Valente Fazedor de Chuva - Goiás

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  • GuilhermeLemuriano
    Fazedor de Chuva

    • Feb 2021
    • 264

    #211
    205/246 Santa Rita do Araguaia

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Name:	205 Santa Rita do Araguaia.jpg
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ID:	599012

    #sobchuva

    A história da fundação do município de Santa Rita do Araguaia começa em 1850, quando o desbravador José Manoel Vilela, residente às margens do rio Claro, atual município de Jataí, desde 1836, estendeu o domínio de suas terras até o Rio Araguaia.

    Em 1854, ele e Dona Leocádia Perpétua de Silvéria doaram 2000 alqueires de terras da Fazenda Araguaia ao Patrimônio da Paróquia de Santa Rita dos Impossíveis, no Cartório de Notas de Torres do Rio Bonito, atual município de Caiapônia.

    O remanescente da fazenda Araguaia foi vendido às famílias Vigilato Rodrigues Luciano e Manoel Fernandes Pereira, que doou partes de suas terras a Zeca Ferreira. A Igreja dividiu suas terras, iniciando a colonização sob o regime de aforamento, época em que foi outorgado a José Manoel Salgueiro, o título de fabriqueiro.

    Com a ocorrência de um incêndio no Cartório de Tabelionato, houve a destruição dos documentos, ocasionando possivelmente algumas renegociações e o Fabriqueiro com sua esposa Dona Mara Júlia Carvalho Salgueiro, a 5 de setembro de 1919, ratificaram a doação no Cartório do Primeiro Oficio João Coutinho, na Cidade de Goiás Velho, registrado no Livro de n° 3, fls. 951, do Cartório Imobiliário de Jataí – GO.

    Em quatro de fevereiro de 1920, o Fabriqueiro já exercia na sede da fazenda dos Salgueiros o comércio de gênero alimentício e produtos industrializados, e nas proximidades desses comércios foi surgindo o povoado que mais tarde foi elevado à categoria de vila.
    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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    • GuilhermeLemuriano
      Fazedor de Chuva

      • Feb 2021
      • 264

      #212
      206/246 Portelândia

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Name:	206 Portelândia.jpg
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ID:	599013

      Foi precisamente em 1933 que o senhor Ludugério Martins de Souza, em companhia de sua esposa e seus oito filhos, aqui chegaram de mudança oriundos da então vila de Mineiros tendo fixado residência às margens do córrego da Porteira em terras da fazenda das Flores lugar denominado córrego da Porteira de propriedade do senhor Olímpio José Pereira, fazendeiro da região. Aqui o senhor Ludugério montou uma pequena olaria de tijolos e durante mais ou menos 3 anos exerceu a atividade de oleiro vendendo os seus produtos aos fazendeiros locais à razão de 80 mil réis o milheiro. A única via de comunicação que existia era a rodovia Sul Goiana por onde dificilmente transitavam veículos motorizados, tropas e carros-de-boi que levavam os produtos da terra para serem vendidos na vila de Mineiros, de onde traziam os produtos industrializados como tecidos, calçados, ferramentas, etc.

      Exatamente nas imediações do váu córrego da Porteira é que esses carreiros e tropeiros geralmente pernoitavam.

      Os anos iam passando e alguém reconheceu a possibilidade de exploração e a carência de um comércio misto com o objetivo de servir não só aos viajores mas também aos fazendeiros da região, evitando assim as grandes caminhadas até a Vila em busca dos gêneros de que necessitavam. Foi assim que surgiu o cidadão Walfredo Ivo de Oliveira, vulgo "Vavá", bastante conhecedor da zona e consequentemente do movimento do local. Determinou logo a construção de uma casa destinada a instalar o seu movimento de comércio. Foi a primeira construção de alvenaria erigida. E o senhor "Vavá", em companhia de seu auxiliar – José Martins de Souza, foram os pioneiros no campo da atividade comercial. Mais tarde vieram também os senhores Argeu e seu irmão Ataliba Cândido Alves que também tentaram o ramo de comércio, sem contudo lograrem êxito quando foi substituído por sua senhora D. Maria Teodora de Souza.

