Conhecendo o Paraná - Valente Fazedor de Chuva - Ponta Grossa

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  • JeanCarlo
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2016
    • 149

    #121
    Passando agora pela cidade de IPORÃ , meu 97° Município do meu Paraná!

    Iporã – nome de origem indígena, significa “Água Boa”, em virtude da qualidade das águas que correm em seus rios e riachos.
    A empresa "Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná Limitada" (mas tarde denominada de SINOP Terras Ltda.), foram autorizados a explorarem a "gleba Atlântida", região onde atualmente é a sede do município de Iporã.
    A imobiliária derrubou parte da floresta, abriu estradas e organizou a divisão das terras em loteamentos e tão logo os serviços foram concluídos, chegaram os primeiros colonizadores.
    Inicialmente Iporã era um povoado do distrito de Cruzeiro do Oeste, da cidade de Cruzeiro do Oeste. Em 1955 foi elevada à categoria de distrito de Cruzeiro do Oeste.
    Em 1960, é elevada à categoria de município e em 15 de novembro de 1961, é instalado o distrito sede de Iporã.

    Quem nasce em Iporâ é chamado de iporaense.

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    • JeanCarlo
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2016
      • 149

      #122
      Cheguei em Altônia , meu 98° município do meu Paraná.

      Anteriormente à colonização o território era ocupado por Guaranis há 2.000 anos e estudos arqueológicos encontraram fragmentos de material cerâmico utilizados pelos indígenas entre panelas, copos, jarras, pratos, e caçarolas ao longo das margens do córrego da Lagoa.

      Em 14 de setembro de 1966, se criou oficialmente o município de Altônia, com território desmembrado de Xambre.

      A história da gente altoniense teve início em 1953, período em que a Companhia Byington de Colonização Ltda rasgou a extensa e impenetrável floresta que cobria grande área, fincando estacas, baseada em teodolitos que se movimentavam como vagalumes ao anoitecer. A ação desenvolvida por esta empresa foi responsável pelo grande progresso da região.

      Povos vindos especialmente da Região Nordeste e do Estado de Minas Gerais engrossaram o número dos que procuravam um lugar para se fixar, com terra boa e farta. A determinação dos pioneiros foi fator fundamental para o processo do empreendimento, que previa propriedades agrícolas com extensão territorial de até 10 alqueires paulistas, promovendo intensa colonização, com centenas de famílias ocupando o espaço até ocupado por nações indígenas, e flora e fauna silvestres.

      O território do povoado em ascensão pertenceu inicialmente ao município de Peabiru, passando a partir de 1954 a integrar o município de Cruzeiro do Oeste. Em 25 de julho de 1960 integra a jurisdição do município de Xambrê.
      Pela Lei Estadual, de 10 de setembro de 1964, eleva-se à condição de Distrito Administrativo e Judiciário do município de Xambrê. Em 14 de setembro de 1966, através de Lei Estadual, sancionada pelo governador Paulo Cruz Pimentel, foi criado o município de Altônia, com território desmembrado de Xambrê. A instalação oficial ocorreu no dia 12 de dezembro de 1968.





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      • JeanCarlo
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2016
        • 149

        #123
        Estou agora em SÃO JORGE DO PATROCÍNIO , meu 99° Município do meu Paraná.


        Em 1940, o Estado do Paraná devia serviços ferroviários à empresa inglesa Byington, como pagamento, foi cedida uma área de terra que abrangia os atuais municípios de Iporã, Pérola, Altônia, São Jorge do Patrocínio, Esperança Nova e Xambrê.

        A empresa Byington então dividiu essa área em pequenos lotes de 1 a 20 alqueires paulistas, que foram comprados pelas pessoas que trabalham como parceiros e porcenteiros nas propriedades de café na região norte do Estado e que passaram a ser mão – de – obra ociosa, na década de 1950, com a derrocada do café naquela região.

        No início da década de 1960, começaram a chegar a esta localidade os primeiros moradores, atraídos pelo solo fértil, para exploração agrícola, principalmente para o café. Em 1968, foi criado o Município de Altônia, que abrangia o povoado de São Jorge. Um fato marcante foi à participação da igreja Católica na organização das primeiras comunidades. Instalada em fevereiro de 1976, é elevado a Categoria de Distrito por lei estadual, de 20 de dezembro de 1977.

