São Paulo de cabo a rabo.

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  • Vlamir
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #181
    165 PIRACAIA 26.500 HAB

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    Os altos rendimentos da cafeicultura no Vale do Paraíba, no início do século XIX, motivou a expansão da agricultura até os limites da Zona Bragantina surgindo, nessa época, grandes fazendas. Dona Leonor de Oliveira Franco, proprietária de extensas áreas, ordenou a construção de uma ermida em suas terras, junto ao rio Cachoeira, em louvor a Santo Antônio. Foi auxiliada no empreendimento pelos parentes Capitão Antônio José de Moraes, Tenente José Antônio de Oliveira, João Correia de Almeida e pelo escravo Domingos José de Oliveira.
    Em poucos anos formou-se ao redor da capela, uma pequena povoação, que foi elevada a curato em 1830 e, seis anos depois, ã categoria de freguesia, com o nome de Santo Antônio da Cachoeira. O Município, criado em 1859, conservou a denominação que, somente em 1906, foi alterada para a definitiva, Piracaia, de origem indígena que significa peixe queimado.
    O período de maior progresso ocorreu durante o século XIX, baseado na cafeicultura, cujas altas produções propiciaram várias benfeitorias, inclusive um ramal da ferrovia The São Paulo Railway Co.. Mas a decadência do café, provocou uma retração no seu desenvolvimento, somente reativado por volta de 1925, com a vinda de novas famílias que transformaram as extensas fazendas em pequenas propriedades de criação de gado. A policultura foi sendo implantada, destacando-se a fruticultura e a floricultura, praticada pelos imigrantes japoneses.

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    PHD Vlamir
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    • Vlamir
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2015
      • 686

      #182
      166 BPM JESUS DOS PERDOES 22.600 HAB

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      Acolhedora, sem violência e muito respeito ao turista, assim é Bom Jesus dos Perdões, uma típica cidade do interior, também conhecida por suas manifestações folclóricas, especialmente a de São Gonçalo, realizada por violeiros que exibem a "catira", espécie de dança, e onde é servido o "afogado", ensopado com carne bovina e batatas, servido com arroz e farinha de milho. Uma das mais belas atrações de Bom Jesus é, sem dúvida, a Igreja Matriz, um exemplo arquitetônico do barroco mineiro.Em Bom Jesus dos Perdões tem a Feira do Artesanato, peças em madeira e bordados, aberta ao público diariamente no saguão da Prefeitura, no centro. Aos finais de semana, à noite, instalam-se ao redor da Igreja Matriz diversas barracas, para se degustar pratos típicos da região, além de lanches, doces e salgados. No local, são comuns as caminhadas nos calçadões, onde o povo se reúne em volta da igreja, para conversar e se divertir.

      Muitas são as paisagens pitorescas do lugar: diversas cachoeiras e locais tranquilos para caminhadas e um contato íntimo com a natureza. Para quem gosta de esportes radicais, tem a Pedra Grande, um local nacionalmente conhecido pelos amantes do vôo Livre. Há também um marco ecológico em forma de coração, denominado Pedra do Coração, localizada a mil metros de altitude, defronte uma cachoeira. Rica em fauna, flora e nascentes, a cidade fica numa região privilegiada, aos pés da Serra da Mantiqueira, cujo clima é considerado um dos melhores do mundo. Sustenta ainda a excelência em qualidade de vida, reconhecida pela ONU. São muitas as festas religiosas que ocorrem durante o ano. A cidade é um santuário ecológico com suas cachoeiras e matas. Possui pousadas para fins de semana..
      Elevado a categoria de Freguesia pela lei 1543 de 30-12-1916, com sede na povoação de Bom Jesus dos Perdões, no município de Nazaré Paulista, com o nome de Perdões. O Decreto Lei 14334 de 20-11-1944, mudou-lhe o nome para Ajuritiba. Pela lei 233 de 24-12-1948, tomou o nome de Bom Jesus dos Perdões.Pela lei 5285 de 18-12-1959 criou-se o município.
      Fundação: 22 de maio de 1705 (302 anos)
      - Área: 109 km2
      Gentílico : Perdoense

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      PHD Vlamir
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      • Gilmar Dessaune
        Fazedor de Chuva

        • Oct 2012
        • 6891

        #183
        Boa tarde FC Vlamir,

        Olha, a cada post com mais e mais cidades fico encantado com sua determinação e ousadia de fazer o Valente FC - SP.

