Postado originalmente por Jacob Bussmann Filho
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Valente fazedor de chuva - Galhardo MCBDA FVPLN - são paulo total
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38 - PREFEITURA DE GUARAREMA
Guararema, inicialmente conhecida como Arraial da Escada, foi fundada no século XVI, em meio à dispersão da população da capital de São Paulo para o interior do estado. A região, marcada pela presença de aldeias indígenas, tornou-se notável quando o explorador Brás Cubas descobriu ouro em 1560. O Aldeamento da Escada, estabelecido por Gaspar Vaz em 1611, foi um ponto de parada obrigatória para viajantes.
Guararema preserva seu charme histórico e cultural. Conhecida como “Pérola do Vale”, a cidade se destaca por sua beleza natural e patrimônio arquitetônico. Com uma população de aproximadamente 30 mil habitantes, Guararema se transformou em um destino turístico acolhedor, especialmente durante as festas de fim de ano, quando se ilumina como a “Cidade Natal” e atrai visitantes de diversas regiões.
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39 - PREFEITURA DE MOGI DAS CRUZES
A cerca de 50 km de São Paulo, Mogi das Cruzes situa-se no coração do Alto Tietê, rio que corta todo o município de leste a oeste. Apresenta uma população superior a 400 mil habitantes, caracterizada por uma classe jovem e um crescimento populacional acentuado.
Mogi das Cruzes é uma das cidades históricas do Brasil. Em 1560, a localidade era um ponto de descanso do bandeirante Braz Cubas em suas longas caminhadas no meio da mata. Situada às margens do Rio Anhembi - hoje chamado Tietê -, a região passou a ser utilizada como ponto de repouso por outros bandeirantes e rapidamente se tornou um povoado, que foi elevado à vila em 1º de setembro de 1611, recebendo o nome de "Villa de Sant'Ana de Mogi Mirim'. Naquela época, já havia uma estrada que dava acesso a São Paulo, construída pelo também bandeirante Gaspar Vaz.
Em pouco tempo, essa via passou a transportar urna quantidade crescente de pessoas, riquezas e suprimentos, fazendo a vila crescer e se tornar uma cidade. Atualmente, Mogi das Cruzes é conhecida por acolher colônias de todos os cantos do mundo, com destaque especial para a de origem japonesa, que já está em sua terceira geração no município.
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40 - PREFEITURA DE SUZANO
Desde o século XVI, o local onde hoje está situado o município de Suzano já era conhecido. Incursões à caça e a busca por ouro já ocorriam com a vinda de pessoas do Litoral, da então vila de São Vicente (fundada em 1532). Depois, já com os povoados de São Paulo de Piratininga, São Miguel Paulista e Itaquaquecetuba, a região foi se tornando mais explorada.
Em documento de delimitação de uma nova vila, conhecida por Mogi das Cruzes, em 1663, é citada a “Estrada Real do Guaió”, por onde passariam todos os que viessem do Litoral ou de São Paulo para essa vila. A estrada deveria passar ao sul do atual município de Suzano, percorrendo a passagem entre os rios Guaió e Taiaçupeba Mirim. Nessa região, vieram a ser descobertos veios de ouro, que adquiriram significativa relevância, sendo no tempo consideradas as lavras auríferas mais importantes da Capitania.
Nesse percurso da Estrada Real do Guaió, próximo à cabeceira do rio Taiaçupeba Mirim, uma paragem se tornou conhecida desde os fins do século XVII. O local passou a receber mais gente e se tornou um núcleo populacional conhecido por Taiaçupeba.
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Na segunda metade do século XVIII, já era identificada na comunidade a liderança do rico proprietário Antonio Francisco Baruel. É dessa época que o local, antes conhecido por Taiaçupeba, passa a ser denominado pelo sobrenome de seu mais importante proprietário, Baruel. Cerca de um século depois, a família desse nome desaparece da região, mas o local fica para sempre conhecido por esta denominação.
https://suzano.sp.gov.br/cidade/historia/
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41 - PREFEITURA DE BIRITIBA MIRIM
Biritiba Mirim, já pertenceu a Mogi das Cruzes. E o Rio Tiete já foi o ponto de passagem de bandeirantes cortando seu território.
A cidade se caracterizou como a passagens de tropeiros que iam em busca de feiras de gado, e vinham antes a zona rural para adquirir produtos alimentícios e de higiene Segundo a tradição estes viajantes tinham o habito de fincarem cruzes na terra ao longo dos caminhos por onde passavam para a finalidade de orientar os próximos viajantes e demarcar espaços por onde havia passado.
