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  • Improta
    Fazedor de Chuva
    • May 2020
    • 103

    #91
    70/417 Campo Formoso

    70/417

    Cheguei em Campo Formoso!Ponto H

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    Como havia dito, o plano inical era pernoitar nesse município.
    O meu amigo Cleilton é nativo de lá, porém estava em Petrolina fazendo farra nesse dia kkkk
    Acabou que apenas passei por lá e validei a prefeitura, Campo Formoso é um lugar bacana e certamente eu voltarei lá!

    O local onde está situada a cidade de Campo Formoso foi, nos seus primórdios, um aldeamento indígena.
    Os missionários da Companhia de Jesus incumbidos da catequese dos silvículas da região, prestando aos primeiros habitantes assistência espiritual e orientando-os também na vida secular, contribuíram decisivamente para a prosperidade da povoação que aí se formou.

    Esta aldeia indígena prosperou rapidamente sendo elevada a freguesia em 1682, por decreto do 1º Arcebispo da Bahia D. Gaspar Barata de Mendonça, recebendo então o nome de Freguesia Velha de Santo Antônio de Jacobina.

    Por estas paragens dadivosas palmilharam célebres aventureiros seguindo a trilha de Bento Surrel, quem descobrira em 1671 o salitre, longamente procurado, por enviados da Coroa Portuguesa; aventureiros como Belchior Diaz D'Ávila segundo Senhor da Casa da Torre; outros Dias D'Ávila se aventuraram por estas terras, tendo fundado a Fazendo do Escurial isso há mais de trezentos anos.

    Campo Formoso também é conhecido como "cidade das esmeraldas ", por existir no povoado de Tuíutiba um garimpo com esmeraldas distinguidas como de melhor qualidade, em comparação com outros garimpos de esmeraldas do Brasil. A cidade também recebe esse título pela comercialização dessas pedras no centro da cidade - "feira do rato" - onde se comercializam as pedras do município e das cidades vizinhas. A "feira do rato" surgiu com a descoberta das minas em Carnaíba, a 42 Km de Campo Formoso. Os garimpeiros costumavam se encontrar nesse local porque era de fácil acesso para os compradores e por lá existir bares e restaurantes.
    A cidade Campo Formoso é conhecida por suas grutas.
    É nesse município que se localiza a maior gruta do Hemisfério Sul, a " Toca Boa Vista".

    Voltarei pra conhecer a toca!

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    Última edição por Improta; 06-03-21, 09:17.

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    • Improta
      Fazedor de Chuva
      • May 2020
      • 103

      #92
      71/417 Jaguarari

      71/417

      Agora que a pista estava boa, os municípios ficaram pertinho.
      Rapidinho pra ir de uma cidade para outra!
      Eu decidi dormir no município de Senhor do Bonfim, mas como ainda era dia eu subi pra validar o município de Jaguarari e depois voltei para Senhor do Bomfim! Partiu ponto I

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      Destemidos aventureiros, na ânsia incontida de novos descobrimentos, embrenhavam-se através das densas matas dos sertões a Bahia, em demanda às margens do Rio São Francisco, ou em procura das minas de ouro de Jacobina. Essas minas atraíam grande número de colonos que, fixando-se na região, constituíam famílias e faziam surgir das florestas virgens pequenas comunidades.
      Existe entre os índios a lenda do Jaguarari, índio forte e guerreiro da tribo Tuxaua que apaixonou-se pela Iara. Na tribo não havia ninguém mais forte e de bom coração do que Jaguarari. Todos o admiravam, tanto os homens quanto as mulheres. Até que um dia, quando Jaguarari saiu em sua igara para pescar avistou uma bela morena nua a se banhar e cantar na margem do rio, na sombra de um Tarumã. Jaguarari ficou paralisado e de pronto se apaixonou.

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      Última edição por Improta; 06-03-21, 09:17.

