VALENTE FC - BA. Bora minha Baaêêa!

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  • Improta
    Fazedor de Chuva
    • May 2020
    • 103

    #46
    30/417 Muritiba

    30/417

    Salve, Fazedores de Chuva!

    Falaremos de Muritiba agora!

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    Vei, que cidadezinha bonitinha!

    As formações rochosas da estrada, as pontes sobre o rio Paraguaçu, a entrada da cidade... tudo bem bonito, gostei mt!

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    De acordo com o livro História e Estrela de Muritiba, do muritibano Anfilofio de Castro, o nome teve origem por causa da existência abundante, naquela época, de uma palmeira chamada Boritiba, espécie encontrada desde o Pará até São Paulo, conhecida por buritizeiro, muriti, muruti e pissandó. Redundando na corruptela Moritiba e Muritiba. Entretanto, no livro O Tupi na Geografia Nacional, o antropólogo Theodoro Sampaio, escreve que Muritiba é uma variação deturpada do vocábulo indígena merutyba, que significa o mosqueiro ou mosca em abundância. No brasão da cidade há quatro torreões num escudo azul semeado de moscas de prata como prova da fertilidade do solo muritibano e abundância de fruteiras, com destaque para a jaca, nome pelo qual a cidade ficou por muito tempo conhecida ("Cidade das Jacas").

    Muritiba tem início com a vinda de exploradores e jesuítas da Companhia de Jesus em 1559, que avançaram nas regiões de Cachoeira e São Félix. Posteriormente, ao subirem a serra às marges do Rio Paraguaçu, fundaram um templo e um convento dando origem ao povoado de Muritiba.

    Muritiba passou à categoria de Vila em 8 de agosto de 1919, mediante Lei 1.349 proferida pelo então Governador da Bahia, Antonio Muniz Sodré de Aragão. Três anos depois, no dia 3 de agosto de 1922, no mandato do Governador José Joaquim Seabra, elevou-se à categoria de cidade.

    Seus primeiros moradores participaram ativamente das lutas pela independência da Bahia, com destaque para o Major José Antônio da Silva Castro, avô do poeta Castro Alves, que comandava 700 homens no Batalhão dos Periquitos, entre eles uma mulher, Maria Quitéria, heroína da independência.

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    Validado! vamos seguir para Cruz das Almas!!

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    • Improta
      Fazedor de Chuva
      • May 2020
      • 103

      #47
      31/417 Cruz das Almas

      31/417

      CRUZ DAS ALMAS!

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      Chegamos em Cruz!

      O município de Cruz das Almas foi criado através da Lei nº 119 de 29 de julho de 1897, desmembrando-se de São Félix. Diz à lenda que o nome Cruz das Almas faz referência aos antigos tropeiros que passavam pela região que ao chegarem à antiga vila de Nossa Senhora do Bonsucesso, eles encontravam no centro da vila uma cruz em frente a Igreja Matriz onde paravam e rezavam para as almas dos seus mortos.

      Os primeiros povoadores do município procederam de São Félix e Cachoeira, no século XVIII, atraídos pela uberdade do solo. Sabe-se que dentre os principais pioneiros, se acham as tradicionais famílias Batista de Magalhães e Rocha Passos, brasileiros e descendentes de portugueses, ambas.

      Os precursores estabeleceram plantação de cana-de-açúcar, fundaram engenhos e iniciaram a construção do arraial no grande planalto, à margem da estrada real que, partindo de São Felix se dirigia ao Rio de Contas e em seguida para Minas Gerais e Goiás.

      O novo arraial pertencia à freguesia de São Félix. A capela existente foi elevada depois à freguesia com o nome de Nossa Senhora do Bonsucesso da Cruz das Almas, por Alvará Régio de 22 de janeiro de 1815. Até o fim do Império, pertencia à freguesia de Outeiro Redondo. Nove anos depois da proclamação da República, obteve independência.


      Assim, o Arraial foi elevado à categoria de Vila e Município, ficando autônomo pela Lei Estadual nº 119, de 29 de julho de 1897.

      Cidade nacionalmente conhecida pela exuberante festa de São João. O São João de Cruz das Almas é um dos maiores do Brasil, nesta época a cidade chega a receber mais que o dobro de sua população ficando até com mais de 150 mil habitantes. Também possui vários eventos de grande expressão, tanto na música secular quanto em eventos gospel que atrai milhares de pessoas de outras cidades.

      A economia da cidade é voltada em torno da agricultura, com destaque para plantações de fumo, laranja, limão tahiti e mandioca. O município possui várias indústrias e distribuidoras nacionais que exportam seus produtos para vários países. A cidade é conhecida por ser apelidada de "Capital do Fumo" por ser a maior produtora de tabaco da Bahia e possuir muitas indústrias voltadas para a cultura do fumo. A cidade é uma das maiores exportadoras de fumo da América Latina, distribuindo mais de 1000 toneladas de fumo por ano a países de todo o mundo.

      No setor secundário a cidade também se destaca. A indústria cruzalmense é conhecida por ter um pólo industrial calçadista e têxtil, que abriga filiais de empresas do ramo.

      No setor terciário, a cidade possui várias redes de serviços, grandes cadeias de lojas, além de possuir cinco agências bancárias.


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      Vamos agora até Sapeaçu!

