Valente Fazedor de Chuva - Goiás

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  • GuilhermeLemuriano
    Fazedor de Chuva

    • Feb 2021
    • 264

    #226
    220/246 Córrego do Ouro

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Name:	220 Córrego do Ouro.jpg
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Size:	43,6 KB
ID:	640928

    O povoado de Córrego do Ouro iniciou-se em 1934, por incentivos do Padre Alexandre Pereira.
    Suas terras excelentes e a construção de uma ponte sobre o rio Fartura favoreceram a vinda de várias famílias com vistas à agropecuária.
    Para acelerar o desenvolvimento urbano, foi feita a doação de uma gleba para a formação do patrimônio, por Benedito Cordeiro de Paula, Benedito Cordeira da Silva, Benedito Abadia Monteiro, Antônio Jacó de Araújo, Augusto e Ivo Pires de Faria.
    Em torno de um rancho, improvisado em igreja, foram surgindo as primeiras moradias, com predominância de elementos ligados à agricultura e à pecuária.
    O topônimo tem origem no córrego do mesmo nome, que banha o município e no ouro, largamente extraído.
    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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    • GuilhermeLemuriano
      Fazedor de Chuva

      • Feb 2021
      • 264

      #227
      221/246 Aurilândia

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Name:	221 Aurilândia.jpg
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ID:	640929
      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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      • GuilhermeLemuriano
        Fazedor de Chuva

        • Feb 2021
        • 264

        #228
        222/246 Cachoeira de Goiás

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Name:	222 Cachoeira de Goiás.jpg
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Size:	69,3 KB
ID:	640930

        O povoado de Cachoeira de Goiás teve origem em 1892, com a vinda de Manoel Fernandes Pereira e outras famílias que ali construíram uma capela sob a invocação do Divino Padre Eterno e fizeram a doação de parte de suas terras à Igreja para a formação do patrimônio.

        Com a chegada de outras famílias, o povoado desenvolveu-se vagarosamente, até que, pelos esforços do Coronel Francisco Seabra Guimarães, passou à categoria de distrito, pela Lei Municipal nº 87, de 9 de abril de 1901, com o nome de Cachoeira da Fumaça, pertencente ao Município de Goiás.

        Em 31 de outubro de 1938, pelo Decreto-Lei 1.233, passou a pertencer ao Município de Paraúna. Sendo que a partir de 31 de dezembro de 1943, pelo Decreto-Lei nº 8.305, passou a denominar-se Moitu (de origem desconhecida).

        Em 1948, passou a pertencer a Aurilândia e em 10 de novembro de 1953, pela Lei nº 878, foi elevado à categoria de município, com o topônimo Cachoeira de Goiás, tendo sido instalado oficialmente em 01/01/1954.
        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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        • GuilhermeLemuriano
          Fazedor de Chuva

          • Feb 2021
          • 264

          #229
          223/246 Ivolândia

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Name:	223 Ivolândia.jpg
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Size:	70,5 KB
ID:	640931

          Por volta de 1939, em busca de ouro e diamantes, várias familias vindas da Bahia e de Minas Gerais, se instalaram à beira do Rio Claro e do Córrego Encanado. Nesses mananciais existiam grandes quantidades dos preciosos minérios. Em 1944, essas famílias se fixaram num altiplano, localizado entre Iporá e Cachoeira de Goiás, na cabeceira do Córrego Macaquinho, onde já existia uma estrada ligando os garimpos do Rio Claro à Anápolis e Goiânia.O primeiro nome da localidade, foi Boa Vista, devido o lugar ser alto e a vista ser agradabilíssima.

