São Paulo de cabo a rabo.

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #151
    138 divinolandia

    138 DIVINOLANDIA 11.246 HABITANTES

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ID:	205722Nas margens do rio do Peixe, afluente do rio Pardo, em região de relevo serrano, em 1850 construiu-se um rancho para pernoite de tropeiros que demandavam à vila de Casa Branca. Em virtude de incêndio no referido rancho, foi construído novo abrigo, passando o lugar a ser conhecido como Pouso do Sapecado.
    Com a atração que a região passou a provocar, foi erigida uma capela em louvor ao Divino Espírito Santo, curada em 25 de janeiro de 1858, pelo Bispo de São Paulo, D. Sebastião Pinto do Rego.
    O território para formação do patrimônio decorreu de duas doações: a primeira em 27 de janeiro de 1865, à paróquia do Divino Espírito Santo, pelo Major Thomaz de Andrade e sua mulher Mariana Leopoldina da Costa, e a segunda em 20 de agosto de 1881, à capela de Nossa Senhora do Rosário, por Joaquim Pio de Andrade e sua mulher Francisca Maxiamiana da Costa.
    A povoação formada no patrimônio passou a freguesia ( Distrito) do Divino Espírito Santo do Rio do Peixe, Distrito de Caconde, em 28 de março de 1865, transferida para o município de São José do Rio Pardo em agosto de 1898.
    A denominação do Distrito foi alterada em 30 de novembro de 1938, para Sapecado, e novamente alterado em 30 de dezembro de 1953, para Divinolândia, quando elevado a Município.

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      • Mar 2015
      • 686

      #152
      139 caconde

      139 CACONDE 18.500 HABITANTES
      A chegada em Caconde é belíssima
      A barragem é até um Tucano voando em
      Nossa frente , muito lindo

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      Não existem provas documentais sobre a fundação de Caconde, contudo, segundo crônica local, a cidade surgiu em função do ouro, tendo em 1765, sido explorado pelo Capitão Pedro Franco Quaresma, provavelmente o descobridor das minas e fundador do arraial.
      Supondo serem ricas as minas descobertas, muitos povoadores estabeleceram-se no arraial, aumentando a população. A partir da construção de uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, o povoado foi elevado à categoria de freguesia, tendo como vigário o padre Francisco Bueno de Azevedo. A freguesia, cuja a data de elevação é ignorada, foi instalada com o nome de Caconde, termo de origem africana, aplicado à povoação da região Angolana banhada pelo rio Cumene e seus Afluentes; a denominação variou de Cacunda e Caconda para Caconde e teria sido dada pelos negros fugitivos, quilombolas, que aí se refugiaram anteriormente ao ciclo do ouro.
      O núcleo urbano, inicialmente estabelecido às margens do Ribeirão São Mateus, transferiu-se para Bom Sucesso (sede da freguesia) e, posteriormente, para Bom Jesus. Esse movimento prendeu-se à alternância de descobertas e escassez das jazidas em locais diferentes. Todavia, a exaustão definitiva, por volta de 1804, provocou o êxodo de seus moradores.
      Nessa época começou uma corrente migratória de mineiros, que se apossou das terras da antiga freguesia, também conhecida por Nossa Senhora das Cabeceiras do rio Pardo. O repovoamento do núcleo urbano somente foi efetivado em 1822, com a doação do patrimônio por Miguel da Silva Teixeira.
      Inicialmente, dedicaram-se à pecuária, que foi substituída pela cafeicultura em meado do século XIX, período de grande progresso.
      FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

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      Última edição por Vlamir; 08-06-15, 00:16.
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        #153
        140