      Acredita-se que a existência da escola muito contribuiu para o povoamento do lugar porque muitos dos moradores mais afastados mudaram-se para as proximidades da escola a fim de poderem melhor educar seus filhos. E o povoado continuou a desenvolver-se. Outras casas comerciais de pequeno porte foram aparecendo e também algumas indústrias destacando-se como principais as de fabricação de tijolos e serrarias.

      O primeiro movimento no sentido da construção de uma igreja foi mais ou menos em 1953 quando foi realizada uma festa para angariação de fundos para esse fim. Era, nessetempo, vigário da Paróquia de Mineiros, o Rev. Pe. Maximínio Álvares, um dos principais incentivadores do movimento, tendo sido escolhido festeiro o senhor João Francisco Ferreira. Somente em 1954 é que o povo de Córrego da Porteira pode assistir aos cultos na Capela de N. S. das Graças.

      Outro fator favorável ao seu povoamento foi a notícia segundo a qual haveria de passar por aqui a rodovia federal BR-31, São Paulo-Cuiabá. Em 1956, com a efetivação dessa obra rodoviária, o povoado tomou maior impulso com este benefício de que desfrutou atraindo forasteiros de toda sorte. Nessa época o senhor "Vavá" e o senhor Olímpio José Pereira, dois homens que são inegavelmente os maiores responsáveis pelo progresso do lugar, mandaram lotear alguns terrenos do perímetro colocando-os à venda aos interessados. Daí para cá o desenvolvimento foi mais acentuado tomando assim o aspecto de uma próspera povoação. Já as residências eram construídas obedecendo a uma certa disposição regular de maneira que se podia determinar perfeitamente a formação das poucas ruas já existentes.

      As terras locais eram constituídas de parte da fazenda herdada pelo já mencionado Olímpio José Pereira e de outra parte também adquirida por herança de seu pai pelo senhor Badi Albino sendo que este último possuía apenas um quinhão, não se sabendo por certo onde era localizado. O senhor "Vavá" tomando conhecimento da situação apresentou-se logo em adquirir o pedaço de terras do senhor Badi Albino, demarcando-as de maneira que as benfeitorias que já havia feito foram abrangidas pela demarcação. Mais tarde adquiriu também, por comprar, uma quadra do senhor Olímpio J. Pereira.

      Daí em diante o povoamento foi-se fazendo lenta e espontaneamente uma vez que não se tem conhecimento de um fator preponderante que constituísse motivo de atração para aqueles que aqui iam chegando. As atividades principais eram alicerçadas na agricultura e na pecuária. E a quase totalidade dos primeiros habitantes era gente humilde, pobre, que ganhava o sustento no trabalho rural ora como meeiro, ora como peão com direito a tocar uma "roça" de onde extraía o produto agrícola, o suficiente para a sua manutenção.

      Em 1938, o Córrego da Porteira passou a pertencer ao Município de Mineiros quando este foi desmembrado do Município de Jataí adquirindo autonomia municipal.
      Em 1948 Córrego da Porteira recebeu a visita de uma Comissão composta dos senhores Abel Martins Paniago, Prefeito de Mineiros e mais os cidadãos Jordelino Carrijo de Freitas, construtor, e Antônio Machado, vulgo Antônio batalhão, a fim de determinar o local onde deveria ser erigido o prédio destinado ao funcionamento de uma escola rural que seria uma das 3 a serem construídas no Município de Mineiros, obedecendo a um plano de escolarização rural elaborado pelo Estado no Governo de Jerônimo Coimbra Bueno. Depois de examinar outros locais a referida Comissão opinou que a escola fosse construída no Córrego da Porteira, dada a possibilidade que tinha de desenvolver-se.