          No ano de 1948, a população unida, construiu a Igreja de Nossa Senhora D’Abadia, vindo esta ser a Padroeira da localidade. Em 1949 foi construída a primeira escola no povoado. O topônimo Ivolândia é em homenagem ao Sr. Ivo Moreira Neves, um dos primeiros moradores e doador de 5 alqueires de terras para o Patrimônio.
          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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          • GuilhermeLemuriano
            Fazedor de Chuva

            • Feb 2021
            • 264

            #230
            224/246 Moiporá

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Name:	224 Moiporá.jpg
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Size:	51,6 KB
ID:	640932

            O município de Moiporá teve sua origem com a imigração de famílias inteiras, a maioria proveniente do estado de Minas Gerais, da Bahia e da região de Morrinhos, em incursões pelo sertão goiano em busca de minérios e localização de terras cultiváveis.
            Os primeiros a se instalarem na região foram: Joaquim Cabó, de origem desconhecida, 'os Machado' e a famía de Florentino Rosa, em 1919, liderados por Tiburcio Machado. Em 1929, chegava o senhor Sebastião Moreira da Silva com seus familiares: filhos e genros, oriundo de Moitu (hoje conhecida como Cachoeira de Goiás), cujos pais também vieram de Minas Gerais. Depois vieram José Marcelino e seus familiares que povoou a região e ajudou a construir a sua história doando parte do terreno para a construção do povoado.
            Com a chegada da família do senhor Alfredo Pereira Dias, o Alfredão, como ficou muito conhecido, foi que o lugar começou a tomar ares de povoado, ao se instalar próximo às margens do córrego do Cobó, juntamente com as famílias que o acompanharam desde Iraí, em Minas Gerais.
            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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            • GuilhermeLemuriano
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              • Feb 2021
              • 264

              #231
              225/246 Fazenda Nova

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Name:	225 Fazenda Nova1.jpg
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Size:	64,0 KB
ID:	640933
              Errei feio o enquadramento da foto, mas sempre tiro outra só da moto, segue:

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Name:	225 Fazenda Nova2.jpg
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Size:	69,3 KB
ID:	640934

              O povoamento da sede municipal iniciou-se em 1945 na fazenda Três Ilhas, de José de Paula Barbosa que juntamente com Ambrósio Moreira de Carvalho e João Antonio Moreira edificaram suas moradias e um “Cruzeiro’, dando-se ao povoado nascente o nome de “Campão”, mais tarde também denominado “Paulápolis” em homenagem ao seu fundador.
              A fertilidade das terras e a facilidade de acesso às comunas vizinhas concorreram para seu rápido desenvolvimento, tornando-se em pouco tempo expressivo centro comercial, com intensa atividade agropecuária, base de sua economia.
              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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              • GuilhermeLemuriano
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                • Feb 2021
                • 264

                #232
                226/246 Israelândia

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Name:	226 Israelândia.jpg
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ID:	640935

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Name:	226 Israelândia2.jpg
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ID:	640936

                Israelândia é mais um dos municípios que surgiu da atividade garimpeira. O povoado foi iniciado com os garimpos e diamante às margens do rio Claro, no Mato Grosso Goiano. Os garimpeiros existentes ganharam o nome de Monchão do Vaz, denominação do povoado idealizado pelo garimpeiro Israel de Amorim. A primeira residência construída no garimpo, todavia, pertencia a Fernando Martins Marquez.
                O nome homenageia o pioneiro do lugar, Israel de Amorim, considerado fundador oficial de Israelândia. O povoado foi elevado à condição de distrito de Iporá em 19 de setembro de 1953, já apresentando um grande desenvolvimento face à riqueza proporcionada pelos garimpos.
                Apesar de se apresentar como um distrito rico e progressista, a localidade mantinha o nome Monchão do Vaz, que lhe dava ares de povoado. Cinco anos após sai elevação a Distrito, em 14 de novembro de 1958 Israelândia ganhou o nome definitivo, que homenageia o seu fundador e a condição de município desmembrando-se de Iporá.
                Israelândia localiza-se às margens da Rodovia GO-03. É um município de destaque na produção agropecuária e na micro e pequena Indústria.
                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                • GuilhermeLemuriano
                  Fazedor de Chuva

                  • Feb 2021
                  • 264

                  #233
                  227/246 Jaupaci

                  Click image for larger version

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ID:	640937

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ID:	640938

                  Conta-se que o município de Jaupaci teve suas origens nas garimpagens de diamantes, quando em 1948 formou-se no local um acampamento de garimpeiros às margens do Rio Claro. E que em 1951, mudou-se para lá várias famílias, como a do Sr. João Paraíba ou simplesmente “o paraibano”, atraídas pelo precioso minério, que acabaram fixando residência no local povoando cada vez mais a região.

