São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #511
    475 Jaborandi

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    JABORANDI SÃO PAULO
    HISTÓRICO
    A partir das extensas áreas de criação de gado na região de Barretos, Jayme Nicolau Martins, Casemiro de Melo, Antônio Carapira e outros iniciaram, em 1902, a formação de um povoado com a construção das primeiras casas, na margem direita do córrego Jaborandi.
    O nascente povoado situava-se nas terras do Major Gabriel Diniz de Carvalho Franco que, a instâncias de Jayme Nicolau Martins, doou trinta alqueires ao padroeiro Arcanjo Gabriel de Jaborandi. Formalizada a doação, contratou um engenheiro para planejamento do patrimônio.
    Em 1924, o povoado de Jaborandi, foi elevado à categoria de Distrito de paz, o nome do córrego Jaborandi que originou a denominação do Patrimônio, foi devido à abundância dessa planta em suas margens

    GENTÍLICO: JABORANDIENSE
    Última edição por Vlamir; 07-03-16, 11:36.
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      • Mar 2015
      • 686

      #512
      476 TERRA ROXA

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      TERRA ROXA SÃO PAULO
      HISTÓRICO
      A Companhia Agrícola Pastoril do Banharão, que desbravou os sertões locais, dividiu suas terras, em 1918, entre os diversos sócios, cabendo a gleba, Fazenda Santa Carolina, a Mário Rollin Telles e Prudente Rosa Corrêa.
      O co-proprietário Mário Rollin Telles loteou parte das terras, junto à sede da fazenda, para formação de um povoado. Logo foram construídos os primeiros estabelecimentos comerciais: Armazém Floresta, Casa Guarany, Casa Minto e a Farmácia de José Dincau.
      Ainda em 1918, a Companhia Ferroviária São Paulo-Goiás (extinta) inaugurou um ramal entre Viradouro e a nova Vila, dando à estação o nome de Terra Roxa, em virtude do tipo do solo local, nome que por extensão, foi dado à Vila.
      Em 1920 foi instalada a Agência Postal do Departamento de Correios e Telégrafos.
      GENTÍLICO: TERRA-ROXENSE
      Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:30.
      PHD Vlamir
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        • Mar 2015
        • 686

        #513
        477 VIRADOURO (com amigo 2 rodas IVAN)


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ID:	230617
        HISTÓRICO
        Em 1897, um grupo de fazendeiros da região promoveu um movimento para fundação de um patrimônio, cabendo ao Capitão Jerônimo da Silveira arrecadar fundos para aquisição dos 25 alqueires de terras. Desta gleba, dois alqueires foram destinados à padroeira escolhida, Nossa Senhora aparecida.
        Surgiram nessa época, as primeiras casas, pertencentes a Albino José Pereira e ao Capitão Vicente Marçal Lima.
        Em 1900, um segundo movimento foi promovido para construção da capela, sendo empreiteiros Carlos Tocalino e Luiz Carlos de Macena, que foi demolida em 1917, para dar lugar à nova igreja.
        Os imigrantes italianos e portugueses, proprietários das fazendas locais, foram se concentrando em torno da capela. Destacavam-se entre eles, João de Macena Machado, Francisco Machado de Oliveira, Antônio Machado da Silveira, Antônio Sanches Diniz Junqueira, Vicente Marçal de Lima, Manoel Joaquim de Souza Júnior, Manoel Machado e Família Custódio da Silveira.
        O nome Viradouro originou-se de uma fazenda assim denominada por Hipólita Placidina da silveira, mulher do Capitão Machado da Silveira, em virtude de ser a séde da fazenda, o ponto terminal de uma estrada, o que obrigava o viajante a voltar do local, já que não havia caminho para frente. O nome estendeu0se da fazenda ao povoado.
        O distrito de paz de Viradouro foi criado em 1906, como parte integrante do Município de Pitangueiras.
        A Estrada de Ferro São Paulo-Goiás, em 1913, atingiu o distrito, sendo extinta anos mais tarde pela FEPASA que a adquiriu.
        O município foi elevado à comarca em 1964, e instalada em 04 de abril de 1965.