        Ahhhhh se eu pudesse!!!!!... rsssss

        Parabéns mais uma vez, continue assim, seu tópico está excelente.

        Abração.

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        • Vlamir
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2015
          • 686

          #184
          167 NAZARÉ PAULISTA 17.700 HAB

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          Originou-se junto à primitiva capela de Nossa Senhora de Nazaré, no Município de Atibaia, construída em 1676, por Matias Lopes, fundador do povoado.
          A categoria Município foi conseguida em 10 de junho de 1850, através de Lei promulgada por Vicente Pires da Mota, Presidente da Província de São Paulo, com terras da então freguesia de Nazaré e da freguesia de Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia, desmembrada da Vila de Atibaia.
          Em 1866, seu território foi acrescido de terras desmembradas de Conceição de Guarulhos, hoje Guarulhos. Posteriormente foram processadas trocas de terras com os Municípios de Atibaia, Piracaia, Santa Isabel e Juqueri.
          Em 30 de novembro de 1944, mudou sua denominação para Nazaré Paulista.
          O Distrito de Ajuritiba, que passou a denominar-se Bom Jesus dos Perdões, alcançou autonomia político-administrativa em 18 de fevereiro de 1959, sendo desmembrado de Nazaré Paulista.

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          • Vlamir
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2015
            • 686

            #185
            168 IGARATÁ 9.300 HAB

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            O vale do Paraíba, habitado e percorrido pelos índios tamoios, teve grande importância nas incursões dos bandeirantes.
            Em fins do século XVIII, a decadência da exploração de ouro em Minas Gerais possibilitou a fixação dos desbravadores, que fundaram fazendas de café, no vale. Nessa época, foi construída, às margens do rio jaguari, afluente do Paraíba, em território de Santa Isabel, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Patrocínio, surgindo ao redor, a pequena povoação de Patrocínio de Santa Isabel.
            Em 1864 foi elevado à categoria de freguesia e, em 1873, a Município. Sua denominação, no entanto, somente foi alterada para Igaratá, do tupi ? ygara-atã ?, significando canoa grande, em 1906.
            A decadência da cafeicultura do Vale provocou uma retração no seu desenvolvimento e assim, em 1934, devido à baixa densidade urbana, o Governo do Estado reduziu Igaratá, à condição de Distrito, incorporando-o a Santa Isabel. O Município somente foi restaurado em 1953 e instalado no ano seguinte.
            A construção da represa Jaguari, integrante do sistema hidrelétrico do Estado, levou a CESP-Central Elétrica de São Paulo, a iniciar, em 1969, a construção de um novo núcleo urbano para obrigar a Municipalidade de Igaratá, cuja antiga sede ficou submersa na represa. No mesmo ano as famílias Igarataense transferiram-se para a nova Igaratá.

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            Última edição por Vlamir; 15-06-15, 14:03.
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            • Vlamir
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              • Mar 2015
              • 686

              #186
              169 SANTA ISABEL 54400HAB

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              Nas proximidades do rio Jaguari, afluente do médio Paraíba, em zona serrana, nasceu a localidade ao lado de uma cruz e uma capela erigida em homenagem a Isabel de Aragão, a ? Rainha-Santa ? de Portugal, daí a invocação à Santa Isabel.
              Com o crescimento do povoado, a capela de Santa Isabel foi elevada a freguesia, em junho de 1812 e, no mesmo ano, criada a Paróquia, sob jurisdição da Vila de Moji das Cruzes. Em julho de 1832 foi criada a vila (Município), primeiramente na comarca de São Paulo e, a partir de 1852, na de Jacareí. Entre 1868 e 1938 foram-lhe anexados os Distritos de Igaratá e Arujá, hoje Municípios. Com a construção do eixo rodoviário São Paulo-Rio de janeiro e a proximidade com a Capital do Estado, o Município progrediu bastante passando a se industrializar.