      Somente em 1949, ao que se sabe, é que a escola entrou em funcionamento tendo como professor o senhor "Cabral", que mais tarde, em virtude de transferir-se de residência para Mineiros, foi substituído pelo senhor Nicanor Gomes de Souza, permanecendo até o ano de 1963.
      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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      • GuilhermeLemuriano
        Fazedor de Chuva

        • Feb 2021
        • 264

        #213
        207/246 Mineiros

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Name:	207 Mineiros.jpg
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ID:	599014

        Segundo pesquisas do mestre Martiniano J. Silva, expedições provenientes da região do Triângulo Mineiro de Minas Gerais começaram a desbravar a região conhecida como Sudoeste Goiano, influenciados pelo romance "Inocência", de Visconde de Taunay, que narrava uma aventura nessa região. A partir daí, famílias de fazendeiros começaram a instalar-se na região onde hoje existe a Vila do Cedro. Com o crescimento do povoado, ergueu-se a primeira igreja, que hoje é a Matriz do Divino Espírito Santo. As famílias se instalaram próximas ao Córrego Moita Redonda, hoje conhecido por Córrego Mineiros.

        Através da lei nº 257 de 24 de maio de 1905, Mineiros foi elevado à condição de povoado.[5] Em 31 de Outubro de 1938, ocorreu a emancipação da localidade, dando origem ao município de Mineiros. Em 14 de novembro de 1963 o distrito de Córrego da Porteira foi emancipado, tornando-se o município de Portelândia, que está completamente rodeado pelo município de Mineiros.[6]

        Na década de 1970, em um acidente de avião faleceram dois políticos naturais de Mineiros: o deputado José Alves de Assis e o ex-prefeito Antônio Carlos Paniago. Desde então, escolas, praças e avenidas receberam o nome de ambos.

        Na década de 2000 a cidade teve destaque no cenário esportivo pelo desempenho de seu time de futebol, o Mineiros Esporte Clube, que chegou ao 3º lugar no Campeonato Goiano de Futebol de 2005, garantindo-lhe a participou da Copa do Brasil de 2006. Na competição nacional a equipe chegou à segunda fase, onde enfrentou o Clube Atlético Mineiro, da 1ª divisão nacional, vencendo por 3 a 2 na primeira partida (em casa, no Estádio Odilon Flores), mas perdendo a partida de volta, no Estádio Mineirão, por 4 a 1.
        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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        • GuilhermeLemuriano
          Fazedor de Chuva

          • Feb 2021
          • 264

          #214
          208/246 Perolândia

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Name:	208 Perolândia.jpg
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ID:	599015

          A principal causa da fundação do município foi a extração da peroba rosa, madeira largamente utilizada na construção de Brasília. A extração mineral e agricultura também contribuíram de maneira decisiva para o desenvolvimento da região. Geraldo Alves Vilela, pioneiro de Perolandia, foi quem batizou o local de Jamica, referência às três cidades próximas - Jataí, Mineiros e Caiapônia. Os defensores da homenagem às perobas acabaram ganhando e deu-se à localidade o nome definitivo de Perolândia. O Distrito foi criado em 2 de dezembro de 1971, pertencente ao município de Jataí. A criação do município aconteceu em 16 de janeiro de 1991.

          Perolândia está a 420 km de Goiânia nas serras de Caiapó e Rio Verde. Tem no calcário, garimpo de pedras preciosas e na agropecuária (soja, arroz, milho,leite e gado de corte) suas principais fontes de riqueza. A produção de calcário e brita são a base da economia do município. Servido pelas GOs 516 e 220, as quais dão acesso às rodovias BR 364 e BR 158 respectivamente. Perolândia faz parte da história política brasileira como marco do fim da contenda entre civis e governo em 1925. Sua população estimada em 2010 era de 2.950 habitantes.

          Fonte: Wikipédia
          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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          • GuilhermeLemuriano
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            • Feb 2021
            • 264

            #215
            209/246 Jataí

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ID:	599016

            Jataí começa sua história em setembro de 1836, quando Francisco Joaquim Vilella e seu filho, José Manoel Vilella, procedentes de Minas Gerais, entraram nos sertões do sudoeste goiano pelo município de Rio Verde, formando uma fazenda de criação de gado às margens dos rios Claro e Ariranha.

