VALENTE FC - BA. Bora minha Baaêêa!

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  • Improta
    Fazedor de Chuva
    • May 2020
    • 103

    #16
    1/417 Primeira capital do Brasil. SALVADOR

    1/417

    Salve Fazedores de Chuva!

    É com imensa satisfação que venho postar a minha primeira foto!
    Já visitei 15 municípios, mas para abrir o desafio oficialmente não podia ser diferente.
    Começarei com a minha cidade natal, a número 1, a primeira capital do Brasil... SALVADOR!

    Salvador é superlativa. Não é só a primeira capital do Brasil, como se isso, por si só, fosse pouco. Ela também é a primeira em muitas outras coisas. Para o baiano mais apaixonado, aliás, a cidade é a número um em quase tudo. A começar por ser aquela com o povo mais festeiro e receptivo, de sorriso largo, sempre disposto a superar as adversidades com bom-humor e solidariedade. É a terra da alegria. Por isso, faz o maior Carnaval do planeta.
    Quando o assunto é história, nossa, essa capital dá um banho com as águas salgadas da baía mais bonita entre todas, a de Todos-os-Santos (chamada de Kirimurê pelos índios nativos e batizada com o nome atual na expedição exploratória de Américo Vespúcio, em novembro de 1501). Fundada em 29 de março de 1549 após a chegada do primeiro-governador-geral do Brasil, Tomé de Sousa, ela foi a primeira capital do Brasil até 1763, quando o Rio de Janeiro assumiu o posto. Mas isso não prejudicou em nada não. A cidade, terra do dendê, do acarajé, da mistura de raças e de credos, a capital mundial da tolerância, continua a ser a primeira nos corações de quem aqui vive e de quem por aqui passa. Mesmo aquele que só a vê do alto, sobrevoando a metrópole de passagem, já é atingido pelas curvas sedutoras da cidade, com sua vasta beleza natural e construções seculares, algumas das quais só existem aqui, a exemplo do primeiro e único forte construído em formato circular, chamado de São Marcelo, ali pertinho do Elevador Lacerda, do Mercado Modelo e do famoso Pelourinho.

    Texto retirado da Revista Curta Salvador, disponivel no site da prefeitura.

    Visitem Salvador!

    Eu queria ter trazido um pouco dos pontos turísticos, mostrado nossas belas praias, comidas... Mas devido a pandemia, não foi possível
    Criei um canal no youtube e a ideia é registrar a viagem para cada município. Acompanhem por lá tb! https://www.youtube.com/channel/UCHG..._as=subscriber

    Quanto ao meu amigo Cleilton, nós fizemos algumas prefeituras juntos e ainda faremos várias outras, só que por conta de rotina de trabalho, disponibilidade para viagens e outras dificuldades não faremos todas as prefeituras juntos. Abraços galera!

    Abaixo segue a rota que fiz da minha casa até o centro de Salvador!

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    Comentário

    • Gilmar Dessaune
      Fazedor de Chuva

      • Oct 2012
      • 6891

      #17
      Bom dia FC Improta,

      Bora meu rei, tratar de mostrar tudo que a Boa Terra tem de bom aqui no TFC.

      Feliz com o primeiro baiano colocando a moto nas estradas para realizar um desafio FC, parabéns!!!

      Sucesso e bon voyage.

      Abração

      Gilmar

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      • Improta
        Fazedor de Chuva
        • May 2020
        • 103

        #18
        2/417 A cidade industrial. CAMAÇARI

        2/417


        Salve Fazedores de Chuva!

        Dessa vez eu vou validar o município que eu resido e trabalho, CAMAÇARI.

        A primeira prefeitura visitada foi do municipio de Camaçari.

        Tudo começou em 1558, às margens do Rio Joanes, quando os jesuítas João Gonçalves e Antônio Rodrigues formaram a Aldeia do Divino Espírito Santo. Logo depois surge a Companhia de Jesus, um espaço para catequizar os índios Tupinambás que viviam aqui.

        Em 1624, a primeira grande vitória. Sob a liderança do Bispo D. Marcos Teixeira, várias autoridades foram acolhidas na vila e, junto com os índios, organizaram tropas de resistência que ajudaram a expulsar os holandeses da Bahia.

        Em 28 de setembro de 1758 vem a emancipação com a expulsão dos jesuítas e o decreto assinado por Marquês de Pombal, mudando o nome do povoado para Vila de Nova Abrantes do Espírito Santo. Pouco depois, passou a se chamar Vila de Abrantes.


        O município era bem pequeno e contava apenas com 544 casas e 1200 habitantes.

        As terras pertenciam ao desembargador Tomaz Garcez Paranhos Montenegro que, graças à sua influência política, conseguiu trazer, em 1860, a estrada de ferro para suas terras, impulsionando o crescimento da região.

        Em 1920, após o governador Francisco Marques de Góes Calmon mudar a sede do município de Abrantes para Camaçari, o distrito de Camaçari é criado. Cinco anos depois, passa a se chamar Monte Negro, em homenagem ao desembargador.

        Finalmente, em 30 de março 1938, através de um decreto, o município passou a ser chamado de Camaçari, que ficou sendo formado pela sede e os distritos de Vila de Abrantes, Monte Gordo e Dias D’Ávila, este último emancipado em 1985.

        O nome, que inicialmente se escrevia Camassary, tem origem tupi-guarani.

        O significado é árvore que chora, devido ao orvalho que cobria a copa das árvores com gotículas de água.

        Camaçari é o maior território da Região Metropolitana com 42 km de faixa costeira, possui 3 áreas de proteção ambiental.

        Belas praias como Jauá, Arembepe, Barra de Jacuípe, Guarajuba...

        Regiões com manguezais, rios e dunas também!

        Camaçari também movimenta a economia com o Polo industrial!

        O Polo Industrial de Camaçari iniciou suas operações em 29 de junho de 1978. É o primeiro complexo petroquímico planejado do País e está localizado no município de Camaçari, a 50 quilômetros de Salvador, no Estado da Bahia.

        Maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, o Polo tem mais de 90 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como indústria automotiva, de pneus, celulose solúvel, metalurgia do cobre, têxtil, fertilizantes, energia eólica, fármacos, bebidas e serviços.

        Com a atração de novos empreendimentos para a Bahia, o Polo Industrial de Camaçari experimenta novo ciclo de expansão, gerando mais oportunidades de emprego e renda para o Nordeste.

        O segmento automotivo é liderado pela Ford (primeira do Brasil), com a fabricação de automóveis, e o de pneus pela Continental e Bridgestone. Destaca-se ainda no Polo de Camaçari o Complexo Acrílico da Basf, dentre outros empreendimentos inportantes, que consolidam a trajetória de diversificação no Complexo Industrial ampliando as perspectivas de integração do segmento petroquímico com a indústria de transformação.