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      • Improta
        Fazedor de Chuva
        • May 2020
        • 103

        #48
        31/417 Sapeaçu

        31/417

        Mermão...

        O sol tava de lascar, meu velho! Derretendo a moleira!

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        A sede tomava conta de mim e a fome tava começando a aparecer, foi aí que deixei escapar uns 3 municipios do planejamento pra adiantar a minha chegada até Valença!

        O meu traseiro já estava começando a doer, meus amigos já tinham chegado em Valença e estavam me mandando fotos de cerveja e comida... Isso tudo me afetou psicologicamente e eu decidi que ia validar Sapeaçu e mais 3 municipios pelo caminho. pararia em Santo Antonio de Jesus. E foi aí que eu segui!

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        Originalmente, a região de Sapeaçu era habitada por índios caetés (sabujás).

        As terras em que hoje se situa Sapeaçu integravam a sesmaria de Paraguaçu e foram doadas pelo 2º governador-geral do Brasil, d. Duarte da Costa, ao seu filho Álvaro da Costa em 17 de janeiro de 1557.

        Os indígenas locais foram expulsos para a formação da Fazenda Sapé Grande, no século XVIII, que passou a pertencer a Pedro Barbosa Leal (falecido em 1732), onde foi construída uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

        Pedro cedeu terrenos a vários colonos baianos, que construíram suas casas em torno da capela, formando o povoado Sapé, que nessa época pertencia ao município de São Félix do Paraguaçu.

        Em 9 de setembro de 1885, o arraial de Sapé foi elevado à condição de freguesia, sob invocação de Nossa Senhora da Conceição, através da lei provincial nº 2.548. Neste mesmo período, foi criado a Liga Sapeense, em prol da sua emancipação política, estando nessa luta José Ribeiro Machado, Manoel Afonso da Silva, Manoel Martins Valverde e dr. Rafael Jambeiro. Houve uma tentativa falha de emancipação em agosto de 1891.

        Com a criação da vila de Cruz das Almas, em 29 de julho de 1897, a freguesia de Sapé passou a ser 1º distrito da vila de Cruz das Almas, sendo o intendente o cônego Antônio Silva França.

        O nome do distrito foi alterado de Sapé para Sapeaçu em 1° de julho de 1944. Sapeaçu é um topônimo de origem tupi-guarani e significa "palha grande".

        Em 1947, foi apresentado na Assembleia Legislativa da Bahia pelos deputados Carlos Aníbal Correio e Joel Presídio o projeto de emancipação de Sapeaçu.

        No dia 27 de abril de 1953, foi sancionada pelo governador da Bahia, Régis Pacheco, a lei que emancipava Sapeaçu de Cruz das Almas.


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        • Improta
          Fazedor de Chuva
          • May 2020
          • 103

          #49
          32/417 Conceição do Almeida

          32/417

          Passei por Conceição do Almeida.
          Acredito que deixei passar Castro Alves, São Felipe e Muniz Ferreira.
          Eu já tinha pilotado por mais ou menos 5 hrs.
          Por esse motivo minha passagem foi muito breve nos próximos municipios.

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          Segundo o historiador e poeta Geraldo Coni Caldas Santos, o antigo povoado conhecido como Capela do Almeida desde o final do século XVIII, da sua fase embrionária, até a emancipação municipal de 1790 a 1890, podemos observar fatos que mudaram o curso da história nacional: nossa própria história, 1822, independência, 1851, proibição do tráfico negreiro; 1871, lei do ventre livre; 1888 lei Áurea, com a abolição da escravatura e finalmente, em 1889, proclamação da república. Naquele espaço de 100 anos, participamos na vida da colônia no Brasil, até o Brasil república com Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, quando 8 meses do advento da República o antigo Curato do Almeida (Capela do Almeida) depois de Vila da Nossa senhora da Conceição do Almeida, Conceição do Almeida se emancipou do surgimento como aglomerado ou povoado, até o Curato do Almeida ou Capela do Almeida, a origem cuja denominação se deu a uma família de agricultores cujo patriarca era Antonio Coelho D’Almeida Sande, que com sua devoção a Santa Nossa Senhora da Conceição, edificaram uma capela, onde hoje é a Igreja matriz. As terras da Capela do Almeida juntavam-se às da freguesia de São Felipe (São Felipe das Cabaceiras ou São Felipe das Roças), termo da antiga Vila de são Bartolomeu de Maragojipe sendo esta última criada em 1724. A Capela do Almeida passou a Vila da Nossa Senhora da Conceição do Almeida, originando suas terras da primeira Vila do Recôncavo da Bahia, que deu origem como outras antigas Vilas a dezenas de municípios da Região do Recôncavo, já em 1872, pela lei Provincial de nº 1.176, de 23 de março. O então distrito da Capela do Almeida passou a Vila. Era presidente da Província da Bahia o Desembargador Jõao Antonio de Araújo Freitas Henrique e à frente do Império do Brasil estava a Princesa Dª. Isabel, exercendo a regência na ausência do Imperador D. Pedro II. Já nessa época, três almeidenses exerciam influência no então distrito que tinha como sede a Vila de Nossa Senhora da Conceição do Almeida, eram os Srs. Inocêncio Correia Caldas, José Leandro Gesteira e Clementino Correia Caldas, nascidos na antiga Capela, já nos idos de 1883, Rufino Correia Caldas como Conselheiro Municipal em São Felipe, lutava ao lado dos mencionados almeidenses pela emancipação do Distrito do Termo de São Felipe. O Município de Conceição do Almeida foi emancipado por ato de 18 de julho de 1890, sendo seu território desmembrado do município de São Felipe, verificando-se a sua instalação a 4 de agosto do mesmo ano.