        GENTÍLICO: VIRADOURENSE
        Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:35.
        PHD Vlamir
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        • Vlamir
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          • Mar 2015
          • 686

          #514
          478 PITANGUEIRAS

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ID:	230619
          PITANGUEIRAS SÃO PAULO
          HISTÓRICO
          O pouso de Passagem, precursor do povoado de Pitangueiras, situava-se em local estratégico nas rotas comerciais dos centros de criação de gado do Norte do Estado, bebedouro, Jaboticabal e Barretos, com São Carlos e São Paulo. Parte das rotas utilizava-se das vias fluviais, principalmente o rio Moji-Guaçu. No entanto, devido a maleita comum naquela época, o pouso afastou-se do porto, para uma clareira no caminho de Jaboticabal, conhecida por Pitangueiras, por ser comum estas árvores nativas na região.
          A data de fundação do povoado não é precisa, contudo sabe-se que houve duas doações de terras ao padroeiro São Sebastião: a primeira, de oitenta alqueires, por Manoel Felix e sua mulher, Ana Batista de Morais, em 1858; outra de cinco alqueires, em 1892, pelo casal Joaquim Moço.
          Por volta de 1880, em torno de uma capela aí existente, viviam cerca de oitocentas ?almas?, conforme levantamento da Igreja. Estes, na sua maioria de origem mineira, dedicavam-se a pecuária e cultivo de milho, feijão e mandioca. A atividade comercial era representada por quatro empórios.
          A povoação de Pitangueiras, no território de Jaboticabal, foi elevada a Distrito de Paz, em 1892, e , no ano seguinte, à Vila, com prerrogativas de Município.
          Novo ciclo econômico ocorreu a partir de 1907, quando foi inaugurada a Companhia de Estrada de Ferro Pitangueiras (encampada pela Companhia Paulista de Estrada de Ferro, hoje FEPASA) e, mais tarde, com a instalação do S/A Frigorífico Anglo.
          Com o prolongamento dos trilhos da Ferrovia Paulista em direção ao Norte do Estado, Pitangueiras deixou de funcionar como entreposto comercial, passando, a partir daí, a desenvolver-se mais lentamente.

          GENTÍLICOS: PITANGUEIRENSE
          Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:39.
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            • Mar 2015
            • 686

            #515
            479 BEBEDOURO


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ID:	230639
            BEBEDOURO SÃO PAULO
            HISTÓRICO
            A região, compreendida entre os rios Pardo e Turvo, em 1885, era sítio de pousada dos tropeiros e boiadeiros que demandavam o sertão para Jaboticabal. Num córrego existente, conhecido por Bebedouro, os animais saciavam a sede. O nome passou a pertencer ao povoado nascente.
            Os fundadores da localidade, Joaquim José de Lima., Antônio Gonçalves Valim, Rogério Alves de Toledo, Padre Antônio Luiz dos Reis França, a família Pimenta, entre outros, adquiriram do Jaboticabalense Corrêa e Mesquita uma gleba de terras, cujo pagamento ocorreu em três cotas de suínos, devido à escassez de moeda.
            O patrimônio adquirido foi doado a São João Batista do Bebedouro, seu Padroeiro, em 3 de maio de 1884, e os povoadores passaram a se concentrar na área, dando início ao povoado.
            Com o incremento da lavoura e do comércio, o núcleo se desenvolveu e, em 1886, foi criado o Distrito Policial.
            O Distrito de Paz surgiu em 1892, no Município de Jaboticabal. Dois anos depois Bebedouro alcançou sua emancipação.
            O Município povoou-se rapidamente e, em 1901, os trilhos da Companhia Paulista de Estrada de Ferro - hoje FEPASA -, puseram Bebedouro em comunicação com a Capital.

