Valente fazedor de chuva - Galhardo MCBDA FVPLN - são paulo total
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53 - prefeitura de bragança paulista
Foi na segunda metade do século XVIII, ano de 1763, que a família Pires Pimentel fez uma doação ao Clero de um pequeno terreno para que fosse construída uma capela em homenagem à Nossa Senhora da Conceição. Esse feito foi uma promessa à Virgem que Dona Ignácia da Silva Pimentel fez para curar seu marido Antônio Pires Pimentel de uma grave doença.
Alcançada a graça, em agradecimento, o casal doou um terreno no alto de uma colina (hoje a praça central) para venerar a Santa. Na verdade, naquela ocasião, já havia no local uma população considerável. Mas este fato acaba por tornar-se o marco político da fundação da cidade.
E a partir de então, o local ficou conhecido e começou a servir de passagem e descanso para tropeiros. E começaram a surgir, ao redor da capela, mais ranchos e barracas. Assim teve início o pequeno povoado que recebeu o nome de Conceição do Jaguary e que tem como data de fundação o dia 15 de dezembro de 1763.
Pouco tempo depois, em 13 de fevereiro de 1765, o povoado é reconhecido e recebe o nome de Distrito de Paz e Freguesia de Conceição do Jaguary. Quatro anos mais tarde, Conceição do Jaguary, que pertencia ao município de São Paulo, passou a pertencer à Vila de São João de Atibaia (hoje Atibaia). Cinco dias depois, Conceição do Jaguary recebe seu primeiro vigário e é elevada a Paróquia.
Em outubro de 1797, Conceição do Jaguarí consegue finalmente sua emancipação e é elevada à categoria de Vila, com o nome de Vila Nova de Bragança (em homenagem a Dona Maria I, pertencente à Dinastia de Bragança de Portugal), desligando-se então de Atibaia.
Aos poucos, as barracas dos Bandeirantes iam sendo trocadas por casas de pau a pique. Nessa fase iniciam-se os conflitos entre São Paulo e Minas Gerais pela demarcação de seus territórios e a Vila Bragança torna-se estratégica e fundamental para a capitania paulista.
E em 20 de abril de 1856, foi elevada à categoria de “cidade”, passando a denominar-se Bragança. Três anos depois, em 6 de maio 1859, foi criada a Comarca de Bragança compreendendo as cidades de Bragança, Atibaia, Nazaré, Amparo e Santo Antônio do Curralinho (hoje Piracaia), além de Pedra Bela, Pinhalzinho, Vargem e Tuiuti (estas duas últimas desligadas anos mais tarde).
Em 30 de novembro de 1944, para diferenciar-se da cidade do Pará que tinha o mesmo nome, passou a chamar-se Bragança Paulista. E em virtude de seu excelente clima, em 28 de outubro de 1964, foi elevada à categoria de Estância Climática. Em 24 de fevereiro de 1964, perde parte de seu território, com o desmembramento dos distritos de Vargem, Pinhalzinho e Pedra Bela. Em 17 de abril de 1970, Vargem é reintegrada ao território bragantino. E em 30 de dezembro de 1991, novamente Vargem e também Tuiuti separam-se de Bragança Paulista.
https://www.braganca.sp.gov.br/cidade/historia
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54 - prefeitura de pinhalzinho
Pinhalzinho, nome derivado da abundância de araucárias na região, foi fundado em 1840, pelas famílias de João Domingues Siqueira e de Generoso de Godoi Bueno. O povoamento de Pinhalzinho deu-se principalmente por imigrantes italianos, entre eles Antonio Fornari e filhos, que fundaram a primeira casa comercial. Foi também significante a imigração de espanhóis oriundos sobretudo da Andaluzia. A imigração estrangeira decorreu do fim da escravidão, em 1888, principalmente de colonos da imigração subvencionada, encaminhados pela Hospedaria de Imigrantes de São Paulo para as fazendas de café da região, como a Fazenda de João Gomes, no bairro da Rosa Mendes. Do tempo da escravidão, deixou memória a Fazenda Velha, no atual bairro desse nome, cujo fazendeiro, com a Lei Áurea, decidiu dividir e distribuir suas terras entre seus antigos escravos. Dos descendentes desses escravos ficaram conhecidas Nhá Sabina e Nhá Florinda, benzedeiras, nascidas depois da Lei do Ventre Livre, de cujo sítio sobrevive o antigo terreiro e algumas de suas plantas. Pinhalzinho foi, até os anos 1950, um reduto de sobrevivência do dialeto caipira, a língua portuguesa falada com forte sotaque da língua nheengatu ou língua geral falada pelos povos do tronco tupi. O dialeto caipira do Pinhalzinho, além do sotaque nheengatu na pronúncia das palavras portuguesas (como em cuié, muié, zóio, arriá, oreia, mecê, corgo) tinha também muitas palavras propriamente tupis, como pacuera, tapera, pipoca, muquirana. É uma região que ainda tem muitos pardos de zigomas salientes e olhos ligeiramente repuxados, resquício da ancestralidade indígena não muito anterior ao século XVIII. O povoado, em 1900, contava com vinte habitações dispersas. A partir de 1910 o crescimento foi acelerado em função da criação de uma escola particular, mantida por moradores como Eduardo Fornari, Henrique Torricelli e outros, e o aumento da população causada pelo anúncio de oferta de terrenos gratuitos, divulgado pelo jornal Cidade de Bragança. Em 1922, concluiu-se a igreja, obra realizada pelo construtor Tomás de Camargo e o carpinteiro José, sendo trazida diretamente de Barcelona, a imagem da padroeira, Nossa Senhora de Copacabana. Em 23 de dezembro de 1936, através da Lei nº 2784 é criado o distrito de Pinhal, no município de Bragança (atual Bragança Paulista). Em 30 de novembro de 1938, através do Decreto-Lei Estadual nº 9775 o distrito passou a denominar-se Pinhalzinho. Em 28 de fevereiro de 1964, através da Lei Estadual nº 8092, Pinhalzinho foi elevado à categoria de município, desmembrado de Bragança Paulista. Sua instalação ocorreu no dia 28 de março de 1965.
https://www.pinhalzinho.sp.gov.br/cidade
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55 - prefeitura de socorro
A fundação da cidade se deu em 9 de agosto de 1829, data em que foi rezada a primeira missa na capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a padroeira que deu origem ao nome da cidade, ainda situada no mesmo local. O clima ameno, o ar puro e a beleza natural deram origem ao slogan "Socorro, onde ainda se vive".
A história de Socorro, pode ser dividida em sete períodos: - Primeiro Período: Iniciou-se no século XVI e vai até 1738 , quando teve início a colonização por Simão de Toledo Pizza. Nessa época, os índios que habitavam as bacias dos rios do Peixe e Camanducaia , repelidos pelos bandeirantes, afastaram-se para regiões longínquas. -...You may only view thumbnails in this gallery. This gallery has 6 photos.6 FotosÚltima edição por GALHARDO; 17-10-25, 16:12.
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