          Foram emancipadores do município de Conceição do Almeida os Coronéis José Leandro Gesteira e Clementino Correia Caldas. Ambos agricultores comerciantes, líderes dos partidos políticos “Conservador e liberal”, ainda no Império. Emancipado o município de Conceição do Almeida, foi nomeado seu primeiro intendente o Coronel José Leandro Gesteira e eleito e reeleito o segundo intendente o Coronel Clementino Correia Caldas, sendo o Presidente do 1º Conselho Municipal o Coronel Rufino Correia Caldas em 1890, além de tais feitos os líderes emancipadores também criaram a estrutura socioeconômica do município, no plantio e beneficiamento do fumo em folha na cidade.

          Quando da emancipação do município, era presidente da República o Marechal Manuel Deodoro da Fonseca e o Governador do Estado o General Hermes Ernesto da Fonseca. Em 1909, por lei Estadual nº 761, do projeto de autoria do deputado Antonio Correia Caldas, já no governo de Jõao Ferreira de Araújo Pinho, passou a gozar foros de cidade a Sede Municipal, denominando-se Afonso Pena, estendendo-se ao município e seu Distrito Sede, fato que se deu no Governo da Presidência da República Augusto Moreira Pena.

          Em 1943, o decreto Estadual de 31 de dezembro, retificado pelo Dec. Estadual nº. 12.978, de 1 de junho de 1944, restabelece-se o topônimo de Conceição do Almeida para o Município de Afonso pena, constituído pelos três distritos que formavam, isto é Conceição do Almeida (sede do 1º Distrito), Vila do Comércio (sede do 2º distrito), e Vila de Santana do Rio da Dona (sede do 3º Distrito). As confrontações e limites se dá: ao Norte, municípios de Castro Alves, Sapeaçu e Cruz das Almas. Ao Leste com os municípios de São Felipe e Dom Macedo Costa, ao Sul com o município de Santo Antonio de Jesus e a Oeste o município de Castro Alves. Sua superfície é de 262 km², com uma população de aproximadamente 24.000 habitantes e o percentual sobre na área total do Estado é de 0,05%. A distância da capital é de 160 km, sendo 69 na BR-101, incluindo o acesso a cidade e 91 na BR-324. Sua região administrativa: 2ª Entrância Judiciária, 4ª Região de saúde, 13ª Região de educação (DIREC 04), 17ª Região Fiscal.

          Conceição do Almeida está situada na zona fisiográfica do Recôncavo da Bahia, zona que totaliza 10.531 km² e o município ocupa 262 km². (micro-região homogênea do Recôncavo com 6.497 km²).

          O município tem clima saudável e a queda das chuvas é de média anual de 1.350 mm, o que significa excelente pluviosidade. A temperatura é de 20º, média das mínimas do mês mais frio e 30º, média das máximas no mês mais quente. A média anual oscila entre 23º a 25º centígrados de um clima tropical. Mês mais quente, fevereiro; mês mais frio, agosto; mês mais chuvoso, maio/junho; mês menos chuvoso, outubro; mês de maior umidade, julho/agosto. Seus principais rios são: Rio Jaguaripe, Rio Mocambo, Rio Cedro e Córrego Mutum (extraído do livro Observações Pluviométricas, pesquisa de 17 anos, do autor Geraldo Coni).

          Nossa cidade conheceu um período de glória na sua história, quando até a década de 70, ainda sobrevivia a cultura do fumo e consequentemente o beneficiamento do mesmo, que empregava grande quantidade de operários. Entretanto a grande produção foi na década de 50 quando na elevada produção de fumo e café e com a mecanização do beneficiamento, toda a produção foi retirada do Município para a cidade de Conceição do Jacuípe, depois para cruz das Almas, desempregando os operários que trabalhavam o produto. Por outro lado os grandes latifúndios desenvolveram a pecuária na região e muitos proprietários de pequenas áreas, foram forçados pelas circunstâncias a venderem seus minifúndios, uma vez que não era mais possível viverem ilhados pelos arames farpados dos pecuaristas. Criou-se assim, uma situação de desemprego e dificuldades, onde a juventude sem perspectiva, abandona a sua terra natal em busca de oportunidades e vai na maioria das vezes aumentar o problema social dos grandes centro.

          Com base neste pequeno levantamento histórico, graças aos homens e mulheres de boa vontade, podemos afirmar que apesar dos pesares, Conceição do Almeida é uma cidade limpa e hospitaleira, tratada carinhosamente pelos seus filhos de CAPELA, única a merecer um poema do Vate das Américas e Poeta da Liberdade – Antonio Frederico de castro Alves, com versos dedicados a CAPELA DO ALMEIDA, hoje Hino municipal com letra do Poeta Social, no ano de 1871 e música de Antonio Ribeiro Falcão (Ex. prefeito). Assim a antiga “CAPELA”, mereceu o título de Sultana das Flores.