            GENTÍLICO: BEBEDOURENSE
            Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:34.
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              • 686

              #516
              480 TAQUARAL

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              Gentílico: taquaralense


              Histórico
              Taquaral
              São Paulo - SP

              Histórico

              O atual município de Taquaral foi elevado à categoria de distrito em 11 de dezembro de 1919, em terras pertencentes ao município de Pitangueiras. Obteve autonomia político-administrativa em 30 de dezembro de 1993, quando foi elevado à categoria de município.
              Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:26.
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                • Mar 2015
                • 686

                #517
                481 TAIÚVA (CIDADE AGRADAVEL )


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                HISTÓRICO
                No fim do século XIX e início do atual, quando a antiga Companhia Paulista de Estradas de Ferro estendia seus trilhos ligando Jaboticabal e Bebedouro, já encontrou a região do alto curso do Rio Turvo ocupada por várias propriedades agrícolas, como as de Antônio, José e João Simões de Freitas, Antônio da Cunha, Antônio Zeferino Gonçalves e José Elias Lopes.
                Com a chegada da ferrovia e a construção de uma estação, começaram a chegar novos colonos, atraídos também pela fertilidade da terra.
                O nome da estação (inaugurada em dezembro de 1902), que mais tarde se estendeu à vila decorreu de uma inscrição em um tronco, com a palavra ?Taiuva?(do tupi ?tayuyá?, que é uma espécie de abobrinha do mato).
                Em 1902 foi rezada a primeira missa na localidade, por um padre da paróquia de Jaboticabal, e em novembro de 1908 já era criado o Distrito de Paz.
                GENTÍLICO: TAIUVENSE
                Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:31.
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                Barueri-SP

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                  • Mar 2015
                  • 686

                  #518
                  482 JABOTICABAL (PERNOITE NO IBIS)

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                  O fundador de Jaboticabal, João Pinto Ferreira, nasceu por volta de 1778, na Freguesia de Santo Estevão de Regadas, Conselho Celorico de Bastos, em Portugal.
                  Em 2 de dezembro de 1816, adquiriu a posse de João Rodrigues de Lima das terras relativas à Fazenda Cachoeira, mais tarde denominada de Fazenda Pintos, onde começou a ser edificada a cidade de Jaboticabal.
                  Como primeiro possuidor daquelas terras, João Rodrigues de Lima devia ter entrado para o sertão por volta de 1809, porque na escritura de venda, ele e sua mulher Joana Eufrosina de Jesus se dizem senhores e possuidores de ?uma sorte de terras, composta e campos e matas virgens, cerrados e capoeiras, e uma casa de morada, paiol, monjolo e rego d?água, currais e seus pertences e árvores de espinhos, bananeiras de seis ou sete anos, de posse atual, sem contradição de pessoa alguma nesta paragem denominada Ribeirão da Cachoeira?.
                  Povoadas as terras da fazenda, verificou-se a dificuldade de comunicação com o povoado de São Bento de Araraquara (o mais próximo, 12 léguas da fazenda), não só pelas famílias que vieram a constituir seus numerosos descendentes, mais ainda pelas famílias de agregados que, segundo o costume do tempo, eram sempre bem recebidos por constituírem elementos de defesa contra eventual invasão de intrusos e por todos aqueles a quem Pinto e os seus fizeram as primeiras vendas de terras do grande latifúndio.
                  Cogitou, então, Pinto Ferreira de fundar uma povoação dentro de suas terras, doando para isso a Nossa Senhora do Carmo, uma gleba cujo perímetro envolve a nascente do Córrego Jaboticabal, na qual e à margem direita deste edificou, uma pequena igreja, coberta com folhas de palmeira.
                  Em 1848, Jaboticabal é elevada a Distrito de Paz.
                  Em 1857, a Assembléia Legislativa Provincial eleva o Curato de Jaboticabal à Freguesia. Trinta e nove anos após sua fundação, em 1867, Jaboticabal é elevada à categoria de vila, desmembrando-se de Araraquara. Também neste ano, em 7 de outubro, faleceu João Pinto Ferreira, sepultado no cemitério da Vila de Jaboticabal, atual Praça 9 de Julho, no centro da cidade.
                  Em 1868 é instalada a Câmara dos Vereadores e em 1894 a sede do município recebe foros de cidade.
                  A expansão da cafeicultura para o oeste do Estado de São Paulo, na segunda metade do século XIX, além da implantação das ferrovias, foram os marcos do desenvolvimento da região.
                  Em 1872, a população local era de 5.269 habitantes. Em 1886, atingia 26.224 habitantes.
                  A primeira metade do século XX foi marcada pelo predomínio da imigração, com destaque para os italianos, portugueses, espanhóis e japoneses.
                  Com base econômica na agricultura, Jaboticabal se destacou como importante centro regional nas atividades industriais, comerciais, bancárias e de prestação de serviços.
                  Esta fase do início do século XX foi a mais importante no setor econômico, deixando marcos na arquitetura da cidade, apresentando casas e prédios públicos ainda em uso.
                  As indústrias de alimentação se destacavam regionalmente, juntamente com a cerâmica, fábricas de louças e olarias. Na década de 30, Jaboticabal tornou-se um importante centro regional, sendo conhecida como "Athenas Paulista" pela grande atividade cultural.
                  Com a decadência da cafeicultura, ocorrida a partir da depressão dos anos 30, Jaboticabal enfrentou a estagnação econômica, perdurando até o começo dos anos 50.
                  Como mecanismo de reativação econômica, o município procurou diversificar sua lavoura, destacando-se o algodão, o amendoim, o arroz e o milho.
                  A partir dos anos 50, a cana-de-açúcar adquiriu importância crescente, transformando-se na principal atividade econômica do município, particularmente na produção de álcool e açúcar.
                  Outra modificação marcante ocorrida foi o êxodo rural. Nos anos 50, 60 e 70, a população urbana representou 48%, 61% e 76% da população total do município, respectivamente, caracterizando uma intensa urbanizaç
                  Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:27.
                  PHD Vlamir
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                    • 686