Foi daí que surgiu a estrada de Santa Catarina, que margeia o rio Tietê, sendo este o primeiro povoado da região. Foi no local repleto de cruzes que se construiu, a primeira capela de Biritiba Mirim, a de São Benedito,e se tornou centro de devoção, mais tarde veio a ser a Igreja Matriz de Biritiba.
Diz a tradição que uma menina de 10 anos, de nome Firmina é quem motivou a construção da capela. Acreditava-se que ela era capaz de com sua fé, fazer profecias, multiplicar alimentos e curar pessoas.
A fonte básica de renda da região é a agricultura na qual foi iniciada por imigrantes japoneses.
O governador Adhemar de Barros de um grande passo para o desenvolvimento, inaugurando a Estação de Tratamento de Água da Sabesp, que abastece parte da Grande São Paulo.
Acompanhando o Rio Tietê encontra-se distante 70 quilômetros da Capital, ocupando 414 quilômetros quadrados, dos quais 8.500 hectares são de Mata Atlântica.
Localizada a 780 metros de altitude, o município conta com um clima tropical temperado e uma temperatura média anual de 15º C.
Fundado em 1873 a partir da construção da Capela de São Benedito, Biritiba Mirim possui uma das mais belas paisagens da região.Devem ser visitados o Mirante do Clube de Campos, a Pedra do Sapo, a Pedreira do Sítio Novo, a Pedra Grande, a Pedra da Forquilha, os Picos Itatinga e do Garrafão.
Todas essas áreas são cobertas de vegetação nativa, com agincos, cedros, palmitos, embaúbas, abrigando pacas, cotias, porcos-do-mato, capivaras, macucos, jacutingas, tucanos, entre outras espécies.
Além do rio Tietê, diversos são os córregos existentes, tais como Ribeirão Biritiba, Ribeirão Lindeiro, Rio Itapanhaú e Ribeirão do Campo onde localiza-se a barragem da SABESP, que fornece água para a região metropolitana de São Paulo.
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42 - PREFEITURA DE PIQUETE
A origem do Município de Piquete remonta ao século 18, quando as terras onde hoje ele se assenta pertenciam à freguesia de Nossa Senhora da Piedade (Lorena). Sertão inóspito, teve sua vasta mataria rompida em 1741, quando da abertura, por Lázaro Fernandes, morador na paragem do Campinho, à margem esquerda do Paraíba, onde tinha suas roças, de um caminho para ligar o povoado de N. S. da Piedade ao arraial serrano de Nossa Senhora da Soledade do Itajubá (Delfim Moreira). Esse caminho de penetração e abastecimento das "minas de Itajubá", passou, com o tempo, a servir para desvio de ouro e contrabando de cargas, o que suscitou a instalação, em 1764, de um registro – posto fiscal onde se cobravam os "Direitos de Entrada", imposto que incidia sobre mercadorias importadas pela Capitania de Minas. Esse Registro era guardado por um destacamento militar, auxiliado por "patrulhas dos caminhos". A presença desse piquete de cavalarianos que guarnecia o registro de Itajubá foi, provavelmente, o que concorreu para o nome do lugar.
O Registro de Itajubá, instalado para a cobrança do fisco era parada obrigatória dos transeuntes. Nenhuma tropa podia evitar a barreira. Isso fez com que, com o passar dos anos, pousos, ranchos e currais se multiplicassem, a princípio próximo ao posto fiscal e, mais tarde, ao longo do caminho, dando origem ao "Bairro do Piquete", que sempre esteve associado à Estrada de Minas, que se tornou conhecida como "Caminho da serra do Itajubá".
O paulatino crescimento do Bairro do Piquete pode ser observado quando se analisa os chamados "Maços de População" (documentos existentes no Arquivo Público do Estado de São Paulo), em que, na 7ª Cia. das Ordenanças da Vila de Lorena, no ano de 1828, neste bairro são recenseados 63 casas, 303 habitantes livres e 123 escravos. Nos anos subsequentes, essa população segue crescendo e a produção agrícola, que tinha como principais produtos a cana e o fumo, passa a ser substituída pelo café.
Com a expansão do bairro, seus habitantes pleitearam e conseguiram, junto ao bispado de São Paulo, em 1865, autorização para a construção de uma capela sob a invocação de São Miguel. Em 1875 essa capela foi elevada à condição de Freguesia, com o nome de Freguesia de São Miguel do Piquete.