          Seu hino foi composto pelo poeta Castro Alves.

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          Seguiremos para a penultima prefeitura do dia, Dom Macedo!

          Comentário

          • Improta
            Fazedor de Chuva
            • May 2020
            • 103

            #50
            33/417 Dom Macedo Costa

            33/417

            Cheguei em Dom Macedo!

            Na entrada da cidade tava rolando um churrascão que foi de dar água na boca, passei pelo restaurante e fui direto para a prefeitura!
            A cidade é pequena, não foi tão dificil achar a prefeitura... Bati a foto e segui em direção à Santo Antonio de Jesus.

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            O município de Dom Macedo Costa tem a sua história vinculada desde o século XVII à grande freguesia de São Bartolomeu de Maragogipe, freguesia esta repartida em quatro no decorrer do século XVIII, entre elas a de São Felipe, criada em 1718. Nesta freguesia situava-se a fazenda São Roque, de propriedade da família Souza Pithon, que através de doações e arrendamentos propiciou as condições para o povoamento da área por centenas de agricultores dando origem ao Distrito de São Roque, mais conhecido como São Roque do Bate Quente, em virtude de haver muitas brigas e discussões. Criado em 1883, quando a família Souza Pithon ergueu a capela de São Roque, e que em 22 de maio do mesmo ano o Padre Francisco Felix de Souza Pithon rezou a primeira missa inaugurando a capela que hoje é a Igreja Matriz da cidade. Durante os estudos Sacerdotais, o Padre Pithon conheceu um grande religioso, o Arcebispo de Salvador em 1890, Dom Antonio de Macedo Costa, nascido em 1830, filho da cidade de Maragogipe a quem a vila pertencia no seu início, tornou-se amigo da família e de toda Vila. Em 04 de abril de 1962, o Distrito se emancipa politicamente e seus moradores resolvem dá o nome de Dom Macedo Costa, em homenagem ao Grande amigo da família Souza Pithon e do povo da vila. Dom Macedo Costa, Município criado em 1962, pela Lei Estadual nº 1652 – de 04 de abril de 1962, sancionada, pelo governador da Bahia, General Juraci Magalhães, publicada no Diário Oficial de 06/04/1962, desmembrando da Cidade de São Felipe.

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            • Improta
              Fazedor de Chuva
              • May 2020
              • 103

              #51
              34/417 Santo Antonio de Jesus

              34/417

              Bem vindos a SAJ!

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              Parei no posto Uirapuru que fica na BR-101, abasteci, bebi umas duas garrafas de água com gás...
              fui ao banheiro e sentei um pouco pra descansar.

              Meu plano nesse momento era validar SAJ e ir direto pra Valença.
              No retorno eu iria pelo Ferry, pela BA-01 e validaria Valença, Jaguaripe, Aratuipe, Salinas, Vera Cruz e Itaparica.
              O que também não aconteceu por conta do horário que saí de Morro de São Paulo, portanto SAJ foi o último municipio registrado da trip para Morro!

              Confesso que quase passei direto pela prefeitura, ela fica bem no caminho para Valença e eu ia passar despercebido. Parei a moto rápido e vi que o local era proibido estacionar, fiquei com receio de não conseguir enquadrar o piloto, moto e prefeitura na foto. Fiquei com medo de receber uma multa tb, bem provavel que recebi... A prefeitura fica em uma avenida movimentada da cidade e SAJ é enorme! Então foi um registro rápido, mas que valeu para a Validação!

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              As primeiras expedições no território deste município resultaram da colonização na área do rio Jaguaripe, realizadas nos séculos XVI e XVII. Os primeiros colonizadores que desbravaram a região foram Pero Carneiro e D. Álvaro da Costa, que juntaram-se aos índios descendentes de Pedra Branca, que inicialmente habitavam a região, em expedições pelo local. As terras férteis, as valiosas madeiras de lei e abundância dos recursos fluviais, foram fatores relevantes para o povoamento desta localidade. Com o passar do tempo iniciaram-se as primeiras plantações de cana-de-açúcar com o estabelecimento de pequenos engenhos e roçados para a atividade agrícola, a qual teve como principal fonte de exploração o cultivo de mandioca.

              Nessa época, nos idos de 1663, através de Carta Régia, já havia sido recomendada, à Relação da Bahia, proteção aos indígenas e delimitação de reserva de uma légua quadrada de terra, para que fosse feito o aldeamento e sustento dos silvícolas. Os índios mais conhecidos eram os da Aldeia de Santo Antônio. Após a doação de sesmarias e sua consequente divisão, em 1644, há o registro dos mais antigos limites que iriam dar inicio ao atual município de Santo Antônio de Jesus, embora não o abranja de todo.[6]

              No século XVIII já havia um grande número de lavradores de farinha, que tornara-se a principal economia do lugar, dentre os quais sobressaíam-se os nomes dos padre Mateus Vieira de Azevedo e dos fazendeiros e comerciantes Antônio de Souza Andrade, João Borges de Escobar, José Ferreira de S. Paio e Bento Pereira. O padre Mateus Vieira de Azevedo é uma das figuras que mais se destacara no processo de desbravamento do município de Santo Antônio de Jesus. Sua residência, nas proximidades do rio Sururu foi transformada no primeiro povoado do município, onde foi erguido o oratório consagrado a Santo Antônio de Jesus. Em 23 de setembro de 1777, o oratório foi transformado em Capela, e em 19 de junho de 1852, foi elevada à categoria de Igreja Matriz.