        140 TAPIRATIBA 12.200 HAB

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        Segundo vários moradores do município, aqui chegaram, procedentes da freguesia de Caconde neste Estado, Domiciano José de Souza, e família, que vieram em companhia de Vigilato José Dias. Domiciano José de Souza, natural de Ibiturana, no Estado de Minas Gerais nasceu em 1870, aui chegando durante aqui chegando durante o ano de 1842, aproximadamente, movido pela cobiça de ouro. Reuniu logo seus escravos, tratando imediatamente da exploração das terras, e mesmo de seu desbravamento. Demonstrando possuir conhecimento, e invulgar inteligência, projeta-se Domiciano José de Souza no cenário político da Freguesia de Caconde, onde foi eleito por várias vezes Juiz Municipal, sendo também agraciado, com todos os méritos, pelo Presidente da Província , com a patente de Capitão das Ordenanças do Têrmo de Vila de Mogi-Mirim da Freguesia de Caconde.
        Domiciano José de Souza não parava, e seus ideais de desbravador aumentavam dia a dia, até que, delineando o futuro promissor da cultura do café, em companhia de Vigilato José Dias, embrenha-se sertão a dentro. Deparando então com terras promissoras, neste município, fundou as Fazendas Soledade e Bica de Pedra. Com o falecimento dos dois desbravadores, a fazenda Soledade passou ao genro de Domiciano, Thomas José Dias, enquanto que a Fazenda Bica de Pedra teve como sucessor o Capitão Indalécio.
        Em 1897, Thomas José Dias, casado com Da Carolina de Almeida e Silva, filha de Domiciano José de Souza, doava 20 alqueires de terras da Fazenda Soledade à Paróquia Nossa Senhora da Aparecida. Em 1898 era então construída por Thomas José Dias e Carolina de Almeida e Silva a primeira Capela, denominada Capela Nossa Senhora Aparecida.
        Na Fazenda Soledade, poucas eram as construções existentes, pois Thomas José Dias não vinha precedido de idéias progressistas. Já na Fazenda Bica de pedra, quando administrada por Vigilato José Dias, várias foram as construções ali realizadas, como também certos melhoramentos, como sede da Fazenda, construção das mais sólidas (até hoje existente), engenhos de serra e várias casas de colonos. Em 6 de dezembro de 1906, por Lei Estadual no 1028, o Distrito Policial de Soledade passou a denominar-se Tapiratiba.
        Em 19 de dezembro do mesmo ano, isto é, 1906, graças à Lei Estadual no 1039, era a sede distrital elevada à categoria de Vila. Em 1911, na divisão administrativa do Brasil, Tapiratiba figura como pertencente ao Município de Caconde. Em 27 de dezembro de 1928, por fôrça da Lei Estadual no 2329, era criado o Município de Tapiratiba, cuja instalação verificou-se em 27 de abril de 1929. Consta de um só distrito: a sede. Pertence à comarca de Caconde pela Lei no 1028, de 06 de dezembro de 1906. Tapiratiba, teve a sua primeira Câmara Municipal instalada em 27 de abril de 1929

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          #154
          141 SÃO SOJE DO RIO PARDO 51.020 HAB

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          O coronel Antônio Marçal Nogueira de Barros, proprietário de vasto território na região, em 1870, congregou os fazendeiros locais para a construção de uma pousada no caminho entre Caconde e Casa Branca, junto ao rio Pardo. No mesmo ano, foi construída uma capela sob a invocação de São José.
          Ao redor da capela formou-se um povoado, no território de Casa Branca, que os antigos chamavam de Cabeceiras do rio Pardo. O progresso justificou a criação, em 1874, da freguesia de São José do Rio Pardo (Distrito), sendo anexada ao Município de Caconde.
          Novamente incorporado ao Município de Casa Branca, foi em 1885, elevado à categoria de Município, instalado no ano seguinte.
          Os riopardenses, liderados pelos políticos republicanos da época, foram os primeiros a romperem os laços com a Monarquia, antes mesmo do advento da República. O movimento foi dominado pelo Presidente da Província, mas, em 1891, já no período republicano, o Governador do Estado, Américo Brasiliense cognominou a localidade de "Cidade Livre do Rio Pardo". Esta denominação foi, mais tarde, abandonada, voltando a São José do Rio Pardo.
          Além da sua vocação republicana, outro fato histórico de destaque é o da acolhida a Euclides da Cunha, onde escreveu a obra " Os Sertões ".

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            #155
            142 MOCOCA 66.100 HAB

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            O fidalgo espanhol Tomás de Molina, proprietário da sesmaria de Zabelônia, implantou às margens do Córrego da Manteiga, uma indústria caseira de laticínios e uma moenda. Nessa fazenda, denominada Alegria, o Capitão Diogo Garcia da Cruz, que adquiriu a propriedade, construiu, em 1837, uma ermida, que passou a atrair outros povoadores.
            Nas proximidades de Alegria, o Capitão José Cristovam de Lima, iniciou uma segunda fazenda na região, Água Limpa, onde levantou um cruzeiro. Todavia, o núcleo urbano que se iniciou entre 1830 e 1840, localizou-se entre as duas fazendas, às margens do ribeirão do Meio, em terras de José Gomes Lima, que em 1839, doou a São Sebastião, cerca de 16 alqueires de terras para a fundação do patrimônio de São Sebastião da Boa Vista.
            Nessa época, começou a ser praticada a lavoura de café que possibilitou várias benfeitorias na povoação. Assim, em 1856, foi elevada à freguesia e, em 1871, a Município. O Topônimo Mococa, de origem indígena ( mo=pequeno, co=estêio e oca=casa) referindo-se às casas de pequeno esteio do lugar somente foi adotado em 1875.

