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  • Improta
    Fazedor de Chuva
    • May 2020
    • 103

    #61
    43/417 Ouriçangas

    43/417

    Agora no ponto F! Ouriçangas!

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    Ouriçangas vem do tupi guarani, que significa "fonte de água fresca".

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    • Improta
      Fazedor de Chuva
      • May 2020
      • 103

      #62
      44/417 Aramari

      44/417

      Ponto G! heheeh

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      Aramari

      Esse municipio já é bem perto de onde eu ia...
      E atualmente a prefeitura atua bem perto da represa e fica bem a beira da estrada em que eu estava!! No CAM
      Centro Administrativo Municipal

      No final do século XVII, surgiram na região onde situa o município, algumas propriedades agropecuárias que, com o decorrer dos anos, transformaram-se em povoações.
      Uma delas foi denominada Olhos d´água que por volta de 1850 já se constituía num pequeno arraial. Mais tarde, tendo aumentado o número das casas comerciais e residenciais, também foi construída uma capela dedicada a nossa Senhora da Conceição.
      Dado ao elevado números de fiéis e a eficiente assistência religiosa a eles prestada por ministro da igreja católica, foi criada em 1879 a freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Olhos D´água, dando à localidade a condição de sede de distrito de paz, pertencente ao município de Alagoinhas.
      Àquela altura estava construída a estrada de ferro ligando Salvador a Juazeiro. Coube ao lugar de nome Aramari, a 8 quilômetros de Olhos D´água, um ponto de parada de trem. Formou-se aí um povoado que lhe conservou o nome.
      Como estação da estrada de ferro Leste Brasileiro, Aramari desenvolveu-se e, em 1909, foi para ele transferida de Olhos D´água.

      O topônimo é de origem tupi e, segundo Teodoro Sampaio, significa “O rio das baratas ou dos lambaris”.

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      • Improta
        Fazedor de Chuva
        • May 2020
        • 103

        #63
        Primeiro pernoite

        E aqui estamos nós mais uma vez em Alagoinhas!

        Fiquei hospedado na casa do meu amigo Juca
        Ele me apresentou uns amigos do MC Alagoinhas e me levou pra alguns bares e restaurantes bons da cidade pra tomar uma boa cerveja gelada e me alimentar legal.
        Inicialmente fomos a um posto de gasolina e depois partimos para um bar chamado Resenhas, muito bom! Comemos um pirão de carno do sol que estava delicioso e curtimos um som ao vivo também!

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        Um bom baiano sempre faz uma boa resenha!

        Depois disso fomos descansar porque no outro dia tinha mais estrada e eu tinha que voltar no municipio de Pedrão que eu tinha passado direto!

        E vamo nessa!

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        • Improta
          Fazedor de Chuva
          • May 2020
          • 103

          #64
          45/417 Pedrão

          45/417

          Salve, Fazedores de Chuva!

          Galera...
          Nesse momento eu estava em Alagoinhas.
          Peguei algumas dicas de percurso com Juca que trabalhava pela região e com amigos do MC Alagoinhas que conheci lá.
          Descobri que ia ter uma motofeijoada no município de Nordestina e que algumas pessoas de lá iriam, me comprometi em passar lá também.
          Era uma quinta-feira e meu amigo Cleilton me disse que iria pro interior dele na Sexta, Campo Formoso.
          A minha ideia inicial era validar toda região de Serrinha e pernoitar em algum municipio que fosse caminho pra Campo Formoso, queria me encontrar com Cleilton no Sábado por lá e validar as prefeituras da região. A motofeijoada era no domingo e Cleilton me disse que iria comigo.
          Só que os meus amigos de Alagoinhas me falaram que eu ia pegar algumas estradas não pavimentadas na região de Serrinha que estavam muito ruins, Juca me aconselhou a pernoitar em Serrinha e fazer com mais calma.
          Segui o conselho.
          Ele me passou o contato de uma integrante do MC da Serra, amiga dele. Era um quinta-feira do motociclista, onde acontecem encontros de motos em várias regiões da Bahia e em Serrinha não era diferente! Portanto, RUMO A SERRINHA! Vamo nessa!