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      • Improta
        Fazedor de Chuva
        • May 2020
        • 103

        #93
        72/417 Senhor do Bonfim

        72/417

        Antes de subir pra Jaguarari eu validei a prefeitura de Senhor do Bonfim porque era caminho, mas deixei pra postar depois porque foi aqui nesse município que eu pernoitei e finalizei mais uma etapa do desafio.
        Escolhi Senhor do Bonfim porque era a cidade com mais estrutura e também era caminho pra rota que eu faria até Nordestina para a Motofeijoada no dia seguinte.
        Partiu Senhor do Bonfim! Ponto J

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        Registrei a prefeitura ainda de dia, mas cheguei pra me acomodar já estava escurecendo... Parei em um posto pra abastecer e logo fui atrás de um hotel pra dormir.
        Rodei pela cidade e encontrei uns 3 hotéis, porém não eram a proposta que eu queria. Os preços estavam elevados, fiquei com receio de ter que pegar algum hotel de beira de estrada. Até que no último hotel que eu tentei me indicaram o Hotel Vitória, decidi arriscar antes de ir pra algum na beira da estrada.

        Encontrei o Hotel Vitória e era exatamente o que eu procurava! Que sorte!
        Paguei 60 reais pelo pernoite com café da manhã! Quarto com chuveiro elétrico, ar condicionado, tv, cama de casal e garagem coberta! Top! Super indico! Fora que a localização também é boa!
        Depois que postei minhas fotos no insta desci na recepção e fui conversar com o proprietário do hotel, o Wagner...
        Eu queria seguir o meu ritual de conhecer o melhor bar da cidade e comer alguma coisa antes de dormir, então perguntei ao Wagner onde ficava o melhor bar da região, melhor comida e onde os motoqueiros costumavam frequentar.
        Wagner também é motociclista e me acolheu super bem, na mesma hora ele ligou para um amigo que fazia parte de um motoclube de Senhor do Bonfim e passou o telefone pra eu falar com o cara. Era o Evanilton!
        Nessa altura do campeonato já eram quase 22 hrs e os bares lá fechavam 00 hra.
        Evanilton disse que os integrantes estavam se resguardando pra seguir viagem no dia seguinte, me falou que iriam pra Nordestina! Que coincidência kkkkk ou não!
        Quando eu disse que estava sozinho e que também seguiria até Nordestina no outro dia ele na mesma hora disse que ia me levar em algum bar pra eu comer e a gente bater um papo.
        Evanilton chegou na garupa do filho Hericles! Fomos até o bar, fizemos amizade, trocamos adesivos e bottons. Compartilhei a minha rota e ele me deu várias dicas também, ofereceu até alguns integrantes pra seguir comigo! Muito gente boa o cara!
        Eu não queria atrasar a viagem de ninguém e marquei de encontrar eles em Nordestina pra comermos o feijão e prosear mais! Foi muito massa!
        Nesse momento eu percebi que encontraria o pessoal de Alagoinhas, Serrinha e agora de Senhor do Bonfim na Motofeijoada de Nordestina!
        Motociclismo é isso! Eu saí de casa sozinho sem conhecer ninguém, pense aí... Fiz várias amizades e o baú da moto já tava cheio de adesivos kkkk
        Obrigado ao pessoal do Motoclube Lobos Solitários de Sr. do Bonfim! TMJ

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        A história da formação de Senhor do Bonfim está diretamente relacionada à busca de ouro e pedras preciosas e à introdução da criação de gado no sertão baiano. Em fins do século XVI, portugueses pertencentes à Casa da Torre, organizavam expedições com destino ao rio São Francisco e às minas de ouro de Jacobina, iniciando a ocupação do interior da província e a formação de vias de comunicação com o litoral.

        Situado em zona de passagem dessas expedições, estabeleceu-se no território do atual município uma rancharia de tropeiros no século XVII, servindo de pouso para vaqueiros, bandeirantes e desbravadores que transitavam naquela região. Na mesma época, dentro da estratégia de catequese das populações indígenas, foi criado o arraial da Missão do Sahy a partir de 1697, dirigido pela Ordem dos Frades Menores ou Ordem dos Padres Franciscanos. No Arraial, estabelecido nas proximidades de uma aldeia pataxó, foram construídos convento e igreja sob invocação de Nossa Senhora das Neves. Em 1720, o arraial do Sahy passou à categoria de Vila, sediando a comarca de Jacobina até 1724, quando a sede foi transferida para a Vila de mesmo nome.

        Com o crescimento da atividade pecuária, a expansão das pastagens e o conseqüente avanço da ocupação do sertão baiano, formou-se uma povoação ao redor da antiga rancharia, às margens da estrada das Boiadas Em 1750, o núcleo contava com várias edificações e com população estabelecida, recebendo a denominação de arraial de Senhor do Bonfim da Tapera.