        Vale a pena conhecer!

        Texto retirado do site da prefeitura de Camaçari e do COFIC.

        Essa foi uma das primeiras experiências com o microfone da camêra, portanto qd forem assistir ativem a legenda!


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        • Improta
          Fazedor de Chuva
          • May 2020
          • 103

          #19
          Postado originalmente por gilmar dessaune Ver Post
          bom dia fc improta,

          bora meu rei, tratar de mostrar tudo que a boa terra tem de bom aqui no tfc.

          Feliz com o primeiro baiano colocando a moto nas estradas para realizar um desafio fc, parabéns!!!

          Sucesso e bon voyage.

          Abração

          gilmar
          vamo nessaa!!!!

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          • Improta
            Fazedor de Chuva
            • May 2020
            • 103

            #20
            3/417 Lauro de Freitas

            3/417

            Salve Fazedores de Chuva!

            Essa cidade é como se fosse uma ampliação de Salvador, cidade adjacente que evoluiu muito nos últimos anos e vem captando moradores e visitantes de todo lugar. Eu moro bem perto desse municipio e lá eu encontro tudo que preciso, não preciso ir ao centro de Salvador pra resolver nada, a cidade vem crescendo de forma absurda, falaremos de LAURO DE FREITAS.

            O Município de Lauro de Freitas, antiga freguesia de Santo Amaro do Ipitanga, tem suas origens nos primeiros tempos do Brasil colonial, no longínquo ano de 1552, quando Garcia D’Ávila, criado e almoxarife de Tomé de Souza, pediu e obteve dele que era o Governador Geral do Brasil, no dia 21 de maio, duas léguas de terras ao longo do mar, nos campos de Itapuã e Vale do Rio Joanes.

            Foi o 1º marco lusitano na região, pois até então só os índios tupinambás aqui habitavam.

            Garcia D’Ávila recebeu algumas das primeiras cabeças de gado trazidas para o Brasil e aqui pelos campos de Tatuapara onde ergueu a sua fortaleza e pelos arredores (Aldeia do Espírito Santo, Ipitanga e Itapuã), fez o ponto de partida no Nordeste, para o ciclo do gado, de tão grande importância para o nosso país.

            Em meados do séculoXIX, com os reflexos do fim da cana-de-açúcar, da gradativa extinção da escravatura e de um surto de cólera que dizimou quase toda a população, dentre outros fatores, a região entrou em declínio, situação esta que não se altera muito, mesmo com a instalação do campo de aviação pelos franceses após a 1ª Guerra Mundial, em 1927.A construção da Base Aérea de Ipitanga e do aeroporto durante a 2ª grande guerra é que atraíram rapazes de diversas procedências que acabam se fixando ao se envolverem com as nativas, constituindo famílias.

            Em 1962, depois de resoluções, decreto e lei, por indicação do então Vereador da capital Dr. Paulo Moreira de Souza, atendendo aos anseios de velhos moradores, devido ao aumento das demandas da comunidade, o distrito de Ipitanga é então emancipado, com o nome de Lauro de Freitas, nome dado em homenagem ao engenheiro ferroviário, Dr. Lauro Farani Pedreira de Freitas, falecido tragicamente em acidente aéreo no dia 11 de setembro de 1950, quando de sua candidatura praticamente vitoriosa a Governador da Bahia.

            É nesse mesmo ano, que na paradisíaca praia de Buraquinho, Glauber Rocha dá a largada para a sua carreira internacional, ao concluir as filmagens de Barravento que conquistaria o premio Opera Prima no Festival Internacional de Cinema de KarlovyVary, na Tchecoslováquia, hoje República Tcheca. A praia de Buraquinho serviu de cenáriopara quase todo o desenrolar do filme. Nasce assim o nosso município sob o signo da cultura.

            A partir da década de sessenta do século passado, ironicamente, os hippies que fugindo da civilização em direção ao paraíso de Arembepe, acabamatraindo uma multidão de curiosos, aventureiros, empreendedores e especuladores para esta região.Com estes, umciclo de desenvolvimento se acelera nessa mesma década, com a construção da Estrada do Coco e se consolida nos anos noventa com a Linha Verde, multiplicando-se o número de villages, condomínios, loteamentos, restaurantes, bares, barracas de praia bem estruturadas, shoppings, bancos, pousadas e outros estabelecimentos voltados muitos deles para o turismo que se constitui numa grande vocação e potencialidadeeconômica da região.

            À Lauro de Freitas, que é uma espécie de Portão de Entrada e Capital Regional do Litoral Norte (Costa dos Coqueiros), está reservado o importantepapel de servir de modelo de desenvolvimento sustentável, para as demais localidades dessa extensa orla marítima que se estende até os limites do Estado de Sergipe.

            Atividades turísticas não faltam, pois, o município apesar da sua reduzidíssima extensão com cerca de 58Km², possui belas praias, rios com possibilidades de seremainda recuperados, quedas d’água, manguezale resquícios da Mata Atlântica, dentre outras belezas naturais. Uma rica história, grande influência da cultura indígena,que ficou gravada na nomenclatura de vários de seuslugares, uma grande herança da cultura africana que se expressa em seus muitos terreiros de candomblé, grupos de capoeira, na voz e ritmo de seus sambistas, no artesanato que sai de seus teares e da cultura europeia, manifestada nas rezas de Santo Antônio, nas procissões, nos ternos de reis, no carnaval e outras manifestações populares, além da rica arquitetura e azulejaria do seu templo de mais de quatro séculos, localizado na sua praça principal. Some-se a tudo isso, a privilegiada proximidade do Aeroporto Internacional de Salvador e da capital como um todo.

            Vale a pena conhecer!

            Texto retirado do site da Prefeitura de Lauro de Freitas



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            • Improta
              Fazedor de Chuva
              • May 2020
              • 103

              #21
              4/417 Saubara

              4/417

              Salve Fazedores de Chuva!

              O destino hoje é SAUBARA!

              Fui visitar um amigo de infância que tava passando um período na casa de praia dele que fica em Bom Jesus dos Pobres, praia que pertence ao municipio de Saubara. Lugar calmo, paisagem bonita e almoçamos na barraca de praia do Joel. Comemos uma moqueca de camarão na areia da praia debaixo de um sombreiro feito de palha, bem baiano!! hehehehe O preço foi muito justo e a comida é bem servida! Simplesmente TOP! Arrumei o motivo perfeito pra aproveitar essa oportunidade com o meu irmãozinho de infância! Obrigado TFC! kkkkkkk
              O lugar não é tão distante da minha casa e a ideia era fazer um Bate e Volta, mas acabou que fiquei por lá mesmo e finalizamos o dia com churrasco, espetinho de camarão e muita cerveja!!! Voltarei lá mais vezes com certeza!