          Nesse dia percorri cerca de 250 km
          a rota ficou:
          Pedrão
          Santanopolis
          Tanquinho
          Candeal
          Conceição do Coité
          Ichu
          Barrocas
          Serrinha

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          Pela manhã Juca me levou pra bater um ensopadão de carne pra dar uma reforçada e depois segui viagem até o municipio de Pedrão! Ponto A

          Sua história confunde-se com a história de Irará, do qual foi desmembrado através da Lei de Criação n.º 1.705, datada de 12 de julho de 1962 e publicada em 15 de julho do mesmo ano.

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          • Improta
            Fazedor de Chuva
            • May 2020
            • 103

            #65
            46/417 Santanópolis

            46/417

            Partindo para Santanópolis! Ponto B

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            A saída de Pedrão para Santanópolis me indicaram uma pista que não era pavimentada, mas que era "tranquila"...
            Como meu tanque e o da moto estava abastecido e era cedo, resolvi passar por essa experiência.
            Pegando essa estrada eu sairia onde era pra eu ter entrado no dia anterior e chegaria até Irará pela mesma pista que fiz no dia anterior por ter errado o caminho.
            Eu já sabia que a pista tava boa porque já tinha feito, então eu fui!
            Não me arrependi, consegui ver o desempenho da moto no fora de estrada e passei por muitas fazendas bonitas e paisagens muito legais! Show de bola!

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            O território deste município integrava o município de Irará e o seu povoamento iniciou-se no final do século XIX, por fazendeiros que ali se estabeleceram, desenvolvendo a criação de gado. Em 1910, em terreno doado no povoado que se formara, foi construída a capela do Senhor do Bonfim e iniciou-se o povoado de Quaresma, elevado à vila em 1922. O município foi criado, em 13 de julho de 1962, através da Lei Estadual Nº 1.713, sendo composto de dois distritos: Santanópolis (sede) e Boa-Espera. Segundo relatos, o nome Santanópolis foi dado por sugestão de uma professora, devota de Senhora Santana.

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            • Improta
              Fazedor de Chuva
              • May 2020
              • 103

              #66
              47/417 Tanquinho

              47/417

              Seguimos em direção a Tanquinho! Ponto C

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              O Monte da Emancipação, nome que lhe foi batizado quando da emancipação política do município em 1958. Quando tropeiros acampavam-se junto ao “Tanque do Gonzaga”. Diziam: Vamos nos reunir no pé da serra, junto ao “tanquinho” pós teriam achado outro manancial de água doce junto ao monte, mais o tempo foi passando e começaram a surgir as primeiras casas, primeiro de taipas e depois de adobes e por volta de 1870 já haviam cerca de 15 casas em 28 de julho de 1870, o povoado começou a desenvolver passando depois a distrito de Feira de Santana, do qual se desmembrou, tornando-se Município de Tanquinho pela Lei Estadual 1019 de 14 de Agosto de 1958, indo-se instalar a 07 de Abril de 1959.

              Ao se torna cidade Tanquinho começa sua jornada em busca do seu desenvolvimento, para isso seu povo necessita de cultura e educação, conhecer sua história e com isso busca seu espaço diante de outras cidades. Novas tecnologias, lideranças locais, órgãos públicos voltados ao povo daquela localidade. Aí é que a educação de Tanquinho começa a sua transformação. As escolas são ampliadas, seus alunos possuem uma identidade local, seus professores são reciclados de forma direta e especifica, sua história é reconhecida, os valores e as conquistas são feitos voltado a uma só direção o desenvolvimento administrativo, econômico, social e educacional desta cidade que à pouco tempo pertencia ao desenvolvimento de outra, tendo seus recursos repartidos.

