Conhecendo o Paraná - Valente Fazedor de Chuva - Ponta Grossa

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  • JeanCarlo
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2016
    • 149

    #136
    https://youtu.be/WM7uPhCU9wgEstou chegando agora em MANDIRITUBA , meu 110° município visitado!

    “Mandirituba” vem do tupi: manduri (abelha) + tuba (abundância), sendo conhecida como a “cidade das abelhas”
    No século XVII, a região fez parte dos percursos dos bandeirantes em busca de ouro. Com o tempo, muitos se estabeleceram como produtores rurais, e começou o ciclo do tropeirismo, ligado à Estrada da Mata, um braço do Caminho de Sorocaba
    No início do século XX, a extração de madeira se tornou uma atividade-chave, atraindo colonos e expandindo a ocupação da terra.
    Por volta de 1900, uma serraria (Irmãos Bettega Ltda.) começou a operar, trazendo comércio e escola para o local, que viria a se chamar Distrito de Mandirituba em 1909.
    Em 25 de julho de 1960, Mandirituba foi oficialmente transformada em município, emancipando-se de São José dos Pinhais. A instalação ocorreu em 15 de novembro de 1961.
    Com cerca de 26 mil habitantes, mais de 60% vive na zona rural. A agricultura local é forte, incluindo cultivos de camomila (que conferiu o título de “capital da camomila”), morango, hortaliças, criação de abelhas sem ferrão, e madeira.

    Quem nasce em Mandirituba é chamado de mandiritubense.


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    Quer saber mais sobre Mandirituba , acesse o meu canal no Youtube , segue esse link!

    http://youtu.be/WM7uPhCU9wg

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    • JeanCarlo
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2016
      • 149

      #137
      Estou aqui em SÃO JOSÉ DOS PINHAIS , meu 111° município do meu Paraná!

      Essa terras foram originalmente ocupadas como sesmaria no século XVII, com destaque para a chácara “Águas Belas” e a construção de uma capela dedicada ao Bom Jesus dos Perdões por volta de 1690.
      Em 16 de julho de 1852, pela Lei nº 10 da Província de São Paulo, foi instituída a Vila de São José dos Pinhais; a Câmara de Vereadores iniciou suas atividades em 8 de janeiro de 1853. A elevação a cidade ocorreu em 27 de dezembro de 1897.
      O nome homenageia São José, padroeiro da cidade, e faz referência aos densos “pinhais” (pinheiros-do-paraná) que antes dominavam a região.

      Com a proximidade de Curitiba e a instalação de três rodovias principais, a cidade se tornou um polo industrial e agropecuário robusto. Hoje, abriga o Aeroporto Internacional Afonso Pena e montadoras como Renault, Volkswagen, Audi e Nissan, além de indústrias como o Boticário. É o terceiro maior polo automotivo do Brasil e líder na produção de hortifrutigranjeiros para o CEASA de Curitiba.


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      Se quiser saber mais sobre a cidade , acesse aqui!https://youtu.be/QjohPsXN4vg

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      • JeanCarlo
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2016
        • 149

        #138
        Prezados amigos que me seguem , infelizmentre com a mudança do Layout do site , acabou se perdendo algumas fotos das cidades que visitei.
        Vou fazer uma repostagem somente das fotos que estão faltando, para as próximas vou continuar contando um pouco de cada cidade .

        PIRAQUARA - 112°

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        PINHAIS - 113°

        Click image for larger version  Name:	113-399-PINHAIS.jpg Views:	0 Size:	57,2 KB ID:	781496


        ORTIGUEIRA - 114°

        Click image for larger version  Name:	114-399-ORTIGUEIRA.jpg Views:	0 Size:	88,7 KB ID:	781497



        MAUÁ DA SERRA - 115°

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        • JeanCarlo
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2016
          • 149

          #139
          Estou novamente na estrada , cheguei no meu116° Município , estou em WENCESLAU BRAZ .