              Município criado com os territórios das freguesias de Santo Antônio de Jesus e de São Miguel da Nova Laje, desmembrados de Nazaré, pela Lei Provincial de 29.05.1880. Teve o nome simplificado para Santo Antônio em 1931, recebendo em 1938 novamente a denominação de Santo Antonio de Jesus. A sede foi elevada à categoria de cidade através Ato Estadual de 30 de junho de 1892.

              Daí fui para Valença e acabou a minha jornada como FC neste dia!

              Até a próxima! TMJ

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              • Improta
                Fazedor de Chuva
                • May 2020
                • 103

                #52
                Trip para Morro de São Paulo

                Então como eu disse antes, vou falar um pouco como foi ir para Morro de São Paulo.
                Primeiro vou compartilhar a rota q fiz saindo de SAJ.

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                Rodei mais uns 80 km até Valença.
                Fui até o Cais para fazer a travessia de Lancha rápida.
                Primeiro de tudo eu precisava arrumar um local para deixar a moto, parei em um ponto de moto táxi e pedi um conselho aos amigos motoqueiros.
                Um deles se voluntariou para me levar até o Cais e até um estacionamento seguro.
                Ele falou que tinha a opção de ir pelo Atracadouro tb, mas o Atracadouro ficava uns 20km fora de Valença. Preferi ir pra Valença mesmo, meu primo já havia deixado o carro por lá e já tinha atravessado pra Morro.
                Quando cheguei no estacionamento o preço pela diária de carro era 80 reais e moto 60 reais. Achei um absurdo, a moto nem ocupa espaço no estacionamento e ia ficar em um cantinho lá coberto que nem fazia parte das vagas, chorei 80 reais os 2 dias pra moto e morreu em 100 conto.

                Caminhei até o Cais e comprei uma passagem pra Morro no valor de 26 reais, travessia de 25 minutos. Pagamento apenas em dinheiro.
                Lá se foram quase 130 reais e nem de Valença eu tinha saído ainda kkkkk
                eram 16 hrs e alguns minutos, fiquei umas 8 hrs pilotando. tava meio cansado, mas ansioso pra atravessar e encontrar com meus amigos.

                Peguei a Lancha.

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                A lancha faz a primeira parada na praia da Gamboa e depois vai pra Morro.
                Ativei o compartilhamento de localização com meu primo pra chegar até o apartamento que tinhamos alugado lá.
                E aí vou ser sincero com vcs, todos estavam usando máscaras na lancha, tava um pouco cheia, mas o barco é aberto, vento e tal... Menos mau.

                Quando cheguei no Portal de Morro, tava bem movimentado...
                É um lugar muito lindo, a vila é muito bonita... coisa de filme mesmo!
                Vale lembrar, é morro!
                Se vc pretedem ir pra lá, preparem as pernas pra subir e descer ladeira...
                como trata-se de uma ilha, as vias lá não são feitas para veiculos... apesar de ter alguns carros táxi 4x4 pra levar de uma praia pra outra (carissimos), motos, quadriciclos e tratores...
                A vila é pequena e recebe turistas do mundo inteiro, a ocupação tava um pouco cheia e diante do cenário de pandemia que estamos... Não aconselho vcs a irem por agora!

                Encontrei o apartamento que alugamos, fizemos mercado para economizar e evitar restaurantes. Mas durante o dia iamos paras as praias e fomos curtir o pôr do Sol na Toca do Morcego! MUITO LINDO! Fiz uns videos, mas n consegui colocar aqui pra vcs verem

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                Vale muito a pena, mas tem uma quantidade boa de pessoas lá. O bar fica no topo do Morro e tem uma vista fantástica, tudo caro. Preparem o bolso! Afinal as coisas só chegam lá através de embarcação, então eles colocam o preço de tudo isso nos produtos! Uma garrafa de Jack Daniel é 500 reais, só pra vcs terem uma noção... água de 9 reais, cerveja de 15 reais e por ai vai! kkkkk Eles vivem de turismo, então é isso aí mesmo! Se vc for liso que nem eu, se prepare antes de ir!

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                Fora isso foi uma trip maravilhosa, pessoas sensacionais e lugar fora de série! Voltarei lá, mas não agora por conta da pandemia! Fui irresponsável em me colocar em risco e só caí na real quando cheguei lá no Portal!

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                Cortar as cidades menores de moto é até mais tranquilo e o risco é menor do que ficar na capital onde moro, mas ir a pontos turisticos badalados é um risco muito grande que pode ser evitado!

                A volta eu fiz pelo roteiro pre definido (pelo ferry), porém não parei nas prefeituras porque saí de Valença às 18 hrs. Cheguem em casa era umas 22:30 hrs.

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                Então não façam que nem eu e lembrem que a pandemia ainda n acabou! Fiquem com Deus e se cuidem!

                Deem uma olhada nesse site que mostra mais sobre Morro de São Paulo!

                Como chegar em Morro de São Paulo, dicas de pousadas, o que fazer fazer e todas as dicas que você precisa para planejar sua viagem!


