Valente Fazedor de Chuva - Goiás

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  • GuilhermeLemuriano
    Fazedor de Chuva

    • Feb 2021
    • 264

    #196
    190/246 Ceres

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    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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    • GuilhermeLemuriano
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      • Feb 2021
      • 264

      #197
      191/246 Rialma

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      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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      • GuilhermeLemuriano
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        • Feb 2021
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        #198
        192/246 Nova Glória

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        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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          • Feb 2021
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          #199
          193/246 Ipiranga de Goiás

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          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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          • GuilhermeLemuriano
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            • Feb 2021
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            #200
            194/246 Aparecida do Rio Doce

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ID:	599001

            O município de Aparecida do Rio Doce pertence à Microrregião do Sudoeste de Goiás está há 208 km da capital do estado, Goiânia . As ligações são feitas pela BR-060 / Guapó / Indiara / Rio Verde / GO-174/ GO-422 / BR-364 . A cidade fica no entroncamento da BR364 com a GO174.

            Pertencente à bacia do rio Paraná , a rede hidrográfica é variada, sendo os rios mais importantes o Rio Claro e seu afluente, o Rio Doce. Ao longo desses rios existem várias pequenas cachoeiras, sendo a mais importante o Salto do Rio Claro. Os dois rios são usados ​​para pesca recreativa e natação por moradores e turistas. Os limites do município são com Jataí , Rio Verde e Caçu

            A história de Aparecida do Rio Doce como município é recente, pois foi elevada à categoria de cidade em 1993. O nome deriva da padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, e do rio mais importante da região, o Rio Doce, que limita a área urbana ao sul e flui de norte a sul para, eventualmente, desaguar no Rio Claro.
            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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            • GuilhermeLemuriano
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              • Feb 2021
              • 264

              #201
              195/246 Cachoeira Alta

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ID:	599002

              Em 1876, Manoel Batista Barroso, vendedor ambulante de drogas medicinais, e Gabriel Paula do Amaral, foram os pioneiros a se fixarem na margem direita do ribeirão Cachoeira Alta, a 5 Km acima da Barra do Rio Claro. Com a chegada de várias famílias, procedentes de Minas Gerais, no ano seguinte, ampliava-se o núcleo populacional no local. Em meados de 1920, com a constante imigração, a localidade escolhida por Manoel Batista Barroso firmava-se como povoado, denominado "Cachoeira Alta", nome do ribeirão que corria nas proximidades.
              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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              • GuilhermeLemuriano
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                • Feb 2021
                • 264

                #202
                196/246 Paranaiguara

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Name:	196 Paranaiguara.jpg
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ID:	599003

                Antes do ano de 1930, a região onde hoje é o município de Paranaiguara, era praticamente despovoada. Transitavam por ali apenas boiadeiros, conduzindo gado bovino dos municípios do sudoeste goiano para Minas Gerais e São Paulo.

                Tal foi o desenvolvimento econômico do sudoeste goiano, que o meio de escoamento da produção, prejudicado com a dificuldade apresentada pelo Canal de São Simão, tornou necessária a construção de uma ponte sobre o mesmo, cujas obras foram iniciadas em 1930. Em 1933, construída a ponte, o trânsito tornou-se intenso naquela região, que permanecia despovoada. Foi a família de Domiciano Ferreira a primeira a fixar-se no local onde se edificava a cidade, sendo as terras de propriedade de Virgílio Rodrigues da Cunha, até que em 1941 quando João Santana da Silva descobre bons garimpos às margens do ribeirão Mateira.

                Com a notícia dessa descoberta, grande foi a afluência de garimpeiros vindos dos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso. Dentre em breve, no local onde em 1942 havia apenas dois ranchos, formou-se um vilarejo constituído apenas de ranchos de paredes de palha, tomando o nome de Mateira. Várias pessoas colaboraram para o desenvolvimento do lugar. Podemos citar Josias da Silva Lula, que construiu um rego d'água com cerca de 4 km, a fim de explorar o garimpo com grande resultado. Jair Ottoni Soriano, Oswaldo de Araújo Pimpim, Alberto Reis Machado, Antônio Alves da Paixão, Waldivino Macedo, Francisco Palazzo e muitos outros que também incentivaram o progresso.