            A Fazenda Ariranha foi adquirida em 26 de dezembro de 1857. Em 7 de agosto de 1864, o município de Rio Verde perde grande parte de seu território ao ser criada a Freguesia do Divino Espírito Santo de Jataí.

            Em 17 de agosto do mesmo ano, o governo de Goiás publica em lei a elevação do território à categoria de distrito. Nessa mesma época Jataí vivia o clima da Guerra do Paraguai, pois sediava um depósito de abastecimento das tropas em marcha para a zona de conflito. No ano de 1875, Jataí já possuía um respeitável comércio no setor da pecuária, juntamente com a atividade agrícola, que também se despontava promissora, exercida manualmente.

            Em 28 de julho de 1882, o governo da província divulga a Resolução da Assembléia Legislativa, na qual eleva a Freguesia de Jataí à categoria de Vila com a denominação de Vila do Paraíso, e foi solenemente instalada em 2 de março de 1885. Em 20 de fevereiro de 1890, a história de Jataí muda com a publicação do decreto nº 22 do governo da província, criando o município de Jataí e desligando-o de Rio Verde.
            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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            • GuilhermeLemuriano
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              • Feb 2021
              • 264

              #216
              210/246 Caiapônia

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Name:	210 Caiapônia.jpg
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ID:	599017

              Localizado no Sudoeste Goiano, há pouco mais de trezentos quilômetros de Goiânia, o município de Caiapônia teve origem entre os anos de 1940 a 1950, época em que na região habitava os índios Caiapós, que com a chegada dos imigrantes mineiros e seus escravos acabaram fugindo da região. A formação do município de Caiapônia foi baseada praticamente em apenas uma atividade econômica, a pecuária, o que permaneceu por longas décadas, havia também a exploração do diamante na região, mas era muito pouco, quase não influenciou na economia de Caiapônia.

              Antes de conquistar sua independência financeira e ser denominado Caiapônia, o distrito recebeu outros nomes, o primeiro deles Vila do Espírito Santo de Torres do Rio Bonito, com a emancipação passou a se chamar Torres do Rio Bonito, porém no governo de Getúlio Vargas, devido a uma lei federal que proibia nomes de cidades iguais, e no Rio de Janeiro já havia uma cidade com esse nome, foi preciso alterar mais uma vez, assim a cidade passou a se chamar Caiapônia, no governo de Plínio Gayer.

              Um fato curioso e até interessante na história de Caiapônia é que a cidade foi distrito de dois municípios, primeiro da Cidade de Goiás e posteriormente de Rio Verde, isso porque antes de Rio Verde ser emancipado toda a região pertencia a Cidade de Goiás, com a independência de Rio Verde, Caiapônia passou a ser distrito desse município, porém permaneceu assim apenas por quatro anos, pois sua emancipação aconteceu em 29 de Julho de 1873, e nessa época seus limites iam bem além do que é hoje, Caiapônia deu origem a várias outras cidades.

              A localização geográfica de Caiapônia acabou prejudicando e muito o seu desenvolvimento, por ficar distante dos outros municípios vizinhos, e sem estradas asfaltadas, o processo de crescimento econômico foi muito lento. Quem participou desse processo de desenvolvimento da cidade precisou enfrentar inúmeras dificuldades, dentre elas a energia elétrica, a falta de asfalto nas estradas era outro fator que afetada de maneira negativa a vida dos pioneiros...
              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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              • GuilhermeLemuriano
                Fazedor de Chuva

                • Feb 2021
                • 264

                #217
                211/246 Doverlândia

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Name:	211 Doverlândia.jpg
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ID:	599018

                A cidade de Doverlândia teve seu início com a chegada de uma família vinda de Correntina na Bahia, o senhor Manoel Ribeiro Campos e sua esposa Dona Zulmira Maria Campos. Eles casaram-se no Mato Grosso do Sul e foram morar no município de Baliza, na fazenda Pedra Branca nas proximidades do Ribeirão das Perdizes.

