenápolis.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
Elevado à categoria de município com a denominação de Santo Afonso, pela lei estadual nº 5909, de 20.12-1991, desmembrado do município de Arenápolis. Sede no antigo distrito de Santo Afonso. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-0-1993.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
Última edição por MARCELO FEIJAO; 06-03-24, 06:26.
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PREFEITURA DE ALTO PARAGUAI MT 12 DE 141 .
História
Alto Paraguai
Mato Grosso — MT
Histórico
A região que compreende o território de Alto Paraguai foi largamente palmilhada por garimpeiros à procura de pedras preciosas e ouro. Sua história está ligada a Diamantino desde 1728. Terminado o ciclo do ouro e do diamante no século passado, restaram sítios e fazendas apenas. Novo ciclo garimpeiro se iniciou em 1938, com o garimpo do Gatinho e outros mais.
A corrutela garimpeira do Gatinho ganhou esse apelido devido às frequentes visitas de um pequeno felino (onça ou jaguatirica), junto ao córrego trabalhado pelos garimpeiros.
Em torno do garimpo do Gatinho ficava a Fazenda Velha de Teodomiro Agripino, a fazenda da família Mendes e o garimpo do 'Come Feito'. Gatinho cresceu mais ainda com a descoberta dos ricos monchões de Espinhal, Várzea Bonita, Afonsinho e São Pedro.
O Decreto Lei nº 687, de setembro de 1945, desapropriou área de 3.600 hectares da Fazenda Varzearia para o patrimônio do Gatinho.
Em 17 de novembro de 1948, pela Lei nº 193, foi criado o distrito de Paz, com a denominação de Alto Paraguai. A alteração do nome deveu-se ao fato do município abrigar em seu território as nascentes do rio Paraguai.
O município de Alto Paraguai foi criado em 16 de dezembro de 1953, pela Lei nº 709.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Alto Paraguai (ex-povoado), pela lei estadual nº 193, de 17-11-1948, subordinado ao município de Diamantino.
No quadro fixado para vigorar no período de 1949/1953, o distrito figura no município de Diamantino.
Elevado à categoria de município com a denominação de Alto Paraguai, pela lei estadual nº. 709, de 16-12-1953, desmembrado de Diamantino. Sede no antigo distrito de Alto Paraguai. Constituído de 2 distritos: Alto Paraguai e Lavouras. Instalado em 08-01-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Alto Paraguai e Lavoura.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1960.
Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído de 3 distritos: Alto Paraguai, Capão Verde e Lavouras.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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PREFEITURA DE NORTELANDIA MT 13 DE 141.
História
Nortelândia
Mato Grosso — MT
Histórico
A origem de Nortelândia vem do garimpo e as atividades garimpeiras da região se perdem nos primeiros dias de Diamantino.
Em 1815, consta a abertura do garimpo de São Joaquim, nas imediações do centro da atual cidade de Nortelândia. A atividade garimpeira declinou, sendo substituída pela borracha, que também se exauriu. Por volta de 1937, começou efetivamente a formação do município.
O primeiro nome do lugar foi Santana dos Garimpeiros, devido ao orago e ao rio Santana, que banha a cidade. A antiga Santana dos Garimpeiros atraiu muita gente para seus garimpos, especialmente do norte e nordeste do Brasil, derivando daí o nome da cidade, em homenagem aos nordestinos e nortistas que contribuíram, de forma decisiva, à terra que escolheram para morar.
Caso único na história de Mato Grosso, o município foi criado duas vezes, a primeira em 11 de dezembro de 1953, com o nome de Santana dos Garimpeiros, e a segunda a 16 de dezembro do mesmo ano, com o nome de Nortelândia, com leis completamente diferentes, sem que a segunda fizesse menção à primeira, consolidou-se a segunda denominação: Nortelândia.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de município e distritos com a denominação de Nortelândia, pela lei estadual nº 712, de 16-12-1953, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Nortelândia (ex-povoado de Santana). Constituído do distrito sede. Instalado em 05-02-1954.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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PREFEITURA DE DIAMANTINO MT 14 DE 141.