        Então liderados pelo Padre Ernesto Pereira, o povo do distrito de São Jorge, depois de muita luta, consegui elevá-lo à Categoria de Município. Emancipado politicamente por lei estadual, de 22 de junho de 1981, foi desmembrado de Altônia e reconhecido oficialmente em primeiro de fevereiro de 1983, passando a se chamar de São Jorge do Patrocínio, com sua instalação e posse do primeiro Prefeito Municipal.

        São Jorge do Patrocínio é uma referência na proteção do meio ambiente, na conservação dos recursos naturais e no desenvolvimento sustentável. Em seu município fica localizada a sede do Consórcio Intermunicipal para Conservação do Remanescente do Rio Paraná e Áreas de Influência (CORIPA), primeiro consórcio intermunicipal do Brasil a atuar na conservação da biodiversidade.


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        Acesse o meu canal do YouTube e assista o video da cidade: https://youtu.be/2ojydVfkPEI

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        • JeanCarlo
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2016
          • 149

          #124
          HUHUUUUUU !!!!!

          Cheguei na meu 100° município , o felizardo foi o município de ESPERANÇA NOVA , nome muito sugestivo para a 100° cidade visitada!

          O Município está localizado na Região Noroeste do Paraná. Tendo como limites: Norte: Xambrê, Sul: São Jorge do Patrocínio, Leste: Alto Paraíso e Oeste: Pérola.
          Em 1960, a área onde está localizado era coberta de mata fechada, que atraiu os colonizadores pela diversidade de madeira e solo fértil. O distrito de Boa Esperança foi oficialmente criado no ano de 1960.
          Em 28 de maio de 1995, foi realizado o plebiscito para desmembrar o Distrito tornando-o município, quando a população decidiu pela criação do Município de Esperança Nova, resultado esse homologado pelo Tribunal Regional Eleitoral.
          Somente em 21 de dezembro de 1.995 foi aprovada a Lei que criou o Município de Esperança Nova, desmembrado de Pérola. Mas a instalação Oficial deu-se em 01 de janeiro de 1.997.
          O nome Esperança Nova, foi escolhido pelo Padre Antônio Antunes dos Santos que foi um marco na história deste povo e desta cidade que hoje é chamada de Esperança Nova.
          Esperança quer dizer: povo cheio de Esperança, de fé, de coragem de lutar seguindo sempre em frente, nunca parar.
          Nova quer dizer: novas forças, novas ideias, novos conceitos, novas formas de fraternidade e visão do futuro.

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          • JeanCarlo
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2016
            • 149

            #125
            Estou passando pelo meu 101° município , PÉROLA .

            O Município recebe o nome de Pérola em homenagem a Pérola Ellis Byington, mãe de Alberto Byington Júnior, um dos sócios da Companhia Byington de Colonização Ltda., grande proprietária de terras no Paraná e que promoveu o desmatamento e a colonização de parte do noroeste do Estado.
            A origem de Pérola remonta ao início da década de 1950, quando a Companhia Byington Colonizadora começou a desenvolver a região para fins agrícolas, como parte da expansão da fronteira agrícola do Norte e Noroeste do Paraná.

            A cidade foi inicialmente ocupada por migrantes vindos principalmente de São Paulo e Minas Gerais, atraídos pela fertilidade do solo (terra roxa) e pelas possibilidades de cultivo de café, algodão, milho e outras culturas. O município foi criado por força da Lei nº 5.395, de 14 de setembro de 1966, desmembrado do município de Xambrê, do qual era distrito.
            A base econômica sempre foi o agronegócio, com destaque para o cultivo de grãos, especialmente soja e milho. Com o tempo, a pecuária e pequenas agroindústrias também passaram a ter papel importante.

            Um fato curioso é que, apesar de ser um município pequeno, Pérola é conhecida na região por seu envolvimento com projetos educacionais e ambientais. Um exemplo disso é o Parque Ecológico de Pérola, uma área de preservação que serve como espaço de lazer, educação ambiental e turismo local, onde diversas espécies nativas são protegidas.


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            • JeanCarlo
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2016
              • 149

              #126
              Estou agora em FRANCISCO ALVES , meu 102° município do meu Paraná.