              Saubara é um município que constitui a região do Recôncavo baiano, à 20km de Santo Amaro da Purificação, 98km da capital Salvador e 38km de distância marítima pela Baía de Todos os Santos. A História deste lugar remonta um tempo antes mesmo da colonização portuguesa. Era uma terra habitada por indígenas tupis, de onde deriva seu nome que vem de saúvas.

              Sua emancipação em 13 de junho de 1989 simboliza as aspirações e o desejo de liberdade de homens e mulheres saubarenses. Sua história é um emaranhado de lutas sociais, sendo uma das mais importantes as guerras pela independência política do Brasil em 1822 e 1823. O Brasil lutava contra os lusitanos para ganhar autonomia política e econômica, um cenário de revoltas armadas se estendia nessa região e Saubara era o entreposto para o Rio Paraguaçu, onde defendia com fulgor o acesso para as demais cidades. Era o caminho que permitia o diálogo com outras cidades, além de abrigo dos soldados nativos.

              Mas não foi somente as armas de fogo que estavam no jogo da independência brasileira, as estratégias de mulheres nativas também trouxeram a liberdade. As Caretas do Mingau foi uma estratégia de guerra onde mulheres saíam pela escuridão da madrugada, cobertas com panos brancos carregando panelas, assombrando os soldados portugueses. Era uma forma de despistar os soldados e levar além de comidas, armas e informações para os refugiados que se escondidos nas matas. Hoje se transforma em manifestação cultural pelas ruas da cidade recordando a contribuição brava dessas mulheres.

              Revela-se nesse sentido, um povo articulador, de extrema inteligência, e desejos de uma liberdade que vai além dos limites físicos. É uma liberdade que transcende a existência humana.

              A emancipação de Saubara em 13 de junho de 1989 é uma continuidade desse histórico de lutas pela liberdade, entendo como emancipação Saubara não se separa de Santo Amaro, ela fortalece e enriquece o território do Recôncavo baiano.

              Alem das Praias, o local é perfeito para passeios ecológicos e para a prática de esportes náuticos
              A cidade de Saubara encanta os visitantes com a diversidade de atividades que oferece, reunidas nas praias de areias alvíssimas, falésias, áreas de manguezais e de Mata Atlântica, com rios e cascatas, além de simpáticos vilarejos de veraneio. A freguesia de São Domingos de Saubara foi uma das primeiras aglomerações urbanas que deu origem ao município de Santo Amaro.
              Localizada no interior no Recôncavo Baiano, próxima à foz do Rio Paraguaçu, Saubara apresenta características paisagísticas diversificadas, passeios ecológicos e para a prática de esportes náuticos, como a canoagem. Nas praias, banhadas pelas águas tranquilas e mornas da Baía de Todos os Santos, os aventureiros arriscam manobras de jet ski, windsurfe e vela. As Praias de Saubara: Praia de Cabuçu, com águas mornas e calmas, apropriadas para a prática de esportes náuticos, como windsurfe, vela e canoagem, Cabuçu é um destino muito requisitado no verão. Como está situada num trecho próximo à Foz do Paraguaçu, suas águas mistas (mar e rio) são um verdadeiro berçário para varias espécies de crustáceos, peixes e mariscos. Passeios ecológicos de até 3 km podem ser feitos circulando as belezas do lugar.
              A praia de Bom Jesus dos Pobres, próxima ao canal do Rio Paraguaçu, trecho de correntezas fortes, a praia exige cuidados para o banho em alguns trechos. A paisagem é marcada por manguezais e areias bastante extensas. Destaque para a Capela de Bom Jesus dos Pobres, do século XVII. A razoável infraestrutura local inclui um luxuoso resort.

              Vale a pena conhecer!

              Texto retirado do site da Prefeitura de Saubara


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              • Improta
                Fazedor de Chuva
                • May 2020
                • 103

                #22
                5/417 A cidade da água maravilhosa. Alagoinhas

                5/417

                Salve Fazedores de Chuva!

                Como já falei anteriormente, eu me associei ao GAMG (Grupo de Apoio ao Motociclista e Garupa).
                Esse grupo não é motoclube e nem motogrupo, é tipo uma associação mesmo em prol dos motociclistas e garupas.
                Eles conseguem alguns serviços de oficina, desconto em lojas de peças e acessórios, hospedagens e promovem alguns passeios e viagens para associados e aberto ao público geral. A ideia é ajudar os motociclistas iniciantes que tem medo de pegar estrada sozinhos e se divertir.

                A postagem de hoje foi o resultado de um dos passeios informais do GAMG, nesse dia convidei o meu amigo Árlem e nós fizemos 3 prefeituras juntos, começamos por ALAGOINHAS! Fomos tomar um café num restaurante fazenda da Dona Nininha, muito bom por sinal! Foi recentemente inaugurado em Alagoinhas, no caminho pra prefeitura passamos pela ruína da igreja Santo Antonio e batemos foto lá tb! O passeio foi muito bom e registrei em video! Dizem que as melhores cervejas são produzidas lá por conta da qualidade da água, lá é cheio de fábrica de cerveja!

                A cidade de Alagoinhas teve seu primeiro povoamento nos fins do século XVIII, quando um padre português fundou uma capela no território e, daí, começou a prosperar uma vila. Em virtude da chegada de imigrantes e da passagem da estrada de Boiadas, acesso para o norte e para o sertão, foi nomeado por Ruy Barbosa de “Pórtico de Ouro do Sertão Baiano”. Recebeu diversas denominações como Freguesia da Água Fria, Freguesia de Santo Antônio das Lagoinhas e posteriormente Villa de Santo Antônio d’Alagoinhas, então desmembrada da Vila de Inhambupe, quando se tornou um município baiano, independente.

                Em torno da Igreja de Santo Antônio foram construídas casas, formando uma povoação. Elevada à categoria de Vila pela Resolução Provincial 442 de 16/06/1852, sendo assim criado o município de Santo Antônio de Alagoinhas. A instalação oficial deu-se em 02/06/1853.

                Segundo registros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o distrito de Alagoinhas foi criado no dia 15 de outubro de 1816, pertencendo a Inhambupe até 16 de junho de 1852, quando se tornou sede Municipal. A emancipação política de Alagoinhas foi oficializada no dia 2 de julho de 1853, com a posse da primeira Câmara Municipal e do presidente do Conselho, o Coronel José Joaquim Leal.

                O nome Alagoinhas originou-se dos rios (Sauípe, Catu, Subaúma, Quiricó), lagoas e córregos existentes na região. Uma das maiores riquezas é a excelência da qualidade da água, que faz parte do aquífero que vai de Dias D’Ávila até Tucano.