                  O primeiro nome dado à localidade foi Monchão do Pacu, devido a área de garimpo ter este peixe em abundância. Tendo sido conhecido também como Jaú e Cipó.Vindo a tornar-se autônomo, politicamente, em 14/11/1958 quando foi elevado à categoria de município, por força da Lei Estadual nº 2.111, com o nome de Jaupaci, nome dado em razão da união dos três travessões existentes no Rio Claro, quais são; Jaú, Pacu e Cipó.

                  Desmembrando-se do município de Iporá. Sua instalação se deu em 01/01/1959, em sessão solene realizada no prédio destinado à Prefeitura Municipal, presidida pelo então presidente da Câmara Municipal de Iporá, o Sr. Artur da Costa Barros. Passando a constituir-se Termo da Comarca de Iporá.

                  Hoje o município é Termo da Comarca de Israelândia. Dá-se aos naturais do município o nome de “jaupaciense”. Em divisão territorial datada de 01/07/1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
                  Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                  • GuilhermeLemuriano
                    Fazedor de Chuva

                    • Feb 2021
                    • 264

                    #234
                    228/246 Diorama

                    Click image for larger version

Name:	228 Diorama.jpg
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ID:	640939

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Name:	228 Diorama 2.jpg
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ID:	640940

                    Cai na pegadinha do google maps sem sinal de celular: de Jaupaci para Diorama, me jogou por 25km de estrada de chão destruída, no meio de fazendas, com erosões, lama, areia, trocetos mata-burro dos longitudinais, que a gente fica com medo da moto cair... mas no fim das contas deu certo.

                    No final da década de 20, as terras, atualmente pertencentes a Diorama, Montes Claros de Goiás, Iporá, Israelândia, Jaupaci e outros municípios, pertenciam a área da cidade de Goiás que era então a capital do estado e que tinha um grande município.

                    Enfim, somente no dia 17 de Dezembro de 1958, Diorama conquistou sua autonomia político-admistrativa e foi divulgado sua emancipação no Diário Oficial do estado e a cidade foi desmembrada da cidade de Goiás.

                    O turismo da cidade é baseado nas características geográficas da cidade. Devido a estes fatores em seu território se localizam várias cachoeiras e a principal é a Cachoeira do Rio dos Bois.

                    O ENCODI é uma tradicional festa do calendário dioramense que reúne as comunidades rurais em dias de muita alegria com shows, cavalgadas, prova de laço e exposições.
                    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                    • GuilhermeLemuriano
                      Fazedor de Chuva

                      • Feb 2021
                      • 264

                      #235
                      229/246 Arenópolis

                      Click image for larger version

Name:	229 Arenópolis.jpg
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ID:	640941


                      Por volta do ano de 1956, Albino Borges mudou-se para a região localizada entre três grandes propriedades, pertencentes aos senhores João Soares de Souza, Jerônimo de Campos e Teodoro Paião de Oliveira, no Município de Piranhas.

                      As terras ricas e férteis despertaram interesse de muitos que das regiões vizinhas para lá migraram com intenção de fixarem residências e desenvolveram diversas atividades econômica, época em que o senhor Albino Borges com sua habilidade profissional edificou várias casas, vendendo-as aos que ali chegavam. Surge assim o pequeno arraial, inicialmente chamado de patrimônio do Areia, nome este oriundo do nome do ribeirão que banha a região.

                      Passados poucos anos, eis que o pequeno aglomerado rural se transforma num próspero povoado, contando com alguns estabelecimentos comerciais, em 1964, mudou-se para a região o fazendeiro Antônio de Castro, que passou então a trabalhar em prol da transformação do povoado em Distrito de Piranhas. Graças aos incansáveis esforços de Antônio de Castro, o povoado ganha a sua primeira batalha rumo à emancipação, elevado à categoria de Distrito de Piranhas com o nome de Arenópolis, através da Lei 7.474, de 02/12/1971 votada na Câmara Municipal de Piranhas. O distrito foi instalado em 15/04/1972. O distrito foi desmembrado de Piranhas através da Lei Estadual nº 9.153, de 14 de maio de 1982, tornando-se município e conservando o mesmo nome do distrito. A 1º de fevereiro de 1983 foi instalado o Município de Arenópolis, passando a constituir Termo da Comarca de Piranhas.