              O início da colonização do território de Francisco Alves, ocorreu na década de 1950, quando os pioneiros chegaram e começaram a realizar os primeiros empreendimentos agrícolas, baseados na cultura do café. Após o ciclo do café, o espaço foi cedido à pecuária extensiva.

              Mais recentemente, na busca de novas alternativas para o desenvolvimento sócio-econômico, observa-se o retorno da cultura cafeeira com novas práticas de manejo, como o café adensado e a mecanização com as culturas temporárias da soja, milho, algodão e trigo. A criação de aves de corte no sistema integrado com os frigoríficos dos complexos avícolas da região, também é observado.

              O Município de Francisco Alves foi criado através da Lei Estadual n° 6.314, de 24 de agosto de 1972, desmembrado de Iporã.
              Instalado oficialmente em 01 de fevereiro de 1977.

              Quem nasce em Francisco Alves é chamado de franciscoalvense.

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              • JeanCarlo
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2016
                • 149

                #127
                Estou passando por GUAÍRA , meu 103° município do Paraná.

                Em 1525, Aleixo Garcia - considerado o descobridor oficial do Paraguai - percorria a região das Cataratas do Iguaçu e de Guaíra em sua viagem para o Peru, utilizando o mítico caminho do Peabiru (estrada indígena que ligava o Atlântico ao Pacífico). Aleixo foi, provavelmente, o primeiro homem branco a visitar o que hoje é conhecido como Guaíra, batizando as grandiosas cachoeiras que aqui encontrou de Cataratas do Rio Paraná.
                Nestas paragens, em breve conviveriam (nem sempre em harmonia) espanhóis, indígenas e jesuítas.

                Em 1554, é fundada a Ciudad Real Del Guayrá, na confluência do Rio Piquiri. Em 1570, um novo estabelecimento surge à margem esquerda do Rio Paraná, denominando-se Vila Rica do Espírito Santo, que rapidamente tornou-se o mais importante centro urbano da antiga Província do Guairá. Nestas vilas, a atividade econômica girava em torno da horticultura e do extrativismo, cujo principal produto era a erva-mate.

                Ciudad Real aos poucos ficou sob o controle jesuíta, que catequizava os indígenas guaranis que então viviam em abundância em toda a região. Em 1631, porém, os bandeirantes destruíram essas vilas e a região ficou sob o controle do Império Português.
                A área, então, ficou inabitada, com o extermínio e fuga dos guaranis para outras regiões. Isso até que o ciclo da erva-mate após a Guerra do Paraguai novamente colocasse a região no mapa comercial.

                A erva-mate é, portanto, a protagonista de Guaíra. Num salto histórico de mais de 300 anos, chega-se à legendária Companhia Matte Larangeira (com g, pois seu fundador chamava-se Thomas Larangeira, que obteve em 1882, por meio de Decreto Imperial, o direto de exploração de ervais nativos). Em 1929, após quase quatro décadas trabalhando em sociedade com a empresa Mendes & Cia., surge a nova Companhia Matte Larangeira, com sedes no Rio de Janeiro e em Buenos Aires.
                Inicia-se a construção da cidade, que aos poucos ganha infraestrutura e destaque como um importante polo industrial da época. A partir de 1919, o chamado Porto Guaíra já contava com iluminação elétrica a vapor, rede de esgoto, limpeza pública, capela, biblioteca, escola, hospital, serviço telefônico, metalúrgica, policiamento, etc.

                A influência da Mate Larangeira começa a arrefecer na década de 1940, quando o governo nacionalista de Getúlio Vargas encampou o patrimônio da empresa, rebatizando-o de Serviço de Navegação Bacia do Prata. Getúlio também é o responsável pelo estímulo de uma “Marcha para o Oeste”, atraindo imigrantes para a região. Assim, a cidade, então basicamente habitada por paraguaios e descendentes, passa a abrigar outras etnias.
                Impulsionado por interesses políticos, em 1947, o então governador do Mato Grosso, Arnaldo Estevão Figueiredo, acaba com a concessão dos ervais da Matte Larangeira. Era o fim de uma era.
                Guaíra foi elevada à categoria de município com essa denominação pela lei estadual n.º 790, de 14 de novembro de 1951, desmembrado de Foz do Iguassú, sendo instalado em 14 de dezembro de 1952.