                Até a Próxima!!

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                • Improta
                  Fazedor de Chuva
                  • May 2020
                  • 103

                  #53
                  35/417 Candeias

                  35/417

                  Salve, Fazedores de Chuva!!

                  Depois de um tempo eu finalmente estou de volta! hehehe
                  E trago novidadees...
                  Troquei de moto!!! yhuu!

                  Saí da Fazer 250cc e peguei uma Kawasaki Versys 650cc, motão! To amando!

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                  Zero balaaaa!

                  Já rodei os 1000 km e fiz revisão, agora tô começando a colocar ela pra andar na estrada...
                  O destino hoje foi Candeias, São Francisco do Conde e Madre de Deus!

                  Rodei 173 km!

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                  As origens de Candeias remontam ao século XVI, quando a região que hoje faz parte do município, abrigava importantes sesmarias, que são terrenos que os reis de Portugal cediam aos novos povoadores. A região abrigava os engenhos de Caboto, Pitanga e Freguesia. O nome do então distrito faz referência ao culto a nossa Senhora das Candeias, e ainda pelo fato de que a região era rica em uma madeira de nome Candeia. Nas proximidades do Engenho da Freguesia, estabeleceu-se a comunidade do Caboto, região praieira da localidade, de onde a cana de açúcar era transportada para o porto da capital.

                  Já em meados do século XX, a notícia de um milagre faz do então Arraial de Nossa Senhora das Candeias um local de romaria. De acordo com a crença popular, uma criança cega teria voltado a enxergar depois banhar os olhos nas águas da fonte próxima à colina onde se localiza a igreja. A romaria iniciada ali tem força até hoje, quando é realizada em janeiro a festa de Nossa Senhora das Candeias.

                  Em 1941, de Candeias saiu o primeiro poço comercial de Petróleo do Brasil. O local receberia anos depois a visita do então presidente Getúlio Vargas. O progresso oriundo da descoberta do petróleo foi fundamental para a emancipação da cidade. E em 1958, enfim Candeias deixaria de ser um distrito de Salvador para ganhar sua emancipação política.


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                  Arquivos Anexos

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                  • Improta
                    Fazedor de Chuva
                    • May 2020
                    • 103

                    #54
                    36/417 São Francisco do Conde

                    36/417

                    Continuando o rolê...

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                    Eu estava acompanhado com o meu amigo Cleilton, que inclusive fazia aniversário no dia em q estavamos rodando.
                    Saímos de Candeias e fomos em direção a São Francisco do Conde!!

                    Perdemos tempo lá, a prefeitura mudou de lugar umas 4 vezes. Tiramos foto em frente ao prédio que dizia no google que era a prefeitura, mas hoje em dia virou Secretaria da Fazenda. Fomos na primeira prefeitura e hoje é Almoxarifado de não sei oq... E finalmente encontramos a prefeitura...
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                    Mas falando Sobre o Municipio em si, achei bem agradável a parte da praça e a orla lá com o mar!

                    Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.
                    O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão de Noronha, cuja mulher, D. Filipa de Sá, herdara as terras do irmão, Francisco de Sá, filhos ambos do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.

                    No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.
                    A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.

                    No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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                    • Improta
                      Fazedor de Chuva
                      • May 2020
                      • 103

                      #55
                      37/417 Madre de Deus

                      37/417

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                      Pra finalizar fomos até Madre de Deus!

                      O município é localizado em uma ilha. Sua ligação com o continente é através dos municípios de Candeias e São Francisco do Conde. Apenas 100 metros a separam do continente e uma ponte foi construída no fim dos anos cinquenta com a criação do terminal marítimo da Petrobras, o TEMADRE. Com a maré baixa é possível atravessar a pé de um lado para outro. A ilha situa-se na Baía de Todos os Santos, a maior do Brasil. O município antes pertencia a Salvador e emancipou-se no fim dos anos oitenta. Além do terminal marítimo da Petrobras, outras atividades são a pesca artesanal e o turismo pois trata-se da praia mais próxima da região. É uma região marcada por fortes agressões ecológicas, oriundas da indústria petrolífera, sendo marcantes na História do Município os derramamentos de petróleo de 1992 e 1999.

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                      Este município é subdividido em duas macro-áreas: a Ilha de Madre de Deus e a Ilha de Maria Guarda. A ilha de Madre de Deus, por sua vez, se divide nos bairros do Centro, Suape, Cação, Marezinha, Mirim, Alto do Paraíso, Apicum, Nova Madre de Deus e Quitéria, Alto da Matriz, Alto do Santo Antônio, Alto da Boa Vista, Cururupeba, Malvinas e Nova Brasília.

                      As praias são bem bonitas e o pôr do sol lá também é top!!
                      Eu sei que de lá saí alguns passeios de escuna e lancha para as Ilhas dos Frades, Loreto, entre outras. Nunca fui, mas está na minha lista de pendencias hehehe

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                      Mas, diz aí...

                      Minha Bahia é linda demais, moço! Cê é loko! kkkkkk

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                      • Improta
                        Fazedor de Chuva
                        • May 2020
                        • 103

                        #56
                        38/417 Terra Nova

                        38/417

                        Salve, Fazedores de Chuva!