                      PS.: em 2001/2 eu saía do BB de Piranhas, de Ônibus, com um envelope pardo cheio de dinheiro, morrendo de medo de ser assaltado, pra pagar algum "bolsa"d época justamente nessa prefeitura onde se aglomeravam inúmeras famílias carentes. 23 anos depois, ainda se mantêm currais eleitorais assim pelo Brasil afora..
                      Arquivos Anexos
                      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                      • GuilhermeLemuriano
                        Fazedor de Chuva

                        • Feb 2021
                        • 264

                        #236
                        230/246 Piranhas

                        Click image for larger version

Name:	230 Piranhas.jpg
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ID:	640943

                        Por volta de 1948, ao ser traçada a rodovia que ligava os municípios de Caiapônia e Aragarças, o grupo de técnicos e operários da Fundação Brasil Central acampou na margem esquerda do Rio Piranhas, atraído pelo aprazível abrigo, de águas límpidas e cristalinas. Com a retirada de parte do pessoal de obras para Água Parada, os que permanecera, liderados por Álvaro Antonio de Amorim, deram início à formação do povoado que recebeu a mesma denominação do rio adjacente, Piranhas.

                        Seu progresso foi vertiginoso, em razão da incrementação da lavoura, favorecida pela boa fertilidade das terras. Sua elevação a distrito ocorreu em 11 de novembro de 1952, em Caiapônia, destacando-se a atuação do fundador, Álvaro Antonio de Amorim, e Nascimento José da Silva. Já no ano seguinte, em 14 de outubro de 1953, o Distrito de Piranhas passou à categoria de município, oficialmente instalado em 01 de janeiro de 1954, desmembrando-se de Caiapônia.

                        A cidade ainda pouco conhecida pelos turistas, oferece programas perfeitos para quem é fã do ecoturismo. Trilhas e lugares surpreendentes para praticar caminhada, rapel, escalada e outras atividades esportivas e radicais junto à natureza.

                        A cidade possui os principais pontos atrativos: Cachoeiras Salto de São Domingos; Cachoeira do Paraíso; Cachoeira Três Tombos; Cachoeira do João Firmino; Cachoeira do Macaco; Morro de Mesa; Cachoeira Santa Helena.

                        PS.: continua sem estrutura pra receber turistas, mesmo 23 anos depois...
                        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                        • GuilhermeLemuriano
                          Fazedor de Chuva

                          • Feb 2021
                          • 264

                          #237
                          231/246 Bom Jardim de Goiás

                          Click image for larger version

Name:	231 Bom Jardim de Goiás.jpg
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ID:	640944

                          O marco inicial do povoado do município de Bom Jardim de Goiás data por volta do ano de 1912, com a descoberta de pedras preciosas às margens do Ribeirão Macaco. No mesmo ano, fixou residência na região, a família “Felizardo”, formando a Fazenda Bom Jardim, nome decorrente da beleza dos campos.

                          No ano de 1917, ainda ocorriam constantes ataques dos índios Bororós que habitavam a região. Os habitantes do povoado se reuniram e fizeram a promessa de doar uma área de terra à igreja católica para que São João Batista pudesse livrá-los dos ataques indígenas. A fé dessas pessoas era tão forte que elas acreditaram que foi a promessa que acabou afastando os índios da região.

                          Em 1942, o povoado foi elevado à categoria de distrito de Bom Jardim, pertencente ao município de Rio Bonito, hoje, atual Caiapônia. E em 18 de agosto de 1953, foi concedida sua autonomia municipal. Atualmente com mais de 8 mil habitantes, a economia da cidade gira em torno da agropecuária.