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              #156
              143 CAJURU 22.700 HAB

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              Na região entre os rios Pardos e seus afluentes Araraquara e Cubatão, às margens do córrego Cajuru, antigo pouso de tropeiros deu início ao povoamento do atual Município.
              Em 11 de novembro de 1821, Maria Pires de Araújo e seus filhos José, Manoel, Carlos Geraldo e Bento, doaram uma gleba de terra, onde foi erguida uma capela, origem da povoação de Capela de São Bento de Cajuru.
              Tornando-se Capela Curada por Provisão de 16 de março de 1835, foi em fevereiro de 1846, elevado a freguesia, incorporada ao Município de Casa Branca, passando, em junho de 1850, para o Município de Batatais.
              A localidade foi servida de um ramal da antiga Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, que, partindo de Santos Dumont, na linha tronco, alí terminava seus trilhos.
              O seu desenvolvimento deveu-se inicialmente à cafeicultura e, depois, à cana-de- açúcar e à pecuária.
              Cajuru, em língua tupi, " caa-jurú", significa "boca da mata", segundo Theodoro Sampaio.

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                • 686

                #157
                144 cassia dos coqueiros

                144 CASSIA DOS COQUEIROS 2.700 HAB

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                Cássia dos Coqueiros tem seu nome derivado de Cássia, cidade Italiana onde se encontra o corpo de Santa Rita- Padroeira do Município ou ainda de uma planta da família das leguminosas, de flores amarelo-douradas, e coqueiros, em virtude da profusão de palmeiras nativas.
                A região onde se instalou o núcleo de povoamento foi descoberta por volta de 1830, por um garimpeiro de nome José Moreira da Silva, vindo do garimpo de Jacuí, que pretendia dirigir-se à então freguesia de São Francisco de Monte Santo, em Minas Gerais.
                Encantado com o aspecto do local, coberto de matas, solicitou sesmaria ao Governo Imperial, denominando-a de Sesmaria da Delícia. Os herdeiros de José Moreira da Silva, após sua morte, venderam parte das terras a Joaquim Lopes de Siqueira, provindo de Juiz de Fora.
                Foram essas famílias originárias dos dois troncos primitivos- Moreira e Lopes- que povoaram a região, quando, em 18 de novembro de 1877, a viúva de José Ferreira Lopes, Constantina Rosa de Alexandria, doou terras ao Patrimônio de Santa Rita e Santo Antônio, onde construíram capela e iniciou-se o núcleo.

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                  #158
                  145 santo antonio da alegria

                  145 SANTO ANTONIO DA ALEGRIA 6025 HAB

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                  Ás margens do ribeirão Pinheirinho, afluente do Rio Sapucaí-Mirim, localiza-se a sede de Santo Antônio da Alegria.
                  Seu povoamento iniciou-se a partir de 1860, em torno da capela de Cuscuzeiro, fundada por Francisco Antônio Mafra, onde os viajantes faziam pouso entre São Paulo e Minas Gerais.
                  A capela de Cuscuzeiro foi elevada a freguesia (Distrito de Paz) em fevereiro de 1866, com o nome de Santo Antônio da Alegria em louvor a Santo Antônio.
                  Em abril de 1873, a freguesia foi incorporada ao Município de Cajuru e em março de 1885 ganhou autonomia político-administrativa.
                  Por estar situada na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, na revolução constitucionalista de 1932 foi campo de operações bélicas, criando-se uma situação especial, até 1937, quando a sede do Município foi dividida, parte em São Paulo e parte em Minas Gerais.

