Valente fazedor de chuva - Galhardo MCBDA FVPLN - são paulo total

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  • GALHARDO
    Fazedor de Chuva
    • Aug 2020
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    #16
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ID:	607107 26 - Tremembé - SP

    Dados Gerais
    Tipologia: Estância Turística.
    Topografia: Mar de morros e várzea.
    Clima: Quente com inverno seco.
    Coordenadas Geográficas: Lat -22º 57’ 12” / Long -45º 32’ 28″
    População: 41.159 habitantes (IBGE 2009).
    DDD: (12).
    Área: 192 km².
    Limites geográficos: Monteiro Lobato, Taubaté e Pindamonhangaba.
    Altitude: 554 m.
    CEP: 12120-000
    Feriado Municipal: 26 de Novembro (Dia do Município) e 06 de Agosto (Dia do Padroeiro).
    Economia: agropecuária, rizicultura, pequenas empresas e serviços. Fontes de renda IPTU, FPM e Outros. Parque industrial em fase de implantação, com ótimas oportunidades de negócios e investimentos.
    Localização: Tremembé está localizada a 133 km de São Paulo e 309 km do Rio de Janeiro, próximo da BR116, a Rodovia Presidente Dutra. É uma cidade privilegiada, situada no eixo Rio-SP, vizinha de cidades como Taubaté e Pindamonhangaba, localizada bem próximo de cidades consideradas polos turísticos, como Campos do Jordão – conhecida como Suíça brasileira – e Santo Antônio do Pinhal.
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    Última edição por GALHARDO; 01-11-25, 17:04.

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      • Aug 2020
      • 71

      #17
      25 - JAMBEIRO - SP

      “Algumas vezes se ouve dizer que JAMBEIRO assim se chama pelo fato de aqui existirem muitos jambeiros (o que não corresponde à realidade), ou por causa da predileção de nossos moradores pela fruta dessa árvore”.
      De nossa parte, achamos que a origem do nome de JAMBEIRO se deve a outra circunstância. Vamos aos documentos: Quando o antigo bairro do Capivari, do município de Caçapava, foi elevado à categoria de Freguesia (= Paróquia) pela Lei Provincial nº 52, de 10 de abril de 1872, assim foram definidas suas divisas : “… pelo lado de Paraibuna, pelo morro da Samambaia, antiga divisa de Caçapava, e pelo lado desta Villa, pelos altos do morro do Jambeiro, ficando pertencendo a nova Freguesia todas as vertentes do Capivari”.

      Dessa forma, antes que Jambeiro fosse Jambeiro, o morro (entenda-se “serra”), na divisa com Caçapava, já era denominado oficialmente “morro do Jambeiro”.

      Qual a razão dessa denominação? Muito provavelmente, porque ali nesse morro teria havido (ou ainda existia, na época) um jambeiro, a cuja sombra os viajantes e tropeiros daqueles tempos descansavam da caminhada, tendo chegado a servir de ponto de referência.

      Quatro anos depois, em 30 de março de 1876, pela Lei Provincial nº 56, “A Freguesia de Capivari, município de Caçapava, fica elevada à categoria de Villa”, o que significou sua emancipação político-administrativa, tendo, porém, sido conservada a mesma denominação de Capivari.

      Mais um ano se escoa e a 8 de maio de 1877, pela Lei Provincial nº 36, “A Villa de Nossa Senhora de Capivari de Caçapava passa a denominar-se Villa do Jambeiro”.

      Em 10/08/1878 “com grande regozijo de seus habitantes e perante numeroso concurso de pessoas gradas” foram empossados os primeiros Vereadores do novo Município: Francisco Alves Moreira – presidente; Ladislao de Barros Nogueira, Vasco Pinto Rebello Pestana, Capitão Jesuíno Antonio Baptista, Luiz Bernardo de Almeida Gil, José Francisco de Moura e Joaquim Silvério dos Santos.

      Pela Lei Municipal nº 7, de 15/07/1898, promulgada pelo presidente da Câmara Municipal, Major João do Amaral Gurgel, e publicada no “Diário Oficial” do Estado nº 24.244, de 27/07/1898, “Fica elevada à categoria de cidade esta Villa de Jambeiro, com a mesma denominação”.