                        Vamos continuar com mais uma etapa do desafio!
                        Desde quando saí pra validar Candeias, São Francisco do Conde e Madre de Deus... Fiquei 7 dias na estrada e consegui validar mais 47 prefeituras durante esse tempo.
                        A minha ideia era ir até Alagoinhas e validar prefeituras que faltavam por aquela região, consegui um alojamento na casa do meu amigo Juca. Juca é presidente do Dragões da Liberdade do município de Inhambupe.
                        Graças ao amigo FC Bertoni consegui montar uns roteiros e tive 100% de aproveitamento das prefeituras por onde passei.
                        O destino é Alagoinhas, mas falaremos da primeira parada que foi no município de Terra Nova!

                        A rota ficou:
                        Terra nova
                        Teodoro Sampaio
                        Conceição do jacuipe
                        Coração de Maria
                        Irará
                        Ouriçangas
                        Aramari
                        Alagoinhas

                        Percorri cerca de 210 km

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                        Terra Nova terá nascido à volta da feira instituida em 1819 pelo Senhor do Engenho de Aramaré Luís Paulino d’Oliveira Pinto da França, Marechal de Campo de Portugal.
                        Ex-distrito de Santo Amaro da Purificação, teve o seu projeto de emancipação proposto pelo Sr. Arthur Pacheco Pereira, filho do juiz de Direito Dr. Américo Pacheco Pereira, e cuja família cedeu parte de suas terras (chamada de Terra Nova "Velha") para a instituição do Município. O Sr. Arthur Pacheco Pereira, nasceu em 8 de abril de 1920 e faleceu em 23 de janeiro de 2004, foi casado com a Sra. Eglantina Argolo Pacheco Pereira, professora, tendo sido secretária de educação do Município, nascida em 12 de março de 1921 e falecida em 7 de agosto de 2015.

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                        Simbora pra Teodoro!! #partiu

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                        • Improta
                          Fazedor de Chuva
                          • May 2020
                          • 103

                          #57
                          39/417 Teodoro Sampaio

                          39/417

                          Seguindo para Teodoro Sampaio! ponto B

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                          O povoamento do território onde hoje é a sede do município de Teodoro Sampaio, iniciou-se na metade do século XVII por portugueses que ali se estabeleceram, instalando engenhos e desenvolvendo a cana-de* açúcar. Em uma fazenda ali estabelecida, de nome Catuiçara, construiu-se em 1718 a capela de Nossa Senhora da Ajuda do Bom Jardim, elevada à freguesia com a denominação de Bom Jardim, tendo em volta dela se formado o povoado com o nome de Catuiçara. Em função da agropecuária o arraial desenvolveu-se.

                          Em 1961, foi criado o município com o nome de Teodoro Sampaio, homenagem prestada a Teodoro Fernandes Sampaio, engenheiro, geólogo, geógrafo, cartógrafo e orador, autor de vários trabalhos históricos e geográficos.

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                          • Improta
                            Fazedor de Chuva
                            • May 2020
                            • 103

                            #58
                            40/417 Conceição do Jacuípe

                            40/417

                            Agora partimos para o ponto C! Conceição do Jacuípe!

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                            Por volta do ano 1000, a região foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia, que expulsaram os habitantes originais tapuias para o interior do continente. No século XVI, a região era habitada pela tribo tupi dos tupinambás.

                            O povoamento de origem europeia de seu território teve início no século XVII, por portugueses que ali se estabeleceram, instalando engenhos e desenvolvendo a cultura da cana-de-açúcar. Em 1898, com a instalação de uma casa comercial, formou-se o arraial de Baixa do Jacuípe. Conceição do Jacuípe é "batizada" como Berimbau devido à feirinha surgida em 1914, que servia para a comercialização de pequenos produtos, sendo visitada por violeiros, pandeiristas e tocadores de berimbau, surgindo, entre eles, um que fez uma trova cujo final falava da "Feira de Berimbau". Deste acontecimento, surgiu o segundo nome do local - "Feira de Berimbau".

                            Em 30 de dezembro de 1953, foi assinada a Lei 628, que transformou o povoado de Berimbau em Vila de Conceição do Jacuípe, subordinada ao município de Santo Amaro. Em 20 de outubro de 1961, o então governador Juracy Montenegro Magalhães assinou a Lei 1531 que criou o município de Conceição do Jacuípe, desmembrado do município de Santo Amaro.

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                            • Improta
                              Fazedor de Chuva
                              • May 2020
                              • 103

                              #59
                              41/417 Coração de Maria

                              41/417

                              Chegamos no ponto D! Coração de Maria!

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ID:	463484

                              Os aspectos históricos do Município de Coração de Maria se estabelecem a partir da existência de um povoado na fazenda pertencente a Bento Simões, em meados do século XVIII, conhecido por “Lajes”. Em 1848, João Manoel da Mata, Macrino Simões Ferreira e Antônio Fidélis de Cerqueira Daltro, por serem devotos construíram uma capela coberta de palha, onde hoje está localizada a sede do Distrito de Itacava. Essa capela foi consagrada ao Santíssimo Sagrado Coração de Maria, que foi anexada à freguesia do Santíssimo Sagrado Coração de Jesus do Pedrão, a partir daí, o fluxo de pessoas em reuniões religiosas favoreceu o progresso da região.