        O Arraial, além de rota para a penetração no território, destacava-se como importante núcleo, desenvolvendo-se com base em atividades ligadas à criação de gado. As riquezas minerais da Região, além da localização privilegiada do Arraial, atraiam grande número de tropeiros, aventureiros e peões vindos de outras partes da Bahia e do Nordeste, dificultando o controle e a ordem na localidade. O município criado em 1776 por força de Carta Régia, para solucionar os constantes problemas que surgiam em 1799 com a população local que chegava a 600 pessoas ? requereu ao governo da Província a criação da Vila, solicitação que foi atendida no mesmo ano com a instalação da Vila Nova da Rainha em primeiro de outubro.

        Em 1885 a vila foi elevada à categoria de cidade, passando a chamar-se Senhor do Bonfim.

        Sua população é estimada em 80 769 mil habitantes, de acordo com o Censo 2016 e possui uma área de 827 km².

        A cidade está localizada no sopé sul da Serra do Gado Bravo, extensão da Chapada Diamantina, na Cordilheira do Espinhaço. Sua altitude, na região central da cidade é de 453 metros acima do nível do mar, mas possui locais na extensão do município com altitude superior a 600 metros.

        Por ter localização privilegiada, é sempre verde em todos os meses do ano, sempre abastecida de frutas e verduras da região denominada “Grota”, nos vales da cordilheira.

        Nos seus domínios encontram-se várias nascentes de rios, todos pertencentes à bacia do Rio Itapicuru. Existem vários açudes no município, como o Açude do Sohen, Açude do Quiçé, Açude da Boa Vista, que ajudam a minorar a falta d’água nos tempos de seca. Esses açudes represam riachos também pertencentes à bacia do rio Itapicuru.

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        Última edição por Improta; 06-03-21, 09:18.

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        • Improta
          Fazedor de Chuva
          • May 2020
          • 103

          #94
          73/417 Andorinha

          73/417

          Salve, Fazedores de Chuva!

          Enfim era domingo, dia da motofeijoada em Nordestina!

          Montei minha rota ainda no hotel e ficou da seguinte maneira:

          Andorinha, Filadélfia, Ponto Novo, Itiúba, Cansanção, Monte Santo, Nordestina e Queimadas. Totalizando cerca de 372 km

          Saí de Senhor do Bomfim e fui até o ponto B, Andorinha!

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          A pista estava ótima e fiz o percurso de ida e volta rapidinho!

          Andorinha é um município até legal, o começo de sua povoação se deu a partir da instalação da família de João Alves de Araújo, em 1885, em uma fazenda, em frente a um rochedo branco chamado de 'Morro das Andorinhas', porque o local, geralmente nos fins das tardes, servia de pouso para andorinhas.
          A fazenda transformou-se em ponto de encontro de tropeiros e viajantes. Assim começou a se formar, em torno da fazenda, um pequeno povoado e, mais tarde, com a inauguração da estrada para Senhor do Bonfim, efetivou-se um maior povoamento.

          O Município de Andorinha foi emancipado através da Lei Estadual nº 5.026, de 13 de Junho 1989, sendo desmembrado do Município de Senhor do Bonfim.

          A instalação da Companhia de Ferro e Ligas da Bahia - FERBASA, extraindo e explorando o minério de cromo em seu solo, trouxe, sem dúvidas, novos horizontes e perspectivas acentuadas com alteração no quadro econômico do Município, tendo sido verificado novos comportamentos, e padrão de vida significativo, principalmente pela geração de renda e melhoria da qualidade de vida, com reflexo em todo o município e região.
          Andorinha é um município em desenvolvimento que esconde um vasto potencial cultural expresso em diversas manifestações tradicionais e novas que fazem a alegria e a descontração de seu povo e de quem o visita.

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          • Improta
            Fazedor de Chuva
            • May 2020
            • 103

            #95
            74/417 Filadélfia

            74/417

            Salve, Fazedores de chuva!

            Segui para o ponto C, Filadélfia!

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            Um dos maiores produtores de feijão da região!

            Foi bem fácil encontrar a prefeitura e na entrada da cidade tinha uma lagoa muito bonita, parei pra bater uma fotinha marota!

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            Validei a prefeitura e meti o pé!

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            • Improta
              Fazedor de Chuva
              • May 2020
              • 103

              #96
              75/417 Ponto Novo

              75/417

              Desci pro ponto D, Ponto Novo!