          No início do século XX, a chegada dos trilhos de ferro representava progresso para qualquer lugar. Foi justamente a ferrovia do Ramal do Paranapanema, entre Jacarezinho e Ponta Grossa, que deu origem à cidade de Wenceslau Braz.
          Em 1915, o agricultor Joaquim Miranda, visionário, decidiu se estabelecer próximo ao traçado da estrada de ferro. Pouco tempo depois, famílias atraídas pela promessa de negócios formaram um pequeno povoado, inicialmente chamado Novo Horizonte.
          Com a inauguração da estação ferroviária, em 1918, o lugar recebeu o nome de Brasópolis, em homenagem ao então presidente Venceslau Brás. Dois anos depois, foi elevado a distrito judiciário e, mais tarde, passou a se chamar Wenceslau Braz, enquanto São José da Boa Vista, que havia perdido a ferrovia, entrava em declínio.
          A cidade cresceu sustentada pela agricultura – feijão, milho, soja e tomate – pela pecuária e também pela avicultura. Sua história carrega a marca dos imigrantes: ucranianos, poloneses, italianos, japoneses e comerciantes do Oriente Médio.
          Nos anos 1950 e 60, tornou-se polo regional do Instituto Brasileiro do Café, armazenando até 600 mil sacas do produto. Com a queda do café, outras lavouras assumiram espaço e mantêm a economia até hoje.
          O município também preserva suas tradições religiosas: o padroeiro é São Sebastião, celebrado em 20 de janeiro, numa festa que movimenta a cidade.
          Assim, Wenceslau Braz combina progresso, diversidade cultural e raízes históricas, mantendo viva a identidade de um povo que cresceu junto aos trilhos da ferrovia.

          Acesse o video no meu canal do Youtube : https://youtu.be/oSa0y4DgscY

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          • JeanCarlo
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2016
            • 149

            #140
            Estou passando agora por SIQUEIRA CAMPOS , meu 117° município do meu Paraná.
            A história de Siqueira Campos começa ainda no século XIX. Em 1843, o pioneiro Joaquim José de Sene foi o primeiro a chegar à região. Anos depois, suas terras passaram por várias mãos até serem adquiridas, em 1863, pelos irmãos Caetanos de Carvalho e seus parentes. Vindos do sul de Minas Gerais, trouxeram consigo 15 famílias, somando cerca de 150 pessoas.
            O grupo se instalou às margens de um ribeirão e ergueu seus ranchos, formando o povoado que recebeu o nome de Colônia dos Mineiros. Mais tarde, em 1886, passou a se chamar Capela do Senhor Divino Espírito Santo da Colônia Mineira, em homenagem à promessa feita durante a viagem: doar terras e erguer uma capela dedicada ao Divino Espírito Santo, que se tornou o padroeiro local.
            A Colônia Mineira cresceu, recebendo novas famílias e, em 1899, tornou-se Distrito Policial. Pouco tempo depois, em 1900, foi elevada a Distrito Judiciário. Já em 1909, após a morte do presidente Afonso Pena, o povoado recebeu o nome de Penápolis, em sua homenagem.
            Com a criação do município em 1920, o nome original – Colônia Mineira – foi retomado, e o coronel José Inocêncio dos Santos se tornou o primeiro prefeito.
            A mudança definitiva veio em 1930, após a Revolução. O povoado passou a se chamar Siqueira Campos, em homenagem ao tenente Antônio Siqueira Campos, herói do Levante dos 18 do Forte de Copacabana, falecido em um acidente aéreo naquele mesmo ano.



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            Se você se interessou pela história , me segue lá , tem um video da cidade ! https://youtu.be/42XT8NqdD7w

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            • JeanCarlo
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2016
              • 149

              #141
              Estou agora no meu 118° Município , SALTO DO ITARARÉ.
              O município de Salto do Itararé, no Norte Pioneiro do Paraná, tem suas origens no final do século XIX, quando mineiros e tropeiros começaram a ocupar a região. Antes disso, até meados de 1850, a área era praticamente despovoada, habitada por tribos indígenas guaranis e visitada apenas em expedições militares ou por mateiros em busca de terras férteis.
              O primeiro nome do povoado foi Balsa dos Índios, referência direta à presença indígena na região. O português Narciso Marinho foi o primeiro grande proprietário de terras. Antecipando o progresso, loteou parte de suas glebas e as vendeu para famílias vindas de Minas Gerais. Assim, formou-se o núcleo que daria origem ao município.
              A sede surgiu a partir da Fazenda Salto do Itararé, onde foram doados 28 alqueires de terra à Mitra Diocesana de Jacarezinho para a construção de uma igreja em homenagem a Santo Antônio de Pádua, que se tornou padroeiro local.
              Em 1901, pela Lei nº 8, o lugar foi elevado a Distrito Judiciário de São José da Boa Vista, com o nome de Santo Antônio dos Índios, que mais tarde passaria a se chamar Salto do Itararé, em referência à queda d’água do rio que corta a região.
              Com o tempo, o distrito foi incorporado a Siqueira Campos, mas a emancipação chegou em 25 de julho de 1960, pela Lei Estadual nº 4.245. A instalação oficial do município ocorreu em 15 de novembro de 1961, com Mário Bruno nomeado como primeiro prefeito.