                POÇO
                O poço de petróleo MG-1-BA foi descoberto em 1964. Gás natural e petróleo começaram a compor, naquele momento, a vida econômica e social de Alagoinhas. Em 1967 já eram mais de 30 poços no Município. A descoberta trouxe a Petrobras para Alagoinhas e, com ela, a ampliação das oportunidades de trabalho e de investimentos.

                A Ferrovia e o petróleo contribuíram para o desenvolvimento do comércio. A cidade se voltou para os serviços e virou polo para mais de 30 municípios vizinhos. A localidade cresceu de forma desordenada, sem que houvesse um planejamento que orientasse a infraestrutura e às necessidades da comunidade.

                ESTRADA DE FERRO
                Alagoinhas Nova e Velha, uma mesma cidade reorganizada, em 1868, por causa das atividades da Estrada de Ferro da Bahia ao São Francisco. A instalação da ferrovia promoveu um intenso fluxo de produtos e de pessoas, obrigando feirantes e população a mudarem para as proximidades da estação, em função do volume de atividades desenvolvidas no local. Os ferroviários, além de serem trabalhadores que aceleravam o transporte de pessoas e de produtos, também se constituíram em categoria organizada que lutou, em vários momentos, pela conquista e reconhecimento de direitos. A “Greve Ferroviária”, em 1909, com repercussão no Estado e liderada pelo cônego José Alfredo de Araújo, foi exemplo de mobilização vitoriosa da categoria.

                Texto retirado do site da prefeitura.

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                • Improta
                  Fazedor de Chuva
                  • May 2020
                  • 103

                  #23
                  6;7/417 Catu e São Sebastião do Passé

                  6;7/417

                  Salve Fazedores de Chuva!

                  Continuando nossa viagem de Alagoinhas...
                  Eu e meu amigo Árlem fomos pra Alagoinhas pela BA-093 e retornamos pela BA-420, aproveitamos o percurso e registramos mais duas prefeituras no caminho que foram as de CATU e SÃO SEBASIÃO DO PASSÉ!

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                  Esse dia foi muito massa!! kkkkk
                  Como já falei antes, eu adquiri essa minha moto em 2018. Primeira moto e ela tem 250cc, meu amigo Árlem comprou uma moto que eu admiro muito uma GSX-S 750cc. Eu nunca tinha vivido a experiência de pilotar uma moto de alta cilindrada e no dia 27/07/2020, dia do motociclista, Árlem me proporcionou essa experiência! A moto é muito boa! Muito forte e ouvi dizer que a velocidade dela é limitada em 250 km/h. Eu não sou nenhum Valentino Rossi e as rodovias não são pistas de motovelocidade, portanto não esperem mais do que um amador impressionado com o Torque da moto nas retomadas. Simplesmente impressionante! E tinha muito cabo pra enrolar ainda, mas se for pra testar a moto e técnica do piloto...Eu indico um Track- Day. Tá tudo registrado em vídeo! Eu parecendo uma criança feliz pilotando a moto kkkkkk Muito bom!

                  Fiz essas duas prefeituras com a GSX dele! E registrei a foto com a minha heheheh

                  A primeira foi Catu! Muito bonitinha a prefeitura!

                  Quando os portugueses aportaram na Bahia, viviam no território onde hoje esta situado o Município de Catu, os aguerridos Patachós e Tupiniquins, que mais tarde imigraram para os sertões, fugindo à penetração dos colonos portugueses.

                  Até 1782, são imprecisas e vagas as notícias históricas. A área onde foi edificada a cidade de Catu integrava as terras das sesmarias do conde da Ponte, para onde afluiu grande número de colonos. Coube à igreja católica dar o primeiro passo para a fundação da freguesia de Santana do Catu abrangendo a vastidão daquelas terras.

                  Assim, o então 12° Arcebispo da Bahia, Dom Antônio Correia, em 1787, fundou aquela freguesia. Quase meio século depois, isto é, a 23 de julho de 1830, reuniram-se na mesma, em casa do visitador, Padre João Nepomuceno Moreira de Pinho, os vigários de Santana do Catu e o de Alagoinhas, para acertarem a demarcação dos limites de suas freguesias e chegaram a tal acordo. Essas divisas foram reconhecidas a 26 de junho de 1863 pelo presidente da Província, Dr. José Bonifácio Vasconcelos de Azambuja.

                  O Município de Santana do Catu surgiu a 26 de junho de 1868. (Texto retirado do site da prefeitura)

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                  Depois partimos para "Bastião", como a gente chama aqui na Bahia! heheh

                  Sobre São Sebastião do Passé: A criação da Freguesia de São Sebastião das Cabeceiras do Passé se deu por Alvará Régio, assinado por Dom Sebastião Monteiro de Vide em 11 de abril de 1718. A população inicial era de 2.600 pessoas, e compreendia 8 engenhos e 4 capelas (sendo uma principal e mais 3 filiais), tendo o açúcar e o cultivo da mandioca como principais atividades econômicas.

                  A lei de 26 de Junho de 1880 dividiu a Freguesia de São Sebastião das Cabeceiras do Passé em dois distritos, a qual pertencia ao município da Villa de São Francisco do conde: o primeiro partindo do Engenho Natiba, à margem direita do Rio Jacuípe e dividindo-se com as freguesias do Monte, Passé e Mata de São João. O segundo partindo da fazenda Muruema, pela margem esquerda do mesmo rio, dividindo-se pelo lado oposto, com as freguesias de Santo Antonio do rio Fundo e Santana do Coité,

                  A capela de sede da freguesia teria sido erguida por uma família abastada, em homenagem ao São Sebastião, já o nome Passé, apresenta diferentes versões, sendo a mais aceita, a que conta que a palavra diz respeito à sede da freguesia original, a de Nossa Senhora da Encarnação de Passé, localizado no distrito de Passé, em Candeias, de onde se desmembrou a de São Sebastião das Cabeceiras do Passé.

                  Até 1926, São Sebastião do Passé era considerado distrito do município de São Francisco do Conde. A sua independência ocorreu decorrente da amizade que havia entre o coronel Luís Ventura Esteves, um importante político local, e o governador da época, Francisco Marques de Góis Calmon, através da Lei Estadual nº. 1870, de 19 de julho de 1926, sendo São Sebastião do Passé oficializado como cidade em 12 de outubro deste mesmo ano. (Texto retirado do site da prefeitura)

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                  • Improta
                    Fazedor de Chuva
                    • May 2020
                    • 103

                    #24
                    8/417 Dias D'Ávila

                    8/417

                    Salve Fazedores de Chuva!

                    Tava sem nada pra fazer e o meu amigo Cleilton tinha voltado de Campo Formoso...
                    Resolvemos dar um rolê e fazer 4 prefeituras nesse dia. Começamos por DIAS D'ÁVILA!