      O Prefeito fazia parte da Câmara Municipal e os vereadores escolhiam anualmente um de seus Pares para exercer a função de Prefeito, tendo tal situação perdurado até 1930.

      A escolha do Prefeito em eleição direta pelo voto popular só aconteceu após a queda do regime ditatorial de Getúlio Dornelles Vargas, em 1947, para o quadriênio 1948/1951.



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        #18
        24 - PARAIBUNA - SP

        A história de Paraibuna inicia-se em 13 de junho de 1666, quando um grupo de homens, vindos de Taubaté, seguiam pelo Rio Paraíba. Ergueram uma capela em honra ao santo do dia, Santo Antônio, dando início a uma povoação.

        Em 07 de dezembro de 1812, Paraibuna é elevada à categoria de Distrito de Paz, em 10 de julho de 1832, à Vila de Santo Antônio de Paraibuna, e finalmente, em 30 de abril de 1857, à cidade.

        No princípio, sua economia estava voltada a agricultura de subsistência. Mas, esta situação começa a mudar com o surgimento de alguns engenhos de cana-de-açúcar.

        Sob forte influência do ciclo do café (1830 – 1870), o município se desenvolveu. A área rural se expandiu, diversas e grandes fazendas foram construídas, assim como, casarões no centro da cidade, que chamam a atenção pela beleza e tamanho.

        Em 1835, Paraibuna já registrava cerca de 34 fazendas cafeeiras e 87 sítios de culturas diversas.

        Paraibuna viveu um período de crise, declínio financeiro e pouca evolução (1890 – 1920). A situação começou a mudar com a implantação do Porto de São Sebastião e a construção da estrada ligando São José dos Campos ao Litoral Norte, e passando por Paraibuna.

        A economia voltou-se para a pecuária leiteira – A produção de leite se torna forte, chegando por volta de 1960, aos 50 mil litros por dia. Com a construção da represa de Paraibuna e Paraitinga, neste mesmo ano traria grandes mudanças para o município. Boa parte das terras baixas, as várzeas, foram alagadas, prejudicando de maneira significativa a produção de diversos produtos, inclusive, o leite.

        O êxodo rural torna-se fato que se comprova pelo número de habitantes na zona rural, que em 1950 era de 15.112 e cai em 1960 para 13.031.

        Na pecuária, os produtores preferiram apostar no gado de corte, que necessita de menos mão-de-obra e aplicação financeira, produção ainda em crescimento nos dias atuais.

        O Município possui nos dias de hoje algumas empresas, sendo a maior delas do setor bélico (Mac Jee) com previsão de 400 empregos e um Polo Industrial com potencial para instalação de outras 5 empresas com previsão de 1.000 empregos.

        Hoje as atividades turísticas ganham impulso e passam a ser a grande aposta de desenvolvimento econômico e social de Paraibuna. A economia atual baseia-se na agropecuária, no beneficiamento de seus produtos, no artesanato e, principalmente no turismo, levando em conta o fato de Paraibuna ter conquistado o título de Município de Interesse Turístico (MIT em 2018) e, no dia 14 de dezembro de 2021, foi elevada à categoria de Estância Turística do Estado de São Paulo, por meio da Lei Nº 17.469, de 13 de dezembro de 2021, sancionada pelo Governador João Dória e publicada no Diário Oficial do Estado em 14/12/2021.

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          #19
          23 - HOLAMBRA - SP

          Breve história
          Em consequência da devastação causada pela Segunda Guerra Mundial, o governo neerlandês (ou holandês) estimulou a imigração de parte da população - especialmente para a Austrália, o Brasil, o Canadá e a França. O Brasil, no entanto, foi o único país a permitir a vinda de grandes grupos de católicos.
          Com consentimento do governo Neerlandês, a Associação Neerlandesa dos Lavradores e Horticultores Católicos (Katholieke Nederlandse Boer en Tuinders Bond) enviou uma comissão para o Brasil para coordenar a imigração de holandeses e para fixar um acordo com o governo brasileiro.