              Com a sua emancipação Tanquinho possui agora status de cidade recebendo verbas não só locais mais estaduais e federais. Todas essas mudanças só poderiam ser concebidas através do processo de emancipação dessa cidade por isso a educação de Tanquinho só veio a ganhar. Projetos de infocentros destinados ao aluno de Tanquinho são convênios e parcerias com órgãos públicos dando a esses alunos a possibilidade de interagir com o mundo e se informatizar. A parceria com o poder público, ONGs e órgãos privados são mais constantes e direcionados ao povo tanquinhense. Toda família que possuía crianças fora do convívio escolar, são cadastrados e beneficiados com incentivo a matrícula do seu filho tendo agora uma fiscalização mais centralizada e dedicada ao povo tanquinhense.

              A emancipação de Tanquinho só veio a acrescentar e embelezar mais sua estrutura, seu povo pode agora reivindicar seus direitos e colocar em prática seus deveres de cidadãos, favorecendo na construção da identidade cidadã da comunidade. Como disse Jean Piaget com o conceito de esquema de ação onde mostrou como as atitudes dos indivíduos sobre o meio são o motor da aquisição de conhecimento, isso mudou significativamente a maneira de agir do povo dessa cidade. Pois agora possuem uma prefeitura, câmera de vereadores e uma secretaria de educação destinada ao melhoramento da educação desta cidade. Cidade que tanto tem a oferecer a seu povo e ao mundo.

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              • Improta
                Fazedor de Chuva
                • May 2020
                • 103

                #67
                48/417 Candeal

                48/417

                Agora começamos a subir, estamos indo em direção ao município de Candeal! Ponto D

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                O município de Candeal originou-se de um pequeno povoado erguido de uma fazenda denominada Capoeira, onde havia muitos pés de candeia. No ano de 1890, em obediência ao Decreto nº 50, de 7 de dezembro de 1889, no parágrafo 1º do artigo 2º, Candeal passou a ser município de Riachão do Jacuípe. Após o falecimento do idealizador do município, Olegário Ribeiro Lima, seu sobrinho, José Rufino Ribeiro Lima, tornou-se seu substituto como principal chefe político e teve, como seu principal objetivo, emancipar Candeal. Assinou, juntamente com seus companheiros Agnaldo Tavares Carneiro, Antônio José Ferreira, Apolinário Lopes Araújo, José Pereira Lima, Genésio Pereira Lima e outros, a solicitação da emancipação, tendo como patrono o deputado estadual André Negreiro.

                Emancipada em 23 de abril de 1962, desmembrada do município de Riachão do Jacuípe, conforme Lei nº 1.683, assinada pelo Governador do estado da Bahia Juracy Montenegro Magalhães e publicada no Diário Oficial de 13 de Maio de 1962. Instalado em 7 de abril de 1963, com a posse dos vereadores e o primeiro prefeito.

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                • Improta
                  Fazedor de Chuva
                  • May 2020
                  • 103

                  #68
                  49/417 Ichu

                  49/417

                  Pô, vei...
                  Caí num buracão da zorra...
                  Pense em um Panelãão
                  Um não, tinham vários...
                  Mas o que eu caí era um caldeirão, rapaz... Deu até um aperto no coração kkkk

                  Mas cheguei no ponto E!
                  Cheguei em Ichu!
                  Ou melhor, cheguei em "Ichivis"!kkkkk "A cidade doçura"
                  Nós baianos apelidamos o município de Ichu de Ichivis por causa da rima kkkkk



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                  O nome do município se originou com a fazenda de nome Enxú, cujos primeiros proprietários foram Joaquim Lázaro Carneiro e sua esposa D. Umbelina Maria Carneiro, construída por volta dos anos de 1920. A fazenda ficava no Distrito de Candeal. Por divergências religiosas entre a Igreja Católica local e a Igreja Batista, o local escolhido para as missas foi a fazenda. Por volta de 1925 começou a construir o povoado ao redor da mesma fazenda.

                  Foi criado como Distrito com o nome de Ichu, pelo Decreto nº 9.556, de 10 de junho de 1935, subordinado ao município de Riachão do Jacuípe. Foi elevado à categoria de município com a mesma denominação, pela Lei Estadual nº 1.766, de 30 de julho de 1962, desmembrado do mesmo município de Riachão do Jacuípe. Instalado em 7 de abril de 1963, com a posse dos vereadores e o primeiro prefeito eleito.