              Se você quiser ver o video da cidade , acesse o meu canal no youtube :https://youtu.be/c85H00Ls33I


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              • JeanCarlo
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2016
                • 149

                #142
                Estou agora no meu 119° município , QUATIGUÁ , veja um pouco da história dessa cidade , aposto que você nem sabia o quê ela tem para contar!

                A história de Quatiguá, no Norte Pioneiro do Paraná, começou em 1903, quando o sertanista João Ferreira de Paiva abriu caminho no sertão, construiu sua casa e encorajou outras famílias a se instalarem na região conhecida como Chapada ou Jaboticabal. Os primeiros moradores se dedicaram ao café e às lavouras de subsistência, apesar do isolamento e das difíceis estradas que eram apenas picadas na mata.
                A grande transformação veio em 1922, com a inauguração da Estação Ferroviária de Quatiguá. Os próprios moradores doaram terrenos e ajudaram nos trabalhos, reconhecendo que os trilhos seriam a chave para o progresso.
                Poucos anos depois, em 1928, o governo criou o Distrito Policial de Quatiguá, ainda vinculado a Tomazina e depois a Santo Antônio da Platina.
                Mas foi durante a Revolução de 1930 que o município viveu um de seus episódios mais marcantes: Quatiguá se tornou palco de violentos combates entre tropas revolucionárias gaúchas, que apoiavam Getúlio Vargas, e as forças legalistas paulistas, leais ao governo federal. A intensidade da batalha marcou profundamente a cidade, que ergueu um obelisco na Praça Expedicionário Eurides do Nascimento para preservar a memória desses acontecimentos. Já em 1932, novos revolucionários ocuparam a região, mas sem combates.

                Com o passar dos anos, o povo lutou por sua autonomia política. Após tentativas frustradas, a emancipação só foi conquistada em 10 de outubro de 1947, pela Lei Estadual nº 2. A instalação oficial ocorreu em 26 de novembro do mesmo ano, quando Orlando Athayde Bittencourt tomou posse como o primeiro prefeito.
                O nome Quatiguá é uma corruptela de Catinguá, planta da região cuja casca servia para tingir tecidos. Outros afirmam que o significado pode ser “água dos quatis”.





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                Se quiser saber mais , veja o video na minha página do YouTube : https://youtu.be/gMGNH521BUs
                Última edição por JeanCarlo; 18-02-26, 20:10.

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                • JeanCarlo
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2016
                  • 149

                  #143
                  Huhuuuu , estou na meu 120° município , estou em JOAQUIM TÁVORA , números redondos tem sempre que festejar kkkk.

                  As origens de Joaquim Távora, no Paraná, remontam a meados do século XIX, quando paulistas e mineiros começaram a ocupar a região até então habitada por povos indígenas.
                  O núcleo inicial foi fundado em 1915, em terras da antiga Fazenda Jaboticabal de Barra Grande, pertencente a João Ayres e Job Ayres Dias. O principal povoador foi o capitão Miguel Dias, grande produtor de café, que, junto de outras famílias, impulsionou o crescimento do povoado conhecido como Barra Grande.
                  O progresso chegou com a estrada de ferro, que atraiu novos moradores e consolidou a região, conhecida pela fertilidade de suas terras. Mais tarde, ao tornar-se distrito de Santo Antônio da Platina, o lugar passou a se chamar Afonso Camargo, em homenagem ao então presidente do estado, Affonso Alves de Camargo.
                  Em 1929, pela Lei Estadual nº 2.645, foi criado o município de Afonso Camargo, com instalação oficial em 21 de setembro do mesmo ano. O capitão Miguel Dias, junto com lideranças locais como Herculano Chaves Madureira, foi decisivo nesse processo de emancipação.
                  Pouco tempo depois, a Revolução de 1930 trouxe mudanças políticas, e o município teve seu nome alterado para Joaquim Távora, em homenagem ao político paranaense aliado de Getúlio Vargas. A estação ferroviária também foi renomeada como Getúlio Dornelles Vargas.
                  Assim nasceu Joaquim Távora, uma cidade marcada pela coragem dos pioneiros, pela força do café e pela influência direta dos acontecimentos políticos que transformaram o Brasil no início do século XX.