          Um grupo de aproximadamente quinhentos imigrantes, provenientes da província Brabante do Norte, imigraram para o Brasil e estabeleceram-se na Fazenda Ribeirão. Eles fundaram, em 14 de julho de 1948, a colônia Holambra I e a Cooperativa Agropecuária Holambra, com o objetivo de produzir leite e laticínios. Como o gado holandês trazido pelos imigrantes foi dizimado por doenças tropicais, eles optaram pela suinocultura e a criação de galinhas.
          Com a vinda de um novo grupo de imigrantes holandeses em 1951, teve início o cultivo de flores com a produção de gladíolos - cultura expandida entre 1958 e 1965.
          Em 27 de outubro de 1991, 98% da população votou favoravelmente à emancipação da colônia, dando a Holambra a autonomia de município. Sete anos mais tarde, a Assembléia Legislativa de São Paulo concedeu à cidade o título de Estância Turística.

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            #20
            22 - BARRA BONITA - SP

            História de glórias
            As águas traçaram o percurso inicial de nossa história. Esta região sempre recebeu grande fluxo de bandeirantes, desde o tempo das colonizações, graças as facilidades de navegação pelo rio Tietê. Assim como eles, o rio desbrava e invade o interior do Estado de São Paulo. Por volta de 1883 ou 1886 (a data oficial é bastante discutida), o povoado obteve a denominação de Barra Bonita, nome originário de um córrego que situa-se, até os dias de hoje, no centro da cidade.

            A vinda dos imigrantes italianos e espanhóis, trazidos pelo Coronel José de Salles Leme, o "Nhonho Salles", propiciou a formação de um ciclo de exploração comercial, dando início as derrubadas das matas, para o plantio de café e criação de gado. Neste período, foi instalada a Câmara Municipal (aos 8 de março de 1913) e Barra Bonita foi administrada por um prefeito: Major João Baptista Pompeu.
            Paralelamente ao plantio do café, surgiram as primeiras olarias, formando uma sólida fonte de renda para o povoado. As indústrias do barro proliferaram graças a facilidade de encontrar e abundância de argila na região ribeirinha. Cerca de 150 carros de boi faziam o transporte de telhas até Jaú, o centro comercial mais próximo, na época.
            Barra Bonita será eternamente grata ao ex-presidente da República, Manuel Ferraz de Campos Salles, pela construção e instalação da Ponte Campos Salles, que merecidamente leva seu nome. Com grande festa, foi inaugurada em 5 de março de 1915, criando um ágil elo de ligação às cidades de Igaraçu do Tietê e São Manuel.
            https://barrabonita.sp.gov.br/barrab...nossa-historia

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              #21
              21 - PREFEITURA DE SÃO PAULO
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              Palácio dos Bandeirantes
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              Viaduto do Chá
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                • 71

                #22
                37 - PREFEITURA DE CAMPOS DO JORDÃO - http://camposdojordao.sp.gov.br/nossa-cidade/
                Campos do Jordão é um município brasileiro localizado no interior do estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira; faz parte da recém-criada Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, sub-região 2 de Taubaté.



                A cidade fica à altitude de 1 628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro, considerando a altitude da sede. Sua população estimada, em 2014, era de 50 541 habitantes. Distante 173 km da cidade de São Paulo, 350 km do Rio de Janeiro e 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

                Em 29 de abril de 1874, Mateus da Costa Pinto adquiriu alguns lotes à beira do Rio Imbiri e a data passou a ser considerada a data oficial de fundação do município. Em 1934, Campos do Jordão emancipou-se de São Bento do Sapucaí e a partir da década de 1950, a cidade passou a se consolidar como um dos principais destinos de inverno do Brasil. Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo governo paulista.

                Fundação
                Com a inauguração da Estrada de Ferro Campos do Jordão em 1914, graças ao empenho dos médicos sanitaristas Emilio Ribas e Victor Godinho, foi possível o acesso ao alto da Serra para tratamento da tuberculose, o que até então era feito somente a pé, a cavalo ou a bordo das liteiras e banguês.