                Em 1948, vieram para a região e cultivaram uma lavoura de milho e arroz. No dia 18 de julho de 1949, Manoel Ribeiro Campos adquiriu propriedade de 250 alqueires de terras, na qual se deu o marco histórico do município. Essa terra foi adquirida de Dona Maria Vitória de Carvalho.

                A área inicial do então povoado do Rio Peixe foi retirada da fazenda Faustino, de 5000 alqueires, propriedade esta de dona Maria Vitória de Carvalho, que por motivo de viuvez dispôs de parte de seus bens.
                As primeiras estradas foram abertas a facão e machado lideradas pelo Sr.º Manoel Ribeiro Campos, que em 18 de Dezembro de 1950 construiu sua casa às margens do Rio do Peixe onde passou a residir com sua família, atual casa da esposa do Sr.º José Ferreira, ao lado da Laticínio Catupiry.

                Apesar do processo de formação do povoado do Rio do Peixe ter-se dado pelo incentivo imediato do senhor Manoel Ribeiro Campos, antes, porém, naquela localidade já se encontrava um ponto de repouso de viajantes que passavam pela região vinda do Mato Grosso, Goiás e Bahia. Esse ponto de repouso também se configura como um dos elementos de fundação do povoado.

                O topônimo é em homenagem ao líder político da época, Sr.º Dovercino Borges.
                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                • GuilhermeLemuriano
                  Fazedor de Chuva

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                  • 264

                  #218
                  212/246 Palestina de Goiás

                  Click image for larger version

Name:	212 Palestina de Goiás.jpg
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ID:	599019

                  Palestina de Goiás surgiu por volta de 1954, graças aos esforços de alguns moradores da região, como Reziel Neves de Almeida, Mamédio Joaquim Costa, Raul Moreira da Silva e João Moreira de Barros, entre outros.
                  Devido à falta de escolas para as crianças da região, algumas famílias que faziam parte da congregação presbiteriana resolveram criar uma escola no terreno da igreja. Como foi proibida a construção da escola no referido terreno, João Carlos de Bastos resolveu lotear parte de suas terras a construção da escola e, ao mesmo tempo, para a formação do núcleo populacional.

                  Assim nasceu Palestina de Goiás, nome escolhido em concurso. A Escola Abia (que passou a chamar-se Escola Raimundo Pittman), dirigida por Mamédio Joaquim Costa, foi fundamental para o desenvolvimento da cidade, em 1961.

                  Palestina de Goiás passou a distrito de Caiapônia em 19 de outubro de 1969 sendo sua emancipação em 30 de dezembro de 1987, pela Lei Estadual nº 10.404.
                  Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                  • GuilhermeLemuriano
                    Fazedor de Chuva

                    • Feb 2021
                    • 264

                    #219
                    213/246 Iporá

                    Click image for larger version

Name:	213 Iporá.jpg
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ID:	599020

                    Tem-se notícias de que por volta do ano de 1748, Iporá teve sua origem com a formação do arraial de Pilões, na margem do Rio Claro. E que no ano de 1749, com a vinda de Gomes Freire de Andrade, Governador das Capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro, se firmaram contratos de exploração dos diamantes de Rio Claro e Rio Pilões. Para essas atividades iniciais de garimpo, vieram duzentos escravos que trabalhavam sob o comando dos exploradores contratados. Forças do exército, enviadas pela Coroa, garantiam a execução do serviço. O povoado nascente recebeu o nome de Rio Claro (dado ao rio caudaloso em que se procedia à cata dos diamantes).