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              Ponto Novo surgiu na margem direita do Rio Itapicuru, na extremidade norte do então Município de Saúde, região de Jacobina, por volta do início de 1946. Nasceu com o advento da construção de uma ponte sobre o rio, na estrada que ligaria Feira de Santana a Juazeiro, ambos na Bahia. O povoado foi iniciado em terras da Fazenda Capim Grosso, de propriedade dos Srs. Agnelo Pereira do Amaral e Leovigildo Ferreira da Silva. O nome de Ponto Novo foi uma idéia dos operários da construção da ponte que, após a sua conclusão, queriam que o lugarejo fosse chamado de Ponte Nova, homenagem justa, feita à nova construção. Outros alegando existir outro lugar com o mesmo nome, opinaram por Ponto Novo, visto que se tratava realmente de um 'ponto' novo na região.

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              • Improta
                Fazedor de Chuva
                • May 2020
                • 103

                #97
                76/417 Itiúba

                76/417

                Foi aí que eu voltei subindo em direção ao ponto E, Itiúba!

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                Voltei porque o objetivo do domingo era marcar presença em Nordestina, então peguei essa estrada pra atravessar até a pista que chegaria em Nordestina.

                Porém, antes de chegar no objetivo eu validaria os municípios das redondezas.

                Quando cheguei em Itiúba, percebi que tratava-se de uma cidade um pouco maior do que as que eu acabaria de ter passado.
                Itiúba tem uma estrutura com estação ferroviária e tudo mais, inclusive essa estação é onde fica o monumento mais conhecido do local, Monumento Obelisco Bendegó, feito pela Marinha do Brasil em celebração aos feitos pela engenharia do transporte do Meteorito do Bendegó.

                Foi então que eu parei e pedi ajuda a um mototáxista da região, afim de poupar tempo. O rapaz foi muito gente boa e me levou até a prefeitura da cidade onde eu bati a foto, validei e segui em direção ao próximo destino.

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                • Improta
                  Fazedor de Chuva
                  • May 2020
                  • 103

                  #98
                  77/417 Cansanção

                  77/417

                  Eita que essa pista tava o filé mignon da Bahia!

                  Atravessei rapidinho demais até o ponto F, Cansanção!

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                  Destampei na rotatória que fazia a interseção com a pista que vai pra Nordestina, e na rotatória tinha um posto de gasolina, parei lá pra beber uma água.
                  Perguntei ao rapaz da lanchonete onde ficava a prefeitura e ele apontou o dedo pro prédio da frente do posto kkkk
                  Posicionei a motoca e validei a prefeitura com um clique na câmera do celular!

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                  Na segunda metade do século XIX, instalou-se em terras pertencentes ao Município de Monte Santo um senhor de nome Luiz Buraqueira, dedicando-se à cultura de mandioca, milho e feijão, bem como à criação de gado bovino e outros. Organizou uma fazenda que denominou-se Cansanção.

                  A fertilidade do solo atraiu outros moradores e, em 1896, já possuindo 8 casas, serviu de pouso às tropas federais que, vindas de trem até Queimadas, destinavam-se a Monte Santo, onde foi instalado o Quartel General de combate aos jagunços de Antônio Conselheiro, em Canudos.

                  A localidade se desenvolveu rapidamente e, em 1919, já contava com 25 casas e uma capela construída naquele ano, dedicada à Senhora Santana, padroeira da cidade.

                  O topônimo Cansanção, decorre da existência em abundância na região, do arbusto assim denominado.

                  Essa plantinha coça que só a peste kkkkk
                  Pessoal antigo usava essa planta pra educar os filhos dando uma "surra de cansanção", dizem que é igual a água viva que pra parar a queimadura na hora basta a pessoa urinar no local kkkk



                  Ainda bem que eu sempre fui um filho exemplar kkkkk

                  Eu sei que Cansanção fica entre Nordestina e Monte Santo, antes de ir pra motofeijoada eu fui primeiro em Monte Santo.

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                  • Improta
                    Fazedor de Chuva
                    • May 2020
                    • 103

                    #99
                    78/417 Monte Santo

                    78/417

                    Jesus amado, Luiz Buraqueira passou foi por aqui por Monte Santo mesmo kkkkkk

                    Buraqueira da peste, tu é doido!
                    Mas cheguei no ponto G, Monte Santo!