                Em 1975, a construção da barragem de São Simão represou grande área, inclusive a da sede municipal. Proprietários de toda área alagada foram desapropriados. Tornou-se necessária a construção de nova sede realizada pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), em local previamente escolhido. O terreno era de propriedade dos senhores Aquino Barcelos, Anésio Loureno de Queiróz, João Apolônio Guimarães e Adoniro Alves Capanema.

                Logo assim, foram construídos os prédios públicos correspondentes aos da cidade velha e também comércios, lojas e um estádio de futebol. A nova cidade foi previamente planejada e construída.
                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                • GuilhermeLemuriano
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                  • 264

                  #203
                  197/246 São Simão

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Name:	197 São Simão.jpg
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ID:	599004

                  O município tem sua origem no antigo povoado de São Simão, iniciado em 1930, por garimpeiros de diamantes e pescadores. Localizado às margens do Rio Paranaíba, divisa de Goiás com Minas Gerais, o povoado passou a receber as primeiras moradias após a construção da ponte interligando os dois Estados, em 28 de outubro de 1935.

                  Com a instalação do primeiro posto fiscal no local, as residências foram se formando nas adjacências da repartição fazendária. São considerados como fundadores e pioneiros do povoado do Canal de São Simão, assim denominado após a instalação da Ponte Leopoldo Moreira, Alberto Reis Machado, Andiara Bitencourt e Antonio Santarem.

                  No dia 24 de junho de 1957, através da Lei Municipal n° 24, o povoado do Canal de São Simão foi elevado a distrito, com o nome de Mateira, ligado a Paranaiguara. Por força da Lei Estadual n° 2.108, de 14 de novembro de 1958, o distrito de Mateira foi elevado à categoria de município, com a denominação de São Simão, sendo seu distrito judiciário subordinado à Comarca de Paranaiguara. José Waldemar da Silva foi nomeado primeiro prefeito de São Simão.

                  No dia 3 de outubro* de 1975 foram instalados, oficialmente, os poderes Executivo e Legislativo da nova sede do município de São Simão, sendo nomeado prefeito, nessa data, Salvador Jose Jacinto. Recentemente criou-se a Comarca de São Simão, antes sendo Distrito Judiciário da Comarca de Paranaiguara.

                  A cidade conta com uma invejável infraestrutura que conta com um aeroporto, 04 pequenos portos em operação, um distrito Agro-Industrial contará com uma ZPE - Zona de Processamento e Exportação e um pátio da Ferrovia Norte - Sul.
                  Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                  • GuilhermeLemuriano
                    Fazedor de Chuva

                    • Feb 2021
                    • 264

                    #204
                    198/246 Caçu

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ID:	599005

                    Localizado no Extremo Sudoeste Goiano (Subdivisão do Sudoeste), a comunidade de Caçu surgiu a partir da criação do Patrimônio do Sagrado Coração de Jesus do Rio Claro, com o propósito de se edificar uma capela na região para os ofícios religiosos presididos pelo padre Joaquim Cornélio Brom.

                    Segundo dados do IBGE, o desbravador da região que se tornaria o berço da cidade foi o mineiro Pedro Paula de Siqueira, que adquiriu suas propriedades locais em 1858. Pedro Paula, juntamente com seus irmãos, desbravaram uma área de terras na margem direita do Rio Claro, nas imediações do ribeirão a que deu o nome de Cassu (nome de um ribeirão de seu município de origem, Uberaba-MG).

                    No ano de 1894 Manoel José de Castro, vulgo Neca Borges (com a esposa Ana Custódia de Jesus, filhos e filhas, genros e noras), deixou o município de Rio Verde e se mudou para a região de Caçu, propriedade adquirida de Joaquim Rodrigues, o pai, então conhecido na região como Pantaleão.