                Guaíra é localizado na região oeste do Paraná. Situa-se na fronteira do Brasil com o Paraguai e o Estado de Mato Grosso do Sul, às margens do Rio Paraná, quando faz divisa com a cidade paraguaia de Salto del Guairá e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul. Neste trecho do rio que ostenta o título de Maior Arquipélago da América do Sul, considerado o Portal do Pantanal Paranaense e constitui um corredor da biodiversidade com mais de 200 ilhas, centenas de espécies de animais vertebrados, aves, répteis e anfíbios, além de 170 espécies de peixes.

                Quem nasce em Guaíra e chamado de guairense.
                Fonte : Wikipédia


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                • Nelmar
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2020
                  • 141

                  #128
                  Jean Carlo, tudo bem?

                  Que legal seu desafio, vi que vc tem um mapa do Paraná e vai marcando cada município que já visitou dentro do desafio, eu também tenho um em casa que fica ao lado da churrasqueira, e mostro com orgulho a quem vai em casa. O Paraná é um estado maravilhoso, produz de tudo, terra de gente boa, e conhecê-lo de moto é algo gratificante. Parabéns pelo seu desafio e bons ventos...

                  PS.: Estou quase igual a você em número de municípios, até o momento já estive e fotografei em 109 municípios, passei por vários outros, mas na oportunidade não fiz o registro fotográfico

                  Comentário

                  • JeanCarlo
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2016
                    • 149

                    #129
                    Opa , Nelmar

                    Que legal que você está me acompanhando, esse desafio é muito legal realmente e difícil em algumas vezes , mas vale muito o sacrifício. Em algumas cidades tenho feito videos e em outras somente fotos .

                    Sigo firme em meu propósito.

                    Um abraço.

                    Se você tiver interesse me assista lá no YouTube

                    Comentário

                    • JeanCarlo
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2016
                      • 149

                      #130
                      Estou passando hoje pelo meu 104° município , MARILUZ


                      Mariluz teve sua origem ligada ao ciclo de colonização do noroeste paranaense no século XX, especialmente a partir da década de 1940. Nessa época, o interior do estado passou a ser intensamente povoado com a expansão agrícola e o avanço das companhias colonizadoras.

                      A cidade surgiu oficialmente em 1954, quando foi criada como distrito de Goioerê. A região era inicialmente coberta por matas, e sua ocupação se deu principalmente com o trabalho de desbravadores e imigrantes — muitos vindos de São Paulo, Minas Gerais, além de descendentes de italianos, japoneses e alemães.

                      Desde os primeiros tempos, a base econômica foi a agricultura, com destaque para o café, que impulsionou o crescimento de muitas cidades do norte e noroeste paranaense. Posteriormente, com o declínio do café, outras culturas como milho, soja e pecuária ganharam espaço.

                      Mariluz foi emancipada politicamente em 25 de julho de 1960, data em que foi instalada a prefeitura e o município se tornou independente de Goioerê.


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                      • JeanCarlo
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2016
                        • 149

                        #131
                        Estou passando por MOREIRA SALES , meu 105° município do meu Paraná.

                        A história de Moreira Sales começa por volta da década de 1950, durante o processo de colonização do interior do Paraná, quando grandes áreas de mata foram desbravadas para o cultivo de café, algodão e outras culturas agrícolas. A região, inicialmente formada por terras férteis e cobertas de mata nativa, começou a atrair migrantes, especialmente paulistas, mineiros e nordestinos, em busca de novas oportunidades.

                        O nome do município é uma homenagem a Cândido Moreira Sales, um importante político paranaense da época, que teve papel relevante no desenvolvimento da região.

                        A cidade foi oficialmente emancipada em 14 de novembro de 1961, desmembrando-se do município de Goioerê. Com isso, passou a administrar sua própria estrutura política e administrativa.

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                        • JeanCarlo
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2016
                          • 149

                          #132
                          Passando por essa acolhedora cidade , JANIÓPOLIS , meu 106° município do meu Paraná.

                          A história de Janiópolis teve início com o antigo patrimônio chamado “Pinhalzinho”, que pertencia ao território de Campo Mourão. Com o tempo, o povoado cresceu e passou por um processo de emancipação, que foi oficializado em 18 de novembro de 1962. O nome da cidade é uma homenagem ao então presidente da República, Jânio Quadros, com o sufixo “-ópolis”, que significa “cidade”. Assim nasceu Janiópolis — “a cidade de Jânio”.