                    A expressiva produção de diamantes e o desenvolvimento rápido do arraial motivaram o extraordinário crescimento. Assim, em 5 de julho de 1833, Rio Claro passou à categoria de distrito, mantendo-se a denominação de Rio Claro, pertencente ao Município de Goiás, antiga Vila Boa. Alterando o nome da Igreja que era do Senhor do Bom Fim para paróquia Nossa Senhora do Rosário. O distrito permaneceu com o mesmo nome, até que o povoado caiu em decadência e para agravar a situação, a população foi acometida de um surto de febre amarela, matando e afugentando a maioria dos moradores do lugar. E então, o povoado que, em seus tempos de glória, chegou a contar com cerca de mil habitantes, ficou reduzido a poucas famílias e alguns descendentes de escravos, tendo sido chamado carinhosamente de “Comércio Velho”. Sendo que na década de 30, do século XX, conjecturou-se entre os daquele lugar a mudança do povoado. Formou-se uma comissão que escolheu o lugar às margens do Córrego Tamanduá, onde é a sede atual do município, para abrigar a nova povoação.

                    Em 1938, o Distrito de Rio Claro passou a denominar-se Itajubá, topônimo de origem indígena, tupi-guarani, que significa pedra amarela. Em 1942, Joaquim Paes Toledo e família doaram uma área de 100 alqueires goianos de terras para a edificação da cidade.
                    O topônimo Iporá é de origem indígena, que significa águas claras.
                    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                    • GuilhermeLemuriano
                      Fazedor de Chuva

                      • Feb 2021
                      • 264

                      #220
                      214/246 Amorinópolis

                      Click image for larger version

Name:	214 Amorinópolis.jpg
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ID:	599021

                      Israel de Amorim, então prefeito de Iporá, resolveu fazer um campo de pouso em 1949 para facilitar o escoamento da produção de cereais da região e viabilizar o transporte de pessoas para a capital do estado. Devido ao posterior desenvolvimento, foi criado em 1953 o distrito de Campo Limpo. Após novo impulso progressista, tornou-se município em 1958, sendo instalado no ano seguinte com o nome de Amorinópolis. O nome foi dado em homenagem a Israel de Amorim, que também batalhou pela emancipação da localidade.
                      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                      • GuilhermeLemuriano
                        Fazedor de Chuva

                        • Feb 2021
                        • 264

                        #221
                        215/246 Montividiu

                        Click image for larger version

Name:	215 Montividiu.jpg
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ID:	599022

                        A família Peres já habitava na região do chapadão há muitos anos, quando um novo membro da família chegou ao local. Carlos Barromeu Peres, logo que chegou, adquiriu uma fazenda para se instalar na região. A Fazenda da Tapera era um reduto de oração não só dos Peres como dos fazendeiros do local. A devoção à Nossa Senhora da Abadia crescia cada vez que os moradores se reuniam para rezar e pedir que a santa os protegesse dos ataques indígenas constantes na região. Desde então, Nossa Senhora da Abadia se tornou a padroeira do local. Diante de tanta devoção, os índios diminuíram os ataques e os moradores atribuíram o milagre à santa.

                        Para retribuir a graça, os habitantes da região decidiram que todos os anos, no dia 15 de agosto, uma homenagem à padroeira seria feita. Como um dos mais devotos, Carlos Barromeu Peres e sua esposa, Prudenciana Gomes da Silva, doaram um terreno, em 1918, para que a capela do Patrimônio de Nossa Senhora da Guia fosse erguida. Desde então, instalou-se em volta da capela o povoado de Montividiu. Apesar de muito tempo de existência, o arraial passou a ser reconhecido somente depois da doação.
                        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                        • GuilhermeLemuriano
                          Fazedor de Chuva

                          • Feb 2021
                          • 264

                          #222
                          216/246 Paraúna

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                          O povoamento de Paraúna se deu por volta do ano de 1900, na Fazenda São José, às margens do córrego São José, a partir de três famílias, quais sejam, Ferreira (Maria Rosa Ferreira), Ferro (João Xavier Ferrro) e Moraes (Felisbino Coelho de Moraes), cuja ascendência remonta ao meado do século XVI.

                          O primitivo nome do povoado-embrião, era ‘‘Bota Fumaça” ou “Fumaça”. A denominação não chegou a ser oficializado, mas se deu porque os moradores mais antigos relacionavam o nome ao fato dos animais soltarem fumaça pelas narinas, especialmente nos dias frios, em razão do conato do ar quente dos pulmões com o ar frio do ambiente.