                    Em sendo católica a população da Fazenda Caçu, anualmente o padre Joaquim Cornélio Brom visitava a região para a celebração dos ofícios religiosos. Em uma dessas visitas (1913), ele sugeriu a construção de uma capela para maior comodidade dos fiéis. A ideia viabilizou-se a partir de 20 de outubro de 1917, com a fundação do Patrimônio do Sagrado Coração de Jesus (padroeiro também da matriz católica da cidade de origem de Neca Borges, Uberaba-MG).

                    O Patrimônio do Sagrado Coração de Jesus do Rio Claro foi constituído por doação de terras por parte de Ildefonso Carneiro Guimarães, Bernardino de Sena e melo, Joaquim Pereira de Castro e Olímpio José Guimarães. O sino para a capela foi doado por João Cândido Nunes e a imagem do padroeiro foi doada por Padre Brom. Francisco Ferrari encarregou-se dos afouramentos.

                    Enquanto se construía a capela, de 1918 a 1920, surgiram as primeiras habitações em seu entorno, dando forma ao povoado que, por muitos anos, foi conhecido como Água Fria. Em 1924, com a criação do Distrito Judiciário de Caçu, no município de Jataí, o povoado de Água Fria foi elevado à categoria de vila, oportunidade em que recebeu o nome de Caçu...

                    Algumas hipóteses houve com a tentativa de justificar a mudança da grafia de Cassu para Caçu. Uma delas atribuiu a origem do nome à planta medicinal, Alcaçuz. Após um estudo realizado na Universidade Federal de Uberlândia a hipótese foi descartada. Alcaçuz é planta que só vive em regiões frias, portanto impossível que tenha havido referida planta na localidade ou em qualquer região do cerrado.

                    A segunda hipótese é atribuída à expressão tupi "Caá-açu", que significa "mato grande". A grafia Caçu foi publicada pela primeira vez em 1956, no livro Vila dos Confins, romance de Mário Palmério, então deputado federal residente em Uberaba-MG, onde Cassu era topônimo de rio, de fazenda, de rua e de indústria. Defensores da nova grafia (Caçu) recorrem a uma norma federal que determina uso de "ç" nos casos de topônimos de origem em língua ágrafa, no caso o tupi.

                    Entretanto, pesquisa do Instituto Histórico e Geográfico do Extremo Sudoeste de Goiás certificou que o vocábulo Cassu é de origem latina (ver dicionário Aurélio, verbete casso, do latim Cassu). Pelo Brasil afora constatou-se também que Cassu é nome de família, existente em alguns Estados Brasileiros (ver na internete Família Cassu).
                    Concluindo, o topônimo Cassu nada tem a ver com o "tupi", portanto descartada também essa hipótese.

                    O topônimo Caçu, que chegou a ser questionada judicialmente junto ao TJ-GO, mesmo tendo sido esclarecidos os equívocos, prevaleceu por preferência de segmentos da comunidade, com a justificativa de que o costume deve falar mais alto. E já estavam acostumados com o topônimo Caçu.
                    Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                    • GuilhermeLemuriano
                      Fazedor de Chuva

                      • Feb 2021
                      • 264

                      #205
                      199/246 Itarumã

                      Click image for larger version

Name:	199 Itarumã.jpg
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ID:	599006

                      O município de Itarumã encontra-se na microrregião de Quirinopolis, no extremo sudoeste do Estado de Goiás. Está distante 380 quilômetros da Capital do estado, Goiânia. A sede do município se encontra entre as serras da Mombuca e da Pimenta, e é banhado por três córregos, sendo, o do Barro Preto, da Pimenta e o Cervo.

                      O município é banhado por três grandes rios, sendo eles: Rio Corrente, Rio Verdinho e o Rio Paranaíba. Ainda grandes córregos e ribeirões que cortam o município, sendo alguns deles: o Ariranha, o Lajeado, o Cervo, entre outros.

