Estou passando agora por GUAPIRAMA ,meu 128° município do meu Paraná.
Sabe aquele nome que carrega um pedacinho da alma do lugar? “Guapirama” vem do tupi e quer dizer algo como “guapira promissora” … ou, em outras palavras, “o começo de um vale”. Um nome bonito, e bem escolhido — foi sugestão do deputado Antônio Custódio de Lima, lá em 1947.
Mas a história da cidade começa bem antes disso.
Por volta de 1910, um homem chamado Daniel Dias resolveu erguer um pequeno povoado às margens do Rio Cinzas, em terras do senhor Marins de Camargo — irmão do então presidente do Paraná. O lugar ficou conhecido como Barra do Cinzas.
Daniel não veio sozinho. Trouxe a família e também outras famílias corajosas, como a de Euzébio Euclides Batista, Francisco Martins, Romão Pedroso, Angelina Camilo… gente que acreditava no futuro mesmo em terras difíceis.
Naquela época, as terras pertenciam a Jacarezinho — e depois, a Santo Antônio da Platina. Só que a vida em Barra do Cinzas não foi fácil. Em 1917, uma forte epidemia de malária quase dizimou a população, atingindo até uma tribo indígena que vivia por perto.
Desanimado, Daniel Dias decidiu recomeçar. Pegou o que tinha e, com algumas famílias, fundou um novo povoado, agora em terras doadas por João Moreci. Nascia Barra Grande — enquanto o antigo povoado passou a ser chamado de Barra Velha.
Barra Grande começou simples, mas cheia de fé. A primeira capela foi feita em taipa, obra de João Pedroso, e logo o Frei Belindo celebrou ali a primeira missa do lugar.
Com o tempo, o povoado foi crescendo. Em 1947, virou Distrito Judiciário, com o novo nome de Guapirama.
E em 2 de março de 1964, pela Lei Estadual nº 4.842, finalmente se tornou município, instalado oficialmente no dia 19 de dezembro daquele mesmo ano.
O primeiro prefeito foi Romeu Gonçalves, com Massatoshi Shiguematu de vice. E vale lembrar: a colônia japonesa teve um papel enorme no desenvolvimento de Guapirama — ajudando na agricultura, na cultura e até na educação.
Se quiser saber mais , acesse o site https://youtu.be/OlW6nlCMAcw


Sabe aquele nome que carrega um pedacinho da alma do lugar? “Guapirama” vem do tupi e quer dizer algo como “guapira promissora” … ou, em outras palavras, “o começo de um vale”. Um nome bonito, e bem escolhido — foi sugestão do deputado Antônio Custódio de Lima, lá em 1947.
Mas a história da cidade começa bem antes disso.
Por volta de 1910, um homem chamado Daniel Dias resolveu erguer um pequeno povoado às margens do Rio Cinzas, em terras do senhor Marins de Camargo — irmão do então presidente do Paraná. O lugar ficou conhecido como Barra do Cinzas.
Daniel não veio sozinho. Trouxe a família e também outras famílias corajosas, como a de Euzébio Euclides Batista, Francisco Martins, Romão Pedroso, Angelina Camilo… gente que acreditava no futuro mesmo em terras difíceis.
Naquela época, as terras pertenciam a Jacarezinho — e depois, a Santo Antônio da Platina. Só que a vida em Barra do Cinzas não foi fácil. Em 1917, uma forte epidemia de malária quase dizimou a população, atingindo até uma tribo indígena que vivia por perto.
Desanimado, Daniel Dias decidiu recomeçar. Pegou o que tinha e, com algumas famílias, fundou um novo povoado, agora em terras doadas por João Moreci. Nascia Barra Grande — enquanto o antigo povoado passou a ser chamado de Barra Velha.
Barra Grande começou simples, mas cheia de fé. A primeira capela foi feita em taipa, obra de João Pedroso, e logo o Frei Belindo celebrou ali a primeira missa do lugar.
Com o tempo, o povoado foi crescendo. Em 1947, virou Distrito Judiciário, com o novo nome de Guapirama.
E em 2 de março de 1964, pela Lei Estadual nº 4.842, finalmente se tornou município, instalado oficialmente no dia 19 de dezembro daquele mesmo ano.
O primeiro prefeito foi Romeu Gonçalves, com Massatoshi Shiguematu de vice. E vale lembrar: a colônia japonesa teve um papel enorme no desenvolvimento de Guapirama — ajudando na agricultura, na cultura e até na educação.
Se quiser saber mais , acesse o site https://youtu.be/OlW6nlCMAcw
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