                              Em meados de 1848, com a chegada do jesuíta Frei Paulo de Carnicalle, houve o incentivo a construção da Igreja Matriz em substituição à capela já existente, a qual foi elevada em 1853 a Freguesia e o Distrito de Paz, com o nome de Santíssimo Sagrado Coração de Maria. O arraial sede dessa Freguesia foi elevado à vila em 10 de março de 1891 por força do Decreto nº 199. O Município de Coração de Maria foi instalado no dia 10 de março de 1891, por força do decreto estadual de nº 199, assinado pelo Governador baiano José Gonçalves da Silva. Sua instalação foi resultado do reforço e da influência política do Senador estadual José Félix de Carvalho, Coronel da Guarda Nacional, que se tornou seu primeiro chefe e dirigente político, até 1906, data em que foi inaugurada a chamada “Era dos D’alto”.

                              Originalmente, o município mariense compreendia uma extensão territorial bem maior. De acordo com os limites estabelecidos por ocasião de sua instalação, o município foi formado por terras eclesiásticas da antiga freguesia do SS. Imaculado Coração de Maria e terras do distrito de Nossa Senhora de Oliveira dos Campinhos, desmembradas do Município de Santo Amaro da Purificação e do distrito de São Simão, estas desmembradas do Município de Nossa Senhora da Purificação dos Campos do Irará, o que demonstra a força política que o Coronel José Félix de Carvalho detinha no então Senado Estadual. Mas, a força e influência política do Coronel José Félix começaram a demonstrar sinais de desgastes no final do século XIX e início do século seguinte.

                              Em 18 de julho de 1877, o então governador baiano, Luís Viana, assina a Lei nº 181, devolvendo Oliveira dos Campinhos ao município de Santo Amaro, em 15 de julho de 1905, o governador José Marcelino de Souza devolve São Simão ao município de Irará. O município mariense torna-se insignificante uma vez que sua extensão territorial passou a compreender apenas as terras doadas por Antônio da Costa Pinto e mais uma pequena extensão daquilo que foi tomado da antiga Sesmaria de São Bento do Inhatá. O atual formato territorial de Coração de Maria foi determinado, apenas a partir de 19 de agosto de 1914, através da Lei de nº 1057, assinado pelo então governador José Joaquim Seabra que restituiu ao município mariense o distrito de São Simão, situação esta que permanece até os dias de hoje. Esta restituição foi em decorrência dos acordos políticos firmados entre o intendente municipal Abílio Pereira de Cerqueira Daltro em sua luta para continuar controlando a região.

                              A vila recebeu categoria de cidade em 30 de março de 1938, porém, em 31 de dezembro de 1943 o município foi extinto por um Decreto-Lei Estadual, sendo o seu território anexado ao município de Irará. O município foi restabelecido pelo Decreto-Lei Estadual nº 12.978 de 1º de junho de 1944, com o nome de Coração de Maria, composto pelos distritos do Retiro e Itacava (São Simão).

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                                Fazedor de Chuva
                                • May 2020
                                • 103

                                #60
                                42/417 Irará

                                42/417

                                Agora estamos no ponto E! Em Irará!

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                                A minha ideia inicial era entrar em Pedrão e subir Ouriçangas, mas acabei perdendo a saída pra Pedrão... A estrada não estava bem sinalizada e não era pavimentada, decidi então ir por Irará! Cheguei lá pegando o pôr do sol na estrada, foi muito lindo! Queria ter parado pra fotografar, mas a pista não tinha acostamento... Uma pena!

                                Até o século XVII, a região era habitada pelos índios paiaiás, um subgrupo dos índios quiriris. A partir desse século, a região do atual município de Irará passou a fazer parte da sesmaria de Garcia d'Ávila, na Capitania da Baía de Todos os Santos.

                                Suas terras foram exploradas pelos padres jesuítas, que chegaram pelo norte, pelo atual município de Água Fria. Duas correntes favoreceram o desbravamento dessa região: uma na direção oeste, pela serra de Irará (na busca de ouro e pedras preciosas) e outra ao leste, na caça ao gentio. Estas bandeiras deixaram uma igreja na Vila de Bento Simões e um templo no arraial da Caroba.

                                Em meados de 1717, se registram as primeiras explorações das terras no centro do atual município, onde Antônio Homem da Fonseca Correia edificou uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Purificação, oferecendo-a a seu filho. Ao lado do templo, foi erguida uma casa de fazenda, dando início ao povoado de Irará, tendo, como primeiros habitantes, os índios paiaiás.

                                Em 27 de maio de 1842, pela lei Provincial 173, foi criada a Vila da Purificação dos Campos. Em 8 de agosto de 1895, a Vila da Purificação foi elevada à categoria de cidade com o nome de Irará pela lei Estadual nº 100. O nome "Irará" se originou do tupi antigo eîrara, que significa "irara".

                                Inicialmente, o município tinha uma câmara de vereadores e era administrado pelo seu presidente. A partir de 1890, Irará passou a ser administrado por intendentes, sendo o primeiro Pedro Nogueira Portela até 1893. Entre o período de 1930 a 1947, foi administrada por interventores: Elpídio Nogueira foi o primeiro deles. O município só passou a ser governado por prefeitos a partir de 1948, com a eleição de Elísio dos Reis Santana para assumir o cargo.

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