                      Itarumã possui um PIB de R$ 228 milhões e um PIB per capta de R$ 32.934,50. Isso coloca o município como detentor da 49ª maior renda per capta do estado de Goiás.

                      Itarumã se destaca pela boa qualidade de vida, tendo um IDH-M de 0,735, o que é considerado de alto desenvolvimento.

                      Região de terras férteis, destacando-se na pecuária, é o 8º maior rebanho bovino do estado de Goiás, com um total de mais de 300.000 cabeças. O município tem alto potencial energético o município conta com três usinas hidrelétricas, A maior dela sendo a usina salto com capacidade de 116 MW, e também a usina salto do rio verdinho com capacidade de 93 MW e outra com menor capacidade elétrica com 32 MW a usina espora esta que em 2008 devido as fortes chuvas ocorridos no município, a mesma cedeu causando impactos ambientais e prejuízos incalculáveis. E, com a ascensão da cana-de-açúcar a mesma está recebendo destaque na região tornando-se um polo canavieiro.
                      Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                      • GuilhermeLemuriano
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                        • 264

                        #206
                        200/246 Itajá

                        Click image for larger version

Name:	200 Itajá.jpg
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ID:	599007

                        O povoamento de Itajá iniciou-se em 1947, com a formação da fazenda Coqueiros, às margens do Ribeirão São João, por Sebastião Alexandre de Freitas, vindo de Campina Verde ? Minas Gerais.

                        As primeiras construções, na beira da estrada Aporé/Itarumã/Lagoa Santa, constituiram-se de um armazém e uma farmácia, do pioneiro. Esse ponto comercial, aliado à facilidade de aquisição de terras férteis, atraiu para a região numerosas famílias que ali construiram casebres de pau-a-pique, cobertos de palha, formando o arruamento e traçado do povoado que se denominou ?São João?, em decorrência do ribeirão local.
                        Pelo progresso alcançado, em 7 de agosto de 1953, pela Lei nº 172, o povoado passou a distrito, pertencente a Jataí.

                        Pela Lei Estadual nº 2091, de 14 de novembro de 1958, o Distrito de São João foi elevado à categoria de município, dando-se a instalação em 1º de janeiro de 1959, com o topônimo Itajá, que representa uma inversão de ?Jataí? em homenagem à cidade-mãe da qual se emancipou.
                        Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                        • GuilhermeLemuriano
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                          • Feb 2021
                          • 264

                          #207
                          201/246 Lagoa Santa

                          Click image for larger version

Name:	201 Lagoa Santa.jpg
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ID:	599008

                          O município de Lagoa Santa surgiu entre os anos de 1880 e 1890, segundo moradores locais.

                          Vergílio Ferraz, fazendeiro de Minas Gerais na época e hoje considerado um dos pioneiros, resolveu sair para caçar com dois nativos da região, e viajando através das águas, chegou nas margens do Córrego Fundo, hoje denominada Fazenda Córrego Fundo e Fazenda Sossego. Chegando em um determinado local, os companheiros de Vergílio encontraram uma lagoa de águas quentes, límpidas e com grande variedade de peixes. Resolveram banhar-se na lagoa, sentiram sinais de melhoras em seus corpos e descobriram o poder medicinal das águas. Daí a origem do nome do município, Lagoa Santa.

                          Decorridos alguns dias, Vergílio mandou buscar sua esposa, Luisinha, e seus cinco filhos, que passaram a residir na região, no local chamado Imóvel Jaborandi, hoje Fazenda Caçula.

                          Os descendentes de Vergílio e da família Moraes construíram uma simples pensão no campo para abrigar os visitantes de todo o país, que se acomodavam de 20 a 30 dias em busca das propriedades curativas da lagoa, surgindo aí o primeiro comércio do povoado.
                          Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                          • GuilhermeLemuriano
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                            • Feb 2021
                            • 264

                            #208
                            202/246 Aporé

                            Click image for larger version

Name:	202 Aporé.jpg
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ID:	599009

                            Aporé ficará marcada na história como a cidade onde uma frentista conseguiu dar um banho de gasolina na moto e em mim, que nem estava na moto, maaasss...