                          Com topônimo inicial “Bota Fumaça” o povoado tornou-se distrito, a partir de então, conhecido como São José do Turvo, em razão da sua localização às margens do córrego São José, que faz barra com Rio Turvo, e integrante do território do Município de Alemão, hoje Palmeiras de Goiás.

                          Com a emancipação do distrito de São José do Turvo, foi então assinada a Lei Estadual nº 903, de 07 de julho de 1930 que criou o Município de Paraúna, nome este que deve-se a junção dos radicais da língua tupi-guarani: “PARA” que significa RIO e “UNA “que significa PRETO.

                          Por questões políticas, o município teve vida curta e foi extinto no mesmo ano da assinatura da lei de sua criação, contudo, quatro anos depois, deu-se a restauração do município que foi instalado pela segunda vez em 24 de novembro de 1934 (Decreto nº 5.108 de 10/11/1934).

                          Assim, para efeito de comemoração e registros históricos, a data de 10 de novembro, prevaleceu para comemoração do aniversário da cidade e da restauração do município reinstalado quatro anos após sua emancipação.

                          Segundo IBGE Paraúna tem uma população estimada de 11.221 pessoas, com área territorial de 3.779,385 km², está localizada no sudeste do interior de Goiás, numa região dominada pela agricultura e pecuária, a 150km de Goiânia e 350km de Brasília-DF.

                          Paraúna tem um grande potencial turístico, pelas belezas naturais que possui, e uma história cercada de mistérios e misticismo, pelas lendas que o escritor e pesquisador Alódio Tovar se encarregou de divulgar para o Estado de Goiás, que vão das belezas da Serra das Galés, da Portaria, a Muralha de Pedra ou a Ponte de Pedra até as histórias fantásticas contadas pelos moradores das redondezas sobre estranhos seres que visitam ou habitam a região.
                          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                          • GuilhermeLemuriano
                            Fazedor de Chuva

                            • Feb 2021
                            • 264

                            #223
                            217/246 São João da Paraúna

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ID:	599024

                            No ano de 1946 inicia o povoado de São João quando um grupo de agricultores, e fazendeiros decidiram construir uma igreja em louvor a João Batista, onde alguns até doaram parte de terras para edificação do pequeno povoado, dentre os fundadores, podemos destacar os senhores: PEDRO LEMES CARDOSO, ANTÔNIO FERREIRA GOMES conhecido como ANTÔNIO LEITE e PEDRO MARQUES BORGES, construída a igreja católica começou o povoado de São João que cresceu e foi elevado a condição de Distrito de Paraúna, por iniciativa do Vereador Augusto Lemes de Siqueira, naquela época alguns comerciantes se instalavam no local, áreas foram loteadas por Pedro Lemes Cardoso, Anesio Rosa de Oliveira, Antônio Ferreira Gomes e Sebastião Lemes de Assunção.

                            Em 09 de janeiro de 1988 o governador Henrique Santillo sancionou a Lei nº: 10.433 criando o Município de São João da Paraúna, que por sua vez em 16 de abril de 1989 realizou a primeira eleição municipal e no dia 01/06/1989, tomou posse NATALÍCIO MOREIRA CAMPOS como Prefeito e Euclides Lemes Rodrigues como Vice Prefeito, já para a Câmara Municipal foram eleitos: Adalcino José Marques, Antônio Divino Belo Honório, Antônio Coelho Neto, Getulino Luiz da Costa, Herculano Sardinha Ferreira, Deolina Messias dos Santos, Cleunice Maria Pereira, José Rodgrigues e Valdijan Lopes Vieira, ficando o dia primeiro de junho como aniversário de emancipação política de cidade de São João da Paraúna.