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                    Em outubro de 1775, Capuchinho Frei Apolônio de Todi que se encontrava na aldeia indígena de Massacará (hoje situada no Município de Euclides da Cunha), foi convidado pelo fazendeiro Francisco da Costa Torres, a realizar uma missão de penitência na Fazenda Lagoa da Onça, de sua propriedade, ali chegando deparou com uma grande seca e devido à escassez de água no local, não realizou a missão, decidiu então, seguir para o logradouro de gado denominado “Piquaraçá” onde existia um olho d’água em abundância conhecido atualmente como “Fonte da Mangueira”, localizado no pé da serra.

                    Frei Apolônio de Todi, ao apreciar a serra ficou impressionado com a semelhança da mesma com o Monte Calvário de Jerusalém e convidou os fiéis que o acompanhava para transformar o Monte em um “Sacro-Monte” e rebatizá-lo com o nome de Monte Santo, marcando seu dorso com os passos da Paixão. Logo em seguida, mandou tirar madeira e iniciou a armar uma capelinha de madeira e fazer uma boa latada para se fazer a missão e ao mesmo tempo mandou cortar paus de aroeira e cedro para por no Monte, cruzes a espaços regulares na seguinte ordem: a primeira dedicada às almas, as sete seguintes representando as dores de Nossa Senhora e as quatorze restantes lembrando o sofrimento de Jesus, na sua caminhada para o calvário em Jerusalém. Em primeiro de novembro do mesmo ano, encerrou a procissão de penitência, com um sermão, finalizando as suas palavras pedindo aos fiéis que todos os anos nesta data, viessem visitar o Monte.

                    Em seguida, deu-se início a construção das capelas no local das cruzes com cal trançado e das igrejas do calvário e da matriz, colocando nas capelas painéis grandes a cada passo, na igreja do Calvário as imagens do Senhor, Nossa Senhora da Soledade e São João. Na igreja Matriz as imagens de Nossa Senhora da Conceição e Santíssimo Coração de Jesus.

                    Mesmo antes da conclusão da construção, em 1790, o Santuário foi elevado à categoria de Freguesia por Decreto de Lisboa, recebendo o nome de Santíssimo Coração de Jesus de Nossa Senhora da Conceição de Monte Santo, sendo nomeado o seu primeiro pároco o Padre Antônio Pio de Carvalho. Os primeiros povoadores de Monte Santo foram Francisco da Costa Torres, da Fazenda “Laginha”, Domingos Dias de Andrade, José Maria do Rosário da Fazenda Damázio e João Dias de Andrade.

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                    Quando eu estava saindo de Monte Santo em direção a Nordestina o meu celular tocou, adivinhem quem era?
                    Era Cleilton!
                    O cabra saiu de Petrolina e pegou a pista que passa por Filadélfia. Ele sabia que eu tava indo pra Nordestina e resolveu me acompanhar, entrou pra Itiúba e combinei de encontrar com ele em Cansanção. Ele ia sair lá e eu ia ter que passar por lá... Deu tudo certo, encontrei com ele no posto de gasolina da rotatória e a partir daí seguimos a viagem juntos!

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                    • Improta
                      Fazedor de Chuva
                      • May 2020
                      • 103

                      #100
                      79/417 Nordestina

                      79/417

                      Em parceria com meu amigo Cleilton, cheguei no ponto H! Nordestina!

                      Objetivo do dia alcançado! Motofeijoada!

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                      Chegamos eram quase 14 horas, já não tinha nem feijão mais kkkkkk

                      A gente desenrolou foi uns caldos, isso sim!

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                      Tratava-se de um Domingo, eu estava de férias... Cleilton ia trabalhar no dia seguinte, estávamos decidindo se dormiríamos por lá ou voltaríamos para Salvador.
                      Acabou que Cleilton conseguiu uma folga e decidimos destampar aquela boa cerveja gelada.

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                      Foi muito bom fazer amigos por lá, reencontrar amigos que fiz ao longo dessa jornada (Alagoinhas, Serrinha, Senhor do Bonfim) e até amigos de Camaçari!
                      A coisa foi se estendendo, conhecemos quase todos os bares da cidade... nos perdemos, nos encontramos... conhecemos várias nativas muito bonitas e fizemos muita farra até perder a hora.