                    #519
                    483 Taiaçu

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                    Histórico

                    No século XIX, antigos moradores da região de Jaboticabal deixaram a cidade, indo se fixar no ponto de descanso de viajantes entre São José do Rio Preto e Araraquara, e constituíram um pequeno povoado com o nome de São José do Paraíso, onde foi instalado um posto policial.
                    Passados alguns anos José Belizário Vieira, Antônio Zeferino Gonçalves e Ezequiel Alves Santana doaram ao Patrimônio de São José do Taiaçu, que assim passou a ser
                    conhecido, oitenta alqueires de terras, que deram início à cidade.

                    Gentílico: taiaçuense
                    Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:21.
                    PHD Vlamir
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                      • 686

                      #520
                      484 VISTA ALEGRE DO ALTO

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                      Gentílico: vista-alegrense


                      Histórico
                      Vista Alegre do Alto
                      São Paulo - SP

                      Histórico

                      Vista Alegre do Alto, como o próprio nome indica, situa-se no ponto mais alto do espigão entre os cursos dos córregos Boa Vista, da Fazendinha e do Barro Preto.
                      Em 1919, ao passar pelo local em viagem a cavalo, Inocêncio de Paula Eduardo, Teutly Correia da Rocha, Henrique Emílio Ower Sandolth, Antonio Julião e João Ricardo de Mello, encantaram-se com a vista descortinada da elevação o que teria provocado a expressão de Emílio Ower, mais tarde estendida à povoação: Vista Alegre.
                      A localização do povoado se fez sobretudo pela condição de ser instalada no local uma estação de parada da antiga Estrada de Ferro Monte Alto e que serviu para escoamento da produção cafeeira, principal recurso agrícola durante a sua formação.
                      O crescimento do núcleo deveu-se principalmente com a fixação de moradores, vindos de Jaboticabal, em torno da igreja de Santa Rita de Cássia, sua Padroeira.
                      Apesar da cafeicultura ainda hoje desempenhar importante papel na economia local, a cana-de-açúcar para produção de álcool contribuiu para a evolução da Cidade, que tem seus limites urbanos estreitamente pelas inúmeras fazendas circunvizinhas.
                      Vista Alegre teve criado o Distrito de Paz em 1926, em território de Monte alto e, em 1959, ganhou a autonomia político-administrativa.
                      Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:15.
                      PHD Vlamir
                      Barueri-SP