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              • Vlamir
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                • Mar 2015
                • 686

                #187
                Querido Gilmar ,
                Obrigado pela força estou apaixonado por essa aventura
                pena que , nao podemos sair todos os fins de semana
                outros compromissos

                abraços

                vlamir
                PHD Vlamir
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                • Vlamir
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2015
                  • 686

                  #188
                  Doação de Cadeira de Rodas

                  Segue cópia de E-MAIL enviado

                  A Prefeitura Municipal de Iracemápolis
                  A cargo da ação social

                  Boa noite
                  Meu nome é Vlamir Camargo Barbeiro

                  Estou num projeto de visita de motocicleta a todas as cidades do estado São Paulo

                  Chamado fazedores de chuva


                  E a cada 100 prefeitura visitadas eu estou doando uma cadeira de roda para a 100ª cidade em nome dos fazedores
                  E e a minha primeira 100ª cidade é a sua

                  Gostaria de saber como faço para fazer esse crédito a vossa cidade para ações sociais

                  Desde já agradeço atenção e fico no aguardo de um retorno

                  Temos que reverter as nossas alegria em beneficência as nescecitados

                  Vlamir Camargo Barbeiro
                  Cel 11-98303-3737
                  Última edição por Vlamir; 18-06-15, 00:25. Razão: Ação Social Fazedres de Chuva
                  PHD Vlamir
                  Barueri-SP

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                  • Gilmar Dessaune
                    Fazedor de Chuva

                    • Oct 2012
                    • 6891

                    #189
                    Bom dia FC Vlamir,

                    Olha, do fundo do meu coração, me deixou emocionado com essa sua atitude.

                    Que lindo, que maravilha!!!

                    Sabe, pessoas como você me faz rever alguns pontos de vista com relação à humanidade: existe sim esperança de um mundo melhor no futuro. Só precisamos seguir exemplos como o seu.

                    Obrigado pela lição e parabéns pelo altíssimo nível de altruísmo!!!

                    Abração!!!

                    Comentário

                    • Tayna Pietra
                      Fazedor de Chuva
                      • Feb 2013
                      • 741

                      #190
                      FC Vlamir, que belas fotos e paisagens dos lugares por onde você percorre!
                      Já estamos pendurados na garupa e ansiosos por curtir contigo mais lugares e momentos incríveis como esses...
                      Abração e lembre-se:

                      "Qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

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                      • Vlamir
                        Fazedor de Chuva

                        • Mar 2015
                        • 686

                        #191
                        Irmao
                        Não É nada disso é só devolver um pouco do que recebemos do altíssimo
                        PHD Vlamir
                        Barueri-SP

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                        • Vlamir
                          Fazedor de Chuva

                          • Mar 2015
                          • 686

                          #192
                          170 TORRE DE PEDRA 2.400 HAB

                          O município de Torre de Pedra foi criado recentemente, em 30 de dezembro de 1991, e recebeu essa denominação por estar assentado sobre uma serra de 75 metros de altura. Permaneceu durante longo período sob influência de outros municípios dos quais havia sido distrito, ou seja, a partir de 20 de dezembro de 1922 passou a distrito do município de Tatuí e, posteriormente, em 26 de dezembro de 1927, foi transferido para o município de Porangaba.
                          Suas referências mais antigas são do início do século XX, época em que seu núcleo original começou a se formar.
                          Um de seus primeiros marcos foi a criação da Igreja Presbiteriana Independente em 1906, que acabou trazendo para a região, em 1914, o pastor Uriel Antunes Moura, figura de grande importância na constituição de Torre de Pedra. Seu desenvolvimento foi inicialmente promovido pela agricultura e pela criação de porcos e cabras.
                          Posteriormente, em 1932, chegaram ao lugarejo imigrantes alemães e um francês, que teria sido responsável pela introdução da técnica do plantio da batata, uma atividade que se firmou com o passar do tempo e criou condições de comércio com localidades vizinhas.
                          Torre de Pedra recebeu outro grande impulso em 1963, quando a construtora Andrade Gutierrez, contratada pelo Governo do Estado, iniciou a construção, nas imediações, de um trecho da atual Rodovia Presidente Castelo Branco