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                  • Improta
                    Fazedor de Chuva
                    • May 2020
                    • 103

                    #69
                    50/417 Conceição do Coité

                    50/417

                    Me falaram que de "Ichivis" até Coité o caminho mais perto não era pavimentado, mas era tranquilo...
                    Eu não queria saber de nada mesmo, me permiti viver essas experiências de off road pra agregar como motociclista. Fui por lá mesmo!
                    Simbora, mermão!!

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                    Vamos até o ponto F! Conceição do Coité!

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                    Segundo a tradição, o arraial de Coité originou-se de pouso de tropeiros que se deslocavam de Feira de Santana rumo à jacobina que dividiam a jornada, descansando num local onde havia fonte que, mesmo no período da estiagem, jorrava. A água desta fonte era utilizada pelos tropeiros para consumo próprio e para matar a sede dos animais da tropa.

                    Assim surgiu o arraial que tomara a denominação Coité, porque os tropeiros pernoitavam sob o abrigo de uma árvore, cujos frutos eram pequenas cabaças que, no idioma primitivo, recebiam o nome de ‘Cuite’ (pequena cuia) a qual, serrada no meio era utilizada pelas donas de casa.

                    Para que o arraial fosse elevado à categoria de freguesia seria necessária a doação de terras ao Santo padroeiro. Então o Senhor João Benevides, antigo morador da povoação e proprietário de muitas terras, doou uma área onde está edificada a igreja de Nossa Senhora da Conceição, e grande parte do município. Pode-se afirmar, portanto que Conceição do Coité foi fundada pelo senhor João Benevides e família no através da Lei Provincial nº 539, de 9 de maio de 1855. Com a criação da freguesia, o povoado de Coité recebeu o seu primeiro padre, Manoel dos Santos Vieira. Pelo Decreto nº 8.528 de 7 de julho de 1933, o município de Coité tornou-se autônomo, mas só a partir de 1º de março de 1966 tem a sua própria comarca.

                    Na condição de Arraial, Conceição do Coité teve implantado serviços cartoriais que eram conduzidos, no século XIX, pelo escrivão Raimundo Nonato do Couto, responsável pela lavratura de diversas escrituras de alforrias de negros libertos.

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                    • Improta
                      Fazedor de Chuva
                      • May 2020
                      • 103

                      #70
                      51/417 Barrocas

                      51/417

                      Achei o ponto G kkkkkk

                      Rapaz, a ideia era ir direto pra Serrinha.
                      Juca me falou do município chamado Água Fria, ele já foi trabalhar por lá e disse que o acesso pra carro era ruim e de que pra moto era horrível.
                      Ele me falou que não tinha nenhum acesso com estrada pavimentada e que eu ia levar um tempo pra chegar lá de moto, aconselhou eu ir abastecido porque a pista era deserta, por esse motivo eu ia direto pra Serrinha descansar e me preparar pra essa aventura.
                      Massss.... kkkkk
                      É verão e tá escurecendo tarde que só a peste
                      No caminho pra Serrinha eu vi uma placa "Barrocas 18 km" e pensei "Ah, vei! Tô aqui já...Vou entrar nessa pista ai e validar Barrocas logo! É menos uma!"
                      E me joguei!

                      Tratava-se de um "atalho"... Era um offzinho tb! Me joguei msm, tô nem aí! Eu saí do sofá pra isso!
                      Foi aí que eu cheguei no município de Barrocas!

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                      Barrocas é um município brasileiro do estado da Bahia. Localizado na Mesorregião do Nordeste Baiano e na Microrregião de Serrinha. Sua população é de 16.296 habitantes (IBGE 2017). Em Barrocas localiza-se a mina de ouro operada atualmente pela Mineração Fazenda Brasileiro, pertencente ao grupo canadense Yamana Gold Inc.

                      O município de Barrocas foi criado, em primeira oportunidade, pela Lei Estadual nº 4.444 de 9 de maio de 1985. No entanto, o município perdeu os seus direitos e deveres em 31 de dezembro de 1988, quando houve a anulação da criação do município, voltando a ser distrito de Serrinha.