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                    • 686

                    #159
                    146 itirapua

                    146 ITIRAPUA 5.600 HAB
                    Após cruzarmos por estradas mineiras para cortar caminho, chegamos a Pequena Itirapuã

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                    Itirapuã surgiu por volta de 1890, em função da garimpagem praticada em Patrocínio do Sapucaí (atual Município Paulista), quando Antônio Joaquim do Carmo, conhecido por " Antônio Beltrudes", por interesses comerciais, retirou-se seis quilômetros à leste daquela cidade, construindo no local, algumas moradias.
                    As terras para formação do patrimônio foram doadas à Nossa Senhora Aparecida, em 1892, pelo Coronel Cândido do Couto Rosa, seguido de Missael Franco da Rocha e Horácio Alves da Silva. Segundo Theodoro Sampaio, o topônimo adotado, de origem indígena - " ityra-puã", significa morro em forma de dedo, com alusão às escarpas da Serra de Franca, ramificação da Mantiqueira, no limite leste de seu território.
                    O aparecimento das fazendas de café constituiu nova atração aos imigrantes estrangeiros, principalmente Portugueses e Espanhóis que se integraram na sociedade, quase toda formada de mineiros.
                    O Distrito de Paz, criado em 1900, somente foi elevado à categoria de Município em 1948, porque as sucessivas crises do café provocaram uma retração no desenvolvimento local.

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                    Última edição por Vlamir; 08-06-15, 00:19.
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                      • 686

                      #160
                      147 patrocinio paulista

                      147 PATROCINIO PAULISTA 12.200 HAB

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                      A região do rio Santa Bárbara, afluente do Sapucaí-Mirim, teve o povoamento iniciado pelo ano de 1830, quando a notícia de extração de Diamantes, atraiu inúmeros garimpeiros, que se fixaram naquela região, iniciando um povoado.
                      Em 1833 foi elevado à categoria de freguesia com o nome de Nossa Senhora do Patrocínio de Santa Bárbara dos Macaúbas.
                      No entanto, em 1850, João Cândido dos Reis e outros proprietários provocaram a expulsão dos garimpeiros por invasão de terras, mediante emprego de força militar que com violência afugentou-os para vários quilômetros acima, no rio Sapucaizinho. Em 1854, o povoado de Nossa Senhora de Santa Bárbara foi extinto e destruído.
                      Nova povoação formou-se, levando o Bispado de São Paulo a criar a freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio do Sapucaí, em abril de 1874, ato confirmado pela Assembléia Legislativa Provincial.
                      Em março de 1885, foi elevada à vila, com a denominação de Patrocínio do Sapucaí, incorporando em 1891 o Distrito de Paz de Itirapuã.
                      Pela Lei nº 233, de 24 de dezembro de 1944, Patrocínio do Sapucaí, teve alterada a denominação para Patrocínio Paulista.

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                        • 686

                        #161
                        148 altinopolis

                        148 ALTINOPOLIS 15.200 HAB

                        Mais 100 km entre Patrocínio e Altinópolis
                        Sem nenhum posto descente no caminho
                        ALMOÇAMOS RESTAURANTE FIGUEIRA
                        Simples e bom self-service

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                        O povoamento do local iniciou-se na primeira metade do século XIX, quando o primeiro mineiro Capitão Diogo Garcia da Cruz e seus filhos José, Joaquim João e Antônio adquiriram por "cem mil reis", além de um ponche de baeta e um liste de bestas carregadas de sal", terras em Mato Grosso de Batatais, onde a família estabeleceu as fazendas Jaborandy, Fortaleza e São João.
                        Foi em terras da Fazenda Fortaleza, de propriedade de Antonio Garcia Figueiredo, que se iniciou uma povoação com o nome de Arraial de Nossa Senhora da Piedade. Aí, seu proprietário doou em 1866, 42 alqueires de terra para construção de capela e sede do patrimônio, iniciando o arruamento do povoado.
                        Em 1875 foi elevado à Freguesia com o nome de Mato Grosso de Batatais.
                        Com a construção da antiga Estrada de Ferro São Paulo a Minas, em 1909, a Vila ganhou novo impulso, até que, em dezembro de 1918, mediante plesbicito, foi elevada a Município, onde foi vencedor, também, o nome de Altinópolis, em homenagem ao Presidente do Estado de São Paulo, Altino Arantes.