                          Também trabalhei adido no BB de Bom Jardim. O velho oeste de Goiás continua o mesmo.
                          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                          • GuilhermeLemuriano
                            Fazedor de Chuva

                            • Feb 2021
                            • 264

                            #238
                            232/246 Baliza

                            Click image for larger version

Name:	232 Baliza.jpg
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ID:	640945

                            O segundo dia de viagem foi completamente debaixo de chuva. Bom pra esfriar a cabeça...

                            O povoamento da região teve origem com a descoberta de jazidas de diamantes, em 1924, às margens do ribeirão João Velho. Iniciada a exploração e constatada a riqueza da jazida, a notícia atraiu grande número de famílias que se estabeleceram nas proximidades do garimpo. Iniciou-se o povoado que recebeu o nome de Baliza, nome decorrente da existência de uma pedra com cinco metros de altura no meio do Rio Araguaia, que banha a região.
                            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                            • GuilhermeLemuriano
                              Fazedor de Chuva

                              • Feb 2021
                              • 264

                              #239
                              233/246 Aragarças

                              Click image for larger version

Name:	233 Aragarças.jpg
Views:	1
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ID:	640946

                              O início do município de Aragarças data-se de 1872 quando veio de Araguaiana, Estado do Mato Grosso, um grupo de garimpeiros. Dando origem ao povoado de Deixado.
                              No dia 04 de setembro de 1891 foi celebrado uma missa solene e designado o local onde seria construído o Presídio da Macedina, que se tratava de um destacamento militar com a finalidade proteger os moradores contra os ataques dos índios, apoiar os soldados que participaram da Guerra do Paraguai e promover a colonização da região. O movimento de viajantes que subiam o Rio Araguaia, em várias embarcações, era intenso em busca da Baliza, cidade localizada à margem do Araguaia. Neste percurso encontravam os ricos garimpos que praticavam a cata de diamantes enriquecedores. Vindo então para o local várias famílias.
                              Estava iniciada a vila que chamaram de Barra Goiana, na confluência do Rio Garças com o Rio Araguaia. Sendo que ao lado esquerdo do Araguaia também se iniciou uma vila que chamaram de Barra Cuiabana. Construiu-se também uma igrejinha de barrotes, coberta de palhas, em homenagem ao Senhor Bom Jesus da Lapa, que se tornou o Padroeiro da vila. Pois a maioria dos habitantes era originária da Bahia.
                              Em 14 de agosto de 1943 chegou à Barra Goiana a Expedição Roncador-Xingu, mais tarde transformada em Fundação Brasil Central. Veio com a incumbência de instalar sua base de ação à margem direita do Araguaia, em frente ao Pontal do Rio Garças. Pela localização junto aos dois rios, Araguaia e Garças, designou-se ao povoado de Barra Goiana, o nome de Aragarças, por derivação do nome dos rios. Pelo rápido crescimento de Aragarças, Baliza concedeu-lhe o título de Vila de Aragarças pela Lei nº 5 de 05 de novembro de 1951. Pela Lei Estadual nº 788 de 02 de outubro de 1953 Aragarças foi elevada a categoria de município, tendo sido instalado em 01/01/1954. O município é sede de Comarca.
                              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                              • GuilhermeLemuriano
                                Fazedor de Chuva

                                • Feb 2021
                                • 264

                                #240
                                234/246 Montes Claros de Goiás

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                                A fazenda Salobinha, de Enemias Lino de Oliveira, no município de Goiás foi a origem da sede municipal, cuja formação iniciou-se em 1956, em área doada para edificação do povoado. Efetivada a doação pelo proprietário da fazenda, dividiu-se a área em lotes iguais, vendidos a preços acessíveis, o que contribuiu para um rápido povoamento da localidade.

                                Os primeiros habitantes, além do doador, foram Lázaro Dias e Joaquim Benício, considerada a tríade fundadora da povoação, que recebeu o nome de Salobinha, nome da fazenda que lhe deu origem.

                                O topônimo de Montes Claros de Goiás, é atribuído à existência de pequenas elevações, montes, existentes nas proximidades da zona urbana, e do Rio Claro, a 15 km da sede municipal.
                                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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