                      Em segunda oportunidade, o município de Barrocas foi criado pela Lei Estadual nº 7.620, de 30 de março de 2000, sendo, juntamente com Luís Eduardo Magalhães, um dos municípios mais jovens do estado da Bahia.

                      A cidade se destaca na prática de esportes radicais como o Bicicross (Olímpico) e o Motocross. Nas duas modalidades o município detêm títulos estaduais e conquistas de etapas de campeonatos brasileiros. Destacam-se no Bicicross os Pilotos Manoel Carneiro, o Netinho, e o pequeno Kauã Sherman, ambos Campeões Baianos da modalidade. Entre as meninas, a jovem Siane da Mota também representa a cidade em campeonatos brasileiros.

                      No motocross a cidade conta com o Piloto Matheus Nogueira, conhecido como Matheus Lama. Matheus que veio do Bicicross, já foi Campeão da Copa Sisal de Motocross, Vice-Campeão Baiano, e em 2015 vem conquistando vitórias importantes nos estados de Alagoas e Sergipe. Matheus é considerado como o principal piloto do interior do estado, figurando entre os Top 5 da Bahia.

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                      • Improta
                        Fazedor de Chuva
                        • May 2020
                        • 103

                        #71
                        52/417 Serrinha

                        52/417

                        Segundo pernoite!

                        Sim, cheguei em Serrinha! Ponto H


                        Era dia ainda e tratava-se de um Quinta-feira!
                        Quinta do Motociclista.
                        Eu tava em contato com a amiga de Juca que é de Serrinha e que me recepcionaria, porém ela ainda estava trabalhando.
                        Ela me indicou uma pousada que ficava na praça mais movimentada da cidade, então eu cheguei na cidade e validei logo a prefeitura.
                        Após a validação eu fui me acomodar na pousada e postar as fotos das prefeituras no meu instagram pra me lembrar qual prefeitura era de onde kkkk
                        E por falar nisso, me sigaaam!! @edgarimprota https://www.instagram.com/edgarimprota/
                        Eu tava sempre em contato com o meu amigo FC Bertoni que me indicou depois o uso do app Timestamp! Muito bom! Já sai a localização na foto com as coordenadas! Bertoni me ensinou como baixar partes do mapa offline tb e me ajudou bastante, mas eu quis ir postando no instagram para meus amigos acompanharem também... Foi legal porque eu passei por interiores que tinham gente de lá no meu insta, recebi várias dicas de lugares pra ir!


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ID:	463517

                        O encontro de moto tava marcado para 19:30 hrs e Vanessa Morena saía do trabalho às 18 hrs.
                        Ela passou na pousada em que eu estava e me levou pra um dos bares que ficava perto da pousada.
                        Conheci ela pessoalmente, tomamos umas cervejas e depois fomos pra o encontro onde conheci muita gente de Serrinha e região.
                        Trocamos experiências e recebi muitas dicas de rotas até os municípios que eu faria no dia seguinte! Foi muito top e parecia que já nos conhecíamos a muito tempo! Motociclismo é isso! Obrigado a todos de Serrinha e região pela receptividade! TMJ!

                        Ahhh! Estavam todos cientes da Motofeijoada que ia rolar em Nordestina e a galera de lá também ia!
                        Achei massa! Eu já tinha combinado de encontrar a galera de Alagoinhas e agora eu também ia rever a galera de Serrinha no Domingo!! TOP!

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ID:	463519

                        A região onde se localiza o município de Serrinha inicialmente era habitada por remanescentes da tribo indígena Biritingas, quando no início do século XVII, os colonizadores portugueses abriram a estrada das boiadas que ligava a capital da colônia ao alto sertão do São Francisco.

                        Em 1716, o local onde fica a cidade era um logradouro da fazenda Tamboatá, pertencente aos herdeiros do fidalgo Miguel de Saldanha. Em 1723, Joana Guedes e seu esposo, João Mascarenhas, venderam a propriedade ao português Bernardo da Silva. A sede da fazenda foi então transferida pare as adjacências de uma pequena serra, passando, dai em diante, a ser conhecida como Serrinha pelos comerciantes de gados e tropeiros que se destinavam ao rio São Francisco. O local tinha a finalidade de criar gado e servir de local de descanso de homens e animais. No período possuía dez casas de telha.