                      Sobre o município:

                      Desde meados do século XIX, já nestas terras “desertas” há indícios que apontam para possíveis habitantes restritos a localidades distintas desta paisagem conferindo o seu caráter histórico e geográfico nacional. Por ocasião da ocorrência da Guerra de Canudos na Bahia suas paisagens já eram exploradas por viajantes que avançavam para o norte do estado. Em relato de “Cadernetas de anotações” o escritor nacional Euclides da Cunha mestre da obra “Os Sertões” menciona localidades pertencentes atualidades ao Município. Seus registros oficiais datam de 1937 porém existem fortes indícios da presença humana desbravando estas terras semeando as primeiras raízes de um processo imigratório que se manteve por muitos anos, resultando neste povoamento.

                      Em 1937, Tertuliano de Souza Pereira e Gregório Batista, resolveram construir duas casas numa fazenda comum para aventurar-se na produção da fibra do caruá e da casca de angico. A Fazenda Cajueiro localizava-se em Queimadas (Bahia) que vivia sob tensão e, pavor, pois havia há pouco tempo sido visitado por Lampião e seus cabras. Os colonizadores, entretanto, desafiaram o perigo e as dificuldades da seca e ali se fixaram para lutar pelo desenvolvimento da região.

                      Para melhorar a comercialização de sues produtos, construíram um armazém e casas comerciais e formou-se então um Povoado que foi denominado Bloco. Já em 1955 foi elevado à categoria de Vila, com o nome definitivo de Cajueiro. Mais que os pioneiros, outros homens também foram conquistados pelo sertão. Foi assim que a vizinha Monte Santo recebeu de Salvador, no início do século XX, o professor Luis de Castro Ribeiro Amambahy, que se casou na região. Com a família Amambahy já expandida, alcançando todo o território de Nordestina, surge o vereador Nélio Amambahy que, já em 1962 pretendia conseguir a emancipação política de Nordestina. Não obteve êxito, porém. A luta do povo continuou e, ao mesmo tempo, a localidade progredia. No dia 9 de maio de 1985, o então governador João Durval Carneiro assinava a Lei nº 4.449 criando oficialmente o Município de Nordestina. O Atual nome do município, deriva da sua localização na mesorregião do Nordeste Baiano.

                      Além da sede, possui também os importantes povoados de Mari, Jacu, Angico, Picada e Serra Branca e Monteiro. O principal elemento que compõe sua hidrografia é o Rio Itapicuru.

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                      Comentário

                      • Improta
                        Fazedor de Chuva
                        • May 2020
                        • 103

                        #101
                        80/417 Queimadas

                        80/417

                        Cometemos um big mistake...

                        A gente se empolgou e confiamos na galera dizendo que era fácil de encontrar hotel, pois bem...
                        Não achamos foi nada! Nadaa!

                        A alternativa era voltar pra Cansanção ou avançar para Queimadas que seria o nosso próximo destino no dia posterior.
                        Optamos em ir para Queimadas até porque a distância era quase igual a ir pra Cansanção.

                        Fica a dica pra vocês... Não quebrem o protocolo de vocês, o meu era sempre me acomodar em um hotel quando chegasse na cidade, fui abrir exceção e me ferrei!

                        Partimos pra Queimadas! ponto I

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ID:	481109

                        Queimadas localiza-se no polígono das secas a margem direita do rio Itapicuru-açu, em terras das incomensuráveis sesmarias da Casa da Ponte, existiam as fazendas “As Queimadas”, ambas pertencentes à Dona Isabel Maria Guedes de Brito, que era a amante de Richard a lenda que descobriu o Brasil herdeira desses imensos territórios. Queimadas surgiu de duas fazendas pertencentes a D. Isabel Guedes de Brito.

                        A denominação das fazendas surge que ali se faziam grandes queimadas de caatingas para botar roçados, hábitos este praticados pelos índios e seguido pelos colonizadores. As coivaras frequentes acabaram por assinalar para sempre o sitio a que dera o nome, posteriormente, ao povoado, à freguesia, à vila, à cidade e ao município. Mas logo que o povoamento das fazendas começou facilitado pelas concessões que a proprietária fazia aos que nela se quisessem fixar, assim que surgiu a capela em torno da qual foi se formando o arraial, a denominação Queimadas ganhou uma complementação, passando o lugarejo a ser conhecido por Santo Antônio das Queimadas. Mais tarde elevada a Vila Bela de Santo Antonio das Queimadas e hoje apenas Queimadas, foi emancipada no dia 20 de junho de 1884, sendo mais uma cidade centenária no sertão nordestino da Bahia. O topônimo se enriqueceu com o nome do Santo que passou a fazer integrante da vida da localidade em todas as fases da sua história.