                Com o desenvolvimento da penicilina, a partir da década de 1960 o tratamento contra a tuberculose passou a ser facilitado, o que permitiu a Campos do Jordão investir naquela quem seria sua natural vocação: o turismo

                A inauguração do Palácio Boa Vista, em 1964, e do Festival de Inverno de Música Clássica, em 1970, a cidade passou a ser considerada referência no turismo de inverno no Brasil, posição que mantém até hoje, graças à sua cultura, gastronomia, tradição hospitaleira e suas incomparáveis belezas naturais, além do clima, considerado o melhor do mundo no Congresso de Climatologia de Paris, em 1957.



                A partir do final do século XIX, a região adquiriu a fama de ser um local indicado para o tratamento de doenças do pulmão, devido a seu excelente clima. Nas décadas de 1920 e 1930, começaram a ser construídos os primeiros sanatórios, dedicados ao tratamento de doenças pulmonares. Em 1934, Campos do Jordão emancipou-se de São Bento do Sapucaí. A partir da década de 1950, o avanço da medicina fez com que a tuberculose deixasse de ser uma doença tão perigosa. Com isso, a cidade passou a desenvolver o turismo. Atualmente, é um dos principais destinos de inverno do Brasil.

                Geografia
                É o município com a sede administrativa mais elevada do país, atingindo 1 628 metros acima do nível do mar, onde está localizada a prefeitura da cidade, e que pode variar para mais de 2 000 metros nos arredores do município. Está localizado no maciço da Serra da Mantiqueira, uma das mais elevadas cadeias de montanhas do Brasil. Possui uma área de 289,5 km². É constantemente visitado por turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior, que vão à localidade para aproveitar do clima de inverno.
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                  • 71

                  #23
                  36 - PREFEITURA DE MONTEIRO LOBATO - https://monteirolobato.sp.gov.br/pag...naInterna?id=1

                  Antes de se chamar Monteiro Lobato, o município teve quatro denominações: Freguesia das Estacas, Freguesia de Nossa Senhora do Bonsucesso do Buquira, Vila das Palmeiras do Buquira e Vila do Buquira.

                  Na língua tupi, Buquira quer dizer Ribeirão dos Pássaros. O povoado de Buquira foi criado em território de Caçapava e Taubaté sob a invocação de Nossa Senhora do Bonsucesso.

                  Sob o aspecto eclesiástico, a povoação foi elevada à Freguesia e Distrito de Paz em 25 de abril de 1857, e incorporada ao município de Taubaté.

                  Buquira só ascendeu à condição de Vila em 26 de abril de 1880 e, depois, a de cidade, em 19 de dezembro de 1900, criada através de lei estadual.

                  Reduzida à condição de distrito em 1934, esta foi incorporada ao município de São José dos Campos, do qual finalmente se emancipou em 1948. Um ano depois ganhou o nome de Monteiro Lobato.

                  O nome é uma homenagem ao eminente escritor José Bento Monteiro Lobato que na fazenda do Buquira iniciou sua brilhante carreira literária escrevendo os admiráveis contos de Urupês. Mais tarde a fazenda do Buquira passou a se chamar Fazenda do Visconde e, depois, Sítio do Pica-pau Amarelo, que até hoje atrai grande número de turistas.

                  O aniversário de Monteiro Lobato é comemorado no dia 26 de abril.

                  Fundadores:

                  No que se refere à Aldeia, não há registro histórico de um fundador. Presume-se que, mandados por Jacques Félix, alguns bandeirantes em direção a Minas Gerais tenham montado passagem onde atualmente é o centro urbano da cidade.

                  Levando-se em conta a criação da Freguesia, nos anos 40 do século 19, os fundadores seriam os doadores das terras para a formação do patrimônio da Freguesia de Nossa Senhora do Bonsucesso, a saber: Anna Martins da Rocha, comendador José Manoel Freire, capitão Francisco Alves Fagundes e Luciano José das Neves, cujas escrituras de doação estão transcritas no livro “História do Município de Monteiro Lobato”, do jornalista e historiados Geraldo Moacir Marcondes Cabral.
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                    #24
                    35 - PREFEITURA DE SANTO ANTONIO DO PINHAL
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                    Após índios e bandeirantes, ouro e escravos, no Sertão do Alto do Sapucaí Mirim em 1785 foi concedida a primeira sesmaria da região pela Capitania de São Paulo. Um conflito se instalou por muitos anos, por causa da disputa da divisa entre as Capitanias de São Paulo (1714) e Minas Gerais (1720). Sertão do alto da Serra para os Paulistas que não aceitavam a divisa, e para os mineiros, seria no alto da Serra da Mantiqueira, região denominada Sertão de Camanducaia.