                        Com o falecimento de Bernardo da Silva, seus herdeiros doaram um pedaço de terra a Santana, em nome da qual foi erguida uma capela (concluída em 1780), tornando-se freguesia em 1838. Surgiu o Município em 1876, após tornar-se centro comercial e agropecuário, recebeu foros de cidade. Foi desmembrado da Vila da Purificação dos Campos (Irará).

                        A história da cidade pode ser dividida em 3 períodos: o primeiro, entre 1612 e 1891 quando a estrada das Boiadas foi criada; o segundo, após 1890 até 1969, quando Serrinha é elevada a cidade; e o terceiro, quando a cidade se expandiu até os dias de hoje.

                        Em 1º de junho de 1838, a lei nº 67 criou o Distrito de Paz de Serrinha, e levou a capela à categoria, com paróquia própria, pelo Arcebispo D. Romualdo Antônio Seixas. Pela Lei Provincial nº 1.069 de 13 de junho de 1876, foi o Arraial de Serrinha elevado à categoria de Vila e criado o Município de Serrinha, com território desmembrado da Vila da Purificação dos Campos, sendo instalado a 11 de janeiro de 1877. A Vila de Serrinha recebeu foros de "cidade" pelo Ato estadual de 30 de junho de 1891, assinado pelo Barão de Lucena, fato que constou da data de 4 de junho de 1891 do Conselho Municipal de Serrinha. A instalação solene da cidade ocorreu em 30 de agosto de 1891, segundo consta da Ata do Conselho Municipal de Serrinha do referido dia.

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                        Última edição por Improta; 26-02-21, 09:26.

                        Comentário

                        • Gilmar Dessaune
                          Fazedor de Chuva

                          • Oct 2012
                          • 6891

                          #72
                          Bom dia FC Improta,

                          Muito legal seu tópico com imagens e narrativas da aventura, parabéns!!!

                          Continue assim para nosso deleite e muito obrigado.

                          Abração.

                          Comentário

                          • Improta
                            Fazedor de Chuva
                            • May 2020
                            • 103

                            #73
                            Postado originalmente por Gilmar Dessaune Ver Post
                            Bom dia FC Improta,

                            Muito legal seu tópico com imagens e narrativas da aventura, parabéns!!!

                            Continue assim para nosso deleite e muito obrigado.

                            Abração.
                            Bom dia FC Gilmar!!

                            Obrigado pelo feedback!
                            Pode deixar que será um prazer pra mim continuar com as narrativas!
                            É uma maneira de fazer vocês participarem da minha aventura e "futucando" aqui no fórum eu vi que tem como visualizar o tópico como versão para impressão. A minha intenção é imprimir tudo depois que eu finalizar o desafio e encadernar pra eu guardar com muito carinho essa conquista e me lembrar da aventura sempre que ler!!

                            Abração

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                            • Improta
                              Fazedor de Chuva
                              • May 2020
                              • 103

                              #74
                              53/417 Teofilândia

                              53/417

                              Salve, Fazedores de Chuva!

                              SEXTOUUU!

                              Click image for larger version

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ID:	463525

                              Então...
                              Montei minha rota e mudei algumas coisas de acordo com o que absorvi com as dicas dos meus amigos de Serrinha!
                              O destino final era Jacobina!

                              Me aconselharam o seguinte:

                              Subir Teofilândia até Araci e voltar pra Serrinha.
                              Depois ir de Serrinha até Biritinga e voltar pra Serrinha.
                              Ir de Serrinha até Lamarão e seguir até Água Fria. Voltar pra Serrinha.
                              Agora sim voltaria para minha rota normal descendo Santa Bábara.
                              Riachão do Jacuípe.
                              Nova Fátima.
                              Gavião.
                              Capim Grosso.
                              Jacobina.