                  E você sabia que quem nasce em Joaquim Távora é chamado de Tavorense!

                  Se quiser saber mais sobre Joaquim Tavorá , se segue lá no YouTube : https://youtu.be/7iQP_DXFyuo


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                  Comentário

                  • JeanCarlo
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2016
                    • 149

                    #144
                    Cheguei agora no meu 121° Município , estou em CARLÓPOLIS , localizada no norte pioneiro do Paraná, às margens do imenso lago de Chavantes, uma cidade que carrega história, natureza e tradição.
                    Tudo começou no fim do século dezenove, quando o pequeno povoado chamado Jaboticabal começou a se formar. Em 17 de agosto de 1901, o lugar foi elevado a distrito, e alguns anos depois, em 13 de julho de 1907, conquistou sua emancipação, tornando-se oficialmente município.
                    O café foi o grande responsável pelo crescimento da região. As lavouras trouxeram trabalho, prosperidade e deram início à história de um povo que aprendeu a viver do campo.
                    Em 1920, o município passou a se chamar Carlópolis, uma homenagem ao ex-governador Carlos Cavalcanti de Albuquerque, que marcou o Paraná no início do século passado.
                    Cortada pelo Trópico de Capricórnio, Carlópolis fica a cerca de 370 quilômetros de Curitiba, e tem uma altitude média de 540 metros.
                    Mas uma grande virada aconteceu nos anos 1970, com a construção da Usina Hidrelétrica de Chavantes. Parte das terras férteis foi inundada, mudando o ritmo da cidade — mas, em troca, nasceu uma nova paisagem: o lago de águas tranquilas, que hoje atrai turistas, esportistas e amantes da natureza.
                    Com o tempo, Carlópolis se reinventou. Além do turismo, a cidade se tornou referência na produção de frutas de alta qualidade — como a goiaba, o caqui, a manga e a acerola — produtos que levam o nome do município para várias regiões do Brasil.
                    Hoje, Carlópolis é sinônimo de hospitalidade e desenvolvimento sustentável, unindo suas origens rurais à força do turismo e da modernidade.
                    Mais uma parada do Projeto Conhecendo o Paraná – Valente Fazedor de Chuva.

                    Se você quiser conhecer mais sobre Carlópolis , acesse o video no you tube : https://youtu.be/cDTUF9E3qyk


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                    • JeanCarlo
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2016
                      • 149