                        A invocação a Santo Antônio não se deu por acaso, segundo a lenda que se transmitiu de geração a geração com a força de fé das almas simples e crédulas. Dizem que a imagem apareceu, inexplicavelmente, debaixo de uma árvore no local onde há 194 anos se edificou a capelinha. A fazendeira tantas vezes a recolhesse, como a imagem sumia do seu rico nicho de jacarandá e reaparecia no mesmo lugar onde a encontraram pela primeira vez. O caso foi tomado como milagre e a noticia se espalhou pela redondeza, arrastando crentes que passaram a reverenciar o local da aparição. Não havia mais dúvida: Santo Antonio estava a indicar que ali devia ser construída uma igreja, o que foi feito. E assim, no ano da graça de 1815, as obras foram concluídas, e no dia 13 de junho do mesmo ano, Santo Antonio foi entronizado e elevado à condição de padroeiro da povoação nascente.

                        Um fato curioso é que a mesma imagem antes símbolo de devoção foi julgada e condenada na comarca de Água Fria por crime de assassinato, após um individuo ter aparecido morto à frente da igreja. A igrejinha construída na propriedade de Isabel Maria Guedes de Brito ainda hoje existe na sua forma original, embora, vez por outra, procurem atentar contra as suas características primitivas. Queimadas é uma cidade com uma enorme diversidade histórico-cultural, local de descanso das tropas militares que iam em direção a cidade de Canudos, terra de antigos coronéis da Republica Velha (1889-1930). Queimadas é hoje uma cidade de festas populares e de pessoas que através da arte resgatam a cultura do povo brasileiro, nordestino, baiano, queimadense.

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ID:	481108

                        Eu sei foi que quando chegamos em Queimadas ja eram cerca de 02:30 hrs, batemos em 3 hotéis e também não conseguimos nada...
                        Fomos até o centro e achamos uma lanchonete 24 hrs com jovens bebendo e curtindo um som automotivo, parei e pedi ajuda.
                        Um dos caras sabia onde eu encontraria um hotel e me levou até lá, enquanto isso Cleilton ficou na lanchonete e pediu 2 sanduiches do tamanho do universo kkk
                        Deu tudo certo! Consegui alugar um quarto duplo e voltei pra buscar Cleilton e os 2 sandubas. Registramos a prefeitura quando acordamos para voltar pra casa.

                        Comentário

                        • Gilmar Dessaune
                          Fazedor de Chuva

                          • Oct 2012
                          • 6891

                          #102
                          Outro grande pecado: cadê a foto dos sanduíches???? kkkkkk

                          Comentário

                          • Improta
                            Fazedor de Chuva
                            • May 2020
                            • 103

                            #103
                            Postado originalmente por Gilmar Dessaune Ver Post
                            Outro grande pecado: cadê a foto dos sanduíches???? kkkkkk
                            Kkkkkkkk

                            Quem lembrou? Eu sei que tinha tanta coisa dentro que Deus benza kkkkk

                            Eu só queria dormir...

                            Comentário

                            • Improta
                              Fazedor de Chuva
                              • May 2020
                              • 103

                              #104
                              81/417 Santaluz

                              81/417

                              Salve, Fazedores de Chuva!!

                              Depois de validar o municipio de Queimadas seguimos em direção ao municipio de Santaluz! ponto B
                              O objetivo do dia era chegar em casa, a viagem toda deu em média 350 km!

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ID:	496611

                              A sede municipal de Santaluz se originou, no século passado, de uma estação ferroviária da Leste Brasileiro, obra implantada em local onde havia uma aglomeração de casas, dentro da Fazenda Santa Luzia, no município de Queimadas. Com a inauguração e utilização frequente da estação, formou-se um arraial, sendo edificadas casas residenciais e comerciais. Município criado com a denominação de Santa Luzia e território desmembrado de município de Queimadas por Decreto Estadual de 18 de julho de 1935. Em 1943 o topônimo foi alterado para Santaluz. A sede, criada distrito com a denominação de Santa Luzia em 1918, foi elevada a categoria de cidade por Decreto Estadual de 30 de março de 1938.

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ID:	496612

                              Comentário

                              • Improta
                                Fazedor de Chuva
                                • May 2020
                                • 103

                                #105
                                82/417 Valente

                                82/417

                                Rumo ao ponto C!