Instalada a Freguesia, foi-se esboçando um pequeno núcleo urbano ao longo dos vales, com ruas tortuosas, casas foram surgindo nas encostas. Construiu-se a cadeia e o cemitério. Aos poucos, esse núcleo foi se avizinhando das matas, rios e córregos, recriando a paisagem e nela se integrando.
Após articulações políticas, os moradores “do Piquete” conseguiram que a Freguesia de São Miguel fosse elevada à condição de Vila, o que ocorreu em 7 de maio de 1891, por meio do Decreto Estadual de número 166. Emancipada de Lorena com o nome de Vila Vieira do Piquete, foi marcado para o dia 15 de junho a posse de seu Conselho de Intendência. A partir de então, a pequena Vila, de economia predominantemente agrária, voltada para a produção do café, e um incipiente comércio de beira de estrada, entrou no século 20 com suas dificuldades e pobreza. Contava com pouco mais de seiscentas pessoas na área urbana distribuídas em cento e vinte casas, das quais apenas quarenta possuíam cobertura de telhas. A renda municipal de seis contos de réis anuais mal dava para pagar os empregados públicos indispensáveis, nada restando para as necessidades públicas.
Em 1902 a sorte dos moradores muda com a escolha do município para que nele fosse instalada, pelo Exército, uma fábrica de pólvora sem fumaça. Esse fato transformou de maneira significativa a vida do município, que se tornou um grande canteiro de obras. A inauguração do ramal férreo em setembro de 1906 e as modificações sociais decorrentes das obras militares na região concorreram para que, em 19 de dezembro daquele ano, através do Decreto Estadual 1033, a Vila fosse elevada à categoria de cidade, com o nome de "Vieira do Piquete". Em 20 de setembro de 1915, a lei estadual nº1470 restringe para Piquete a designação da Vila Vieira do Piquete.
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43 - PREFEITURA DE IGARATÁ
O nome “Igaratá” vem do Tupi – “Igara” significa barco/barca, canoa indígena. O significado mais conhecido é “canoa alta”, porém há registros do significado ser “canoa grande”, ou "canoa forte ou resistente".
Não há registros que conte toda a origem do povoado de Igaratá. Nascida no fundo do vale do rio do Peixe, quase na confluência do rio Jaguari, surgiu o pequeno amontoado de casas em torno de uma capela. Nem mesmo anotações batismais ou de casamentos registram a passagem das missões pela aldeia. O primeiro registro oficial marca o início da primeira fase da história da cidade. No dia 19 de abril de 1864, a Capela de Nossa Senhora do Patrocínio é levada à categoria de Freguesia e anexada à Comarca de São José dos Paraitininga. Quatro anos depois, no dia 9 de Maio de 1.868, a Freguesia muda de Comarca, com anexação ao município de Santa Isabel.
Em 23 de abril de 1863, com o mesmo nome, pela lei n.º 80 do Imperador, foi transformada em Município e anexada à comarca de Jacareí. O nome Igaratá, denominação de canoas com encostados altos, utilizada pelos índios guaranis que viviam na região passou a designar o nome da cidade em 22 de dezembro de 1.906, através da lei n.º 1402.
Como município, constituiu-se apenas como distrito de paz de Igaratá, e assim foi até que, em 21 de Maio de 1934, o município foi extinto e anexado novamente a Santa Isabel. Em 1.954, pela lei 2456 de 30 de Dezembro tornou-se novamente independente e, emancipado administrativa e politicamente, condições em que permanece até hoje.