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                    Com a descoberta das qualidades terapêuticas das águas do Rio Imbassay e graças ao Padre Torrend, grande divulgador dessas virtudes que as considerava como uma das melhores do mundo, o distrito de Dias d’Àvila, pertencente a Camaçari, passou a ser considerado local de descanso, lazer e, principalmente, próprio para tratamento de saúde, atraindo, assim, milhares de veranistas, motivo pelo qual tornou-se Estância Hidromineral. Após a implantação do Polo Petroquimico, nos idos de 1980, e com o significativo incremento demográfico, já não somente de veranistas, mas também de moradores formando uma população estável, estes resolveram se unir e lutar pela emancipação. Até 1985, a cidade era apenas uma estância, distrito da cidade de Camaçari que devido a seus diversos problemas, não davam conta da manutenção do distrito que até então encontrava-se abandonado. Com isso os próprios moradores requereram a emancipação política da estância. O trabalho de emancipação, porém, foi árduo, visto que a estância não possuía condições econômicas, nem estrutural para se libertar, o que gerou movimentos que buscaram a melhoria das condições na estância provando esta ser capaz de se manter.um grupo de destaque nesse processo foi a Sociedade Amigos Dias D’Ávila, criado por volta dos anos 70. O trabalho destes grupo renderam duas conquistas importantes a primeira sendo a implantação da 25º delegacia de polícia e a outra a linha para a capital ausente até então. Os limites da estância foi amplamente discutido, e só então com a confirmação de que a Caraíba Metais estava instalada dentro dos limites do município que se deu o último passo para a emancipação. No dia 25 de junho de 1984, era publicada a lei que ratificava os limites e criava o município. Porém só em 25 de fevereiro de 1985 foi oficialmente confirmada a emancipação e a criação da cidade de Dias D`Ávila.

                    Texto retirado do site da prefeitura.

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                    • Improta
                      Fazedor de Chuva
                      • May 2020
                      • 103

                      #25
                      9;10/417 Mata de São João e Pojuca

                      9;10/417

                      Salve Fazedores de Chuva!!

                      Continuando nosso rolê aleatório do fds...
                      Saímos de Dias D'ávila e fomos em direção a MATA DE SÃO JOÃO e POJUCA!
                      Mata de São João fica a 12,5km de Dias D'Ávila é tão perto que eu esqueci até de ligar a camêra pra gravar, quando vi já tava na prefeitura kkkk
                      Pojuca fica a 17km de Mata, já fui lá outras vezes.
                      Pojuca é a terra da familia Improta, meu avô paterno e os irmãos dele eram de lá, apesar de hoje em dia não ter contato com essa parte da familia e não conhecer muita gente, eu tenho um carinho por esse lugar por saber que existe um pacto sanguineo com o cara de quem eu herdei o nome hehehe! Pra quem não sabe meu nome é Edgar Improta Neto, herdei o nome do meu avô e não tive oportunidade de conhece-lo. Além disso Pojuca também é a terra da lutadora Amanda Nunes que conquistou o cinturão do UFC e derrubou também a "estrela" Ronda Rousey em 48 segundos do primeiro round, que orgulho! hahahah As baianas são brabas! Vou mostrar o roteiro que fiz e falar um pouco desses dois municipios! O rolê não acabou em Pojuca não! De lá passamos em Simões Filho e depois fomos pra casa, mas Simões Filho ficará pro próximo post! TMJ

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                      Sobre Mata de São João:

                      Mata de São João é hoje o mais importante município do Litoral Norte da Bahia. Localizado a 56 km de Salvador, o município se tornou um dos principais destinos turísticos do país, com suas belezas naturais e com o alto padrão dos serviços prestados que reúne resorts, luxuosas pousadas e restaurantes de todas as nacionalidades. A história de constituição da cidade marca o processo de formação nacional e, principalmente, do Nordeste brasileiro. Quem visita o município e conhece o patrimônio artístico-cultural e material, preservados ao longo dos anos, relembra parte da história da constituição desse país tropical chamado Brasil.

                      Em 1549, a comitiva de Tomé de Souza chegou à Bahia e trouxe Garcia de Souza D`Ávila, ou Garcia D`Ávila. Foi ele quem, em 1551, no ponto mais alto do litoral baiano, enseada de Tatuapara, hoje conhecido como Praia do Forte, construiu a fortaleza estratégica da Casa da Torre, ou Castelo Garcia D’Ávila, de grande importância para a colônia que vinha se formando a partir de Salvador.

                      Da Casa da Torre, fiscalizava-se o movimento de embarcações que se aproximavam do Porto da Bahia. A localização estratégica tornou o castelo fundamental nas lutas pela independência e na defesa territorial do Estado. Acredita-se que foi do posto de observação da Casa da Torre que surgiu o primeiro sistema de comunicação da América, já que eles tiveram que desenvolver uma maneira de comunicar a Salvador, que ficava a 80 km, a presença de uma nau inimiga.


                      O Castelo foi a sede do maior latifúndio das américas, com 800.000 Km², da Bahia ao Maranhão, com fazendas de plantio de côco e criação de gado. As obras de construção do Castelo só foram concluídas em 1624, 73 anos depois. Hoje ainda se pode encontrar em Mata de São João as ruínas deste patrimônio arquitetônico e histórico, um exemplar único em estilo arquitetônico medieval nas Américas.

                      Conta-se que Mata de São João, durante muitos anos, teve o nome de São João da Mata, sendo depois denominada de Mata de São João graças a João Lopo de Mesquita, que devastou matas e abriu estradas entre 1649 e 1659. Os nortistas pregavam: “vamos trabalhar nas matas de seu João”. E então o nome Mata de São João foi registrado oficialmente em 1846, quando o povoado foi elevado à categoria de Vila. As terras que hoje lhe pertencem eram no séc. XVIII parte dos municípios de Água Fria e Espírito Santo de Nova Abrantes, originários de missões jesuítas.

                      Contam que a cidade é marcada por algumas curiosidades. Foi em Mata de São João por exemplo que foi plantado no séc. XVI um dos cinco primeiros pés de coco-da-baía do Brasil. Além disso, Mata já teve a honra de receber Dom Pedro II e a família real, que veio pela estrada férrea Leste Brasileiro. E foi lá que aconteceu, em 1845, uma das primeiras manifestações do espiritismo no mundo.

                      Mata de São João, um pequeno paraíso tropical do Litoral Norte da Bahia (Costa dos Coqueiros), conhecido no mundo inteiro pela beleza de suas praias, pela natureza exuberante e pela simpatia e hospitalidade do seu povo. São 28 km de litoral e reservas naturais.

                      Praia do Forte, Imbassaí, Diogo, Santo Antônio e Sauípe compõem o cenário que une a simplicidade de vilarejos à sofisticação das grandes redes de hotéis do mundo, que une o tempero da Bahia à culinária de diversas nacionalidades.