                      #145
                      Estou em RIBEIRÃO CLARO , meu 122° município do meu querido Paraná .
                      A história de Ribeirão Claro é uma jornada de pioneirismo, união e coragem. Um capítulo marcante do norte pioneiro do Paraná, onde duas histórias se encontraram para formar o destino de uma cidade.
                      Tudo começou por volta de 1895, quando desbravadores vindos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro cruzaram o Rio Itararé em busca de novas terras. A região, rica em solo fértil e conhecida como terra roxa, logo se tornou palco para o nascimento de dois povoados: Maria Ferreira, às margens do Itararé, e Taquaral, nome inspirado na grande quantidade de bambus que cresciam por ali.
                      Enquanto Maria Ferreira crescia lentamente, Taquaral prosperava com força. O café, o “ouro verde” do Brasil, foi o grande motor desse progresso. As fazendas da região se destacaram pela qualidade da produção, atraindo imigrantes — especialmente italianos — que trouxeram cultura, trabalho e esperança de um novo começo.
                      A prosperidade foi tanta que Taquaral se transformou em um dos principais polos produtores de café do Paraná. A economia crescia, o comércio se expandia e a vida tomava ritmo nas ruas do vilarejo.
                      Mas a história guardava um novo capítulo. O povoado de Maria Ferreira, afetado por epidemias e pelo terreno plano próximo ao rio, viu-se em dificuldades. Em um gesto de união e visão de futuro, seus moradores decidiram mudar-se para Taquaral. Esse evento ficou conhecido como o “Dia da Mudança”, símbolo da força e da solidariedade de um povo que acreditava no amanhã.
                      Em 8 de março de 1908, a vila do Taquaral foi oficialmente renomeada para Ribeirão Claro, em homenagem ao ribeirão de águas límpidas que corta o território. A instalação oficial do município ocorreu em 13 de maio de 1908, data que marca o nascimento dessa cidade vibrante.
                      Com o tempo, Ribeirão Claro consolidou-se como um centro agrícola de destaque, e o legado do café permanece vivo até hoje, nas antigas fazendas abertas à visitação e na hospitalidade de seu povo.
                      Entre colinas, cachoeiras e o grande lago formado pela represa de Chavantes, Ribeirão Claro também descobriu no turismo uma nova vocação. Suas paisagens deslumbrantes e sua história de superação fazem da cidade um destino inesquecível.
                      Ribeirão Claro é o retrato da fé e da determinação de quem transforma desafios em oportunidades — um verdadeiro exemplo do espírito paranaense.


                      Se quiser saber mais sobre Ribeirão Claro , acesse o meu canal no you tube : https://youtu.be/nwlGE003Bx8

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                      Última edição por JeanCarlo; 14-03-26, 15:17.

                      Comentário

                      • JeanCarlo
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2016
                        • 149

                        #146
                        Cheguei no meu 123° Município ,estou em JACAREZINHO . A história de Jacarezinho começa no final do século XIX, por volta de 1898, quando os primeiros colonizadores chegaram vindos do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. A fertilidade das terras e o clima favorável fizeram da região um dos primeiros polos agrícolas do Paraná.
                        No início do século XX, o café foi o grande protagonista da economia local, marcando uma era de prosperidade e crescimento. Com o passar do tempo, as lavouras se diversificaram — vieram a cana-de-açúcar, com suas indústrias de açúcar e álcool, e mais tarde, a soja, o trigo, o algodão, além da avicultura e suinocultura, que se tornaram pilares do campo a partir da década de 1970.
                        Em 2 de abril de 1900, o povoado foi emancipado e recebeu o nome de Nova Alcântara. Poucos anos depois, em 3 de março de 1903, passou a se chamar Jacarezinho, nome que a consagraria entre as cidades mais importantes do norte pioneiro.
                        Localizada a cerca de 400 quilômetros de Curitiba e de São Paulo, Jacarezinho se desenvolveu em um ponto estratégico, com boas ligações rodoviárias e um solo fértil que impulsionou a agropecuária e a indústria local.
                        Mas a cidade também se destacou por outro motivo: a educação. Com a instalação da Universidade Estadual do Norte do Paraná, Jacarezinho se transformou em um centro regional de conhecimento, abrigando faculdades de Direito, Odontologia, Educação Física, Fisioterapia e Filosofia. Esse legado a tornou conhecida como a Capital Estudantil do Norte Pioneiro.
                        Moderna e acolhedora, Jacarezinho oferece uma estrutura completa: telecomunicações, bancos, teatro, cinema, ginásio de esportes e centros de eventos. Uma cidade dinâmica, que valoriza o trabalho, o talento e o espírito empreendedor de seu povo.


                        Jacarezinho é uma cidade que une tradição, educação e desenvolvimento, um símbolo de força e de esperança no norte pioneiro paranaense.