                            O nome São João é em referencia direta ao padroeiro da cidade São João Batista e ao riacho São João que passa na lateral da cidade. Tem como principais rios São Domingos e Turvo.
                            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                            • GuilhermeLemuriano
                              Fazedor de Chuva

                              • Feb 2021
                              • 264

                              #224
                              218/246 Firminópolis

                              Click image for larger version

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ID:	599026

                              Localizada a 118 km de Goiânia, Firminópolis tem uma população de aproximadamente 13,5 mil habitantes. Pertencente à mesorregião do Centro goiano, a cidade é jovem e completou, no dia 7 de outubro, 73 anos. Ela é o destaque dessa semana da série “Isso é Goiás”, nas redes sociais da Assembleia Legislativa. Todo domingo tem uma nova publicação.

                              Dados do site da Prefeitura de Firminópolis apontam que a história do município teve início por volta de 1933, em uma fazenda chamada São Domingos, onde moradores da região se reuniam nas manhãs de domingo. A povoação marca o ano de 1940, quando Manoel Firmino dos Santos doou terras para a construção da capela de Nossa Senhora da Guia, padroeira local. O patrimônio atraiu novas famílias por conta, também, da fertilidade das terras. Assim, o povoado foi batizado de Firminópolis em homenagem ao seu fundador.

                              O município é integrante da microrregião de Anicuns e faz divisa com Aurilândia, São Luís de Montes Belos, São João da Paraúna e Turvânia. Uma curiosidade é que Firminópolis registra, em seu subsolo, grande incidência dos minerais cianita e manganês. O comércio, por sua vez, é sua principal base econômica, representando 32% de toda a arrecadação da cidade.

                              Já a pecuária, com 31%, e a indústria, com 21%, são atividades que também são importantes para a geração de receita. A agricultura representa cerca de 10% da arrecadação. Nela, o destaque é para a produção de milho, que chega a quase quatro toneladas por ano. Quanto à pecuária, a produção leiteira é de mais de cinco milhões de litros anuais. E a força econômica de Firminópolis continua em crescimento, principalmente na área industrial.
                              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                              • GuilhermeLemuriano
                                Fazedor de Chuva

                                • Feb 2021
                                • 264

                                #225
                                219/246 São Luís de Montes Belos

                                Click image for larger version

Name:	219 São Luís de Montes Belos.jpg
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ID:	640927

                                A cidade de São Luís de Montes Belos teve seu início em uma fazenda, datada de 1857, que possuía o mesmo nome, onde nasceu o fundador da cidade, José Netto Cerqueira Leão Sobrinho. O nome da cidade está relacionado com as serras com picos muito finos na entrada da cidade e também com o nome da fazenda que deu origem a cidade.

                                Em 1953, o governo do estado determinou a construção de uma estrada cortando o local, ligando a parte central do estado de Goiás com a região sudeste e também ao estado do Mato Grosso. Na medida em que as construções avançavam, os engenheiros João Neto de Campos Carneiro e Vicente Ferreira Adorno foram nomeando as serras, os córregos e os rios, relacionados a algum acontecimento ou data do dia.

                                A região da cidade de São Luis de Montes Belos pertencia ao distrito de Mossâmedes, consequentemente ao município da Cidade de Goiás, onde Jose Netto era vereador. Firminópolis era um município criado após a abertura política, que quis se apossar das fazendas da região de São Luis para cobrar impostos. Ao ter conhecimento das invasões, Jose Netto convocou uma reunião em julho de 1948 para dar início a emancipação de São Luis de Montes Belos.

                                A população se mobilizou em prol da causa e José Netto levou a questão à Câmara de Vereadores da Cidade de Goiás.

                                "Voltei a Goiás e fiz a exposição ao Prefeito de Goiás Hermógenes Coelho, e à Câmara de Vereadores, que tinha por dever de nos ajudar para defender a integridade do município que estava sendo invadido", afirmou José Netto em entrevista. Após exposição na Cidade de Goiás, Jose Netto recebeu autorização para agir pela emancipação de São Luis.

                                No dia 4 de outubro de 1948 foi votada a Lei que emancipou o município São Luis de Montes Belos. No dia 17 de janeiro o município foi instalado.
                                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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