                    Em 1809, foi aberto um caminho pelos mineiros em terras habitadas pelos paulistas da Vila de Pindamonhangaba que já possuíam as Sesmarias na região, mas logo foi fechada pelo então Capitão Mor Ignácio Marcondes do Amaral.

                    Após um acordo amigável em 1811, ficou combinado que continuaria aberta a estrada com uma guarda mantida por São Paulo no lugar denominado sertão em terras de Claro Monteiro do Amaral, cerca de 10 km acima de Sapucaí Mirim.

                    Na região onde existe hoje a Cidade de Sapucaí Mirim, estabeleceram-se diversos moradores sob a proteção do Capitão Manoel Furquim de Almeida, representante de Minas. Essas terras eram reclamadas pelo paulista Inácio Caetano Vieira de Carvalho, antigo sesmeiro, que conseguiu reavê-las em 1813 com intervenção da Câmara de Pindamonhangaba a seu favor.

                    Em abril do ano seguinte, houve um contra movimento por parte de Minas retirando a guarda do local combinado e, em julho foi instalado um quartel no alto da Serra da Mantiqueira. Em 31 de agosto do mesmo ano, a Câmara de Pindamonhangaba obrigou os mineiros a retirarem o quartel, que ficou abandonado até novembro quando foi queimado pelas autoridades de Pindamonhangaba. A denominação “Quartel Queimado” figura nos documentos de 1847 e no mapa de Minas de 1855.

                    Com a abertura oficial da estrada em 1811, ligando as duas Capitanias, a região começou a prosperar. Com a fundação da Freguesia de São Bento do Sapucaí em 1828, as terras do alto da Serra ficaram pertencendo à nova freguesia.

                    Foram feitas muitas doações para a Capela de Santo Antonio no local denominado Fazenda Pinhal. A mais conhecida delas ocorreu em 11 de abril de 1856, quando o senhor Antonio José de Oliveira e sua mulher doaram terras ao santo de devoção.

                    Após cem anos de submissão, os descendentes dos antigos povoadores decidiram conquistar a independência. O antigo Bairro do Pinhal dependia unicamente de São Bento do Sapucaí, mas graças aos esforços de heróis Pinhalenses, após demandas judiciais, comemorou-se a emancipação em 1960. Dessa data em diante a nova cidade prosperou e transformou-se no “Charme da Serra”. (https://santoantoniodopinhal.sp.gov....ia-e-geografia)
                    Última edição por GALHARDO; 21-06-25, 21:18.

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                      #25
                      34 - PREFEITURA DE SÃO BENTO DO SAPUCAÍ
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                      O Município da Estância Climática de São Bento do Sapucaí situa-se ao leste do Estado de São Paulo, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, Região Vale do Paraíba, mais especificamente no Alto Sapucaí. Compreende uma área de 279 km², dividindo em perímetro urbano: 91.405 km2 e rural 187,595 km2, com uma população de 10.355 (censo 2000) habitantes, sendo 44,68% na zona urbana e 55,2% na zona rural. Seu clima é ameno e saudável e o solo fértil permite uma agricultura diversificada que, ao lado da pecuária, forma a base econômica do Município que também produz hortifrutigranjeiros.

                      A história de São Bento do Sapucaí, remonta ao tempo do bandeirantismo, quando os paulistas de Taubaté galgavam a Serra da Mantiqueira e, pelo caminho velho do sertão, seguindo o curso do Rio Sapucaí, alcançavam as regiões auríferas das Minas Gerais. (https://saobentodosapucai.sp.gov.br/historia/)
                      Última edição por GALHARDO; 21-06-25, 21:17.