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                        Fazedor de Chuva

                        • Mar 2015
                        • 686

                        #521
                        485 PIRANGI

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                        HISTÓRICO
                        Os moradores do Distrito de São Sebastião do Turvo (hoje Município de Paraíso) em 1895, abriram uma picada junto ao córrego Boa Vista e aí desmataram uma gleba para fundação de patrimônio. Ergue-se um cruzeiro e iniciaram a construção de uma capela invocando Santo Antônio.
                        No mesmo ano, Antônio Bernardo de Souza, Galdino Olegário do Nascimento e Joaquim Bernardo de Miranda, doaram cinco alqueires ao patrimônio que passou a denominar-se Santo Antônio da Boa Vista, depois alterado para Santo Antônio da Bela Vista.
                        Alguns anos mais tarde foi aberta uma ligação à Estrada do Taboado, facilitando a penetração de outras famílias. Com o aumento da população, foi criado no povoado um distrito policial, elevado, em 1913, à categoria de distrito de paz, jurisdicionado por Jaboticabal
                        Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:12.
                        PHD Vlamir
                        Barueri-SP

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                          • 686

                          #522
                          486 PARAISO

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                          HISTÓRICO
                          Em 1865, no começo da guerra do Paraguai existia um povoado com um nome de São Sebastião do Turvo, em território do atual município e Comarca de Jaboticabal. Era formado de 117 alqueires de terras. Em 1891, possuía 60 casas e 2 igrejas (Nossa Senhora Mãe dos Homens e São Sebastião). Transformou-se em distrito policial pela lei número 663 de 6 de setembro de 1899, e foi elevado a categoria de distrito de paz. Pela lei número 1493 de 29 de dezembro de 1915, artigo 1º tomou o nome de Drupi. O lugar era insalubre em virtude de achar-se muito próximo do rio turvo onde era propagada a malária em toda a região banhada pelo referido rio. Os moradores, sempre atacados pela terrível moléstia, viram-se na contingência de mudarem suas residências para outro lugar mais sadio.
                          Entre os moradores, Andrelino Vicente Bravo, Antônio Mialichi e José Prene, possuíam grande área de terra distante 10 km de São Sebastião do Turvo, sendo transferida para lá a sede do distrito, com o nome de Vila Paraíso, pelo decreto nº 6034, de 17 de agosto de 1933, passando o distrito a denominar-se também Vila Paraíso. Pelo decreto nº 6997, de 7 de março de 1935, foi transferido para o município de Pirangi, comarca de Monte Alto. Pelo decreto lei federal nº 2104 de 2 de abril de 1940, e decreto estadual nº 11069, de 4 de maio de 1940, este distrito passou a denominar-se Paraíso. Foi elevado a município na comarca de Monte Alto com sede na vila de igual nome e com território do respectivo distrito e território desmembrado do distrito da sede do município de Pirangi, pela lei nº 2456 de 30 de dezembro de 1953, posta em execução em 1º de janeiro de 1954. Como município, ficou constituído de um único distrito, o de Paraíso.
                          GENTÍLICO: PARAISENSE
                          Última edição por Vlamir; 07-03-16, 18:09.
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                            #523
                            487 MONTE AZUL PAULISTA