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                          • Vlamir
                            Fazedor de Chuva

                            • Mar 2015
                            • 686

                            #193
                            171 BOFETE 10.700 HAB


                            A partir do estabelecimento das famílias de João Antônio Gonçalves e Feliz Hilário, que fixaram residência junto à Serra de Botucatu, em 1840, novos sertanistas radicaram-se na região, tendo construído uma capela. Três anos depois, Vicente Ferreira doou uma área para formação do patrimônio, bem como a imagem de Nossa Senhora dos Remédios.
                            A povoação, até então conhecida por Samambaia, passou a denominar-se Patrimônio de Nossa Senhora da Piedade e, posteriormente, Rio Bonito, em virtude deste rio passar junto à vila. Com este nome, foi elevado à categoria de freguesia, em 1866.
                            Nos primeiros tempos a economia local baseava-se na pecuária, mas foi o ciclo do café que possibilitou o maior desenvolvimento, tendo sido criado, em 1880, o município de Rio Bonito.
                            Nesta época, um grupo de tropeiros abrigava-se numa gruta existente no sapé da montanha próxima, onde armazenavam seus víveres. Isso originou a denominação Bufete ao morro, estendida à povoação, sugestionando o local onde se encontra o necessário, a fartura e abundância. A tradição transformou a denominação em Bofete, que foi oficializada em 1921.
                            O solo local, formado por terras arenosas, aos poucos perdeu sua fertilidade, provocando o êxodo de grande parte de sua população, a partir de 1950. Os remanescentes dedicaram-se a agropecuária e silvicultura, destacando-se o eucalipto.

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                            PHD Vlamir
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                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2015
                              • 686

                              #194
                              172 PARDINHO 6.200 HAB

                              A partir do estabelecimento das famílias de João Antônio Gonçalves e Feliz Hilário, que fixaram residência junto à Serra de Botucatu, em 1840, novos sertanistas radicaram-se na região, tendo construído uma capela. Três anos depois, Vicente Ferreira doou uma área para formação do patrimônio, bem como a imagem de Nossa Senhora dos Remédios.
                              A povoação, até então conhecida por Samambaia, passou a denominar-se Patrimônio de Nossa Senhora da Piedade e, posteriormente, Rio Bonito, em virtude deste rio passar junto à vila. Com este nome, foi elevado à categoria de freguesia, em 1866.
                              Nos primeiros tempos a economia local baseava-se na pecuária, mas foi o ciclo do café que possibilitou o maior desenvolvimento, tendo sido criado, em 1880, o município de Rio Bonito.
                              Nesta época, um grupo de tropeiros abrigava-se numa gruta existente no sapé da montanha próxima, onde armazenavam seus víveres. Isso originou a denominação Bufete ao morro, estendida à povoação, sugestionando o local onde se encontra o necessário, a fartura e abundância. A tradição transformou a denominação em Bofete, que foi oficializada em 1921.
                              O solo local, formado por terras arenosas, aos poucos perdeu sua fertilidade, provocando o êxodo de grande parte de sua população, a partir de 1950. Os remanescentes dedicaram-se a agropecuária e silvicultura, destacando-se o eucalipto.

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                              Última edição por Vlamir; 30-06-15, 13:05.
                              PHD Vlamir
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                                • Mar 2015
                                • 686

                                #195
                                173 SALTO GRANDE 9.200 HAB

                                Por volta de 1843 a região era habitada por índios Caiuás e Guaranis, confiados à catequese do frade Pacífico de Monte Falco, trazido da Itália pelo Barão de Antonina, possuidor de extensas sesmarias no norte do Paraná e sul de São Paulo. José Teodoro de Souza, que anos antes se interessara pelas terras, registrou em 1856 uma posse que principiava na cachoeira do Salto Grande, no rio Paranapanema, e ia até a embocadura do rio Tibagi.
                                Em seguida, promoveu o povoamento do local com brancos e índios catequizados, para trabalhos de lavoura. Assim nasceu a povoação de Salto Grande do Paranapanema, sobre uma pequena coluna às margens dos rios Paranapanema e Novo.

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