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                        • 71

                        #26
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                        Os primeiros moradores

                        As origens de São José dos Campos remontam ao final do século 16, quando se formou a Aldeia do Rio Comprido, uma fazenda jesuítica que usava a atividade pecuarista para evitar incursões de bandeirantes. Porém, em 10 de setembro de 1611, a lei que regulamentava os aldeamentos indígenas por parte dos religiosos fez com que os jesuítas fossem expulsos e os aldeãos espalhados.

                        Os jesuítas voltaram anos mais tarde, estabelecendo-se em uma planície a 15 quilômetros de distância, onde hoje está a Igreja Matriz de São José, no centro. Este núcleo, que deu origem à cidade.

                        De aldeia à vila

                        Em 1759, os jesuítas foram expulsos do Brasil, e todas as posses da ordem confiscadas por Portugal. Na mesma época, Luis Antonio de Souza Botelho Mourão, conhecido como Morgado de Mateus, assumiu o governo de São Paulo, com a incumbência de reerguer a capitania, mera coadjuvante num cenário em que Minas Gerais se destacava pela atividade mineradora. Uma das primeiras providências foi elevar à categoria de vila diversas aldeias, entre elas São José, com o objetivo de aumentar a arrecadação provincial.

                        Mesmo antes de se tornar freguesia, a aldeia foi transformada em vila em 27 de julho de 1767 com o nome de São José do Paraíba. Foram erguidos o pelourinho e a Câmara Municipal, símbolos que caracterizavam a nova condição. Entretanto, a emancipação política não trouxe grandes benefícios até meados do século 19, quando o município passou a exibir sinais de crescimento econômico, graças à expressiva produção de algodão, exportado para a indústria têxtil inglesa.

                        Fase sanatorial

                        Depois de ocupar posição periférica no período áureo do café no Vale do Paraíba, São José dos Campos ganhou destaque nacional na chamada fase sanatorial, quando inúmeros doentes procuravam o clima da cidade em busca de cura para a tuberculose.

                        Em 1924 foi inaugurado o Sanatório Vicentina Aranha, o maior do país. Somente em 1935, com os investimentos do governo de Getúlio Vargas e a transformação do município em estância climatérica e hidromineral, o município pôde investir em infraestrutura, principalmente na área de saneamento básico, que no futuro viria a ser um trunfo a mais para a atração de investimentos destinados ao desenvolvimento industrial.

                        Entre 1935 a 1958, a cidade foi administrada por prefeitos sanitaristas, nomeados pelo governo estadual. A autonomia para eleger o prefeito foi perdida em 1967, durante o regime militar, e reconquistada em 1978.

                        Indústrias e centro de compras

                        O processo de industrialização da de São José dos Campos tomou impulso a partir da instalação, em 1950, do então Centro Técnico Aeroespacial (CTA) - hoje Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) - e inauguração da Via Dutra, em 1951. Nas décadas seguintes, com a consolidação da economia industrial, a cidade apresentou crescimento demográfico expressivo, que também acelerou o processo de urbanização.

                        Nos anos 90 e início do século 21, São José dos Campos passou por um importante incremento no setor terciário. A cidade é um centro regional de compras e serviços, com atendimento a aproximadamente 2 milhões de habitantes do Vale do Paraíba e sul de Minas Gerais.
                        Última edição por GALHARDO; 01-11-25, 17:06.

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                          #27
                          32 - PREFEITURA DE UBATUBA

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                          COM OS AMIGOS FABIANO, JÚLIO E O FILHO JULIANO (FUTURO MOTOCICLISTA)

                          Os índios Tupinambás foram os primeiros habitantes da região. Eram excelentes canoeiros e viviam em paz com os índios do planalto, até a chegada dos portugueses e franceses, que tentaram escravizar os índios com o intuito de colonização. Naquela época Ubatuba era conhecida como Aldeia de Iperoig, passando para categoria de Vila somente em 1554.

                          Os portugueses mantinham relações de amizade com os Tupiniquins. Os Tupinambás, sob o comando de Cunhambebe, fizeram aliança com outras tribos, de Bertioga a Cabo Frio, para lutar contra o domínio lusitano. Os Tupinambás e Tupiniquins organizaram-se, formando a “Confederação dos Tamoios” e passaram a enfrentar os portugueses. Para evitar o conflito, os portugueses convocaram, em 1563, uma dupla de negociadores, os Jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta.