                        Se quiser saber mais sobre JACAREZINHO , me siga no YouTube : https://youtu.be/C-BuKKkuKhk


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                        • JeanCarlo
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2016
                          • 149

                          #147
                          Estou em CAMBARÁ , meu 124° município dom meu Paraná.
                          Cambará… essa cidade do Norte Pioneiro tem uma história que começa lá no final do século dezenove.
                          Naquela época, tudo isso aqui era conhecido como Fazenda Santana — uma região de terras férteis, onde o pessoal vivia basicamente da agricultura e da pecuária. Era um tempo de muito trabalho, de gente que acreditava que o futuro se construía com as próprias mãos.
                          Os primeiros moradores vieram abrindo caminho no meio da mata, plantando, criando gado e formando as bases do que, anos depois, viraria uma cidade.
                          E foi crescendo assim, aos poucos, até que em 1920 Cambará virou distrito de Jacarezinho.
                          Mas essa terra sempre teve espírito independente — e não demorou muito pra conquistar sua autonomia.
                          Em 28 de março de 1923, Cambará finalmente se tornou município.
                          Desde então, o trabalho no campo nunca parou.
                          A cidade cresceu em volta da soja, do milho, do café e também das madeireiras e fábricas de móveis, que se tornaram parte importante da economia local.
                          Com o tempo, veio o comércio, os serviços, as pequenas indústrias… e Cambará foi se modernizando, sem perder aquele jeito de cidade tranquila e acolhedora.
                          O Rio Cinzas, que corta o município, é parte da paisagem e da história de quem vive aqui.
                          Ele ajuda na agricultura e dá um charme especial à região — principalmente nos fins de tarde, quando o sol reflete na água.
                          O clima é aquele típico do interior do Paraná: verões quentes, invernos frios e um ar de calmaria que combina com o ritmo da cidade.
                          A cultura também é rica — mistura de tradições indígenas, africanas e europeias, presente nas festas, na fé e no jeito de viver do cambaraense.
                          Hoje, Cambará segue firme, de olhos no futuro, mas com os pés fincados na sua história.
                          Uma cidade que cresce com trabalho, acolhe com o coração e se orgulha de cada capítulo que escreveu ao longo do tempo.


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                          Se você quiser ver o video da cidade , acesse https://youtu.be/n0EjqJqkyrU





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                          • JeanCarlo
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2016
                            • 149

                            #148
                            Estou passando agora pelo meu 125° município , ANDIRÁ !

                            Andirá… uma cidade que nasceu ao som do trem e ao cheiro de trilhos recém-colocados.

                            Tudo começa em 1927, quando o progresso chega pelos caminhos de ferro da Companhia Ferroviária São Paulo–Paraná. Com a construção da Estação Ingá, o que antes era apenas um ponto isolado começa a ganhar vida.

                            Operários, pedreiros e comerciantes vieram de diferentes regiões, atraídos pela ferrovia. Sem perceber, estavam construindo mais do que trilhos — estavam dando origem a um novo povoado.

                            Casas simples surgiram, o comércio começou a crescer e aquele pequeno ponto de parada se transformou em um núcleo urbano cheio de movimento e esperança.

                            As terras pertenciam a Bráulio Barbosa Ferraz, um visionário que enxergou o futuro da região. Ele dividiu suas propriedades em lotes e abriu espaço para famílias que buscavam um novo começo.

                            Entre os primeiros colonizadores estão nomes como Amadeu Bernim, Carlos Ribeiro dos Santos, Domingos Marcondes Machado, Firmino Corrêa, Manoel da Silva e Raul Vaz — pessoas que ajudaram a construir as bases da cidade.

                            A grande virada veio em 20 de dezembro de 1943, quando o distrito de Ingá se tornou município e passou a se chamar Andirá. A instalação oficial aconteceu em 1º de janeiro de 1944, e em 1948 a cidade conquistou sua própria comarca.

                            Hoje, Andirá representa o espírito pioneiro do Norte Pioneiro do Paraná — uma cidade que nasceu do ferro, do trabalho e da coragem, e que segue firme, olhando para o futuro.


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                            Comentário

                            • JeanCarlo
                              Fazedor de Chuva
                              • Jul 2016
                              • 149

                              #149
                              Passei agora por BARRA DO JACARÉ , meu 126° município do meu Paraná!