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                            HISTÓRICO
                            A fundação da atual Monte Azul Paulista e o povoamento do Município, estão ligados a dois fatos ocorridos ainda no fim do século passado.
                            De um lado foi a procura de terras férteis para o café em sua marcha para o nordeste e oeste do Estado.
                            Por outro a reunião dos fazendeiros Joaquim da Costa Penha e Felipe Cassiano. O segundo cumprindo promessa de fundar um patrimônio dedicado ao Senhor Bom Jesus, em pagamento pelo restabelecimento da saúde de sua mulher, e o primeiro por ter abandonado Jaboticabal em busca de novas terras.
                            Felipe Cassiano, proprietário das fazendas Palmeiras e Avanhandava, em território do Município de Bebedouro, auxiliado por seus vizinhos Joaquim da Costa Penha, Alexandre Dias Nogueira, Antônio Ferreira de Melo Nogueira, Antônio Diniz Junqueira, Aureliano Junqueira Franco, Francisco Pereira e Boa Ventura, Antônio Pereira, em 1897, no alto do espigão entre as referidas fazendas, funda o patrimônio de São Bom Jesus de Avanhandava.
                            Com a construção da capela, começaram a aparecer as primeiras casas no patrimônio de São Bom Jesus de Avanhandava, que recorre ao engenheiro João Mastela, de Bebedouro, a fim de traçar o arruamento da povoação.
                            Em 1900 ganha o Distrito policial e em dezembro de 1903 o Distrito de Paz, subordinado a Bebedouro, já com nome de Monte Azul.
                            Em 1914, Monte Azul, teve o nome alterado para Monte Azul do Turvo, por ser banhado pelo rio do mesmo nome. No entanto em 1948, o topônimo é novamente alterado, agora para Monte Azul Paulista, que prevalece até hoje.

                            GENTÍLICO: MONTE AZULENSE
                            Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:19.
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                              #524
                              488 BARRINHA

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                              HISTÓRICO
                              Em 1930, as variadas crises do café levaram a Fazenda São Martinho, grande propriedade rural, a ser dividida em inúmeras glebas e com isso o povoado que começava a surgir ao redor da Estação Barrinha, da Cia. Paulista de Estrada de Ferro, hoje FEPASA, começou a se desenvolver.
                              Entre os fundadores de Barrinha estão as famílias Gonçalves, que erigiu a primeira capela em louvor a São João, Biancardi, Thomazini, Koto, Marcari, Santini e a colônia japonesa.
                              Já nessa época, Barrinha era conhecida como terminal da ferrovia pois, por ele, embarcavam os passageiros de toda região de Ribeirão Preto. Em 1933, pela Empresa Bevilácqua, as ?jardineiras?transportavam até a estação, em linhas regulares, os passageiros que precisavam fazer longas viagens.
                              A fertilidade da terra roxa e a imensa reserva de argila, permitiram a instalação de três olarias e ostrês entrepostos de petróleo ?Gulf?, Ätlantic?e ?Shell?, ajudaram muito o seu desenvolvimento até a elevação a Município.
                              Com o desenvolvimento dos transportes rodoviários, houve um período de calmaria na cidade até os anos 50/60, quando começou a surgir a cultura de cana-de-açúcar e usinas de açúcar e álcool que, paulatinamente, foram absorvendo os rurícolas para o centro urbano. Essa atividade econômica vem sustentando a população barrinhense até a atualidade.

                              GENTÍLICO: BARRINHENSE
                              Última edição por Vlamir; 07-03-16, 12:15.
                              PHD Vlamir
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                                #525
                                489 Manduri

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                                População estimada 2015 (1) 9.592
                                População 2010 8.992
                                Área da unidade territorial (km²) 229,046
                                Densidade demográfica (hab/km²)
                                Histórico

                                MANDURI SÃO PAULO
                                HISTÓRICO
                                No início do século XX, com o avanço da Estrada de Ferro Sorocabana rumo às barrancas do Rio Paraná, muitos sertanistas instalaram-se ao longo dos trilhos, abrindo fazendas. Concentradas algumas famílias, o Engenheiro da Ferrovia, Antônio Gouveia de Proença, fundou, em 1905, uma povoação denominando-a Manduri.
                                A origem do nome, deveu-se à existência, em grande quantidade, de uma pequena abelha denominada ?manduri?ou ?mandurim?(do tupi, ?manda-r-i?), da família dos meliponídeos.
                                Os primeiros moradores, José Elias Bonifácio, Francisco Lourenço, Pedro Orcesi, Miguel Avoglio, José Abunjara e outros, instalaram-se junto à Estação que foi construída.
                                As altas safras de café da região fez de Manduri um centro de convergência dos grandes produtores que comercializavam na localidade.

                                GENTÍLICO: MANDURINENSE
                                FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
                                Última edição por Vlamir; 21-03-16, 12:30.
                                PHD Vlamir
                                Barueri-SP

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