                          A História de Ubatuba começa em 1563, quando o Padre Anchieta promove junto aos índios liderados por Cunhambebe, a chamada Paz de Iperoig.

                          Em 14 de setembro de 1563 foi assinado o tratado que para algumas tribos significou sua aniquilação. Os franceses foram expulsos e os índios pacificados. Eles partiram de São Vicente para a Aldeia de Iperoig e sua missão de paz foi lenta e difícil.

                          Anchieta ficou prisioneiro durante aproximadamente quatro meses e nesse período escreveu vários poemas, dentre eles o célebre “Poema à Virgem” nas areias da praia do Cruzeiro, enquanto Manoel da Nóbrega voltava à Aldeia de São Paulo para concluir o Tratado da Paz de Iperoig – o primeiro tratado de paz das Américas.

                          Com a paz firmada, o Governador Geral do Rio de Janeiro, Salvador Corrêa de Sá e Benevides, tomou providências para colonizar a região, enviando os primeiros moradores para garantir a posse da terra para a Coroa Portuguesa.

                          O povoado foi elevado à Vila em 28 de Outubro de 1637, agora se chamando Vila Nova da Exaltação à Santa Cruz do Salvador de Ubatuba, tendo como fundador Jordão Albernaz Homem da Costa, nobre português das Ilhas dos Açores.

                          Os povoadores se instalaram ao longo da costa, utilizando o mar como meio de transporte. A pobreza enfrentada pelos primeiros povoadores da região permanece até o final do séc. XVIII quando a plantação de cana-de-açúcar permite pela primeira vez que Ubatuba tenha uma economia significativa. Todavia, com o surgimento da economia do ouro, a região do Litoral Norte se transforma em produtora de aguardente e açúcar para o abastecimento das áreas de Minas Gerais, que experimentava um novo surto do progresso.

                          Em 1787, o presidente da Província de São Paulo, Bernardo José de Lorena, decretou que todas as embarcações do litoral seriam obrigadas a se dirigir ao porto de Santos, onde os preços obtidos pelas mercadorias eram mais baixos. A partir dessa pressão do governo, Ubatuba entra em franca decadência e muitos produtores abandonaram os canaviais. Os que ficaram passaram a cultivar apenas o necessário para a subsistência.

                          A situação só melhorou a partir de 1808 com a abertura dos portos. A medida beneficiou diretamente a então Vila de Ubatuba. O comércio ganha impulso inicialmente com o cultivo do café no próprio município, enviado para o Rio de Janeiro. Todavia, o café se expande para todo o Vale do Paraíba e Ubatuba passa a ser o grande porto exportador, privilegiada mais ainda pela estrada Ubatuba – Taubaté.

                          Ubatuba nessa época ocupava o primeiro lugar na renda municipal do Estado. Novas ruas são abertas, o urbanismo, no sentido moderno, alcança o município. São criados o cemitério, novas igrejas, um teatro, chafariz com água encanada, mercado municipal e novas construções para abrigar a elite local, dentre as quais o sobrado de Manoel Baltazar da Costa Fortes, o famoso Sobradão do Porto. É nesse apogeu que Ubatuba é elevada a categoria de cidade em 1855 e em 1872 foi elevada a comarca, juntamente com São José dos Campos. Nesse ano tinha 7.565 habitantes.

                          As grandes construções datam desse período, o prédio da atual Câmara Municipal e a Igreja Matriz. Pouco mais tarde, a partir de 1854, iniciou-se a construção da Santa Casa da Irmandade do Senhor dos Passos de Ubatuba.

                          A construção da ferrovia Santos-Jundiaí, aliada à economia cafeeira que, se por um lado permitiu que a Vila alcançasse o status de cidade, por outro, levou o município a seu declínio, quando o café deslocou-se para o Oeste Paulista, provocando a decadência econômica do Vale do Paraíba e consequentemente, de Ubatuba, porto de exportação.