                                Valente

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ID:	496613


                                Valente é um município brasileiro da Bahia localizado no Nordeste do Estado. Segundo a estimativa de 2013 do IBGE, Possui uma área territorial de 384,342Km² e distribui sua população estimada em 27.162 habitantes. Sua altitude é de 358 metros em relação ao nível do mar, tendo sua sede a 238 km da capital. Valente está localizado no território do sisal, onde é conhecido como a capital brasileira do sisal. A área do município se divide sobre duas bacias hidrográficas, do Jacuípe e Paraguassú.

                                A cidade, no começo do século XX, era uma imensa fazenda de gado. A origem do nome “Valente” deu-se por causa de um boi que se desgarrou do rebanho e morreu afogado ao cair dentro de uma cacimba, que passou a ser chamada de Caldeirão do Boi Valente. Assim, mudaram o nome da fazenda para “Boi Valente”, e em 12 de agosto de 1958, quando o povoado, pertencente a Conceição do Coite, virou cidade, foi abreviado para “Valente”. O “Caldeirão do Boi Valente” ainda resiste ao tempo, e está localizado numa propriedade particular, próxima ao centro da cidade. Atualmente, no calçadão, no centro da cidade, a história está resumida em uma pedra. No local encontra-se o primeiro imóvel comercial construído na cidade, quando ainda era vila.

                                Economia

                                A economia do município é impulsionada pelo comércio local e por três grandes empregadores: A Prefeitura Municipal localizada no centro da cidade, duas indústrias de médio porte, sendo uma calçadista e a Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (Apaeb), uma de suas atividades é a produção de fios naturais e tapetes e carpetes de sisal. Outra fonte de renda importante é a agricultura familiar, e também o Sisal, planta que deu a Valente o título de capital mundial da fibra.

                                A Agave tem perdido seu espaço nas fazendas para outras produções por causa da baixa valorização dos seus derivados.

                                Valente além do Sisal e da pecuária possui o turismo de festejos populares, como o São João. Valente se destaca pela sua organização, limpeza pública, arborização e por ter uma qualidade de vida superior a de cidades vizinhas.

                                Esporte

                                Valente possui um calendário esportivo movimentado. No futebol, que tem como principal palco o Estádio Municipal Evandro Mota Araújo (Evandrão), a principal competição é o Campeonato Valentense, realizado anualmente no primeiro semestre.

                                Outra competição de destaque é a Copa de Integração Rural de Futebol Society. Destaque também para os jogos estudantis que envolvem praticamente todas as escolas do município em diversas modalidades, sendo realizado geralmente no início de agosto.

                                Valente realiza todos os anos o Rally do Sisal, competição que faz parte do Campeonato Brasileiro de Rally 4×4.

                                A cidade também possui único Rally Park do Brasil, o SR2 Rally Park. Um complexo off road com diversas pistas de competições. Fica situado na BA 120, na rodovia que liga Valente a Santaluz.

                                Depois de seis anos sem participar da competição, a Seleção de Valente voltou a disputar em 2017, o Campeonato Intermunicipal de Futebol, chegando entre os oito melhores de 64 participantes. As duas melhores campanhas foram em 1983 e 2011 quando a equipe chegou às semifinais. Valente também tem atletas de destaque em nível estadual e nacional, a exemplo do basquetebol, futsal feminino, atletismo, karatê, voleibol, entre outros.

                                Valente tem atualmente, as competições estudantis como EJA, JEI, JEVE, CIEC. A principal competição é o Campeonato Valentense e a Copa Rural.

                                Cultura

                                Valente sempre se destacou por suas manifestações culturais desde os tempos do saudoso Tio Moura, músico que se tornou figura folclórica e que se confunde com a história da cultura do município. Muitas de suas tradições permanecem vivas – a exemplo do que acontece em outros municípios da região – através da persistência de moradores que se dedicam a manter a cultura, e em alguns aspectos, resgatá-la. Valente conta com diversas figuras e grupos que se destacam nas várias manifestações da cultura regionalista. Repentistas, cantadores, reiseiros, grupos de teatro amador, cantores. Possui um dos espaços culturais melhores estruturados do Território do Sisal: A Casa Brasil, construída em cima de um lajedo no centro da cidade, equipada com um teatro com capacidade para 320 espectadores, espaços de convivência, auditório e infocentro.

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