História
Diamantino
Mato Grosso ? MT
Histórico
Em 18 de setembro de 1728, poucos anos depois da fundação de Cuiabá, começou a movimentação para formação do núcleo que deu origem ao atual município de Diamantino. Gabriel Antunes Maciel escreveu à Câmara de Cuiabá, dando notícias da descoberta do ouro.
Inicialmente, o local era denominado de Arraial do Ouro, nome dado ao córrego onde o metal havia sido encontrado. Posteriormente, o lugar passou a chamar-se Félix, certamente o nome de um garimpeiro pioneiro na região.
Pouco tempo depois, os garimpeiros encontraram pedras diamantíferas, cuja extração era privativa da Coroa Portuguesa. Tal achado fez com que o governo fechasse todos os garimpos da região. Mas a mineração clandestina continuou. Foi criado o Destacamento Diamantino do Paraguai, para inibir o garimpo ilegal, o qual assegurou a fixação do povoado de Diamantino.
No dia 9 de agosto de 1811, a Resolução Régia criou a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Alto Paraguai Diamantino. O nome Paraguai, incluso na denominação, vinha de um erro geográfico dos bandeirantes, que julgavam se encontrar estabelecidos nas cabeceiras do rio Paraguai, quando o rio Diamantino é apenas um afluente desse rio.
Formação Administrativa
Distrito criado com a denominação de Alto Paraguai Diamantino, por resolução régia de 09-08-1811, subordinado ao município de Cuiabá.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Alto Paraguai Diamantino, por alvará de 23-11-1820, desmembrado de Cuiabá. Constituído do distrito sede.
Suprimida por lei estadual nº 282, de 06-04-1901 com a denominação de Diamantino.
Restaurada pela lei nº 452, de 04-08-1906, reinstalada em 03-12-1906.
Elevada à categoria de cidade, por lei estadual nº 772, de 16-07-1918.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938 é criado o distrito de Pontezinha e anexado ao município de Diamantino.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Pontezinha.
Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, é criado o distrito de Utiariti e anexado ao município de Diamantino, o mesmo decreto extinguiu o distrito de Pontezinha, transferindo o seu território para o município de Rosário Central.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Utiariti.
Pela lei estadual nº 193, de 17-11-1948 é criado o distrito de Alto Paraguai (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Diamantino, Alto Paraguai e Utiariti.
Pela lei estadual nº 709, de 16-12-1953, desmembra do município de Diamantino o distrito de Alto Paraguai. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Utiariti.
Pela lei estadual nº 3784, de 04-06-1976 é criado o distrito de São José do Rio Claro e anexado ao município de Diamantino.
Pela divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Diamantino, São José do Rio Claro e Utiariti.
Pela lei estadual nº 4239, de 04-11-1980, é criado o distrito de Brasnorte e anexado ao município de Diamantino.
Pela lei estadual nº 4405, de 26-11-1981, é criado o distrito de Nova Mutum (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
Pela lei estadual nº 4407, de 30-11-1981, é criado o distrito de Tapurah (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 6 distritos: Diamantino, Brasnorte, Nova Mutum, Tapurah, Utiariti e São José do Rio Claro.
Pela lei estadual nº 4948, de 16-12-1985, é criado o distrito de Lucas do Rio Verde e anexado ao município de Diamantino.
Pela lei estadual nº 5047, de 05-09-1986, desmembra do município de Diamantino o distrito de Brasnorte. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5318, de 04-07-1988, é extinto o distrito de Utiariti, sendo sua área anexada ao novo município de Campo Novo do Parecis.
Pela lei estadual nº 4161, de 20-12-1979 desmembra do município de Diamantino o distrito de São José do Rio Claro. Elevado à categoria de município com a denominação de Rio Claro.
Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído de 4 distritos: Diamantino, Brasnorte, Nova Mutum e Tapurah.
Pela lei estadual nº 5315, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Campo Novo do Parecis. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5316, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Tapurah. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5318, de 04-07-1988, desmembra de Diamantino o distrito de Lucas do Rio Verde. Elevado à categoria de município.
Pela lei estadual nº 5321, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Nova Mutum. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
Alteração toponímica municipal
Alto Paraguai Diamantino para Diamantino, alterado pela lei nº 452, de 04-08-1906.
Fonte
Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>
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