                      Mata de São João é um município singular e plural, que surpreende e encanta com suas belas paisagens e genuínas manifestações culturais. Tradições do nosso povo, passadas de geração em geração e que Mata de São João faz questão de apresentar a você.


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                      Seguimos mais 17km pra Pojuca!

                      O município foi criado pela Lei Estadual 979, de 29 de julho de 1913, com o território desmembrado de Sant'Ana do Catu. É constituído por dois distritos: Pojuca e Miranga.

                      O rio Pojuca banha todo o município de oeste para leste, num percurso de 60 quilômetros aproximadamente, e a cidade encontra-se edificada à sua margem esquerda, originando-se daí o seu topônimo. "Pojuca" é um termo de origem tupi que significa "raiz podre", através da junção de apó e îuka

                      Textos retirados dos sites das prefeituras.

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                      • Improta
                        Fazedor de Chuva
                        • May 2020
                        • 103

                        #26
                        11/417 Simões Filho

                        11/417

                        Salve Fazedores de chuva!

                        Comentei no post anterior que faltava mais uma prefeitura pra gente fechar o rolê aleatório, essa prefeitura foi a de SIMÕES FILHO!
                        Foi uma passagem rápida pelo municipio e eu n sei se lá tem algum atrativo, enfim mais uma prefeitura feita! Caso eu volte por lá e conheça algo interessante comentarei posteriormente! Fiquem com Deus!


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                        O município de Simões Filho, antigo distrito de Água Comprida, tem sua historia marcada pela herança colonialista portuguesa e se inicia com o cultivo de cana-de-açúcar que perdurou entre os séculos XVI e XVII.

                        Posteriormente, com a devastação das matas aparecem os engenhos de Bois de Moenda. O local onde atualmente é o centro urbano era ocupado pela Usina de Engenho Novo.

                        A emancipação do distrito de Água Comprida se deu através de esforços de um grupo de moradores que por volta de 1960 reuniam-se, liderados pelo Sr. Walter José Tolentino Álvares, para tratar dos problemas comunitários.

                        Antes pertencente ao município de Salvador, o distrito foi emancipado em 07 de novembro de 1961 através da Lei Estadual nº 1538, passando ser denominado de Simões Filho, em homenagem ao jornalista Ernesto Simões Filho que havia exercido os mandatos de deputado Estadual e Federal, Ministro da aviação e da Educação, além de ter sido candidato a governador da Bahia e Senador da República.

                        Texto tirado do site da prefeitura.


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                          Fazedor de Chuva
                          • May 2020
                          • 103

                          #27
                          12/417 Portal do Sertão. Feira de Santana

                          12/417

                          Salve Fazedores de Chuva!

                          A viagem de hoje é pra FEIRA DE SANTANA!

                          Gente, esse rolê foi top demais! Lembra dos passeios do GAMG que falei? Esse foi um deles! O passeio foi pra Cabaceiras do Paraguaçu em grupo com 20 motos mais ou menos...
                          Aproveitei e fiz mais 3 prefeituras que eram caminho pra Cabaceiras, me separei do grupo e reencontrei todos no final!

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                          Feira de Santana é a segunda maior cidade da Bahia, 34º município do Brasil, sede da região metropolitana Portal do Sertão e uma vocação para atrair pessoas de todas as partes do país, tanto pela sua localização geográfica, quanto pela hospitalidade do seu povo.
                          A cidade possui o maior entroncamento rodoviário do Norte e Nordeste, ligando a Bahia aos principais centros comerciais do Brasil.

                          Possui cerca de 600 mil habitantes, população maior do que 8 capitais estaduais e concentra cerca de 1 milhão de pessoas, além de ser o comércio o pilar da sua economia as industrias se consolidam cada vez mais em FSA e ela também é o principal polo de produção de carne do estado. Já foi eleita por revistas a cidade mais dinâmica do Brasil, FSA é ponto de passagem!
                          Em 2016 motociclistas em trânsito por Feira de Santana passaram a contar com suporte visando a orientação para estadia e passagem pelo município. Já está em funcionamento na cidade o Núcleo de Atendimento ao Turista Motorizado, inaugurado através de parceria entre a Secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico - Settdec com a Associação de Motociclistas - AMO Feira.

                          O equipamento está instalado na praça João Barbosa de Carvalho, em frente ao Fórum Filinto Bastos, e presta homenagem ao motociclista e radialista Valter Sobral, representado pela viúva Ana Lúcia dos Santos Sobral. No local, equipado com recepção e sanitários, os turistas motorizados que estirem na cidade poderão conta com assistência no sentido de orientações, na mesma praça onde semanalmente, às quintas-feiras à noite, ocorrem encontros entre os membros das 26 associações de motociclistas da cidade.

                          O que você não encontrar em Feira, você não acha em lugar nenhum do planeta! hahahahah

                          Informações retiras do site da prefeitura.


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                          • Improta
                            Fazedor de Chuva
                            • May 2020
                            • 103

                            #28
                            13/417 Santo Estêvão

                            13/417

                            Salve Fazedores de Chuva!

                            O lobo solitário saiu de Feira de Santana e foi fazer chuva no municipio vizinho, antes de reencontrar o grupo!
                            O municipio é SANTO ESTÊVÃO!

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                            Existe uma lenda local, de que a cidade teria surgido, através das incursões de um padre que estava a procura de água para os seus animais. Ele teria andado por dias, até chegar em um local que continha água, conhecido como "Riacho Salgado", devido a sua água sersalobra. Isto teria ocorrido por volta de 1739. No ano de 1751 foi criada a freguesia de Santo Estêvão. Em 1827, tornou-se Distrito da Paz. Nessa época Santo Estêvão fazia parte de Cachoeira. Em 12 de julho de 1921 ocorreu a emancipação política de Santo Estêvão, desmembrando o novo município do território pertencente à Cachoeira. Em 21 de setembro do mesmo ano ocorreu a efetivação do novo município, sendo esta data feriado municipal.

                            Santo Estêvão é um município brasileiro do estado da Bahia. Localiza-se à latitude 12º25'49" sul e à longitude 39º15'05" oeste, com 242 metros de altitude. Faz parte do Vale do Paraguaçu. Sua população é de 52.186 habitantes de acordo com a estimativa populacional em 2013, distribuídos em 366,597 km² de área.

                            Localizada as margens da BR 116, na Microrregião de Feira de Santana, tem como municípios vizinhos Ipecaetá, Rafael Jambeiro, Antônio Cardoso, Castro Alves e Cabaceiras do Paraguaçu. Tem a topografia em forma de tabuleiros, assim como Feira de Santana e clima comum ao agreste baiano. Rodoviária da cidade. Santo Estevão tem, uma geografia semelhante a de estados como Goiás e Tocantins, por ser de topografia plana. Em certas épocas do ano, devido ao tempo seco, muitos agricultores chegam a perder cabeças de gado. Sua urbanização é maior que 50%.