https://www.igarata.sp.gov.br/o-muni...a-do-municipio
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44 - PREFEITURA DE SANTA ISABEL
O Brasão de Armas de Santa Isabel, de autoria do Major Francisco José Mineiro com a auditoria heráldica do Prof. Arcinóe Antônio Peixoto de Faria, da Enciclopédia Heráldica Municipalista, é descrito em termos próprios de heráldica da seguinte forma:
ESCUDO SAMNÍTICO ENCIMADO PELA COROA MURAL DE OITO TORRES, DE ARGENTE E ILUMINADA DE GOLES, EM CAMPO DE GOLES, UMA BANDA DE ARGENTE CARREGADA DE ROSAS HERÁLDICAS DO PRIMEIRO, LADEADA DE UMA COROA DE RAINHA ENCIMANDO UMA ESPADA EM PALA SUSTENTANDO DOIS PRATOS DE BALANÇA FIRMADOS EM HASTE HORIZONTAL, TUDO DE JALDE E DE UM ESCUDETE DE ARGENTE OSTENTANDO AS QUINAS DE PORTUGAL DE BLÁU, PENDENTE DA PONTA DO ESCUDO, UMA BUSINA DE CAÇA, ESTILO BOIADEIRO, DE JALDE E CORREADA DE SABLE, COMO APOIOS DE ESCUDO, À DEXTRA, UM GALHO DE CAFÉ FRUTIFICADO E À SINISTRA UMA HASTE DE CANA-DE-AÇÚCAR TUDO AO NATURAL TENDO BROCANTES SOBRE AMBOS UM CADUCEU ALADO DE SABLE ENLEADA DE COBRAS DE SINOPLA, TUDO ENFEIXADO POR UMA ENGRENAGEM DE SABLE, SOBREPONDO AO TÊRMO AS HASTES DE CANA-DE-AÇÚCAR E O GALHO DE CAFÉ, UM LISTEL DE GOLES, CONTENDO EM LETRAS ARGENTINAS O TOPÔNIMO "SANTA ISABEL" LADEADO PELOS MILÉSIMOS "1812" e "1832", E ABAIXO, UM OUTRO LISTEL DE GOLES COM O DÍSTICO EM LATIM "FIDES OMNIA VINCIT".
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45 - PREFEITURA DE ARUJÁ
Arujá é uma antiga povoação situada a nordeste da capital paulista, entre as serras da Cantareira e do Mar, às margens do ribeirão baquirivu-Guaçu, com acesso principal pela Rodovia Presidente Dutra. De origem tupi, Arujá significa "abundantes de peixinhos barrigudinhos ou guarus", de acordo com a obra O Tupi-Geografia Nacional, de Theodoro Sampaio. O município surgiu com um simples traçado de uma estrada vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo brás, Penha, Guarulhos, bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro. O caminho era usado por tropeiros que se dispersavam pela floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Conhecidos como "faisqueiros", esses homens eram os responsáveis pelo contato com os índios, além de extraírem ouro do Rio Jaguari, levando-o para bonsucesso e de lá para Guarulhos.
A descoberta do ouro foi o primeiro passo para o seu desenvolvimento. Em seguida veio também a extração de produtos vegetais como a madeira, em escala mais acentuada, que servia de fonte de energia industrial e doméstica para a cidade de São Paulo, em sua fase de urbanização. A vila de Arujá teve origem com a capela do Senhor bom Jesus, seu Padroeiro, construção iniciada em 1781 por José de Carvalho Pinto e concluída por seu irmão, o capitão João de Carvalho Pinto. Em 1852, Arujá passou a distrito do município de Mogi das Cruzes e transferido para o município de Santa Isabel em 1944. A extração desordenada de produtos vegetais também trouxe problemas, contribuiu com a primeira devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas como "carvoeiras". A queima de madeira em grande quantidade, coberta com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, acontecia durante 3 dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal. Assim, no período do século XIX ao XX, a flora e a fauna foram devastadas quase que totalmente. Enquanto isso, os próprios canteiros de assentamento das "carvoeiras" transformaram-se em moradias, inserindo grandes manchas de plantações de subsistência. Em conseqüência disso, deu-se a origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada Arujá-bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio.
https://www.prefeituradearuja.sp.gov...nhecaaruja.php
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46 - PREFEITURA DE JACAREÍ
O povoamento de Jacareí começou, em 1652, com o nome de Nossa Senhora da Conceição da Parayba, pela iniciativa de Antônio Afonso e seus três filhos. Foi elevada a vila em 22 de novembro de 1653 e tornou-se cidade em 3 de abril de 1849. Antigo caminho para as “minas gerais”, usando o rio Paraíba, Jacareí passou de humilde pousada colonial de tropeiros, ao longo dos anos, para cidade progressista, a partir de 1790, com o café no Vale do Paraíba.
O núcleo inicial “parece ter sido” a Capela do Avareí (1728) e depois o Largo da Matriz (século 19), que foi urbanizado na década de 1930. Atualmente, o largo da Matriz é palco das festas em homenagem à padroeira da cidade, Imaculada Conceição, que são realizadas há mais de 100 anos. O dia da padroeira é 8 de dezembro, feriado municipal. Em 1920, a igreja passa por uma reforma, na qual são imprimidos os traços atuais.