                              Nessas idas e vindas pra Serrinha marquei com Vanessa de almoçar no bar da irmã dela, mas não deu certo...Então fiz um lanche em Santa Bábara e segui viagem.

                              Mas pra dar inicio a essa rota eu comecei de manhã por Teofilândia!

                              Esse crochê todo tava dando no maps 490 km e 10 hrs de viagem. Vamos por partes!

                              "Subir Teofilândia até Araci e voltar pra Serrinha"

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                              Aproximadamente em 1723, devido a uma seca que atingiu a região, alguns vaqueiros da antiga fazenda chamada de Vargem de Baixo, de propriedade dos irmãos João Manoel e Manoel João da Silva, saíram em busca de água e alimento para o gado. Cansados, os vaqueiros pararam próximo a uma vereda (caminho estreito no meio da caatinga), e dormiram. Ao acordarem e não encontrarem o gado, seguiram seu rastro e descobriram um lajedo (afloramento rochoso), que em suas pequenas cavidades acumulava água, formando caldeirões ou tanques de pedras. Lá estavam não só os animais que eles pastoreavam, mas também outros, pastando e bebendo dos tanques. Ao retornarem à fazenda, avisaram aos patrões, que haviam encontrado um caldeirão, ou Tanque de Pedras.

                              Os irmãos João Manoel e Manoel João transformaram o lugar em mais uma fazenda, provocando o crescimento imediato do local. Muitos anos depois a fazenda foi aberta; José Santiago de Oliveira construiu a primeira casa e outras vieram em seguida. Com a chegada de mais moradores, o local passou a ser chamado de Arraial de Pedras. Em 1953 foi transformado em distrito com o nome de Itapiru, que pertencia a Serrinha. Alguns anos depois, foi elevado à categoria de cidade e denominado Teofilândia, em homenagem a um filho da localidade, o contador do Estado Joaquim Teófilo de Oliveira.

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                              Última edição por Improta; 06-03-21, 09:09. Razão: contagem errada

                              Comentário

                              • Improta
                                Fazedor de Chuva
                                • May 2020
                                • 103

                                #75
                                54/417 Araci

                                54/417

                                "Subir Teofilândia até Araci e voltar pra Serrinha"

                                Vamo seguir até Araci! Ponto C

                                Click image for larger version

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ID:	463528

                                Araci foi fundada por José Ferreira de Carvalho, em 1812. Era conhecida como a cidade do Raso, antes da emancipação pertenceu a cidade de Tucano. O município se originou na sede da Fazenda Raso, onde foi formando-se um povoado em torno de uma capela. A fazenda então localizada no município de Serrinha de onde, mais tarde, foi desmembrada, tornando-se um distrito chamado Nossa Senhora da Conceição do Raso.

                                O município se desmembrou pelo fato de estar se desenvolvendo na agropecuária e no comércio, podendo sustentar suas despesas. Isso ocorreu em 13 de dezembro de 1890, elevado à categoria de vila. Pela Lei Estadual nº 575, de 21 de setembro de 1904, o município passou a se chamar Araci, mas fora extinto pelo Decreto-lei Estadual nº 7.479, de 8 de julho de 1931 após decair em seus trabalhos sustentáveis. A partir da extinção, Araci foi novamente anexada a Serrinha. Em 14 de novembro de 1956, pela Lei Estadual nº 863, Araci foi restaurada e elevada à cidade se separando novamente de Serrinha.

                                Outra versão indica que Araci pertencia ao município da Purificação dos Campos (atual Irará), com o desmembramento da Vila Serrinha com o município da Purificação dos Campos por volta 1876, Araci deixa de pertencer a Irará. Então a Fazenda Raso se localizava em 1890 na Vila Serrinha e não no município Serrinha, pois Serrinha só veio se tornar município em 1891. Assim como Serrinha e Araci, também pertenceram ao município da Purificação dos Campos as atuais cidades; Coité, Teofilândia, Água Fria, Barrocas, Lamarão, Santanópolis Ouriçangas, Pedrâo e Coração de Maria.

                                Click image for larger version

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                                Última edição por Improta; 06-03-21, 09:09. Razão: Contagem errada

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