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                        Última edição por Vlamir; 08-06-15, 00:21.
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                          #162
                          149 santa cruz da esperança

                          149 SANTA CRUZ DA ESPERANÇA 1.700 HAB

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                          A história de Santa Cruz da Esperança está ligada ao município de Cajuru, desde a criação do distrito desse município em 19 de dezembro de 1923. Em 30 de novembro de 1938 teve seu nome alterado para Cruz da Esperança e, em 28 de favereiro de 1964, para o atual Santa Cruz da Esperança. Elevado a município somente em 30 de dezembro de 1993, foi um dos mais novos municípios criados no Estado de São Paulo

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                          PHD Vlamir
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                            • 686

                            #163
                            150 serra azul

                            150 SERRA AZUL 9.100 HAB

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ID:	205907O Patrimônio do Divino Espírito Santo de Serra Azul nasceu em 1878, quando em 29 de abril, foi lavrada escritura pelo Major Manoel Jacinto do Nascimento, de doação de terras para sua formação, em torno de uma pequena capela.
                            Foram primeiros doadores, os seguintes moradores da região: Francisco Ferreira de Freitas, Francisco Teresiano dos Reis, Salviano Venâncio Martins, João Bento Ferreira de Freitas, Domingos Antônio Ferreira, José Bento Nogueira da Luz, Inácio José de Bem, José Antônio da Silva e Ana Firmina Nogueira.
                            Em 8 de outubro de 1894, à gleba inicial de 84,70 hectares, somaram-se as doações de Aristides Belém, Francisco Bento e Lino Venâncio Martins, em 27 de fevereiro de 1899 as Laurindas Francisca do Nascimento, Luiz Venâncio Martins e Virgílio Venâncio Martins, totalizando o Patrimônio de 662, 45 hectares.
                            O topônimo Serra Azul decorre do contorno azulado de elevações serranas vistas no horizonte, correspondentes à Serra de Batatais e escarpas à noroeste da Mantiqueira.Click image for larger version

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                              • 686

                              #164
                              151 são simão

                              151 SÃO SIMÃO 13.800 HAB

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                              O sertanista mineiro Simão da Silva Teixeira, cumprindo promessa por sair das matas em que se perdera, trouxe para o local a imagem de seu Santo protetor, São Simão, doando a este mais mil alqueires de terras, reservando para si, cerca de duzentos alqueires que, após a morte, também foram doadas ao Patrimônio da igreja.
                              Á medida que foram chegando novos povoadores, a igreja cedia lotes a eles, para domínio útil, mediante aforamento. Assim que houve certa concentração de moradias, Simão da Silva Teixeira solicitou à Curia Diocesana de São Paulo, autorização para construção da capela, concedida em 1824.
                              Os primeiros moradores dedicaram-se à pecuária e à cultura da cana. Alguns anos depois, o advento da cafeicultura propiciou grande desenvolvimento, sendo nesta época implantadas várias ferrovias para escoamento da produção local. A partir da Estrada de Ferro Mogiana (atual FEPASA), surgiram a Cia. Melhoramentos São Simão, mais tarde transformada na Estrada de Ferro São Paulo - Minas (também incorporada à FEPASA); uma estrada que ligava Santos Dumont a Cajuru, e a São Paulo Coffee Estates Company, além de vários ramais

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ID:	205925
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                                #165
                                152 tambau (terra do padre donizette)

                                152 TAMBAU 22.000 HAB

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ID:	205926Em julho de 1886, o português David de Almeida Santos, funcionário da Cia. Mogiana de Estradas de Ferro, construiu, em terras da fazenda Arrependido, uma pequena casa, primitivo núcleo de Tambaú.
                                Tornou-se Distrito de Paz pela Lei nº. 79, de 22 de agosto de 1892 e Município pela Lei nº 559, de 20 de agosto de 1898.
                                Como Município, foi instalado a 15 de abril de 1889, constituído com o Distrito de Paz de Tambaú.
                                O território atual do Município esteve subordinado até o ano de 1814 à comarca de São Paulo; de 1815 a 1833 à de Itu; de 1834 a 1852 à de Campinas; de 1853 a 1863 à de Franca; de 1864 a 1872 à de Mogi-Mirim e de 1873 até hoje à comarca de Casa Branca.
                                A primeira Câmara foi eleita em 23 de março de 1899, sendo seu presidente o Capitão José de Vasconcelos Bittencourt. O primeiro Prefeito foi o Capitão David de Almeida Santos.
                                Em 1918 iniciou-se praticamente a industrialização da argila que tornou Tambaú o grande centro industrial cerâmica de hoje.

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