                            A povoação distrital já existia desde 1926 com o nome de Arraial do Corrente. Com a decadência do distrito, o comerciante João Nunes resolveu fundar nova localidade, loteando uma área de sua propriedade nas margens do Rio Aporé.

                            Dois fatores concorreram para a formação do povoado: a doação de parte das terras à Igreja do Divino Espírito Santo para o patrimônio e a construção de uma ponte de madeira sobre o Rio Aporé, facilitando o intercâmbio da produção agrícola com o sul de Mato Grosso. Em 1938, surgiam as primeiras habitações em torno da Igrejinha. O novo povoado recebeu o nome de Aporé, que significa “rio do peixe”.
                            Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                            • GuilhermeLemuriano
                              Fazedor de Chuva

                              • Feb 2021
                              • 264

                              #209
                              203/246 Serranópolis

                              Click image for larger version

Name:	203 Serranópolis.jpg
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ID:	599010

                              O município de Serranópolis, antiga Serra do Café, já era habitado há mais de 11.000 anos por nativos de nosso continente, considerando-se as evidências arqueológicas encontradas na região. Esta cidade merece ser visitada por seus sítios arqueológicos, suas cachoeiras, corredeiras e reservas de cerrado com presença de fauna característica.

                              No século passado, migrantes de Minas Gerais e São Paulo se fixaram, em terras próprias para lavoura e pecuária. Em 1914, por lei municipal de Jataí foi criado o Distrito de Serra do Cafezal mas com o declínio do café que através do decreto-lei estadual nº 8305, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Serra do Cafezal passou a denominar-se Nuputira ("flor do campo" em tupi guarani). Em 14 de novembro de 1958, o distrito se emancipa, com o nome de Serranópolis em alusão as serras encontradas.

                              Serranópolis é repleta de opções turísticas, a principal delas é a RPPN (Reserva Particular de Patrimônio Nacional) Pousada das Araras. Outro ponto turístico bastante visitado é a Gruta do Diogo, onde pesquisadores encontraram um fóssil de um homem conhecido como o homem da Serra do Cafezal (Zé Gabiroba).

                              Há 11 mil anos o local onde hoje é a cidade de Serranópolis já era habitado. Nas grutas existem muitos vestígios da ocupação do homem paleo-Índio, escavados pela UCG e UFG. Além dos povos antigos, também foram encontrados indícios de ocupantes do século XX, totalizando mais de 550 gerações de homens habitando a região.
                              Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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                              • GuilhermeLemuriano
                                Fazedor de Chuva

                                • Feb 2021
                                • 264

                                #210
                                204/246 Chapadão do Céu

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                                A história de Chapadão do Céu, localizado no sudoeste goiano, iniciou por volta de 1910, quando a família Garcia, dos quais descendem Alberto Rodrigues da Cunha e Nadir Garcia Cunha, chegou à região. Em 1947, Alberto começou a explorar as terras da família e, no dia 21 de agosto de 1982, juntamente com seus filhos, abriu um loteamento urbano, lançando a pedra fundamental da cidade. O nome Chapadão do Céu foi escolhido pelo fundador devido a uma ilusão de ótica que fazia a cidade parecer flutuar num imenso lago no horizonte, quando vista à distância.

                                A fertilidade das terras atraiu cada vez mais famílias de diversas partes do Brasil, que se estabeleceram na região para trabalhar na agricultura. Após a emancipação em 1991, o primeiro governo municipal foi instalado em 1º de janeiro de 1993, tendo Alberto Rodrigues da Cunha como primeiro prefeito e Pedro R. Guerini como vice-prefeito.
                                Guilherme - Goiânia @guilhermedcastro

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