                              Tudo teve início lá em 1881, quando José Pedro Lopes, um mineiro destemido e cheio de esperança, chegou com sua família a uma região fértil e promissora, no norte pioneiro do Paraná.
                              Na época, essas terras eram conhecidas por vários nomes — Fazenda Dourada, Água do Barreiro, e, mais tarde, Barra do Jacaré.
                              Lopes foi o primeiro a se estabelecer por aqui, abrindo caminho para outros colonizadores que logo chegaram, atraídos pela riqueza do solo e pela promessa de um novo começo.
                              Mas o progresso, como sempre, veio acompanhado de desafios.
                              Durante as primeiras décadas, a região viveu intensas disputas por posse de terra — um retrato do Brasil daquela época, quando cada pedaço de chão era sinônimo de futuro e sobrevivência.
                              Em 1904, o Coronel Joaquim Batista tentou resolver esses conflitos, que se estendiam de Jacarezinho até Itambaracá.
                              E foi só em 1922 que a situação se estabilizou, com as posses finalmente reconhecidas.
                              A partir daí, Barra do Jacaré começou a crescer com mais segurança, fortalecendo seu espírito comunitário.
                              O marco da fé e da união veio em 1936, quando foi erguida uma pequena capela em um terreno doado por Jacinto Cândido Lopes, filho do pioneiro José Pedro.
                              Essa capela se tornou o coração do povoado — um lugar de encontro, esperança e celebração.
                              Mas o grande passo da história veio algumas décadas depois.
                              Em 1951, Barra do Jacaré se tornou distrito de Jacarezinho.
                              E no dia 24 de janeiro de 1964, através da Lei Estadual nº 4.810, o sonho de autonomia se realizou: Barra do Jacaré foi emancipada politicamente, tornando-se um município independente.
                              A partir daí, começou uma nova fase.
                              Com a criação de sua própria administração, a cidade passou a investir em infraestrutura, agricultura e qualidade de vida — sempre com o envolvimento direto da comunidade, que ajudou a construir cada pedaço dessa história.

                              Se quiser ver o video , acesse o link : https://youtu.be/J5jmr88R4Gg


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                              • JeanCarlo
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2016
                                • 149

                                #150
                                Estou passando agora em SANTO ANTONIO DA PLATINA , meu 127° município do meu querido Paraná.

                                A história de Santo Antônio da Platina começa lá atrás, no coração do século XIX, quando o norte pioneiro do Paraná ainda era um território de matas e rios, esperando pelos primeiros colonos.
                                Foram os mineiros, vindos do sul de Minas Gerais, que chegaram primeiro. Gente acostumada ao trabalho na terra e, principalmente, à importância da água.
                                Eles diziam: “o dono da cabeceira é dono da vida” — porque quem encontrava a nascente de um riacho, encontrava também o sustento da família.
                                Enquanto isso, o Paraná se tornava província, em 1853, se separando de São Paulo. Curitiba virou a capital, e o interior começou, aos poucos, a ganhar vida.
                                A partir de 1880, com a abertura de estradas e ferrovias, as famílias começaram a se espalhar pelo Norte — mineiros, paulistas e até portugueses — que vieram primeiro pra Platina, um pequeno povoado, e depois se fixaram nas terras onde nasceria Santo Antônio da Platina.
                                Ali, entre os ribeirões do Boi Pintado e da Aldeia, perto do morro do Bim, surgiu uma pequena povoação.
                                O Paraná reconheceu o esforço desse povo em 6 de abril de 1900, concedendo uma área de 250 hectares para o patrimônio público.
                                E no ano seguinte, o local se tornou oficialmente Distrito de Paz do município de Nova Alcântara, que mais tarde passaria a se chamar Jacarezinho.
                                Mas o crescimento mesmo veio com as ondas de imigrantes.
                                Italianos das províncias de Veneza, Treviso e Rovigo chegaram trazendo seus costumes e o amor pela agricultura.
                                Vieram também espanhóis, alemães, suíços e holandeses, cada grupo deixando um pedaço de sua cultura, que até hoje se mistura nas ruas, na culinária e nas festas da cidade.
                                Foi aqui, inclusive, que nasceu um marco importante da fé: a Congregação Cristã no Brasil, fundada por Louis Francescon, tem suas raízes em Santo Antônio da Platina — um símbolo da espiritualidade que moveu gerações.
                                Com o tempo, o café, a cana-de-açúcar e a pecuária se tornaram os pilares da economia local, fazendo da cidade uma referência regional em produção agrícola.

                                Se você quiser saber mais , acesse https://youtu.be/ctJ8TGG6C_k


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