                          De 1870 a 1932 Ubatuba ficou isolada e decadente, as terras desvalorizaram-se, as grandes residências transformaram-se em ruínas. Em 1940 Ubatuba se resumia a 3.227 habitantes.

                          Depois de um longo período, após a Revolução Constitucionalista de 1932, com o objetivo de integrar a região, cujo isolamento ficou patente no conflito, o Governo Estadual promoveu melhorias na Rodovia Oswaldo Cruz (Ubatuba-Taubaté), passando a cidade a contar com uma ligação permanente com o Vale do Paraíba. Com a reabertura da estrada, inicia-se um novo desenvolvimento econômico: o turismo.

                          No início da década de 1950, com a abertura da SP55, Ubatuba-Caraguatatuba, intensifica-se o turismo e a especulação imobiliária. Em 1967 Ubatuba é elevada a categoria de Estância Balneária e culmina com a abertura da Rodovia Rio-Santos em 1975, quando o turismo se torna a maior fonte de renda do município.

                          Estância Balneária de Ubatuba Foto de Luis Pavão História Os índios Tupinambás foram os primeiros habitantes da região. Eram excelentes canoeiros e viviam em paz com os índios do planalto, até a chegada dos portugueses e franceses, que tentaram escravizar os índios com o intuito de colonizaçã
                          Última edição por GALHARDO; 21-06-25, 21:16.

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                            #28
                            31 - PREFEITURA DE SANTA BRANCA

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                            O município de Santa Branca está situado no Vale do Paraíba, a 91 km da capital São Paulo (SP). Fundada em 1832, a cidade ainda preserva parte de sua arquitetura original e divide se entre áreas urbanas, com pequenos bairros e zona rural, com antigas fazendas.

                            A cidade carrega o título “Cidade Presépio”, pois na década de 1950 o prefeito Waldemar Salgado julgou necessário que o município possuísse um codinome. Após algumas ideias, o turista carioca Jarbas Queiroz sugeriu esse nome porque suas ladeiras, suas casinhas e a simplicidade de sua gente o faziam lembrar de presépios natalinos.

                            Como toda cidadezinha histórica, Santa Branca possui suas peculiaridades, algumas delas na gastronomia, com o saboroso “pintado na brasa” feito por alguns restaurantes da cidade, além de suas cachaças artesanais em pequenos alambiques. Já no calendário de eventos a cidade promove festas populares e religiosas, dentre os quais destacamos: o Carnaval de rua, Feira Agroartesanal (FASBRA), Festa Junina, Festa do Divino, Festa da Padroeira e a Folias de Reis.

                            Privilegiada pela natureza, Santa Branca é cortada pelo rio Paraíba do Sul, que nessa região é limpo, sendo apreciado por santabranquenses e turistas, que desfrutam de suas trilhas, cachoeiras e montanhas.

                            A cidade também proporciona eventos ecológicos e esportivos, como, o Ecobóia, um passeio de boia pelo trecho do rio Paraíba do Sul, o Trilhão – encontro de Motocross, Encontro de jipeiros, além das famosas Cavalgadas, que percorrem zonas urbanas e rurais da cidade em festas religiosas.

                            Por meio dos esforços da administração pública e da sociedade civil, a cidade tem despontado cada vez mais como uma opção para visitantes do Vale e do estado de São Paulo, sobretudo por sua tranquilidade e hospitalidade.
                            Última edição por GALHARDO; 21-06-25, 21:15.

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                              • 71

                              #29
                              30 - PREFEITURA DE SALESÓPOLIS

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                              https://www.salesopolis.sp.gov.br/sa...orico-oficial/

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                              307 km rodados
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                              • Jacob Bussmann Filho
                                Fazedor de Chuva

                                • Dec 2011
                                • 2789

                                #30
                                Shoow .......rsrsrrs ....muito contente de te ver nesse desafio Galhardo, é um grande desafio ,estou vendo as tuas postagens e uma sugestão ...vá numerando as cidades ,pois daqui algum tempo vc irá perdendo a noção do progresso do desafio ....mas é isso aí ...em frente na estrada ...abração meu irmão.
                                GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

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