                          A economia de Janiópolis gira principalmente em torno da agropecuária. A produção agrícola é diversificada, com destaque para o cultivo de grãos e a criação de gado. Pequenas propriedades familiares formam a base da produção local. Embora o setor industrial tenha pouca expressão no município, o comércio e os serviços atendem bem à população e garantem parte da renda local.

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                          • JeanCarlo
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2016
                            • 149

                            #133
                            Estou no meu 107° município , FAROL !

                            O povoado que hoje é o município de Farol teve início em 1942. Em 1948, foi elevado à categoria de patrimônio com o nome de Pinhalão D’Oeste. No dia 30 de novembro de 1955, foi criado oficialmente como distrito, por meio da Lei Municipal nº 17/55.

                            Por já existir outra cidade chamada Pinhalão no Paraná, a localidade passou a se chamar Farol, nome inspirado em uma placa fluorescente instalada no cruzamento de importantes estradas da região.

                            Farol foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 9.785, de 25 de outubro de 1991, sendo oficialmente instalado em 1º de janeiro de 1993. Em 29 de dezembro de 2003, foi criado o distrito de Martinópolis D’Oeste, anexado ao município.

                            Quem nasce em Farol é chamado de Farolense.

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                            Comentário

                            • JeanCarlo
                              Fazedor de Chuva
                              • Jul 2016
                              • 149

                              #134
                              Cheguei no meu 108° Município , Araucária .

                              Araucária é uma cidade localizada na Região Metropolitana de Curitiba, no estado do Paraná, Sul do Brasil. Fundada oficialmente em 11 de fevereiro de 1890, ela tem forte influência da imigração europeia, especialmente de poloneses, italianos e ucranianos, o que se reflete na cultura local.
                              O município é conhecido por sua importância industrial e econômica — é sede de grandes empresas, incluindo a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), uma das maiores do Brasil, que impulsiona a economia regional. Apesar disso, Araucária também preserva áreas rurais, com produção agrícola, especialmente hortaliças e leite.
                              Com uma população estimada em mais de 150 mil habitantes. O nome do município faz referência à araucária, árvore símbolo do Paraná e muito comum na região.
                              A história da cidade de Araucária remonta ao século 17, quando os primeiros bandeirantes passaram pela região em busca de ouro e indígenas. No entanto, a ocupação mais efetiva começou no século 19, com a chegada de colonos europeus, principalmente poloneses, alemães e ucranianos, que se dedicaram à agricultura e ajudaram a formar os primeiros núcleos urbanos.
                              Inicialmente, a localidade era conhecida como Tindiqüera, nome de origem indígena que significa "caminho seco" ou "caminho dos índios". Em 11 de fevereiro de 1890, Araucária foi oficialmente emancipada de Curitiba, recebendo o nome atual em referência à árvore araucária angustifolia, símbolo do Paraná e abundante na região na época.

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                              • JeanCarlo
                                Fazedor de Chuva
                                • Jul 2016
                                • 149

                                #135
                                Passando agora pelo meu 109° Município do meu querido Paraná! Estou em FAZENDA RIO GRANDE .

                                A região era originalmente habitada por indígenas da etnia Itararé-Taquara, que alternavam períodos de pesca no litoral com o plantio de milho e coleta de mel — deram origem a um aldeamento chamado Capocu
                                No século 18, surgiram duas grandes propriedades: as fazendas Capocu e Rio Grande, nome inspirado no rio Iguaçu, que vem do tupi “Água Grande” ou “Rio Grande”.
                                Em 1879, Francisco Claudino Ferreira foi o primeiro a registrar terras na área, dando início à Fazenda Rio Grande.
                                A fazenda ficou conhecida pela criação de cavalos de raça, sendo fornecedora do Exército Brasileiro.
                                A partir de 1959 começaram os loteamentos urbanos, marcando o início da integração com Curitiba e a transformação em região-dormitório.
                                Foi elevada à categoria de distrito em 1981 (pertencente a Mandirituba) e tornou-se município independente em 26 de janeiro de 1990, com instalação efetiva em 1º de janeiro de 1993
                                É um dos municípios que mais cresce no Paraná — passou de cerca de 81 600 habitantes em 2010 para mais de 160 mil em 2024.

                                Quem nasce em Fazenda Rio Grande é chamado de fazendense.

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