                            A comemoração do São João é um dos pontos de maior referência na cultura do município, elogiado pelos moradores e turistas. Santo Estevão atrai uma multidão quando o assunto é festa de junina. A cidade se ilumina e ganha estrutura de um autêntico arraiá. Por dia, a praça recebe mais de 30 mil pessoas. Essa época é o ápice da cultura no município.

                            Toda a festa e agitação acontecem na Praça Sete de Setembro, no centro. Para os turistas que não conhecem a cidade, a bandeirolas são um guia para o palco principal. Este recebe atrações do autêntico pé de serra, forró e sertanejo universitário, que atrai principalmente os jovens. A praça fica lotada. As barracas, com as diversas e saborosas comidas típicas, servem de reabastecimento para o público que curte e dança ao som das melhores bandas.

                            A comemoração do dia de Santo Estevão, o padroeiro da cidade, no dia 26 de dezembro também é muito comemorado por fieis tanto da zona rural como da zona urbana.

                            Distante de Salvador apenas 157 km, o município possui abastecimento público de água adequado, estradas que permitem o acesso às principais cidades da região e, com investimentos do setor empresarial e dos Governos do Estado e da União, oferece as condições necessárias para avançar no mercado, gerando emprego e renda.

                            Os jovens acreditam que através da educação conseguirão melhorar sua qualidade de vida, sendo que muitos estudantes estão cursando cursos técnicos e nível superior, tanto no polo presencial da UNEB Ead do município, quanto na UEFS em Feira de Santana. Atualmente alguns estudantes fazem mestrado e doutorado na UEFS e na UFBA.

                            Texto retirado do site da prefeitura.

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                            Comentário

                            • Improta
                              Fazedor de Chuva
                              • May 2020
                              • 103

                              #29
                              14;15/417 Cabaceiras do Paraguaçu e Governador Mangabeira

                              14;15/417

                              Salve Fazedores de Chuva!

                              Na moral, esse foi o melhor video até agora! kkkkk
                              Eu ainda tô pegando o jeito pra fazer edições de video, até pra gravar tb!
                              Mas esse ai ficou bom porque consegui agregar videos de meus amigos nesse meu também!

                              O destino agora é pra CABACEIRAS DO PARAGUAÇU e GOVERNADOR MANGABEIRA!

                              Dessa vez eu tava saindo de Santo Estêvão e indo encontrar com o grupo em Cabaceiras, acho que cheguei a comentar no video de saida pra Feira... A ideia da gente era ir pra barragem da Usina Hidreletrica Pedra do Cavalo que fica no rio Paraguaçu, eles iam abrir as comportas pra fazer teste de vazão,mas acabou que a gente nem viu kkkk Mas nos divertimos de todo jeito! Na saída de Cabaceiras passei em Gov. Mangabeira pra registrar a prefeitura rapidinho! Acompanhem pelo video tb!

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ID:	421142


                              Cabaceiras do Paraguaçu é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população estimada em2006 era de 18.512 habitantes.Cabaceiras do Paraguaçu foi distrito de Muritiba até 13 de junho de 1989,data de emancipação.Sabe-se hoje que foi em Cabaceiras do Paraguaçu que nasceu ,e viveu alguns anos,o grande poeta dos escravos, o Saudoso Castro Alves Fazenda Cabaceiras, o qual é homenageado todo 14 de março na cidade de Cabaceiras do Paraguaçu.

                              Cabaceiras é um Município composto por belas paisagens e pontos turísticos, dentre eles podemos encontrar a nascente de Olhos D'água, que apesar do aquecimento global, do desmatamento e dos diversos tipos de degradação, ainda continua viva e transbordando beleza para os moradores e visitantes.

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                              De Cabeças a Governador Mangabeira: Uma história de lutas e conquistas

                              Antes usado como estrada de bandeirantes, o território onde hoje se encontra Governador Mangabeira servia de passagem e local de descanso de portugueses, que aportavam na Bahia e iam para o Sul e Sudeste do país em busca de riquezas. Certo dia, em um ponto desta estrada, foram encontradas três cabeças humanas, enfiadas em estacas, o que fez com que o local passasse a ser conhecido como Cabeças.

                              Segundo relata a professora Angelita Gesteira Fonseca, em seu livro Primórdios e Progressos da Cidade de Governador Mangabeira, Cabeças era uma terra plana, saudável, com boa temperatura, boa água, muita caça disponível e um solo fértil. Por isso, os portugueses que paravam para descansar plantavam milho, mandioca, feijão e outros cereais para sua sobrevivência durante a estadia. Com o passar do tempo, o fluxo foi aumentando e os bandeirantes construíram um pequeno adro e os jesuítas, que também já chegavam por aqui, fizeram uma casa para descansar, uma casa de orações e um cemitério, área onde hoje é a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.

                              Por volta de 1700, o local já se chamava Arraial de Cabeças e pertencia ao município de São Félix, passando a pertencer a Muritiba anos depois. Segundo relatos que foram sendo transmitidos entre gerações, aqui viviam quatro famílias, que tinham muitas posses. Trata-se das famílias Cerqueira, Brandão, Fonseca e Gesteira. Como eram numerosas, as famílias foram se misturando e construindo as gerações posteriores e, com a chegada de outras famílias, foi se constituindo a sociedade local. As principais atividades econômicas eram o beneficiamento de tabaco, a agricultura e o comércio de mercadorias, trazidas pelos tropeiros que por aqui passavam.

                              Já em 1934, o Arraial passou a ser Vila. Nesta época, havia apenas quatro ruas: Rua Principal, hoje Rua José Martins; Rua de Baixo, atualmente Rua João Altino da Fonseca, Rua das Bananeiras, atual Rua César Martins; e Rua de Cima, que hoje é a Rua 2 de Julho. A maioria das ruas da cidade homenageia pessoas e datas marcantes na sua história.

                              A emancipação aconteceu, finalmente, em 1962, quando a cidade passou a chamar-se Governador Mangabeira, o que era um desejo dos moradores, já que Cabeças fazia referência a acontecimentos trágicos. Outros nomes foram sugeridos: Altinópolis, para homenagear o coronel João Altino da Fonseca; Betânia, referindo-se à cidade bíblica da Judéia; e Três Palmeiras, em homenagem às palmeiras que existiam na Praça Castro Alves. O nome Governador Mangabeira, que homenageia o ex-governador da Bahia Otávio Mangabeira, foi escolhido porque dava uma ideia de progresso e traria mais prestigio à nova cidade, já que Otávio Mangabeira era muito respeitado por tudo que fez pelo estado da Bahia.