Já a Santa Casa de Misericórdia, teve a sua instalação oficializada em 1850. A edificação do hospital foi feita graças a donativos arrecadados e pelo trabalho dos negros escravos, cedidos pelos senhores abastados. Em 1854, terminada a primeira parte da construção e feitas as instalações preliminares, a Santa Casa começou a funcionar. O Brasão, a Bandeira e o Hino Oficial da cidade foram instituídos por lei municipal em 1952, 1961 e 1969, respectivamente.
História O povoamento de Jacareí começou, em 1652, com o nome de Nossa Senhora da Conceição da Parayba, pela iniciativa de Antônio Afonso e seus três filhos. Foi elevada a vila em 22 de novembro de 1653 e tornou-se cidade em 3 de abril de 1849. Antigo caminho para as “minas gerais”, usando o rio […]
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47 - PREFEITURA DE ILHABELA
O arquipélago de Ilhabela é um dos pontos mais bonitos do litoral brasileiro. Com 83% de sua área preservada pelo Parque Estadual de Ilhabela, a cidade abriga a maior reserva de Mata Atlântica do planeta. Sinônimo de flora exuberante e fauna rica em diversidade, a beleza local é completada por suas 42 praias de diferentes estilos e cachoeiras abundantes.
Sua história, rica em lendas de piratas e corsários, é remetida aos engenhos de pinga que existiam no município até o final do século XIX. Hoje, destino turístico consolidado, Ilhabela é reconhecida internacionalmente pelos seus eventos náuticos, como a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, maior evento de vela da América Latina.
Para completar a magia da cidade, charmosa e variada rede hoteleira oferece conforto acima da média. A farta gastronomia de alto padrão, bem como uma movimentada e musical vida noturna, aliada ao clima tropical e redutos paradisíacos, fazem de Ilhabela um destino para o ano inteiro.
Cada momento em Ilhabela vale a pena ser vivido.
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48 - PREFEITURA DE SÃO SEBASTIÃO
São Sebastião é um município do estado de São Paulo, localizado na Região Geográfica Imediata de Caraguatatuba-Ubatuba-São Sebastião. De acordo com o Censo 2022, sua população é de 81 595 habitantes, com uma densidade demográfica de 202,77 hab./km².[6] A área total do município é de 402,395 km².[2] O município é formado pela sede e pelos distritos de Maresias e São Francisco da Praia.[7][8]
O município–arquipélago de Ilhabela está localizado na costa leste da cidade; a maior ilha do arquipélago também é chamada de São Sebastião. Entre a cidade e a ilha, há o canal de São Sebastião com 30 quilômetros de extensão, e largura variável (sendo 2 km a travessia mais curta). Há um terminal de petróleo no canal, de propriedade da Transpetro, subsidiária da Petrobrás.
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49 - PREFEITURA DE CARAGUATATUBA
Caraguatatuba é um município brasileiro no litoral norte do estado de São Paulo. Conhecida como a capital do litoral norte, Integra a Região Imediata de Caraguatatuba-Ubatuba-São Sebastião, localizando-se a leste da capital do estado e distando desta cerca de 178 km. A cidade ocupa uma área de 484,947 km². De acordo com o Censo 2022, a população do município é de 134.873 habitantes, resultando em uma densidade demográfica de 278,12 hab./km², sendo o município mais populoso do Litoral Norte, o 57.º mais populoso de São Paulo e o 219.º do país. O município é formado pela sede e pelo distrito de Porto Novo.
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50 - prefeitura de Nazaré Paulista
Originou-se junto à primitiva capela de Nossa Senhora de Nazaré, no Município de Atibaia, construída em 1676, por Matias Lopes, fundador do povoado.
A categoria Município foi conseguida em 10 de junho de 1850, através de Lei promulgada por Vicente Pires da Mota, Presidente da Província de São Paulo, com terras da então freguesia de Nazaré e da freguesia de Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia, desmembrada da Vila de Atibaia.
Em 1866, seu território foi acrescido de terras desmembradas de Conceição de Guarulhos, hoje Guarulhos. Posteriormente foram processadas trocas de terras com os Municípios de Atibaia, Piracaia, Santa Isabel e Juqueri.
Em 30 de novembro de 1944, mudou sua denominação para Nazaré Paulista.
O Distrito de Ajuritiba, que passou a denominar-se Bom Jesus dos Perdões, alcançou autonomia político-administrativa em 18 de fevereiro de 1959, sendo desmembrado de Nazaré Paulista.
GENTÍLICO: NAZAREANO
You may only view thumbnails in this gallery. This gallery has 3 photos.3 FotosÚltima edição por GALHARDO; 17-02-26, 14:50.
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