                              Liderado por nomes como Agnaldo Viana Pereira, Malaquias Cerqueira Ferreira, Antônio Pereira da Mota Júnior e Manoel Machado Pedreira, entre outros, o movimento pela Emancipação Política ganhou cada vez mais força, sendo concretizado no dia 14 de março daquele ano.

                              O primeiro prefeito da cidade foi Agnaldo Viana Pereira, carinhosamente conhecido por todos da cidade como Seu Agnaldo, que prestou relevantes serviços ao Município, como a criação do Centro Educacional Cenecista Otávio Mangabeira – CECOM (hoje Colégio Viana), que trouxe aos jovens mangabeirenses uma nova oportunidade de qualificação. Reconhecendo a sua importância para o desenvolvimento da cidade, a Prefeitura Municipal passará a se chamar Paço Municipal Agnaldo Viana Pereira, com um Projeto de Lei já aprovado pela Câmara Municipal.

                              De Cabeças até se tornar Governador Mangabeira, a cidade mudou muito e vem se desenvolvendo a cada dia, ganhou novas ruas, novas construções, o comércio cresceu, a oferta de educação e saúde também. Mas um sentimento, herdado dos antepassados que aqui viveram, permanece vivo no coração de seus filhos: a luta diária para ver esta terra tão amada prosperar cada vez mais, sendo um lugar acolhedor e motivo de orgulho para todos os seus moradores.

                              Referências:

                              FONSECA, Angelita Gesteira. Primórdios e Progressos da Cidade de Governador Mangabeira, 2000.

                              Textos tirados dos sites das prefeituras. Obrigado a todos os envolvidos no vídeo!! TMJ


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                              Comentário

                              • Improta
                                Fazedor de Chuva
                                • May 2020
                                • 103

                                #30
                                16/417 Inhambupe. A terra do lobisomen

                                16/417

                                Salve Fazedores de Chuva!

                                O destino de hoje é para o municipio de INHAMBUPE !

                                Consegui trocar turno no trabalho e pernoitei por lá, juntei com uns amigos do MC Dragões da Liiberdade e fomos comer uma galinha caipira muito boa na região!
                                O roteiro que fiz foi pegando a BA-093 e depois peguei a 110 até Inhambupe, no retorno eu validei o municipio de Aporá, Acajutiba, Esplanada, Entre Rios e Araças! Deu uns 393km

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                                O município foi instalado em 1728. De acordo com a tradição local, no final do século XIX, o místico Antônio Conselheiro passou pela cidade, antes da Guerra de Canudos.

                                "Inhambupe" é uma palavra proveniente da língua tupi, significando "no rio dos inhambus", através da junção de ïnã'bu, "inhambu" 'y , "água, rio" e pe, "em".
                                Sobre a economia:

                                Um fator importante é o aumento da plantação da cultura da laranja: é o segundo maior produtor de laranja da Bahia e limão, com incentivos do governo do estado e assistência técnica da Empresa de Desenvolvimento Agrícola do Governo do Estado da Bahia. Com esse projeto, o município de Inhambupe tornou-se o maior produtor de laranja do estado, também com o incentivo do Banco do Nordeste, financiando projetos na criação de abelhas, através da AAPI e da COOAPI, tornando o município um dos maiores produtores de mel do estado, além de fixar o homem no campo.

                                A exportação de frutas cítricas também é destaque em Inhambupe, contando com grandes empresas rurais produtoras, como a Itacitrus (Fazenda Nossa Senhora do Bonsucesso) e Agropecuária Gavião, além de outros médios e pequenos produtores. Por essa razão, foi iniciada a construção do Distrito Industrial da Cardosa (DIC), às margens da BR 110 - sentido sul de Inhambupe, a fim de comportar a instalação de fábricas de suco.

                                Há ainda o plantio de eucalipto em significante extensão rural do Município, mantido pela multinacional chinesa Bahia Specialty Cellulose (BSC), em atuação conjunta com a Copener LTDA. A matéria prima produzida em Inhambupe é beneficiada por essas empresas no Polo Petroquímico de Camaçari, de onde a produção segue para o exterior.

                                A pecuária é um seguimento de grande expressão em Inhambupe. Por tal motivo, a Cidade possui 02 (dois) frigoríficos industriais regionais, como o Costa Andrade e FriMatos, nos quais desembarcam diariamente, vindos de cidades da região, centenas de bovinos para abate dentro das normas técnicas impostas pela vigilância sanitária e secretaria de agricultura.

                                O Frigorífico Costa Andrade empresa tradicional, concebe muitos empregos diretos e indiretos, como o crescimento da renda populacional e econômia da cidade aquecida.

                                A Cidade conta atualmente com 04 (quatro) agências bancárias e outros diversos correspondentes financeiros, o que acaba atraindo moradores dos municípios vizinhos, a exemplo de Sátiro Dias, Aporá e Olindina, que demandam os serviços prestados por essas instituições.

                                O comércio local conta com inúmeras lojas que atuam em seguimentos diversos, como alimentação, vestuário, medicamentos, peças, eletroeletrônicos, bebidas, calçados, informática, academia, gás, concessionárias de motos e carros, etc. Na área de serviços, Inhambupe conta com médicos, odontólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos e veterinários distribuídos em clínicas especializadas. Há também escritórios de advocacia, contabilidade, computação gráfica, entre outros. A cidade possui Centro de Convenções e Cultura, Praça de Eventos e Parque de Exposições, além da Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), Associação Recreativa e Cultural de Inhambupe (ARCI) e Balneário.

                                Desde o segundo semestre de 2015, Inhambupe passou a ser a sede do time infantil e juniores do Ypiranga ("o mais querido"), agremiação de grandes celebridades baianas, a exemplo de Irmã Dulce e Jorge Amado. Desde então, o time manda seus jogos no Estádio Municipal de Inhambupe.

                                Em 2001, no domingo de Páscoa, o telejornal da Rede Globo, Fantástico, exibiu reportagem no quadro "Isso é um espanto", através da qual mostrou a possível existência do Lobisomem em Inhambupe, diante de relatos de moradores, que afirmavam ter visto e até sido atacados pelo animal. Em razão dessa reportagem, que chamou a atenção do Brasil, Inhambupe passou a ser conhecida nacionalmente como "A terra do Lobisomem". O professor e músico Silvio Carvalho, natural de Inhambupe, escreveu artigo, para o Jornal A Tarde, sobre a reportagem, afirmando: "O Brasil não é Disney, Holloween, Mc Donald. O Brasil é o lobisomem, é o futebol, é o samba, é Inhambupe. (Jornal A Tarde – 26/04/2001, pág. 5 – Municípios).

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                                Depois que a gente validou a prefeitura, partimos para o restaurante!!

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